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	<title>Portal Cultura PE &#187; Secretaria de Cultura</title>
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		<title>Grupo estreia espetáculo de teatro de sombras sobre identidade, preconceito e diversidade</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Baseado no conto homônimo do escritor egípcio-pernambucano Habib Zahra, o espetáculo &#8220;O Burro Errante&#8221; acompanha a trajetória de um burrinho criado por pais superprotetores que escondiam sua verdadeira identidade e morriam de medo de se relacionar com animais de outras espécies. Ao crescer e deixar sua casa, o protagonista descobre um mundo muito diferente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_124138" aria-labelledby="figcaption_attachment_124138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: José Rebelatto</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/O-Burro-Errante-Foto-de-José-Rebelatto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-124138" alt="Foto: José Rebelatto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/O-Burro-Errante-Foto-de-José-Rebelatto-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Burro Errante (Foto de José Rebelatto) </p></div>
<p>Baseado no conto homônimo do escritor egípcio-pernambucano Habib Zahra, o espetáculo &#8220;O Burro Errante&#8221; acompanha a trajetória de um burrinho criado por pais superprotetores que escondiam sua verdadeira identidade e morriam de medo de se relacionar com animais de outras espécies. Ao crescer e deixar sua casa, o protagonista descobre um mundo muito diferente daquele que lhe foi apresentado e entra em contato com personagens, perspectivas e modos de vida que jamais imaginara existir.</p>
<p>Inspirado nas ilustrações originais de Valeria Rey Soto, que também assina a criação dos bonecos e cenários, &#8220;O Burro Errante&#8221; mistura projeções de silhuetas coloridas e música ao vivo para criar um universo visual delicado, onde crianças e adultos compartilham a cena, cantando, tocando, dançando, atuando e manipulando bonecos para construir a narrativa.</p>
<p>“Nas sombras, o público completa as imagens com a própria imaginação. Isso permite abordar temas delicados sem transformar a peça em uma lição moral”, afirma Habib Zahra.</p>
<p>Fundado em 2010 por Habib Zahra e Valeria Rey Soto, o grupo Habib e Valeria atualmente conta com a participação dos filhos, Miguel e Clementina. Ao longo de sua trajetória, a trupe recebeu o Prêmio Pernalonga de Teatro (2025), o Prêmio JGE Copergás (2024) e os prêmios de Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção no PROFEST (MG) em 2021, além de participar de festivais e mostras no Brasil, na África e na Europa.</p>
<p>A criação do espetáculo contou também com a colaboração de Jorge Rey, fundador da multipremiada companhia espanhola Títeres Cachirulo e responsável pela direção da montagem, e de Rafa Rey, diretor da companhia espanhola Nauta Teatro, pai e irmão de Valeria Rey Soto, respectivamente.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) Pernambuco, contando com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), e do Ministério da Cultura (MinC), do Governo Federal.</p>
<p><strong>SERVIÇO:<br />
</strong>Estreia do espetáculo &#8220;O Burro Errante&#8221;<br />
Datas: 13 e 14/06, 17h<br />
Local: Teatro Fernando Santa Cruz, Mercado Eufrásio Barbosa, Varadouro, Olinda.<br />
*As apresentações serão gratuitas e os ingressos poderão ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes da apresentação.<br />
*Ambas as sessões contarão com tradução em LIBRAS. A do dia 14 de junho contará também com audiodescrição.<br />
Mais informações: www.habib-valeria.com | instagram.com/habibevaleria</p>
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		<title>Tracunhaém recebe 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco em celebração ao Dia Estadual da Ciranda</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, será palco da 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco nos dias 6 e 7 de junho. Realizado em celebração ao Dia Estadual da Ciranda, o evento reunirá mestres, mestras, grupos tradicionais e brincantes de diversas regiões do estado em uma programação dedicada a uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Mestre-Walter_Associação-do-Coletivo-das-Cirandas-de-PE.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124132" alt="Mestre Walter_Associação do Coletivo das Cirandas de PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Mestre-Walter_Associação-do-Coletivo-das-Cirandas-de-PE-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>A cidade de Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, será palco da 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco nos dias 6 e 7 de junho. Realizado em celebração ao Dia Estadual da Ciranda, o evento reunirá mestres, mestras, grupos tradicionais e brincantes de diversas regiões do estado em uma programação dedicada a uma das mais importantes manifestações da cultura popular pernambucana.</p>
<p>As apresentações acontecem na Avenida Desembargador Carlos Vaz, ao lado da Igreja do Rosário, reunindo diferentes gerações de cirandeiros em dois dias de música, dança e confraternização. A iniciativa busca valorizar a tradição da ciranda, fortalecer os grupos culturais e promover o intercâmbio entre artistas e público.</p>
<p>A programação tem início no sábado (6), a partir das 21h, com apresentações de Mestre Lua e a Ciranda Lunar, Mestre Arnaldo e a Ciranda do Amaro Branco, Mestre Walter e a Ciranda Cobiçada, Mestre Zeca e a Ciranda Popular de Paudalho e Mestre Luiz Henrique e a Ciranda Balanço do Amor.</p>
<p>No domingo (7), as atividades começam às 18h, reunindo a Ciranda da Rosa Vermelha do Recife, Mestre Juarez e a Ciranda Tabajara, Ciranda Mimosa, Mestre Biu Paizinho e a Ciranda Terno da Mata e Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte.</p>
<p>Criada a partir das tradições populares do litoral e da Zona da Mata pernambucana, a ciranda é reconhecida como um dos símbolos culturais do estado, marcada pela formação de grandes rodas ao som de tambores, ganzás e cantorias que convidam o público à participação coletiva.</p>
<p>A 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco faz parte da programação da Festa do Trezenário de Tracunhaém, que começou no dia 1 e que vai até o dia 13 de junho. Conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apoio da Terno da Mata Produções e da Prefeitura de Tracunhaém, e realização da Associação do Coletivo das Cirandas de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco<br />
Quando: 6 e 7 de junho de 2026<br />
Onde: Avenida Desembargador Carlos Vaz, ao lado da Igreja do Rosário, Tracunhaém (PE)<br />
Entrada: Gratuita</p>
<p><strong>Sábado (6) – a partir das 21h</strong><br />
Mestre Lua e a Ciranda Lunar<br />
Mestre Arnaldo e a Ciranda do Amaro Branco<br />
Mestre Walter e a Ciranda Cobiçada<br />
Mestre Zeca e a Ciranda Popular de Paudalho<br />
Mestre Luiz Henrique e a Ciranda Balanço do Amor</p>
<p><strong>Domingo (7) – a partir das 18h</strong><br />
Ciranda da Rosa Vermelha do Recife<br />
Mestre Juarez e a Ciranda Tabajara<br />
Ciranda Mimosa<br />
Mestre Biu Paizinho e a Ciranda Terno da Mata<br />
Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte.<br />
Mais inflormações:<br />
@ternodamata</p>
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		<item>
		<title>Livro vencedor do Prêmio Cepe revisita tragédia climática no Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-vencedor-do-premio-cepe-revisita-tragedia-climatica-no-rio-grande-do-sul/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124129" alt="Cicatrizes na paisagem CAPA (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. Assinada pelo gaúcho Felipe Julius, escritor, roteirista e redator publicitário, a obra foi vencedora do 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, na categoria Poesia, e ganha lançamento neste mês de junho.</p>
<p>A narrativa poética de Cicatrizes na paisagem percorre as estradas do Sul do país, sendo construída a partir de um grupo de personagens que compartilha o mesmo carro (mulher grávida, prestes a dar à luz; sua companheira, Maria; e três recém-conhecidos, integrantes da mesma família). Fogem do caos instalado pelas chuvas em Porto Alegre em busca de alternativa e sobrevivência. É o caminho encontrado por Felipe Julius para expor, de forma lírica e ao mesmo tempo contundente, o fenômeno natural em contraponto ao descaso do poder público e à degradação ambiental. Neste grupo de desabrigados ambientais o leitor passa a ser mais um integrante envolvido pela escrita.</p>
<p>Com 120 páginas, o livro é dividido em três partes, em que os marcadores sinalizam rodovias impactadas pela tragédia, que também foi vivenciada pelo autor. “A ordem foi pensada como um percurso. A rodovia RS-040 é o choque e a travessia do dilúvio; a BR-101 já é respiração, estrada, encontro possível. E ‘A chegada’ é quando a vida insiste, apesar de tudo. Se isso vira esperança, não é uma esperança ingênua. Não apaga o que aconteceu. É aquela que nasce depois do estrago, quando ainda tem lama, mas já tem gesto”, coloca Felipe.</p>
<p>Sete meses marcam o intervalo de tempo entre a tragédia e a materialização de Cicatrizes na paisagem, escrita em apenas uma semana, em janeiro de 2025. “Em 2024, passei o ano pensando em tudo o que aconteceu. Fiz uma promessa de Ano Novo e queria tornar tangível, em texto, tudo o que me atravessava. Também queria que ninguém esquecesse porque aquilo escancarou uma falha grave na nossa estrutura sociopolítica, ética e infraestrutural. Meu impulso de escrever tem muito a ver com a frase de George Santayana que diz: Aqueles que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo”, destaca.</p>
<p>Para o editor da Cepe, Diogo Guedes, a proeza de Cicatrizes na paisagem é que os versos são sóbrios e, ao mesmo tempo, emotivos, resultando num equilíbrio raro. “Felipe Julius revela, por meio de um poema narrativo, um mundo submerso, quase como se acabando — não porque de fato deixará de existir, mas porque nada pode ser o mesmo depois de uma tragédia como as enchentes no Rio Grande do Sul”, pondera.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> – Autista (nível de suporte 1), Felipe Pyhus Julius tem 25 anos de idade e transita entre a criação literária e publicitária. Sua estreia na literatura aconteceu em 2023, com a coletânea poética Foram talvez os anjos revoltados (Editora Urutau), obra indicada ao 66º Prêmio Jabuti na categoria Escritor Estreante – Poesia, e que aborda temas como a neurodiversidade, Geração Z e Porto Alegre. Foi vencedor do XXXII Prêmio Moutonnée de Poesia (categoria Adulto) e teve menção honrosa no 19º Prêmio Lila Ripoll de Poesia.</p>
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		<item>
		<title>Secult-PE e Fundarpe divulgam o resultado do julgamento dos recursos e pós recursos do 21º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-divulgam-o-resultado-dos-recursos-e-o-resultado-pos-recurso-do-21o-concurso-do-registro-do-patrimonio-vivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultPE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), divulga o resultado do julgamento dos recursos referentes à etapa de análise documental do 21º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultPE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), divulga o resultado do julgamento dos recursos referentes à etapa de análise documental do 21º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco &#8211; RPV PE (edição 2026). Além dos recursos, também está disponível para consulta o documento único contendo a lista final consolidada das candidaturas habilitadas e não habilitadas na fase pós-recurso desta mesma etapa documental. O concurso visa reconhecer e apoiar mestres, mestras e grupos que mantêm vivas as tradições culturais do nosso estado.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Confira os resultados nos links abaixo: </strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/01-06-2026-resultado-do-julgamento-de-recurso-da-analise-documental.pdf">01-06-2026-resultado-do-julgamento-de-recurso-da-analise-documental</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/01-06-2026-resultado-pos-recurso-da-analise-documental.pdf">01-06-2026-resultado-pos-recurso-da-analise-documental</a></p>
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		<item>
		<title>Projeto YAATHE transforma audiovisual em ferramenta de preservação da única língua indígena viva do Nordeste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-yaathe-transforma-audiovisual-em-ferramenta-de-preservacao-da-unica-lingua-indigena-viva-do-nordeste/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124092" aria-labelledby="figcaption_attachment_124092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Crédito: Zé Rebellato</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124092" alt="Crédito: Zé Rebellato" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24-607x336.jpeg" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Rafael Cavalcanti, Ediran e Mateus Gudes</p></div>
<p>Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva do Nordeste brasileiro fora da Amazônia Legal.</p>
<p>Realizado com incentivo do Funcultura, fundo do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto YAATHE transformou o audiovisual em ferramenta pedagógica e de preservação cultural ao desenvolver uma metodologia experimental de ensino da língua Fulni-ô voltada às novas gerações da aldeia.</p>
<p>A iniciativa nasceu da percepção de um cenário delicado. Embora o povo Fulni-ô reúna cerca de sete mil pessoas em Águas Belas, apenas aproximadamente 500 ainda falam fluentemente o Yaathe. A língua, que sobreviveu a séculos de colonização, repressão e apagamento cultural, chegando a ser proibida durante o século XX, hoje enfrenta o desafio da continuidade entre crianças e jovens.</p>
<p>Foi a partir dessa urgência que a produtora pernambucana Tempoo, com pesquisa de Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô, roteiro e direção de Mateus Guedes, e produção executiva de Ana Sofia, desenvolveu uma pesquisa teórico-prática que reúne cinema, música, design, ilustração e motion graphics em uma experiência educativa construída dentro da própria comunidade indígena.</p>
<p>O principal resultado do processo é uma videoaula piloto criada para auxiliar práticas de alfabetização e letramento em Yaathe. Diferente dos formatos tradicionais de ensino, o material aposta em elementos visuais, trilhas sonoras originais e recursos gráficos para aproximar o idioma do cotidiano das novas gerações Fulni-ô. Mais do que ensinar palavras, o projeto busca fortalecer vínculos afetivos, memória coletiva e pertencimento cultural através da linguagem audiovisual.</p>
<p>Todo o desenvolvimento do YAATHE aconteceu em diálogo com lideranças, educadores e pesquisadores indígenas da aldeia. Esse alinhamento também definiu um dos princípios centrais da iniciativa, que é o respeito aos modos próprios de circulação do conhecimento ancestral Fulni-ô.</p>
<p>O conteúdo completo da videoaula, neste primeiro momento, será entregue à coordenação pedagógica da aldeia, responsável por definir como ele será utilizado nas escolas indígenas locais. Em uma etapa futura, a obra será lançada também para o público externo à comunidade. Nesse contexto, o projeto YAATHE compreende o audiovisual como ferramenta de fortalecimento interno da cultura e da memória indígena.</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL NA ALDEIA</strong> &#8211; Além da produção audiovisual, a iniciativa também realizou ações pedagógicas nas escolas da aldeia como contrapartida social. Foram promovidas aulas experimentais na Escola Indígena Fulni-ô Marechal Rondon, nas unidades de Ensino Fundamental e Ensino Médio, em parceria com Fábia Fulni-ô, Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô, integrantes da produção local. As atividades foram conduzidas pelo professor Riury Marques de Melo, integrante do corpo docente da comunidade.</p>
<p>Durante os encontros, estudantes tiveram acesso aos conteúdos produzidos ao longo da pesquisa através de uma estrutura de projeção e som montada especialmente para as exibições. As ações também funcionaram como espaço de escuta e observação metodológica, permitindo que o próprio projeto fosse ajustado a partir das respostas da comunidade.</p>
<p>O projeto YAATHE também evidencia o potencial da cultura como ferramenta de educação, preservação e desenvolvimento local. A equipe reuniu profissionais indígenas e não indígenas de diferentes gerações e trajetórias, além de incorporar recursos de acessibilidade em Libras. A contratação de trabalhadores da própria aldeia também contribuiu para movimentar a economia criativa local e fortalecer o Coletivo Fulni-ô de Cinema.</p>
<p>“Ao unir arte, tecnologia, pesquisa e educação intercultural, o projeto constrói um modelo experimental de preservação linguística que poderá inspirar futuras iniciativas em territórios indígenas de diferentes regiões do país”, expressa Mateus Guedes, pesquisador, roteirista e diretor do projeto YAATHE.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Pesquisa: Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô<br />
Roteiro e direção: Mateus Guedes<br />
Produção executiva: Ana Sofia<br />
Coordenação de produção: Rafael Cavalcanti<br />
Produção: NAM<br />
Direção de fotografia: José Rebelatto<br />
Assistência de câmera: Gabriela Passos<br />
Produção local: Coletivo Fulni-ô de Cinema (Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô)<br />
Elenco: Idrian, Maynika, Ediran, Adélia, Keirson, Nicolas, Iviton e Yairon<br />
Som: Guto Quijano<br />
Produção musical: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Trilhas sonoras: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Mixagem e masterização: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Locução: Konan Amorim<br />
Direção de arte: Rafael Cavalcanti<br />
Edição de vídeo: NA<br />
Design: Meio Fio<br />
Motion graphics: Meio Fio<br />
Acessibilidade: Fernanda Souza</p>
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		<item>
		<title>Governo do Estado fortalece protagonismo da cultura popular na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada pelo MinC</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-do-estado-fortalece-protagonismo-da-cultura-popular-na-6a-teia-nacional-dos-pontos-de-cultura-realizada-pelo-minc/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:33:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124071" aria-labelledby="figcaption_attachment_124071" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.10-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124071" alt="Fotos: Victor Lacerda/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.10-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Victor Lacerda/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), marcou de forma expressiva a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada pelo Ministério da Cultura (MinC) entre os dias 19 e 24 de maio, em Aracruz, no Espírito Santo, único município com povos indígenas aldeados. O evento, com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, reuniu agentes culturais, povos tradicionais e gestores de todo o país para celebrar a diversidade e debater o papel da cultura na preservação ambiental. Com participação ativa em fóruns, plenárias, oficinas, seminários e articulações institucionais, a delegação pernambucana contribuiu diretamente para os debates sobre o fortalecimento da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), sustentabilidade, justiça climática e ampliação da participação social nos territórios culturais do país.</p>
<p dir="ltr">A presença pernambucana ganhou destaque pela representatividade alcançada durante a Teia. Dos 30 delegados do estado presentes no encontro, 30% passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e os Grupos de Trabalho temáticos, ampliando a participação de Pernambuco nas decisões e encaminhamentos ligados à Política Nacional de Cultura Viva. Entre os principais resultados construídos ao longo do evento estão a elaboração da Carta de Gestores de Cultura Viva, da Carta dos Pontos e Pontões, fortalecimento do pacto federativo da PNCV, além da avaliação dos dois ciclos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.</p>
<p dir="ltr">Representando a Secult-PE, a secretária executiva de Cultura, Yasmim Neves, participou de encontros estratégicos ao longo de toda a programação, integrando o 2º Fórum Nacional de Gestores de Cultura Viva, reuniões de alinhamento entre representantes estaduais, plenárias nacionais e debates voltados à construção coletiva das políticas públicas culturais.</p>
<p dir="ltr">“Nossa participação na 6ª Teia Nacional reafirmou o compromisso do Governo de Pernambuco com uma gestão cultural compartilhada, participativa e territorializada. Mais do que um encontro, o evento fortaleceu a continuidade de um trabalho coletivo, que exige monitoramento permanente, execução comprometida e nos fez celebrar os novos caminhos para a Política Nacional de Cultura Viva em nosso estado. Saímos deste momento felizes pela firmeza e pela representatividade da nossa cultura popular, tão bem representada ao longo de toda a programação”, destacou a secretária.</p>
<div id="attachment_124072" aria-labelledby="figcaption_attachment_124072" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124072" alt="A presença pernambucana ganhou destaque pela representatividade alcançada durante a Teia. Dos 30 delegados do estado presentes no encontro, 30% passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e os Grupos de Trabalho temáticos, ampliando a participação de Pernambuco nas decisões e encaminhamentos ligados à Política Nacional de Cultura Viva. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A presença pernambucana ganhou destaque pela representatividade alcançada durante a Teia. Dos 30 delegados do estado presentes no encontro, 30% passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e os Grupos de Trabalho temáticos, ampliando a participação de Pernambuco nas decisões e encaminhamentos ligados à Política Nacional de Cultura Viva.</p></div>
<p dir="ltr">A potência artística e simbólica de Pernambuco também esteve presente nas exposições “Cores de Paudalho” e “Inhamã: Caminho das Águas”, que destacaram a força criativa e a sensibilidade das mulheres da cultura do estado. A programação cultural pernambucana contou ainda, na quarta-feira (20), com as apresentações de Maciel Salú, Anderson Miguel e Isadora Melo, em um encontro marcado pela valorização das sonoridades tradicionais e contemporâneas da cultura popular do estado; na quinta-feira (21), com o show de Gean Pankararu, um dos precursores da música indígena contemporânea, direto do Sertão de Pernambuco; na sexta-feira (22), com a participação do Afoxé Oyá Alaxé, importante manifestação afro-brasileira fundamentada no Candomblé Nagô pernambucano, fundado e presidido pela Mestra da Cultura Popular Yakekerê e atual Yalorixá do Ilê Obá Aganjú Okoloyá – Terreiro de Mãe Amara, Yá Maria Helena Sampaio; e, no sábado (23), com o encontro musical entre Maestro Spok e Armandinho Macêdo, que uniu no palco o frevo pernambucano e a guitarra baiana em uma apresentação marcada pela celebração da cultura popular brasileira.</p>
<p dir="ltr"><strong>Presença de Pernambuco na agenda de atividades </strong></p>
<p dir="ltr">Já na quarta-feira (20), Pernambuco esteve presente no 2º Fórum Nacional de Gestores de Cultura Viva e na Feira da Economia Criativa e Solidária, levando o artesanato pernambucano como representação da identidade e da força cultural do estado, com obras do Sertão do Pajeú, comercializadas pelo Pontão de Cultura Cabras de Lampião, e com o artesanato do Ponto de Cultura Coletivo Moingobé, reunindo acessórios produzidos por mulheres indígenas.</p>
<p dir="ltr">O dia também marcou o encerramento do 5º Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, com a consolidação de propostas voltadas ao fortalecimento da Política Nacional Cultura Viva, com foco em sustentabilidade, justiça climática e ampliação da participação social nos territórios. A programação oficializou ainda a posse dos novos delegados estaduais que passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, agora estruturada em 25 Grupos de Trabalho.</p>
<p dir="ltr">“Pela primeira vez Santa Cruz do Capibaribe esteve representada na Teia Nacional, e isso tem um significado muito profundo para quem vem de territórios que, durante muito tempo, ficaram à margem dessas construções. Estar na Teia foi garantir acesso às trocas de experiências, aos saberes coletivos e à construção de políticas públicas mais diversas e democráticas. A Cultura Viva nos mostra que quando os territórios ocupam esses espaços, o Brasil se reconhece na sua pluralidade”, ressaltou Rafa Montteiro, uma das delegadas eleitas para representar o estado.</p>
<div id="attachment_124073" aria-labelledby="figcaption_attachment_124073" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.09.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124073" alt="A potência artística e simbólica de Pernambuco também esteve presente nas exposições “Cores de Paudalho” e “Inhamã: Caminho das Águas”, que destacaram a força criativa e a sensibilidade das mulheres da cultura do estado. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.09-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A potência artística e simbólica de Pernambuco também esteve presente nas exposições “Cores de Paudalho” e “Inhamã: Caminho das Águas”, que destacaram a força criativa e a sensibilidade das mulheres da cultura do estado.</p></div>
<p dir="ltr">Na quinta-feira (21), as atividades começaram com o cortejo das tradicionais bandas de Congo, patrimônio imaterial do Espírito Santo que reúne música, dança e religiosidade popular. A programação institucional contou ainda com cerimônia que reuniu o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião, foram assinados importantes instrumentos para o fortalecimento das políticas culturais no país, entre eles o decreto de reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, além das portarias da Rede Nacional de Mestras e Mestres e do Programa Festejos Populares do Brasil.</p>
<p dir="ltr">A Secult-PE e a delegação pernambucana também participaram do 2º Seminário Internacional “Cultura Viva Comunitária: Uma Escola Latino-americana de Políticas Culturais”, fortalecendo o intercâmbio de experiências sobre cultura comunitária, cooperação internacional e políticas públicas construídas nos territórios.</p>
<p dir="ltr">Na sexta-feira (22), a Secult-PE participou da oficina “Cultura Viva &#8211; Política de Base Comunitária do Sistema Nacional de Cultura”, reforçando a importância das manifestações populares na formulação das políticas públicas culturais. O dia também contou com oficinas práticas e atividades culturais voltadas aos saberes tradicionais, como “Ervas Sagradas &#8211; O Sagrado Cura!”, além da realização da Plenária Nacional Cultura Viva e da grande roda sobre direitos culturais, bem viver e justiça climática, reunindo representantes de fóruns e Teias de diferentes estados brasileiros.</p>
<div id="attachment_124075" aria-labelledby="figcaption_attachment_124075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124075" alt="Durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, foram assinados importantes instrumentos para o fortalecimento das políticas culturais no país, entre eles o decreto de reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, além das portarias da Rede Nacional de Mestras e Mestres e do Programa Festejos Populares do Brasil." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, foram assinados importantes instrumentos para o fortalecimento das políticas culturais no país, entre eles o decreto de reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, além das portarias da Rede Nacional de Mestras e Mestres e do Programa Festejos Populares do Brasil.</p></div>
<p dir="ltr">Após a programação oficial, a delegação pernambucana realizou um momento de alinhamento interno para sistematizar os principais encaminhamentos do encontro e reforçar estratégias voltadas à preservação, valorização e fortalecimento das tradições populares do estado.</p>
<p dir="ltr">No sábado (23), a delegação pernambucana participou de um encontro com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, reafirmando o compromisso de Pernambuco com a cultura viva dos territórios e com o fortalecimento das políticas culturais de base comunitária. O encerramento da Teia consolidou os diálogos e construções coletivas desenvolvidas ao longo da programação.</p>
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		<title>Projeto cultural transforma monumentos pernambucanos em miniaturas 3D</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficinas.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124059" alt="Oficinas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficinas-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O projeto Coleção Encaixe – Monumentos de Pernambuco realiza, nesta terça (26) e quarta-feira (27), no Recife, as primeiras ações de sua programação, unindo patrimônio cultural, design e educação por meio de oficinas gratuitas e do lançamento oficial da coleção. A iniciativa conta com com incentivo do Funcultura do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Coleção Encaixe propõe uma nova forma de aproximar o público do patrimônio cultural pernambucano a partir de cartilhas educativas e miniaturas tridimensionais montáveis de importantes monumentos da cidade: o Marco Zero, o Forte das Cinco Pontas e a Ponte da Boa Vista. As peças são produzidas em MDF e utilizam encaixes para formar réplicas 3D em miniatura, transformando o aprendizado em uma experiência prática, acessível e interativa.</p>
<p>Além do caráter lúdico e educativo, o projeto busca fortalecer a identificação da população com os espaços históricos da cidade, democratizando o acesso ao conhecimento sobre patrimônio cultural e estimulando novos olhares sobre a paisagem urbana do Recife.</p>
<p>As atividades terão início nesta terça-feira (26), com oficina gratuita realizada das 15h às 17h, destinado aos alunos da Escola Técnica Estadual Professor Alfredo Freyre, em Água Fria. Já nesta quarta-feira (27), acontece o lançamento oficial da Coleção Encaixe, acompanhado da segunda oficina do projeto, das 13h às 15h, dessa vez voltada aos estudantes da ETE Porto Digital, localizada no Bairro do Recife.</p>
<p>Durante as oficinas, os participantes terão contato com conceitos de patrimônio cultural, história dos monumentos e montagem orientada das miniaturas, utilizando o próprio material desenvolvido pelo projeto como instrumento didático. As cartilhas também contam com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição.</p>
<p>A Coleção Encaixe dialoga com educação, memória, arquitetura, design e economia criativa, propondo uma experiência que conecta informação, afeto e participação prática.</p>
<p>O projeto não se encerra nas primeiras oficinas. Nos próximos meses, novas ações serão realizadas nas bibliotecas dos Compaz do Recife, com datas ainda a serem divulgadas. Além das atividades formativas, os protótipos da coleção também estarão disponíveis para venda ao público geral.</p>
<p>Para acompanhar a programação, novidades e informações sobre aquisição da coleção, o público pode acessar os perfis no Instagram: @preamar.cultural e @garca.moura.torta.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Coleção Encaixe – Monumentos de Pernambuco</strong></p>
<p><strong>Oficina 1</strong><br />
26 de maio (terça-feira)<br />
15h às 17h<br />
Escola Técnica Estadual Professor Alfredo Freyre<br />
Rua Zeferino Agra, 193 – Água Fria, Recife – PE</p>
<p><strong>Lançamento + Oficina 2</strong><br />
27 de maio (quarta-feira)<br />
13h às 15h<br />
ETE Porto Digital<br />
Av. Rio Branco, 193 – Bairro do Recife – Recife/PE</p>
<p>Informações: @preamar.cultural | @garca.moura.torta</p>
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		<item>
		<title>Projeto mapeia tipografia vernacular sobre descarte de lixo na Região Metropolitana do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-mapeia-tipografia-vernacular-sobre-descarte-de-lixo-na-regiao-metropolitana-do-recife/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto &#8220;Não Jogue Lixo&#8221; reúne um mapeamento fotográfico de letreiramentos populares que abordam o descarte de lixo em espaços urbanos da Região Metropolitana do Recife (RMR). Desenvolvido pelo designer e artista Philippe Souza, o trabalho registra inscrições feitas à mão em muros, placas e outras superfícies improvisadas. Mais de 250 letreiramentos foram documentados e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/NaoJogueLixo3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123980" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/NaoJogueLixo3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O projeto &#8220;Não Jogue Lixo&#8221; reúne um mapeamento fotográfico de letreiramentos populares que abordam o descarte de lixo em espaços urbanos da Região Metropolitana do Recife (RMR). Desenvolvido pelo designer e artista Philippe Souza, o trabalho registra inscrições feitas à mão em muros, placas e outras superfícies improvisadas.</p>
<p>Mais de 250 letreiramentos foram documentados e estão disponíveis em um mapa interativo online, que permite explorar os registros a partir de seus locais de origem. O projeto também disponibiliza um fotolivro digital gratuito com uma seleção comentada das imagens.</p>
<p>Além do mapeamento realizado pelo autor, a plataforma permite a participação do público. Qualquer pessoa pode enviar novos registros por meio do próprio mapa, ampliando o acervo colaborativo da cultura visual local.</p>
<p>O projeto, realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Funcultura, do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), busca documentar artefatos tipográficos frequentemente efêmeros, que expressam tensões urbanas acerca da destinação do lixo e do acesso ao saneamento básico, ao mesmo tempo em que constitui um repositório de estilos tipográficos singulares e contribui para a memória gráfica da região.</p>
<p><strong>Site</strong><br />
naojoguelixo.com.br</p>
<p><strong>Instagram</strong><br />
instagram.com/naojoguelixo</p>
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		<item>
		<title>Edição especial do Pernambuco Meu País com o São João Gomes leva cultura, turismo e tradição nordestina à cidade de São Paulo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/edicao-especial-do-pernambuco-meu-pais-com-o-sao-joao-gomes-leva-cultura-turismo-e-tradicao-nordestina-a-cidade-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O Parque Villa-Lobos, situado no coração da cidade de São Paulo, será palco do “Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes”, projeto que vai levar para a capital paulista uma experiência imersiva inspirada nas festas juninas nordestinas nestes sábado (16) e domingo (17). Com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-15-at-18.07.10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123975" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-15-at-18.07.10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Parque Villa-Lobos, situado no coração da cidade de São Paulo, será palco do “Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes”, projeto que vai levar para a capital paulista uma experiência imersiva inspirada nas festas juninas nordestinas nestes sábado (16) e domingo (17). Com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a iniciativa integra a estratégia da gestão estadual de fortalecer a presença da cultura pernambucana em mercados estratégicos para o turismo local e divulgar a força das tradições populares do Estado.</p>
<p>Realizado e idealizado pelo cantor João Gomes, o São João Gomes propõe uma vivência que transporta o público para o universo das tradicionais festas do interior pernambucano. A programação dos dois dias de evento contará com apresentações musicais, quadrilha junina, bacamarteiros, brincadeiras tradicionais, espaços cenográficos, experiências gastronômicas e ações voltadas para toda a família. A Vila São João Gomes se transformará em uma verdadeira cidade do interior pernambucano, com direito a igrejinha, delegacia, casas com arquitetura temática e fogueira cenográfica, além de áreas voltadas para ações interativas.</p>
<p>“O São João de Pernambuco é um dos maiores eventos do nosso calendário turístico e uma expressão muito forte da nossa cultura. Estar em São Paulo, principal emissor de turistas para o nosso Estado, é uma forma estratégica de divulgar o destino e aproximar ainda mais o público da nossa tradição. Essa ação faz parte da política do Governo de Pernambuco de fortalecer o turismo como vetor econômico, gerando emprego, movimentando a cadeia produtiva e promovendo o Estado em mercados prioritários”, ressaltou o presidente da Empetur, Eduardo Loyo.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Renata Borba, destacou o papel do Pernambuco Meu País como divulgador da cultura do Estado. &#8220;Vamos levar ao público referências da cultura popular pernambucana ligadas ao ciclo junino. Será uma festa linda, gratuita, com apresentações de quadrilhas e bacamarteiros, que exaltam a riqueza e diversidade do São João do nosso Estado&#8221;, declarou.</p>
<p>Com capacidade estimada para receber cerca de 10 mil pessoas ao longo dos dois dias, o São João Gomes contará ainda com ações de acessibilidade e acolhimento, incluindo área PCD, espaço família, intérprete de Libras no palco, sala do silêncio, acolhimento especializado e coleta seletiva.</p>
<p><strong>FENEARTE OCUPA SÃO PAULO</strong> &#8211; Durante o evento, também vai estar disponível ao público o espaço “Fenearte Ocupa São Paulo”, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – Adepe. Lá, estarão em exposição e à venda cerca de mil peças de mais de 80 artesãos pernambucanos. A presença da feira no festival também é uma oportunidade de divulgar a sua 26ª edição, que acontecerá de 08 a 19 de julho, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, com mais de cinco mil artesãos de todo o Brasil.</p>
<p>&#8220;É uma grande alegria estar em São Paulo com a Fenearte. Levar uma amostra da Maior Feira de Artesanato da América Latina para a capital paulista é celebrar a força da nossa identidade. O público terá o privilégio de encontrar obras que carregam a alma de Pernambuco. Cada uma delas representa uma trajetória de talento e das raízes das regiões do nosso Estado, do Litoral ao Sertão. A Adepe segue firme na missão de abrir fronteiras para que a nossa tradição se transforme em oportunidade&#8221;, detalha Roberta Andrade, diretora-presidente interina da Adepe.</p>
<p><strong>Confira, abaixo, a programação completa do evento:</strong></p>
<p>Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes em São Paulo<br />
Local: Parque Villa-Lobos<br />
Entrada: Gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos</p>
<p>Sábado – 16 de maio<br />
Horário da Vila São João Gomes:: 10h às 22h</p>
<p>Batalhão de Bacamarteiros 19 Flor de Lis &#8211; 13h e 18h<br />
Quadrilha Junina Raio de Sol &#8211; 15h30 e 19h15</p>
<p>Domingo – 17 de maio<br />
Horário da Vila São João Gomes: 10h às 19h</p>
<p>Batalhão de Bacamarteiros 19 Flor de Lis &#8211; 13h e 18h<br />
Quadrilha Junina Raio de Sol &#8211; 15h30 e 19h15<br />
Shows de Vitor Fernandes e João Gomes</p>
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		<title>Secult-PE divulga o resultado pós-análise de recursos da Convocatória Nacional Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), anunciou, nesta quinta-feira (14/05), o resultado das propostas pós-análise de recursos da Convocatória Nacional Pernambuco Meu País 2026/2027. O edital tem o objetivo de selecionar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), anunciou, nesta quinta-feira (14/05), o resultado das propostas pós-análise de recursos da Convocatória Nacional Pernambuco Meu País 2026/2027.</p>
<p>O edital tem o objetivo de selecionar propostas artísticos-culturais que contribuam para a valorização e difusão das expressões culturais em eventos realizados, apoiados e/ou que contenham ação própria da Fundarpe/Secult-PE/Empetur e que compõem os Ciclos Turístico e Cultural do Estado de Pernambuco, no período de 12 (doze) meses, a contar da data de publicação, exceto os Ciclos Carnavalesco e Junino.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/convocatoria-nacional-pernambuco-meu-pais-20262027/">&gt;&gt;&gt; Confira o resultado aqui. </a></p>
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