<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; 20º FestCine</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/20o-festcine/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 21:08:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Crítica: Cor de pele, de Lívia Perini</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-cor-de-pele-de-livia-perini/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-cor-de-pele-de-livia-perini/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 13:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[albinismo]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre severo]]></category>
		<category><![CDATA[Cor de Pele]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Lívia Perini]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65715</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Por Luiz Joaquim Em 2009, o fotógrafo pernambucano Alexandre Severo – falecido em 2014 no acidente aéreo que matou o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos – ganhou reconhecimento internacional com o ensaio À flor da pele. Nele, o talento de Severo apresentava os irmãos albinos – Kauan, Rute e Estefane – de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_65718" aria-labelledby="figcaption_attachment_65718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/cordepele.jpg"><img class="size-medium wp-image-65718" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/cordepele-607x251.jpg" width="607" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">O curta conta a história dos irmãos albinos Kauan, Rute e Estefane, que nasceram em uma família de raízes negras.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong><b></b></p>
<p>Em 2009, o fotógrafo pernambucano Alexandre Severo – falecido em 2014 no acidente aéreo que matou o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos – ganhou reconhecimento internacional com o ensaio <i>À flor da pele</i>. Nele, o talento de Severo apresentava os irmãos albinos – Kauan, Rute e Estefane – de uma família com outros filhos negros.</p>
<p><i>Cor de pele,</i> documentário dirigido por Lívia Perini e vencedor da competitiva geral no 20º Festcine, é a versão audiovisual desta história incomum.</p>
<p>Em tom assumidamente infantil (mas sem soar ‘infantilóide’), o curta-metragem vai pelo mesmo caminho do interesse da reportagem publicada há quase dez anos pelo Jornal do Commercio (Recife).</p>
<p>Investiga e apresenta ao espectador, com leveza, o cotidiano dessa curiosa família olindense. E é a natural curiosidade sobre o cotidiano das crianças que pauta o filme. Mas há ali um elemento que parece ter contagiado a equipe a ponto de deixá-la a vontade para redesenhar seu roteiro em função deste elemento. Elemento que atende pelo nome de Kauan, então com 11 anos de idade.</p>
<p>Dono de uma personalidade forte e cativante, Kauan abre o filme atraindo, de cara, o espectador ao revelar que “tem vez que a gente demora muito pra sair na rua. E quando sai é só de noite. Eu gosto de sair de tarde também. Mas&#8230; nunca dá certo. Toda vez que volto, volto todo queimado e levo uma pisa por cima”, conta, desconfiado, para a câmera de Patrick Tristão, diretor de fotografia que não hesita em pontuar todo o filme com o apelo das cores fortes de Olinda.</p>
<p>É essa opção colorida, colada na trilha sonora de Pedro Santiago, que reforça o espírito infantil do filme e, claro, ritmado pelas revelações não apenas de Kauan, mas também das irmãs Rute e Estefane, além da mãe Rosemere Fernandes.</p>
<p>Mas é Kauan a estrela aqui. Um menino traquina, e adorável, em sua alegria de viver. Que subverte qualquer possível expectativa construída sobre ele a partir das limitações com as quais é obrigado a conviver em função da alta sensibilidade de sua pele</p>
<p>De intrigante – mas não sendo exatamente uma surpresa -, <i>Cor da pele </i>nos traz o dado do preconceito vivido por Kauan e pelas irmãs. Todos com pele bastante clara, convivem numa comunidade de crianças com pele majoritariamente mais escura e sofrem consequências de preconceito por isso.</p>
<p>É como se não houvesse saída para o diferente, a não ser provar aos outros que a diferença está apenas nos olhos de quem vê. E, se depender de Kauan e sua personalidade dominante, ele vai se sair muito bem.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/253956558" height="268" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="https://vimeo.com/253956558">Trailer Cor de Pele</a> from <a href="https://vimeo.com/inquietacine">INQUIETA</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-cor-de-pele-de-livia-perini/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crítica: GeoPoesis, de Zé Diniz e Fred Nascimento</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-geopoesis-de-ze-diniz-e-fred-nascimento/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-geopoesis-de-ze-diniz-e-fred-nascimento/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2018 17:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[festcine]]></category>
		<category><![CDATA[Fred Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[GeoPoesis]]></category>
		<category><![CDATA[luiz joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[videoarte]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Diniz]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65710</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Poesia não se traduz. Não se explica. Sente-se. Ou não. GeoPoesis, filme de Zé Diniz e Fred Nascimento, que venceu em primeiro lugar na categoria ‘Videoarte/Experimental’ da competitiva geral no 20º Festcine, situa-se nesse espaço em que qualquer tentativa de tradução ou explicação seria ingênua. Por que não dizer, desnecessária. Como experimento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65711" aria-labelledby="figcaption_attachment_65711" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/geopoesis.jpg"><img class="size-medium wp-image-65711" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/geopoesis-607x365.jpg" width="607" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">O curta ficou em 1º lugar na categoria de videoarte/experimental.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong><b></b></p>
<p>Poesia não se traduz. Não se explica. Sente-se. Ou não. <i>GeoPoesis</i>, filme de Zé Diniz e Fred Nascimento, que venceu em primeiro lugar na categoria ‘Videoarte/Experimental’ da competitiva geral no 20º Festcine, situa-se nesse espaço em que qualquer tentativa de tradução ou explicação seria ingênua. Por que não dizer, desnecessária.</p>
<p>Como experimento (planejado) que é, o trabalho realizado com o Grupo Totem – que desenvolve conceitos performáticos há 30 anos, completos neste 2018 -, o curta com cerca de 20 minutos de duração tem como referência norteadora a cultura dos povos indígenas de Pernambuco, os Pankararu, Kapinawá e os Xukuru.</p>
<p>A relação proposta aqui pelas performers Juliana Nardin, Taína Veríssimo, Gabi Cabral, Lau Veríssimo e Inaê Veríssimo é a da interação com os elementos da natureza; ou melhor seria dizer, elas próprias vivenciarem os elementos da natureza &#8211; com a coreografia sendo aqui a expressão absoluta dessa representação (apoiada por figurino e maquiagens bem específicos).</p>
<p>Coreografia que interage com a locação escolhida – em particular o Vale do Catimbau, em Buíque (PE) -, com sua diversidade arenosa, rochosa e de vegetação; sem falar na imponência visual, denotando respeito.</p>
<p>Nesse sentido, soa muito acertado que <i>GeoPoesis </i>inicie sempre com closes destacando detalhes no corpo das mulheres para daí partir para o todo, para a natureza, com a mulher como que trespassando pelos quatro elementos da nossa natureza.</p>
<p>Numa certa medida, este experimento remete a um outro trabalho igualmente impactante no qual mulher e natureza são uma só coisa. É de <i>Solon </i>(2017)<i> </i>que falamos. Curta mineiro, de Clarissa Campolina, que sugere o surgimento da vida na terra começando pela mulher vindo da água.</p>
<p>Além da coreografia, figurino, maquiagem e locação, há um quinto aspecto indissociável ao bom resultado com o qual somos agraciados em <i>GeoPoesis: </i>a trilha sonora conduzida por Cauê Nascimento (na guitarra), Alexandre Salomão (derbak e didgeridoo e ainda editor de som) e os diretores Zé Diniz e Fred na percussão/efeitos e didgeridoo, respectivamente.</p>
<p>É com os efeitos de som e a trilha sonora de personalidade forte que o filme ajuda, ainda mais, a ‘vender’ para ao espectador a ideia de simbiose entre as performers e a natureza. A sequência de Inaê Veríssimo com uma rocha junto ao seu corpo, ou os movimentos de Taína Veríssimo pintando as pernas a partir de outra pedra, e ainda, Juliana Nardin ‘descolando-se’ da rocha, tudo sob os efeitos sonoros e musicais criados especificamente para o filme, são perfeitos exemplos desse acerto.</p>
<p>Ao final, fica a indiscutível certeza de que estamos diante de um trabalho profundamente feminino. E seria pouco afirmar assim apenas pela presença exclusiva das mulheres em cena. É feminino pela ideia da mulher como, ela própria, um elemento transformador da natureza.</p>
<p>Duas sequências em particular parecem reforçar essa ideia. Os movimentos em torno da fogueira, e a espécie de comunicação e reverência entre elas e o sol que nasce no horizonte. Sol que sempre foi, e será, a fonte de energia necessária para qualquer vida aqui na Terra florescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-geopoesis-de-ze-diniz-e-fred-nascimento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crítica: &#8220;Coração do Mar&#8221;, de Rafael Nascimento</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-coracao-do-mar-de-rafael-nascimento/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-coracao-do-mar-de-rafael-nascimento/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 14:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Coração do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[luiz joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Competitiva de Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Nascimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65614</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Nada mais eficaz para demonstrar o tamanho da catástrofe que a violência urbana originada pelo preconceito provoca do que a personificação de um caso. De um modo geral, a dramaturgia audiovisual – telejornalismo incluso, cuja estrutura se transformou numa espécie de dramaturgia da notícia – segue a máxima (de apelo midiático) ventilada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65615" aria-labelledby="figcaption_attachment_65615" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/turismoselvagem2.png"><img class="size-medium wp-image-65615" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/turismoselvagem2-607x260.png" width="607" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">O curta venceu como melhor ficção da Mostra Competitiva de Formação</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Luiz Joaquim</strong></em><b></b></p>
<p>Nada mais eficaz para demonstrar o tamanho da catástrofe que a violência urbana originada pelo preconceito provoca do que a personificação de um caso. De um modo geral, a dramaturgia audiovisual – telejornalismo incluso, cuja estrutura se transformou numa espécie de dramaturgia da notícia – segue a máxima (de apelo midiático) ventilada por Stalin: “Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”.</p>
<p>Indo por aí, temos o argumento de Rafael Nascimento para <i>Coração do mar</i>, ficção vencedora da categoria na competitiva em formação do 20º Festcine. E ele, o argumento, é para lá de eficaz quando vem ressaltar outra máxima urgente: “Vidas negras importam” – sendo esta de indispensável e necessário apelo social.</p>
<p>Pelo seu filme, Nascimento não apenas nos apresenta, mas também nos coloca muito próximo do adorável Cadu (o ótimo Murilo Farias). Um menino de dez anos de idade, negro, que vive com a mãe (Naruna Costa) e o irmão mais velho num subúrbio pobre de São Bernardo do Campo (SP). Na verdade, é só por essa qualidade – de nos aproximar muito do drama do garoto Cadu -, que <i>Coração do mar </i>resulta exitoso em seu desfecho.</p>
<p>Desde já, que fique registrada a competência do roteirista e diretor em sugar o espectador com tanta rapidez para o universo do menino Cadu. Para dar conta de tanto, só uma combinação de muitos aspectos próprios do cinema bem administrados. Senão, vejamos: em seus cerca de 20 minutos, <i>Coração do mar</i> nos oferece personagens, contexto social e ambientação profundos e com fôlego suficiente para que fossem desdobrados num longa-metragem. Sendo a dobradinha formada entre o final do filme e o imediato desejo do espectador de que o filme se perpetue o melhor indicativo dessa assertiva.</p>
<p>Mãe solteira, dividindo-se entre o trabalho e a criação dos dois filhos, ela lamenta não poder realizar o sonho do caçula de ir numa excursão de escola para Santos, conhecer o mar. Cadu, por sua vez, que havia trabalhado em segredo na feira livre carregando as compras das clientes, juntou um dinheirinho para realizar seu sonho.</p>
<p>Até a decisão da mãe em permitir que o menino faça a viagem, Rafael Nascimento vai nos colocando dentro da cabeça de Cadu e, o melhor, conduz <i>Coração do mar </i>num ritmo que parece ser o próprio ritmo do menino, e não o do adulto. O caminho de volta da feira para casa ilustra isso com maestria.</p>
<p>Há uma não-pressa do garoto em voltar para casa, quando ele, pelo caminho, vai se distraindo com a própria ambientação. Numa função dupla, o diretor faz dessa sequência, com o olhar curioso do menino, também um momento para nós, espectadores, olharmos curiosos para aquele ambiente.</p>
<p>A inteligência em não fazer o menino chegar com pressa em casa, porque é certo que haverá um elemento dramático lá esperando por ele, reside também no conceito de que a própria dramaturgia já está no cenário pobre que é o bairro onde ele reside, e em como o menino interage com este lugar.</p>
<p>Não à toa, um dos melhores momentos silenciosos em <i>Coração do mar </i>está com Cadu subindo lentamente por uma ruela íngreme, onde lá tem um policial em alerta, com a mão sobre a arma no coldre, esperando Cadu passar. O olhar do menino para o policial (este desfocado e em primeiro plano), numa mistura de inocência e receio, é cortante e muito eloquente sobre o lugar, o poder e o menino negro.</p>
<p>No trabalho de aproximação entre espectador e o seu protagonista, Nascimento ainda encontra espaço para representar o sonho que o menino tem numa noite de sono. Partindo para uma representação ali pelo tom surreal, com Cadu correndo pelas ruas escuras da cidade, com malabares lhe distraindo, e chegando finalmente ao mar, o filme não se exime de agregar referências diretas, sejam plásticas ou de montagem, de filmes como <i>Pixote, a lei do mais fraco</i>, <i>Os incompreendidos</i> e, porque não, <i>O encouraçado Potemkin, </i>com o seu infinito trajeto da escadaria, aqui substituído pelas areias na praia de Santos. E o resultado é, acredite, bom.</p>
<p>Ao conhecer finalmente o desfecho do menino Cadu, após tanto envolvimento no universo desse garoto negro, pobre, que só queria conhecer o mar, o público presente na sessão em que o curta foi projetado, no cinema São Luiz (Recife), soltou um uníssono: “OOOhhh!!!”.</p>
<p>Tal reação &#8211; Rafael Nascimento sabe -, é o melhor a ganhar de um público que, ao menos por ali, acompanhando a sina de Cadu, já entendeu que a vida perdida de um negro nunca deve ser tratada apenas como estatística.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Er4GTYoyNBI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-coracao-do-mar-de-rafael-nascimento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crítica: Eu o declaro meu inimigo, de Marcos Buccini e Tiago Delácio</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-eu-o-declaro-meu-inimigo-de-marcos-buccini-e-tiago-delacio/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-eu-o-declaro-meu-inimigo-de-marcos-buccini-e-tiago-delacio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 14:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
		<category><![CDATA[Eu o declaro meu inimigo]]></category>
		<category><![CDATA[hardcore]]></category>
		<category><![CDATA[luiz joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Buccini]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Delácio]]></category>
		<category><![CDATA[videoclipe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65611</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música Eu o declaro meu inimigo – faixa do álbum O fim que nunca acaba, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65612" aria-labelledby="figcaption_attachment_65612" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724.jpg"><img class="size-medium wp-image-65612" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Música da banda Devotos venceu na categoria videoclipe da Mostra Competitiva Geral</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<p>A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música <i>Eu o declaro meu inimigo</i> – faixa do álbum <i>O fim que nunca acaba, </i>lançado neste 2018 pela banda punk rock hardcore do Alto José do Pinho (Recife), o Devotos.</p>
<p>A partir do efeito da rotoscopia – sobre o qual o animador trabalha tendo como ponto de partida imagens <i>live-action</i> (com pessoas reais gravadas em ambientes reais) -, o videoclipe é resultado de uma labuta coletiva.</p>
<p>Capitaneado por Marcos Buccini, e sob co-direção de Tiago Delácio, o projeto que deu origem ao videoclipe campeão da Mostra Competitiva Geral do 20º Festcine foi produzido pelo ‘Ponto de Cultura Cinema de Animação’. A obra arregimentou nada menos que 127 parceiros que se debruçaram, cada um, sobre seis frames do filme, ou seja, cerca de apenas 0,5 segundo do que é visto no total de imagens que cobrem o pouco mais de um minuto da duração da música.</p>
<p>O grupo reúne tanto veteranos da animação de todo o Brasil (César Coelho, Aída Queiroz, Fábio Yamaji, Cata Preta) como também artistas plásticos (João Lin, Lourival Cuquinha, Galo de Souza), passando por designers, artistas gráficos, ilustradores e até o filhote de Cannibal (voz e baixo do Devotos), de apenas 5 anos de idade</p>
<p>O resultado é um caleidoscópio de estilos que se fundem em cores e propostas das mais diversas. Impossível, em sua velocidade, de relacionar a cria com qualquer um de seus 127 pais. É um excelente exemplo de projeto em que o coletivo tem mais força do que o indivíduo. Aqui, o indivíduo se apaga. Não tem sentido se não integrado no todo.</p>
<p>Por esse aspecto, parece não haver melhor representação visual daquilo que vemos no experimento ordenado por Buccini e Delácio para dar conta da nervosa sonora que é expurgada pelo Devotos na música escolhida.</p>
<p>O curioso é que, aparentemente, nem é preciso uma imagem bruta muito sofisticada para chegarmos a tal atração visual, como a conferida no produto finalizado em que se tornou este videoclipe.</p>
<p>O próprio <i>Eu o declaro meu inimigo </i>registra, de maneira tradicional, apenas uma performance de Cannibal com Cello Brown (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) tocando no estúdio da casa deste último; e, ainda, com algumas poucas imagens do trio caminhando pelo icônico Alto José do Pinho.</p>
<p>O luxo do videoclipe está acima disso. Vem do bom devaneio visual de 127 cabeças criativas, da precisão de Bruno Cabús na edição e da sacada coletiva de Buccini e Delácio.</p>
<p>No mais, o que temos é punk rock hardcore animado.</p>
<p><strong>Assista:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oD8jhCTHHl4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-eu-o-declaro-meu-inimigo-de-marcos-buccini-e-tiago-delacio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crítica: #Turismo_Selvagem, animação de Triunfo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-turismo_selvagem-animacao-de-triunfo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-turismo_selvagem-animacao-de-triunfo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 16:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#Turismo_Selvagem]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[luiz joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[Onça]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65600</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Ao vencer o título de ‘melhor animação’ da Mostra Competitiva de Formação do 20º FestCine, o curta-metragem #Turismo_Selvagem teve uma dupla vitória. Ou melhor, a vitória deve ser multiplicada por 20, que foi o número de participantes da Oficina de Animação CineSesi 2018 – responsável por ter criado o filminho de quatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65602" aria-labelledby="figcaption_attachment_65602" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/turismoselvagem.png"><img class="size-medium wp-image-65602" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/turismoselvagem-607x262.png" width="607" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">O curta venceu na categoria de animação da Mostra Competitiva de Formação</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Luiz Joaquim</strong></em><b></b></p>
<p>Ao vencer o título de ‘melhor animação’ da Mostra Competitiva de Formação do 20º FestCine, o curta-metragem <i>#Turismo_Selvagem</i> teve uma dupla vitória. Ou melhor, a vitória deve ser multiplicada por 20, que foi o número de participantes da Oficina de Animação CineSesi 2018 – responsável por ter criado o filminho de quatro minutos de duração.</p>
<p>Realizado no famoso “oásis do sertão pernambucano”, o município de Triunfo -  a 408 quilômetros do Recife -, <i>#Turismo_Selvagem </i>teve<i> </i>sua apresentação, na noite da projeção, feita por Bruna Florie, uma das integrantes da oficina.</p>
<p>Bruna soube dar o recado com precisão suficiente para não estragar a surpresa do que estava por vir. Ela lembrou que Triunfo é uma cidade com cerca de 17 mil habitantes, e isso significa que notícias correm rápido; e se apimentada pelo aplicativo do WhatsApp então&#8230;</p>
<p>Criado a partir de um acontecimento inusitado e registrado num domingo pela manhã por uma câmera de segurança, deixando a cidade em polvorosa por semanas, o documentário abusa da criatividade e do bom humor para ilustrar como estava o espírito do triunfense naqueles dias de tensão e sorrisos.</p>
<p>O trabalho aqui é feliz desde o título, com ‘turismo selvagem’ podendo abarcar na cabeça do espectador desavisado qualquer ideia em torno do que significa ‘turismo’ ou ‘selvagem’. Tendo Triunfo como pano de fundo, e o adendo do símbolo do <i>hashtag</i> na frente do título, tudo contribui para disfarçar o que será apresentado.</p>
<p>Uma vez iniciado o filme, e com o público entendendo que se trata de uma representação da interface do WhatsApp, aqui toda feita manualmente e com liberdade absoluta de criação na reconstrução dos símbolos (mas não totalmente a ponto de nos confundirmos), <i>#Turismo_Selvagem </i>conquista o espectador rapidamente por dois caminhos.</p>
<p>Um pelo seu visual de plástica rica, alegre, colorida, leve, feliz mesmo – e numa identidade visual que todo usuário do WhatsApp irá compreender imediatamente -, e outra pela dinâmica dos diálogos escritos como mensagens num grupo de WhatsApp – também forjando todas os clichês tão conhecidos para quem participa de grupos de comunicação do aplicativo.</p>
<p>Estão lá o “textão”, a “gargalhada exagerada”, a pegadinha com um falso áudio e tendo muito da inteligência de <i>#Turismo_Selvagem </i>residindo em seu ritmo.</p>
<p>Para o acerto desse ritmo a turma responsável pelo filme soube apropriar-se da natureza multimidiática do WhatsApp; quer dizer, soube inserir vídeos, áudios, e fotografias, como elemento narrativo, ajudando a dinamizar essa história tão bem contada e ilustrada.</p>
<p>E ainda, vale ressaltar: num filme sem diálogos falados (apenas diálogos tocados por troca visual de mensagens), o tempo de exposição dos textos é outro ajuste que não pode prescindir de <i>timing</i>. Assim como a trilha sonora (aqui ótima), que pode empurrar para baixo ou para cima as imagens que ela está cobrindo.</p>
<p>No caso da animação de Triunfo, parece mesmo não ter havido deslize da equipe técnica do filme. O único que escorrega em cena<i> </i>é o protagonista do curta-metragem, enquanto corre desembestado pelas ruas de Triunfo, fazendo o seu turismo selvagem enquanto nós, plateia, rimos sem culpa e sem medo.</p>
<p><strong>Assista:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2VVGQ44-YBc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-turismo_selvagem-animacao-de-triunfo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20º Festival de Curtas de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festival-de-curtas-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festival-de-curtas-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 14:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[festcine]]></category>
		<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de imagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65336</guid>
		<description><![CDATA[Mais fotos em www.flickr.com/fundarpe]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais fotos em <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-premia-a-diversidade-do-cinema-pernambucano/" target="_blank"><strong>www.flickr.com/fundarpe</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festival-de-curtas-de-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20º FestCine promove debate sobre a atuação feminina no audiovisual</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-promove-debate-sobre-a-atuacao-feminina-no-audiovisual/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-promove-debate-sobre-a-atuacao-feminina-no-audiovisual/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 21:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Débora Britto]]></category>
		<category><![CDATA[FERA]]></category>
		<category><![CDATA[festcine]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Melina Bomfim]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel Ellis]]></category>
		<category><![CDATA[Yane Mendes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65134</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Durante esta semana em que acontece o 20º FestCine, o primeiro andar do Cinema São Luiz tem recebido diariamente debates com os realizadores dos curtas-metragens apresentados na programação deste ano. No entanto, na tarde da última quarta-feira, a roda de conversa fugiu um pouco dos trabalhos selecionados para falar da atuação feminina [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65136" aria-labelledby="figcaption_attachment_65136" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46206209731_93f3d35d32_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65136" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46206209731_93f3d35d32_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com plateia formada principalmente por mulheres, realizadoras de audiovisual falaram da experiência feminina na área.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>Durante esta semana em que acontece o 20º FestCine, o primeiro andar do Cinema São Luiz tem recebido diariamente debates com os realizadores dos curtas-metragens apresentados na programação deste ano. No entanto, na tarde da última quarta-feira, a roda de conversa fugiu um pouco dos trabalhos selecionados para falar da atuação feminina no cenário do audiovisual e seus planos para o futuro. Em parceria com a FERA (Feminismo &amp; Equidade para Reiventar o Audiovisual), o FestCine recebeu as realizadoras Juliana Lima, Rachel Ellis, Yane Mendes e Melina Bomfim para debater o tema “Cinema urgente: estratégias de existência do cinema como arte e resistência”, sob a mediação da jornalista e também realizadora Débora Britto.</p>
<p>“A grande sacada do festival é que ele coloca na tela o que está sendo feito de novo e foca em formação. Então, a FERA tem tudo a ver com o FestCine. Na Coordenadoria de Audiovisual existe uma preocupação de fortalecer a ação feminina não só na produção, mas também como roteiristas, diretoras, entre outras funções”, comentou Andréa Mota, que é assessora da Coordenadoria de Audiovisual da da Fundarpe, ao abrir o debate.</p>
<div id="attachment_65137" aria-labelledby="figcaption_attachment_65137" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46206212571_21f2ebc57e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65137" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46206212571_21f2ebc57e_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">Parceria com a FERA, o debate teve como convidadas Yane Mendes, Melina Bomfim, Juliana Lima e Rachel Ellis, além de ter contado com a mediação de Débora Britto.</p></div>
<p>A mediadora Débora Britto começou a conversa indagando as convidadas como seria possível fazer um cinema questionador e que dialogue com a população nos próximos anos. “Acho que a maior urgência que a gente tem é a educação. A gente não consegue formar a nossa população se a gente não dá oportunidade. Fico pensando no meu cinema, já que ano que vem tenho um projeto do Funcultura para gravar, que é será o meu primeiro curta autoral, e fico angustiada, porque a população negra nunca se sentiu tranquila. O que teremos que fazer nesse novo cenário, então? Acho que cada um vai ter que trocar com o outro e tentar transformar esse cenário. É trabalhando que a gente vai conseguir mudar”, avaliou Juliana Lima, que ainda falou sobre a importância da atuação feminina em ferramentas como o Conselho Consultivo de Audiovisual, onde foi possível aumentar o peso da pontuação de projetos dirigidos ou roteirizados por mulheres na avaliação do edital do Funcultura.</p>
<p>“A urgência da narrativa feminina não é só para mulheres, mas para todo mundo. Cada vez mais eu vejo que é muito importante os corpos das mulheres negras ocuparem o cinema nas telas e atrás delas. Hoje eu entendo, finalmente, que a curadoria é um lugar de muito poder, porque é quem escolhe os filmes, e nós, mulheres negras, temos que ocupar tudo. Como produtora, meu foco é descentralizar o máximo possível. Enquanto realizadora construir cada vez mais pontes que expandam nosso imaginário e nossos corpos negros. Estamos por um momento de anseio pelos nossos corpos na tela, mas, se no Brasil a gente vai ter algumas dificuldades, a gente tem que buscar cada vez mais parcerias institucionais internacionais”, destacou a brasiliense Melina Bomfim, que defendeu a ocupação de espaços como uma forma de manter as conquistas da mulheres.</p>
<div id="attachment_65138" aria-labelledby="figcaption_attachment_65138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32334121748_3f798be446_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65138" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32334121748_3f798be446_k-607x368.jpg" width="607" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Assessora da Coordenadoria de Audiovisual da Fundarpe, Andréa Mota destacou a preocupação do FestCine em investir em formação.</p></div>
<p>Francesa radicada no Brasil há 15 anos, Rachel Ellis trabalha com a distribuição de filmes pernambucanos e reafirmou a importância de parcerias também de fora do país. “Minha primeira experiência com cinema foi na distribuição de “Um Lugar ao Sol”, de Gabriel Mascaro. Um filme tão importante para despertar o olhar sobre a desigualdade no País e não conseguimos incentivo através de edital. Fui procurar parcerias fora do Brasil e conseguimos uma focada em direitos humanos. O desejo de fazer cinema ninguém tira da gente, há uma série de questões que se colocam agora de como fazer cinema, mas temos que descobrir fazendo e indo atrás”, observou ela.</p>
<p>Realizadora e oficineira de audiovisual para jovens de periferia, Yane Mendes frisou que as realizadoras de origem humilde já fazem cinema superando adversidades. “Na favela, o medo da repressão já existe há muito tempo. Para eu chegar no cinema, tive que ir atrás, conhecer pessoas, viver com pessoas da área. A estratégia para fazer cinema talvez seja seguir o movimento do brega, que chegou na classe média, independente da letra, se apropriando dos espaços. Temos que aparecer nos lugares, como fez o brega. No desespero pela sobrevivência, a periferia já traçou estratégias há muito tempo, elas estão nas ruas. A questão é aprender no olhar e na escuta com outras pessoas, temos que deixar de ser prepotentes”, concluiu a pernambucana.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-promove-debate-sobre-a-atuacao-feminina-no-audiovisual/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20º FestCine conta com sessão acessível no São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-conta-com-sessao-acessivel-no-sao-luiz/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-conta-com-sessao-acessivel-no-sao-luiz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 17:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Guel Arraes]]></category>
		<category><![CDATA[O Auto da Compadecida]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão Acessível]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65098</guid>
		<description><![CDATA[Pelo quinto ano consecutivo, o FestCine conta com a exibição de filmes adaptados para pessoas com deficiência dentro da sua programação, no Cinema São Luiz. Nesta edição, a Sessão Especial Acessível acontecerá no sábado (8), às 17h, quando serão apresentados o curta Frequências, de Adalberto Oliveira – com audiodescrição realizada pela COM Acessibilidade Comunicacional; e o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65099" aria-labelledby="figcaption_attachment_65099" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/autodacompadecida.jpg"><img class="size-medium wp-image-65099" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/autodacompadecida-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Os icônicos personagens de &#8220;O Auto da Compadecida&#8221;, Chicó e João Grilo voltam a tela do Cinema São Luiz em Sessão Acessível para pessoas com deficiência.</p></div>
<p>Pelo quinto ano consecutivo, o FestCine conta com a exibição de filmes adaptados para pessoas com deficiência dentro da sua programação, no Cinema São Luiz. Nesta edição, a Sessão Especial Acessível acontecerá no sábado (8), às 17h, quando serão apresentados o curta <strong>Frequências</strong>, de Adalberto Oliveira – com audiodescrição realizada pela COM Acessibilidade Comunicacional; e o longa <strong>O Auto da Compadecida</strong>, de Guel Arraes, que contou com a parceria da Alumiar/Fundação Joaquim Nabuco na audiodescrição, Libras e LSE- Legenda para surdos e ensurdecidos.</p>
<p>“<em>A nossa ideia é que quando os cinemas brasileiros estiverem preparados para as pessoas com deficiência, aqui em Pernambuco já tenha um público formado. Queremos não só formar público, como conscientizar profissionais da área. Agora, estamos muito felizes de participar do FestCine e levar &#8216;O Auto da Compadecida&#8217;, que foi o primeiro filme que a gente fez, por conta da demanda do público mesmo. Foi um trabalho que envolveu 60 profissionais e teve uma resposta muito boa</em>”, explica Ana Farache, que é coordenadora de audiovisual da Fundaj e idealizadora do projeto Alumiar.</p>
<div id="attachment_65100" aria-labelledby="figcaption_attachment_65100" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto por Henrique Spencer</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Frequencias-Foto-por-Henrique-Spencer-607x404.jpg"><img class="size-full wp-image-65100" alt="Foto por Henrique Spencer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Frequencias-Foto-por-Henrique-Spencer-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O curta &#8220;Frequências&#8221;, de Adalberto Oliveira, também será exibido com audiodescrição</p></div>
<p>Os filmes adaptados pelo trabalho foram exibidos de 15 em 15 dias nos cinemas do Museu do Homem do Nordeste e da Fundaj (Derby), reunindo um total de quase três mil espectadores &#8211; o que comprova o interesse desse público pelo cinema. Entre os profissionais que atuaram na coordenação do projeto está a comunicadora Liliana Tavares, que é idealizadora e coordenadora do Festival VerOuvindo, o qual também contribuirá com o FestCine premiando três filmes da programação deste ano.</p>
<p>Os vencedores serão escolhidos pelos curadores Jeorge Pereira e Amanda Mansur e serão adaptados para as três acessibilidades para serem reexibidos na Sessão Acessível da próxima edição do FestCine. “<em>Todo mundo espera os filmes do FestCine, porque a gente sabe que é a produção mais importante do ano em questão. As pessoas com deficiência geralmente ficam de fora. Por isso, a gente tenta fazer um retrato da última edição para que eles também tenham acesso à produção mais fresca do cinema pernambucano</em>”, comenta Liliana. Contemplado pelo edital do Funcultura de 2018, o Festival VerOuvindo é reconhecido internacionalmente e foi o único projeto brasileiro a vencer o I Concurso de Boas Práticas da Sociedade Civil do Mercosul em Acessibilidade Audiovisual, neste ano.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong></p>
<p><strong>Sábado, 08 de dezembro | Cinema São Luiz </strong></p>
<p><strong>17h – Sessão Especial Acessível – COM Acessibilidade Comunicacional; Alumiar / Fundação Joaquim Nabuco</strong><br />
Classificação: Livre</p>
<p><strong>Frequências</strong> (Videoarte/experimental, 19 minutos, 2017), de Adalberto Oliveira (AD)<br />
<strong>O Auto da Compadecida</strong> (Ficção, 104 minutos, 2000), de Guel Arraes (LSE, Libras, AD)</p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-conta-com-sessao-acessivel-no-sao-luiz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Primeira noite do 20º FestCine movimenta o São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/primeira-noite-do-20o-festcine-movimenta-o-sao-luiz/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/primeira-noite-do-20o-festcine-movimenta-o-sao-luiz/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 21:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65011</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A 20ª edição do FestCine começou na última segunda-feira (3) em grande estilo. A plateia que encheu o Cinema São Luiz aplaudiu a sessão de abertura de curtas pernambucanos, que foram exibidos logo após os discursos de boas vindas da Secretária de Cultura do Estado de Pernambuco, Antonieta Trindade, da Presidente da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65012" aria-labelledby="figcaption_attachment_65012" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45445006124_b543b805f8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65012" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45445006124_b543b805f8_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Cinema São Luiz se encheu de espectadores na primeira noite do 20º Festcine.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>A 20ª edição do FestCine começou na última segunda-feira (3) em grande estilo. A plateia que encheu o Cinema São Luiz aplaudiu a sessão de abertura de curtas pernambucanos, que foram exibidos logo após os discursos de boas vindas da Secretária de Cultura do Estado de Pernambuco, Antonieta Trindade, da Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, e da Secretária de Cultura do Recife, Lêda Alves. O programador Arlindo Gusmão também compareceu à cerimônia, onde recebeu o Troféu Fernando Spencer como homenagem pelo seu amplo trabalho com distribuição e exibição de filmes</p>
<p>“Neste momento, estou aqui representando um segmento do ramo cinematográfico que é o elo entre o produtor e o exibidor, que é a distribuição. Nós fazemos a ponte da comercialização, a parte da revisão e temos que entregar o filme no local e hora exata. Acredito que represento uma classe que está extinta, mas que é muito importante. Eu estive presente na inauguração do São Luiz e agora estou de volta como homenageado, por isso, gostaria de agradecer ”, destacou Arlindo Gusmão, que comemorou o reconhecimento pelo seu trabalho.</p>
<p>Ao entregar o troféu para o homenageado, a Secretária de Cultura do Recife, Lêda Alves enfatizou a importância da trajetória de Arlindo, que tem mais de 50 anos dedicados ao cinema nacional. “Essa é uma homenagem que é do tamanho da sua verdade, do seu talento e do testemunho de vida que você vem dando a cada um de nós. Obrigada pela sua luta e pelo seu testemunho”, disse ela, sobre missão abraçada desde os anos de 1950 de levar títulos brasileiros para salas de todo o Estado.</p>
<div id="attachment_65013" aria-labelledby="figcaption_attachment_65013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45256700695_1f171fcb17_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65013" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45256700695_1f171fcb17_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A Secretária de Cultura de Pernambuco, Antonieta Trindade, a Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, e Secretária de Cultura do Recife, Lêda Alves, entregam o troféu Fernando Spencer para Arlindo Gusmão.</p></div>
<p>A Secretária de Cultura de Pernambuco, Antonieta Trindade, comemorou os 20 anos do festival.  “Para nós é uma grande felicidades estarmos realizando o 20º Festcine aqui no templo do audiovisual, que também é a fabrica de sonhos de todos nós que guardamos na nossa história um pedacinho da nossa convivência com o Cinema São Luiz. Acho que realizar esse festival nesse momento é muito mais do que um compromisso, é um ato de resistência ao desmonte que se pretende fazer em relação à cultura do Brasil”, comentou ela.</p>
<p>Para falar do caráter renovador do evento, a Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, frisou a abertura do Festcine para novos realizadores. “Temos uma produção imensa de curtas e, neste ano, recebemos um número recorde de participantes. Então, esse festival contribui de forma decisiva para o desenvolvimento da cadeia produtiva do audiovisual do nosso Estado. Hoje temos dentro dessa estrutura política do audiovisual um conselho consultivo bastante participativo, que tem a participação de várias entidades da sociedade civil e que contribui com a política pública do nosso Estado. Realizar o Festcine hoje é um resultado disso tudo mostrando a produção do povo pernambucano”, observou ela, ao destacar os 209 títulos inscritos na edição deste ano.</p>
<div id="attachment_65018" aria-labelledby="figcaption_attachment_65018" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45444931914_2a0c6828be_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65018" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45444931914_2a0c6828be_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Bolha&#8221; foi um dos curtas-metragens exibidos na primeira noite do festival.</p></div>
<p>Entre os cineastas que exibiram seus filmes na primeira noite do evento, o clima era de confraternização. “Exibir neste festival, que é mais focado na produção local, torna tudo mais especial, porque tem aqui basicamente a galera que a gente conhece mostrando o seu trabalho e acho importante essa troca. Digamos que é a revisão do ano e acho que isso incentiva os mais novos a fazerem as suas próprias coisas”, opinou o músico Mateus Alves, que apresentou “Bolha”, seu primeiro filme como diretor.</p>
<p>O curta-metragem “Nova York”, de Leo Tabosa, por sua vez, teve sua primeira exibição em Pernambuco dentro da programação de segunda-feira. “Não tem como não se emocionar em exibir esse filme em um festival de curtas pernambucanos, dentro de um cinema de rua. Um cinema histórico, porque é para onde vinha assistir filmes quando criança. ‘Nova York’ traz um pouco da minha infância também, então, tem essa memória afetiva, que acredito existir em muitos realizadores”, concluiu o cineasta.</p>
<p><strong>Confira a Programação Completa</strong></p>
<p><em>Local: Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife)</em><br />
Acesso gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 03 de dezembro</strong><br />
</span><br />
19h – Abertura do 20º FestCine<br />
Homenagem a <strong>Arlindo Gusmão</strong></p>
<p>Mostra Competitiva Geral<br />
Classificação: 14 anos</p>
<p><strong>Bolha</strong> (Animação, 15 minutos, 2018), de Mateus Alves<br />
<strong>Juliano Holanda &#8211; Ouriço (Ao vivo No Texas)</strong> (Videoclipe, 05 minutos, 2017), de Pedro Vitor Ferraz<br />
<strong>Vendo</strong> (Ficção, 19 minutos, 2018), de João Vigo<br />
<strong>“Sobrado”</strong> (Videoclipe, 02 minutos, 2018), de Rodrigo Barros<br />
<strong>Tá difícil atravessar</strong> (Videoarte/experimental, 04 minutos, 2018), de João Lin<br />
<strong>Coleção</strong> (Ficção, 13 minutos, 2018), de André Pinto e Henrique Spencer<br />
<strong>Areia Branca</strong> (Videoclipe, 05 minutos, 2017), de Victor Giovanni<br />
<strong>Cor de Pele</strong> (Documentário, 15 minutos, 2018), de Livia Perini<br />
<strong>Mini Miss</strong> (Documentário, 16 minutos, 2018), de Rachel Daisy Ellis<br />
<strong>Liberdade</strong> (Videoclipe, 03 minutos, 2017), de Lira Paes, Clayton Barros, Eduardo Pereira e Felipe Falcão<br />
<strong>Nova Iorque</strong> (Ficção, 24 minutos, 2018), de Leo Tabosa</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 04 de dezembro<br />
</strong></span><br />
19h – Mostra Competitiva Geral<br />
Classificação: 16 anos</p>
<p><strong>Verde Limão</strong> (Ficção, 18 minutos, 2018), de Henrique Arruda<br />
<strong>Não te quero mais mizéra</strong> (Videoclipe, 03 minutos, 2018), de Arrete e Caco Nigro<br />
<strong>As TransforMISStas</strong> (Documentário, 16 minutos, 2018), de Henrique Arruda<br />
<strong>Pra te conquistar</strong> (Videoclipe, 03 minutos, 2018), de Marionaldo Júnior<br />
<strong>Mayra está bem</strong> (Documentário, 08 minutos, 2017), de Juliana Lima<br />
<strong>Pantera</strong> (Videoclipe, 04 minutos, 2018), de Ana Olívia Godoy<br />
<strong>Movimento #5 com Edson Vogue</strong> (Videoarte/experimental, 03 minutos, 2016), de Thiago Merces e Marcos Haas<br />
<strong>Realizadorxs</strong> (Documentário, 10 minutos, 2018), de Cacau Barros<br />
<strong>Deusa</strong> (Videoarte/experimental, 15 minutos, 2018), de Joana Gatis e Mayara Millane<br />
<strong>Entremarés</strong> (Documentário, 20 minutos, 2018), de Anna Andrade<br />
<strong>ELEKÓ</strong> (Videoclipe, 05 minutos, 2018), de Aida Polimeni<br />
<strong>Reforma</strong> (Ficção, 15 minutos, 2018), de Fábio Leal<br />
<strong>A Senhora dos Ventos</strong> (Documentário, 24 minutos, 2018), de Chia Beloto e Rui Mendonça</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 05 de dezembro<br />
</strong></span><br />
19h – Mostra Competitiva Geral<br />
Classificação: 16 anos</p>
<p><strong>Persignação</strong> (Ficção, 17 minutos, 2017), de Igor de Lyra<br />
<strong>O Corre</strong> (Videoclipe, 10 Minutos, 2018), de Júlio Fonseca<br />
<strong>Entre Pernas</strong> (Ficção, 20 minutos, 2018), de Ayla de Oliveira<br />
<strong>GeoPoesis</strong> (Videoarte, 22 minutos, 2018), de Zé Diniz e Fred Nascimento<br />
<strong>Antiproibicionismo JAH!!!</strong> (Documentário, 16 minutos, 2018), de Juliana Trevas e Pedro<br />
Severien<br />
<strong>Dorival – Academia da Berlinda</strong> (Videoclipe, 06 minutos, 2018), de Filipe Marcena e Marcelo Sena<br />
<strong>Na pisada</strong> (Documentário, 12 minutos, 2017), de Sérgio Santos<br />
<strong>Eu o declaro meu inimigo</strong> (Videoclipe, 02 minutos, 2018), de Marcos Buccini e Tiago Delácio<br />
<strong>Esta não é uma canção de esperança</strong> (Ficção, 23 minutos, 2016), de Daniel Aragão<br />
<strong>S/N</strong> (Ficção, 10 minutos, 2018), de Renata Malta</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 06 de dezembro<br />
</strong></span></p>
<p>18h30 – Mostra Competitiva de Formação<br />
Classificação: 12 anos</p>
<p><strong>Quanto craude no meu sovaco</strong> (Ficção, 04 minutos, 2017), de Duda Menezes e Fefa Lins<br />
<strong>Quando me deixam falar</strong> (Documentário, 18 minutos, 2017), de Ivson Henrique e Lais Rilda<br />
<strong>Pisciano</strong> (Ficção, 02 minutos, 2018), de Alexandre Pitanga<br />
<strong>A hora do tabaqueiro</strong> (Animação, 03 minutos, 2018), de Direção Coletiva<br />
<strong>Uma Volta Comigo</strong> (Ficção, 21 minutos, 2018), de Larissa Reis<br />
<strong>Coração do Mar</strong> (Ficção, 20 minutos, 2018), de Rafael Nascimento</p>
<p>19h40 &#8211; Mostra Competitiva Geral<br />
Classificação: 12 anos</p>
<p><strong>Ressonâncias Rupestres – Live performance coco Raízes de Arcoverde</strong> (Videoclipe, 23 minutos, 2018), de Rui Mendonça<br />
<strong>Cavalo Concreto</strong> (Videoarte/experimental, 16 minutos, 2018), de Juliano Valença<br />
<strong>Extintos Cinemas</strong> (Documentário, 13 minutos, 2018), de William Tenório<br />
<strong>O Esquema</strong> (Ficção, 12 minutos, 2018), de Caio Dornelas<br />
<strong>Tempo Circular</strong> (Documentário, 20 minutos, 2018), de Graciela Guarani<br />
<strong>Caçador</strong> (Ficção, 20 minutos, 2018), de Leonardo Sette<br />
<strong>Samico – Sereia</strong> (Videoclipe, 04 minutos, 2018), de Tágory Nascimento e Rogério Samico<br />
<strong>Enraizada</strong> (Documentário, 08 minutos, 2018), de Tiago Delácio<br />
<strong>Gerônimo</strong> (Ficção, 15 minutos, 2018), de Anny Stone</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 07 de dezembro<br />
</strong></span><br />
18h30 – Mostra Competitiva de Formação<br />
Classificação: 16 anos</p>
<p><strong>Tangível Ballet</strong> (Documentário, 10 minutos, 2017), de Tatiane Ferr e Ana Gabriela<br />
<strong>#Turismo_Selvagem</strong> (Animação, 04 minutos, 2018), de Direção Coletiva<br />
<strong>Carolinas: as mulheres da ocupação Carolina de Jesus</strong> (Documentário, 06 minutos, 2017), de Sofia Lucchesi e André Norões<br />
<strong>Desyrrê</strong> (Documentário, 13 minutos, 2018), de Direção Coletiva<br />
<strong>TRANSdisciplinaridade</strong> (Documentário, 04 minutos, 2017), de Kailane Cavalcanti, Oliver Matheus, Rennan Peixe e Sinthya Eloy<br />
<strong>Rita</strong> (Documentário, 10 minutos, 2018), de Maria Luyza Souza<br />
<strong>Eu sou lamento</strong> (Documentário, 18 minutos, 2018), de Almir Cunha</p>
<p>19h40 – Mostra Competitiva Geral<br />
Classificação: 12 anos</p>
<p><strong>Meu Livro Proibido</strong> (Ficção, 23 minutos, 2018), de Thom Galiano e Robério Brasileiro<br />
<strong>Vento – Um leito de água azul</strong> (Videoclipe, 04 minutos, 2018), de Lauro Ribeiro e Katarina Barros<br />
<strong>Adeus</strong> (Animação, 12 minutos, 2017), de Marília Feldhues<br />
<strong>Sobre o Esquecimento</strong> (Ficção, 15 minutos, 2016), de Lucas Rocha<br />
<strong>Recifeiria</strong> (Videoclipe, 02 minutos, 2018), de Filipe Massa<br />
<strong>Carrero, o áspero amável</strong> (Documentário, 25 minutos, 2018), de Luci Alcântara<br />
<strong>Vento Frio</strong> (Ficção, 17 minutos, 2018), de Taciano Valério<br />
<strong>Guaxuma</strong> (Animação, 14 minutos, 2018), de Nara Normande</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 08 de dezembro</strong></span></p>
<p><strong>17h – Sessão Especial Acessível – COM Acessibilidade Comunicacional; Alumiar / Fundação Joaquim Nabuco</strong><br />
Classificação: Livre</p>
<p><strong>Frequências</strong> (Videoarte/experimental, 19 minutos, 2017), de Adalberto Oliveira (AD)<br />
<strong>O Auto da Compadecida</strong> (Ficção, 104 minutos, 2000), de Guel Arraes (LSE, Libras, AD)</p>
<p><strong>19h – Sessão especial Mostra Documentando</strong><br />
<strong>Pode Entrar</strong> (Documentário, 7 minutos, 2014), Direção Coletiva<br />
<strong>Quadrado</strong> (Documentário, 9 minutos, 2014), Direção Coletiva<br />
<strong>Vida Aparecida</strong> (Documentário, 10 minutos, 2016), Direção Coletiva<br />
<strong>Ciola</strong> (Documentário, 13 minutos, 2018), Direção Coletiva</p>
<p>20h – <strong>Cerimônia de Encerramento e premiação</strong><br />
<strong>Exibição do resultado das oficinas do FERA e Documentando</strong><br />
Homenagem a <strong>Graça Araújo</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ENCONTROS DE CINEMA</strong></span></p>
<p><strong>Debates com os realizadores do Festival</strong><br />
Todos os dias, de terça a sábado, sempre das 17h às 19h.<br />
Local: 1º Andar do Cinema São Luiz<br />
Mediação: Luiz Joaquim</p>
<p><strong>Cinema urgente: estratégias de existência do cinema como arte e resistência. (Em parceria com a FERA &#8211; Feminismo &amp; Equidade para Reinventar o Audiovisual)</strong></p>
<p>Como será fazer cinema a partir de agora e que cinema vamos fazer? Uma roda de conversa com 4 mulheres trabalhadoras do audiovisual sobre estratégias e possíveis caminhos para manter o cinema como ferramenta de diálogo, arte e resistência.<br />
Mediadora: Débora Britto (jornalista da Marco Conteúdo, membra do Terral Coletivo de Comunicação Popular e realizadora audiovisual)<br />
Debatedoras: Rachel Ellis (produtora criativa da Desvia produções e realizadora audiovisual), Yane Mendes (realizadora audiovisual e oficineira audiovisual com jovens de periferia),  Juliana Lima (realizadora audiovisual, mestre em educação e especialista em relações étnico-raciais),<br />
Melina Bomfim (realizadora audiovisual, curadora, membra da produtora .tantas.)</p>
<p>Quarta-feira, 05 de dezembro<br />
Das 17h às 19h<br />
Local: 1º Andar do Cinema São Luiz</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/primeira-noite-do-20o-festcine-movimenta-o-sao-luiz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20º FestCine irá oferecer oficinas de formação no segmento do audiovisual</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-ira-oferecer-oficinas-de-formacao-no-segmento-do-audiovisual/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-ira-oferecer-oficinas-de-formacao-no-segmento-do-audiovisual/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 15:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hilton Lacerda]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina de Formação para o Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Rec Produções]]></category>
		<category><![CDATA[Tatuagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=64319</guid>
		<description><![CDATA[Entre os dias 3 e 8 de dezembro, o 20º FestCine irá ocupar o Cinema São Luiz com uma importante seleção da produção do audiovisual pernambucano. Para além dos filmes, é um momento também bastante rico no segmento da formação. Pelo menos três ações formativas serão oferecidas ao público do festival, dos dias 03 a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 3 e 8 de dezembro, o 20º FestCine irá ocupar o Cinema São Luiz com uma importante seleção da produção do audiovisual pernambucano. Para além dos filmes, é um momento também bastante rico no segmento da formação. Pelo menos três ações formativas serão oferecidas ao público do festival, dos dias 03 a 07 de dezembro. Para participar, basta encaminhar, até a data de 23 de novembro, e-mail para <a href="mailto:festcinepe@gmail.com">festcinepe@gmail.com</a>, com nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail) e uma carta de intenção com até dez linhas sobre os motivos e interesses de participação na oficina. O título do e-mail deve conter a palavra “Inscrição” com o nome da oficina pretendida.</p>
<p>O FestCine também conta com parceria do projeto na área de formação, aprovado pelo Funcultura, &#8220;FERA &#8211; Feminismo e Equidade para Reinventar o Audiovisual&#8221;, que recentemente selecionou mulheres para participarem de oficinas nas áreas de Direção e Roteiro, Direção de Fotografia, Som Direto, Montagem (imagem e som) e Crítica Cinematográfica. As oficinas irão acontecer  entre os dias 26 de novembro e 8 de dezembro, no Portomídia.</p>
<p><b>Confira aqui as informações das oficinas com inscrições abertas</b></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Documentando</b></span></p>
<p><b>Carga horária:</b>  20 horas/aula<br />
<b>Público-alvo:</b> A partir de 15 anos<br />
<b>Vagas:</b> 20 pessoas<br />
<b>Datas: </b>03 a 07 de dezembro<br />
<b>Horário: </b>13h às 17h<br />
<b>Local: </b>Espaço Pasárgada (Rua da União, 263 &#8211; Boa Vista &#8211; Recife)<br />
<b>Ministrante: </b>Marlom Meirelles. Diretor da Eixo Audiovisual, realizador e professor em projetos de iniciação em cinema.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Oficina-Marlon-Menezes-pequena.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-64321" alt="Oficina - Marlon Menezes (pequena)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Oficina-Marlon-Menezes-pequena.jpg" width="448" height="299" /></a></p>
<p><b>Ementa: </b>Por meio da análise de obras de diferentes cinematografias, de reflexões teóricas e exercícios práticos, a oficina tem como objetivo estimular o olhar do aluno para a leitura e realização de obras documentais, dando a ele uma base de conhecimento sobre o desenvolvimento do documentário na história do cinema. Os participantes, que não precisam ter conhecimentos prévios na área, terão acesso às técnicas básicas de captação e edição de imagens em vídeo, além de instruções sobre a linguagem cinematográfica e as etapas e funções numa produção. A oficina desperta a consciência de que o cinema é um instrumento de construção da realidade, permitindo que os alunos observem as possibilidades de abordagem, narrativas, dispositivos e processos de trabalho. Ao final das aulas, os alunos realizam um documentário digital.<b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Estratégias de Marketing Digital para o Lançamento de Filmes</span></b></p>
<p><b>Carga horária:</b>  20 horas/aula<br />
<b>Público-alvo:</b> A partir de 16 anos<br />
<b>Vagas:</b> 20 pessoas<br />
<b>Datas: </b>03 a 07 de dezembro, das 13h às 17h<br />
<b>Local: </b>Porto Digital &#8211; Sala de Formação (R. do Apolo, 235 &#8211; Recife, PE)<br />
<b>Ministrante: Txai Ferraz &#8211; </b>Roteirista e diretor dos curtas-metragens Fora de Quadro (2016), Rua do Retrato (2015, comprado pelo Canal Futura) e Três Voltas (2013). Atua ainda como gestor de marketing digital especializado em distribuição de filmes.</p>
<p><em>Realização do Programa Pernambuco Criativo,  fruto de convênio entre a FUNDARPE e o Ministério da Cultura.</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Oficina-FestConeTXAI-FERRAZ-crédito-vinicius-gomes-pequena.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-64322" alt="Oficina  FestConeTXAI FERRAZ- crédito vinicius gomes (pequena)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Oficina-FestConeTXAI-FERRAZ-crédito-vinicius-gomes-pequena.jpg" width="448" height="252" /></a></p>
<p><b>Ementa:</b> A distribuição de filmes representa um grande gargalo para o audiovisual brasileiro. Preterida por muitos cineastas e inexistente como disciplina no currículo das principais graduações de cinema do país, o setor carece de profissionais e enfrenta enormes desafios. Como reverter então este jogo? Neste panorama, o audiovisual nacional parece ter encontrado uma grande aliada: a comunicação digital. A presente oficina visa apresentar ferramentas úteis de marketing digital para a formação de públicos de projetos audiovisuais. Como exercício final, os alunos serão estimulados a desenvolver um plano estratégico de mídias sociais para o lançamento de um filme.</p>
<p><b></b><span style="text-decoration: underline;"><b>Oficina &#8220;Inspire &#8211; Interpretação para TV e Cinema&#8221;</b></span></p>
<p><b>Carga horária:</b>  20 horas/aula<br />
<b>Público-alvo:</b> A partir de 16 anos<br />
<b>Vagas:</b> 20 pessoas<br />
<b>Datas: </b>03 a 07 de dezembro, das 13h às 17h<br />
<b>Local:</b> Salão nobre do Cinema São Luiz (Rua da Aurora, s/n, Boa Vista &#8211; Recife)<br />
<b>Ministrante</b>: Gilvan Noblat &#8211; Comunicador e produtor cultural, atua nas áreas de cinema, teatro com ênfase para o audiovisual. Ator, roteirista e diretor do canal Entre Becos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Oficina-FestCine-Gilvan-Noblat-2-pequena.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-64323" alt="Oficina FestCine - Gilvan Noblat 2 (pequena)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Oficina-FestCine-Gilvan-Noblat-2-pequena.jpg" width="336" height="343" /></a></p>
<p><b>Ement</b>a: O trabalho do ator de cinema é uma tarefa extremamente complicada, pois é necessária muita concentração e paciência para lidar com as repetições de cena e exigências da produção, sem nunca perder a emoção ou o domínio do personagem. A Oficina “Inspire – a respiração é a base da transformação” tem o intuito de trazer aos participantes técnicas de interpretação para TV e Cinema que ajudarão o ator a manter o controle do seu ofício no set de filmagem, através de uma série de jogos de cena e exercícios práticos com câmera.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-ira-oferecer-oficinas-de-formacao-no-segmento-do-audiovisual/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

