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	<title>Portal Cultura PE &#187; PNAB Pernambuco</title>
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		<title>“Bailarinas em Suspeição” lança videodança e artigo sobre dançarinas invisibilizadas em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123617" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify">
<p>A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 de abril, Dia Internacional da Dança, data simbólica que reforça o diálogo da iniciativa com a valorização da arte do corpo e de suas histórias.</p>
<p align="justify">
<p>A estreia reúne duas frentes principais: a publicação de um artigo científico e o lançamento de uma videodança no canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição, fruto do processo de criação e investigação em dança a partir da pesquisa. Também contempla o projeto a criação de um blog/site que funcionará como um pequeno acervo digital aberto, reunindo o artigo, a videodança e conteúdos reunidos na pesquisa e materiais históricos.</p>
<p align="justify">
<p>A iniciativa, desenvolvida entre setembro de 2025 e abril de 2026, propõe revisitar um período em que os cassinos eram importantes centros de produção artística no Recife e em Pernambuco, ao mesmo tempo em que lança um olhar crítico sobre as condições de trabalho e as narrativas construídas em torno das mulheres que atuavam como bailarinas nesses espaços.</p>
<p align="justify">
<p>Resultado de um extenso levantamento documental, o projeto parte da análise de jornais, revistas e, especialmente, de fichas e prontuários do antigo DOPS, acessados a partir do projeto &#8220;Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos&#8221;, de 2016, da pesquisadora e jornalista Clarice Hoffmann, que integra a equipe ao lado da professora e antropóloga Selma Albernaz.</p>
<p align="justify">
<p>Ao todo, cerca de 90 mulheres, entre brasileiras e estrangeiras, foram mapeadas, revelando trajetórias atravessadas por vigilância, estigmas e também por intensa produção artística em dança.</p>
<p align="justify">
<p>“Quando tive acesso a esses documentos, me chamou atenção não só a quantidade de mulheres identificadas como bailarinas, pernambucanas, brasileiras de outros estados e estrangeiras, mas principalmente a forma como eram descritas. Fichas do prontuário e matérias de jornais que designavam a profissão bailarina, caminhavam juntos com discursos marcados por julgamento, objetificação e desvalorização. Isso gerou em mim uma identificação imediata e uma pergunta que move toda a pesquisa: o que realmente mudou na forma como a mulher artista da dança é vista, dos anos 1930 até hoje?”, enfatiza a artista da dança Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p>Ao investigar essas histórias, o projeto evidencia como o olhar de suspeição sobre essas mulheres era construído a partir de critérios recorrentes, como nacionalidade, tipos de dança praticados, estado civil, raça e circulação entre diferentes cidades e países.</p>
<p align="justify">
<p>Nos documentos e matérias da época, surgem classificações como bailarina clássica, de salão, vedete, fantasista, sambista, rumbeira, sapateadora, acrobata ou girls (integrante de coros). Categorias que, muitas vezes, vinham acompanhadas de discursos moralizantes e de uma vigilância que ultrapassava os palcos. As trajetórias mapeadas revelam um cenário complexo e cheio de contradições.</p>
<p align="justify">
<p>A maioria das bailarinas fichadas eram pernambucanas e de outros estados brasileiros. Mesmo percebendo uma maior glamourização em torno das bailarinas estrangeiras nas notícias e propagandas dos cassinos, o estigma moralizante recaía sobre todas elas. No caso de Maria José Rodrigues, bailarina pernambucana que atuava no Cassino Império, um detalhe chama atenção: no momento de seu fichamento no DOPS/PE, uma ficha do Departamento de Saúde Pública. Esse tipo de documento, associado a práticas de controle sanitário direcionadas a mulheres em situação de prostituição, historicamente submetidas a processos de estigmatização, evidencia como sua atuação artística era atravessada por dispositivos de vigilância que extrapolavam o campo da dança. Já Lilia Naldi, nome artístico de Maria de Lourdes de Sousa Pinheiro, transitava entre a dança clássica e as chamadas danças típicas brasileiras, com vínculos institucionais importantes, mas ainda assim foi monitorada, mostrando que nem o reconhecimento artístico a afastava da suspeição. Outras histórias chegam de forma fragmentada, como a de Dolores, que se apresentava ao lado do parceiro cubano Salvador Cárdenas, formando uma dupla que circulava por teatros e cassinos com repertórios que incluíam frevo e rumba.</p>
<p align="justify">
<p>A pesquisa também revela situações em que o próprio corpo em cena era motivo de vigilância. Marga Hernandez, por exemplo, dançava em dupla com Cecy, ou seja, duas mulheres em parceria artística em número de dança a dois, o que, em um contexto conservador, provocava estranhamento. Casos como o de Maria Lino, ligada ao maxixe, dança historicamente associada à sensualidade, mostram como determinadas expressões corporais eram usadas para reforçar julgamentos morais. Enquanto isso, Carmen Brown, artista negra de origem norueguesa, com atuação em danças afro-brasileiras e presença no cinema, era ao mesmo tempo celebrada e atravessada por discursos exotizantes, chegando a ser registrada oficialmente como branca, o que revela distorções profundas nos arquivos. Há ainda trajetórias marcadas por deslocamentos e narrativas dramáticas, como a de Alda Bogoslowa, artista russa que se apresentava como bailarina clássica e acumulava histórias de viagens, relações e episódios pessoais explorados publicamente. Ou como Geraldine Pike, acrobata estadunidense conhecida como “mulher sem ossos”, cuja vida privada também era monitorada, evidenciando como a vigilância se estendia para além da cena.</p>
<p align="justify">
<p>Mais do que exceções, essas histórias apontam para um padrão, que são mulheres artistas constantemente observadas, classificadas e julgadas, em um contexto em que suas trajetórias profissionais eram atravessadas por mecanismos de controle social. Mais do que reconstruir o passado, o projeto propõe um diálogo direto com o presente. As questões levantadas pela pesquisa, sobre trabalho, corpo, moralidade e representação, continuam atravessando a experiência de mulheres na dança hoje.</p>
<p align="justify">
<p>“Ao longo da pesquisa, reconheci nessas histórias experiências que ainda fazem parte da trajetória de muitas artistas da dança na atualidade, inclusive a minha e a de colegas de cena. Esses corpos seguem sendo atravessados por julgamentos, mas também seguem criando, resistindo e reinventando formas de existir”, complementa Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p><strong>VIDEODANÇA</strong> &#8211; Essa reflexão também se desdobra na criação de videodança por Marcela Rabelo, obra inspirada nos registros históricos que busca tensionar, no corpo contemporâneo, as camadas de glamour, precarização e estigmatização associadas à figura da bailarina ao longo do tempo.</p>
<p align="justify">
<p>No processo de criação, além de participar como bailarina, Marcela convida mais três artistas da dança pernambucanas que dialogam com as técnicas de dança apresentadas nos documentos e arquivos históricos das bailarinas abarcadas na pesquisa: Amanda Andrade, Júlia França e Giselly Andrade.</p>
<p align="justify">
<p>A produção da videodança, em processo de construção, que estreia no dia 29/04 no canal do Youtube do projeto, dialoga diretamente com o artigo científico, estabelecendo uma ponte entre linguagem acadêmica e criação artística.</p>
<p align="justify">
<p>Em um movimento que conecta arte, pesquisa e memória, o projeto reafirma a importância de reconhecer o papel das mulheres na construção da cultura e de questionar as narrativas que, ainda hoje, atravessam seus corpos e suas trajetórias.</p>
<p align="justify">
<p>Realizado com incentivo do edital de fomento à cultura PNAB 2024 do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE), o projeto reforça a importância do investimento público em iniciativas que articulam pesquisa, criação artística e preservação da memória cultural.</p>
<p align="justify">
<p><strong>INFORMAÇÕES</strong><br />
Instagram: @bailarinasemsuspeicao<br />
Canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição<br />
Blog/site: https://bailarinasemsuspeicao.blogspot.com/</p>
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		<title>Mestre Zeca Cirandeiro leva a força da ciranda da Mata Norte para apresentação em Olinda</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, A Força Cultural da Mata Norte. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123555" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57-574x486.jpeg" width="574" height="486" /></a><br />
Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, <em>A Força Cultural da Mata Norte</em>. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto “Zeca Cirandeiro – A Força Cultural da Mata Norte”, produzido pela Terno da Mata Produções e realizado com incentivo do Ministério da Cultura, Governo Federal, Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">O artista é a principal atração da Sambada da Praça do Amaro Branco, que acontece a partir das 21h, na Praça Israel Felix, reunindo diferentes expressões da cultura popular em uma noite dedicada às rodas de ciranda, coco e manifestações tradicionais.</p>
<p dir="ltr">A noite contará ainda com apresentações do Grupo Indígena Flishimaya, do Coco do Pneu Mirim e do Mestre Arnaldo do Coco, além de espaço de microfone aberto para participação do público.</p>
<p dir="ltr">Aos 60 anos, Zeca Cirandeiro é considerado um dos principais nomes da ciranda popular de Paudalho, município da Zona da Mata pernambucana, onde construiu sua trajetória artística ligada às tradições locais. O álbum “A Força Cultural da Mata Norte” reúne composições que atravessam diferentes momentos da carreira do artista e reafirmam sua atuação na preservação da cultura da região.</p>
<p dir="ltr">A relação de Zeca com a ciranda começou ainda na infância, nos engenhos de Paudalho, onde as rodas funcionavam como espaços de convivência comunitária. Ele acompanhava a mãe nas festas e se inspirava nas cantorias do padrasto, Severino Cantador. Aos 10 anos, já participava das rodas com os adultos, criando suas primeiras paródias a partir de cirandas tradicionais, especialmente as de Lia de Itamaracá, referência para o artista.</p>
<p dir="ltr">Quatro anos depois, aos 14, compôs uma de suas primeiras músicas: “Sou negrão das correntes amarradas nas pernas, correndo atrás do carro de cana”. A canção era interpretada com amigos utilizando instrumentos improvisados de lata. Desde então, Zeca manteve presença constante na cena cultural da região, criando sua própria ciranda, fundando o Bloco do Camelô e ampliando apresentações por cidades vizinhas e distritos rurais da Zona da Mata.</p>
<p dir="ltr">Além da atuação como músico, o artista também desenvolve atividades como arte-educador e artista plástico. Em 2003, passou a trabalhar com formações percussivas para crianças atendidas pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), levando a ciranda para projetos sociais do município. Suas primeiras apresentações públicas aconteceram nas Festas de São Sebastião, padroeiro de Paudalho.</p>
<p dir="ltr">Com cerca de 160 composições catalogadas, Zeca Cirandeiro segue ativo na criação musical, mantendo forte ligação com as histórias e experiências da comunidade rural onde nasceu. “Minhas músicas retratam o lugar onde nasci e as experiências que vivi na comunidade rural de Paudalho”, afirma o artista.</p>
<p dir="ltr">A apresentação em Amaro Branco faz parte de uma circulação que busca fortalecer e difundir as expressões culturais da Mata Norte pernambucana, reunindo artistas, mestres da cultura popular e novos grupos em torno das tradições da ciranda e do coco.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco lança editais da Política Nacional Aldir Blanc com foco inédito em internacionalização e investimento total de R$ 8,4 milhões na cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança novos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor cultural no estado. Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-16.05.06.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123486" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-16.05.06-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança novos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor cultural no estado. Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/">Mapa Cultural de Pernambuco</a>. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.</p>
<p dir="ltr">“Mais do que investimentos, esses editais representam a valorização da nossa história, das nossas tradições e de cada agente cultural pernambucano. Por meio desta parceria com o Governo Federal, via Ministério da Cultura (MinC), e com o apoio da gestão da governadora Raquel Lyra, estamos garantindo recursos contínuos e acessíveis que chegam a todas as regiões do estado. É a nossa cultura sendo fortalecida, descentralizada e projetada para o Brasil e para o mundo, mostrando a potência e a diversidade de Pernambuco ao alcance de todos”, ressalta a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">O grande destaque desta rodada é o edital de Internacionalização, uma convocatória inédita no estado que institui, pela primeira vez, uma política estruturada de incentivo à projeção global da cultura pernambucana. A iniciativa reconhece a internacionalização como ação estratégica para ampliar a visibilidade de Pernambuco, impulsionar a economia criativa e consolidar a cultura como vetor de desenvolvimento e inovação.</p>
<p dir="ltr">O edital vai apoiar propostas de difusão artística no exterior, formação técnica e criativa, inserção no mercado internacional e promoção de intercâmbios e redes de cooperação. Ao todo, serão contempladas 60 propostas, distribuídas entre diferentes categorias: 20 projetos individuais com incentivo de R$ 20 mil cada; 20 propostas de grupos e coletivos com R$ 60 mil cada; e 20 iniciativas voltadas à participação em feiras e mercados, também com aporte de R$ 20 mil por proposta. As propostas poderão abranger áreas como audiovisual, artesanato, artes circenses, artes visuais, cultura LGBTQIAPN+, culturas populares e tradicionais, cultura periférica, dança, design, economia criativa, fotografia, gastronomia, literatura, música, museus, ópera, patrimônio material e imaterial e teatro.</p>
<div id="attachment_123485" aria-labelledby="figcaption_attachment_123485" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55163903586_c4d455f201_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-123485" alt=" Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no Mapa Cultural de Pernambuco. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.  I Foto: Alê Tibúrcio/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55163903586_c4d455f201_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no Mapa Cultural de Pernambuco. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.<br />I Foto: Alê Tibúrcio/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Além disso, a Secult-PE lança simultaneamente o edital de Festivais, Mostras e Celebrações Culturais, que reforça o papel desses eventos como instrumentos essenciais de difusão, valorização e renovação das expressões culturais pernambucanas. A iniciativa reconhece a potência da diversidade cultural do estado, que abrange desde tradições populares até produções contemporâneas.</p>
<p dir="ltr">Também com 60 propostas contempladas, o edital de festivais apresenta três faixas de financiamento: 20 projetos com incentivo de R$ 70 mil; 20 com R$ 100 mil; e 20 iniciativas com aporte de R$ 150 mil, totalizando um investimento expressivo para a realização de eventos culturais em diversas linguagens. As propostas podem contemplar áreas como audiovisual, artesanato, artes circenses, artes visuais, cultura popular e tradicional, cultura LGBTQIAPN+, cultura periférica, dança, design, fotografia, gastronomia, literatura, moda, música, ópera, patrimônio e teatro.</p>
<p dir="ltr">Para mais informações, esclarecimento de dúvidas ou orientações sobre o conteúdo dos editais, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail pnabpe2@secult.pe.gov.br ou por meio do atendimento oficial da Secult-PE via WhatsApp, pelo número (81) 3184-3018. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
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		<title>Oficina gratuita para elaboração de projetos em artes visuais com foco no Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123455" alt="WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.00.45" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, a atividade terá carga horária de 35 horas-aula, distribuídas em dez encontros presenciais, de segunda a sexta, sempre das 14h às 17h30.</p>
<p>A oficina integra ações viabilizadas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A proposta da oficina é oferecer uma formação prática para artistas, produtores, curadores e profissionais de áreas afins, como fotografia e design, com foco na elaboração e na gestão de projetos culturais. Segundo Clarice, o diferencial está na apresentação didática de estudos de caso e exemplos concretos de projetos aprovados. “Acho que o grande diferencial do que vou fazer é justamente isso: mostrar didaticamente uma série de projetos elaborados e aprovados”, afirma.</p>
<p>Dividida em dois módulos, a oficina vai abordar, de um lado, os principais itens exigidos em formulários de inscrição, como objeto, justificativa, objetivos, estratégia de ação, ficha técnica-orçamentária e anexos; de outro, aspectos da gestão dos projetos aprovados, como documentação, relatório final e prestação de contas.</p>
<p>Além de Clarice Hoffmann, a programação contará com rodas de diálogo conduzidas por Liliana Tavares, com foco em acessibilidade; Lia Letícia, sobre projetos de formação e capacitação; e Irma Brown, tratando de projetos de pesquisa. A oficina contará ainda com interpretação em Libras.</p>
<p>Atuando como produtora cultural desde meados dos anos 1990, Clarice acumula experiência em dezenas de projetos aprovados em editais públicos e privados. Nos últimos três anos, aprovou 18 projetos em diferentes seleções, entre eles propostas ligadas a artistas como Lourival Cuquinha, Beto Normal, Lia Letícia, Moacyr Campelo e Iza do Amparo, entre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 12 de abril, por meio de link disponível nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria. A seleção seguirá as políticas afirmativas que orientam o PNAB e o Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos<br />
Oficina presencial com Clarice Hoffmann<br />
Quando: de 15 a 28 de abril, de segunda a sexta, das 14h às 17h30<br />
Onde: Maumau Galeria – Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife<br />
Inscrições gratuitas: até 12 de abril, nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival de fotografia “Fora de Foco” abre convocatória para obras fotográficas de todo o Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 18:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cenários brasileiros serão tema da primeira edição. Credito: Leonardo Lemos/Divulgação Fotógrafas e fotógrafos de todo o Brasil ganharam mais um espaço para exposição de suas obras: é o festival “Fora de Foco”, evento que será realizado em Afogados da Ingazeira, Pernambuco. Além de exposição e projeções, a ação ainda irá promover atividades formativas. Para sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/cenários-brasileiros-serão-tema-da-primeira-edição_credito_leonardo-lemos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123316" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/cenários-brasileiros-serão-tema-da-primeira-edição_credito_leonardo-lemos-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><br />
Cenários brasileiros serão tema da primeira edição. Credito: Leonardo Lemos/Divulgação</p>
<p>Fotógrafas e fotógrafos de todo o Brasil ganharam mais um espaço para exposição de suas obras: é o festival “Fora de Foco”, evento que será realizado em Afogados da Ingazeira, Pernambuco. Além de exposição e projeções, a ação ainda irá promover atividades formativas. Para sua primeira edição, com incentivo da PNAB PE Ciclo I, através da Secretaria de Cultura, Governo do Estado de Pernambuco, Ministério da Cultura e Governo Federalo “Fora de Foco” lançou duas convocatórias.</p>
<p>Enquanto a convocatória “Projeção Retratos do Brasil” abrange obras fotográficas de todo país para projeção durante duas noites do festival, com obras que retratem pessoas e/ou cenários (paisagens) que representem o país, a “Exposição Sertão Nordestino” é exclusiva para fotógrafos pernambucanos, com obras devem dialogar com rostos, culturas e cenários do sertão nordestino.</p>
<p>O Festival não arcará com deslocamento e hospedagem dos profissionais selecionados. Podem se inscrever pessoas a partir de 16 anos, e é possível a inscrição de até duas fotos, cabendo à curadoria a escolha de apenas uma, avaliada dentro dos critérios definidos no edital. Por fim, inscrição não implica na participação direta no evento, já que as produções precisam atender às especificidades da convocatória.</p>
<p>O regulamento completo está disponível no link <a href="drive.google.com/file/d/1xEgx1lsMWqXHdcrtd-sG4--L4vOK-opT/">drive.google.com/file/d/1xEgx1lsMWqXHdcrtd-sG4&#8211;L4vOK-opT/</a> enquanto a ficha de inscrição está disponível em <a href="http://forms.gle/hUtmbg9nAZGHzusM9" target="_blank">forms.gle/hUtmbg9nAZGHzusM9</a></p>
<p><strong>Fomento à foto para além das grandes cidades</strong></p>
<p>O principal objetivo é levar o debate sobre fotografia para o interior. “É importante perceber que a fotografia está em todas as partes. Entretanto, espaços de formação, discussão e encontros sobre a linguagem acontecem apenas nos grandes centros urbanos; propomos inverter essa logística”, reflete Bruna Tavares, diretora da Pajeú Filmes, produtora de audiovisual que atua principalmente no interior de Pernambuco há mais de dez anos.</p>
<p>A produtora foi uma das primeiras a inverter a lógica Capital/Interior no cinema, ao produzir o curta “Carol” no Recife mas levar uma equipe técnica composta majoritariamente por pessoas do interior.</p>
<p>No caso do Festival, para propor um novo eixo para fomento à fotografia, serão desenvolvidas exposições de artistas convidados, ocupações, rodas de diálogo e formação durante uma semana. As ações estão previstas para ocorrer em Afogados da Ingazeira de 20 a 26 de abril de 2026, todas as atividades serão gratuitas.</p>
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		<item>
		<title>Quilombo Casa realiza curso de produção de cultura comunitária e contracolonial em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/quilombo-casa-realiza-curso-de-producao-de-cultura-comunitaria-e-contracolonial-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123221" aria-labelledby="figcaption_attachment_123221" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Alexandre HN</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Alexandre-HN-foto-O-Ponto-de-Cultura-Quilombo-Casa-na-comunidade-do-Amaro-Branco-em-OlindaPE-com-mais-de-dez-anos-de-existência-realiza-a-primeira-atividade-pública-em-sua-nova-sede..jpg"><img class="size-medium wp-image-123221" alt="Foto: Alexandre HN" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Alexandre-HN-foto-O-Ponto-de-Cultura-Quilombo-Casa-na-comunidade-do-Amaro-Branco-em-OlindaPE-com-mais-de-dez-anos-de-existência-realiza-a-primeira-atividade-pública-em-sua-nova-sede.-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Ponto de Cultura Quilombo Casa, na comunidade do Amaro Branco, em OlindaPE, com mais de dez anos de existência, realiza a primeira atividade pública em sua nova sede</p></div>
<p>O Ponto de Cultura Quilombo Casa, na comunidade do Amaro Branco, em Olinda/PE, com mais de dez anos de existência, realiza a primeira atividade pública em sua nova sede. Até o mês de maio deste ano, as atividades formativas com foco na produção cultural comunitária e contracolonial ocorrem tanto na sede como na Escola Sagrado Coração de Jesus, no próprio bairro (rua Frei Afonso Maria, nº 199, Amaro Branco), aos sábados.</p>
<p>Com dez vagas limitadas e prioridade para a população negra e indígena, quase 100 pessoas fizeram a inscrição. O curso também garante certificado. A iniciativa tem incentivo público, com o financiamento pelo edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal, e apoio da Prefeitura de Olinda e Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda.</p>
<p>“A gente acredita que a realização dessas atividades traz o compartilhamento de conhecimentos na área de produção cultural, mas a partir de um chão, de uma origem e de uma trajetória, que é a ancestralidade, o território, a contracolonialidade e o quilombo. Consequentemente, a proposta de conteúdo reforça o posicionamento da organização (Quilombo Casa) no mundo”, afirma Elaine Una.</p>
<p>Alexandre Henrique, Amanda Atíladê, Marcelo Renan e Mariana Reis estão à frente das facilitações, sendo profissionais com articulações artístico-culturais diversas e que dialogam com território, memória, comunicação, tecnologia, gestão e produção executiva. Todas essas pessoas reúnem vivências pautadas por saberes comunitários, práticas anticoloniais e ferramentas técnicas fundamentais para quem atua ou deseja atuar com arte, cultura e educação.</p>
<p>As temáticas das atividades são “Tecnologias de som e imagem para o trabalho de produção cultural” (aula no dia 14 de março &#8211; facilitação por Alexandre Henrique); “Comunicação e Assessoria” (28 de março &#8211; Mariana Reis); “Patrimônio, memória e contracolonialidades para a manutenção de grupos de cultura popular” (11 de abril &#8211; Marcelo Renan); “Elaboração de Projetos” (25 e 26 de abril &#8211; Elaine Una); “Produção Executiva de Eventos e Empreendedorismo” (2 de maio &#8211; Amanda Atíladê); e “ Vivência Prática” (16 de maio &#8211; lançamento do CD da mestra Una e Coco do Farol).</p>
<p>“Esta iniciativa é mais do que uma capacitação, é o aquilombamento, a troca, a prática e a afirmação cultural, fortalecendo a arte a partir do próprio território e do olhar que vai contra a lógica dominante colonial de sempre”, acrescenta Elaine Una.</p>
<p>Vale destacar que a ideia do contracolonialismo é um pensamento do líder quilombola e escritor Nego Bispo. Para ele, o conceito é a respeito do “você querer me colonizar e eu não aceitar que você me colonize, é eu me defender”.</p>
<p><strong>Lançamento do CD da mestra Una e Coco do Farol</strong></p>
<p>Como experiência prática, as pessoas envolvidas com as aulas integram automaticamente a equipe Procult Aquilomba, atuando no lançamento do álbum musical da Mestra Una e Coco do Farol, no mês de maio, no Amaro Branco.</p>
<p><strong>Confira a agenda</strong></p>
<p>14 de março (aula 2)</p>
<p>Tema: Tecnologias de som e imagem para o trabalho de produção cultural</p>
<p>Profissional: Alexandre Henrique<br />
28 de março (aula 3)</p>
<p>Tema: Comunicação e Assessoria</p>
<p>Profissional: Mariana Reis<br />
11 de abril (aula 4)</p>
<p>Tema: Patrimônio, memória e contracolonialidades para a manutenção de grupos de cultura popular</p>
<p>Profissional: Marcelo Renan<br />
25 e 26 de abril (aulas 5 e 6)</p>
<p>Tema: Elaboração de Projetos</p>
<p>Profissional: Elaine Una<br />
02 de maio (aula 7)</p>
<p>Tema: Produção Executiva de Eventos e Empreendedorismo</p>
<p>Profissional: Amanda Atíladê<br />
16 de maio (aula 8)</p>
<p>Vivência prática</p>
<p>Lançamento do CD da Mestra Una e Coco do Farol</p>
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		<item>
		<title>Governo de Pernambuco lança editais da Política Nacional Aldir Blanc do Ciclo II com investimento de R$ 12,6 milhões</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 23:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-04-at-18.25.38.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122801" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-04-at-18.25.38-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança três editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) do Ciclo II, com investimento total de R$ 12,6 milhões. As chamadas públicas – já disponíveis no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/">Mapa Cultural de Pernambuco</a> –, visam fortalecer a cadeia produtiva da cultura, ampliar o acesso a recursos e incentivar iniciativas em diferentes linguagens artístico-culturais e territórios do estado.</p>
<p dir="ltr">“O Governo do Estado, junto ao Governo Federal, segue no compromisso de viabilizar incentivos em diversas frentes, para que a cultura chegue a mais territórios, linguagens e agentes culturais, fortalecendo quem faz cultura no dia a dia e garantindo mais oportunidades em todo Pernambuco”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">O Edital nº 001/2026 – Formação Cultural destina R$ 6 milhões ao apoio de ações individuais e coletivas de educação e formação em 15 categorias, entre elas audiovisual, música, dança, teatro e ópera, culturas populares e tradicionais, literatura, gastronomia e patrimônio. Serão selecionadas 20 propostas por categoria, o que resulta em um total de 300 propostas contempladas, com repasse de R$ 20 mil cada, priorizando iniciativas desenvolvidas em territórios periféricos e de maior vulnerabilidade social.</p>
<p dir="ltr">O Edital nº 002/2026 – Museus e Bibliotecas investe R$ 3,6 milhões em 80 propostas voltadas à modernização e aquisição de bens culturais, apoio à programação continuada de museus e espaços de memória, inventário e digitalização de acervos, além da estruturação de bibliotecas públicas e comunitárias, com valores entre R$ 40 mil e R$ 50 mil por projeto, conforme a categoria.</p>
<p dir="ltr">Já o Edital nº 003/2026 – Aquisição de Bens e Serviços Culturais aplica R$ 3 milhões na seleção de 100 propostas, em categoria única, com apoio de R$ 30 mil cada, voltadas à aquisição de equipamentos, materiais e contratação de serviços essenciais à execução de iniciativas artístico-culturais em Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Poderão se inscrever pessoas físicas, grupos ou coletivos sem constituição jurídica, Microempreendedor Individual (MEI) e pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos, conforme as especificidades de cada edital.</p>
<p dir="ltr">Informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre os editais, podem ser prestados por meio do e-mail <a href="mailto:pnabpe2@secult.pe.gov.br">pnabpe2@secult.pe.gov.br</a>, pelo atendimento oficial da Secult-PE, através do WhatsApp (81) 3184-3018, de segunda a sexta, das 8h às 17h, e pelo Instagram <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Edital de Multilinguagens da Política Nacional Aldir Blanc cresce 44,5% no número de adesão ao Ciclo II e amplia acesso à cultura em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/edital-de-multilinguagens-da-politica-nacional-aldir-blanc-cresce-445-no-numero-de-adesao-ao-ciclo-ii-e-amplia-acesso-a-cultura-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122688" alt="Edital de Multilinguagens" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em ampliar o acesso às políticas culturais e fortalecer a diversidade de expressões artísticas em todo o estado.</p>
<p style="text-align: left;">Com investimento total de R$ 19,5 milhões, a iniciativa visa apoiar projetos individuais e coletivos que movimentem cadeias produtivas, impulsionem economias locais e ampliem o acesso da população às artes, da tradição à contemporaneidade. Em Pernambuco, o aumento no quantitativo de propostas demonstra a confiança do setor cultural nas políticas públicas e na capacidade do edital de alcançar diferentes territórios, linguagens e públicos.</p>
<p>“O crescimento na adesão ao Multilinguagens mostra que a política cultural está chegando onde precisa chegar. São mais artistas, produtores e coletivos confiando nos nossos editais, participando, acessando e movimentando a cultura nos seus territórios. Isso é resultado da gestão Raquel Lyra, que aposta na democratização, na escuta e no retorno concreto para quem faz cultura no dia a dia. A Política Nacional Aldir Blanc, em Pernambuco, tem ampliado alcance, fortalecido redes e reafirmado a cultura como direito, trabalho e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>As propostas inscritas contemplam uma ampla diversidade de segmentos artístico-culturais, como Audiovisual, Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Cultura Popular e Tradicional, Cultura LGBTQIAPN+, Cultura Periférica, Dança, Design, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Moda, Música, Ópera, Patrimônio e Teatro, reafirmando o caráter plural do edital.</p>
<p>Com esse avanço, a Secult-PE consolida uma política de fomento orientada pela inclusão, pela descentralização e pelo reconhecimento da cultura como direito e vetor de desenvolvimento para Pernambuco. Mais informações sobre o Edital de Multilinguagens estão disponíveis no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a> e no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2819#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Da Próxima Vez, o Fogo!&#8221;: Laos estreia exposição com ilustrações em bico de pena sobre identidade, cultura e memória afro-brasileiras</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/da-proxima-vez-o-fogo-laos-estreia-exposicao-com-ilustracoes-em-bico-de-pena-sobre-identidade-cultura-e-memoria-afro-brasileiras/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:13:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122633" aria-labelledby="figcaption_attachment_122633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena..jpg"><img class="size-medium wp-image-122633" alt="Foto: Thiago das Mercês/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena.-607x482.jpg" width="607" height="482" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Thiago das Mercês/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além de parceria com a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e o Cais do Sertão, a mostra entra em cartaz na galeria Espaço Cactus, no térreo do museu, no dia 20 de janeiro (terça-feira), das 16h às 19h, e permanece no local até 15 de março deste ano. Durante a abertura, o próprio autor realiza uma visita guiada para o público, às 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">As obras autorais de arte da exposição trazem como referência o imaginário ancestral afro-brasileiro, mostrando a identidade negra, preservando memórias coletivas e destacando suas riquezas enquanto povo. A curadoria é assinada pela produtora cultural pernambucana Isabela Reis, com produção e comunicação da Afinco Produções. Praticamente todas as obras são em preto e branco. Do total delas, três têm um fundo aquarelado.</p>
<p dir="ltr">“Inspirada no livro ‘Da Próxima Vez, O Fogo’ (1963), de James Baldwin, a exposição também é pensada como gesto de reconexão e afirmação cultural, sobretudo porque as obras surgem de vivências pessoais de um homem negro periférico. Coletivamente, são símbolos, rostos e ritos que atravessam o tempo e o corpo”, declara Laos, que realiza a primeira exposição da carreira.</p>
<p dir="ltr">Vale dizer que a mostra fica aberta para visitação durante quase dois meses, nos horários e dias de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira); 13h às 18h (sábado e domingo); e toda última quinta-feira do mês as atividades são estendidas das 10h às 20h.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p dir="ltr">Laércio Eduardo Nascimento, popularmente conhecido como Laos, também é ilustrador, tatuador e artesão. A sua arte pernambucana é feita a mão. Ao mesmo tempo, esse saber é um repasse do seu pai, que é sapateiro. Além do fato de aprender com a própria família, compartilhadora de conhecimento, experimenta técnicas manuais de desenho e dialoga com a tecnologia e suas mudanças e adaptações.</p>
<p dir="ltr">Laos destaca a pulsação poética e política da exposição, ampliando o sentido de liberdade e resistência presente nos traços. Essa vibração tem relação com o gênero musical jazz. &#8220;Pharoah Sanders (saxofonista), Alice Coltrane (pianista), John Coltrane (saxofonista e compositor) e os diálogos com a musicalidade de matriz afro-diaspórica são inspirações para o processo criativo do fazer das obras”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">As obras e produções artístico-culturais da autoria do recifense Laos reúnem ancestralidade, materialidade do corpo e resistência cultural como estudo e pautas principais, entre ilustração, pintura, gravura, instalações e colaborações no cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço:</em></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”</strong></p>
<p dir="ltr">Abertura: 20 de janeiro de 2026 (terça-feira), das 16h às 19h</p>
<p dir="ltr">Em cartaz: até 15 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Local: galeria Espaço Cactus (térreo do Cais do Sertão &#8211; endereço: Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Armazém 10)</p>
<p dir="ltr">Entrada: gratuita</p>
<p dir="ltr">Horário de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira);</p>
<p dir="ltr">13h às 18h (sábado e domingo); toda última quinta-feira do mês o horário é estendido das 10h às 20h.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco inicia ações da Busca Ativa do Ciclo 2 da PNAB</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 17:07:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122609" aria-labelledby="figcaption_attachment_122609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Busca-Ativa.-Fotos-divulgação-4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122609" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Busca-Ativa.-Fotos-divulgação-4-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Busca Ativa</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, iniciou as ações da Busca Ativa do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) com balcões de atendimento, visitas presenciais agendadas e oficinas presenciais e on-line. O objetivo é apoiar os fazedores de cultura em todo o percurso dos editais, desde o cadastro no Mapa Cultural de Pernambuco até as etapas de execução e prestação de contas. As equipes oferecem orientação para leitura dos editais, organização de portfólios, compreensão dos critérios de seleção, formatação de projetos e submissão das propostas na plataforma.</p>
<p>Os balcões de atendimento funcionam das 9h às 19h, com atendimento presencial das 9h às 17h e atendimento online, via WhatsApp (81) 98566-5483, das 17h às 19h. Nesse período, os proponentes podem tirar dúvidas sobre os editais, receber apoio para cadastro e atualização de dados no Mapa Cultural e obter informações gerais sobre o Ciclo 2 da PNAB em Pernambuco. A iniciativa aproxima o atendimento das comunidades culturais, prioriza públicos com maior barreira de acesso digital e assegura acessibilidade com intérprete de Libras e realização em espaços acessíveis.</p>
<p>“A Busca Ativa do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a democratização do acesso às políticas culturais. Estamos indo aos territórios, fortalecendo o diálogo direto com os fazedores e fazedoras de cultura e garantindo que ninguém fique de fora por dificuldades técnicas, de informação ou de acesso digital”, <b>ressalta a secretária de Cultura do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula.</b></p>
<p>Os balcões estarão ativos de 5 a 23 de janeiro em diferentes regiões do Estado, contemplando a Região Metropolitana, Mata Norte, Mata Sul, Agreste Setentrional, Agreste Central, Agreste Meridional, Sertão do Pajeú, Sertão do Araripe, Sertão do Moxotó e Sertão do São Francisco. Além do atendimento individual, a Busca Ativa articula visitas presenciais em centros culturais, grupos e coletivos, fortalecendo a circulação de informações e o diálogo com os territórios.</p>
<p>As oficinas da Busca Ativa começam no dia 16 de janeiro, com inscrições abertas pelo site buscaativape.com.br. As atividades serão realizadas presencialmente em 15 municípios, com transmissão on-line, para orientar proponentes em todas as etapas dos editais da PNAB, com foco na qualificação das propostas e na correta utilização das ferramentas digitais.</p>
<p>A orientação é que os proponentes consultem sempre o cronograma por região antes de qualquer deslocamento, pois todas as datas e horários de atendimento estão sujeitos a alterações e devem ser confirmados no site. Todas as agendas divulgadas são abertas a quem quiser participar, independentemente do município de origem. Quem ainda não possui cadastro no Mapa Cultural poderá realizá-lo diretamente nos balcões, com apoio técnico no local. Mais informações e calendário completo estão disponíveis em <a href="http://buscaativape.com.br/">buscaativape.com.br</a></p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
Busca Ativa PNAB &#8211; Ciclo 2 em Pernambuco<br />
Período de funcionamento dos balcões:</b> 5 a 23 de janeiro<br />
Horário: 9h às 19h<br />
<b>Atendimento presencial:</b> 9h às 17h<br />
<b>Atendimento on-line (WhatsApp): </b>17h às 19h &#8211; (81) 98566-5483<br />
<b>Regiões atendidas:</b> Região Metropolitana, Mata Norte, Mata Sul, Agreste Setentrional, Agreste Central, Agreste Meridional, Sertão do Pajeú, Sertão do Araripe, Sertão do Moxotó e Sertão do São Francisco<br />
<b>Acessibilidade:</b> intérprete de Libras e realização em espaços acessíveis<br />
<b>Documentos úteis:</b> documento com foto, CPF, comprovante de residência, portfólio em PDF ou links públicos, dados bancários do proponente, quando aplicável<br />
Canais oficiais, inscrições para oficinas e informações sobre o calendário completo estão disponíveis em <b>buscaativape.com.br.</b></p>
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