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	<title>Portal Cultura PE &#187; 20 anos</title>
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		<title>Série de lives marca os 20 anos do Encontro Pernambucano de Coco</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 14:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tradicional evento da cultura popular do Estado, o Encontro Pernambucano de Coco celebra 20 anos de existência em 2022, com exibição de uma série de lives que vão ao ar no YouTube, nos próximos nos dias 22, 23, 24 e 25 de junho, às 20h. A comemoração das duas décadas do encontro reunirá 28 mestres [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-03-06-at-23.22.30-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94650" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-03-06-at-23.22.30-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Tradicional evento da cultura popular do Estado, o Encontro Pernambucano de Coco celebra 20 anos de existência em 2022, com exibição de uma série de lives que vão ao ar no YouTube, nos próximos nos dias 22, 23, 24 e 25 de junho, às 20h. A comemoração das duas décadas do encontro reunirá 28 mestres e grupos de raiz, de redutos reconhecidos como berço do coco pernambucano (Recife, Olinda, Cabo, Tracunhaém, Águas Belas e Limoeiro) e de outras cidades do Nordeste brasileiro.</p>
<p>As lives foram gravadas na Casa da Cultura de Pernambuco, nos dias 9, 10 e 11 de novembro de 2021, e contou com a participação de 22 grupos e artistas pernambucanos. Ao todo, foram produzidos quatro episódios que contarão com música e entrevistas, trajetória do grupo, participação no festival, além da importância do Recife na cena cultural. Para assistir, acesse: <a href="https://www.youtube.com/c/TopPopular" target="_blank"><strong>www.youtube.com/TopPopular</strong></a>. Mais informações pelo perfil do Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/faroldavila/" target="_blank">@faroldavila</a></strong>.</p>
<p><strong>ENCONTRO PERNAMBUCANO DE COCO -</strong> Desde sua primeira aparição em (1998), no Cabo de Santo Agostinho-PE, a celebração já buscava a salvaguarda e perpetuação do Coco de Roda Pernambucano. Garantindo a troca de saberes por meio da mistura e escambo das matrizes, mestres e grupos participantes, de diferentes regiões do país.</p>
<p>Em dois anos de pandemia, a iniciativa produziu imagens em várias cidades pernambucanas (Águas Belas, Cabo, Recife, Olinda, Tracunhaém, Limoeiro, Arcoverde) e também conteúdo audiovisual de vários estados vizinhos (PB, RN e CE). Registrou vários grupos e artistas emboladores de coco de Pernambuco e do Nordeste. Do Nordeste, destacam-se: Novo Quilombo (PB), Frank e Nazar (RN), Canário do Império e Condor (PB), Coco de Zé Mendes (CE).</p>
<p>O Encontro Pernambucano de Coco tem financiamento do SIC RECIFE 2019/2020, com recursos assegurados pelo Sistema de Incentivo à Cultura do Recife/SIC RECIFE, FCCR (Fundação de Cultura da Cidade do Recife), Secretaria de Cultura e Prefeitura da Cidade do Recife, com Produção Executiva da RFG Produções e Coordenação Geral do Centro Cultural Farol da Vila, e apoio da Casa da Cultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>:: ENCONTRO PERNAMBUCANO DE COCO &#8211; 20 ANOS ::</strong><br />
Dias: 22, 23, 24 e 25/6, às 20h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/c/TopPopular" target="_blank"><strong>www.youtube.com/TopPopular</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 22/6 &#8211; quarta-feira &#8211; 20h</strong></span><br />
CANÁRIO E CONDOR (PB)<br />
COCO DO MESTRE JUAREZ (PE)<br />
COCO DO PNEU (PE)<br />
NETAS DE SELMA (PE)<br />
A COCADA (PE)<br />
NININHA DO COCO (PE)<br />
JUNINHO DO COCO (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 23 – quinta-feira &#8211; 20h</strong></span><br />
FRANK E NAZAR (RN)<br />
GERVÁSIO DO COCO (PE)<br />
NEGO DA CALDEIRA (PE)<br />
MANO DE BAÉ (PE)<br />
ARNALDO DO COCO (PE)<br />
ZÉ DE TETÉ (PE)<br />
CHINELO DE IAIÁ (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 24/6 &#8211; sexta-feira &#8211; 20h </strong></span><br />
PINTO BRANCO E MARRECO (CE)<br />
MESTRE DIÉ DO COCO (PE)<br />
COCO DO MESTRE ZEZINHO (PE)<br />
MESTRE JUJUBA DO COCO (PE)<br />
COCO RENASCER (PE)<br />
COCO ZÉ MOLEQUE (PE)<br />
COCO NOVO QUILOMBO (PB)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 25/6 &#8211; sábado &#8211; 20h</strong></span><br />
POESIA MUSICADA NO PANDEIRO (AL)<br />
COCO DE PONTEZINHA (PE)<br />
GRUPO ÍNDIGENA FETXHA (PE)<br />
COCO DE ZÉ MENDES (CE)<br />
MESTRE GALO PRETO (PE)<br />
PEIXE DE COCO (PE)<br />
MESTRES DO COCO PERNAMBUCANO (PE)</p>
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		<title>Com uma série de atividades culturais, Maracatu Leão Africano celebra 20 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 16:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O Maracatu Leão Africano de Nazaré da Mata completa 20 anos, em 2022. Para marcar a trajetória de duas décadas dedicadas à cultura popular, o grupo programou uma série de apresentações culturais que vai pecorrer vários pontos da Zona da Mata Norte, durante os próximos sábados do mês de janeiro. A iniciativa conta com incentivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Maracatu-Leao-Africano.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90485" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Maracatu-Leao-Africano-607x452.jpg" width="607" height="452" /></a></p>
<p>O Maracatu Leão Africano de Nazaré da Mata completa 20 anos, em 2022. Para marcar a trajetória de duas décadas dedicadas à cultura popular, o grupo programou uma série de apresentações culturais que vai pecorrer vários pontos da Zona da Mata Norte, durante os próximos sábados do mês de janeiro. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Confira abaixo a agenda:</p>
<p><strong>1º ENSAIO DO TERNO DO MARACATU LEÃO AFRICANO</strong><br />
Quando: 8 de janeiro de 2022 (sábado), às 14h<br />
Local: Ponto de Apoio do Maracatu Leão Africano &#8211; Lagoa do Ramo de Cima (Zona Rural), Nazaré da Mata &#8211; PE.</p>
<p><strong>2º ENSAIO DO TERNO DAS CRIANÇAS</strong><br />
Quando: 15 de janeiro de 2022 (sábado), às 14h<br />
Local: Ponto de Apoio do Maracatu Leão Africano &#8211; Lagoa do Ramo de Cima (Zona Rural), Nazaré da Mata &#8211; PE.</p>
<p><strong>3º MESA DE CONVERSA COM ANTIGOS MESTRES DE MARACATU RURAL</strong><br />
Quando: 22 de janeiro de 2022 (sábado), às 14h<br />
Local: Sociedade Musical 5 de Novembro (Revoltisa) &#8211; Praça Carlos Gomes, 17, Nazaré da Mata &#8211; PE.</p>
<p><strong>4º SAMBADA DE FINALIZAÇÃO DO PROJETO</strong> (com a participação do Maracatu Leão Africano e Maracatu Leão Misterioso)<br />
Quando: 29 de janeiro de 2022 (sábado), às 20h<br />
Local: Espaço Cultural Mauro Mota (R. Projetada, 123-175, Nazaré da Mata &#8211; PE)</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA -</strong> O Maracatu de Baque Solto Leão Africano de Nazaré da Mata tem sua sede situada no Sítio São Francisco (Lagoa do Ramo de Cima), localizada na zona rural do município de Nazaré da Mata. O Leão é um dos três únicos maracatus da Mata Norte que permanece com sua sede num engenho.</p>
<p>Atualmente, o Leão Africano é composto por cerca de 90 componentes. Parte deles/as é moradora e frequentadora do sítio onde fica sua sede, e outra parte reside em diferentes localidades dentro de Nazaré da Mata e outros municípios da região, como Carpina e Aliança.</p>
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		<title>Revista Continente encerra comemorações dos seus 20 anos, no Pátio São Pedro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/revista-continente-encerra-comemoracoes-dos-seus-20-anos-no-patio-sao-pedro/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 15:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Localizado no Centro do Recife, o Pátio de São Pedro será palco nesta sexta-feira (17), a partir das 18h, do encerramento das comemorações de 20 anos de existência da Revista Continente, editada pela Cepe. Com a participação do Som na Rural, comandada por Roger de Reno, a noite será embalada pela ciranda. “Com essa celebração, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20788" aria-labelledby="figcaption_attachment_20788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flora Pimentel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/som-na-rural-roger-de-renor-foto-flora-pimentel.jpg"><img class="size-medium wp-image-20788" alt="Flora Pimentel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/som-na-rural-roger-de-renor-foto-flora-pimentel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A festa será embalada pelo Som na Rural, comandada por Roger de Renor</p></div>
<p>Localizado no Centro do Recife, o Pátio de São Pedro será palco nesta sexta-feira (17), a partir das 18h, do encerramento das comemorações de 20 anos de existência da Revista Continente, editada pela Cepe. Com a participação do Som na Rural, comandada por Roger de Reno, a noite será embalada pela ciranda.</p>
<p><em>“Com essa celebração, que tem como motivação o lançamento da edição de dezembro da Continente, estamos juntos com o Som na Rural, nosso parceiro em vários momentos da nossa trajetória. Sendo um lugar histórico, belo, amplo, o Pátio de São Pedro combina com o espírito do Som na Rural, cujos princípios motivam a gente”</em>, afirma a jornalista e editora da revista, Adriana Dória Matos. O evento &#8220;Cirandas do Pátio com Som na Rural&#8221; terá como atrações a Ciranda Mimosa (18h30) e Adiel Luna e a Mimosa da Mata (19h30).</p>
<p>A edição de dezembro ( #252) traz como brinde a revista “Na estrada com o Som na Rural &#8211; Uma aventura Indo e Voltando”, publicação especial produzida com base no projeto &#8220;Indo e Voltando – Expedição Som na Rural 10 anos&#8221;, informa Adriana Dória Matos. Por meio de entrevistas, reportagens e perfis, a jornalista e colaboradora da Continente Erika Muniz conta aos leitores a experiência de acompanhar o projeto, que circulou por nove cidades do Estado, do Litoral ao Sertão, para registar em audiovisuais manifestações da cultura pernambucana contemporânea e de tradição.</p>
<p>Roger de Renor e Nilton Pereira (fundadores do Som na Rural), a equipe de apoio da dupla e a famosa Rural Willys são os guias nessa estrada, repleta de personagens importantes do maracatu rural, do circo, do coco de roda, da ciranda, da poesia, do patrimônio material e imaterial presente em todo o Estado. Também participam da produção do encarte “Na estrada com o Som na Rural &#8211; Um aventura Indo e Voltando” as ilustradoras Hallina Beltrão e Karina Freitas e o ilustrador Filipe Aca.</p>
<p><em>“Iniciamos esse projeto editorial em 2019, quando acompanhamos as viagens do Som na Rural. Adiamos a publicação para 2021 por causa da pandemia. Agora, num momento mais seguro para todos por conta da vacinação, sentimos que é a hora de celebrar esses 20 anos num evento presencial”</em>, destaca Adriana Dória Matos. Além do encarte &#8211; que vem com um brinquedo, uma miniatura da Rural para ser cortada e montada -, a Continente de dezembro oferece outro presente aos leitores: um pôster assinado por Laís Domingues. <em>“A artista visual criou o desenho bordado a partir do tema da reportagem especial da edição 252: a volta do Brasil ao mapa da fome, um assunto sobre o qual não temos nada a celebrar”</em>, afirma Adriana Dória Matos.</p>
<p>No Pátio de São Pedro, a revista estará à venda na mala da Rural Willys do Som na Rural, numa ação organizada pelas equipes de Marketing e Comercial da Cepe com os integrantes do projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festa de comemoração dos 20 anos da revista Continente<br />
Quando: 17 de dezembro de 2021 (sexta-feira), das 18h às 20h30<br />
Onde: Pátio de São Pedro (Bairro de Santo Antônio, Centro do Recife)<br />
Evento aberto ao público<br />
Preço da revista: R$ 15 (edição de dezembro #252 + encarte Som na Rural + pôster + brinquedo corte e monte) e R$ 25 (Combo Edição #252 + Edição #222 de junho/2019)</p>
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		<title>Cepe lança livro sobre os 20 anos da Fenearte</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-lanca-livro-sobre-os-20-anos-da-fenearte/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 23:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fenearte: Duas décadas da maior feira de artesanato da América Latina]]></category>
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		<description><![CDATA[A Feira Nacional de Negócios do Artesanato, que se consolidou como um dos mais importantes eventos catalisadores da cultura popular no país, ganha livro que testemunha os seus vinte anos de trajetória. O título &#8220;Fenearte: Duas décadas da maior feira de artesanato da América Latina&#8221; foi produzido pela Cepe e marca a homenagem da editora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-fenearte-cepe-20-anos.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-89754" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-fenearte-cepe-20-anos-322x486.png" width="322" height="486" /></a></p>
<p>A Feira Nacional de Negócios do Artesanato, que se consolidou como um dos mais importantes eventos catalisadores da cultura popular no país, ganha livro que testemunha os seus vinte anos de trajetória. O título &#8220;Fenearte: Duas décadas da maior feira de artesanato da América Latina&#8221; foi produzido pela Cepe e marca a homenagem da editora ao evento. Foi escrito pela jornalista Sílvia Bessa e faz uma reconstituição histórica desde a primeira edição da feira, em 2000, a partir de pesquisas documentais, relatos orais e memorialistas obtidos através de mais de 50 entrevistas. O lançamento acontece no dia 12 de dezembro (domingo), às 17h, no mezanino do Centro de Convenções de Pernambuco, quando também será aberta a exposição “O caminho do artesanato de Pernambuco”, que reúne fotos do livro assinadas por Fred Jordão. A mostra conta com o apoio cultural da Cepe.</p>
<p>O livro e a mostra serão apresentados ao público no ambiente da Fenearte, que em função da pandemia não foi realizada em 2019, mas ganha sua 21ª edição entre os dias 10 a 19 de dezembro. Presta homenagem ao Movimento Armorial, idealizado pelo escritor e dramaturgo Ariano Suassuna há 51 anos.</p>
<p>Com 186 páginas e cerca de 200 fotos, o livro conta com textos de apresentação assinados pelo governador Paulo Câmara, a primeira-dama, Ana Luíza Câmara, e a historiadora Adélia Borges. Traz depoimentos de artistas e artesãos pernambucanos que fazem parte da história da Fenearte ao longo de duas décadas. Analisa a relevância do artesanato para o presente e para o futuro, e mostra o quanto a feira inovou ao aliar o trabalho dos artesãos com arte, design e arquitetura. Outro aspecto importante refere-se ao incremento do turismo e à integração entre regiões do Brasil e outros países do mundo, o que ajudou a difundir os artistas e a diversidade da tipografia do Estado, do Cais ao Sertão.</p>
<p>Na apresentação, a historiadora Adélia Borges explica que o aspecto mais relevante da feira situa-se na esfera da circulação e distribuição dos produtos. <em>“Em 2019, a maior feira de artesanato existente no país, atraiu mais de 300 mil visitantes e cinco mil expositores, vindos de todo o território nacional e também de outros países”</em>, enfatiza.</p>
<p>A historiadora destaca o fato de a feira ter se tornado <em>&#8220;um lugar de relevância não apenas comercial, mas também cultural, em que comerciantes, colecionadores, curadores e jornalistas interessados em artesanato desenvolvem redes de contato e refletem sobre a atividade. Tornou-se um encontro anual obrigatório para esse público&#8221;</em>, pontua.</p>
<p>Em 2019, a curadoria criteriosa da Fenearte a fez conquistar o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para iniciativas de excelência no campo do patrimônio cultural imaterial. De acordo com o Iphan, a feira tem por objetivo<em> “valorizar e difundir valores tradicionais, estimular o potencial de crescimento dos artesãos pernambucanos, gerar emprego e renda e colaborar para a estruturação da cadeia produtiva do artesanato do País”</em>.</p>
<p>A análise feita sobre a importância da Fenearte vai além do aspecto econômico. As narrativas apontam para a relevância do artesanato na promoção da inclusão social, diversidade cultural e desenvolvimento humano.</p>
<p>Consta no livro o registro de um tempo em que o artesanato quase esteve em vias de ser extinto por causa da indústria. Atualmente, objetos feitos à mão são valorizados no mundo inteiro. Quem ajudou a perceber a importância do artesanato e do artesão foram profissionais como a arquiteta Janete Costa, que dá nome a um dos espaços da feira onde o artesanato divide lugar com a arte contemporânea. <em>“Ela colocava as cabeças [estilo ex-votos] em tudo, e tinha ainda as lojas de decoração que compravam”</em>, lembra Mestre Nicola, artista desde os 12 anos, um dos mais bem-sucedidos artesãos de Pernambuco, que já esteve em Genebra, em feira da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Realizada pelo Governo do Estado, a Fenearte segue as diretrizes da primeira-dama de Pernambuco, Ana Luiza Câmara e conta com a coordenação de Márcia Souto, diretora-geral de Promoção da Economia Criativa, vinculada à Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).</p>
<p>O livro &#8220;Fenearte: Duas décadas da maior feira de artesanato da América Latina&#8221; não será comercializado. A distribuição ficará ao encargo da Adepe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Estande</strong></span><br />
Além do lançamento do livro sobre a história da Fenearte, a Cepe estará com estande no pavilhão de exposição do Centro de Convenções. A editora leva para a feira exemplares da revista Continente e mais de 300 títulos do seu catálogo, entre os quais livros de arte, gastronomia, fotografia, arquitetura e meio ambiente, HQs, crônicas e história de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Fenearte: Duas décadas da maior feira de artesanato da América Latina<br />
Quando: 12 de dezembro de 2021 (domingo), às 17h<br />
Local: Fenearte/Exposição de Fred Jordão, Mezanino do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda</p>
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		<title>Casa da Cultura recebe encontro de coco a partir desta terça-feira (9)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/casa-da-cultura-recebe-encontro-de-coco-a-partir-desta-terca-feira-9/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 12:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece a partir desta terça-feira (9), das 9h às 17h, na Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-Pe/Fundarpe, um encontro que reunirá 28 mestres e grupos reconhecidos do coco de Pernambuco e do Nordeste. A programação celebra os 20 anos do projeto “Encontro Pernambucano de Coco”. Entre os participantes, 22 são artistas e grupos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-08-at-20.50.02-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89062" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-08-at-20.50.02-1-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Acontece a partir desta terça-feira (9), das 9h às 17h, na Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-Pe/Fundarpe, um encontro que reunirá 28 mestres e grupos reconhecidos do coco de Pernambuco e do Nordeste. A programação celebra os 20 anos do projeto “Encontro Pernambucano de Coco”. Entre os participantes, 22 são artistas e grupos pernambucanos, sendo 18 da Região Metropolitana do Recife, três do Agreste e um da Mata Norte. Além desses, foram incluídos outros seis grupos nordestinos, oriundos dos estados de Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. A curadoria é do produtor cultural Marcos Moraes e o evento conta com recursos assegurados pelo Sistema de Incentivo à Cultura do Recife, da Prefeitura do Recife. A realização é do Centro Cultural Farol da Vila e RFG Produções e tem apoio da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p>As atrações são Coco de Pontezinha (Cabo), Grupo Renascer (Cabo), Zé Moleque (Cabo), Mestre Zezinho (Cabo), Mestre Dié (Cabo), Jujuba do Coco (Cabo), Peixe de Coco (Recife), A Cocada (Olinda), Arnaldo (Olinda), Nininha (Olinda), Gervásio (Olinda), Mestre Juarez (Olinda), Coco Pneu (Olinda), Galo Preto (Recife), Juninho do Coco (Olinda), Netas de Selma (Olinda), Zé de Teté (Limoeiro), Mano de Baé (Tracunhaém), Nego da Caldeira (Limoeiro), Fetxha e Índio Matinho (Águas Belas), Chinelo de Iaiá (Recife) e Mestres do Coco Pernambucano (Recife). Os mestres e grupos participarão da etapa que será gravada nos dias 09, 10 e 11 de novembro. Ao todo serão produzidos quatro filmes, que vão reunir música e entrevistas, contando a trajetória dos grupos, participações no festival, e a importância do Recife na cena cultural. A exibição será em dezembro deste ano.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-08-at-20.50.02.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89063" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-08-at-20.50.02-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Desde sua primeira aparição em 1998 no Cabo de Santo Agostinho-PE, a celebração já buscava a salvaguarda e perpetuação do Coco de Roda pernambucano, garantindo a troca de saberes por meio da mistura das matrizes, mestres e grupos participantes, de diferentes regiões do país. Em seus 20 anos de existência, a iniciativa contou com a participação de centenas de artistas de Pernambuco, e de outros do Nordeste.</p>
<p>Até o momento a iniciativa já produziu imagens em várias cidades pernambucanas: Águas Belas, Cabo, Recife, Olinda, Tracunhaém, Limoeiro e Arcoverde. Além de conteúdo audiovisual de vários estados vizinhos (PB, RN e CE), com registros de vários grupos e artistas emboladores de coco: Novo Quilombo (PB), Frank e Nazar (RN), Canário do Império e Condor (PB), Coco de Zé Mendes (CE), são alguns exemplos.</p>
<p>Todas as atividades irão cumprir rigorosamente os protocolos sanitários necessários na prevenção contra a Covid-19.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><strong>Terça (09/11/21)</strong> – Coco de Pontezinha (Cabo), Renascer (Cabo), Zé Moleque (Cabo), Mestre Zezinho (Cabo), Mestre Dié (Cabo), Jujuba do Coco (Cabo), Peixe de Coco (Recife), A Cocada (Olinda).</p>
<p><strong>Quarta (10/11/21)</strong> – Arnaldo (Olinda), Nininha (Olinda), Gervásio (Olinda), Mestre Juarez (Olinda), Coco Pneu (Olinda), Galo Preto (Recife), Juninho do Coco (Olinda), Netas de Selma (Olinda).</p>
<p><strong>Quinta (11/11/21)</strong> – Zé de Teté (Limoeiro), Mano de Baé (Tracunhaém), Nego da Caldeira (Limoeiro), Fetxha e índio Matinho (Águas Belas), Chinelo de Iaiá (Recife), Mestres do Coco Pernambucano (Recife).</p>
<p><strong>Serviço:<br />
</strong>Encontro Pernambucano de Coco &#8211; 20 Anos<br />
Onde: Casa da Cultura de Pernambuco, Recife/PE<br />
Horário: 9h às 17h.<br />
www.Instagram.com/faroldavila</p>
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		<title>Teatro Arraial comemora 20 anos com maratona de espetáculos gratuitos</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 21:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<category><![CDATA[Em nome do Pai]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[segundo as Mulheres de Xangô]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundado em 1997, o Teatro Arraial Ariano Suassuna celebra 20 anos, com uma maratona de espetáculos gratuitos na próxima semana. Serão três montagens, em três dias de comemorações: no dia 28/11, às 19h, cerimônia solene de abertura e encenação de Amor, segundo as Mulheres de Xangô (Maria Paula Costa Rêgo); no dia 29/11, às 15h, encenação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55493" aria-labelledby="figcaption_attachment_55493" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Fachada-Teatro.jpg"><img class="size-medium wp-image-55493" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Fachada-Teatro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ao longo da próxima semana serão encenados três espetáculos no Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>Fundado em 1997, o Teatro Arraial Ariano Suassuna celebra 20 anos, com uma maratona de espetáculos gratuitos na próxima semana. Serão três montagens, em três dias de comemorações: no dia 28/11, às 19h, cerimônia solene de abertura e encenação de <em>Amor, segundo as Mulheres de Xangô</em> (Maria Paula Costa Rêgo); no dia 29/11, às 15h, encenação de <em>DORalice </em>(Cia. 2 em Cena); no dia 30/11, às 19h, encenação de <em>Em Nome do Pai </em>(REC Produtores).</p>
<p>Instalado no coração da cidade, na Rua da Aurora e às margens do Capibaribe, o Teatro Arraial, gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, é um dos equipamentos culturais mais movimentados e plurais do Estado. Além de espetáculos de teatro, circo e dança, o espaço é palco de apresentações musicais, festivais, palestras e lançamentos de livro. <em>&#8220;As pautas do Arraial são concorridíssimas. Isso é um reflexo da nossa política de ocupação do teatro, que permite não só a formação de plateia, como também garante aos produtores, grupos e artistas pernambucanos um espaço aberto e democrático para apresentarem/encenarem suas produções&#8221;</em>, conta a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<div id="attachment_18881" aria-labelledby="figcaption_attachment_18881" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Marcia-Souto.jpg"><img class="size-medium wp-image-18881" alt="Costa Neto/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Marcia-Souto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, destaca que o Teatro Arraial é um equipamento democrático e aberto aos artistas e à cultura pernambucana</p></div>
<p>Segundo a gestora, as comemorações celebram também o legado do mestre Ariano Suassuna, criador e fundador do espaço que, durante sua gestão à frente da Secretaria de Cultura de Pernambuco, decidiu criar um local que não só abrigasse &#8220;documentos e burocracia&#8221;, mas fosse aberto à gente pernambucana. Em 1997, completava-se cem anos da Guerra de Canudos, considerado por muitos historiadores como o maior massacre em território nacional, que dizimou mais de 20 mil sertanejos dessa comunidade do interior da Bahia, chefiada por Antônio Conselheiro.<em> &#8220;Ariano disse por muitas vezes que &#8216;quem não entendesse Canudos, não entenderia o Brasil&#8217; e, no fundo, acredito que, ao dá esse nome ao teatro, ele queria celebrar a bravura do povo brasileiro que, apesar de tudo, sempre resiste&#8221;</em>, diz Márcia Souto.</p>
<div id="attachment_55494" aria-labelledby="figcaption_attachment_55494" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/ariano-suassuna-foto-ricardo-moura-secultpe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-55494" alt="Ricardo Moura/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/ariano-suassuna-foto-ricardo-moura-secultpe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ariano Suassuna foi quem idealizou e fundou o equipamento cultural</p></div>
<p>Sob a encomenda do próprio Ariano, o artista plástico Manuel Dantas Suassuna, que é por sua vez seu filho, criou desenhos de Antônio Conselheiro e de Maria Vilanova que ilustram dois vitrais do teatro. No Arraial, Ariano comandou vários cursos, como <em>O Universo das Artes e a Cultura Brasileira</em>, e apresentou várias de suas célebres aulas-espetáculos. A última delas foi no dia 29/04/2013. Em sua derradeira apresentação, o dramaturgo recitou textos de Carlos Pena Filho e Manuel Bandeira e, ao lembrar do poema <em>Vou-me embora pra  Pasárgada</em>, foi além: <em>O que não tenho e desejo/ é o que melhor me enriquece</em>. <em>&#8220;Consciente da grandeza de sua obra, Ariano sabia que o seu legado para cultura de nosso país permaneceria para sempre entre nós&#8221;</em>, diz o gerente de equipamentos culturais da Fundarpe, André Brasileiro.</p>
<p>Para ele, a programação pensada para comemorar as duas décadas do Teatro Arraial coaduna-se com os ideais e os pensamentos do mestre do Movimento Armorial (arte que se propõe ser brasileira e ao mesmo tempo erudita, ligada às tais raízes populares de nossa cultura e, ao mesmo tempo, universal). <em>&#8220;Ariano era um defensor incansável da nossa cultura. Ter a bailarina Maria Paula Costa Rêgo, uma de suas discípulas e criadora do Grial, em nosso palco neste momento é um jeito de perpetuar/celebrar sua obra&#8221;</em>, ressalta Brasileiro.</p>
<p>Confira abaixo os espetáculos que ficarão em cartaz no Teatro Arraial Ariano Suassuna, nos dias 28, 29 e 30/11. O acesso é gratuito.</p>
<div id="attachment_47699" aria-labelledby="figcaption_attachment_47699" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/20170120125004126504u.jpg"><img class="size-medium wp-image-47699" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/20170120125004126504u-607x372.jpg" width="607" height="372" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Amor, segundo as Mulheres de Xangô</strong></p></div>
<p><strong>Sinopse:</strong> Espetáculo que se banha nas raízes afro-brasileiras. No cerne da criação estão os mitos negros e sua musicalidade ímpar, na busca por uma contemporaneidade negra tapuia. Nas bordas e no “entre” desta brincadeira coreográfica, temos o terreiro popular revisitado. Não se quer espetáculo de demonstração ritualística, mas de construção contemporânea. Se define autônomo pela sua carga de pensamento e visão de mundo, poesia afro-brasileira. Em cena, três disputas pelo mesmo AMOR, três maneiras de amar, três maneiras de se doar. Nossa potente e bela mitologia brasileira, nos apontando um mundo que gira em torno do poder e da sedução.<br />
<strong>Quando:</strong> 28/11, terça-feira, às 19h30<br />
<strong>Onde:</strong> Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
<div id="attachment_45872" aria-labelledby="figcaption_attachment_45872" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Ramos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/doralice-andré-ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45872" alt="André Ramos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/doralice-andré-ramos-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>DORalice</strong></p></div>
<p><strong>Sinopse:</strong> Brincadeira de casinha e comidinha com Cidinha, a boneca preferida de Alice. A menina também brinca com um amiguinho de pique esconde, pega-pega, amarelinha. Alice e as histórias do Pai e os cuidados da Mainha. Tudo é brincadeira na vida da menina, até que um dia uma mão malvada invade a casinha de Cidinha e tudo muda na vida de Alice. O espetáculo não usa palavras para contar esta história…<br />
<strong>Quando:</strong> 29/11, quarta-feira, às 15h<br />
<strong>Onde:</strong> Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
<div id="attachment_50032" aria-labelledby="figcaption_attachment_50032" class="wp-caption img-width-530 alignnone" style="width: 530px"><p class="wp-image-credit alignleft">Zé Barbosa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/Em-nome-do-Pai.-Foto-Zé-Barbosa-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-50032" alt="Zé Barbosa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/Em-nome-do-Pai.-Foto-Zé-Barbosa-3-530x486.jpg" width="530" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Em Nome do Pai</strong></p></div>
<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Em Nome do Pai</em> reacende o debate sobre a valorização do texto, resgatando a importância do literário no teatro. No palco, pai e filho se enfrentam num embate psíquico desgastado pelo conhecimento vulgarizado de que as relações afetivas se estabelecem, logo após a morte do principal elo entre os dois: a mulher – esposa e mãe. Os sentimentos de amor, raiva, solidariedade e repulsa estão misturados sob a dor dessa perda avassaladora.<br />
<strong>Quando:</strong> 30/11, quinta-feira, às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
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