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	<title>Portal Cultura PE &#187; 16º festival de cinema de triunfo</title>
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		<title>Festival de Cinema de Triunfo encerra 16ª edição e anuncia premiados</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 09:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O Theatro Cinema Guarany foi palco, no sábado (20), da cerimônia de encerramento do 16º Festival de Cinema de Triunfo, reunindo realizadores, estudantes, autoridades e o público para uma noite marcada por premiações, homenagens e reconhecimento à produção audiovisual pernambucana e brasileira. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-12.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122344" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O Theatro Cinema Guarany foi palco, no sábado (20), da cerimônia de encerramento do 16º Festival de Cinema de Triunfo, reunindo realizadores, estudantes, autoridades e o público para uma noite marcada por premiações, homenagens e reconhecimento à produção audiovisual pernambucana e brasileira. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Ao longo de seis dias de programação, o evento promoveu mostras competitivas, sessões especiais, oficinas, ações educativas e encontros formativos, consolidando-se como um importante espaço de difusão, formação e valorização do cinema, especialmente no Sertão do estado.</p>
<p dir="ltr"><strong>BOLSA DE ESTUDOS -</strong> Um dos momentos de destaque da noite foi a entrega de uma bolsa integral para o curso online de Cinema da Academia Internacional de Cinema (AIC) ao estudante Jesus Cabral, do EREM Alfredo de Carvalho. A premiação reconheceu sua participação de destaque em oficina formativa realizada durante o festival, marcada por escuta atenta, iniciativa e criatividade.</p>
<p dir="ltr">A ação é fruto de parceria entre a Secult-PE e a Academia Internacional de Cinema, reforçando o investimento na formação de jovens talentos e no estímulo à criação audiovisual.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-32.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122345" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">“Quando a gente pensa o festival, pensa justamente nesse espaço de oportunidades, de garantir acesso para pessoas que historicamente não tiveram esse acesso assegurado. Esse momento é muito importante porque aquece o nosso coração e coloca a juventude no protagonismo do audiovisual. É impossível eu não olhar para nós três e perceber como a política pública muda a vida das pessoas. Somos três pessoas negras dentro de um cinema de rua do Estado de Pernambuco, construindo a cultura do nosso Estado e garantindo que essa arte continue viva. Quando falamos de política pública continuada, olhamos para o Festival de Cinema de Triunfo como um exemplo de acesso, formação e oportunidades”, ressaltou a secretária executiva de Cultura do Estado, ao lado do estudante Jesus Cabral e Simon Filmes, um dos facilitadores da oficina.</p>
<p dir="ltr">“Hoje eu venho aqui como cidadão triunfense, nordestino e negro. Venho para reforçar que, enquanto jovem negro de escola pública, a vida não é fácil para a gente. Estar aqui hoje mostra que todo o esforço que faço na escola e na minha vida, tentando não seguir um futuro difícil, está valendo a pena”, celebrou o aluno emocionado.</p>
<p dir="ltr"><strong>HOMENAGENS -</strong> A programação da noite contou ainda com a exibição do curta-metragem Presente de Aniversário, dirigido por Uilma Queiroz, uma das homenageadas desta edição, ao lado da atriz, realizadora e curadora Cíntia Lima, e do guardião da tradição dos Caretas, Nino Abraão.</p>
<p dir="ltr">Outra homenagem foi dedicada ao realizador Marcos Carvalho, reconhecido por sua contribuição ao cinema produzido no Sertão do Pajeú, em carta lida pelo artista local Teco de Agamenon.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-71.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122346" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (7)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-71-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A noite de encerramento também celebrou a quarta edição da Mostra Judith Quinto, dedicada à valorização da produção audiovisual local. A mostra leva o nome de Judith Quinto, conhecida carinhosamente como Ju ou Juju, que trabalhou durante muitos anos na bilheteria do Theatro Cinema Guarany. Figura marcante da história do espaço, Judith contribuiu de forma afetiva para a construção da memória do cinema em Triunfo, ao lado de seu irmão Bau, que atuava como maquinista.</p>
<p dir="ltr">A sessão exibiu um recorte de curtas-metragens resultantes da ação literária Nos Rastros das Serpentes: entre causas e causos triunfenses, processo criativo que ressignifica a lenda da Serpente do Açude a partir de vivências, memórias e imaginários locais.</p>
<p dir="ltr">A cerimônia de encerramento também foi dedicada a premiar os filmes exibidos durante o festival, julgados por diferentes júris que reuniram profissionais do audiovisual, da cultura e representantes da sociedade civil. Confira lista dos premiados:</p>
<h2 dir="ltr">Premiação – 16º Festival de Cinema de Triunfo</h2>
<h3 dir="ltr">Júri Popular – Curtas, Médias e Filme Experimental</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Nacional<br />
Iluminação Especial 7.0, de Mayara Bezerra<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Infantojuvenil<br />
Lá na Frente, de Márcio Andrade<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Pernambucano<br />
Ô Celina, Ô Celina – Biu Neguinho, de Jadson André e Sheilla Moreno<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem dos Sertões<br />
Pé de Chinelo, de Cátia Cardoso<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Filme Experimental<br />
Recife – Enquanto os Monstros Dormem, de Wídio Joffre<br />
Prêmio: R$ 2.000</p>
</li>
</ul>
<h3 dir="ltr">Júri Popular – Longa-Metragem Nacional</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Longa-Metragem Nacional<br />
Originárias, de Marcília Cavalcante Barros<br />
Prêmio: R$ 6.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção Honrosa<br />
Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3 dir="ltr">Júri Oficial – Curtas, Médias e Filme Experimental (Troféu Caretas)</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Atriz<br />
Lacerda, por Mal Sagrado</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Ator<br />
Pedro Lucas, por Queimando por Dentro</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Som<br />
Lucas Coelho, por Boiuna</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Trilha Sonora<br />
Renato Izaías e Lucas Oliveira, por Ecos do Tempo</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção de Arte<br />
Gustavo Costa, por Mal Sagrado</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Produção<br />
Luis Fernando Pontes, por Boiuna</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Roteiro<br />
Cátia Cardoso, por Pé de Chinelo</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Montagem<br />
Matheus Farias, por Queimando por Dentro</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Fotografia<br />
Sylara Silvério, por Akaîutí</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção<br />
Fábio Narciso, por Um Dia de Todos os Dias</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Filme Experimental<br />
Ecos do Tempo, de Renato Izaías<br />
Prêmio: R$ 2.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem dos Sertões<br />
Pé de Chinelo, de Cátia Cardoso<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Infantojuvenil<br />
Lá na Frente, de Márcio Andrade<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Pernambucano<br />
Mar de Dentro, de Lia Letícia<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Nacional<br />
O Céu Não Sabe Meu Nome, de Carol Aó<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Troféu Fernando Spencer – Melhor Personagem (Curtas, Médias e Experimental)<br />
Ô Celina, Ô Celina – Biu Neguinho, de Jadson André e Sheilla Moreno<br />
Menção Honrosa: Encruza, de Guilherme Cavalcanti e Rafael Costa</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3 dir="ltr">Júri Oficial – Longa-Metragem Nacional</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Troféu Fernando Spencer – Melhor Personagem<br />
Olinda Tupinambá, por Originárias</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Atriz<br />
Danny Barbosa, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Ator<br />
Antônio Marcelo, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Som<br />
Guma Farias e Érico Paiva, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Trilha Sonora<br />
João Victor Barroso, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção de Arte<br />
Carol Tanajura, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Produção<br />
Priscila Lima e Teta Maia, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Roteiro<br />
Susan Kalik, Claudia Barral e Marcos Barbosa, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Montagem<br />
Lucilo Jota e Quito Ribeiro, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Fotografia<br />
Petrus Cariry, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção<br />
Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Longa-Metragem Nacional<br />
Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa<br />
Prêmio: R$ 6.000</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Premiação – Júris Especiais</h2>
<h3 dir="ltr">Prêmio Cineclubista – Melhor Filme para Reflexão (FEPEC)</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Vencedor: Um Dia de Todos os Dias, dirigido por Fábio Narciso</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção honrosa: Areias do Céu, de Virgínia Guimarães</p>
</li>
</ul>
<h3 dir="ltr">Troféu do Júri Especial – APECI/ABD-PE</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Vencedor: Sertão 2138, dirigido por Deuilton B. Júnior</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção honrosa: Mar de Dentro, dirigido por Lia Letícia</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção honrosa: Iluminação Especial 7.0, de Mayara Bezerra</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Penúltimo dia do Festival de Cinema de Triunfo destaca memória, território e resistência no audiovisual</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/penultimo-dia-do-festival-de-cinema-de-triunfo-destaca-memoria-territorio-e-resistencia-no-audiovisual/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 00:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O penúltimo dia da 16ª edição do Festival de Cinema de Triunfo foi marcado por reflexões sobre memória, identidade e pertencimento. Nesta sexta-feira (19), o histórico Theatro Cinema Guarany recebeu as últimas mostras competitivas e especiais do festival, além de atividades formativas que dialogaram diretamente com a história e a resistência da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122335" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (5)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O penúltimo dia da 16ª edição do Festival de Cinema de Triunfo foi marcado por reflexões sobre memória, identidade e pertencimento. Nesta sexta-feira (19), o histórico Theatro Cinema Guarany recebeu as últimas mostras competitivas e especiais do festival, além de atividades formativas que dialogaram diretamente com a história e a resistência da exibição cinematográfica no interior de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>FORMAÇÃO -</strong> No eixo de formação, a Fábrica de Criação Popular sediou, das 10h às 12h e das 13h às 16h, a oficina Estratégias de Retomada de Cinemas de Rua na Atualidade, ministrada pelas realizadoras Priscila Urpia e Bruna Tavares, do Coletivo #CineRuaPE. A atividade promoveu um debate sobre o papel contemporâneo dos cinemas de rua e suas possibilidades de reocupação como espaços culturais vivos, em diálogo direto com a trajetória do Theatro Cinema Guarany, símbolo da resistência do cinema de exibição no interior do estado.</p>
<p dir="ltr">“É muito importante debater esse assunto e trocar experiências com as pessoas que estão representando as salas de cinema. O encontro também permite essa troca, o aflorar das emoções e o contato direto. Para nós, é muito importante provocar reflexões e fazer com que as pessoas pensem nesses espaços de exibição para além do ato de fazer filmes”, destacaram Priscila Urpia e Bruna Tavares.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-8.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122336" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (8)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-8-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>MOSTRAS -</strong> À noite, o festival apresentou a mostra Toda Terra Guardará Nossas Vozes, reunindo documentários e filmes experimentais que abordam memória, território, identidade e as narrativas que moldam o Nordeste. Foram exibidos os curtas <em>Mar de Dentro</em>, de Lia Letícia; <em>Areias do Céu</em>, de Virgínia Guimarães; <em>As Duas Faces de Eva</em>, do Coletivo Cinema no Interior; <em>Noé da Ciranda</em>, de João Marcelo e <em>Iluminação Especial 7.0</em>, de Mayara Bezerra. As obras funcionam como testemunhos da força dos povos do Sertão, da diversidade cultural da região, da sabedoria das comunidades tradicionais, da arte popular e da resistência cotidiana transformada em cinema.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122337" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (7)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Cavralho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do dia, às 20h, foi exibido o longa-metragem <em>Gravidade</em>, dirigido por Leo Tabosa. A ficção propõe um entrelaçamento entre mistério, afetos e memórias, utilizando uma espécie de ficção científica emocional para tomar o colapso da Terra como metáfora dos colapsos internos vividos pelas personagens.</p>
<p dir="ltr"><strong>PRAÇA -</strong> Paralelamente, a sessão Cinemas de Brincar, realizada na Praça do Avião entre os dias 17 e 19 de dezembro, apresentou uma seleção de filmes voltados à infância e à imaginação. Na programação da sexta-feira, as obras exploraram a imaginação como prática contínua, por meio do desenho, da brincadeira e do pertencimento, reunindo produções de realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-31.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122339" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A exibição, organizada pelo realizador Caio Dornelas, exibiu ainda um filme produzido por crianças da comunidade quilombola de Águas Claras, feito em oficina ministrada pela diretora e artista visual Lia Letícia, que apresentou a sessão:</p>
<p dir="ltr">“O projeto nasce a partir dessas conversas das crianças com as pessoas mais velhas, nas quais elas criam histórias por meio das brincadeiras. O filme ficou bem divertido. O projeto propõe essa troca entre as comunidades, o lugar onde nós, realizadores e educadores, precisamos estar. Falamos das lutas dos povos originários e dos povos negros, e acredito que elas começam de dentro para fora da sociedade, nas comunidades”, ressaltou.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-41.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122338" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (4)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-41-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Festival de Cinema de Triunfo segue até o sábado (20), com a cerimônia de encerramento e premiação dos filmes.</p>
<p dir="ltr">Em sua 16ª edição, o festival se consolida como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Mais informações estão disponíveis no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
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		<item>
		<title>Quinto dia do Festival de Cinema de Triunfo reforça temáticas como formação, infância e imaginação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/quinto-dia-do-festival-de-cinema-de-triunfo-reforca-tematicas-como-formacao-infancia-e-imaginacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 14:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE Em seu quinto dia, o 16º Festival de Cinema de Triunfo manteve o compromisso com a formação cultural, a descentralização das ações e o diálogo com novos públicos. Nesta quinta-feira (18), o histórico Theatro Cinema Guarany foi palco de sessões dedicadas ao público infantojuvenil, além de atividades formativas realizadas em diferentes territórios, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122324" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Em seu quinto dia, o 16º Festival de Cinema de Triunfo manteve o compromisso com a formação cultural, a descentralização das ações e o diálogo com novos públicos. Nesta quinta-feira (18), o histórico Theatro Cinema Guarany foi palco de sessões dedicadas ao público infantojuvenil, além de atividades formativas realizadas em diferentes territórios, com encerramento da programação às 20h, com a exibição do longa-metragem Jamary, dirigido por Begê Muniz.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;"><strong>FORMAÇÃO -</strong> No eixo de formação, o festival deu continuidade, nesta quinta-feira, à iniciativa inédita de descentralização, com a realização de oficinas no quilombo Santa Rosa, em parceria com a Gerência de Educação e Direitos Humanos (GEDH/Secult-PE). Ministradas por Sandra Silva e Iyadirê Zidanes, as atividades tiveram como foco o fortalecimento das identidades quilombolas, o estímulo à autonomia criativa e a ampliação do acesso a ferramentas para a elaboração de projetos culturais.</p>
<p dir="ltr">“Uma das prioridades do Governo do Estado é a formação. Por isso, chegamos ao Festival de Triunfo com ações voltadas à elaboração de projetos e portfólios, especialmente em um território descentralizado como o Quilombo Santa Rosa. A proposta é orientar esses fazedores de cultura sobre como aprimorar suas entregas, trazendo informações e pontos fundamentais sobre como acessar os recursos públicos. Desburocratizar o acesso é essencial, assim como garantir que a política cultural chegue a lugares onde ela historicamente não alcança. Dessa forma, o Governo do Estado reforça seu compromisso com a cultura e a educação dentro do festival”, ressaltou Yasmin Neves, secretária executiva de Cultura de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-21.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122325" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-21-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>MOSTRAS -</strong> No período da tarde, o festival apresentou a sessão Fabricando Imaginação do Futuro, dedicada ao público infantojuvenil e voltada à formação de novos espectadores e futuros realizadores. A mostra reuniu os curtas Menina Semente, de Túlio Beat; Lá na Frente, de Márcio Andrade; Queimando por Dentro, de Enock Carvalho e Matheus Farias; Babalu é Carne Forte, de Xulia Doxáguí; e Catarse, de Nicole Carvalho Fukushima e Théo Álan de Sá Bugelli. As obras conduziram as crianças e adolescentes por universos de sonho, reflexão e descoberta, convidando o público a observar o mundo com sensibilidade, coragem e imaginação.</p>
<p dir="ltr">“É sempre incrível voltar a Triunfo. O festival é muito diverso em estéticas e narrativas, e o nosso filme é uma contribuição a partir da nossa maneira de pensar justamente o futuro. Às vezes estamos tão presos aos conflitos do presente, mas também pensamos em como propor outras narrativas de futuro, investindo na infância”, destacou Márcio Andrade, diretor do filme Lá na Frente, antes da exibição dos filmes.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do dia, às 20h, foi exibido o longa-metragem Jamary, dirigido por Begê Muniz. A obra utiliza o encantamento indígena e a força da natureza amazônica para abordar temas como infância, pertencimento e preservação do meio ambiente, em uma narrativa sensível voltada à escuta e ao cuidado com os territórios.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-61.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122326" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-61-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>PRAÇA -</strong> Paralelamente, a sessão Cinemas de Brincar, realizada na Praça do Avião a partir das 19h, apresentou uma curadoria voltada à infância e à imaginação. Na programação desta quinta-feira, ganharam destaque produções comunitárias realizadas em oficinas e processos coletivos, com crianças narrando e recriando seus próprios territórios, em diálogo com realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Festival de Cinema de Triunfo segue até o sábado (20), com uma programação que inclui mostras de filmes, oficinas, ações educativas e encontros formativos.</p>
<p dir="ltr">Em sua 16ª edição, o festival se consolida como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Mais informações estão disponíveis no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
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		<title>16º Festival de Cinema de Triunfo aprofundou debates sobre territórios, ancestralidade e futuros possíveis no quarto dia de programação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/16o-festival-de-cinema-de-triunfo-aprofundou-debates-sobre-territorios-ancestralidade-e-futuros-possiveis-no-quarto-dia-de-programacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 13:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult´PE O 16º Festival de Cinema de Triunfo seguiu ampliando espaços de reflexão e escuta ao longo de sua programação. Nesta quarta-feira (17), o quarto dia do evento foi marcado por ações formativas realizadas pela manhã e pela tarde, além de exibições de curtas-metragens no histórico Theatro Cinema Guarany, com encerramento da programação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122278" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult´PE</p>
<p dir="ltr">O 16º Festival de Cinema de Triunfo seguiu ampliando espaços de reflexão e escuta ao longo de sua programação. Nesta quarta-feira (17), o quarto dia do evento foi marcado por ações formativas realizadas pela manhã e pela tarde, além de exibições de curtas-metragens no histórico Theatro Cinema Guarany, com encerramento da programação noturna às 20h, com a exibição do documentário <em>Uma Estrada que Corta o Território do Xerente</em>, de Túlio de Melo.</p>
<p dir="ltr"><strong>FORMAÇÃO -</strong> A agenda formativa teve início das 9h às 12h, na Fábrica de Criação Popular José Manoel Sobrinho, com a masterclass <em>Um Novo Cinema Indígena? Reflexões sobre Produção Audiovisual e Autoagenciamento dos Povos Originários</em>, ministrada pela artista e pesquisadora Fulni-ô Feane Monteiro. A atividade aprofundou o debate sobre o surgimento de novas narrativas indígenas no audiovisual brasileiro e os processos de autodeterminação dos povos originários por meio da imagem e do cinema.</p>
<p dir="ltr">“A oficina serviu para pensar sobre o cinema indígena contemporâneo, a representação dos povos indígenas na mídia, de forma geral. Foi muito rica e construtiva, porque tivemos vários debates sobre esse autogerenciamento dos povos indígenas no cinema”, explicou a oficineira.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Luiz-Felipe-Bessa-Secult-PE1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122279" alt="Foto - Luiz Felipe Bessa - Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Luiz-Felipe-Bessa-Secult-PE1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O movimento formativo do festival também se expandiu para além do centro de Triunfo. Em uma iniciativa inédita de descentralização, o evento levou oficinas aos quilombos Águas Claras e Santa Rosa, em parceria com a Gerência de Educação e Direitos Humanos (GEDH/Secult-PE). Ministradas por Sandra Silva e Iyadirê Zidanes, as atividades têm como foco o fortalecimento das identidades quilombolas, o estímulo à autonomia criativa e a ampliação do acesso a ferramentas de elaboração de projetos culturais.</p>
<p dir="ltr">“Hoje realizamos a oficina de elaboração de projetos em nosso espaço, que aconteceu na cozinha. Achei ideal, porque o nosso foco é a gastronomia. Receber a oficina aqui é um sonho para a nossa comunidade, pois aprender a elaborar projetos é um desejo antigo nosso. Eu mesma tenho muito interesse: já fiz algumas oficinas, mas até o momento ainda não consegui colocar em prática. Essa oficina, porém, traz muito conhecimento e novos aprendizados, que serão muito importantes tanto para mim quanto para minhas colegas. Temos um grupo de 12 mulheres que trabalham aqui na comunidade, recebem as pessoas e cozinham”, celebrou Gildenice Ferreira, nascida e criada na comunidade quilombola de Águas Claras, e que também compõe o Júri popular dessa edição do festival.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122280" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Ainda na quarta-feira, das 14h às 16h, a museóloga Rosélia Adriana acompanhou estudantes das escolas municipais em visitas guiadas aos museus e às casas de mestres da cultura popular, promovendo o contato direto dos jovens com a memória viva do território e com os saberes tradicionais de Triunfo. Os estudantes passaram pelo Museu do Cangaço de Triunfo, no Atelier Chico Santeiro, patrimônio vivo de Pernambuco, que produz esculturas sacras em madeira, além da Casa dos Caretas, que preserva a memória dessa manifestação cultural triunfense.</p>
<p dir="ltr">MOSTRAS &#8211; No período da noite, o festival apresentou a mostra Cinemas para Incendiar Outros Mundos, reunindo obras que provocam reflexões urgentes sobre futuros possíveis, distopias, memórias, territorialidades, ancestralidades e tensões contemporâneas. Foram exibidos os curtas <em>Sertão 2138</em>, de Deuilton B. Junior;<em> Quando em Tuas Veias</em>, de Roberta Laleska e Felipe Espíndola; <em>Cana Queimada de Desejos</em>, de Sávio Sabiá e Ricardo Sékula; <em>Um Dia de Todos os Dias</em>, de Fábio Narciso; <em>Boiuna</em>, de Adriana de Faria; <em>Recife – Enquanto os Monstros Dormem</em>, de Widio Joffre; e <em>Ecos do Tempo</em>, de Renato Izaias. Juntas, as obras abordam temas como tecnologia, colapso urbano, poesia periférica, encantamento amazônico, racismo cotidiano e resistência coletiva, ampliando o repertório do cinema brasileiro ao centralizar corpos e vozes historicamente silenciados.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-11.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122281" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (11)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-11-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">“Era um sonho estar aqui hoje. Falando brevemente sobre o filme: ele foi realizado por estudantes da UFPE, mas gravado no Sertão do Pajeú. O filme nasce do desejo de ver na tela aquilo que muitas vezes não aparece com tanta frequência no cinema. Nossa protagonista é uma mulher negra, e a obra é uma ficção científica ambientada no Sertão pernambucano, um território e um gênero que sempre me interessaram, mas que raramente vejo dialogar entre si.”, destacou o diretor Deuilton B. Junior, responsável pelo filme <em>Sertão 2138</em>.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do dia, às 20h, foi exibido o longa-metragem <em>Uma Estrada que Corta o Território do Xerente</em>, de Túlio de Melo. O documentário indígena convidou o público a refletir sobre território, pertencimento e ancestralidade, além dos impactos da ação humana sobre as terras tradicionais.</p>
<p dir="ltr"><strong>PRAÇA -</strong> Outro destaque foi o início da programação da sessão <em>Cinemas de Brincar</em>, que acontece na Praça do Avião nos dias 17, 18 e 19, a partir das 19h, apresentando uma seleção de filmes voltados à infância e à imaginação, com obras de realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas. A programação da quarta-feira destacou ficções que tratam de experiências negras, indígenas e rurais.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Festival de Cinema de Triunfo segue até o próximo sábado (20), com uma programação que inclui mostras de filmes, oficinas, ações educativas e encontros formativos.</p>
<p dir="ltr">Em sua 16ª edição, o festival se consolida como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Mais informações estão disponíveis no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
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		<title>16º Festival de Cinema de Triunfo tem resultado preliminar dos filmes selecionados divulgado</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 18:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fest Cine de Triunfo]]></category>
		<category><![CDATA[16º festival de cinema de triunfo]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[  O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado preliminar dos filmes selecionados para o 16º Festival de Cinema de Triunfo, realizado entre os dias 14 e 20 de dezembro, em Triunfo, Sertão de Pernambuco. Os filmes farão parte das mostras competitivas: curta e média-metragem pernambucano; curta e média-metragem dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_120946" style="width: 475px;">
<dt class="wp-caption-dt"><span style="font-size: 11px;"> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/resultado-preliminar-min.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121096" alt="resultado-preliminar-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/resultado-preliminar-min-388x486.png" width="388" height="486" /></a></span></dt>
</dl>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado preliminar dos filmes selecionados para o 16º Festival de Cinema de Triunfo, realizado entre os dias 14 e 20 de dezembro, em Triunfo, Sertão de Pernambuco. Os filmes farão parte das mostras competitivas: curta e média-metragem pernambucano; curta e média-metragem dos Sertões; curta e média-metragem nacional; curta e média-metragem infanto-juvenil; curta-metragem experimental; e longa-metragem nacional.</p>
<p>Confira o resultado completo<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/resultado-preliminar-dos-filmes-selecionados.pdf"> aqui</a>.</p>
<p>Os filmes selecionados disputarão o tradicional Troféu Caretas, além dos Prêmios do Júri Oficial e do Júri Popular. O melhor longa-metragem receberá R$ 6 mil, enquanto os melhores curtas de cada categoria serão premiados com R$ 4 mil. O prêmio para o melhor filme experimental será de R$ 2 mil. Também serão entregues troféus Caretas para melhor direção, fotografia, montagem, roteiro, produção, direção de arte, trilha sonora, som, ator e atriz, tanto para longas quanto para curtas. O Troféu Fernando Spencer será concedido ao melhor personagem entre as obras concorrentes.</p>
<p>Dúvidas sobre a documentação exigida e demais informações podem ser esclarecidas pelo e-mail <a href="mailto:16festivaldecinemadetriunfo@gmail.com">16festivaldecinemadetriunfo@gmail.com</a> ou pelo telefone/WhatsApp (81) 3184-3015, disponível de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.</p>
<p>O 16º Festival de Cinema de Triunfo é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundarpe, e reforça o compromisso do Estado com o fortalecimento do audiovisual e a promoção da diversidade cultural em todas as regiões.</p>
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