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	<title>Portal Cultura PE &#187; 2017</title>
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		<title>Reunião do CEPC faz balanço da gestão em 2017</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 18:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[CEPC/PE]]></category>
		<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[CEPC]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Política Cultural de Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelino Granja]]></category>
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		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Uma reunião extraordinária do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC), realizada nesta quarta-feira (27), marcou o final de um 2017 de conquistas e avanços do colegiado, que segue rumo ao final de seu primeiro mandato – previsto para daqui a seis meses – e que pela primeira vez conta com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56775" aria-labelledby="figcaption_attachment_56775" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39350507621_aa7297acd8_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-56775 " alt="39350507621_aa7297acd8_k (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39350507621_aa7297acd8_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro teve a presença de vários conselheiros e suplentes do Poder Público e Sociedade Civil</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>Uma reunião extraordinária do <strong>Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC)</strong>, realizada nesta quarta-feira (27), marcou o final de um 2017 de conquistas e avanços do colegiado, que segue rumo ao final de seu primeiro mandato – previsto para daqui a seis meses – e que pela primeira vez conta com participação paritária entre o Poder Público e a Sociedade Civil. O encontro foi realizado na sede do CEPC, no Centro do Recife, e serviu também para fazer um balanço da gestão deste ano, com a presença de diversos conselheiros e do secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja.</p>
<div id="attachment_56773" aria-labelledby="figcaption_attachment_56773" class="wp-caption img-width-345 alignleft" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321505332_ffa6b41500_k.jpg"><img class="wp-image-56773  " alt="39321505332_ffa6b41500_k" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321505332_ffa6b41500_k-607x470.jpg" width="345" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Sena representa a Dança no Conselho</p></div>
<p>Na opinião do conselheiro Marcelo Sena, representante do segmento Dança, <em>“o balanço deste ano é que foi muito importante a gente ter encontrando as metodologias de funcionamento do Conselho. E será um desafio sugerir aos próximos mandatos que virão adaptações de como lidar com tantas pautas e ao mesmo tempo como otimizar o tempo dos GTs e das reuniões de plenário”,</em> concluiu o conselheiro representante de Dança.</p>
<p>Ainda sobre a metodologia, Marcelo comentou que &#8220;t<em>ivemos algumas dificuldades, devido à quantidade de pautas e o tempo que temos de reuniões, apesar deste ano termos tido muitos encontros”. </em>No formato atual, cada pauta gera um Grupo de Trabalho, (GT) que começa a atuar antes da reunião geral, para no dia do pleno, os encaminhamentos serem expostos e os conselheiros, juntos, tomarem alguma decisão. <em>“Muitas pautas funcionaram desse jeito, mas há outras mais complexas. Talvez a mais explícita seja o Funcultura, que a gente sabe do quanto de questões há dentro do Fundo a serem discutidas. Mas estamos chegando ao final do ano e não conseguimos de fato ter uma discussão no nível que a gente queria, que era tanto discutir isso dentro do Conselho como levar pras categorias, e depois retornar e debater novamente”,</em> opina Marcelo Sena.</p>
<div id="attachment_56783" aria-labelledby="figcaption_attachment_56783" class="wp-caption img-width-338 alignright" style="width: 338px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321393932_01d4d110b7_k.jpg"><img class="wp-image-56783  " alt="39321393932_01d4d110b7_k" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321393932_01d4d110b7_k-596x486.jpg" width="338" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Jocimar Gonçalves representa os movimentos sociais</p></div>
<p>Para Jocimar Gonçalves, suplente representante dos Movimentos Sociais, este Conselho<em> “tem a marca de ter olhar voltado para que a cultura pernambucana permaneça viva, seja a cultura afro-brasileira, indígena, toda ela, na música, na dança, e nas outras linguagens, para que possa ser vista pelo mundo como ela deve ser olhada: Uma cultura rica de personagens e histórias”.</em></p>
<p><em>“E neste ano o Conselho deu uma grande contribuição para as políticas públicas do nosso estado. Aqui foi discutido do Funcultura ao Mecenato, do edital do Carnaval de 2017 ao São João deste ano. Apesar disso, a gente considera que precisamos avançar mais, e que ficamos abaixo do que poderíamos avançar, tendo em vista que o Governo Federal cortou as verbas para a cultura de uma forma generalizada, e isso afetou toda a cadeia produtiva nacional, mesmo entendendo que o Governo de Pernambuco tenha feito o possível para evitar que isso chegasse ao estado”,</em> avaliou Jocimar Gonçalves, que acredita que o ano de 2018 promete novos e importantes desafios.</p>
<div id="attachment_56772" aria-labelledby="figcaption_attachment_56772" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24486918157_304ead7efd_k.jpg"><img class="wp-image-56772  " alt="24486918157_304ead7efd_k" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24486918157_304ead7efd_k-529x486.jpg" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Todos temos tido muito trabalho com as bases, formulado uma agenda com acompanhamento e presença”, destaca Paula de Renor</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>A vice-presidente do Conselho, Paula de Renor, considera que <em>“cada vez mais nós conselheiros estamos tendo a consciência da importância do CEPC. E isso se reflete na sociedade, que não está acostumada em ver um Conselho tão atuante, porque essa não é a realidade dos conselhos de uma forma geral. Todos temos tido muito trabalho com as bases E formulado uma agenda com acompanhamento e presença”.</em></p>
<p>Segundo ela, este trabalho se reflete, por exemplo, na realização da IV Conferência Estadual de Cultura. <em>“Pernambuco foi o único estado do Brasil que convocou uma conferência do tipo, com apoio do CEPC, e isso mostra que estamos sim construindo uma política cultural enquanto o país inteiro está afundando neste sentido. Estamos trabalhando em conjunto, Secretaria de Cultura, Fundarpe, Conselho Estadual de Cultura, para que consigamos realmente chegar a algum lugar”.</em></p>
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		<title>Secult-PE/Fundarpe anunciam programação do Ciclo Natalino da Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 15:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo natalino]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Palco dos ciclos festivos de Pernambuco, a Casa da Cultura dá início, na próxima terça-feira (19), às festividades natalinas. A ação, promovida anualmente pela Secult-PE/Fundarpe, contará com apresentações gratuitas de 14 pastoris, cavalos marinhos, bois, cirandas e reisados de várias regiões do Estado, que vão animar o espaço cultural até o dia 22 de dezembro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18349" aria-labelledby="figcaption_attachment_18349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/8301517093_0597a7cec0_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-18349" alt="Costa Neto/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/8301517093_0597a7cec0_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Pastoril Giselly será uma das atrações da programação da Casa da Cultura</p></div>
<p>Palco dos ciclos festivos de Pernambuco, a Casa da Cultura dá início, na próxima terça-feira (19), às festividades natalinas. A ação, promovida anualmente pela Secult-PE/Fundarpe, contará com apresentações gratuitas de 14 pastoris, cavalos marinhos, bois, cirandas e reisados de várias regiões do Estado, que vão animar o espaço cultural até o dia 22 de dezembro, a partir das 11h.</p>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, a <em>&#8220;programação da Casa da Cultura mantém viva as tradições desse período em nosso Estado e celebra a diversidade de nossa gente, as cores e a alegria do ciclo natalino, que é riquíssimo em Pernambuco&#8221;</em>.</p>
<div id="attachment_56320" aria-labelledby="figcaption_attachment_56320" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/reisado-imperial-foto-secult-pe-fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-56320" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/reisado-imperial-foto-secult-pe-fundarpe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Reisado Imperial, da Bomba do Hemetério, apresenta-se quarta-feira (20), na Casa da Cultura</p></div>
<p>Já o gerente de Equipamentos Culturais da Fundarpe, André Brasileiro, destaca que as &#8220;<em>atrações e os horários das apresentações foram pensados para interagir com as pessoas que visitam o espaço todos os dias para conhecer e adquirir os artesanatos pernambucanos, e também para atrair mais visitantes à Casa da Cultura e impulsionar a comercialização dos produtos dos mais de cem artesãos pernambucanos que ocupam atualmente o local&#8221;</em>.</p>
<div id="attachment_56322" aria-labelledby="figcaption_attachment_56322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/mestra-ana-lucia-do-coco-foto-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-56322" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/mestra-ana-lucia-do-coco-foto-secult-pe-fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A mestra Ana Lúcia do Coco levará seu pastoril para mostrar na Casa da Cultura</p></div>
<p>Toda a programação do Ciclo Natalino 2017 é gratuita. Confira mais informações e participe!</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ciclo Natalino da Casa da Cultura</strong></span><br />
<strong>De 19 a 22 de dezembro</strong><br />
<strong>(Rua do Cais da Detenção, S/N &#8211; Santo Antônio, Recife &#8211; PE)</strong><br />
<strong> Acesso gratuito </strong></p>
<p><strong>19/12 &#8211; Terça-feira</strong><br />
10h &#8211; Gillka Brechó<br />
11h &#8211; Serenata Natalina de Olinda<br />
14h &#8211; Pastorial Giselly Andrade<br />
15h &#8211; Espetáculo &#8220;Uma Noite de Natal&#8221;<br />
16h &#8211; Pastoril Esperança</p>
<p><strong>20/12 &#8211; Quarta-feira</strong><br />
11h &#8211; Papai Noel de Gylka Brechó<br />
14h &#8211; Ciranda Dengosa<br />
15h &#8211; Pastoril Nossa Senhora do Rosário<br />
16h &#8211; Reisado Imperial</p>
<p><strong>21/12 &#8211; Quinta-feira</strong><br />
10h &#8211; Gylka Brechó<br />
11h &#8211; Serenata Natalina de Olinda<br />
14h &#8211; Cavalo Marinho Estrela Brilhante<br />
15h &#8211; Cavalo Marinho de Ouro de Condado<br />
16h &#8211; Mestra Ana Lúcia</p>
<p><strong>22/12 &#8211; Sexta-feira</strong><br />
11h &#8211; Gylka Brechó<br />
14h &#8211; Cavalo Marinho Boi Matuto<br />
15h &#8211; Cavalo Marinho Mestre Zé de Bibi<br />
16h &#8211; Boi D&#8217;Loucos<br />
17h &#8211; Boi Faceiro</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco celebra 10 anos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco-celebra-10-anos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 17:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[10 Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, promovida pela Secult-PE e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), chega à sua 10ª edição em 2017. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, 17 de agosto, e abrir espaço para reflexão das questões voltadas às políticas de preservação, o evento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/10-semena-de-patrimonio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-52173" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/10-semena-de-patrimonio-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">A <strong>Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong>, promovida pela Secult-PE e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), chega à sua 10ª edição em 2017. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, 17 de agosto, e abrir espaço para reflexão das questões voltadas às políticas de preservação, o evento terá como tema neste ano as<strong> “Políticas Públicas e Gestão do Patrimônio Cultural”</strong>.</p>
<p>A programação do evento, nos últimos anos, tem extrapolado a duração de uma semana e as ações acontecem durante quase todo o mês de agosto, estabelecendo um canal de debates, interdisciplinar e interinstitucional sobre as mais diversas temáticas julgadas essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais.</p>
<p>Na próxima quinta (10), por exemplo, a abertura da exposição <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/mepe-inaugura-a-exposicao-pernambuco-territorio-e-patrimonio-de-um-povo" target="_blank"><b>“Pernambuco patrimônio e território de um Povo</b>&#8220;</a>, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), às 19h, faz parte da programação da Semana. Com curadoria de Raul Loudy e Renato Athias, a mostra contará toda a história de Pernambuco, a partir do acervo do MEPE. E, a partir da próxima segunda-feira (14), de forma inteiramente gratuita, serão ofertadas ao público em geral ações como seminários, oficinas, mesas redondas, exposições, minicursos, rodas de diálogo, teatro, mostra de artesanato, apresentações culturais, entre outras atividades voltadas ao debate público sobre preservação.</p>
<p><b>Abertura </b>- A abertura oficial da 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, na segunda-feira (14), será com a conferência do conservador e restaurador Antônio Sarasá, que debaterá o tema <i>A Cultura do Patrimônio e a Zeladoria</i>, a partir das 14h. Além do colóquio, haverá a apresentação do projeto do Funcultura <i>Jardins de Burle Marx</i>, produzido por Sandro Lins, e o lançamento das publicações <em>Cartilha</em> <em>‘Jogo do Patrimônio 2.0</em>&#8216; e <em>Revista Aurora 463 &#8211; Ano II</em>, ambas confeccionadas pela Fundarpe. Ao final, Mocinha de Passira (Patrimônio Vivo) encerrará a programação do primeiro dia com seus célebres repentes.</p>
<p style="text-align: right;">Confira a programação completa <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<div id="attachment_52162" aria-labelledby="figcaption_attachment_52162" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-52162" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Teatro Santa Isabel será palco da solenidade de diplomação dos novos Patrimônios Vivos e dos vencedores do 2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho</p></div>
<p><b>Dia do Patrimônio</b> &#8211; A data mais festiva da Semana do Patrimônio é o dia 17 de agosto, quando é celebrado o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, comemorado desde 1998, quando o primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Rodrigo Melo Franco de Andrade completaria 100 anos. Haverá uma solenidade no Teatro de Santa Isabel. A programação inclui a diplomação dos seis novos Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco (Maria dos Prazeres, Mestre Chocho, André Madureira, José Pimentel, Reisado Inhanhum e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo), do anúncio dos vencedores do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural 2016 e de uma referência mais do que especial: os 80 anos do Iphan, criado em 1937.</p>
<p><em>“Nossa proposta é ampliar o diálogo com a sociedade sobre a gestão a preservação do nosso patrimônio. Traçarmos estratégias, encontrarmos alternativas e novos modelos de gestão compartilhada entre o poder público, os conselhos de preservação e a comunidade”</em>, convida a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p>Ainda de acordo com a gestora, <em>“as atividades terão como base quatro eixos: brincar, experimentar, interpretar e pensar o patrimônio, estabelecendo um canal de debates, interdisciplinar e interinstitucional sobre temáticas essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais”</em>.</p>
<div id="attachment_52159" aria-labelledby="figcaption_attachment_52159" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/marcia-souto-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-52159" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/marcia-souto-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A presidente da Fundarpe Márcia Souto comandará uma mesa-redonda durante o Seminário de Políticas Públicas e Gestão do Patrimônio</p></div>
<p><b>Seminário</b> – Na terça-feira (15), das 8h30 às 12h30, a Semana do Patrimônio promoverá o Seminário &#8211; Políticas Públicas e Gestão do Patrimônio Cultural. A atividade acontecerá no Teatro Arraial Ariano Suassuna e terá como tema da primeira mesa, o <i>Marco Legal para o reconhecimento dos patrimônios culturais (panorama da legislação mundial, nacional, estadual e municipal e suas complexidades)</i>. Mediado pela presidente de Fundarpe Márcia Souto, contará com os palestrantes Hermano Queiroz, diretor de Patrimônio Imaterial do Iphan, Mário Pragmácio, professor do Mestrado Profissional do IPHAN,  e Marcelo Renan, doutorando Pós-Cultura UFBA.</p>
<p>A segunda mesa do encontro terá como tema a <i>Preservação dos patrimônios culturais &#8211; atuação e limites do estado, dos agentes públicos, dos conselhos e dos detentores de bens culturais</i>. Terá como palestrantes: Telmo Padilha Cesar, do Instituto Defender &#8211; Defesa Civil do Patrimônio Histórico, do professor Leonardo Barci Castriota, arquiteto-urbanista e Diretor da pós-graduação da Universidade Federal de Minas Gerais, e será mediada por Rodrigo Cantarelli, do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p><b>Lançamento</b> - Na sexta-feira (18), os professores Terezinha de Jesus Pereira da Silva – membro do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; e Sérgio Mota Bitencourt lançam, às 9h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, o livro <i>Espaço Pasárgada: A Casa de Manuel Bandeira</i>, que revela toda história e o acervo do equipamento cultural.</p>
<p><b>2º Seminário de Educação Patrimonial</b> - A Faculdade de Direito do Recife sediará a segunda edição do Seminário de Educação Patrimonial de Pernambuco. A atividade está agendada para a sexta-feira (18), das 8h às 17h, e discutirá a relação <i>Museu-Escola: desafios e possibilidades</i>. A conferência de abertura será proferida pela professora Manuelina Cândido (UFG) e terá de mediação de Regina Batista, que é membro do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural. Ao longo do dia, haverá ainda as mesas-redondas: <i>O museu como espaço pedagógico</i>; <i>O museu e sua natureza simbólica</i>; <i>O museu como difusor do conhecimento</i>; e <i>O museu e suas representações de tempo e espaço</i>.</p>
<p><b>Minicurso Zeladoria de Bens Culturais</b> - Ministrado pelo restaurador Antônio Sarasá, o curso acontecerá entre os dias 15 e 16/8, das 9h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). A atividade é direcionada às equipes que gerenciam os equipamentos culturais do Estado e possibilitará aos participantes a oportunidade de aprenderem técnicas de manutenção e zeladoria para o acervo de suas instituições.</p>
<p><b>Simpósio </b>- Batizado de <i>Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural</i>, a 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoverá um simpósio acadêmico entre estudantes e professores de sete instituições de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco: Damas, Esuda, FBV, UFPE, Unicap, Uninassau e UNIFAVIP. A atividade acontecerá no Teatro Arraial Ariano Suassuna, na sexta-feira (18), a partir das 9h, e mostrará, através da exposição de banners e colóquios, a produção da comunidade acadêmica sobre o patrimônio cultural pernambucano.</p>
<p><b>Filme - </b>Além da programação no Teatro Santa Isabel, o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, 17 de agosto, às 10h, contará com uma programação especial no Cine São Luiz, que exibirá, neste dia, o filme <i>A Luneta do Tempo</i>, dirigido por Alceu Valença, para estudantes da rede municipal do Recife.</p>
<p><b>Descentralização &#8211; </b>Ao longo de uma década, a Semana do Patrimônio segue ampliando horizontes e ganhando novos parceiros. Além do Recife, participam desta edição os municípios de Belém do São Francisco, Brejo da Madre de Deus, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Floresta, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Surubim e Tamandaré.<em> “Essa ampliação mostra a força do evento e está alinhada aos princípios da descentralização e da interiorização que precisam orientar cada vez mais a gestão das políticas culturais”</em>, destaca o secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja.</p>
<p><strong>Atividades formativas -</strong> Os interessados em participar nas oficinas, seminários, rodas de diálogos e cursos da <strong>10ª</strong> <strong>Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong>, poderão se inscrever gratuitamente nos links abaixo:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> Conferência de Abertura A Cultura do Patrimônio e a Zeladoria</strong></span><br />
Inscreva-se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdXb2r1GPzkaS07wQSPUHSOZOX1KB9MKYCEI4c9b2QKoHxyEA/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Seminário Políticas Públicas e Gestão do Patrimônio Cultural</strong></span><br />
Inscreva-se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfCJ0M_xxS5adTHaQp-lISgCqbRg-EflmDIRDDEwysPfsGPzA/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Roda de Diálogo Gestão e Sustentabilidade nos Museus</span></strong><br />
Inscreva-se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeuvJrymeC28sEcYtfDv88WefgRMrSqSxMNt1SmO83TWYhtPQ/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Oficina Participação Social no Processo de Construção de um Plano de Gestão para o Patrimônio Ferroviário de Pernambuco</strong></span><br />
Inscreva-se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfE8AHLhIkdBClt42l1bbGsKDuX8OBIsD3cIb6kW11e3kX0iA/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Diálogo com autoras de obras infantojuvenis marca estreia do projeto &#8216;Outras Palavrinhas&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:55:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-16831d04-95e1-e1fe-6fbc-05a2f55fdc8e" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>O último sábado (29) foi dia de estreia na Praça da Palavra Hermilo Borba Filho do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). É que o público pôde assistir a primeira edição do projeto Outras Palavrinhas, uma iniciativa da Fundarpe que deriva do projeto Outras Palavras que, há dois anos, fomenta a cultura literária pernambucana promovendo o encontro entre escritores e estudantes. A estreia do projeto trouxe uma conversa com as escritoras infantis Suzana Morais, autora do livro A passagem secreta, e Socorro Lacerda que, na ocasião, lançou o livro Vira Vira Violeta.</p>
<div id="attachment_51912" aria-labelledby="figcaption_attachment_51912" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-45.jpg"><img class="size-medium wp-image-51912" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-45-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Diálogo com escritoras marcou a programação</p></div>
<p dir="ltr">A vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, fez a abertura do evento. “Para nós, é um prazer muito grande iniciar, aqui no FIG, o Outras Palavrinhas. Ao conversar com a coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura do Estado, Mariane Bigio, nós descobrimos que poderíamos levar uma versão do Outras Palavras para o público infanto-juvenil. Nós já visitamos mais de 300 escolas com esse projeto levando escritores premiados para conversar com os estudantes e, também, uma parte do acervo literário da Fundarpe como doação. No interior de Pernambuco, já visitamos muitas cidades levando expoentes da cultura popular como Galo Preto e o trio As Severinas. Também, realizamos oficinas durante o festival. Esperamos que esse novo filho atinja diversas séries iniciais”, diz ela.</p>
<div id="attachment_51913" aria-labelledby="figcaption_attachment_51913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-51913" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mariane Bigio e Antonieta Trindade saudaram o público da Praça da Palavra</p></div>
<p dir="ltr">Socorro Lacerda parabenizou a equipe do Outras Palavrinhas. “O projeto já está democratizando a literatura pernambucana e eu estou muito feliz por participar disso e estar, aqui, entre essas grandes mulheres das letras. Sinto-me privilegiada por lançar Vira Vira Violeta em um ambiente tão fértil. Este livro reflete a luta do meu coração e conta a história de algumas violetas que são proibidas de fazer algumas atividades como jogar bola e andar de bicicleta, sendo oprimida pelos cravos”, conta a escritora. Na ocasião, a ilustradora e tatuadora Karla Gonçalves, que ilustrou o livro da Socorro a base de aquarelas, também, falou de suas impressões sobre a obra. “A Socorro traz muita visualidade nas histórias dela, fiquei encantada de poder participar disso. A história trata da luta de nós mulheres que é muito importante e que pode começar na infância, também. Se tem um livro que discute isso, eu acho que todo mundo deveria ler”, diz a ilustradora. Karla explicou para as crianças um pouco do que é o processo de pintura em aquarela. “É um processo mágico onde a gente mistura tinta com água e ela vai para todos os lugares que quiser”, explica ela, didaticamente.</p>
<p dir="ltr">Suzana Morais contou como foi o processo de criação de seu livro A passagem secreta. “Ele foi escrito, inicialmente, em cordel. É difícil encontrar mulheres escrevendo cordel e a maioria deles não têm protagonistas femininas, por isso eu escrevi essa história”, diz ela. A escritora, que também é contadora de histórias e cordelista, fez uma breve apresentação do livro para as crianças, contando o início da história, que foi construída com base nas técnicas do cordel. A história conta as aventuras de uma menina através de uma passagem secreta.</p>
<div id="attachment_51915" aria-labelledby="figcaption_attachment_51915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51915" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debate atraiu crianças e adultos ao polo de literatura do festival</p></div>
<p dir="ltr">Como os dois livros têm personagens femininas como protagonistas, a defesa por direitos iguais entre homens e mulheres foi um tema pautado, durante a conversa. “O feminismo é um movimento que existe no mundo inteiro onde as meninas procuram saber porque elas não podem fazer determinadas coisas que os meninos podem. Então, muitas vezes, quando a gente vai crescendo, vai se oprimindo e isso pode obstruir nossas oportunidades. O livro coloca essa reflexão de uma maneira leve e divertida. Queiram ter asas que voam, queiram ser violetas”, explica Socorro às crianças fazendo alusões ao seu livro.</p>
<p dir="ltr">Suzana aproveitou o momento e falou um pouco de outra obra sua, A formiga surfista, explicando para o público o que é a rima. “A rima são palavras que combinam entre si, por exemplo: anão e mamão. Esse livro, que foi escrito com rima, conta a história de uma formiga que não tinha medo da chuva e resolver surfar numa folha”, conta ela. Sobre o processo de concretização de Vira Vira Violeta até chegar à impressão, Socorro Lacerda conta que cuidou dos mínimos detalhes pessoalmente. “Quando ele ficou pronto, parece que chegou um filho. Não é fácil fazer um livro com recurso próprio mas é muito gostoso”, diz ela que, ao final da conversa se dirigiu ao estande da editora CEPE para a sessão de autógrafos do livro.</p>
<div id="attachment_51914" aria-labelledby="figcaption_attachment_51914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-51914" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Reisado Infantil Floreando de Garanhuns também participou da atividade</p></div>
<p dir="ltr">Marianne Biggio encerrou o momento com a leitura de um poema de sua autoria chamado Manifesto das Meninas. Em seguida, ao som de uma viola e um pandeiro, o Reisado Infantil Floreando de Garanhuns se apresentou, encantando a todos. O cordelista Luiz Gonzaga de Lima está à frente do grupo. “O reisado é um folguedo que faz parte do ciclo natalino e comemora o nascimento de Cristo. Foi trazido pelos portugueses, para o Brasil, no século XVIII. Em Garanhuns, lutamos muito pelo reisado”, diz ele que é o responsável pela formação de quatro grupos de reisado com faixas etárias diferentes, no município.</p>
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		<title>Palco Forró do FIG evidenciou a boa tradição nordestina</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:37:28 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Na madrugada de sexta-feira, 28/7, o público do Palco Forró do 27º Festival de Inverno de Garanhuns se esquentou mesmo a 16ºC. É que a programação, que iniciou às 23h, colocou todo mundo pra dançar aquele “dois pra lá dois pra cá” que todo nordestino sabe. Três atrações fizeram o povo tirar o pé do chão: Forró Pesado de Garanhuns, As Severinas e Flávio Leandro.</p>
<p dir="ltr">O trio feminino As Severinas (Marília Correia, Isabele Moreira e Monique D’Ângelo), que possui seis anos de estrada, misturam música e declamação de poesia popular em suas apresentações. Elas tocam e cantam um repertório para todos os públicos, em especial, os jovens. Com clássicos do forró pé-de-serra e releituras de músicas da MPB em ritmo de forró, a vocalista Monique tem uma voz forte e uma energia que contagia. Em seu primeiro FIG, as moças do Sertão do Pajeú trouxeram uma banda, incrivelmente, entrosada. “Foi pleno e maravilhoso tocar, pela primeira vez no FIG. No início da nossa carreira, não pensávamos que chegaríamos a atingir o público que temos hoje, especialmente porque foi um projeto pensado para funcionar em um tempo determinado. Hoje, percebo que não apenas os jovens se interessam pelo nosso trabalho como públicos de todas as idades, algo que não imaginávamos. O retorno tem sido favorável e o nosso maior sentimento é o de gratidão”, diz Monique.</p>
<div id="attachment_51879" aria-labelledby="figcaption_attachment_51879" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36105045051_55434d2e09_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51879" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36105045051_55434d2e09_z-607x373.jpg" width="607" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">As Severinas encantam e agitam o público</p></div>
<p dir="ltr">Em seus shows e declamações, As Severinas buscam abordar temáticas em louvação e defesa da mulher nordestina guerreira. “Nos tempos em que vivemos, nos deparamos com machismo e violência. Como mulheres e artistas e obrigação nossa levar essa mensagem a um público cada vez maior e que coisa boa poder dizer isso para as pessoas. Como é bom dizer ‘não’ ao preconceito e pregar o amor ao próximo”, declara Monique.</p>
<p dir="ltr">Flávio Leandro é um expoente da música nordestina. Com mais de 20 anos de carreira, ele ganha o palco sendo através da animação ou da emoção. Com voz arrebatadora, ele é acompanhado por metais, flauta transversa, bateria, contrabaixo e guitarra tendo a zabumba, a sanfona e o triângulo como protagonistas instrumentais. Compositor de músicas memoráveis cantadas por grandes nomes da música regional, seu show tem alta qualidade onde a poesia ganha vez e voz cantada. “É muito prazeroso trabalhar o forró que é uma matriz cultural nordestina e falar de amor é uma obrigação minha enquanto artista, nós somos como fotógrafos do cotidiano. A cada vez que subo no palco a sensação é diferente e a satisfação é muito grande. É como se fosse a primeira vez”, diz o artista. Em seu segundo FIG, Flávio conquistou o público com seu carisma que interagiu e cantou com ele.</p>
<div id="attachment_51880" aria-labelledby="figcaption_attachment_51880" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36238727955_58a874fa5d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51880" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36238727955_58a874fa5d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Flávio Leandro canta com o grande coro formado pelo público</p></div>
<p dir="ltr">O jovem talento de Garanhuns, Mateus Cordeiro, fez uma participação no show cantando uma música com Flávio. “É uma responsabilidade muito grande cantar com ele que é um compositor e cantor que eu admiro muito. Poucas pessoas cantam e compõem como ele”, diz Mateus.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Outras Palavras levou música e literatura à escola de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Clara Albuquerque</em></p>
<p>O Projeto Outras Palavras desenvolveu ações especiais durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Na tarde do dia 28/7, foi a vez da Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra receber o escritor Joseilson Ferreira, vencedor do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura. O momento, ainda, foi marcado por uma animada apresentação do trio As Severinas.</p>
<div id="attachment_51901" aria-labelledby="figcaption_attachment_51901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrio Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joseilson_rodrigo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51901" alt="Rodrio Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joseilson_rodrigo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Joseilson Ferreira</p></div>
<p dir="ltr">Joseilson Ferreira contou como foi a construção criativa de seu último trabalho e, também, leu algumas de suas poesias. Durante a conversa, estudantes e professores da escola se aproximavam para falar de suas impressões e esclarecer dúvidas. O escritor fala sobre sua versatilidade em escrever do infantil à poesia sensual. “Eu considero livros como filhos, cada um com uma personalidade diferente. Então, tenho livros eróticos e infantis. A gente tem que trabalhar com cuidado para atingir o leitor”, conta ele, que também falou de sua relação com o avanço da tecnologia dentro de seu processo de produção e o mercado literário. “Quando iniciei, não tinha internet. Hoje, a facilidade é maior tanto para armazenar a produção quanto para encontrar o nicho do mercado literário. Há mais concursos literários hoje do que antes. Ficar isolado não é negócio. É interessante que continue havendo prêmios como o Pernambuco Literatura”, diz ele. Joseilson está trabalhando em um livro de contos, atualmente, e conta que, pela primeira vez está escrevendo no computador. “Todos os meus livros foram escritos a mão. Era um processo onde eu gastava muito papel, depois datilografava. Hoje em dia, é muito mais fácil com o computador. Consegui me adaptar com esse livro mais recente e está dando certo”, conta ele.</p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_51874" style="width: 617px;">
<dt class="wp-caption-dt" style="display: inline !important;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101274611_58aeb21b6c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51874" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101274611_58aeb21b6c_z-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a></dt>
</dl>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_51874" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">O escritor Joseilson Ramos conversa com estudantes</dd>
</dl>
<p dir="ltr">O escritor, ainda, deu dicas aos jovens que pensam em começar a escrever. “Tem que ter uma bagagem de leitura apurada e crítica. Algumas pessoas têm o seu modo particular de criação. Eu, por exemplo, preciso de silêncio. Outro recurso que utilizo é tomar nota das situações que presencio, achei necessário para este trabalho com contos e romances. Tudo o que aparece eu anoto. O segredo é nunca desistir e fazer por amor e não por dinheiro. Quando você consegue viver de Literatura é muito bom, quando não é como um hobby que você tem que levar com profissionalismo. Estudar e ler muito. Para ter domínio do que se escreve tem que se entender, se preparar”, explica ele. Para o trabalho de estímulo que pode ser realizado em sala de aula, Joseilson também expôs seu pensamento a respeito. “Precisamos trabalhar a realidade do aluno porque ele não vai zerado para a escola. É interessante, também, que as escolas realizem concursos internos. Fora isso, a internet tem muito material em vídeo e entrevistas com outros autores que estimulam. Minha inspiração, por exemplo, é João Cabral de Melo Neto.</p>
<p dir="ltr">Quando questionado sobre que rumo tomar diante de um momento marcado por falta de investimentos federais na cultura, Joseilson responde que “o caminho é não acreditarmos que estamos em um abismo cultural. Nunca houve tantos concursos como os de hoje em dia. Não vivemos em uma crise cultural, precisamos resgatar a imagem cultural que temos e que, muitas vezes, a mídia mascara. Muitos projetos que fomentam a cultura literária estão em andamento como o Outras Palavras e feiras literárias”. Sobre o alto consumo de literatura internacional, no Brasil, o escritor opina que “concorrer com a literatura internacional é complicado porque o investimento que eles têm em divulgação é muito alto, cabe a nós tomarmos a decisão quando estivermos em uma livraria”.</p>
<p dir="ltr">A diretora da escola, Josivânia Bezerra, fez os seus agradecimentos. “É com muita alegria que recebemos esse momentos. Gostaria de agradecer a todos que vieram e à Fundarpe por levar a cultura para o interior do estado”, diz ela que entregou, em seguida, uma lembrança representativa ao escritor, ao trio musical e à vice presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade. “Para nós da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe é um prazer imenso estar aqui e sermos acolhidos por vocês com esse projeto que tem o objetivo principal de integrar a Cultura e a Educação desde 2015. Já passamos por muitas cidades no interior do estado como Petrolina, Água Preta e Canhotinho. Estamos felizes porque as edições do projeto têm ajudado a fortalecer a cultura literária local com o público jovem e, neste processo, contamos com escritores pernambucanos e expoentes da cultura popular do estado como é o caso do trio As Severinas que trazemos, com todo o prazer, pela segunda vez, ao projeto. Em qualquer momento, é só nos convidar que teremos o prazer de voltar”, diz ela. Em seguida, a vice-presidente entrega, nas mãos da diretora da escola, um kit com livros do acervo da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_51875" aria-labelledby="figcaption_attachment_51875" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101182281_f120daecd9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51875" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101182281_f120daecd9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade representa a Fundarpe durante o evento</p></div>
<p dir="ltr">Ao final da conversa com o escritor, o trio As Severinas encantou a todos com uma apresentação de poesia popular regada a muito forró pé-de-serra. Com seis anos de estrada, as jovens artistas possuem uma maneira peculiar de fazer shows. “Eu acho maravilhoso esse trabalho que está sendo desenvolvido pelo projeto Outras Palavras, especialmente porque o nosso trabalho começa na parte literária. Eu e Monique escrevemos e declamamos, a música é uma desculpa pra levar a poesia para as pessoas”, diz Isabele Moreira, uma das integrantes do trio. Durante a apresentação, as meninas do Pajeú pernambucano intercalavam poesias autorais e de poetas populares do estado com clássicos do forró e algumas releituras executadas no ritmo, a exemplo da música Esquadros, da Adriana Calcanhoto. Também contaram um pouco de sua intimidade com a poesia popular que veio como herança dos pais, além de sua trajetória artística e a proposta de inserir, no mercado, mais mulheres tocando instrumentos regionais. “O nome do grupo é uma homenagem a uma série de figuras como Severina Branca, Severino Bil, Bil de Crisanto e a Vida Severina de João Cabral de Melo Neto. Nossa proposta envolve não só fazer o forró redondo da rádio, nós queríamos uma coisinha a mais. Foi aí que resolvemos brincar com os xotes dos outros. A gente toca o que a gente gosta e coincide do povo gostar, se fosse diferente não seria verdadeiro”, diz Isabele. A última música que o trio executou colocou o público para dançar um arrasta-pé. Elas foram bastante aplaudidas.<em id="__mceDel"> </em></p>
<div id="attachment_51876" aria-labelledby="figcaption_attachment_51876" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36234605555_1b5e17ea52_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51876" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36234605555_1b5e17ea52_z-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">As Severinas colocam todos pra dançar</p></div>
<p dir="ltr">O Projeto Outras Palavras visitou mais de 300 escolas, teve mais de 600 participantes e mais de 4 mil livros do acervo da Fundarpe doados para os acervos das escolas visitadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Homenagem a Hermilo Borba Filho emociona público do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2017 00:03:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Todos os dias, a Praça da Palavra Hermilo Borba Filho, nome do escritor homenageado do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), oferece uma programação recheada de apresentações, contações de histórias e rodas de diálogo para o público visitante de todas as idades. Ontem (27), programação foi encantadora e emocionante com direito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Clara Albuquerque</p>
<p>Todos os dias, a Praça da Palavra Hermilo Borba Filho, nome do escritor homenageado do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), oferece uma programação recheada de apresentações, contações de histórias e rodas de diálogo para o público visitante de todas as idades. Ontem (27), programação foi encantadora e emocionante com direito a contação de histórias com origamis, lançamento de livro e uma conversa sobre a vida e a obra do escritor.</p>
<div id="attachment_51827" aria-labelledby="figcaption_attachment_51827" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/hermilo-borba-jan.jpg"><img class="size-medium wp-image-51827" alt="Jan Ribeiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/hermilo-borba-jan-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Conversa sobre vida e obra do homenageado</p></div>
<p dir="ltr">O diálogo contou com a participação da atriz Leda Alves, viúva de Hermilo, e do dramaturgo Carlos Carvalho, que adaptou várias de suas obras para o teatro, e teve ainda a mediação do diretor teatral João Denys, que fez uma introdução trazendo suas impressões sobre o homem e o escritor Hermilo. “Ele foi um pernambucano de Palmares muito importante para a literatura. Era um homem orquestra porque lidava com muitas atividades e nunca deixou de levantar o artista popular. Viveu a labuta de um artista como se quisesse se santificar pela palavra, de onde o podemos conhecer”, diz ele. Antes de passar a palavra para Leda Alves, João Denys faz uma leitura do texto Louvação de Julho, de Hermilo.</p>
<p dir="ltr">Emocionada, Leda Alves toma a palavra e inicia seu discurso dizendo que o referido texto foi escrito há cerca de cinquenta anos, contudo continua jovem e que através dele é possível conhecer a história da cultura pernambucana. “Importa que nós como depositários da semente de Hermilo possamos plantá-la em quem não o conhece”, diz ela. Leda se diverte contando histórias da convivência que teve com Hermilo e diz estar, naquele momento, proferindo um testemunho de uma mulher que teve o privilégio de viver a maior parte de sua vida com ele.  “Não só de cama e mesa, mas à frente das lutas políticas religiosa e cultural. Neste caminhar, tudo é vida, nem sorte, nem tristeza, nem azar. Falar em Hermilo é alimento, vigor e alento. Dele fui discípula, atriz, companheira e mulher amada, testemunha de sua vida. Ele tinha uma infinita capacidade de compreender e amar. Ele não tinha preconceitos e muita obstinação no serviço de escritor e encenador. Estava, sempre, de plantão a serviço das ideias. Sua postura continua em mim como bandeira empenhada. Seu amor pela vida fazia dele um homem de fascínio social. Hoje ele está no conhecimento absoluto da fé e do amor de Deus”, diz ela. Leda conta que, cinco dias antes de sua partida, Hermilo teve uma conversa com um padre e revelou que se sentia pronto para se deparar, cara a cara, com Deus, porque era um homem conferido, isto é, sua existência conferia com sua essência. Ela disse, ainda, que ele escreveu até três dias antes de ir. “Sua energia era tão forte que passava para a gente. Sinto-me depositária das obras dele, um vaso condutor. A missão ainda está na minha frente e eu a irei cumprir. Viva a vida e viva a Hermilo!”, diz ela. Leda foi aplaudida com entusiasmo pelo público.</p>
<div id="attachment_51826" aria-labelledby="figcaption_attachment_51826" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/leda-alves-_jan.jpg"><img class="size-medium wp-image-51826" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/leda-alves-_jan-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Leda Alves compartilhou momentos vividos com Hermilo</p></div>
<p>Em seguida, o dramaturgo Carlos Carvalho que se disse interessado na obra de Hermilo como encenador, cidadão, homem e pesquisador que há mais de trinta anos trabalha com as obras dele. “Não dá para não ler Hermilo. Especialmente, essas duas obras reeditadas pela CEPE, <em>Os ambulantes de Deus</em> e o livro<em> Contos</em>. A literatura hermiliana é o engendramento da vida e da vida ficcionada. Ele conta com maestria o que foi vivido ou não. É difícil para um ator interpretar o texto dele, tanto a respiração quanto a sintaxe são difíceis. Nesse fantástico ele permitia o maravilhoso. Ao mesmo tempo, ele era a fonte de sua narrativa e se reinventava em sua memória”, conta ele. O dramaturgo também falou de suas experiências adaptando obras de Hermilo. “Eu costumo dizer que traduzir é, sempre, trair. Trair por bem mas, ainda assim, trair. Adaptar as obras de Hermilo é algo difícil”, diz ele. Carlos, também, fez algumas leituras de alguns textos de Hermilo Borba Filho. Sua leitura envolvente prendia o olhar de todos.</p>
<p dir="ltr">Ao finalizar a conversa, Leda Alves agradeceu a presença de todos, à Secretaria de Cultura de Pernambuco e à Fundarpe pelo apoio, ao FIG e ao centenário de Hermilo. “Este é um espaço salutar e fértil. Sinto que, daqui, vai nascer muita arte. Gostaria, também, de agradecer à CEPE pela permanência da obra de Hermilo”, finaliza ela.</p>
<p dir="ltr">A programação da Praça da Palavra Hermilo Borba Filho contou, ainda, com variadas atrações, a exemplo da leitura dramatizada da obra <em>A moça do Trapézio</em>, do escritor garanhuense Luiz Jardim, realizada pelo Grupo de Teatro do SESC de Garanhuns, uma conversa com o sobrinho neto do referido autor, Luiz Afonso Jardim e a escritora Ivonete Batista sobre vida e obra de Luiz Jardim e o lançamento do livro <em>O Reino Encantado, </em>da pesquisadora Débora Cavalcante, uma reedição da obra de Alencar Araripe Júnior cuja existência de exemplares era muito rara.</p>
<p><strong>MAIS ATIVIDADES</strong></p>
<p>Durante a tarde, as crianças se deliciaram com a contadora de histórias paulista, Irene Tanabe. Todos ficaram encantados com o desvendar das histórias que ela contava através das dobraduras que iam tomando vários formatos. A cada nova história, Irene utilizava o seu “plim”, uma espécie de sino que produzia um som agudo e as intercalava. Irene contou três histórias: Abrapracabra, de Fernando Vilela, Caso das Bananas de Milton Célio de Oliveira Filho e A Cobra Sissa, de sua autoria. Através de seu talento com as expressões, entonação vocal e o mistério a respeito do formato dos origamis, as crianças foram ficando curiosas e, logo, estavam envolvidas com as histórias. “A princípio, elas ficaram tímidas mas à medida em que fui apresentando, elas foram participando e a ideia é essa mesmo, fazer as histórias acontecerem com participação, isso é contação de histórias. Eu acho o festival muito importante porque traz uma variedade cultural para o interior do estado e isso é importante para a cidade vivenciar essas diversas linguagens. Foi um prazer estar aqui”, conta ela. Irene tem 14 anos de contação de histórias. É o segundo FIG do qual ela participa, o primeiro foi em 2012, para uma oficina de formação em origamis.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o público pôde participar de uma conversa com a escritora e ilustradora pernambucana Rosinha, por intermédio de uma parceria entre o FIG e o Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns. Na ocasião, Rosinha falou de suas experiências profissionais e de sua carreira. “Meu pai era um grande leitor e passava isso pra a gente. Esse diálogo com ele deve ter me ajudado a chegar no livro. Meu primeiro livro eu escrevi para meus filhos, para eles aprenderem, através do recurso visual, a cantar uma música na escola que eles não sabiam”, conta ela. Rosinha tem mais de cem livros publicados, iniciou seus lançamentos no Recife. Arquiteta de formação, apaixonou-se pela literatura enquanto ofício em 1994 e nunca mais parou. “Na primeira vez em que fiz participação em uma bienal, eu senti, pela primeira vez, o sentimento de pertencimento. Pensei: aqui é o meu lugar”, lembra ela. “Meu maior desafio é encontrar, sempre, o que dizer para as crianças. Tive a sorte de realizar vários desejos e este é um: espero chegar a escrever para várias classificações etárias para crianças”, diz ela. Os trabalho mais recente de Rosinha é uma homenagem à poetisa Cecília Meireles e, segundo ela, é um convite para que as crianças conheçam a obra dela. “Acho que o que eu quis registrar, até hoje, foi a minha infância para que ela não fugisse de mim. É muito importante que nós educadores reafirmemos a importância do livro, que é a tecnologia que mais deu certo, até hoje. Ele funciona e é fácil, temos a obrigação de acreditar e entregá-lo nas mãos da criança. A criança lê imagens e eu percebo que é através das imagens que ocorrem as manipulações, ou seja, a leitura de imagem ajuda a ter um olhar crítico”, alerta Rosinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival de Inverno garante acessibilidade no cinema e em sessões teatrais</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 14:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Em mais uma edição, o Festival de Inverno de Garanhuns oferece programações acessíveis a pessoas com algum tipo de deficiência. Na tarde de quarta-feira (26), surdos puderam viver a experiência de conferir o longa-metragem Amigos de Risco, de Daniel Bandeira. Em parceria, pelo terceiro ano consecutivo, com o Festival VerOuvindo, a 13ª [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<div id="attachment_51673" aria-labelledby="figcaption_attachment_51673" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/Carangejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/acessibilidade.jpg"><img class="size-medium wp-image-51673" alt="Elimar Pereira/Carangejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/acessibilidade-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programação conta com a parceria do Festival VerOuvindo</p></div>
<p>Em mais uma edição, o Festival de Inverno de Garanhuns oferece programações acessíveis a pessoas com algum tipo de deficiência. Na tarde de quarta-feira (26), surdos puderam viver a experiência de conferir o longa-metragem <em>Amigos de Risco</em>, de Daniel Bandeira. Em parceria, pelo terceiro ano consecutivo, com o Festival VerOuvindo, a 13ª Mostra de Cinema do FIG exibiu o filme pernambucano no Cine Eldorado com legendas, audiodescrição e interpretação em libras.</p>
<p>Após os primeiros pronunciamentos da coordenadora de Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult/PE), Milena Evangelista, do produtor do Festival Ver Ouvindo, Túlio Rodrigues, e da própria exibição do filme, o público permaneceu na sala de cinema para uma conversa com os envolvidos. Todos os depoimentos contaram com a tradução em libras de Anderson Almeida, que também colaborou com a tradução do filme por intermédio da Com Acessibilidade Comunicacional, realizadora do Festival e parceira da Mostra. “É o nosso terceiro ano de parceria com o Festival Ver Ouvindo. O que temos percebido é um aumento de público dos últimos dois anos pra cá, o que faz parte desse processo de construção de ampliação. Um exemplo disso é o fato de 72% dos projetos aprovados no Funcultura Audiovisual mais recente contemplarem a acessibilidade. Estamos bastante empenhados em avançar e, também, nos alinhando com a meta do Governo Federal de que todos os filmes com investimento da Agência Nacional do Cinema tenham acessibilidade”, diz Milena.</p>
<div id="attachment_51631" aria-labelledby="figcaption_attachment_51631" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Emerson da Cunha</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/VerOuvindo-no-FIG-2017-15.jpg"><img class="size-medium wp-image-51631" alt="Emerson da Cunha" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/VerOuvindo-no-FIG-2017-15-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor Túlio Rodrigues esclarece dúvidas no debate</p></div>
<p dir="ltr">A presidente da Associação de Surdos do Agreste Meridional de Pernambuco (Asampe), Diega Alves, estava presente na sessão e avalia a ação como positiva. “Foi muito bom para nós assistir a sessão de hoje. Todos ficamos atentos ao filme, que bom ver essa expansão de consciência para todos que assistem e fazem o cinema”, diz ela. Leidson Rocha, vice presidente da Associação de Surdos de Caruaru, também falou da experiência. “É uma sensação muito boa assistir a um filme na nossa língua”, diz ele.</p>
<div id="attachment_51632" aria-labelledby="figcaption_attachment_51632" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Emerson da Cunha</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/VerOuvindo-no-FIG-2017-17.jpg"><img class="size-medium wp-image-51632" alt="Emerson da Cunha" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/VerOuvindo-no-FIG-2017-17-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O intérprete Anderson Almeida traduz os depoimentos para a linguagem em libras</p></div>
<p dir="ltr">“Essa parceria com o FIG faz parte do Festival Ver Ouvindo Itinerante onde a intenção é interiorizar o acesso. A ação de hoje foi muito importante pelo retorno que obtivemos com o debate final. Isso contribui para nossos estudos e para a formação de público, também”, explica o produtor do Festival Ver Ouvindo, Túlio Rodrigues. Quem quiser conhecer mais sobre o Festival pode acessar o <a href="http://www.verouvindo.com" target="_blank"><strong>site</strong></a>.</p>
<p><strong>TEATRO ACESSÍVEL </strong> &#8211; Em parceria com a VouVer Acessibilidade, empresa que desenvolve serviços de acessibilidade comunicacional, o 27º FIG oferecerá, ao público, outras ações de audiodescrição e interpretação em libras dentro da programação de Teatro, para continuar ampliando o acesso do público.</p>
<p><strong>Confira a agenda de espetáculos com acessibilidade: </strong></p>
<p dir="ltr"><strong>TEATRO LUIZ SOUTO DOURADO</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira, 28/07, 18h</span></strong></p>
<p><strong>Mucurana, o Peixe (Teatro Adulto)</strong><br />
<em>Construtores de Histórias (PE)</em><br />
Direção: Carlos Carvalho | Classificação indicativa: 16 anos | Duração: 50 minutos | Com audiodescrição e libras</p>
<div id="attachment_51642" aria-labelledby="figcaption_attachment_51642" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mucurana-zaza-baixa.jpg"><img class="size-medium wp-image-51642" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mucurana-zaza-baixa-607x435.jpg" width="607" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Mucurana é inspirada em obra de Hermilo Borba Filho</p></div>
<p><em>Adaptação do conto &#8220;O Peixe&#8221;, de Hermilo Borba Filho, a história traz um homem ingênuo, morador de rua, que carrega consigo apenas canções, uma lata de farinha e lembranças do cavalo-marinho.</em></p>
<p><strong>Sábado, 29/07, 10h</strong><br />
<strong>Vento Forte Para Água e Sabão (Teatro para infância)</strong><br />
Companhia Fiandeiros de Teatro (PE)<br />
Direção: André Filho |  Classificação indicativa: livre | Duração: 55 minutos | Com audiodescrição e libras</p>
<div id="attachment_41516" aria-labelledby="figcaption_attachment_41516" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">RogerioAlves/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/VentoForteParaAguaeSabao3_Foto-RogerioAlves_Sobrado423.jpg"><img class="size-medium wp-image-41516" alt="RogerioAlves/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/VentoForteParaAguaeSabao3_Foto-RogerioAlves_Sobrado423-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Vento Forte Para Água e Sabão&#8217; atração para a infância</p></div>
<p><em>O musical narra a história de amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Vivem uma divertida aventura, descobrindo o mundo e dando sentido à sua pequena existência.</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 29/07, 18h<br />
</strong></span><br />
<strong>Eldorado (Teatro adulto)</strong><br />
Eduardo Okamoto (SP)<br />
Direção: Marcelo Lazzaratto | Classificação indicativa: 12 anos | Duração: 1h | Com audiodescrição e libras</p>
<div id="attachment_51643" aria-labelledby="figcaption_attachment_51643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/eldorado.jpg"><img class="size-medium wp-image-51643" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/eldorado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Eduardo Okamoto apresenta &#8216;Eldorado&#8217; no FIG</p></div>
<p><em>Acompanhado por uma “Menina”, um cego busca encontrar o que nenhum homem pôde jamais: Eldorado. Toda estória se resume nisto: era uma vez&#8230; um homem que procura.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p dir="ltr"><strong> </strong></p>
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		<title>Série audiovisual pernambucana é lançada no FIG 2017</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/serie-audiovisual-pernambucana-e-lancada-no-fig-2017/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 20:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Ontem foi dia de estreia na 13ª Mostra de Cinema do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, que está acontecendo no Cine Eldorado. Ao apostar no novo formato audiovisual seriado, a Mostra trouxe, ao público, os quatro primeiros episódios da série Giga, do diretor Taciano Valerio. Por meio de uma proposta artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Ontem foi dia de estreia na 13ª Mostra de Cinema do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, que está acontecendo no Cine Eldorado. Ao apostar no novo formato audiovisual seriado, a Mostra trouxe, ao público, os quatro primeiros episódios da série Giga, do diretor Taciano Valerio. Por meio de uma proposta artística envolvente, a obra ficcional levanta uma discussão sobre a temática do suicídio.<b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">Antes da exibição dos episódios, Taciano apresentou um pouco do que seria assistido pelo público agradecendo à cidade de Garanhuns, onde noventa por cento da série foi filmada, ao Funcultura, que contemplou o projeto em edital, ao FIG e parceiros. Ele apresentou, ainda, parte da equipe que trabalhou na série e que estava presente no Cine. “Estamos felizes em estar em Garanhuns com abertura para falar de suicídio que é uma questão difícil”, diz ele.<b><b> </b></b></p>
<div id="attachment_51496" aria-labelledby="figcaption_attachment_51496" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Giga.jpg"><img class="size-medium wp-image-51496" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Giga-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor Taciano Valério recepciona o público e introduz a exibição da obra</p></div>
<p dir="ltr">Após o primeiro impacto gerado pela exibição dos episódios, Taciano e equipe ficaram para esclarecer as dúvidas do público. Ele conta que começou a conceber a obra em 2014 fazendo uma leitura de Garanhuns. Também, agradeceu a receptividade e a compreensão do Mosteiro de São Bento da cidade que abriu as portas para a gravação da série. “Eles contribuíram para a nossa liberdade de criação, foi um dos melhores sets que já fiz em minha vida”, diz o diretor. Questionado sobre a escolha de um personagem religioso para influenciar pessoas ao suicídio, na série, Taciano explica que não tem a intenção de gerar discussão a respeito. “‘É, apenas, um personagem que será entendido no decorrer das próximas temporadas”, explica ele, que complementa: “O argumento de Giga é formado em três eixos: o suicídio tratado enquanto obra de arte, como negócios e a perspectiva dos sofredores que é um ponto em que vamos tocar bastante nas próximas temporadas. O suicida tem um sofrimento muito grande mas o objetivo não é trabalhar isso em profundidade. O suicídio está mais na superfície que na profundidade. Ao mesmo tempo, nos traz a reflexão sobre se gostaríamos de viver a nossa vida, novamente”, explica ele.<b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">A atriz Verônica Cavalcante comenta como foi a preparação para fazer as gravações. “Nos preparamos em grupo e individualmente. Não houve uma preparação específica, mas fizemos muitas conversas e muitos ensaios”, diz ela. O ator Everaldo Pontes complementa. “É interessante ver o modelo autoral independente tomando formato de uma série. É um processo muito rico”, declara ele. O representante da Lume Channel, canal online de divulgação da série, Vinícius Bezerra, também, falou da parceria. “Giga é uma série online que tem uma pegada diferente. Ela traz uma instiga interessante e Taciano conseguiu manter esse time sem ser enfadonho. É um projeto redondo e coeso, lutamos muito por ele”, diz ele.<b><b> </b></b></p>
<div id="attachment_51497" aria-labelledby="figcaption_attachment_51497" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Giga-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51497" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Giga-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A equipe da série estava lá para interagir com o público</p></div>
<p dir="ltr">Taciano também comentou sobre o cenário audiovisual pernambucano. “Estamos vivendo um momento em que não sabemos se os projetos continuam ou não. O cinema pernambucano resiste muito e é um tipo de cinema diferenciado”, pontua ele. Milena Evangelista, coordenadora de Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult/PE) afirma que “é um processo a luta para continuar nossas produções, especialmente em se tratando de uma arte cara que tem uma complexidade envolvida. Ainda assim, é de extrema importância para a linguagem e para o estado usufruir de uma primeira obra audiovisual seriada gravada 100% no agreste de Pernambuco trazendo uma reflexão sobre o papel da arte diante de temáticas como o suicídio e, ainda, a própria cidade de Garanhuns vista com outros olhos’”, diz ela. O diretor Taciano Valério revelou, ainda, que a série Giga precisou de muita criatividade em sua produção. “Começamos a filmar antes de receber o dinheiro, contamos com a ajuda de amigos para conseguir os locais de filmagem. Esse trabalho é uma escola pra mim e houve uma afetividade e um diálogo muito grande entre todo mundo. Tenho muito orgulho desse trabalho”, explica ele.</p>
<p dir="ltr">Giga tem um corpo técnico e elenco formado por 35 pessoas, entre o tempo de concepção da obra até a edição final, decorreram dois anos de trabalho. Quem tiver o interesse de conhecer a obra ou assistir, novamente, pode acessar o <a href="http:/www.lumechannel.com " target="_blank"><strong>site</strong></a> e providenciar sua assinatura. A Lume Channel é um canal online de produções audiovisuais que trabalha com filmes independentes, clássicos e de arte.</p>
<p>Confira a programação de Audiovisual do 27º FIG:</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL</strong></p>
<p dir="ltr">13ª MOSTRA DE CINEMA DO FIG 2017</p>
<p dir="ltr">De 21 a 28 de julho</p>
<p dir="ltr">Cine Eldorado (Entrada Gratuita)</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">Terça-feira, 25/7</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">14h – Longa-metragem Infanto-juvenil</p>
<p dir="ltr">A Família Dionti (Ficção, 96 minutos, 2017, Brasil), de Alan Minas</p>
<p dir="ltr">Classificação: Livre</p>
<p dir="ltr">18h20 – Longa-metragem Pernambucano + Conversa com a equipe do filme</p>
<p dir="ltr">Martírio (Documentário, 160 minutos, 2017, Brasil), de Vincent Carelli</p>
<p dir="ltr">Classificação: 12 anos</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">Quarta-feira, 26/07</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">14h – Exibição de Longa-metragem com Acessibilidade Comunicacional</p>
<p dir="ltr">Parceria com o Festival VerOuvindo</p>
<p dir="ltr">Amigos de Risco (Ficção, 88 minutos, 2007, Brasil), de Daniel Bandeira</p>
<p dir="ltr">Após a exibição do filme haverá uma conversa sobre Acessibilidade Comunicacional</p>
<p dir="ltr">Classificação: 16 anos</p>
<p dir="ltr">18h20 – Longa-metragem Nacional</p>
<p dir="ltr">Divinas Divas (Documentário, 110 minutos, 2017, Brasil), de Leandra Leal</p>
<p dir="ltr">Classificação: 14 anos</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">Quinta-feira, 27/7</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">18h20 – Longa-metragem Nacional</p>
<p dir="ltr">Era o Hotel Cambridge (Drama, 99 minutos, 2017, Brasil), de Eliane Caffé</p>
<p dir="ltr">Classificação: 12 anos</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">Sexta-feira, 28/7</p>
<p><b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">18h20 – Sessão Especial</p>
<p dir="ltr">III Mostra de Curtas Nacionais de Horror</p>
<p dir="ltr">Classificação: 16 anos</p>
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		<title>Fusão de ritmos e excelência musical marcam abertura do Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque A noite de terça-feira (25) foi de encantamento e efervescência sonora na estreia do Palco Instrumental do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Quatro atrações abriram as atividades do palco com o tom certo. O guitarrista garanhuense Marcos Cabral foi o primeiro a subir no palco. Acompanhado do tecladista Aldecir Souza, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Clara Albuquerque</p>
<p>A noite de terça-feira (25) foi de encantamento e efervescência sonora na estreia do Palco Instrumental do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Quatro atrações abriram as atividades do palco com o tom certo.</p>
<p dir="ltr">O guitarrista garanhuense Marcos Cabral foi o primeiro a subir no palco. Acompanhado do tecladista Aldecir Souza, Marcos, cujo trabalho tem influências do jazz fusion, fez uma performance marcada pelo preciosismo. Sua habilidade em brincar com as escalas musicais oferece uma sensação de dança para a alma e felicidade para o subconsciente. O público contemplou, atento, a maneira como ele orquestrou sentimentos através de sua forma de tocar. Entre as releituras executadas, algumas das mais belas e emocionantes foi Luíza, de Chico Buarque de Holanda, e O ovo, de Hermeto Pascoal. Durante a apresentação, Marcos intercalou entre o violão e a guitarra. No vigésimo segundo ano de carreira, é a sua décima apresentação, no FIG. “Foi muito bom tocar, aqui, hoje, neste palco maravilhoso. A emoção estava à flor da pele. Foi, realmente, um presente. Eu gostaria de agradecer ao FIG pela oportunidade de mostrar o nosso som. Que venham mais!”, diz ele.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, ocupou o palco a Banda Tercina com uma formação de bateria (Adeilso Del), trombone (Felipe Silva), percussão (João Paulo Rosa), guitarra (Adeildo Porfirio), contrabaixo (Luciano Leite) e sampler, um equipamento digital que consegue armazenar sons. No quinto ano de carreira, vindos da Zona da Mata de Pernambuco, da cidade de Tracunhaém, cidade que dá nome a uma de suas músicas, Tercina inova promovendo fusões de vários ritmos regionais a exemplo do frevo, maracatu, baião e caboclinho com estilos nacionais e internacionais como a salsa, o samba, o rock e o reaggae. “Nosso foco é trabalhar com os ritmos da Zona da Mata de Pernambuco, lá tem tudo isso. Ao mesmo tempo, a gente promove essa mistura com outros estilos musicais para ver o resultado. É o nosso primeiro FIG e foi muito importante pra nós a reação positiva do público”, diz o baixista Luciano Leite.</p>
<div id="attachment_51564" aria-labelledby="figcaption_attachment_51564" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Banda-Tercina.jpg"><img class="size-medium wp-image-51564" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Banda-Tercina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Tercina inova ao trabalhar fusões de vários ritmos</p></div>
<p dir="ltr">Eles trazem o movimento gostoso da inquietação musical através do uso intenso da guitarra, responsável pela maioria das melodias, em uma parte do repertório com direito a distorções. É um som contemporâneo que atrai, movimenta e provoca uma sensação de alegria, agitando o público. No repertório, músicas autorais e releituras como a homenagem que fizeram ao compositor Dominguinhos com Lamento Sertanejo, onde o contrabaixo fez a melodia principal.</p>
<p dir="ltr">O guitarrista Dom Ângelo foi a atração seguinte do palco. Acompanhado pelos amigos Márcio Silva (bateria), Miguel Mendes (contrabaixo) e Tiago Albuquerque (teclado), ele começa de maneira intimista e desperta curiosidade sobre o que virá depois. O som é belo, embalante e transmite a mesma emoção com que ele toca em sintonia completa com os outros integrantes que fecham os olhos e se entregam ao momento. Assim como os sentimentos, ora o som é caótico, ora harmonioso em um repertório formado por músicas autorais e releituras. “O significado desse trabalho traduz a própria prática profissional fazendo uso de releituras musicais, também, mas tudo isso que comunicamos através da música reflete algum reflexo da nossa natureza mais íntima. Acho que fica mais fácil quando a gente é espontâneo e traduz algo que eu diria, inclusive, espiritual”, diz Dom Ângelo. Como integrante de outra banda, o guitarrista fez sua primeira participação no Festival de Inverno de Garanhuns em 2003. “Como Dom Ângelo foi o primeiro FIG. Eu achei ótimo! Tocar entre amigos é muito bom. Ainda mais nesse palco maravilhoso com uma receptividade tão grande do público”, afirma ele. O músico conta, ainda, que conceitua sua forma de fazer música com um toque de contemporaneidade com influência da música europeia, especialmente porque tanto ele quanto Márcio e Miguel concluíram cursos de mestrado e doutorado lá.</p>
<div id="attachment_51566" aria-labelledby="figcaption_attachment_51566" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Dom-Ângelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51566" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Dom-Ângelo-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">O guitarrista Dom Ângelo apresenta repertório autoral e releituras</p></div>
<p dir="ltr">Para fechar a noite de maneira memorável, apresentou-se o pianista e tecladista Amaro Freitas. Acompanhado de Hugo Medeiros na bateria e Geraldo no teclado, ele faz seu repertório autoral, também disponível em seu álbum Sangue Negro. Amaro faz, também, um som intimista de muita sensibilidade e complexidade. Quem o vê no palco contamina-se com a sua personalidade e com seu prazer de tocar. É um músico que sabe o que quer dizer. Em uma integração esplêndida com seus parceiros de palco, ele faz uma música forte e tocante. Com sábia utilização dos três instrumentos, ele envolveu o público.</p>
<p dir="ltr">Confira a programação do Palco Instrumental do 27º FIG:p</p>
<p><strong>PALCO INSTRUMENTAL</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PARQUE RUBER VAN DER LINDEN</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></p>
<p>17h – Roberto Lima e Banda</p>
<p dir="ltr"><em>O músico e produtor musical Roberto Lima retorna a Garanhuns para apresentar seu repertório autoral e diversas releituras de grandes sucessos instrumentais. Roberto é um dos músicos mais respeitados, no Estado.</em></p>
<p>18h – Danda e seu regional de ouro</p>
<p dir="ltr"><em>Com uma formação de metais, percussão, violões e cavaquinhos, o grupo pernambucano de chorinho apresenta o repertório de seu mais novo CD, que homenageia o Mestre Chocho do Bandolim, com músicas de sua autoria.</em></p>
<p dir="ltr">19h – Rafael Marques</p>
<p dir="ltr"><em>O bandolinista Rafael Marques apresenta o show autoral Pelas Ruas, com repertório de choros e forrós. Com sete anos de carreira, o pernambucano é integrante e fundador da banda Saracotia</em>.</p>
<p>20h – Betto do Bandolim, com participação de Mestre Chocho</p>
<p dir="ltr"><em>É o encontro de duas gerações do bandolim. Do bandolim contemporâneo ao bandolim clássico do Choro. Betto mostrará a diversidade do seu trabalho e Mestre Chocho, eleito Patrimônio Vivo de Pernambuco este ano, é o chorão mais idoso em atividade, no Brasil.</em></p>
<p><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></p>
<p>17h – Estação Brasil</p>
<p dir="ltr"><em>A banda garanhuense Estação Brasil é formada por músicos que tocam juntos há mais de 20 anos. Eles trazem, em sua essência, a busca de elementos que vão desde o jazz à música nordestina.</em></p>
<p>18h – Aglaia Costa</p>
<p dir="ltr"><em>Aglaia Costa é rabequeira, violinista e integrante da Orquestra Sinfônica do Recife. Seu trabalho reflete a preservação da música nordestina, fruto de pesquisas que realiza nesta área.</em></p>
<p>19h – Hugo Linns</p>
<p dir="ltr"><em>O compositor, produtor, diretor musical e arranjador Hugo Linns é um dos poucos músicos a utilizar a viola dinâmica como instrumento solo. Seu trabalho é uma fusão entre ritmos da cultura popular, o jazz e o rock.</em></p>
<p>20h – Nicolas Krassik (RJ)</p>
<p dir="ltr"><em>O francês Nicolas Krassik é violinista de jazz. Após 15 anos trabalhando com o gênero, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 2001, para estudar música popular brasileira. Seu show reúne jazz, choro, samba, forró com influências do rock.</em></p>
<p><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></p>
<p>17h – Street Jazz Band</p>
<p dir="ltr"><em>Considerada pioneira em Pernambuco no estilo Dixieland, a Street Jazz Band é uma das mais novas bandas instrumentais nascida no cenário de Garanhuns. Com nove anos de atuação, tem participado dos mais conceituados Festivais de Jazz e Blues de Pernambuco.</em></p>
<p>18h – Henrique Albino Trio</p>
<p dir="ltr"><em>Este trio pernambucano de música instrumental brinca com os elementos base da música: ritmo, harmonia e melodia dentro do universo do repertório regional, especialmente o frevo. É formado por uma flauta transversa, percussão e tuba.</em></p>
<p>19h – Renato Bandeira e o Som da Madeira</p>
<p dir="ltr"><em>Com direção musical do instrumentista Renato Bandeira, o grupo toca o baião, o xote, o maracatu e o frevo, com harmonias modernas e arrojadas, mantendo a alma e a espontaneidade da cultura nordestina.</em></p>
<p>20h – Noise Viola</p>
<p dir="ltr"><em>Noise Viola trabalha o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo. Com formação de guitarra, violão, baixo, viola e percussão, o grupo passeia por sonoridades como frevo, baião, maracatu e ciranda.</em></p>
<p dir="ltr">21h &#8211; Maestro Forró</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado, 29/7</strong></p>
<p>17h – Salomão Miranda</p>
<p dir="ltr"><em>O músico e compositor pernambucano Salomão Miranda pesquisa o processo de ensino-aprendizagem do cavaquinho, buscando trocar informações com cavaquinistas de todo o Brasil. Integra o Grupo Malacada e o Grupo Bambolear.</em></p>
<p>18h – Poruu</p>
<p dir="ltr"><em>Poruu é formada pelos músicos Iezu Kaeru, Igor Medeiros e Marcelo Campello (ex Mombojó). Juntos, eles improvisam utilizando uma guitarra semi-acústica, pequenos objetos do cotidiano, um sintetizador modular e um set de percussão pouco convencional.</em></p>
<p>19h – Claudio Rabeca</p>
<p dir="ltr"><em>O potiguar radicado no Recife Claudio Rabeca volta a Garanhuns com suas influências e raizes dos ritmos regionais. Com 18 anos de carreira, desenvolveu, além da habilidade com a rabeca, a intimidade com a viola de dez cordas, o violão, a guitarra e a percussão.</em></p>
<p>20h – Renato Borghetti e quarteto (RS)</p>
<p dir="ltr"><em>Acompanhado de seu principal instrumento, a gaita, Renato Borghetti apresenta seu repertório de etnomusic, world music e jazz fusion. Com sólida carreira internacional, já tocou em festivais na Croácia, República Tcheca, Áustria e Alemanha.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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