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	<title>Portal Cultura PE &#187; 15º festival de cinema de triunfo</title>
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		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo chega ao fim; conheça os filmes premiados</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Dec 2024 16:02:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Chegou ao fim a 15ª edição do Festival de Cinema de Triunfo, coroando a força audiovisual pernambucana e brasileiro depois de uma intensa cinema de muitos filmes, diálogos, oficinas e atividades especiais pelo Theatro Cinema Guarany e por diversos cantos da cidade, que por mais um ano mostrou que o Sertão do Pajeú é terra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/FESTIVALDECINEMADETRIUNFO.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115128" alt="FESTIVALDECINEMADETRIUNFO" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/FESTIVALDECINEMADETRIUNFO-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Chegou ao fim a 15ª edição do Festival de Cinema de Triunfo, coroando a força audiovisual pernambucana e brasileiro depois de uma intensa cinema de muitos filmes, diálogos, oficinas e atividades especiais pelo Theatro Cinema Guarany e por diversos cantos da cidade, que por mais um ano mostrou que o Sertão do Pajeú é terra de cinema. A noite deste sábado contou com as últimas mostras especiais e com a aguardada cerimônia de premiação, que consagrou os melhores filmes escolhidos pelos júris oficial, popular e especiais.</p>
<p>E o escolhido como melhor filme pelo júri oficial e popular do festival foi o pernambucano Légua Tirana, dirigido pela dupla Diogo Fontes Ek’derô e Marcos Carvalho Xôlaka, um retrato poética e intimista do rei do baião, Luiz Gonzaga, gravado em sua terra, Exu, seguindo o artista em sua jornada de aprendizados para construir uma revolução na música brasileira.  O filme ainda levou os prêmios de melhor roteiro, melhor direção de arte, trilha sonora e melhor ator, dado para Kayro Oliveira do júri oficial.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MELHORFILME.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115129" alt="MELHORFILME" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MELHORFILME-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Já entre os curtas,<em> Samuel Foi Trabalhar</em>, de Janderson Felipe e Lucas Litrento, venceram na categoria nacional. O melhor curta infanto-juvenil ficou com o pernambucano<em> Yadedwa Seetô</em>, do Coletivo Cinema no Interior. Já <em>Carniceiros</em>, de Geisla Fernandes e Wllysys Wolfgang, ficou com prêmio de melhor pernambucano da competição. <em>Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade Viva na Pele Talhada</em>, de Bruno Marques, foi o escolhido da categoria dos Sertões<em>. Bufála</em>, dirigido por Tothi Santos, se consagrou como melhor filme experimental.</p>
<p>O júri especial da Federação Pernambucana de Cineclubes escolheu<em> Samuel Foi Trabalhar</em> também como melhor filme, com menção honrosa para Damião, de Hórus. Já o júri da ABD/Apeci concedeu seu prêmio para<em> Yadedwa Seetô</em>.</p>
<p>“Precisamos fazer uma cultura inventiva e afetiva. E tenho certeza que o resultado desse festival reflete isso de forma muita intensa isso que estamos construindo na Secretaria de Cultura. Tenho certeza que entregamos um festival da forma que desejamos lá trás, com afeto e carinho, trazendo e oportunizando outras pessoas a vivenciarem o cinema pernambucano e nacional. Tenho certeza que esse festival vai ficar marcado na história, tanto do festival, como de Triunfo e do audiovisual estadual e nacional”, declarou a secretária executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves, durante a cerimônia de encerramento.</p>
<p>“Foi um festival construíddo pensando na importância da ocupação dos espaços pelo interior. Participamos de escutas com os triunfenses, que trouxeram seus desejos. Eu acho que esse diálogo foi o que motivou a gente a estar nesse ano trazendo esse aspecto interior do festival. Quero agradecer a confiança dos triunfenses e do audiovisual no nosso trabalho”, complementou a coordenadora-geral do festival, Maria Samara.</p>
<p><strong>ÚLTIMAS SESSÕES</strong></p>
<p>Um pouco mais cedo, a programação de exibições foi encerrada com a Mostra Judith Quinto, realizada pelo Sesc Triunfo, que trouxe uma série de produções de curtas realizados na cidade, mostrando a força poética, artística e audiovisual da cidade, dona de uma identidade cultural sólida e forte. Essa tônica continuou em seguida com a mostra “Outros Sertões e o Minuto”, feita por alunos da oficina de mesmo nome realizada durante toda a semana no festival na zona rural do município.</p>
<p>“É a primeira vez que o Festival de Cinema de Triunfo leva uma atividade de formação para a zona rural da cidade e acho que isso é de extrema importância. Eu acredito que um festival não pode ser só mostras e exibições no cinema sem um olhar para a formação de plateia. Vivemos cinco dias de oficina com pessoas que nunca tiveram contato com o fazer cinematógrafo, também discutindo as representações do Sertão no audiovisual nacional”, declarou Mila Nascimento, ministrante da oficina “Outros Sertões e o Minuto”.</p>
<p>No início da tarde, as atividades ficaram com o coletivo CineRuaPE. Pela manhã, promoveram uma visita guiada pelo Theatro Cinema Guarany, com o público presente conhecendo sua história, seus detalhes arquitetônicos e como o monumento tombado se tornou um dos principais focos de efervescência cultural do Sertão. Já pela tarde, o coletivo promoveu um debate sobre os cinemas de rua do Pajeú, passando por questões como seus funcionamentos, seus movimentos de retomada e suas perspectivas para o futuro.</p>
<p>Lista dos filmes premiados <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Resultado_final_dos_Filmes_Premiados_pelos_JA_ris_oficial_e_popular___15A__Festival_de_Cinema_de_Triunfo___2024.docx__1_.docx__1___3_.pdf">aqui</a></p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a lista completa dos vencedores do 15º Festival de Cinema de Triunfo:</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/prêmios.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115130" alt="prêmios" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/prêmios-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>JÚRI OFICIAL</strong></p>
<p dir="ltr">Longa-metragem nacional:</p>
<p dir="ltr">LÉGUA TIRANA, dirigido Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka</p>
<p dir="ltr"><strong>Troféu Caretas (Longas)</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Direção:</strong><br />
Victória Álvares e Quentin Delaroche pelo filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Fotografia: </strong></p>
<p dir="ltr">Julia Zakia pelo filme CITROTOXIC</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Montagem: </strong></p>
<p dir="ltr">Quentin Delaroche pelo filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Roteiro: </strong></p>
<p dir="ltr">Tairone Feitosa, Diogo Fontes e Edineia Campos pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Produção</strong>: CARLA FRANCINE, pelo filme Sekhdese</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Direção de Arte</strong>: Ana Carolina Borges e Michel Duarte, pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Trilha Sonora</strong>: Wagner Miranda com Participação Especial de Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos, pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Som</strong>: Quentin Delaroche e Victória Álvares, pelo filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Ator</strong>: KAYRO OLIVEIRA , pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Atriz</strong>: Bianca Joy Porte, pelo filme CITROTOXIC</p>
<p dir="ltr"><strong>Troféu Fernando Spencer para o/a Melhor Personagem na categoria de longa-metragem</strong>: Cristiane Martins de Souza Ventura, do filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Menção honrosa para</strong>: CERVEJAS NO ESCURO, dirigido por Tiago A. Neves</p>
<p dir="ltr"><strong>Curta ou Média-Metragem Nacional: </strong></p>
<p dir="ltr">SAMUEL FOI TRABALHAR, dirigido por Janderson Felipe e Lucas Litrento.</p>
<p><strong>Curta ou Média-Metragem Infanto-juvenil:</strong></p>
<p dir="ltr">YADEDWA SEETÔ, dirigido pelo Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indígena Angico Pankararu</p>
<p><strong>Curta ou Média-Metragem Pernambucano: </strong></p>
<p dir="ltr">CARNICEIROS, dirigido por Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang</p>
<p><strong>Curta ou Média-Metragem dos Sertões:</strong></p>
<p dir="ltr">MESTRE ORLANDO DO COURO: ANCESTRALIDADE VIVA NA PELE TALHADA, dirigido por Bruno Marques</p>
<p><strong>Filme Experimental:</strong></p>
<p dir="ltr">BÚFALA, dirigido por Tothi Santos</p>
<p><strong>Troféu Fernando Spencer &#8211; Melhor Personagem de Curta-Metragem: </strong></p>
<p dir="ltr">SOCORRO &amp; MAZÉ, por João Marcello</p>
<p><strong>Vencedores do Troféu Caretas (curtas)</strong></p>
<p dir="ltr">Melhor Direção: BRUNA TAVARES, pelo filme CAROL</p>
<p>Melhor Fotografia: ROBERTO IURI, pelo filme SAMUEL FOI TRABALHAR</p>
<p>Melhor Montagem: JANDERSON FELIPE E LUCAS LITRENTO pelo filme SAMUEL FOI TRABALHAR</p>
<p>Melhor Roteiro: LEO TABOSA pelo filme DINHO</p>
<p>Melhor Produção: FERNANDO MUVUCA pelo filme CARNICEIROS</p>
<p>Melhor Direção de Arte: CAROL TANAJURA pelo filme CARNICEIROS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>JÚRI POPULAR</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Longa Nacional:</strong></p>
<p dir="ltr">LÉGUA TIRANA, Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka</p>
<p dir="ltr"><strong>Curta ou Média-Metragem Nacional:</strong></p>
<p dir="ltr">MANSOS, dirigido por Juliana Segóvia.</p>
<p><strong>Curta ou Média Metragem Infanto-juvenil</strong></p>
<p dir="ltr">YADEDWA SEETÔ, dirigido pelo Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indígena Angico Pankararu</p>
<p><strong>Curta ou Média Metragem Pernambucano:</strong></p>
<p dir="ltr">UMA IRMÃ MAIS VELHA, dirigido por Drica Mendes</p>
<p><strong>Curta ou Média Metragem dos Sertões:</strong></p>
<p dir="ltr">LILITH, dirigido por Nayane Nayse</p>
<p><strong>Filme Experimental:</strong></p>
<p dir="ltr">SUSTENTA A PISADA, dirigido por Jéssika Betânia</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Segundo dia do 15º Festival de Cinema de Triunfo conta com música, cultura popular, terror e histórias da vida cotidiana</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 17:20:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O 15º Festival de Cinema de Triunfo seguiu sua programação diversa e plural em seu segundo dia de atividades nesta terça (10), com exibições de curtas, médias e longas, com títulos que trouxeram à tela muita cultura popular e música, passando também pelo cinema de terror, a videodança e o experimentalismo, finalizando com um poderoso [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/SimonFIlmesSecultPEFundarpe3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115083" alt="SimonFIlmesSecultPEFundarpe3" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/SimonFIlmesSecultPEFundarpe3-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">O 15º Festival de Cinema de Triunfo seguiu sua programação diversa e plural em seu segundo dia de atividades nesta terça (10), com exibições de curtas, médias e longas, com títulos que trouxeram à tela muita cultura popular e música, passando também pelo cinema de terror, a videodança e o experimentalismo, finalizando com um poderoso e encantador  retrato da vida de uma família da periferia do Recife. A sessão foi realizada no centenário Theatro Cinema Guarany e ainda contou com um intenso debate ao fim da exibição.</p>
<p>A música e a cultura popular já começaram a fazer seu trabalho antes da sessão, com a apresentação do grupo Cambindas, trazendo o espetáculo “Cambindas de Triunfo” para a frente do Theatro, convidando o público para mais uma noite de encantamentos. Essa tônica continuou logo nas primeiras sessões, com a música e a cultura popular também muito presentes nos primeiros curtas. Seja na música do BaianaSystem que ancora o  potiguar Navio, na arte do couro do Mestre Orlando Félix, retratada em Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade Viva na Pele Talhada, além de Socorro e Mazé, com a história da dupla de mesmo nome e sua trajetória no forró.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/FotoSimonFilmesSecultPEFundarpe.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115084" alt="FotoSimonFilmesSecultPEFundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/FotoSimonFilmesSecultPEFundarpe-607x374.jpeg" width="607" height="374" /></a></p>
<p>Em seguida, um outro Sertão, desta vez tomado por zumbis, onde uma família se mantém unida para tentar sobreviver nesse cenário em Carniceiros, mostrando a vocação do nosso audiovisual para o cinema de gênero. Continuando a mostra, uma experimentação onírica diretamente de Ouricuri, batizada de Miração, tomou a tela do Theatro Cinema Guarany. Ainda no Sertão pernambucano, a força do samba de coco trupé de Arcoverde com a videodança Sustenta a Pisada!.</p>
<p>A noite foi encerrada com o longa documental Tijolo por Tijolo, de Victória Álvares e Quentin Delaroche. O filme acompanha Cris, uma micro-influenciadora digital do bairro do Ibura, Recife, em uma jornada na qual passa pela construção de sua casa nova depois de ter perdido a antiga, os cuidados com seus três filhos, a sua rotina profissional e uma nova gravidez.</p>
<p>“Depois de rodar em vários estados do Brasil, podemos agora trazer esse filme pernambucano ao Sertão do Pajeú, uma alegria enorme ter essa oportunidade dentro desse festival. Está sendo fantástico descobrir a região e uma dor ter que ir embora”, afirmou a diretora Victória Álvares. “Estamos muito felizes de apresentar o Tijolo por Tijolo aqui, porque fazemos filmes para que sejam vistos, então é uma honra trazê-lo para cá e esperamos ter outras chances de retornar”, complementou o diretor  Quentin Delaroche.</p>
<p><strong>OFICINA</strong> &#8211; Em paralelo, a Escola Municipal Milton Pessoa, na zona rural de Triunfo, recebeu o primeiro dia da oficina Outros Sertões e o Minuto, voltada para estudantes do ensino fundamental e do EJA. A atividade é ministrada por Mila Nascimento, Uilma Queiroz, Alexandehn, com monitoria de Crawd, retornando ao festival após uma bem-sucedida edição no ano passado.</p>
<p>A iniciativa proporcionará aos sertanejos conhecimento teórico e prático para serem protagonistas da construção de sua identidade e de seu desenvolvimento cultural por meio do audiovisual. Ao fim da oficina, eles produzirão um vídeo de 1 minuto, desde a criação do roteiro, filmagem, captação e tratamento de áudio, até a edição final, passando por todas as etapas: pré-produção, filmagem e pós-produção.</p>
<p>A programação segue nesta quarta-feira, já pela tarde, com a mostra especial “Questão de Gênero”, complementando o dia de exibições, que segue normalmente com as mostras da noite no Theatro Cinema Guarany.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça os homenageados do 15º Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 19:36:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diana Rodrigues Lopes e Sua Amizade com o Theatro Cinema Guarany Próximo ao Theatro Cinema Guarany, na cidade de Triunfo, destaca-se uma histórica casa cor de rosa adornada por um jardim que abriga, além das flores, o passado e o presente de um dos principais equipamentos culturais do estado: o Guarany. Nesta casa, lemos o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Diana Rodrigues Lopes e Sua Amizade com o Theatro Cinema Guarany</b></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DIANA-RODRIGUES.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114912" alt="DIANA RODRIGUES" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DIANA-RODRIGUES-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Próximo ao Theatro Cinema Guarany, na cidade de Triunfo, destaca-se uma histórica casa cor de rosa adornada por um jardim que abriga, além das flores, o passado e o presente de um dos principais equipamentos culturais do estado: o Guarany. Nesta casa, lemos o nome DIANA, que parece nos convidar a conhecê-la mais de perto.</p>
<p dir="ltr">Ao entrar na casa, descobrimos um valioso acervo documental e fotográfico sobre o Theatro Cinema Guarany, dedicado à preservação, ao afeto e ao cuidado de uma história centenária. Manter viva a memória de um lugar, preservar e salvaguardar os equipamentos culturais é manter viva a história de uma comunidade inteira. Esta é uma das inspirações e ensinamentos que aprendemos com Diana Rodrigues, homenageada do 15º Festival de Cinema de Triunfo.</p>
<p dir="ltr">Triunfense, professora pós-graduada, historiadora, pesquisadora, produtora cultural, contista, locutora, cerimonialista e artista plástica, Diana Rodrigues é reconhecida como uma das mulheres guardiãs da história do Theatro Cinema Guarany. Publicou livros, antologias, gibis literários e artigos em jornais. Foi Secretária de Turismo e Cultura de Triunfo, sócia de onze Academias de Letras e teve sua casa considerada como patrimônio que preserva a história, a literatura e as artes plásticas do Sertão de Pernambuco pela União Brasileira de Escritores (UBE).</p>
<p dir="ltr">Quando criança e adolescente, vizinha do Theatro Cinema Guarany, visitava com frequência as suas dependências, às vezes ia até de pés descalços para admirar a beleza monumental do prédio, ensaiar ou participar de dramas como atriz, cantora ou dançarina. Também assistia filmes, seriados, shows, festivais, desfiles, bailes, exposições e palestras com fins beneficentes.</p>
<p dir="ltr">Como amiga do Guarany, acompanhou e registrou em fotos e publicações todas as etapas das três restaurações do equipamento. Coordenou, em 2007, a campanha do Theatro Cinema Guarany em busca do título como uma das sete Maravilhas de Pernambuco. Sempre utilizou o espaço do Guarany para palestras, exposições, exibição de filmes e peças teatrais, documentários, grupos de danças e entrevistas.</p>
<p dir="ltr">Tem participado de todos os Festivais de Cinema de Triunfo, desde a primeira edição, integrando algumas vezes o júri oficial ou popular. Em 2014, foi agraciada com o Troféu Careta, graças à sua dedicação e cuidados com o Guarany. Diana Rodrigues já declarou seu amor pelo Guarany em praça pública, recebeu o título de Guardiã do Guarany e o troféu &#8220;100 Anos Guarany&#8221;, como multiplicadora de conhecimento.</p>
<p dir="ltr">É com grande alegria que reconhecemos e agradecemos o papel fundamental de Diana Rodrigues na preservação cultural do Theatro Cinema Guarany. Sua dedicação promove um elo essencial entre preservação, educação patrimonial e cultura simbólica e artística de Triunfo.</p>
<p><strong>Jéssica Caitano:  O sertão vai virar maria.</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Foto-por-Ian-Rassari-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114913" alt="Ian Rassari" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Foto-por-Ian-Rassari-min-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O sertão vai virar Maria. Ao escutar Jéssica Caitano, nossa imaginação é povoada, como nunca antes, por Sertões Marias. Se pudéssemos dar ao Sertão outros nomes, certamente seu nome seria Sertões Marias. Este lugar, localizado no Pajeú das Flores, realmente nos dá muitas razões para cantar. É neste lugar encantado e fabulado por muitas Marias que nasceu uma das homenageadas do 15º Festival de Cinema de Triunfo, Jéssica Caitano, que vem nos ensinando que nossa geografia viva é permeada por muitas donas Marias.</p>
<p dir="ltr">Jéssica Caitano é filha de Francisca Caitano da Silva, com 72 anos de idade, agricultora triunfense, uma mulher simples que, mesmo sabendo somente assinar o próprio nome, criou os 5 filhos com muita sabedoria e amor. Jéssica é também filha de João Bosco da Silva, com 61 anos, marceneiro com experiência em reformas de patrimônios históricos de Triunfo, como o Theatro Cinema Guarany. Jéssica Caitano é cantora, compositora, poeta-declamadora, rapper, coquista, percussionista, arte-educadora, curadora e produtora cultural. Coordena o grupo de dança e batuque Cambindas de Triunfo e co-fundou a Fundação Cultural Ambrosino Martins e o Festival Munguzá Sonoro. Idealizou o grupo A Cristaleira, projeto de coco e poesia, uma das expressões culturais mais representativas do Sertão do Pajeú.</p>
<p dir="ltr">Com quase 20 anos de carreira, entrelaçando poesia e performance na música. A oralidade é a base de sustentação para expressar a palavra em sua multidisciplinaridade artística. A relação de Jéssica com o audiovisual tem seu início junto ao Festival de Cinema de Triunfo, participando das formações, exibições e debates. Depois com a Oficina de Videoclipe Experimental com Marco Bonachela e Olivia Godoy. Foi Curadora do Cine Pantim e Cine Tamborete, cineclube do Coletivo Pantim e do Festival Munguzá Sonoro. Produziu, dirigiu e atuou nos videoclipes Reza feat Luana Flores e Terra Remix da Radiola Serra Alta feat Ciel Santos, ambos gravados em Triunfo.</p>
<p dir="ltr"> Suas músicas estão na trilha sonora de filmes como “Desyrrê”, “Cambinda do Alto Eu Vim”, entre outras produções da cidade. Em 2023, Jéssica Caitano criou a trilha sonora da série &#8220;O Canto Delas&#8221;, dirigida por Tuca Siqueira. Neste ano, lançou, junto à Dona Marias Produtora, o documentário &#8220;É Cantando que eu me Liberto&#8221; e o vídeo-poesia experimental &#8220;Testando o Tempo Quando o Vento Vem Improvisado&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Jéssica Caitano é um nome vibrante na cena da música independente, indicada ao prêmio Women&#8217;s Music Events Award &#8211; WME, na categoria &#8220;Escuta as Minas&#8221;, pelo Spotify em 2019. Recebeu o Prêmio do Janeiro de Grandes Espetáculos da Copergás de Teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco, em 2021, por sua intensa, inquieta e expressiva atividade artística durante a pandemia. Realizando apresentações, shows, festivais e feiras literárias por todo o país e também no exterior, em países como Inglaterra e França.</p>
<p dir="ltr">Seu discurso poético reivindica o cânone, a retomada da narrativa, temporalidade, oralidade, territorialidade, diversidade, gênero e resistência. Jéssica Caitano é uma artista que sabe de onde vem e para onde vai. Jéssica Caitano reverbera o legado, a fé, a arte e a luta das mulheres sertanejas. Jéssica Caitano nos ensina: o Sertão vai virar Maria.</p>
<p><strong>Teco de Agamenon</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/TECO-DE-AGAMENON.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114911" alt="TECO DE AGAMENON" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/TECO-DE-AGAMENON-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O multiartista triunfense Agamenon Gonçalves Lima Filho, conhecido artisticamente como Teco de Agamenon, recebe homenagem especial no 15ª Festival de Cinema de Triunfo. Teco de Agamenon, hoje com 67 anos, desenvolveu diversos trabalhos culturais. Começou  no teatro em 1965 e, no mesmo ano, iniciou seu trabalho na criação de máscaras. Em 2010, passou a trabalhar com audiovisual com a Mont Serrat Filmes. Foi premiado em 2012 como melhor ator no Festival de Cinema de Taquaritinga do Norte ao participar do filme “Mais que cinzas”. Além disso, recebeu a premiação de melhor ator no Festival de Cinema de Exu  pelo filme “Entre lua a casa é sua”.</p>
<p dir="ltr">Quem conhece Triunfo e sua riqueza cultural, inevitavelmente, encontrou Teco de Agamenon. Seja nas praças, no Theatro Cinema Guarany ou nas exposições artísticas, seu trabalho artístico é um manifesto vivo. Guardião da cultura triunfense e do Patrimônio Imaterial do Estado de Pernambuco, os Caretas, Teco de Agamenon transcende as fronteiras artísticas como artesão, poeta, fazedor de cinema e ator. Teco é, podemos afirmar, guardião da história cultural de Triunfo do Pajeú. Descendente de caboclos, filho de Agamenon Gonçalves Lima e Hermina Correia Araújo, Teco de Agamenon é hoje homenageado por dedicar sua arte, seu trabalho e o seu coração à preservação da cultura e da história de Triunfo. Sua trajetória é a memória viva da cultura material, simbólica e patrimonial de Pernambuco.</p>
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		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo tem programação divulgada</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 18:46:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pernambuco é terra de cinema e chegou a hora, mais uma vez, do Sertão do Pajeú mostrar a vocação do estado em fortalecer e celebrar o audiovisual local e nacional. Entre os dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Cinema de Triunfo realiza sua 15ª edição, com o centenário Theatro Cinema Guarany abrindo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/THEATROCINEMAGUARANYFelipeSoutoMaiorFundarpeSecultPE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114735" alt="Felipe Souto Maior/Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/THEATROCINEMAGUARANYFelipeSoutoMaiorFundarpeSecultPE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Pernambuco é terra de cinema e chegou a hora, mais uma vez, do Sertão do Pajeú mostrar a vocação do estado em fortalecer e celebrar o audiovisual local e nacional. Entre os dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Cinema de Triunfo realiza sua 15ª edição, com o centenário Theatro Cinema Guarany abrindo suas portas para mostras de curtas e longas, além de atividades formativas, debates e uma série de outras ações que farão a cidade respirar cinema durante uma semana. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Prefeitura Municipal de Triunfo, do Sesc e da Associação Comercial de Triunfo.</p>
<p>A programação deste ano segue abraçando a pluralidade, descentralização e inventividade que já são as marcas do festival. Curtas, médias e longas oriundos de todos os cantos do estado, do Nordeste e do Brasil estão presentes, com a tela do Theatro Cinema Guarany recebendo narrativas e imagens que estimulam debates sobre a diversidade da cultura brasileira,  com uma curadoria que buscou equilibrar diferentes gêneros e formatos, como ficção, documentário, cinema experimental e videodança, além de uma programação especial para o público infanto-juvenil e a Mostra Judith Quinto, realizada pelo Sesc.</p>
<p>“O Festival de Cinema de Triunfo é um momento muito importante do calendário do audiovisual tanto do estado, como do Nordeste e do Brasil. Ele chega em sua 15ª edição consolidado como um espaço de encontros e trocas para a cadeia produtiva, mostrando que a força do cinema no nosso estado não se concentra apenas na capital, mas abrange toda sua extensão territorial”, afirma a Secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>A abertura oficial do festival será realizada às 18h, no Theatro Cinema Guarany, iniciando também a mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais, seguida do primeiro longa do festival, o paraibano Cervejas no Escuro, de Tiago A. Neves. Também compõe a mostra de longa os títulos Tijolo por Tijolo (Victória Álvares e  Quentin Delaroche, PE), Citrotoxic (Júlia Zakia, SP), Sekhdese (Graciela Guarani e Alice Gouveia) e Légua Tirana (Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka, PE)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/TijoloporTijolo-min.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114736" alt="TijoloporTijolo-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/TijoloporTijolo-min-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>“A nossa programação busca incentivar a participação do público nos debates, fortalecendo o diálogo entre realizadores e espectadores. Além de buscar criar um espaço de troca e reflexão crítica sobre os temas abordados nos filmes, com uma seleção de obras que exploram questões como ancestralidade, identidade de gênero, territorialidade, cultura popular e tradições regionais”, explica a Coordenadora de Audiovisual da Secult-PE, Maria Samara.</p>
<p><strong>OFICINAS</strong></p>
<p>As atividades formativas, um dos principais braços do Festival de Cinema de Triunfo, serão realizadas na Fábrica de Criação Popular do Sesc e na Escola Municipal Milton Pessoa, na zona rural de Triunfo. A primeira, Oficina de Crítica Cinema na Palma das Mãos, começa uma semana antes do festival, entre os dias 3 e 6 de dezembro, sendo ministrada por Ingá Patriota, de onde também sairão os votantes do júri popular, com inscrições abertas até o dia 25/11.</p>
<p>Já nos dias 11 e 12 de dezembro, começa a oficina Aquilombalab, voltada para a distribuição de curtas-metragens, ministrada por Anna Andrade. O momento é voltado às trabalhadoras do audiovisual e busca criar um espaço de fortalecimento da estrutura feminina e negra atuante no Nordeste.  A programação contará com dois encontros presenciais em que as profissionais irão compartilhar suas experiências e reflexões sobre as áreas de atuação no audiovisual.</p>
<p>Sucesso na edição passada, a oficina Outros Sertões e o Minuto retorna neste ano, ministrada por Mila Nascimento, Uilma Queiroz, Alexandehn, com monitoria de Crawd, agora sendo realizada na Escola Municipal Milton Pessoa, na zona rural de Triunfo, com um público formado por estudantes do ensino fundamental e da Educação para Jovens e Adultos (EJA). A iniciativa proporcionará aos sertanejos conhecimento teórico e prático para serem protagonistas da construção de sua identidade e de seu desenvolvimento cultural por meio do audiovisual. Ao fim da oficina, eles produzirão um vídeo de 1 minuto, desde a criação do roteiro, filmagem, captação e tratamento de áudio, até a edição final, passando por todas as etapas: pré-produção, filmagem e pós-produção.</p>
<p>Quem também retorna é o coletivo CineRuaPE, que traz duas atividades para esta edição do festival, ambas no dia 14 de dezembro. A primeira será uma mesa de debate sobre cinemas de rua do Sertão do Pajeú, discutindo as relações entre produção cinematográfica e oferta de salas de cinema, a distribuição, a formação de público, a produção e a sustentabilidade da produção cinematográfica. A segunda atividade será uma visita guiada ao Theatro Cinema Guarany, destacando sua história e características únicas que o torna referência cultural do nosso festival.<br />
<strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>SEGUNDA-FEIRA (09/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">18h |Cerimônia de abertura</p>
<p dir="ltr">19h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Kruarã &#8211; Território Ancestral (Outro, 6 min, 2024, Triunfo-PE, Livre), de Zinid<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e Ensurdecidos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Kruarã – Território Ancestral, incita a reflexão sobre a perda do território do povo KARIRI e o apagamento histórico da religiosidade, da memória social e cultural do povo originário de Triunfo-PE.</p>
<p>Dinho (Ficção, 20 min, 2023, Recife-PE, 10 anos), de Leo Tabosa<br />
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A vida de Dinho é marcada por abandonos. Agora, sua mãe biológica retorna prometendo ficar, enquanto seu melhor amigo está para partir.</p>
<p dir="ltr">SER TRAVA NO SERTÃO TRANSGRESSORA (Documentário, 45 min, 2021, Arcoverde-PE, Livre), de Luís Massilon da Silva Filho</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A vida e a arte de três artistas travestis no interior de Pernambuco, a relação com o território, a sensibilidade, poeticidade e transgressão que essas artistas transmitem, transfiguram, travalham com sua arte.</p>
<p dir="ltr">RHEUM (Experimental, 2 min, 2024, Salvador, BA, Livre), de Rayana França</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Permeada pela liricidade do sonho, RHEUM acompanha a experiência sinestésica de Remela. Com trilha sonora autoral e sendo produzido em animação com areia, o curta trabalha o suspense criado pelo subconsciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>20h30 | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p dir="ltr">Cervejas no escuro (Experimental, 83 minutos, 2023, Princesa Isabel &#8211; PB, 12 anos), de Tiago A. Neves</p>
<p dir="ltr">Sinopse: O luto pela morte do marido é também a oportunidade para Edna refazer o filme que foi a sua vida e encontrar por trás dessa aventura amizades e situações cujos enlaces costuram o passado histórico local à sua própria vida.</p>
<p>Debate após sessão</p>
<p dir="ltr"><strong>TERÇA-FEIRA (10/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Navio (Ficção, 11 min, 2023, Natal-RN, Livre), de Alice Carvalho, Larinha R. Dantas e Vitória Real</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A catadora Dandara vaga invisível pela cidade. O encontro com Exu Mirim a leva para o fundo da memória.</p>
<p dir="ltr">Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade Viva na Pele Talhada (Documentário, 24 min, 2024, Poço Redondo &#8211; SE, Livre), de Bruno Marques.<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e Ensurdecidos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A arte de talhar o couro está na família de Mestre Orlando Félix há gerações. Foi a partir desse saber que o filme “Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade Viva na Pele Talhada” foi pensado. Gravado na cidade de Poço Redondo, o documentário revela um pouco da história do couro no Sertão nordestino a partir da vida de Seu Orlando.</p>
<p dir="ltr">SOCORRO &amp; MAZÉ (Documentário, 18 min, 2024, Surubim &#8211; PE, Livre), de João Marcelo</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A história de duas artistas nascidas e criadas sob o sol escaldante em plena caatinga do Nordeste brasileiro, alimentava um sonho de um dia prosperarem através da música. No caminho, muitas dificuldades, enganadas, vão ao fundo do poço e ressurgem no ritmo da perseverança, do trabalho e na resistência em celebrar o autêntico forró.</p>
<p dir="ltr">Carniceiros (Terror, 24 min, 2023, Petrolina -PE, 12 anos), de Geisla Fernandes e  Wllyssys Wolfgang Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/carniceiros.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114737" alt="carniceiros" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/carniceiros-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Sinopse: Abraão e seus filhos vagueiam sem rumo, evitando os contaminados. Judite e sua família se mantêm unidos por uma única causa: a sobrevivência. Em um mundo onde a desconfiança substituiu a generosidade, os riscos se intensificam a cada momento.</p>
<p dir="ltr">Miração (Experimental, 10 min, 2024, Ouricuri- PE, Livre), de Agamenon Porfírio<br />
Sinopse: &#8220;Miração&#8221; se refere ao estado visionário experimentado em momentos de alteração da consciência. Aqui, &#8220;mirar&#8221; não se limita apenas ao ato de olhar, mas à conjunção entre ação e contemplação. É esse estado de &#8220;miração&#8221; que norteia o protagonista, que sonha e</p>
<p dir="ltr">consegue enxergar muito além do imediatamente visível. O curta, através do olhar do personagem, reflete sobre questões como o tempo, o deslocamento de si e da sua terra, além do desejo e do ímpeto de retornar. Uma espécie de road movie onírico de volta para o sertão.</p>
<p>SUSTENTA A PISADA! (Videodança, 7 min, 2024, Arcoverde-PE, Livre), de Jéssika Betânia</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Hoje é impossível pensar o coco de Arcoverde sem o tamanco e os passos do trupé. Sua pisada ímpar e cativante é carregada de ancestralidade e ritmo. A grande maioria dos passos utilizados hoje pelos grupos da cidade foram criados por Valete Gomes, que faz parte da primeira geração de dançarinos após a inovação do tamanco de madeira trazida por Lula Calixto. Então, por que não deixar que os pés de Valete contem essa história?</p>
<p dir="ltr">
20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p>TIJOLO POR TIJOLO (Documentário, 104 min, 2024, Recife-PE, Livre), de Victória Álvares e  Quentin Delaroche</p>
<p dir="ltr">Sinopse: No Ibura, periferia do Recife, Cris tem a impressão de que tudo está por um fio. Ela e o marido perderam os empregos no início da pandemia de Covid e também a casa em que moravam com 3 crianças pequenas, por risco de desabamento. Grávida do quarto filho e em busca de uma laqueadura, ela trabalha como micro-influenciadora digital, enquanto tenta reconstruir a casa e reestruturar a vida.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr"><strong>QUARTA-FEIRA (11/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">14h I Mostra especial: sessão questões de gênero</p>
<p dir="ltr">Questões de gênero (Documentário, 28 min, 2024, Serra Talhada &#8211; PE, Livre), de Marlom Meirelles</p>
<p dir="ltr">Sinopse: O primeiro episódio da série &#8220;Questão de Gênero&#8221; apresenta um grupo de drag queens que reside em Serra Talhada, principal município da mesorregião do Sertão pernambucano. Na terra lembrada pelo nascimento de Lampião, arquétipo do chamado ? cabra macho? Nordestino, as personagens usam e abusam da arte para questionar e desconstruir os modelos tradicionais de masculinidade da região e a partir dos seus corpos, implantar e promover o germe da mudança social no espaço onde vivem, trabalham e resistem.</p>
<p dir="ltr">14h30 |Debate após sessão</p>
<p dir="ltr">18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Solange Não Veio Hoje (Ficção, 20 min, 2024, Salvador &#8211; BA, Livre), de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Alan é um homem de classe média que está acostumado a ser sempre servido. Um dia, de repente, Solange, que trabalha como funcionária em sua casa, desaparece misteriosamente. Ele então começa a mergulhar no caos que vai tomando proporções catastróficas.</p>
<p>Samuel foi trabalhar (Ficção, 17 min, 2024, Maceió-AL, 10 anos), de Janderson Felipe e Lucas Litrento</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na véspera de deixar a informalidade e ser contratado, Samuel é assombrado pelo seu instrumento de trabalho: a fantasia de engenheiro.</p>
<p dir="ltr">Flor do Coco (Documentário, 15 minutos, 2024, Toritama &#8211; PE, Livre), de Vinícius Tavares</p>
<p dir="ltr">Sinopse: “Flor do Coco” é um mergulho na poesia de Maria Ozana, uma mulher à frente de seu tempo. Residente de Toritama-PE, Ozana desafia estereótipos enquanto navega entre suas múltiplas identidades: escritora, poeta e vendedora de cocadas.</p>
<p dir="ltr">Mulher Maracatu (Documentário, 23 min, Nazaré da Mata- PE, 2023, Livre), de Carlota Pereira e Dani Cano</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Mulher Maracatu traz a coragem de Dona Maria José Marques, a conhecida Cabocla Zezinha, que foi a primeira mulher a vestir a indumentária de caboclo de lança do maracatu rural, onde só os homens eram os brincantes. Mulheres de dentro do universo dessa cultura popular, que por muito tempo foram excluídas por crendices anacrônicas, falam como Dona Zezinha abriu o caminho para dar espaço a outras vozes dentro da brincadeira. A relação das mulheres com o maracatu em Nazaré da Mata e região se relaciona com aquilo que se manifesta na alegria: fazer a cultura ser para todas as pessoas.</p>
<p dir="ltr">Moagem (Documentário, 16 min, 2024, Tabira &#8211; PE, Livre), de Odília Nunes<br />
Acessibilidade: legendagem descritiva.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Moagem capta a dura e doce empreitada de homens que plantam e colhem a cana de açúcar para a produção de rapadura no Sertão do Pajeú pernambucano. A cada ano a tradição dos engenhos diminui e fazer a moagem torna-se resistência e encontro.</p>
<p dir="ltr">O Bombeiro (Documentário, 3 minutos, 2022, Recife &#8211; PE, Livre), de Mozart Albuquerque</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Um viveiro de agaves silvestres em documentário animado.</p>
<p>20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p>CITROTOXIC (Ficção, 84 min, 2023, Amparo- SP, Livre), de Julia Zakia</p>
<p dir="ltr">Acessibilidade: audiodescrição, libras e cc.</p>
<p>Sinopse: Bianca e sua filha Serena, de 7 anos, vivem em meio aos excessos e toxicidades da vida urbana. Depois de uma advertência médica, elas se retiram rumo ao interior para um fim de semana perto da natureza. Lá encontram Zé, um trabalhador rural, que aplica veneno na fazenda vizinha. Inquietações surgem a partir da angústia da mãe sobre o perigo do veneno, e da espontânea conexão entre a menina e Zé.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr"><strong>QUINTA-FEIRA (12/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">14h | Ritual sagrado com as crianças Angico Pankararu</p>
<p dir="ltr">14h30 |Sessão Cine Sesc apresenta Mostra competitiva de curta e média-metragem infanto-juvenil</p>
<p dir="ltr">Era uma noite de São João (Musical, 11 min, 2022, João Pessoa &#8211; PB, Livre), de Bruna Velden<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Dona Dorinha, uma viúva idosa cumprindo quarentena no interior do Sertão, relembra da janela de seu sobradinho a sua história de vida através das festas juninas da cidade ao longo dos anos.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/EraUmaNoitedeSãoJoão.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114738" alt="EraUmaNoitedeSãoJoão" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/EraUmaNoitedeSãoJoão-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">CÓSMICA (Documentário, 7 min, 2022, João Pessoa &#8211; PB, Livre), de Ana Bárbara Ramos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Num mundo onde a crise climática atinge proporções críticas, Iara decide falar com a Terra. Com uma visão pura e coração determinado, ela escreve uma carta para expressar seu amor pelo planeta e principalmente convocar outras crianças numa missão que ela considera de extremo valor: salvar o planeta das besteiras dos adultos.</p>
<p dir="ltr">Como Chorar Sem Derreter (Ficção, 15 min, 2024, Rio de Janeiro &#8211; RJ, Livre), de Giulia Butler</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Depois de ter segurado o choro por tempo demais, os olhos de Elizabeth estão secos. Em casa, ela conta o que está acontecendo para a estranha menina que vive com ela. A criança então inventa uma máquina para salvá-la.</p>
<p dir="ltr">Super-Herois (Aventura, 11 min, 2022, Brasília &#8211; DF, Livre), de Rafael de Andrade<br />
Acessibilidade: Audiodescrição</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Os super-herois famosos se ocupam dos problemas dos adultos, mas as crianças também têm seus super-herois, sempre prontos para ajudar a resolver seus dilemas. Herois anônimos podem estar mais perto do que imaginamos e, neste divertido filme, eles serão relevados.</p>
<p dir="ltr">YADEDWA SEETÔ (Ficção, 13 min, 2024, Petrolândia &#8211; PE, Livre), do Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indígena Angico Pankararu.<br />
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e legenda descritiva.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Yadedwa Seetô (Menino Pássaro) é um filme criado e estrelado por crianças da comunidade Angico Pankararu, Sertão de Pernambuco. A história gira em torno de Seetô, um menino que embarca em uma jornada mágica pelos cenários da caatinga, vivenciando experiências incríveis. Após ser picado por uma cobra, ele recebe auxílio dos seres místicos da mata e do rio, como a Comadre Fulozinha, os pássaros e outros seres da natureza. Ao buscar sua própria libertação, Seetô também acaba libertando diversos seres que o acompanham em sua aventura pela caatinga. Um filme emocionante que nos faz refletir sobre a conexão entre todos os seres vivos e a importância da liberdade.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr">
18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Emerenciana (Documentário, 12 min, 2023, Curitiba &#8211; PR, Livre), de Larissa Nepomuceno<br />
Acessibilidade: Audiodescrição e legenda para surdos e ensurdecidos.<br />
Sinopse: Ela teve nome, sobrenome e uma história, mas por ser negra e pobre teve sua identidade apagada. Emerenciana Cardoso Neves.</p>
<p><em id="__mceDel">Mansos (Ficção, 20 min, 2024, Cuiabá &#8211; MT, 14 anos), de Juliana Segóvia</em></p>
<p dir="ltr"><em id="__mceDel">Sinopse: Benedita é uma jovem que cresceu com uma marca em seu passado: o assassinato de sua mãe, Tereza. Benedita, agora liderança, fará valer a luta de sua mãe em uma busca incessante por vingança.</em></p>
<p dir="ltr">
Uma Irmã Mais Velha (Documentário, 25 min, 2024, Recife &#8211; PE, Livre), de Drica Mendes<br />
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A história da população negra brasileira pode ser revisitada por muitos ângulos, sendo um deles o de uma mulher negra. Inaldete Pinheiro de Andrade esteve presente na formação do movimento negro em Pernambuco e tem sua trajetória entrelaçada com a história de luta e reexistência da população afro-pernambucana. A circularidade do tempo se revela por meio de suas memórias, um pertencimento “a uma África do lado de lá e uma África do lado de cá”, como também expressa afetos ancestrais grafados em cascas cinza-arroxeadas e avermelhadas do tronco de antigas memórias do seu velho irmão, o Baobá. Inaldete Pinheiro de Andrade apresenta, neste documentário, uma perspectiva sobre o movimento negro pernambucano, mas desvela sobretudo a memória sócio-histórica negra de “Uma Irmã Mais Velha”.</p>
<p dir="ltr">De Pés &#8211; Dom Santana (Musical, 8 min, 2024, Cabo de Santo Agostinho &#8211; PE, Livre), de Cora Fagundes<br />
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na pequena vila Pernambucana, Dom Santana convicto do poder que lhe foi dado por seus ancestrais, se conecta com a magia das divindades que lhe cercam em busca de coragem para viver um grande amor que lhe atravessa.</p>
<p dir="ltr">CAROL (Ficção, 13 min, 2021, Afogados da Ingazeira &#8211; PE, Livre), de Bruna Tavares</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Carol é uma mãe solo na periferia de Recife.</p>
<p>Lilith (Documentário, 15 min, 2022, Afogados da Ingazeira &#8211; PE, 12 anos), de Nayane Nayse</p>
<p dir="ltr"><em id="__mceDel">Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos, Libras e audiodescrição. </em></p>
<p dir="ltr"><em id="__mceDel">Sinopse: Através de relatos, Lilith destaca desigualdades de poder, usando alegorias para expor o estigma da mãe sobrecarregada em um contexto patriarcal interiorano.</em></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Lilith.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114739" alt="Lilith" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Lilith-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>BÚFALA (Experimental, 9 min, 2021, Goiânia &#8211; GO, Livre), de Tothi Santos</p>
<p dir="ltr"><em id="__mceDel">Acessibilidade: Audiodescrição.</em></p>
<p dir="ltr">Sinopse: Descarrego é um documentário no qual a realizadora utiliza-se da performance como um processo catártico para lidar com as memórias de um abuso sofrido por ela em 2013. Nesse auto-retrato escrito em forma de carta, ela rememora os fatos dolorosos do passado como forma de enfrentamento dessa póstuma violência na finalidade de destruir o último objeto que ainda a prende a esse trauma: um guarda-roupas.</p>
<p>20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional<br />
Sekhdese (Documentário, 78 min, 2023, Recife -PE, Livre), de Graciela Guarani e Alice Gouveia</p>
<p>Sinopse: Sekhdese significa sabedoria, em Yathê, língua do povo Fulni-ô, do Nordeste do Brasil. Sabedoria das mulheres indígenas, expondo a luta pela terra, cultura, meio ambiente e o etnocídio do qual são vítimas, pelas investidas das igrejas neopentecostais.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr"><strong>SEXTA-FEIRA (13/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Cinemas de rua de Guaxupé (Documentário, 20 min, 2024, Guaxupé &#8211; MG, Livre), de Eudaldo Monção Jr.<br />
Acessibilidade: Libras</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Os resquícios dos cinemas que já existiram em Guaxupé, como o Cine Theatro São Carlos, evidenciam ao espectador através desta narrativa, histórias da vida de seu público frequentador. O filme abordará também o processo de construção de um cinema de rua na cidade, que contemplará três salas de exibição. Sendo este, um feito inédito no Brasil, atualmente.</p>
<p dir="ltr">A Edição do Nordeste (Documentário, 20 min, 2023, Natal &#8211; RN, 12 anos), de Pedro Fiuza</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Para se inventar uma região é preciso criar sua cultura, de preferência com ajuda do cinema. Inspirado no livro e peça &#8220;A Invenção do Nordeste&#8221;, esta é uma reedição de filmes brasileiros essenciais para a fundação do imaginário nordestino.</p>
<p dir="ltr">O Som da Pele (Documentário, 22 min, 2023, Recife &#8211; PE, Livre), de Marcos Santos Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: “A música não foi feita apenas para ser ouvida, isso é apenas uma parte, mas para ser sentida, isso é o todo”. Foi partindo dessa premissa que o músico e educador Irton Mário da Silva, mais conhecido como mestre Batman, assumiu a missão de levar a música aos não ouvintes e, através do método por ele desenvolvido intitulado musilibras, ensinou garotos e garotas com surdez total ou parcial, oriundos de vários bairros da cidade do Recife e Região Metropolitana, a fazer música&#8230; Esses garotos são hoje os Batuqueiros do Silêncio.</p>
<p dir="ltr">SUA MAJESTADE, O PASSINHO (Documentário, 22 min, 2022, Recife &#8211; PE, 10 anos), de Carol Correia, Mannu Costa<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Entre os morros e as vielas das periferias do Recife ecoam gritos de crianças, música gospel, pontos de orixás e batidas de brega funk. E é no ritmo do &#8220;passinho dos malokas&#8221; que jovens periféricos estão transformando a cena artística da cidade e fazendo-se conhecidos nas redes e no mundo.  Uma música, uma dança. Uma cultura atravessada por questões sociais, econômicas e de gênero.</p>
<p dir="ltr">É Cantando que Eu Me Liberto (Documentário, 29 min, 2024, Triunfo &#8211; PE, Livre), de Tatá Farias</p>
<p dir="ltr">Sinopse: É cantando que eu me liberto&#8221; é o primeiro documentário sobre a história da artista popular de Triunfo Jéssica Caitano, com quase 20 anos de carreira, a obra busca registrar algumas das dimensões que a artista atravessa, é a Jéssica filha, irmã, sobrinha, aluna, mestra, referência pajeuzeira, abordando trajetória, território e oralidade e seu discurso poético que reescreve e atualiza o imaginário do sertão na música popular brasileira.</p>
<p>BucóliCALL (Experimental, 6 min, 2024, Peçanha &#8211; MG, Livre), de Fábio Narciso</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Ligações com o tempo, fixadas no espaço, vindas do interior.</p>
<p>Damião (Musical, 5 min, 2021, São Lourenço da Mata &#8211; PE, 16 ano), de Hórus<br />
Acessibilidade: Legenda e Audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Esta obra é uma homenagem ao Damião, escravizado acusado de assassinar o Português Moreira, feitor do Engenho Cangaçá, no dia 19 de outubro de 1880 em São Lourenço da Mata.</p>
<p dir="ltr">
<strong>20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional </strong></p>
<p dir="ltr">LÉGUA TIRANA (Ficção, 112 min, 2024, Exu &#8211; PE, Livre), de Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka<br />
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Legenda Descritiva.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: LÉGUA TIRANA é um mergulho no universo de paisagens, ritmos e sonoridades de onde LUIZ GONZAGA surgiu para revolucionar a Música brasileira. Seguindo o fluxo de consciência do Artista em seu momento final, LÉGUA TIRANA acompanha o menino Luiz Gonzaga em seu aprendizado de vida. Nesta jornada em busca do seu dom e do seu destino, ele aprende a ouvir o mundo escutando rezadeiras, comboieiros, retirantes e finalmente com Januário – o seu pai e com a própria Natureza. De cada um desses mestres, recolhe o essencial para construir a matriz sonora da sua revolução musical.</p>
<p dir="ltr"><strong>SÁBADO (14/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">10h às 11h | Visita guiada ao Theatro Cinema Guarany, com o Coletivo CineRuaPE<br />
14h às 16h | Cinemas de Rua do Pajeú: retomada, funcionamento e perspectivas em debate<br />
18h | Mostra Judith Quinto<br />
19h | Sessão Outros Sertões e o Minuto</p>
<p dir="ltr">20h | Cerimônia de Premiação do 15º Festival de Cinema de Triunfo</p>
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		<title>Divulgado resultado final do 15º Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 17:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[15º festival de cinema de triunfo]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulga o resultado final dos filmes selecionados para as mostras competitivas  do 15º Festival de Cinema de Triunfo. Confira aqui a lista dos filmes selecionados. Confira aqui a análise dos recursos. As [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulga o resultado final dos filmes selecionados para as mostras competitivas  do 15º Festival de Cinema de Triunfo.</p>
<p>Confira <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Resultado_final_dos_Filmes_Selecionados_pela_ComissA_o_de_AnA_lise_de_MA_rito___15A__Festival_de_Cinema_de_Triunfo___2024.docx-1.pdf">aqui </a>a lista dos filmes selecionados.</p>
<p>Confira<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Resultado_da_anA_lise_dos_recursos___15A__Festival_de_Cinema_de_Triunfo___2024.docx-1.pdf"> aqui</a> a análise dos recursos.</p>
<p dir="ltr">As obras se dividem nas categorias: longa-metragem nacional (duração entre 70 e 150 minutos); curta-metragem (até 15 minutos) e média-metragem nacional (entre 15 e 70 minutos); curta e média-metragem pernambucano; curta e média-metragem infantojuvenil nacional, curta e média-metragem dos Sertões; e filme experimental.</p>
<p dir="ltr">Para estar apto a concorrer nas mostras competitivas, o filme precisava ser realizado por diretor(a) pernambucano(a) ou residente em Pernambuco há pelo menos um ano e/ou por empresa produtora pernambucana. Para a categoria dos Sertões, os filmes precisam ser realizados em cidades do Sertão da região Nordeste. Os proponentes podem ser pessoas físicas, coletivos ou grupos sem personalidade jurídica e pessoa jurídica.</p>
<p dir="ltr">Os filmes selecionados concorrerão ao Troféu Caretas, com o Prêmio do Júri Oficial e do Júri Popular. Cada prêmio destinará R$ 3 mil para o melhor longa, R$ 2 mil para os melhores curtas de cada categoria e R$ 1 mil para o melhor filme experimental. Também haverá troféus Caretas para melhor direção, fotografia, montagem, roteiro, produção, direção de arte, trilha sonora, som, ator e atriz para os longas e curtas. Já o Troféu Fernando Spencer será concedido para o melhor personagem das obras concorrentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Inscrições abertas para as mostras competitivas do 15º Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 20:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[15º festival de cinema de triunfo]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

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		<description><![CDATA[O 15º Festival de Cinema de Triunfo, realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco e da Secretaria de Cultura de Pernambuco, abre as inscrições para os filmes das mostras competitivas desta edição. Elas devem ser feitas exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco até às 16h59 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/FESTIVAL-home-607x4571.png"><img class="alignnone size-full wp-image-110084" alt="FESTIVAL-home-607x457" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/FESTIVAL-home-607x4571.png" width="607" height="457" /></a></p>
<p dir="ltr">O 15º Festival de Cinema de Triunfo, realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco e da Secretaria de Cultura de Pernambuco, abre as inscrições para os filmes das mostras competitivas desta edição. Elas devem ser feitas exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco até às 16h59 do dia 26 de julho.</p>
<p>As obras podem ser inscritas nas categorias: longa-metragem nacional (duração entre 70 e 150 minutos); curta-metragem (até 15 minutos) e média-metragem nacional (entre 15 e 70 minutos); curta e média-metragem pernambucano; curta e média-metragem infantojuvenil nacional, curta e média-metragem dos Sertões; e filme experimental.</p>
<p>Para estar apto a concorrer nas mostras competitivas, o filme precisa ser realizado por diretor(a) pernambucano(a) ou residente em Pernambuco há pelo menos um ano e/ou por empresa produtora pernambucana. Para a categoria dos Sertões, os filmes precisam ser realizados em cidades do Sertão da região Nordeste. Os proponentes podem ser pessoas físicas, coletivos ou grupos sem personalidade jurídica e pessoa jurídica.</p>
<p>As inscrições deverão seguir as especificidades do edital para as formas de envio dos materiais requisitados. As obras serão avaliadas por uma comissão de análise de mérito, composta por representantes da Secult-PE e profissionais de reconhecido saber e competência no campo audiovisual. Serão avaliados aspectos como argumento/roteiro, criatividade, qualidade técnica e qualidade artística.</p>
<p>Os filmes selecionados concorrerão ao Troféu Caretas, com o Prêmio do Júri Oficial e do Júri Popular. Cada prêmio destinará R$ 3 mil para o melhor longa, R$ 2 mil para os melhores curtas de cada categoria e R$ 1 mil para o melhor filme experimental. Também haverá troféus Caretas para melhor direção, fotografia, montagem, roteiro, produção, direção de arte, trilha sonora, som, ator e atriz para os longas e curtas. Já o Troféu Fernando Spencer será concedido para o melhor personagem das obras concorrentes.</p>
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