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	<title>Portal Cultura PE &#187; PNAB Pernambuco</title>
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		<title>Grupo estreia espetáculo de teatro de sombras sobre identidade, preconceito e diversidade</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Baseado no conto homônimo do escritor egípcio-pernambucano Habib Zahra, o espetáculo &#8220;O Burro Errante&#8221; acompanha a trajetória de um burrinho criado por pais superprotetores que escondiam sua verdadeira identidade e morriam de medo de se relacionar com animais de outras espécies. Ao crescer e deixar sua casa, o protagonista descobre um mundo muito diferente [...]]]></description>
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<div id="attachment_124138" aria-labelledby="figcaption_attachment_124138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: José Rebelatto</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/O-Burro-Errante-Foto-de-José-Rebelatto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-124138" alt="Foto: José Rebelatto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/O-Burro-Errante-Foto-de-José-Rebelatto-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Burro Errante (Foto de José Rebelatto) </p></div>
<p>Baseado no conto homônimo do escritor egípcio-pernambucano Habib Zahra, o espetáculo &#8220;O Burro Errante&#8221; acompanha a trajetória de um burrinho criado por pais superprotetores que escondiam sua verdadeira identidade e morriam de medo de se relacionar com animais de outras espécies. Ao crescer e deixar sua casa, o protagonista descobre um mundo muito diferente daquele que lhe foi apresentado e entra em contato com personagens, perspectivas e modos de vida que jamais imaginara existir.</p>
<p>Inspirado nas ilustrações originais de Valeria Rey Soto, que também assina a criação dos bonecos e cenários, &#8220;O Burro Errante&#8221; mistura projeções de silhuetas coloridas e música ao vivo para criar um universo visual delicado, onde crianças e adultos compartilham a cena, cantando, tocando, dançando, atuando e manipulando bonecos para construir a narrativa.</p>
<p>“Nas sombras, o público completa as imagens com a própria imaginação. Isso permite abordar temas delicados sem transformar a peça em uma lição moral”, afirma Habib Zahra.</p>
<p>Fundado em 2010 por Habib Zahra e Valeria Rey Soto, o grupo Habib e Valeria atualmente conta com a participação dos filhos, Miguel e Clementina. Ao longo de sua trajetória, a trupe recebeu o Prêmio Pernalonga de Teatro (2025), o Prêmio JGE Copergás (2024) e os prêmios de Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção no PROFEST (MG) em 2021, além de participar de festivais e mostras no Brasil, na África e na Europa.</p>
<p>A criação do espetáculo contou também com a colaboração de Jorge Rey, fundador da multipremiada companhia espanhola Títeres Cachirulo e responsável pela direção da montagem, e de Rafa Rey, diretor da companhia espanhola Nauta Teatro, pai e irmão de Valeria Rey Soto, respectivamente.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) Pernambuco, contando com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), e do Ministério da Cultura (MinC), do Governo Federal.</p>
<p><strong>SERVIÇO:<br />
</strong>Estreia do espetáculo &#8220;O Burro Errante&#8221;<br />
Datas: 13 e 14/06, 17h<br />
Local: Teatro Fernando Santa Cruz, Mercado Eufrásio Barbosa, Varadouro, Olinda.<br />
*As apresentações serão gratuitas e os ingressos poderão ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes da apresentação.<br />
*Ambas as sessões contarão com tradução em LIBRAS. A do dia 14 de junho contará também com audiodescrição.<br />
Mais informações: www.habib-valeria.com | instagram.com/habibevaleria</p>
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		<title>Projeto YAATHE transforma audiovisual em ferramenta de preservação da única língua indígena viva do Nordeste</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124092" aria-labelledby="figcaption_attachment_124092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Crédito: Zé Rebellato</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124092" alt="Crédito: Zé Rebellato" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24-607x336.jpeg" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Rafael Cavalcanti, Ediran e Mateus Gudes</p></div>
<p>Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva do Nordeste brasileiro fora da Amazônia Legal.</p>
<p>Realizado com incentivo do Funcultura, fundo do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto YAATHE transformou o audiovisual em ferramenta pedagógica e de preservação cultural ao desenvolver uma metodologia experimental de ensino da língua Fulni-ô voltada às novas gerações da aldeia.</p>
<p>A iniciativa nasceu da percepção de um cenário delicado. Embora o povo Fulni-ô reúna cerca de sete mil pessoas em Águas Belas, apenas aproximadamente 500 ainda falam fluentemente o Yaathe. A língua, que sobreviveu a séculos de colonização, repressão e apagamento cultural, chegando a ser proibida durante o século XX, hoje enfrenta o desafio da continuidade entre crianças e jovens.</p>
<p>Foi a partir dessa urgência que a produtora pernambucana Tempoo, com pesquisa de Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô, roteiro e direção de Mateus Guedes, e produção executiva de Ana Sofia, desenvolveu uma pesquisa teórico-prática que reúne cinema, música, design, ilustração e motion graphics em uma experiência educativa construída dentro da própria comunidade indígena.</p>
<p>O principal resultado do processo é uma videoaula piloto criada para auxiliar práticas de alfabetização e letramento em Yaathe. Diferente dos formatos tradicionais de ensino, o material aposta em elementos visuais, trilhas sonoras originais e recursos gráficos para aproximar o idioma do cotidiano das novas gerações Fulni-ô. Mais do que ensinar palavras, o projeto busca fortalecer vínculos afetivos, memória coletiva e pertencimento cultural através da linguagem audiovisual.</p>
<p>Todo o desenvolvimento do YAATHE aconteceu em diálogo com lideranças, educadores e pesquisadores indígenas da aldeia. Esse alinhamento também definiu um dos princípios centrais da iniciativa, que é o respeito aos modos próprios de circulação do conhecimento ancestral Fulni-ô.</p>
<p>O conteúdo completo da videoaula, neste primeiro momento, será entregue à coordenação pedagógica da aldeia, responsável por definir como ele será utilizado nas escolas indígenas locais. Em uma etapa futura, a obra será lançada também para o público externo à comunidade. Nesse contexto, o projeto YAATHE compreende o audiovisual como ferramenta de fortalecimento interno da cultura e da memória indígena.</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL NA ALDEIA</strong> &#8211; Além da produção audiovisual, a iniciativa também realizou ações pedagógicas nas escolas da aldeia como contrapartida social. Foram promovidas aulas experimentais na Escola Indígena Fulni-ô Marechal Rondon, nas unidades de Ensino Fundamental e Ensino Médio, em parceria com Fábia Fulni-ô, Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô, integrantes da produção local. As atividades foram conduzidas pelo professor Riury Marques de Melo, integrante do corpo docente da comunidade.</p>
<p>Durante os encontros, estudantes tiveram acesso aos conteúdos produzidos ao longo da pesquisa através de uma estrutura de projeção e som montada especialmente para as exibições. As ações também funcionaram como espaço de escuta e observação metodológica, permitindo que o próprio projeto fosse ajustado a partir das respostas da comunidade.</p>
<p>O projeto YAATHE também evidencia o potencial da cultura como ferramenta de educação, preservação e desenvolvimento local. A equipe reuniu profissionais indígenas e não indígenas de diferentes gerações e trajetórias, além de incorporar recursos de acessibilidade em Libras. A contratação de trabalhadores da própria aldeia também contribuiu para movimentar a economia criativa local e fortalecer o Coletivo Fulni-ô de Cinema.</p>
<p>“Ao unir arte, tecnologia, pesquisa e educação intercultural, o projeto constrói um modelo experimental de preservação linguística que poderá inspirar futuras iniciativas em territórios indígenas de diferentes regiões do país”, expressa Mateus Guedes, pesquisador, roteirista e diretor do projeto YAATHE.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Pesquisa: Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô<br />
Roteiro e direção: Mateus Guedes<br />
Produção executiva: Ana Sofia<br />
Coordenação de produção: Rafael Cavalcanti<br />
Produção: NAM<br />
Direção de fotografia: José Rebelatto<br />
Assistência de câmera: Gabriela Passos<br />
Produção local: Coletivo Fulni-ô de Cinema (Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô)<br />
Elenco: Idrian, Maynika, Ediran, Adélia, Keirson, Nicolas, Iviton e Yairon<br />
Som: Guto Quijano<br />
Produção musical: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Trilhas sonoras: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Mixagem e masterização: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Locução: Konan Amorim<br />
Direção de arte: Rafael Cavalcanti<br />
Edição de vídeo: NA<br />
Design: Meio Fio<br />
Motion graphics: Meio Fio<br />
Acessibilidade: Fernanda Souza</p>
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		<item>
		<title>Studio Tear Formativo — Ciclo II promove encontros gratuitos sobre música, carreira e produção cultural em Arcoverde e Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/studio-tear-formativo-ciclo-ii-promove-encontros-gratuitos-sobre-musica-carreira-e-producao-cultural-em-arcoverde-e-garanhuns/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista Revoredo, idealizador do projeto. Foto: Divulgação. Com realização do Selo Studio Tear, e incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Governo de Pernambuco e Ministério da Cultura, o Studio Tear Formativo — Ciclo II promove uma ação gratuita voltada para músicos, artistas, produtores culturais, compositores, técnicos, estudantes, fazedores de cultura e toda a rede [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-11.00.30.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124064" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-11.00.30-607x429.jpeg" width="607" height="429" /></a><br />
O artista Revoredo, idealizador do projeto. Foto: Divulgação.</p>
<p>Com realização do Selo Studio Tear, e incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Governo de Pernambuco e Ministério da Cultura, o Studio Tear Formativo — Ciclo II promove uma ação gratuita voltada para músicos, artistas, produtores culturais, compositores, técnicos, estudantes, fazedores de cultura e toda a rede produtiva da música independente pernambucana.</p>
<p>Entre os dias 28 e 31 de maio, as cidades de Arcoverde e Garanhuns recebem o projet, que propõe uma grande experiência de formação, circulação, troca de saberes e fortalecimento das redes culturais do interior do estado, reunindo artistas, produtores, técnicos, gestores e profissionais da música em uma programação intensa de palestras, masterclasses, painéis técnicos, sessões autorais, exibições audiovisuais e shows intimistas.</p>
<p dir="ltr">Todas as atividades formativas são gratuitas e os participantes com 75% de presença receberão certificado de participação.</p>
<p dir="ltr">O Studio Tear é uma iniciativa musical do Agreste pernambucano que atua no fortalecimento da música autoral independente e das produções artísticas do interior do estado, o selo é gerido por Revoredo e Stephany Metódio. Através do selo, são desenvolvidas ações de formação, circulação, gestão artística, lançamentos musicais e criação de redes colaborativas entre artistas, produtores e trabalhadores da cultura. Já o Coletivo Tear amplia essa atuação com projetos nas áreas de música, teatro, literatura, audiovisual e formação cultural, conectando arte, educação, oralidade e cultura popular em processos criativos e educativos comprometidos com a produção independente e os territórios do interior.</p>
<p dir="ltr">Em Arcoverde, a programação acontece nos dias 28 e 29 de maio, com atividades no Teatro Geraldo Barros &#8211; Sesc Arcoverde  e Estação da Cultura. Entre os convidados estão nomes como Stephany Metódio, Rodolfo Lacerda, Revoredo, Djaelton Quirino, Lula Moreira, Silvia Regina, Adriano Galvão, Efraim Rocha e Felipe Morais, abordando temas como gestão de carreira independente, distribuição musical, festivais, circuitos culturais, produção técnica e música autoral.</p>
<p dir="ltr">Já em Garanhuns, nos dias 30 e 31 de maio, as ações acontecem no Espaço Zero — Práticas Artísticas, Cine Jardim do Centro Cultural do Sesc e Área Cafeteria, reunindo artistas e profissionais como Rodolfo Lacerda, Mateus Alves, Everton Kelly, Gabriel Souza, Stephany Metódio, Deyse Leitão, Gabi da Pele Preta, Lucas dos Prazeres, Revoredo, Zeh Lucas, Isabela Moraes e Joana Terra.</p>
<p dir="ltr">O projeto conta com apoio do Sesc Pernambuco, Estação da Cultura e Teatro de Retalhos, em Arcoverde; e do Espaço Zero — Práticas Artísticas, Sesc Garanhuns e Área Cafeteria, em Garanhuns.</p>
<p dir="ltr">A programação completa pode ser conferida nas redes sociais do Studio Tear e segue abaixo:</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO — ARCOVERDE</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>28/05 (quarta-feira) - </strong></p>
<p dir="ltr">Sesc Arcoverde 14h — Palestra:<br />
“Gestão de Carreira Independente — Trabalhando com Música no Interior”<br />
com Stephany Metódio</p>
<p dir="ltr">16h às 17h30 — Painel Técnico:<br />
“Backstage Vivo: do Rider ao Palco”<br />
com Adriano Galvão e Efraim Rocha</p>
<p dir="ltr">Espaço Circulador — Estação da Cultura 19h — Palestra:<br />
“Da Criação à Distribuição — Caminhos Possíveis para a Música”<br />
com Revoredo</p>
<p dir="ltr">21h — Sessão Autoral:<br />
Concerto de Bolso com Felipe Morais</p>
<p dir="ltr"><strong>29/05 (quinta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">Teatro Geraldo Barros — Sesc Arcoverde 14h30 — Masterclass:<br />
“Música em Rede: Estratégias e Caminhos para Construção de Carreira”<br />
com Rodolfo Lacerda</p>
<p dir="ltr">Espaço Circulador — Estação da Cultura &#8211; 19h — Olho no Olho:<br />
“Música e Território: Festivais, Espaços Culturais e Movimentações Independentes”<br />
com Djaelton Quirino, Lula Moreira e Silvia Regina</p>
<p dir="ltr">21h — Sessão Autoral: Concerto de Bolso com Revoredo<br />
Lançamento do show “Fino Fio”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO — GARANHUNS</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>30/05 (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">Espaço Zero — Práticas Artísticas 14h — Abertura Oficial</p>
<p dir="ltr">14h30 — Masterclass: “Música em Rede: Estratégias e Caminhos para Construção de Carreira” com Rodolfo Lacerda</p>
<p dir="ltr">16h30 — Palestra: “Branding, Identidade Artística e Comunicação para Artistas”<br />
com Mateus Alves</p>
<p dir="ltr">17h30 — Painel Técnico: “Antes das Cortinas se Abrirem” com Everton Kelly e Gabriel Souza</p>
<p dir="ltr">Área Cafeteria 21h — Tear na Área — 6ª edição Show “Palavra Feminina” com Isabela Moraes e Joana Terra (Ação com ingressos vendidos separadamente).</p>
<p dir="ltr"><strong>31/05 (domingo) — GARANHUNS</strong></p>
<p dir="ltr">Espaço Zero — Práticas Artísticas</p>
<p dir="ltr">14h — Palestra: “Vivências da Criação, Produção e Direção Musical” com Revoredo</p>
<p dir="ltr">15h30 — Olho no Olho: “A Música Além do Palco — Gestão Afetiva de Carreira Artística”<br />
com Stephany Metódio e Deyse Leitão</p>
<p dir="ltr">16h30 — Poéticas da Existência: “Música, Corpo e Identidade” com Gabi da Pele Preta e Lucas dos Prazeres</p>
<p dir="ltr">18h — Sessão Autoral: Concerto de Bolso com Lucas dos Prazeres</p>
<p dir="ltr"><strong>CINE JARDIM &#8211; Centro Cultural SESC Garanhuns</strong></p>
<p dir="ltr">16h — Tela Sonora — Música para Ver &#8211; Exibição audiovisual dos videoclipes:<br />
“Areia-Passotempo”, de Revoredo com direção de Berna Valença e “Paradeiro”, de Zeh Lucas com direção de Bruno Veras</p>
<p dir="ltr">21h  — Sessão Autoral: Concerto de Bolso com Zeh Lucas</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Em número inédito, Trupe Circuluz revela personagens fantásticos para falar de coragem para crianças</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-numero-inedito-trupe-circuluz-revela-personagens-fantasticos-para-falar-de-coragem-para-criancas/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Trupe Circuluz/Divulgação Com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco, e contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e do Ministério da Cultura, o espetáculo inédito “Caravana das Maravilhas”, da Trupe Circuluz, leva apresentações gratuitas para escolas, pontos de cultura e terreiros da Região [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-19-at-11.16.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124005" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-19-at-11.16.58-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Trupe Circuluz/Divulgação</p>
<p>Com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco, e contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e do Ministério da Cultura, o espetáculo inédito “Caravana das Maravilhas”, da Trupe Circuluz, leva apresentações gratuitas para escolas, pontos de cultura e terreiros da Região Metropolitana do Recife. O número de circo-teatro de rua estreia no próximo sábado (23), às 16h, no Boi da Mata, localizado na Rua Vale do Jaguaribe, s/n, no bairro da UR-7, Zona Oeste do Recife.</p>
<p>Com texto e roteiro da artista Raquel Franco, maranhense radicada em Pernambuco, “Caravana das Maravilhas” é um espetáculo para a infância que desenvolve, ao longo de 45 minutos, o encontro entre Parafina e as palhaças Keké, Pepilico, Padaria, Alicate e Estripulia. Malabarismos, acrobacias e pirofagia se somam a pernas de pau, bonecos e à oralidade para conduzir essa jornada lúdica e repleta de comicidade. “Trazemos a brincadeira, a festa e o encantamento como princípios da dramaturgia”, explica a autora.</p>
<p>A montagem integra os 15 anos de pesquisa sobre circo e palhaçaria diaspóricas da Trupe Circuluz, tendo como fundamento a cultura popular e os brinquedos de origem negrindígena, a exemplo da cobra grande, dos bois e do cavalo-marinho. “É uma caravana de artistas que, em suas andanças, foram reunindo seres fantásticos, histórias fantásticas, brinquedos fantásticos, fantasias e imaginação. No espetáculo, esses causos, figuras e seres são retirados do baú quando chegam às cidades e apresentados ao público”, contextualiza.</p>
<p>Formatado sobretudo para atender crianças em territórios vulneráveis, o espetáculo adentra um universo encantado, atravessado por possibilidades, para falar de autoconfiança, coragem e liberdade. “É uma metáfora, pois, quando Parafina entra em contato com a caravana, ele fica mais forte, vai aprendendo a escutar a própria força dentro de si. O mesmo acontece quando nossas crianças estão juntas, tendo o direito de acessar a arte, as brincadeiras, o lúdico e o fantástico: suas identidades passam a se fortalecer.”</p>
<p>Em “Caravana das Maravilhas”, a Trupe Circuluz convoca animais nativos da América do Sul, como a ema, que aparece nos brinquedos do Reisado e do Boi de Reis. “É um animal próprio da nossa região. Na nossa brincadeira, ela é a mais forte do mundo”, revela a autora. A escolha de Parafina pelo lobo-guará também não é por acaso. Ele é o maior canídeo das Américas, podendo medir até 1,2 metro de altura e, no Brasil, é classificado como vulnerável à extinção. “A gente também faz esse diálogo com seres encantados como função de preservação.”</p>
<p>Da mata ou da floresta amazônica, a figura encantada da cobra grande atravessa várias culturas, sobretudo indígenas — a exemplo do Boitatá —, e também integra a caravana. Há ainda outras histórias que atravessam o enredo, como a do fogo, a partir da cosmovisão do povo Kaingang, indígena do Sul do Brasil.</p>
<p><strong>AGENDA COMPLETA</strong></p>
<p><strong>23 de maio, sábado, às 16h</strong><br />
Boi da Mata — Ponto de Cultura e Centro de Formação Socioambiental<br />
(Rua Vale Do Jaguaribe, S/N. UR-7. Recife, Pernambuco)</p>
<p><strong>27 de maio, quarta-feira, às 15h30</strong><br />
Escola Municipal 12 de Março<br />
(Avenida Potiguar, 70. Cidade Tabajara. Olinda, Pernambuco)</p>
<p><strong>30 de maio, sábado, às 16h</strong><br />
Ilê Axé Orixalá Talabi<br />
(Rua Orobó, 257. Paratibe. Paulista, Pernambuco)</p>
<p><strong>31 de maio, domingo, às 16h</strong><br />
Ilê Iyemanjá Ògúnté<br />
(Rua Abdom Lima, 86. Água Fria. Recife, Pernambuco)</p>
<p><strong>07 de junho, domingo, às 16h</strong><br />
Ilê Axé Ayrá Omim Kaia Lofim<br />
(Rua Transamazônica, 575. Boa Esperança. Abreu e Lima, Pernambuco)</p>
<p><strong>11 de junho, quinta-feira, às 14h</strong><br />
II Festival Agogô de Cultura e Identidade Afro-brasileira, no Compaz Paulo Freire<br />
(Ladeira da Cohab, 405. Ibura. Recife, Pernambuco)</p>
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		<title>Primeiro EP solo do artista Luann Ribeiro chega às plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 17:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-15.44.50.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123823" alt="WhatsApp Image 2026-04-08 at 15.44.50" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-15.44.50-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, &#8220;Estufa dos Sonhos&#8221;, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita entre o contemporâneo e o atemporal. O EP é o resultado de uma imersão artística viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Estado de Pernambuco e do Ministério da Cultura.</p>
<p>Conhecido por ser membro fundador da Orquestra Vitoriense de Música Experimental (OVME) e da banda Filhos da Invenção, Luann utiliza este trabalho para consolidar sua voz individual, trazendo à tona o conceito de geopoética, onde a ciência geográfica de sua formação e a sensibilidade do compositor se encontram.</p>
<p>Produzido por Jonatas Onofre e gravado no Estúdio Valvulado, &#8220;Estufa dos Sonhos&#8221; reúne um coletivo de músicos de peso da cena local. O trabalho carrega a bagagem literária de Luann, autor dos livros Teatro de Mendigo (2016) e Poemundo (2022).</p>
<p><strong>Ficha Técnica e Colaborações</strong></p>
<p>Além de Luann (vozes e violões) e Jonatas Onofre (teclados e direção), o EP conta com vozes de Sumaya e Una Menino e poesia de Sammia Gonçalves. A banda é composta por Elisson Júlio (baixo), Nando Zé (bateria), André Luiz (trompete/gaita), Vinícius Silva (sax) e Natalício Salles (percussão).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>EP &#8220;Estufa dos Sonhos&#8221;<br />
Artista: Luann Ribeiro<br />
Onde ouvir: Disponível no Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube e demais plataformas de streaming.<br />
Incentivo: PNAB Pernambuco | Ministério da Cultura | Governo Federal<br />
Acompanhe o artista:<br />
<em id="__mceDel">Instagram: @luann.ribeiro</em></p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA – EP &#8220;ESTUFA DOS SONHOS&#8221;</strong></p>
<p><strong>Produção e Técnica:</strong></p>
<p>Direção e Produção Musical: Jonatas Onofre<br />
Captação, Mixagem e Masterização: Estúdio Valvulado<br />
Produção Executiva: Alexandrehn<br />
Assistente de Produção: Sammia Gonçalves<br />
Comunicação: Fillipe Vilar<br />
Apoio: Casa Mosaico</p>
<p><strong>Identidade Visual e Imagem:</strong></p>
<p>Capa: Nivison Souza<br />
Fotografia base da Capa: Camila Santana<br />
Fotografia do Projeto: Débora Bittencourt<br />
Designer de Divulgação (Show): Carla Ferraz<br />
Figurino: Una Menino</p>
<p><strong>Músicos e Participações:</strong></p>
<p>Luann Ribeiro: Vozes, Violões e Guitarras<br />
Jonatas Onofre: Vozes e Teclados<br />
Élisson Júlio: Baixo<br />
Nando Zé: Bateria<br />
André Luiz: Trompete e Gaita<br />
Vinícius Silva: Saxofone<br />
Natalício Salles: Percussões<br />
Sumaya: Voz<br />
Una Menino: Voz<br />
Sammia Gonçalves: Poesia<br />
Raphael Oliveira: Guitarras</p>
<p><strong>Incentivo:</strong></p>
<p>PNAB (Política Nacional Aldir Blanc) – Estado de Pernambuco<br />
Ministério da Cultura – Governo Federal</p>
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		<item>
		<title>Cantador agrestino Zé Barreto de Assis lança canção com produção musical de Hugo Linns e participação de Pedro Iaco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cantador-agrestino-ze-barreto-de-assis-lanca-cancao-com-producao-musical-de-hugo-linns-e-participacao-de-pedro-iaco/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Zé Barreto de Assis está em continuidade na música autoral, sobretudo pelo interior do Estado de Pernambuco. A mais nova realização do artista pernambucano é o lançamento da canção “Pássaro e Pedreira”, nas plataformas digitais. Além de assinar a composição, o cantador toca violão de nylon, potencializando sua arte como músico. Com poesia e cantoria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/A-capa-da-canção-Pássaro-e-Pedreira-é-assinada-pela-artista-Palloma-Mendes-com-foto-de-Cecília-Távora-ambas-de-Caruaru-no-Agreste-de-Pernambuco.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-123813" alt="A capa da canção Pássaro e Pedreira é assinada pela artista Palloma Mendes, com foto de Cecília Távora, ambas de Caruaru, no Agreste de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/A-capa-da-canção-Pássaro-e-Pedreira-é-assinada-pela-artista-Palloma-Mendes-com-foto-de-Cecília-Távora-ambas-de-Caruaru-no-Agreste-de-Pernambuco-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Zé Barreto de Assis está em continuidade na música autoral, sobretudo pelo interior do Estado de Pernambuco. A mais nova realização do artista pernambucano é o lançamento da canção “Pássaro e Pedreira”, nas plataformas digitais. Além de assinar a composição, o cantador toca violão de nylon, potencializando sua arte como músico. Com poesia e cantoria nordestina, ele destaca elementos da natureza — terra, lua e mar — como símbolos de transformação e pertencimento. (Ouça &#8211; bit.ly/4cNZmQF).</p>
<p>A realização do projeto é da Xiado Produções (PE) e tem incentivo público municipal, com financiamento do edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal e do município de Bezerros. Já a distribuição da música nas plataformas digitais foi feita pela Selo &amp; Editora Preguisom e Symphonic Brasil, ambas de São Paulo.</p>
<p>Conheça @zebarretodeassis https://bit.ly/4sUi2Ef</p>
<p>“A terra caminhando com o som é ribanceira/O mar escorrendo as narinas é lua cheia”, diz um dos versos da letra escrita pelo compositor agrestino Zé Barreto de Assis, criado no município de Bezerros/PE. Em outro trecho, o artista independente canta: “Sou filho da terra, amante da lua, sou talvez a lua desgarrada de seu eixo/Voo sobre o mar, parente de tudo, pássaro e pedreira”.</p>
<p>“Pássaro e Pedreira” tem a produção musical do pernambucano Hugo Linns, que também toca viola de 10 cordas nesse som lançado, e a participação do cantor Pedro Iaco, colocando a sua voz e sendo uma conexão entre São Paulo e Pernambuco. Vinicius Barros Aquino, pernambucano do Recife, assume a mixagem e a masterização.</p>
<p>O contrabaixo, pelos dedos de Fábio Santos, e a percussão, pelas mãos de Wagner Santos, se juntam ao violão e à viola nos arranjos, harmonias e melodias. Ambos são musicistas pernambucanos agrestinos, de Caruaru/PE, cidade vizinha justamente a Bezerros, reforçando as criações artístico-culturais da região Agreste e a importância do território. Inclusive, a capa da canção é da autoria de Palloma Mendes, com foto de Cecília Távora, ambas de Caruaru.</p>
<p>“A presença da viola nordestina tratada com efeitos amplia a textura sonora, criando uma união e uma pulsação entre momentos poéticos, psicodélicos e percussivos a partir das combinações melódicas. A música compõe um ambiente intenso e orgânico baseado no contrabaixo, percussão e violão, dialogando com a cantoria nordestina, territorialidade e referências do estilo musical flamenco”, declara Zé Barreto de Assis.</p>
<p>A gravação da música foi realizada ao vivo no Estúdio Carranca, no Recife (bairro da Torre &#8211; Zona Norte). Além disso, houve a parceria com o Estúdio Arsis, de São Paulo, e o Studio di Fágner, de Caruaru, e a assistência dos profissionais pernambucanos Marcão e Heverton Fágner, ambos de Pernambuco, e Adonias Souza Jr (SP).</p>
<p>Vale dizer que o produtor musical Hugo Linns também atua como músico, reunindo vivências de palco, estúdio, shows e turnês com Maciel Salú (PE) e Renata Rosa (SP), entre outras e outros. Já Pedro Iaco, que, além de cantor, é compositor, músico e artista visual, tem trabalhos com Tiganá Santana (BA), Yamandu Costa (RS) etc.</p>
<p>Zé Barreto de Assis, que também é produtor musical de carreira (acesse o site &#8211; https://bit.ly/4mQ91dX), está no universo digital desde 2021, quando lançou “Os Passarinho”, álbum musical de estreia. Em 2024, fez o lançamento da música “A Serra Negra”, juntamente com seu primeiro clipe.</p>
<p>Videoclipe</p>
<p>No mês de maio, “Pássaro e Pedreira” ganha um clipe. O lançamento ocorre no dia 08/05, na internet. A direção e o roteiro do audiovisual são de Davi Batista e Paulo Lira.</p>
<p>Ficha técnica da música “Pássaro e Pedreira”:<br />
Composição, voz e violão (nylon): Zé Barreto de Assis<br />
Produção musical e viola (dinâmica e eletrodinâmica – 10 cordas): Hugo Linns<br />
Participação (voz): Pedro Iaco<br />
Contrabaixo: Fábio Santos<br />
Percussão: Wagner Santos<br />
Mixagem e masterização: Vinícius Barros Aquino<br />
Gravação: Estúdio Carranca (Recife/PE), Estúdio Arsis (São Paulo/SP) e Studio di Fágner (Caruaru/PE);<br />
Assistência de gravação: Marcão, Adonias Souza Jr e Heverton Fágner<br />
Projeto gráfico e capa: Palloma Mendes<br />
Fotos, redes sociais e fotografia da capa: Cecília Távora<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Realização: Xiado Produções<br />
Distribuição: Selo &amp; Editora Preguisom (SP) e Symphonic Brasil (SP)<br />
Incentivo público municipal: financiamento do edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal e do município de Bezerros</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“Bailarinas em Suspeição” lança videodança e artigo sobre dançarinas invisibilizadas em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bailarinas-em-suspeicao-lanca-videodanca-e-artigo-sobre-dancarinas-invisibilizadas-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123617" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify">
<p>A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 de abril, Dia Internacional da Dança, data simbólica que reforça o diálogo da iniciativa com a valorização da arte do corpo e de suas histórias.</p>
<p align="justify">
<p>A estreia reúne duas frentes principais: a publicação de um artigo científico e o lançamento de uma videodança no canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição, fruto do processo de criação e investigação em dança a partir da pesquisa. Também contempla o projeto a criação de um blog/site que funcionará como um pequeno acervo digital aberto, reunindo o artigo, a videodança e conteúdos reunidos na pesquisa e materiais históricos.</p>
<p align="justify">
<p>A iniciativa, desenvolvida entre setembro de 2025 e abril de 2026, propõe revisitar um período em que os cassinos eram importantes centros de produção artística no Recife e em Pernambuco, ao mesmo tempo em que lança um olhar crítico sobre as condições de trabalho e as narrativas construídas em torno das mulheres que atuavam como bailarinas nesses espaços.</p>
<p align="justify">
<p>Resultado de um extenso levantamento documental, o projeto parte da análise de jornais, revistas e, especialmente, de fichas e prontuários do antigo DOPS, acessados a partir do projeto &#8220;Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos&#8221;, de 2016, da pesquisadora e jornalista Clarice Hoffmann, que integra a equipe ao lado da professora e antropóloga Selma Albernaz.</p>
<p align="justify">
<p>Ao todo, cerca de 90 mulheres, entre brasileiras e estrangeiras, foram mapeadas, revelando trajetórias atravessadas por vigilância, estigmas e também por intensa produção artística em dança.</p>
<p align="justify">
<p>“Quando tive acesso a esses documentos, me chamou atenção não só a quantidade de mulheres identificadas como bailarinas, pernambucanas, brasileiras de outros estados e estrangeiras, mas principalmente a forma como eram descritas. Fichas do prontuário e matérias de jornais que designavam a profissão bailarina, caminhavam juntos com discursos marcados por julgamento, objetificação e desvalorização. Isso gerou em mim uma identificação imediata e uma pergunta que move toda a pesquisa: o que realmente mudou na forma como a mulher artista da dança é vista, dos anos 1930 até hoje?”, enfatiza a artista da dança Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p>Ao investigar essas histórias, o projeto evidencia como o olhar de suspeição sobre essas mulheres era construído a partir de critérios recorrentes, como nacionalidade, tipos de dança praticados, estado civil, raça e circulação entre diferentes cidades e países.</p>
<p align="justify">
<p>Nos documentos e matérias da época, surgem classificações como bailarina clássica, de salão, vedete, fantasista, sambista, rumbeira, sapateadora, acrobata ou girls (integrante de coros). Categorias que, muitas vezes, vinham acompanhadas de discursos moralizantes e de uma vigilância que ultrapassava os palcos. As trajetórias mapeadas revelam um cenário complexo e cheio de contradições.</p>
<p align="justify">
<p>A maioria das bailarinas fichadas eram pernambucanas e de outros estados brasileiros. Mesmo percebendo uma maior glamourização em torno das bailarinas estrangeiras nas notícias e propagandas dos cassinos, o estigma moralizante recaía sobre todas elas. No caso de Maria José Rodrigues, bailarina pernambucana que atuava no Cassino Império, um detalhe chama atenção: no momento de seu fichamento no DOPS/PE, uma ficha do Departamento de Saúde Pública. Esse tipo de documento, associado a práticas de controle sanitário direcionadas a mulheres em situação de prostituição, historicamente submetidas a processos de estigmatização, evidencia como sua atuação artística era atravessada por dispositivos de vigilância que extrapolavam o campo da dança. Já Lilia Naldi, nome artístico de Maria de Lourdes de Sousa Pinheiro, transitava entre a dança clássica e as chamadas danças típicas brasileiras, com vínculos institucionais importantes, mas ainda assim foi monitorada, mostrando que nem o reconhecimento artístico a afastava da suspeição. Outras histórias chegam de forma fragmentada, como a de Dolores, que se apresentava ao lado do parceiro cubano Salvador Cárdenas, formando uma dupla que circulava por teatros e cassinos com repertórios que incluíam frevo e rumba.</p>
<p align="justify">
<p>A pesquisa também revela situações em que o próprio corpo em cena era motivo de vigilância. Marga Hernandez, por exemplo, dançava em dupla com Cecy, ou seja, duas mulheres em parceria artística em número de dança a dois, o que, em um contexto conservador, provocava estranhamento. Casos como o de Maria Lino, ligada ao maxixe, dança historicamente associada à sensualidade, mostram como determinadas expressões corporais eram usadas para reforçar julgamentos morais. Enquanto isso, Carmen Brown, artista negra de origem norueguesa, com atuação em danças afro-brasileiras e presença no cinema, era ao mesmo tempo celebrada e atravessada por discursos exotizantes, chegando a ser registrada oficialmente como branca, o que revela distorções profundas nos arquivos. Há ainda trajetórias marcadas por deslocamentos e narrativas dramáticas, como a de Alda Bogoslowa, artista russa que se apresentava como bailarina clássica e acumulava histórias de viagens, relações e episódios pessoais explorados publicamente. Ou como Geraldine Pike, acrobata estadunidense conhecida como “mulher sem ossos”, cuja vida privada também era monitorada, evidenciando como a vigilância se estendia para além da cena.</p>
<p align="justify">
<p>Mais do que exceções, essas histórias apontam para um padrão, que são mulheres artistas constantemente observadas, classificadas e julgadas, em um contexto em que suas trajetórias profissionais eram atravessadas por mecanismos de controle social. Mais do que reconstruir o passado, o projeto propõe um diálogo direto com o presente. As questões levantadas pela pesquisa, sobre trabalho, corpo, moralidade e representação, continuam atravessando a experiência de mulheres na dança hoje.</p>
<p align="justify">
<p>“Ao longo da pesquisa, reconheci nessas histórias experiências que ainda fazem parte da trajetória de muitas artistas da dança na atualidade, inclusive a minha e a de colegas de cena. Esses corpos seguem sendo atravessados por julgamentos, mas também seguem criando, resistindo e reinventando formas de existir”, complementa Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p><strong>VIDEODANÇA</strong> &#8211; Essa reflexão também se desdobra na criação de videodança por Marcela Rabelo, obra inspirada nos registros históricos que busca tensionar, no corpo contemporâneo, as camadas de glamour, precarização e estigmatização associadas à figura da bailarina ao longo do tempo.</p>
<p align="justify">
<p>No processo de criação, além de participar como bailarina, Marcela convida mais três artistas da dança pernambucanas que dialogam com as técnicas de dança apresentadas nos documentos e arquivos históricos das bailarinas abarcadas na pesquisa: Amanda Andrade, Júlia França e Giselly Andrade.</p>
<p align="justify">
<p>A produção da videodança, em processo de construção, que estreia no dia 29/04 no canal do Youtube do projeto, dialoga diretamente com o artigo científico, estabelecendo uma ponte entre linguagem acadêmica e criação artística.</p>
<p align="justify">
<p>Em um movimento que conecta arte, pesquisa e memória, o projeto reafirma a importância de reconhecer o papel das mulheres na construção da cultura e de questionar as narrativas que, ainda hoje, atravessam seus corpos e suas trajetórias.</p>
<p align="justify">
<p>Realizado com incentivo do edital de fomento à cultura PNAB 2024 do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE), o projeto reforça a importância do investimento público em iniciativas que articulam pesquisa, criação artística e preservação da memória cultural.</p>
<p align="justify">
<p><strong>INFORMAÇÕES</strong><br />
Instagram: @bailarinasemsuspeicao<br />
Canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição<br />
Blog/site: https://bailarinasemsuspeicao.blogspot.com/</p>
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		<item>
		<title>Mestre Zeca Cirandeiro leva a força da ciranda da Mata Norte para apresentação em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-zeca-cirandeiro-leva-a-forca-da-ciranda-da-mata-norte-para-apresentacao-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Zeca Cirandeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, A Força Cultural da Mata Norte. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123555" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57-574x486.jpeg" width="574" height="486" /></a><br />
Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, <em>A Força Cultural da Mata Norte</em>. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto “Zeca Cirandeiro – A Força Cultural da Mata Norte”, produzido pela Terno da Mata Produções e realizado com incentivo do Ministério da Cultura, Governo Federal, Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">O artista é a principal atração da Sambada da Praça do Amaro Branco, que acontece a partir das 21h, na Praça Israel Felix, reunindo diferentes expressões da cultura popular em uma noite dedicada às rodas de ciranda, coco e manifestações tradicionais.</p>
<p dir="ltr">A noite contará ainda com apresentações do Grupo Indígena Flishimaya, do Coco do Pneu Mirim e do Mestre Arnaldo do Coco, além de espaço de microfone aberto para participação do público.</p>
<p dir="ltr">Aos 60 anos, Zeca Cirandeiro é considerado um dos principais nomes da ciranda popular de Paudalho, município da Zona da Mata pernambucana, onde construiu sua trajetória artística ligada às tradições locais. O álbum “A Força Cultural da Mata Norte” reúne composições que atravessam diferentes momentos da carreira do artista e reafirmam sua atuação na preservação da cultura da região.</p>
<p dir="ltr">A relação de Zeca com a ciranda começou ainda na infância, nos engenhos de Paudalho, onde as rodas funcionavam como espaços de convivência comunitária. Ele acompanhava a mãe nas festas e se inspirava nas cantorias do padrasto, Severino Cantador. Aos 10 anos, já participava das rodas com os adultos, criando suas primeiras paródias a partir de cirandas tradicionais, especialmente as de Lia de Itamaracá, referência para o artista.</p>
<p dir="ltr">Quatro anos depois, aos 14, compôs uma de suas primeiras músicas: “Sou negrão das correntes amarradas nas pernas, correndo atrás do carro de cana”. A canção era interpretada com amigos utilizando instrumentos improvisados de lata. Desde então, Zeca manteve presença constante na cena cultural da região, criando sua própria ciranda, fundando o Bloco do Camelô e ampliando apresentações por cidades vizinhas e distritos rurais da Zona da Mata.</p>
<p dir="ltr">Além da atuação como músico, o artista também desenvolve atividades como arte-educador e artista plástico. Em 2003, passou a trabalhar com formações percussivas para crianças atendidas pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), levando a ciranda para projetos sociais do município. Suas primeiras apresentações públicas aconteceram nas Festas de São Sebastião, padroeiro de Paudalho.</p>
<p dir="ltr">Com cerca de 160 composições catalogadas, Zeca Cirandeiro segue ativo na criação musical, mantendo forte ligação com as histórias e experiências da comunidade rural onde nasceu. “Minhas músicas retratam o lugar onde nasci e as experiências que vivi na comunidade rural de Paudalho”, afirma o artista.</p>
<p dir="ltr">A apresentação em Amaro Branco faz parte de uma circulação que busca fortalecer e difundir as expressões culturais da Mata Norte pernambucana, reunindo artistas, mestres da cultura popular e novos grupos em torno das tradições da ciranda e do coco.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco lança editais da Política Nacional Aldir Blanc com foco inédito em internacionalização e investimento total de R$ 8,4 milhões na cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:22:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança novos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor cultural no estado. Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-16.05.06.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123486" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-16.05.06-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança novos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor cultural no estado. Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/">Mapa Cultural de Pernambuco</a>. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.</p>
<p dir="ltr">“Mais do que investimentos, esses editais representam a valorização da nossa história, das nossas tradições e de cada agente cultural pernambucano. Por meio desta parceria com o Governo Federal, via Ministério da Cultura (MinC), e com o apoio da gestão da governadora Raquel Lyra, estamos garantindo recursos contínuos e acessíveis que chegam a todas as regiões do estado. É a nossa cultura sendo fortalecida, descentralizada e projetada para o Brasil e para o mundo, mostrando a potência e a diversidade de Pernambuco ao alcance de todos”, ressalta a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">O grande destaque desta rodada é o edital de Internacionalização, uma convocatória inédita no estado que institui, pela primeira vez, uma política estruturada de incentivo à projeção global da cultura pernambucana. A iniciativa reconhece a internacionalização como ação estratégica para ampliar a visibilidade de Pernambuco, impulsionar a economia criativa e consolidar a cultura como vetor de desenvolvimento e inovação.</p>
<p dir="ltr">O edital vai apoiar propostas de difusão artística no exterior, formação técnica e criativa, inserção no mercado internacional e promoção de intercâmbios e redes de cooperação. Ao todo, serão contempladas 60 propostas, distribuídas entre diferentes categorias: 20 projetos individuais com incentivo de R$ 20 mil cada; 20 propostas de grupos e coletivos com R$ 60 mil cada; e 20 iniciativas voltadas à participação em feiras e mercados, também com aporte de R$ 20 mil por proposta. As propostas poderão abranger áreas como audiovisual, artesanato, artes circenses, artes visuais, cultura LGBTQIAPN+, culturas populares e tradicionais, cultura periférica, dança, design, economia criativa, fotografia, gastronomia, literatura, música, museus, ópera, patrimônio material e imaterial e teatro.</p>
<div id="attachment_123485" aria-labelledby="figcaption_attachment_123485" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55163903586_c4d455f201_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-123485" alt=" Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no Mapa Cultural de Pernambuco. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.  I Foto: Alê Tibúrcio/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55163903586_c4d455f201_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no Mapa Cultural de Pernambuco. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.<br />I Foto: Alê Tibúrcio/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Além disso, a Secult-PE lança simultaneamente o edital de Festivais, Mostras e Celebrações Culturais, que reforça o papel desses eventos como instrumentos essenciais de difusão, valorização e renovação das expressões culturais pernambucanas. A iniciativa reconhece a potência da diversidade cultural do estado, que abrange desde tradições populares até produções contemporâneas.</p>
<p dir="ltr">Também com 60 propostas contempladas, o edital de festivais apresenta três faixas de financiamento: 20 projetos com incentivo de R$ 70 mil; 20 com R$ 100 mil; e 20 iniciativas com aporte de R$ 150 mil, totalizando um investimento expressivo para a realização de eventos culturais em diversas linguagens. As propostas podem contemplar áreas como audiovisual, artesanato, artes circenses, artes visuais, cultura popular e tradicional, cultura LGBTQIAPN+, cultura periférica, dança, design, fotografia, gastronomia, literatura, moda, música, ópera, patrimônio e teatro.</p>
<p dir="ltr">Para mais informações, esclarecimento de dúvidas ou orientações sobre o conteúdo dos editais, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail pnabpe2@secult.pe.gov.br ou por meio do atendimento oficial da Secult-PE via WhatsApp, pelo número (81) 3184-3018. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
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		<title>Oficina gratuita para elaboração de projetos em artes visuais com foco no Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:45:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123455" alt="WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.00.45" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, a atividade terá carga horária de 35 horas-aula, distribuídas em dez encontros presenciais, de segunda a sexta, sempre das 14h às 17h30.</p>
<p>A oficina integra ações viabilizadas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A proposta da oficina é oferecer uma formação prática para artistas, produtores, curadores e profissionais de áreas afins, como fotografia e design, com foco na elaboração e na gestão de projetos culturais. Segundo Clarice, o diferencial está na apresentação didática de estudos de caso e exemplos concretos de projetos aprovados. “Acho que o grande diferencial do que vou fazer é justamente isso: mostrar didaticamente uma série de projetos elaborados e aprovados”, afirma.</p>
<p>Dividida em dois módulos, a oficina vai abordar, de um lado, os principais itens exigidos em formulários de inscrição, como objeto, justificativa, objetivos, estratégia de ação, ficha técnica-orçamentária e anexos; de outro, aspectos da gestão dos projetos aprovados, como documentação, relatório final e prestação de contas.</p>
<p>Além de Clarice Hoffmann, a programação contará com rodas de diálogo conduzidas por Liliana Tavares, com foco em acessibilidade; Lia Letícia, sobre projetos de formação e capacitação; e Irma Brown, tratando de projetos de pesquisa. A oficina contará ainda com interpretação em Libras.</p>
<p>Atuando como produtora cultural desde meados dos anos 1990, Clarice acumula experiência em dezenas de projetos aprovados em editais públicos e privados. Nos últimos três anos, aprovou 18 projetos em diferentes seleções, entre eles propostas ligadas a artistas como Lourival Cuquinha, Beto Normal, Lia Letícia, Moacyr Campelo e Iza do Amparo, entre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 12 de abril, por meio de link disponível nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria. A seleção seguirá as políticas afirmativas que orientam o PNAB e o Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos<br />
Oficina presencial com Clarice Hoffmann<br />
Quando: de 15 a 28 de abril, de segunda a sexta, das 14h às 17h30<br />
Onde: Maumau Galeria – Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife<br />
Inscrições gratuitas: até 12 de abril, nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria</p>
<p>&nbsp;</p>
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