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	<title>Portal Cultura PE &#187; 22º Festival de Inverno de Garanhuns</title>
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		<title>Economia criativa ganhou espaço de destaque no FIG</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 11:08:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante os dez dias do Festival de Inverno de Garanhuns, o Ambiente Criativo trouxe à tona os papos atuais  “Foi uma superação total de expectativas” afirmou Klayton Bessone, assessor da coordenadora de Economia Criativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) sobre o Ambiente Criativo. Montado pela primeira vez no Festival de Inverno de Garanhuns, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os dez dias do Festival de Inverno de Garanhuns, o Ambiente Criativo trouxe à tona os papos atuais</p>
<div id="attachment_6106" aria-labelledby="figcaption_attachment_6106" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-6106" alt="Papos Criativos no Ambiente Criativo (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Papos Criativos no Ambiente Criativo (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: left;"> “Foi uma superação total de expectativas” afirmou Klayton Bessone, assessor da coordenadora de Economia Criativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) sobre o Ambiente Criativo. Montado pela primeira vez no Festival de Inverno de Garanhuns, o espaço funcionou durante os dez dias no Parque Euclides Dourado.</p>
<p style="text-align: left;">Foram, no total, nove papos criativos, reunindo empreendedores, artistas e pensadores. Além disso, no Ambiente Criativo aconteceu o 1º encontro de gestores de economia criativa já realizado no Brasil.</p>
<p style="text-align: left;">No espaço, estiveram expostos diversos produtos sustentáveis, tais como os do projeto Paço Sustentável, coordenado por Ana Paula Valdez. Em parceria com o Complexo Prisional Aníbal Bruno, o projeto transforma embalagens de salgadinhos da Pepsico em bolsas, colares, carteiras, cestos de lixo. “Até a primeira dama do Estado Renata Campos foi vista desfilando com uma bolsa dessas”, contou Bessone.</p>
<p style="text-align: left;">Do Coletivo Simone Andrade, foram vendidas peças de couro talhadas a lazer: colares, braceletes, brincos e pêndulos. Junto à Coordenadoria de Design e Moda, também da Secult-PE, Simone propôs uma oficina de reutilização de banners e cartazes de festivais anteriores, cujo resultado também foi compartilhado no Ambiente Criativo. “Todos venderam muito bem e ficaram satisfeitos”, garantiu Bessone, que já está pensando na próxima ações para o Festival Pernambuco Nação Cultural, a ser realizado no Agreste Central.</p>
<p style="text-align: left;">“Percebo que esse espaço tirou a economia criativa do desconhecimento. Todo mundo que visitou o Ambiente (Criativo) saiu com uma noção deste novo conceito que mistura bem economia e cultura”, disse Bessone, explicando que as pessoas lá puderam se informar, se cadastrar em redes sobre o assunto e até mesmo buscar indicações sobre linhas de financiamento nos estandes do Banco do Nordeste, da Agefepe, do Sebrae e do Senac. “O ambiente não age isoladamente. A inovação está nessa interação e as pessoas foram claramente contaminadas por essa atmosfera e nova forma de pensar”, completou.</p>
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		<title>Espaço de Design e Moda comemora sucesso de sua estreia no FIG</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 18:26:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez no Festival de Inverno de Garanhuns em 2012, o espaço foi um dos lugares mais bem avaliados pelo público Um dos novos espaços do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o Espaço Design e Moda foi um dos destaques da 22ª edição, segundo o público. As onze ações distintas organizadas para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez no Festival de Inverno de Garanhuns em 2012, o espaço foi um dos lugares mais bem avaliados pelo público</p>
<div id="attachment_6109" aria-labelledby="figcaption_attachment_6109" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-6109" alt="Espaço Design e Moda no FIG 2012 (Foto: Beto Figueiroa)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Espaço Design e Moda no FIG 2012 (Foto: Beto Figueiroa)</p></div>
<p dir="ltr">Um dos novos espaços do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o Espaço Design e Moda foi um dos destaques da 22ª edição, segundo o público. As onze ações distintas organizadas para o FIG tiveram como focos a ideia da sustentabilidade e do empreendedorismo através de diversas possibilidades.</p>
<p>Cecília Pessoa, assessora de Design e Moda da Secult, revelou que o sucesso do evento se deu, em grande parte, à proposta de construção coletiva de um espaço para a vivência da arte. “Temos que pensar sempre em formas de fazer ações que driblem as dificuldades, pensar criativamente a economia é uma boa saída, por isso pensamos na estratégia de “adotar um objeto” como forma de dinamizar a construção coletiva do nosso espaço”, comentou Cecília. A assessora também informou que vários profissionais adotaram objetos através dessa campanha, um deles, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Garanhuns Ornilo Lundgren, foi além e resolveu dar continuidade a uma das ações realizadas durante o FIG.</p>
<p>“Nós desenvolvemos na cidade o Programa Empreender Comunidade que trabalha no intuito de levar conhecimentos de empreendedorismo para as comunidades garanhuenses, e quando fomos apresentados ao Projeto SustentHabilite-se vimos nele uma oportunidade de somar nossas ideias”, descreveu Ornilo Lundgren.</p>
<p>Firmando uma parceria com associações comunitárias dos bairros da Liberdade e Boa Vista em Garanhuns, o Projeto SustentHabilite-se, desenvolvido no FIG, ofereceu a mais de 14 mulheres a oportunidade de aprender a confeccionar acessórios a partir de lonas e banners utilizados nas edições anteriores do Festival Pernambuco Nação Cultural. “Vimos nos olhos das mulheres o desejo de aprender, só temos a agradecer essa oportunidade e fica a vontade de dar continuidade a esse projeto e fazer dessas mulheres que participaram do SustentHabilite-se multiplicadoras dessa ideia”, complementou Ornilo Lundgren.</p>
<p>As oito vivências diárias promovidas dentro do Espaço Design e Moda levaram informações diversas sobre o uso das linguagens para o dia-a-dia das pessoas. Ilustração de moda, técnicas de passarela, intervenções em sombrinhas e guarda-chuvas, customização, dicas de tendências – verão 2012/2013, criação sustentável e registros culturais, além do desfile infantil com os acessórios Sustenthabilite-se foram os temas dos encontros que, segundo Cecília Pessoa, “fizeram muito sucesso, muitas pessoas iam procurar a casa só para isso.”</p>
<p>O Espaço Design e Moda também dialogou com outras formas artísticas culturais. “Abrimos um diálogo com a gastronomia e a música porque acho que é fundamental integrar num só espaço linguagens diversas”, explicou Cecília.</p>
<div id="attachment_6113" aria-labelledby="figcaption_attachment_6113" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-6113" alt="Os espaços Garimpo e Brechó foram um dos mais movimentados (Foto: Beto Figueiroa)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-03-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os espaços Garimpo e Brechó foram um dos mais movimentados (Foto: Beto Figueiroa)</p></div>
<p style="text-align: left;"> O empreendedorismo e a sustentabilidade, norteadores do FIG, também estiveram presentes nas ações desenvolvidas na casa, tais como Garimpo, ação que reuniu oito marcas pernambucanas, o projeto “Lembra de mim!!!”, a ocupação Moda Sertão Vintage, a exposição “Coleção tulipas em tecidos ecológicos”, a ação “Ver, vestir e cantar: jovens gonzagas do Sertão”, a “Vivência Design e Cidade”, o desfile da Casa do Artesão com Cássio Bomfim e o lançamento do Zine Pantim, que circulou pelo próprio espaço e demais polos do evento.</p>
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		<title>Mais de três mil pessoas acompanharam as ações de audiovisual no FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 18:34:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aproximadamente 3500 pessoas assistiram à programação de filmes nacionais no Cine Eldorado Foram sete dias de intensa movimentação do cenário audiovisual durante o 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). A 8ª Mostra de Cinema do FIG e o projeto FIG Animado reuniu, de 13 a 19 de julho, aproximadamente 3500 pessoas que assistiram no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Aproximadamente 3500 pessoas assistiram à programação de filmes nacionais no Cine Eldorado</p>
<div id="attachment_6118" aria-labelledby="figcaption_attachment_6118" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-04.jpg"><img class="size-medium wp-image-6118" alt="Sessão especial de cinema para portadores de síndrome de Down e Autismo no Cine Eldorado. (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-04-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Sessão especial de cinema para portadores de síndrome de Down e Autismo no Cine Eldorado. (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Foram sete dias de intensa movimentação do cenário audiovisual durante o 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). A 8ª Mostra de Cinema do FIG e o projeto FIG Animado reuniu, de 13 a 19 de julho, aproximadamente 3500 pessoas que assistiram no Cine Eldorado filmes nacionais, entre ficções, animações e documentários voltados para o público infantil e adulto.</p>
<p>Numa edição em que o audiovisual chegou a um público bastante variado, Carla Francine, coordenadora da linguagem na Secretaria de Cultura de Pernambuco, avalia que o mais importante foi tornar as sessões inclusivas. “Tornas as sessões do FIG Animado inclusivas possibilitou pessoas com deficiência integrarem o público que assistiu aos filmes, isso foi muito bacana”, enfatizou a coordenadora, que disse que, porque a ação foi bastante elogiada, permanece a missão de inserir na programação das próximas edições do festival mais sessões inclusivas.</p>
<div id="attachment_6121" aria-labelledby="figcaption_attachment_6121" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-05.jpg"><img class="size-medium wp-image-6121" alt="Público que aproveitou as sessões inclusivas do FIG Animado" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-05-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Público que aproveitou as sessões inclusivas do FIG Animado</p></div>
<p dir="ltr">Durante as sessões no Cine Eldorado, o público também foi convidado a participar de debates com os realizadores de alguns dos filmes exibidos. Os cineastas Kátia Mesel e Cláudio Assis participaram dos debates. Diretora do documentário “O Rochedo e a estrela”, Kátia disse estar feliz com a sessão, fato que inaugura a interiorização de seu filme. “É um filme que estimula o debate e de função paradidática. Depois de Garanhuns, vamos exibir o longa no Festival de Triunfo e há planos para Afogados da Ingazeira e outras cidades”.</p>
<p style="text-align: left;">Além das sessões de cinema outras ações marcaram as atividades de audiovisual durante o FIG, como o lançamento do site <a title="www.cinemapernambucano.com.br" href="http://www.cinemapernambucano.com.br" target="_blank">www.cinemapernambucano.com.br</a>, espaço colaborativo que surge como proposta de ser um banco de dados sobre o cinema pernambucano. Segundo suas idealizadoras Isabela Cribari e Germana Pereira, este espaço é uma forma de reunir informações que estão dispersas ou simplesmente não existem, dando visibilidade ao cinema produzido no Estado.</p>
<p style="text-align: left;">O projeto Mostra Itinerante Cinema na Estrada que acontece em todos os festivais da Secult também esteve presente no FIG e levou para as comunidades rurais e quilombolas de Garanhuns, sempre às 19 horas, os filmes “Fulô de Açucena” (Fic, 9 min, 2011), de Marcos Carvalho; “Vou estraçaiá” (Fic, 20 min, 2010), de Tiago Leitão; “Lapada seca” (Exp., 11 min., 2009), Coletivo Macunaíma Colorau/Povo Indígena Truká; “Dia estrelado” (Anim, 17 min, 2011), de Nara Normande; “Até onde a vista alcança” (Doc., 20 min, 2007), de Felipe Peres; “Menina do algodão” (Fic, 6 min, 2003), de Daniel Bandeira e Kleber Mendonça Filho; “Até o sol raiá” (Anim, 12 min, 2008), de Fernando Jorge e Leandro Amorim e “Cinema americano” (Documentário, 15 minutos, 2011), de Taciano Valério.</p>
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		<title>FIG abriu espaço para debate sobre políticas públicas de cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2012 18:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Roberto Peixe esteve no festival para conversar sobre o Sistema Nacional de Cultura (SNC) O Sistema Nacional de Cultura (SNC), o Conselho Nacional de Política Cultural  e o Plano Nacional de Cultura (PNC) foram os temas do debate público realizado na sala Jasmin do Hotel Tavares Correia, na noite do último dia do 22º [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">João Roberto Peixe esteve no festival para conversar sobre o Sistema Nacional de Cultura (SNC)</p>
<p>O Sistema Nacional de Cultura (SNC), o Conselho Nacional de Política Cultural  e o Plano Nacional de Cultura (PNC) foram os temas do debate público realizado na sala Jasmin do Hotel Tavares Correia, na noite do último dia do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (sábado, 21/7). O secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (MinC), João Roberto Peixe, esclareceu todo o processo de funcionamento do Sistema Nacional de Cultura para uma plateia composta por alguns líderes populares de municípios como Angelim e Tupanatinga. Além de Peixe, também estiveram presentes no debate o chefe da representação regional NE do MinC, Fábio Lima e a representante da Secretaria de Cultura de PE, Teca Carlos. Na ocasião, houve o lançamento oficial em Garanhuns do “Guia de Orientações para os Municípios do SNC”, do livro “As metas do Plano Nacional de Cultura” e da cartilha “Estruturação, institucionalização e implementação do SNC”.</p>
<p>O principal objetivo do encontro foi divulgar o processo eleitoral para membros dos Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), que é, segundo Peixe, “a mais importante instância de participação da sociedade civil nas decisões das políticas públicas culturais”. Serão eleitos, em todo o País, representantes de 17 áreas técnico-artísticas e de patrimônio cultural, tais como arquitetura e urbanismo, arte digital, circo, dança, teatro, design etc. Os membros escolhidos participarão ativamente das gestões culturais, nos âmbitos estadual e federal. “Estamos convocando artistas e produtores de todo o Brasil para fazer tanto o cadastro como eleitores que partiparão dos Fóruns Estaduais Setoriais, quanto como candidatos a delegados dos Fóruns Nacionais Setoriais”, explicou Peixe. O número de delegados estaduais de cada área cultural será proporcional ao de eleitores validamente cadastrados, não podendo ultrapassar seis por cada unidade da federação.</p>
<p>As inscrições vão até o dia 8 de agosto, através do site www.cultura.gov.br/setoriais. Já as eleições acontecem entre os dias 15 e 30 de setembro na plataforma virtual, por meio de Fóruns Estaduais Setoriais. A adesão da sociedade civil ao CNPC é uma forma de democratizar os processos decisórios, garantindo a partipação da sociedade de forma permante e institucionalizada nas gestões de cultura.</p>
<p>O CNPC faz parte do Sistema Nacional de Cultura, que procura realizar uma gestão articulada entre Estado e sociedade. Os estados federativos, municípios e União podem integrar-se através da adesão voluntária ao SNC. “Independente de partidos políticos, a participação dos governos municipais e estaduais no SNC possibilita um melhor desenvolvimento da cultura, evitando desperdícios e falta de sintonia entre as gestões”, esclareceu Peixe. Atualmente no Brasil, 20 estados e 1.116 municípios já aderiram ao sistema. Para realizar o cadastro municipal no SNC, o representante legal do município deve acessar o endereço blogs.cultura.gov.br/snc/ e baixar os arquivos referentes ao Acordo de Cooperação Federativa.</p>
<p>Tanto a campanha para representantes da sociedade civil no CNPC quanto para adesão dos governos municipais e estaduais no SNC possuem o mesmo intuito: assegurar a continuidade das políticas públicas de cultura com partipação e controle social e organizar as estruturas financeiras e humanas em todos os níveis governamentais.</p>
<p>A equipe da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura tem percorrido todo o país, realizando reuniões com representantes governamentais para esclarecer a importância da participação no Sistema. Além das reuniões, através de uma parceria com a UNESCO, a Secretaria tem disponibilizado 2 consultores regionais para todos os estados, que promovem encontros, tiram dúvidas e estão trabalhando para aumentar o número de adesões ao SNC.</p>
<p>Plano Nacional de Cultura</p>
<p dir="ltr">Outro assunto debatido no encontro da noite de sábado (21/7) foi o Plano Nacional de Cultura. “O PNC não é voltado apenas para o Governo Federal. Sem a participação ativa dos estados e municípios, não será possível atingir as 53 metas no plano”, afirmou o secretário. Neste ano, por exemplo, 40% do valor do orçamento do Fundo Nacional de Cultura serão transferidos para os entes federados que aderirem ao Sistema Nacional de Cultura.</p>
<p>Entre as metas do Plano Nacional de Cultura para 2020 estão: conseguir fazer com que 37% dos municípios nacionais tenham cineclubes; ter 100% dos municípios com pelo menos uma biblioteca pública em funcionamento; construir 1 mil espaços culturais integrados de esporte e lazer;  e destinar 10% dos fundos do Pré-Sal para a cultura. Todas as metas podem ser conferidas no livro As metas do Plano Nacional de Cultura, que está sendo distribuído gratuitamente pelo Ministério da Cultura.</p>
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		<title>Igreja de Santo Antônio ganhou novas percepções</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2012 12:00:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Público parou pra assistir a “Monumento”, trabalho de video mapping feito a partir de uma pesquisa com o reisado Por Olívia Mindêlo Lindinalva Kamashiro, mais conhecida como Chiti Pantu, é uma dessas criaturas raras de Garanhuns. Não porque veio ao mundo com sobrenome de japonês em pleno Agreste pernambucano, mas pela vibração com que mantém [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6124" aria-labelledby="figcaption_attachment_6124" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-06.jpg"><img class="size-medium wp-image-6124" alt="Projeção dialogou com arquitetura da igreja (Foto: Tiago Calazans)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-06-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Projeção dialogou com arquitetura da igreja (Foto: Tiago Calazans)</p></div>
<p dir="ltr">Público parou pra assistir a “Monumento”, trabalho de video mapping feito a partir de uma pesquisa com o reisado</p>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>Lindinalva Kamashiro, mais conhecida como Chiti Pantu, é uma dessas criaturas raras de Garanhuns. Não porque veio ao mundo com sobrenome de japonês em pleno Agreste pernambucano, mas pela vibração com que mantém viva sua paixão, o reisado. Nas palavras dela, a manifestação popular “só não tava enterrada, mas que já tinha morrido tinha”. Hoje, com a reanimação de grupos da cidade, como o Reisado Independente Gonzaga de Garanhuns, ela e seus companheiros desta brincadeira cada vez mais escassa enchem o peito para dizer que, se depender deles, a história nunca mais se acaba. E lá estavam eles, orgulhosos, em frente à Igreja Santo Antônio no último sábado (21/7), durante o FIG 2012, para ver de pé que também existiam outras pessoas com a mesma vontade.</p>
<p>As outras pessoas atendiam pelo nome de Retinantz, que não batiza nenhum grupo de reisado, mas um trio de VJs que usou a tecnologia do video mapping para lançar luzes sobre uma das mais tradicionais expressões da cultura popular nordestina, ajudando a manter viva a manifestação. Apresentado na última noite do festival, o trabalho “Monumento” teve como fonte de pesquisa o reisado e outras linguagens da cultura popular. Com apoio do Funcultura, foi desenvolvido especialmente para dialogar com a arquitetura da Igreja de Santo Antônio, que se viu com a fachada completamente mudada por algumas horas. Como era de se esperar, o público passante, que já seguia rumo ao Palco Guadalajara, parou para ver a exibição, com cerca de 10 minutos (o trabalho foi reapresentado diversas vezes no mesmo dia e local).</p>
<p>Video mapping é uma técnica de criação artística um tanto nova no Brasil. Une arte à alta tecnologia de projeção, geralmente mapeando detalhes da superfície com a qual interage, para gerar novas percepções do ambiente. O resultado extrapola a noção bidimensional. Apesar de encantar quase todo mundo, o interessante é quando não fica só no deslumbre técnico. Nesse sentido, “Monumento” se mostrou interessante, porque a religiosidade é parte do reisado, tendo a própria igreja, no caso de alguns grupos, como parte importante da sua iconicidade. Pena que a projeção não pode ocupar todo o prédio, devido à passagem dos ônibus pelo local.</p>
<p>Vídeo: <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=MuXHUknp4JM">http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=MuXHUknp4JM</a></p>
<p>“Muito linda a homenagem. Gostei demais”, disse Lindinalva, que, a convite do trio, assistiu a todas as exibições do mesmo trabalho. O Retinantz é formado pelos VJs Gabriel Furtado, Cauê Nascimento e Mary Gatis.</p>
<p>No dia 27 de julho, o trio apresenta uma nova obra – da série apoiada pelo Funcultura 2011/2012 – no Cine Teatro Guarany de Triunfo, dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú.</p>
<div id="attachment_6125" aria-labelledby="figcaption_attachment_6125" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-07.jpg"><img class="size-medium wp-image-6125" alt="Entrada da Casa Galeria Galpão no FIG 2012 (Foto: Beto Figueirôa)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-07-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada da Casa Galeria Galpão no FIG 2012 (Foto: Beto Figueirôa)</p></div>
<p style="text-align: left;">Artes visuais</p>
<p dir="ltr">A programação de artes visuais do 22º Festival de Inverno de Garanhuns também encerrou no último sábado (21/7) com outras ações. A Casa Galeria Galpão, principal polo da linguagem do FIG, funcionou até as 21h, contabilizando mais de 1 mil visitas às suas exposições simultâneas, durante toda a semana do FIG. “Apesar das dificuldades, este é um número muito bom, se considerarmos que tem museu que não consegue essa quantidade nem em um mês”, disse Luciana Padilha, coordenadora das atividades de artes visuais no evento.</p>
<p>O espaço abrigou nove trabalhos, entre as exposições “Pramil: o beijo da mulher-dama ou o espelho da vontade à oscilação infinita do pêndulo da dor…”, de Devarnier de Almeida (BA); “Sobre o vento e o espelho”, de Daniel Corrêa de Araújo e Beatriz Melo (PE); e “Além da geometria”, de Braz Marinho Júnior (PE). Duas exposições de fotografia também estiveram à mostra, de Mateus Sá e Iezu Kaeru, além de uma intervenção com grafite nos muros do quintal, produzida pelo grupo Azul de Barros e Cia (PE), que também fez interferências em espaços públicos de Garanhuns.</p>
<p>Intervenções urbanas também fizeram parte da programação de artes visuais do FIG 2012. No último final de semana, as ruas da cidade pararam para assistir aos trabalhos de Eduardo Romero (PE), Cabelo (RJ) e Bruno Monteiro (PE). Este último artista acordou cedo no sábado (21/7) para interagir, pela manhã, com os transeuntes do Centro, com a obra “Imersão”, na qual se valia da linguagem de placas para mudar a rotina dos passantes. Num dos momentos, ele vestiu uma placa com os seguintes dizeres: “A máquina de fazer nada está quebrada”.</p>
<p>Segundo Luciana Padilha, a Secretaria de Cultura do Estado vai ampliar as ações de artes visuais em 2013, bem como as de design e moda. Em 2012, foram cerca de 20 atividades no total (de artes visuais), dentro e fora da Casa Galeria Galpão. Outros espaços também aderiram à programação do festival, de forma paralela, como a Spaço Artes Galeria, o Sesc Garanhuns e a Zero Galeria, um ambiente independente, com mostra de jovens artistas locais.</p>
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		<title>Enceramento do FIG lota Palco Guadalajara</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 19:28:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6174" aria-labelledby="figcaption_attachment_6174" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-14.jpg"><img class="size-full wp-image-6174" alt="Público comparece em peso para noite de encerramento do FIG (Foto: Costa Neto / Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-14.jpg" width="597" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Público comparece em peso para noite de encerramento do FIG (Foto: Costa Neto / Secult-PE)</p></div>
<p>O 22º Festival de Inverno de Garanhuns é o que pode se chamar de um sucesso. Seu maior termômetro, o Palco Guadalajara, teve nesta noite de sábado um encerramento à altura da importância do evento. Com Lulu Santos e Jorge Ben Jor, dois hitmakers na linha de frente, o alto astral foi a tônica. Não foi preciso muito esforço para agradar as mais de 30 mil pessoas, que cantaram junto praticamente todas as músicas.</p>
<p>O rock’n&#8217;roll também esteve muito bem representado por Edgard Scandurra, que com técnica e felling passou a limpo sua carreira, dos primeiros anos com o Ira! à carreira solo, em que flerta com a música eletrônica e a MPB. No palco, a clássica formação baixo / guitarra / bateria / teclado se tornou infalível com uma banda sintonizada, da qual faz parte o filho de Scandurra, Daniel. “Flores em você”,  “Mudança de comportamento” e “Núcleo Base” estão entre os pontos altos da apresentação.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_6176" aria-labelledby="figcaption_attachment_6176" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-15.jpg"><img class="size-full wp-image-6176" alt="Rock de Edgard Scandurra rendeu um dos melhores momentos da noite (Foto: Costa Neto/ Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-15.jpg" width="597" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Rock de Edgard Scandurra rendeu um dos melhores momentos da noite (Foto: Costa Neto/ Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Habilidoso guitarrista, a performance de Scandurra rendeu um dos melhores momentos do FIG. Baladas também não faltaram, uma delas dedicada a todos os casais presentes. No backstage, além de admitir a influência de Jimi Hendrix, ele revelou quais são seus herois da guitarra: Jimmy Page (Led Zeppellin), Pete Townshend (The Who), Andy Summers (Police) e várias bandas do pós-punk.</p>
<p dir="ltr">Durante a conversa, o guitarrista contou que vem por aí um novo álbum, desta vez instrumental, com participação de Fernando Catatau (Cidadão Instigado); e o segundo volume do CD coletivo “Pequeno cidadão”, com Arnaldo Antunes, Taciana Barros e Antonio Pinto. Outro trabalho com Antunes, “Na curva da cintura”, continua em pleno vapor: eles acabam de chegar de quatro shows pela Europa – Londres, Madri, Barcelona e Portugal.</p>
<div id="attachment_6177" aria-labelledby="figcaption_attachment_6177" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-16.jpg"><img class="size-full wp-image-6177" alt="Jorge Ben Jor terminou apresentação com homenagem a Tim Maia (Foto: Costa Neto / Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-16.jpg" width="598" height="371" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Ben Jor terminou apresentação com homenagem a Tim Maia (Foto: Costa Neto / Secult-PE)</p></div>
<p>Logo após subiu ao palco Jorge Ben Jor, que emendou suas músicas mais conhecidas, como “Santa Clara”, “Banda do Zé Pretinho” e “País tropical”. Como diz a letra de “W Brasil”, Jorge chamou o síndico e evocou a memória do soulman Tim Maia cantando “Do leme ao pontal”. O público delira.</p>
<p>Lulu Santos não deixou por menos. Elegante e ladeado de uma dançarina no melhor estilo funk carioca, o compositor se mostrou uma fonte inesgotável de sucessos: “Tempos modernos”, “SOS Solidão”, “Como uma onda”, “De repente a Califórnia”…</p>
<p>Não bastasse, após uma sequência de hits como “Toda forma de amor”, “Certo alguém”, Último romântico” e “Satisfação”, Lulu homenageou Luiz Gonzaga ao cantar “Januário” antes de “Tudo azul”, em ritmo de baião e tocando slide guitar (estilo dos bluesman norte-americanos).</p>
<p>Balanço</p>
<p>De acordo com a Polícia Militar, o Palco Guadalajara recebeu uma média de 35 mil pessoas por noite de evento. O auge foi no último sábado (14.7), quando Alcione e Roberta Miranda atraíram 60 mil pessoas.</p>
<p>Ações descentralizadas e com foco na sustentabilidade, acessibilidade e economia criativa fizeram do 22º FIG uma edição especial na história do evento. “É de fato um novo momento para o festival”, diz o coordenador geral do FIG, André Frank. “Nunca os palcos estiveram tão limpos e os backstages tão organizados. Estabelecemos outro foco para as oficinas, a população de Garanhuns está contemplada pois a meta também é ampliar o que pode ser feito pela cidade”.</p>
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		<title>Palco Pop se despede com Lucas Santanna</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 19:22:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Público aprovou show do músico baiano; no Palco Forró, Danilo Pernambucano comandou o último arrastapé do FIG 2012</p>
<div id="attachment_6164" aria-labelledby="figcaption_attachment_6164" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-13.jpg"><img class="size-full wp-image-6164" alt="Lucas Santanna encerra programação do Palco Pop (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-13.jpg" width="597" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas Santanna encerra programação do Palco Pop (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Por Diego Gouveia</p>
<p>Durante nove dias de muita música, o Palco Pop recebeu 36 atrações. Diariamente, o espaço recebeu uma média de mil pessoas. No sábado (21/7), cinco shows deram o tom da última noite do 22º Festival de Inverno de Garanhuns. Daniel Peixoto foi o primeiro a se apresentar no Parque Euclides Dourado. Depois dele, Rimocrata, Tibério Azul, Cascabulho e Lucas Santtana contagiaram o público.</p>
<p>O cearense Daniel Peixoto tem ganhado fama internacional com suas performances extravagantes e divertidas. O artista cantou músicas que projetaram o seu nome como “Come to me” e “Eu só paro se cair”. Daniel é famoso no gênero pop tropical, misturando eletro, funk, forró, macumba e tecnobrega. Pela primeira vez em Garanhuns, o cantor tinha muitas expectativas para o show. “Como sou do Crato, ouvimos muito falar do FIG. Para mim, é muito importante participar de um evento como esse. O carinho dos fãs foi incrível”, comentou.</p>
<p>Vindos de Jardim Brasil, Olinda, a banda Rimocratas toca rap, mas não deixa de referenciar gêneros como o jazz, bossa nova, MPB e rock. Nas letras das músicas, temas sérios abordados com boas rimas. Tibério Azul fez uso da poesia para atrair o Palco Pop. Ele divulgou o primeiro trabalho solo intitulado “Bandarra – ou o caminho que vai dar no sol”. Lançando mão da poesia cotidiana, em uma apresentação orgânica, o cantor mostrou para todo mundo porque tem ganhado tanto destaque no cenário nacional. Na sequência, Cascabulho, que significa música forte, marcante, mostrou para a plateia como se faz música pop, com traços do jazz, da regionalidade dos pífanos e tambores de maracatu.</p>
<p>O show da noite foi de Lucas Santanna, que já pegou o público bastante animado. No repertório, canções do CD “O Deus que devasta, mas também cura” e de trabalhos anteriores. “Músico”, faixa instrumental, abriu o show. Com “Cira, Regina e Nana”, a plateia do palco pop se esbaldou. O coordenador do Palco Pop Theo Ottoni ficou satisfeito com a programação do espaço. “Tivemos shows vibrantes e emocionantes. Ano que vem a gente promete mais diversão”, destacou.</p>
<p>Palco Forró</p>
<p>O Palco Forró recebeu no sábado (21/7) Genaro, Flávio Leandro, Waldonys e Danilo Pernambucano. Foram também 36 atrações durante os nove dias de shows. A programação do polo reuniu 20 mil pessoas, que conferiram sucessos de bandas já consolidadas como a Família Gonzaga e Quinteto Violado. Valdir Santos, Cristina Amaral e Azulão são também nomes com tradição nesse ritmo muito forte no Nordeste que subiram ao Palco. Como não poderia deixar de ser, novos grupos tiveram oportunidade e fizeram a alegria da plateia. A banda Clã Brasil foi uma deles. No show da terça-feira (17/7), os músicos cumpriram a promessa e não deixaram ninguém parado.</p>
<p>No sábado (21/7), Gennaro abriu a programação e empolgou a multidão. O cantor revisitou canções tradicionais do forró e apresentou sucessos recentes. Flávio Leandro e Waldonys tocaram antes de Danilo Pernambucano sustentou a animação dos forrozeiros. De acordo com o coordenador do Palco Forró Napoleão Assunção, o resultado foi bastante positivo para o evento. “Garantimos a diversão de muita gente e abrimos espaço para expressões locais e de outras cidades. Ano que vem teremos mais”, comentou.</p>
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		<title>Palco Instrumental e do Virtuosi na Serra atraíram milhares de pessoas</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 19:06:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Polos reafirmam que o FIG tem espaço e público pra música instrumental e erudita</p>
<div id="attachment_6146" aria-labelledby="figcaption_attachment_6146" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-11.jpg"><img class="size-full wp-image-6146" alt="Roger Canal se apresenta no Palco Instrumental. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-11.jpg" width="598" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Roger Canal se apresenta no Palco Instrumental. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Uma pitada de jazz, funk, música erudita do século 20, Hermeto Pascoal, maracatu, choro galdério e otras cositas más. É com essa receita, no mínimo curiosa, que se faz uma Camerata Brasileira. O grupo, que se apresentou no último dia do Festival de Inverno no Palco Instrumental, era uma das atrações mais esperadas da noite, e não decepcionou o público que assistia atentamentamente e calorosamente à apresentação dos gaúchos debaixo de guarda-chuvas e agasalhos.</p>
<p>A performance do grupo, que exalava energia na Praça Rubem Van der Linden por volta das 18h, foi marcada por ótimos solos do tecladista  e do baterista do grupo. Antes da Camerata, o músico garanhuense Cláudio Lins apresentou, pela 22ª vez no FIG, o seu blues. Luiz Brasil e banda, com sua música instrumental de raízes brasileiras, e Roger Canal, que hipnotizou o público criando músicas com a sua “banda de um homem só”, completaram a noite. Roger inverte a lógica de música como produto pronto para ser consumido, e convida o público a fruir a música como processo. Vai gravando, na frente de olhos e ouvidos atentos, instrumento por instrumento, e mesclando tudo em sua mesa de som, até construir uma música completa.</p>
<p>Moysés Lopes, violonista da Camerata Brasileira fala um pouco sobre rótulos, relação com Pernambuco e influências musicais na entrevista a seguir:</p>
<p>Apenas o rótulo instrumental parece ser amplo demais para um grupo de música tão híbrida e cheia de referências como a de vocês. Como vocês classificam a música que fazem?</p>
<p dir="ltr">Quando eu tenho que explicar para as pessoas eu digo que é música, sabe? Que parece Hermeto Pascoal é algo que também sempre funciona. Na verdade, a gente não tem uma preocupação com uma definição. Há um tempo atrás nós tínhamos um pé muito forte cravado no choro, e com o tempo isso foi se esvanecendo, esvanecendo, e a gente foi ficando mais livre, mais livre, mais livre. E o que a gente busca hoje é se expressar, mas a gente não tem uma preocupação com o rótulo. E o rótulo instrumental acaba vindo apenas porque não usamos letra. Mesmo que a gente use vocalizes e tal, às vezes a voz como instrumento, mas já que não temos uma letra, a gente se mantém dentro do rótulo intrumental desta maneira.</p>
<p>O que influencia o som da Camerata?</p>
<p dir="ltr">Todos os integrantes ali são oriundos da academia, todos são formados, graduados em música. Eu diria que talvez a influência mais forte hoje seja a música erudita. Muito de música erudita do século 20. Então, claro que a gente tem vivencias de pop também, eu toco numa banda de um gaúcho que canta em portunhol, que é um pop latino esquisito. Rodrigo, o saxofonista,  tá sempre tocando em bandas de jazz, de funk. Então todos nós tempos uma vivência pop, mas acho que a base mesmo são os eruditos. Na verdade, o leque é aberto pela quantidade de estilos que a gente escuta. Eu acho que uma grande preocupação comum entre nós é escutar o que a gente não conhece, e muitas vezes o que a gente não gosta. Escutar o que gosta é fácil, é bem fácil. É zona de conforto. Então a gente procura escutar muita coisa, mas eu acho realmente que a maior referencia é a música erudita.</p>
<p>Vocês apresentaram um maracatu na apresentação de hoje, e enfatizaram a relação com Pernambuco. Como esse laço se deu?</p>
<p dir="ltr">Então, isso começou em 2005, na Feira da Música de Fortaleza. A gentye ficou hospedado lá, conhecemos uma galera de Pernambuco, já pintaram convites pra fazer shows durante o carnaval de Olinda. Dali a gente tava pra gravar um outro CD, e a gente conheceu em Recife um estúdio fenomenal, o Carranca, e aí dissemos: “bom, é aqui, tem que ser nesse estúdio, ele proporciona o que a gente quer”. A formação era outra, não era essa, era uma formação com violão, bateria, bandolim e sax, e aí a gente veio, gravou, fez shows. Aí daqui a pouco voltamos, eu venho sempre pro Porto (Musical), pra feira, então Pernambuco é “cadinho” violento de cultura numa ebulição crescente. Eu acho que a gente fala muito sempre da história da antena que tá cravada, mas tá emitindo e não recebendo. Pernambuco se mantem assim sempre, isso é muito legal. Às vezes fica uma ideia de que houve um movimento em Pernambuco, que foi revolucionário. Não, Pernambuco é revolucionário sempre. Eu acho que PE é um estado que consegue dialogar com a sua cultura popular, com a cultura do mundo, consegue ser global e local ao mesmo tempo. A gente tem um apresso muito grande pela cultura de PE. Eu não passo um ano sem vir aqui, não consigo, tenho que vir. Quando não tem nada para fazer eu invento uma coisa e venho, porque é sensacional.</p>
<p>E como você avalia o show de hoje?</p>
<p dir="ltr">Cara, foi uma delícia. Muito bom tocar aqui hoje. Era uma expectativa grande que nós tínhamos. Esse palco é um palco que já passou gente muito grande, muito poderosa da música instrumental brasileira. A gente sabia que tinha uma responsabilidade, e ao mesmo tempo a gente sabe que muitas vezes o nosso estilo não é muito palatável, às vezes é meio estranho, às vezes o público reage de uma forma que não é aquela que a gente espera. Mas enfim, a gente vem pra causar um pouco de estranheza mesmo. Caramba, a gente se divertiu muito. O suor foi antes, a gente suou muito, ralou muito, ensaiou muito, trabalhou muito, mas em cima do palco foi só alegria hoje. Foi uma diversão tremenda, acho que a gente conseguiu passar isso pro público, que foi extremamente carinhoso. Eu saio de Garanhuns de alma lavada, doido pra voltar. Agora eu tava conversando com o maestro Formiga, e ele dizendo “e aí, vamos lá fazer alguma coisa juntos”. Então não dá pra se livrar mais da cultura pernambucana, ela já está conosco</p>
<p>Música erudita atrai grande público no FIG 2012 &#8211; Além do Palco Instrumental, o Virtuosi na Serra, que já vai para o seu 8º ano no FIG, fechou sua programação com a Igreja de Santo Antonio quase lotada. O Duo Gastesi-Bezerra apresentou composições de Debussy, Osvaldo Lacerda, Dinah Menezes e Ronaldo Miranda, além de uma composição do espanhol Gerard López-Boada, Sonhos, que foi executada pela primeira vez no Brasil.</p>
<p>Cerca de 16 mil pessoas passaram pela Igreja de Santo Antonio para assistir ao espetáculos do Virtuosi e do Conservatório Pernambucano de Música durante os dez dias do Festival de Inverno. Estima-se também que 5 mil pessoas passaram pelo Palco Instrumental para apreciar a programação.</p>
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		<title>Coco e frevo no último dia do palco cultura popular</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 19:00:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A chuva não impediu a diversão dos artistas e do público do Coco Raízes de Arcoverde e demais Por Chico Ludermir Nem a chuva conseguiu tirar o brilho do último dia de apresentações do palco cultura popular. Depois de mais de uma semana de shows de diversas expressões culturais pernambucanas, na despedida, o público resistiu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A chuva não impediu a diversão dos artistas e do público do Coco Raízes de Arcoverde e demais</p>
<div id="attachment_6157" aria-labelledby="figcaption_attachment_6157" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-12.jpg"><img class="size-full wp-image-6157" alt="Clube Carnavalesco Marim dos Caetes foi uma das atrações do último dia do Palco Cultura Popular (Foto: Beto Figueirôa/O Santo/Secult)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-12.jpg" width="598" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">Clube Carnavalesco Marim dos Caetes foi uma das atrações do último dia do Palco Cultura Popular (Foto: Beto Figueirôa/O Santo/Secult)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Nem a chuva conseguiu tirar o brilho do último dia de apresentações do palco cultura popular. Depois de mais de uma semana de shows de diversas expressões culturais pernambucanas, na despedida, o público resistiu à água que caía para prestigiar o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, o encontro de blocos líricos e outras cinco atrações.</p>
<p>Depois do Grupo indígena Fulni-ô, do Grupo Nossa Arte, que subiram aopalco no começo da tarde, foi a vez do Cavalo Marinho Boi Pintado, comandado por mestre Grimário. O Clube Carnavalesco Marim dos Caetés trouxe, além dos metais e percussão, um grupo de mais 20 dançarinos de frevo.</p>
<p>O Maracatu de Baque Solto Burra Vencedora de Lagoa do Carro, tocou pela primeira vez no FIG esta tarde. Augusto Manuel do Nascimento, mestre do maracatu adorou a estreia: A gente gostou demais. É sempre um prazer levar nosso grupos para todos os cantos de Pernambuco”, afirmou ele, que não conhecia a cidade. Perto de completar 80 anos e brincante desde criança, o mestre quer voltar mais vezes. “Só queria ter a sorte de, na próxima vez, tocar num dia que não chova”, brincou.</p>
<p>Quando já anoitecia, o Samba de Coco Raízes de Arcoverde subiu ao palco para uma apresentação empolgante. Tocando sucessos dos três CDs lançados como “Acorda criança” e “Seu Maia”, o grupo fez todo mundo cantar e dançar. Como sempre, o trupé do dançarinos fez ressoar o som das tamancos. “Foi muito maravilhoso. Pensei que não ia dar ninguém por causa da chuva, mas mesmo assim veio todo mundo. Isso me deixou muito emocionada”, afirmou Iran Calixto, uma das vocalistas do grupo.</p>
<p>Última atração da noite e do palco cultura popular deste ano, o encontro de blocos líricos deixou todo mundo em clima de carnaval. Vindo em cortejo desde a Praça Souto Filho (Praça da Fonte), doze blocos reuniram cerca de 600 integrantes que juntos se apresentaram até as 20h. Do grupo Amante das Flores, Nivalda de Jesus estava animadíssima. “Estou aqui com o maior prazer. O Amantes foi o campeão do carnaval deste ano”, disse orgulhosa. Dançando com a sombrinha aberta, Jailma Vita gostou do que viu. “A apresentação está maravilhosa. Eu venho todo ano prestigiar esse palco e o encontro”, disse enquanto se ouvia tocar “evocação Nº 1”.</p>
<p>Para Alexandra de Lima Cavalcanti, Coordenadora da pasta de Cultura Popular da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e organizadora do palco, a cultura popular mostrou que tem seu público cativo. “É um espaço para se brincar e valorizar a nossa cultura. Desde os mais famosos aos mais desconhecidos”, afirmou. “As apresentações foram muito ricas não somente em beleza como em substância cultural”, completou. Este ano, o palco reuniu mais de 50 grupos nos 10 dias de apresentações e um total estimado de 2000 brincantes.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lamentam falecimento da atriz Diva Pacheco</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 18:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Paixão de Cristo de Nova Jerusalém]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe lamentam o falecimento da atriz Diva Pacheco, verdadeira dama do teatro pernambucano. Nascida na cidade de Panelas, no agreste do Estado, ela deixou sua marca no cenário artístico local e nacional ao idealizar o espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, ao lado do marido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6137" aria-labelledby="figcaption_attachment_6137" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-08.jpg"><img class="size-full wp-image-6137" alt="Diva Pacheco. (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-08.jpg" width="600" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Diva Pacheco. (Foto: Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">A Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe lamentam o falecimento da atriz Diva Pacheco, verdadeira dama do teatro pernambucano. Nascida na cidade de Panelas, no agreste do Estado, ela deixou sua marca no cenário artístico local e nacional ao idealizar o espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, ao lado do marido Plínio Pacheco, falecido em 2002; realizar trabalhos para o cinema; e também atuar como diretora de arte, figurinista, carnavalesca, escritora e artista plástica.</p>
<p>“É uma grande perda para o nosso cenário cultural, pois além de ter sido uma pessoa extremamente criativa, Diva Pacheco foi fundamental para o teatro pernambucano e a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém; e também bastante importante para a moda, ao atentar para conceitos relacionados à reciclagem, por exemplo. É uma honra para a cultura pernambucana ter Diva Pacheco como parte de sua história”, afirmou o secretário de cultura de Pernambuco, Fernando Duarte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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