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	<title>Portal Cultura PE &#187; 23º Festival de Inverno de Garanhuns</title>
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		<title>Guadalajara faz um passeio pelo Nordeste</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 15:58:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Ana Elisa Freire Os shows desta sexta-feira (26), no Palco Guadalajara, foram um verdadeiro passeio pela música nordestina. Quem esteve por Garanhuns, pode acompanhar o som do cearense Fagner, da banda olindense Eddie e da baiana Daniela Mercury, que fechou a noite. Foi uma diversidade de ritmos, percepções e sucessos, mas, com certeza, um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3917" aria-labelledby="figcaption_attachment_3917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-18.jpg"><img class="size-medium wp-image-3917" alt="Fagner cantou sucessos no seu show (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-18-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Fagner cantou sucessos no seu show (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-2062-9829-6b16-4d28066867fb">Por Ana Elisa Freire</p>
<p dir="ltr">Os shows desta sexta-feira (26), no Palco Guadalajara, foram um verdadeiro passeio pela música nordestina. Quem esteve por Garanhuns, pode acompanhar o som do cearense Fagner, da banda olindense Eddie e da baiana Daniela Mercury, que fechou a noite. Foi uma diversidade de ritmos, percepções e sucessos, mas, com certeza, um mix dos melhores sons que o FIG 2013 poderia trazer para a cidade.</p>
<p>Com toda experiência de mais de 40 anos de carreira, Fagner subiu ao palco da Esplanada Guadalajara para relembrar seus maiores sucessos e fazer todo mundo cantar para aquele amor perdido ou conquistado. O seu show foi marcado pela vontade de colocar a plateia pra cima. “Você sabe quando um show foi bom quando olha para o público e vê os rostos felizes”. Fagner também homenageou seu amigo e companheiro Dominguinhos, cantando música composta em parceria com o sanfoneiro e gravada em 1979, “Quem me levará sou eu”. “Dominguinhos esteve comigo no meu primeiro disco, em 1972, e naquela época já era um grande sanfoneiro. Eu não lamento a sua morte, pois sei que ele estava sofrendo muito e ninguém deve sofrer, mas sei que Gonzaga está fazendo a maior festa, recebendo ele no céu”, contou Fagner.</p>
<div id="attachment_3921" aria-labelledby="figcaption_attachment_3921" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-3921" alt="Eddie faz bailar ao som do Original Olinda Style (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-20-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Eddie faz bailar ao som do Original Olinda Style (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>Pra quem já estava satisfeito com romantismo de Fagner, não imaginou que a banda Eddie iria fazer um show tão animado na Guadalajara. A banda fez uma apresentação histórica, com participações de Isaar e Karina Buhr cantando sucessos da banda, além de parcerias antigas. E o que se viu foi uma verdadeira festa em comemoração ao tão idolatrado Original Olinda Style, termo criado pela própria banda para definir o seu som e o som da nova geração musical que surgiu em Olinda. Até hoje, quem conhece a banda Eddie não pode deixar de associá-la a esse estilo único de tocar e reverenciar Olinda com seu carnaval eletrônico moderno.</p>
<div id="attachment_3918" aria-labelledby="figcaption_attachment_3918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-19.jpg"><img class="size-medium wp-image-3918" alt="Daniela Mercury encerrou a noite com muito axé (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-19-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Daniela Mercury encerrou a noite com muito axé (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-2064-cede-bbbc-5deb822b0ec7">Fechando a noite, um dos shows mais aguardados do festival levou axé e fez todo mundo dançar o ilê. Daniela Mercury subiu ao palco já na madrugada do sábado (27), e quase comemorou seu aniversário (ela completa 48 anos neste domingo, 28) com o público que, lógico, cantou parabéns adiantado para a cantora. O show apresentado no FIG 2013, “Canibália, ritmos do Brasil”, trouxe os maiores sucessos da cantora e músicas de cantores consagrados, como Chico César, Lenine, Renato Russo e Geraldo Azevedo. “Dia branco” composição de Geraldo, foi interpretada, inclusive, em duo, com a cantora garanhuense Kiara Ribeiro, que também se apresentou nesta mesma noite, no FIG.</p>
<p dir="ltr">Daniela dedicou o show inteiro a Dominguinhos e contou que não tem como homenagear o sanfoneiro com uma só canção. “Me sinto responsável por dar continuidade ao seu legado, levando adiante o que foi esse ser de muita luz”. Ela também parabenizou o FIG e outros eventos culturais do estado. “O Festival de Inverno de Garanhuns é uma riqueza cultural. Estou encantada com esses festivais que vocês fazem aqui em Pernambuco”.</p>
<p>Também se apresentaram, na mesma noite, o maestro João Carlos Martins com a Orquestra Jovem de Pernambuco e a cantora Kiara Ribeiro. Os shows do FIG na Guadalajara continuam até este sábado (27), com atrações nacionais e internacionais.</p>
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		<title>A apoteose da música erudita na Guadalajara</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 15:34:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3942" aria-labelledby="figcaption_attachment_3942" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-21.jpg"><img class="size-medium wp-image-3942" alt="Orquestra Jovem de Pernambuco (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-21-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Jovem de Pernambuco (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-2097-82c0-416c-996bc6438750">Por Ana Elisa Freire</p>
<p dir="ltr">A última noite do IX Virtuosi na Serra não poderia terminar melhor. O público do FIG 2013 teve a oportunidade de acompanhar, nesta sexta (26/7), direto do Palco Guadalajara, o encontro entre a Orquestra Jovem de Pernambuco (OJOPE) e o maestro João Carlos Martins. Essa foi a primeira que o Virtuosi realizou um de seus concertos no principal palco da cidade. A parceria fechou o evento que está, desde o dia 23, realizando apresentações na Igreja de Santo Antônio, com músicos nacionais e internacionais, tocando os mais diversos instrumentos e levando música erudita para o grande público.</p>
<p dir="ltr">Regida inicialmente pelo diretor artístico do Virtuosi, Rafael Garcia, o concerto “A música venceu!” começou com o hino brasileiro e, em vez de reger a orquestra, o maestro escolheu reger a plateia, incentivando o coro. Mesmo na garoa, que não parou de cair em Garanhuns durante toda a noite, o público só fez aumentar ao longo da apresentação, especialmente com o inicio da regência da OJOPE pelo maestro João Carlos Martins.</p>
<p>Ao entrar no palco, Martins lembrou Dominguinhos e, à frente da orquestra, apresentou a marcha fúnebre de Beethoven, “Eroica”, em homenagem ao sanfoneiro. Intercalando regências com o maestro Rafael Garcia, eles mostraram também o talento de músicos da orquestra, tocando Brahms, Sarasate e Piazzolla, com João Carlos ao piano em algumas das peças. Garcia enfatizou o sucesso do festival na sua nona edição em Garanhuns. “Quando as pessoas me dizem que o povo não gosta de música clássica, eu não acredito. Por isso que eu faço esse trabalho com o Virtuosi”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3943" aria-labelledby="figcaption_attachment_3943" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-22.jpg"><img class="size-medium wp-image-3943" alt="Maestro João Carlos Martins (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-22-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro João Carlos Martins (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-2099-121c-3e4a-35fbd7fabdf9">Pela segunda vez em Garanhuns, João Carlos Martins, ao longo do concerto, contou um pouco da sua história e das suas cerca de 20 cirurgias feitas após sofrer acidente e assalto. Ele contou ainda que irá realizar uma última cirurgia e pretende, em novembro, voltar a tocar com todos os dedos da mão esquerda ainda este ano (o maestro perdeu os movimentos dela após sofrer um assalto na Bulgária).</p>
<p>O concerto “A música venceu!” fechou o quarto dia de apresentações do IX Virtuosi na Serra, que contou com performances de Clement Himbert, Ensemble São Paulo, Giora Schmidt, Ilya Ramlav, Slavonic Duo e Victor Asunción.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Palco Pop com sotaque francês</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 14:58:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bande Dessinée se apresenta pela primeira vez no FIG, em meio à turnê de divulgação do disco “Sinée qua non” por Leonardo Vila Nova Pela primeira vez se apresentando no Festival de Inverno de Garanhuns, a recifense Bande Dessinée trouxe para o friozinho aconchegante da cidade ares franceses. Em meio à turnê nacional que eles [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-209c-5090-66f9-9c637ba49368"><em>Bande Dessinée se apresenta pela primeira vez no FIG, em meio à turnê de divulgação do disco “Sinée qua non”</em></p>
<div id="attachment_3947" aria-labelledby="figcaption_attachment_3947" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-3947" alt="Bande Dessinée em turnê, com “Sinée qua non” (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-23-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Bande Dessinée em turnê, com “Sinée qua non” (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-209d-da8d-3a6b-3fbc1f5870d1" style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p dir="ltr">Pela primeira vez se apresentando no Festival de Inverno de Garanhuns, a recifense Bande Dessinée trouxe para o friozinho aconchegante da cidade ares franceses. Em meio à turnê nacional que eles estão levando para oito cidades brasileiras, divulgando o seu primeiro álbum, “Sinée qua non”, uma paradinha estratégica no FIG 2013, em show no Palco Pop (Parque Euclides Dourado).</p>
<p dir="ltr">Para algum possível desavisado, uma banda pernambucana que toca músicas em francês pode soar nada a ver. Porém, não são incomuns os links entre a música brasileira e a francesa. “A música brasileira sempre foi muito canibal, de reprocessar influências de todo o mundo. Na França da década de 1960, existia esse mesmo pensamento. Ao você ouvir um disco de Serge Gainsbourg, France Gall ou Brigitte Bardot, você vai encontrar cumbias, boleros, dubs, reggaes, bossa nova, samba, marchinhas de carnaval. Eles estavam antenados nessa mesma sintonia“, explica Filipe Barros, guitarrista, fundador e principal compositor da banda.</p>
<p dir="ltr">Esse diálogo de culturas também se estabelece no campos das versões criadas a partir de músicas em língua francesa. O famoso “Borogodá”, de Reginaldo Rossi, é uma versão de “Les cornichons”, de Nino Ferrer. Assim como “Tu veux ou tu veux pax”, de Brigitte Bardot, que tem em “Nem vem que não tem”, de Carlos Imperial, o seu correspondente brasileiro. Conexões estabelecidas e sintonizadas, eis que o público se identifica com o som da Bande Dessinée.</p>
<p dir="ltr">Em um show cheio de climas, eles passeiam por diversas nuances musicais. Vão de uma pegada mais rock (como tem se observado nos shows mais recentes da banda), passando por boleros com arranjos super sofisticados, até os ritmos para “xumbregar” (como se diz em bom “pernambucanês”, para dançar agarradinho, cheio de malemolência). Ao longo do show, uma boa parte do repertório do “Sinée qua non”, mais algumas novidades, como as canções “Perdizes” (próximo single da banda, previsto para agosto) e “Navegador”.</p>
<p dir="ltr">Nos momentos finais da apresentação, eles se voltam para um repertório que remete ao início da carreira da banda (lá em 2007), pinçando compositores e artistas que são inspiração da Bande Dessinée. Entre elas, “Moliendo café”, “Paroles paroles” e “Cha cha cha do loup”, com inserções de “Robots”, do Kraftwerk. Em palco e em disco, uma banda que vem desfazendo barreiras entre França e Brasil e ressaltando afinidades nem sempre tão nítidas assim, mas que sempre estiveram ali.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais acesso aos deficientes visuais no FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 00:55:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Ana Elisa Freire &#160; A acessibilidade também é pauta no Festival de Inverno de Garanhuns este ano. Em seu terceiro ano consecutivo, o camarote da acessibilidade, produzido a partir da parceria entre o Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos e a Prefeitura de Garanhuns trouxe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3950" aria-labelledby="figcaption_attachment_3950" class="wp-caption img-width-398 aligncenter" style="width: 398px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-24.jpg"><img class="size-full wp-image-3950" alt="Foto: Pri Buhr / Secult / Fundarpe" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-24.jpg" width="398" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Pri Buhr / Secult / Fundarpe</p></div>
<p>Por Ana Elisa Freire</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20a1-eee9-50ec-fadae9d157e5">A acessibilidade também é pauta no Festival de Inverno de Garanhuns este ano. Em seu terceiro ano consecutivo, o camarote da acessibilidade, produzido a partir da parceria entre o Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos e a Prefeitura de Garanhuns trouxe para a Guadalajara uma estrutura para dar toda segurança e acessibilidade para pessoas com necessidades especiais.</p>
<p dir="ltr">No camarote, toda a estrutura foi pensada para incluir todos os tipos de necessidades especiais como rampa e corrimão para pessoas com necessidades de locomoção, balcão baixo para melhor visualização do show, tradução em libras e áudio-descrição. Além disso, o espaço conta com apoio de bombeiros, banheiros especiais, alimentação e transporte para os 30 convidados por noite.</p>
<p dir="ltr">A áudio-descrição, trabalho realizado no FIG pelo profissional Paulo Vieira, vai além da simples descrição do que está acontecendo. Ela possibilita aos deficientes visuais ouvir não só o que acontece no ambiente, mas a descrição de emoções, através de palavras imagéticas. As sessões de áudio-descrição estiveram presentes no camarote da acessibilidade no domingo, 21/7, e também na quarta-feira, 24/7, a partir das 20h.</p>
<p dir="ltr">Habituada já ao trabalho das áudio-descrições, a deficiente visual Terezinha Ribeiro, do Recife, sentiu uma mudança enorme no seu bem-estar após participar desse trabalho. “É como se eu estivesse vendo tudo que se passa no local, através das palavras e das emoções. É um trabalho muito importante”, contou.</p>
<p dir="ltr">A Superintendente Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência, Rose Maria Santos, contou que a proposta do camarote é educar e divulgar as normas e serviços de acessibilidade. As inscrições para participar do camarote foram realizadas antes do início do FIG e já foram preenchidas.</p>
<p dir="ltr">Mas ainda tem opções para quem quiser participar de sessões de áudio-descrição no FIG. Neste sábado, 27/7, a peça de teatro “Viúva, porém honesta”, do Grupo Magiluth (PE) contará com o trabalho da equipe de áudio-descritores do Paulo Vieira. Para participar, é só aparecer no Teatro Luiz Souto Dourado para resgatar seu ingresso e informar que deseja participar da áudio-descrição.</p>
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		<title>Música erudita subiu a serra no IX Virtuosi</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 00:37:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Ana Elisa Freire Levando a música erudita para as grandes massas, o IX Virtuosi na Serra chega a Garanhuns para integrar o 23⁰ FIG com apresentações internacionais e nacionais, na Igreja de Santo Antônio e no Palco Guadalajara, de 23 a 26 de julho. Comandado pelo regente e diretor artístico Rafael Garcia, o festival [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3954" aria-labelledby="figcaption_attachment_3954" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-25.jpg"><img class="size-medium wp-image-3954" alt="(Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-25-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20a5-b312-50c6-f2c8b57e8822">Por Ana Elisa Freire</p>
<p dir="ltr">Levando a música erudita para as grandes massas, o IX Virtuosi na Serra chega a Garanhuns para integrar o 23⁰ FIG com apresentações internacionais e nacionais, na Igreja de Santo Antônio e no Palco Guadalajara, de 23 a 26 de julho. Comandado pelo regente e diretor artístico Rafael Garcia, o festival se renova a cada ano através da seleção ousada do maestro, sempre levando aos ouvidos do público sons antes nunca ouvidos ao vivo em Garanhuns, no seu papel de difusor da eterna música clássica.</p>
<p dir="ltr">Na tarde desta terça-feira, 23, os garanhuenses e turistas puderam apreciar os talentosos poderes dos músicos Victor Asuncion, no piano, e Giora Schmidt, no violino. Victor, natural das Filipinas, já se apresentou ao redor do mundo e esteve presente no festival em Gravatá, participando de diversas apresentações, seja como solista ou acompanhando músicos e cantores. Sua apresentação no FIG mostrou dedos que deslizam no piano e fazem um verdadeiro balé entre teclas brancas e pretas. Trazendo a sua interpretação de obras de Beethoven, por vezes rápida e animada e em outros momentos triste e melancólica, Victor soube cativar o público que não cansou de bater palmas ao final de cada ópera apresentada.</p>
<div id="attachment_3956" aria-labelledby="figcaption_attachment_3956" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-26.jpg"><img class="size-medium wp-image-3956" alt="(Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-26-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20a7-5362-7b14-e23c94657ef6">Para fechar a noite, o segundo espetáculo do dia também teve a presença de Victor Asuncion, dessa vez acompanhando no piano a apresentação de Giora Schmidt, violinista. Nascido na Filadélfia (EUA), Giora estudou na Juilliard School, uma das mais conceituadas escolas de música do mundo. Ao longo da sua carreira já foi solista de várias orquestras, além de ter realizado apresentação no famoso Carnegie Hall, com a New York Youth Symphony. Em Garanhuns, Giora interpretou óperas de Beethoven, Schumann, Fauré e Ysaÿe. Rafael Garcia, diretor artístico do Virtuosi não cansou de tecer elogios ao músico. “Nunca vi alguém tocar o violino com tanta leveza e emoção como ele”.</p>
<p dir="ltr">Com um programa clássico e romântico, Giora e Victor trouxeram ao público um duo que em certos momentos se complementavam e em outros se desafiavam, como se discutissem ou gargalhassem em forma de música. A segunda ópera da noite, de Schumann, trouxe um quê de melancolia para a Igreja de Santo Antônio. Foi uma peça rodeada de sofrimento, desespero que se percebia não só pelos sons que saiam dos instrumentos, mas pela agonia dos músicos na sua interpretação. Era como se lamentassem a morte do querido Dominguinhos, que recebeu homenagem no início da apresentação com um minuto de silêncio.</p>
<p>O IX Virtuosi na Serra tem programação até o dia 26 de julho, com espetáculos até o dia 25 na Igreja de Santo Antônio, e no dia 26 com grande concerto no Palco Guadalajara do maestro João Carlos Martins e a Orquestra Jovem de Pernambuco.</p>
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		<title>O dia em que a Mata Norte subiu ao Magano</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 23:22:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cavalo Marinho Estrelas do Amanhã desceu do Palco de Cultura Popular para se apresentar no Magano, onde o Mestre Grimário, do grupo, ministrou uma oficina esta semana de cavalo marinho Por Igor Jatobá As fantasias coloridas trajadas pelos jovens que desciam de um ônibus fretado já sugeriam aos moradores do pacato bairro do Magano, em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3960" aria-labelledby="figcaption_attachment_3960" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-27.jpg"><img class="size-medium wp-image-3960" alt="Mestre Grimário no Magano (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-27-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Grimário no Magano (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20ac-5d5a-11ba-cc5ee2654155">Cavalo Marinho Estrelas do Amanhã desceu do Palco de Cultura Popular para se apresentar no Magano, onde o Mestre Grimário, do grupo, ministrou uma oficina esta semana de cavalo marinho</p>
<p dir="ltr">Por Igor Jatobá</p>
<p dir="ltr">As fantasias coloridas trajadas pelos jovens que desciam de um ônibus fretado já sugeriam aos moradores do pacato bairro do Magano, em Garanhuns, que aquela não seria uma tarde como as outras. Foi o som de ganzás e zabumbas vindo da Escola Municipal Ranser Alexandre Gomes que trouxe a confirmação. Atraídos pela curiosidade, os moradores do entorno aos poucos ocuparam o pátio da escola para assistir à apresentação do Cavalo Marinho Estrelas do Amanhã, que trouxe para o Agreste Meridional a dança e a música típicas da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o oficineiro Mestre Grimário, a ideia inicial era levar os alunos da oficina “A história do vaqueiro no alto do cavalo marinho” pra assistirem à apresentação do grupo no Palco de Cultura Popular, no Centro. No entanto, acabou acontecendo o contrário: foi o grupo que desceu diretamente do palco para subir ao Magano.</p>
<p dir="ltr">O Estrelas do Amanhã surgiu em 2006, na cidade de Condado, a partir de um projeto de aulas de cavalo marinho voltado a crianças da comunidade, tendo à frente o mestre Antônio Teles. Atualmente, o grupo é composto por 25 crianças e adolescentes com idades entre 10 e 18 anos, faixa etária bem próxima à do grupo de mais de dez jovens que participou da oficina no Magano neste festival.</p>
<p dir="ltr">A ação, realizada em parceria entre a Diretoria de Formação e a Coordenadoria de Cultura Popular da Diretoria de Políticas Culturais da Secult/PE, foi acompanhada também por Pedro Vasconcelos, diretor de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, e Marcelo Nóbrega, coordenador geral de Acompanhamento e Fiscalização do órgão. “O Ministério da Cultura está muito bem impressionado com o que vimos aqui hoje, que é um processo muito consistente e muito sério de envolver a comunidade de Garanhuns num processo formativo cultural diverso, com várias expressões, linguagens e tecnologias sociais que efetivamente produzem transformações na sociedade”, disse Pedro.</p>
<p dir="ltr">Magano</p>
<p>A Escola Ranser Alexandre Gomes é um dos dez espaços de Garanhuns que recebem as 80 atividades de formação cultural do FIG 2013. No entanto, este polo se diferencia dos outros por ter atividades voltadas especificamente para as demandas da comunidade do bairro. Além do cavalo marinho, o Magano também recebeu esta semana as oficinas de confeitaria, xilogravura, artesanato em barro, percussão e malabares, com participantes de todas as faixas etárias.</p>
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		<title>Cultura Livre nas Feiras do Festival de Inverno de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 22:55:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sábado (27/7), o projeto Cultura Livre nas Feiras chega a Garanhuns para fazer parte da programação do FIG. São cinco atrações locais que se apresentam de forma gratuita e interativa na feira do Centro de Abastecimento de Garanhuns Na CEAGA, o dia vai ser dedicado a apresentações musicais, leitura de cordel, danças indígenas, maracatu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20af-2df0-35e6-5c8e1243b304">Nesta sábado (27/7), o projeto Cultura Livre nas Feiras chega a Garanhuns para fazer parte da programação do FIG. São cinco atrações locais que se apresentam de forma gratuita e interativa na feira do Centro de Abastecimento de Garanhuns</p>
<div id="attachment_3965" aria-labelledby="figcaption_attachment_3965" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-28.jpg"><img class="size-medium wp-image-3965" alt="Reisado Gonzaga de Garanhuns (Foto: André Sampaio)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-28-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Reisado Gonzaga de Garanhuns (Foto: André Sampaio)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20b0-9c66-77e5-0f84b5505860">Na CEAGA, o dia vai ser dedicado a apresentações musicais, leitura de cordel, danças indígenas, maracatu e reisado, finalizando com apresentação de pifeiros. A programação começa às 8h e dura a manhã inteira.</p>
<p dir="ltr">O projeto Cultura Livre nas Feiras é uma iniciativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com as prefeituras municipais, que existe desde 2011 democratizando o acesso à cultura no estado. O foco principal é garantir aos artistas uma chance de expor seu trabalho e ao público a oportunidade de vivenciar experiências culturais.</p>
<p dir="ltr">Confira a programação completa do Cultura Livre nas Feiras em Garanhuns, com acesso gratuito:</p>
<p dir="ltr">Feira Livre (CEAGA) – Sábado (27/7)</p>
<p dir="ltr">8h – Apresentação Musical/Forró. Grupo: Os Coroas do Forró</p>
<p dir="ltr">9h – Apresentação 40 Anos de Cordel/Literatura. Artista: Gonzaga de Garanhuns</p>
<p dir="ltr">10h – Apresentação de Dança Indígena. Grupo: Indígenas Fulni-ô na Cultura Pernambucana</p>
<p dir="ltr">10h30 – Apresentação Cultural de Maracatu e Reisado/Cultura Popular. Grupo: Maracatu e Reisado Arte Culturas</p>
<p dir="ltr">11h – Apresentação Cultural de Pífanos/Cultura Popular. Grupo: Banda de Pífano Esquenta Mulher</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uns caras que são uma onda!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 22:35:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coletivo Nopok]]></category>

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		<description><![CDATA[Coletivo Nopok, do Rio, fez todo mundo rir embaixo do picadeiro Por Leidson Ferraz Dizem que o bom humor é para gente inteligente! E se depender do público que compareceu ao Circo do FIG nesta quinta, 25, dois artistas deveriam ganhar o título de mais irreverentes deste festival. Daniel Ernesto, uruguaio, e Fernando Nicolini, carioca, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Coletivo Nopok, do Rio, fez todo mundo rir embaixo do picadeiro</p>
<div id="attachment_3971" aria-labelledby="figcaption_attachment_3971" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-29.jpg"><img class="size-medium wp-image-3971" alt="(Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-29-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20b5-5abc-db83-9fd02b6fba66">Por Leidson Ferraz</p>
<p dir="ltr">Dizem que o bom humor é para gente inteligente! E se depender do público que compareceu ao Circo do FIG nesta quinta, 25, dois artistas deveriam ganhar o título de mais irreverentes deste festival. Daniel Ernesto, uruguaio, e Fernando Nicolini, carioca, formam o Coletivo Nopok (RJ), que apresentou naquele picadeiro, em dois horários, “No pocket – Um espetáculo para todos os bolsos”. A montagem, originalmente pensada para espaços abertos, desmistificou a ideia do circo como um local careta (se é que alguém pode pensar assim), tradicionalista, apenas com números de virtuosismo em sequência. O que se viu foram dois caras tirando onda de tudo e de todos (inclusive deles mesmos), com alguma técnica precisa em acrobacia, malabares e equilíbrio, e muita, muita irreverência inteligente.</p>
<p dir="ltr">Eles já entram em cena com a cara de pau de quem pergunta: “Tão pensando que vão ver um espetáculo tradicional aqui? Aguardem…”. O começo pode até causar estranhamento, afinal, seguem um texto com piadas aqui e ali, em frases que se completam, somente os dois em cena sem nenhum objeto mais. É com o humor físico que dão início à conquista da plateia, numa sequência de danças das mais esdrúxulas e uma metralhadora de tiradas engraçadas (muitas em duplo sentido), que, a cada momento, vai pedindo a participação do público. Ao ponto de selecionarem alguns espectadores para adentrarem na cena e, com a intimidade proposta pela dupla, também serem personagens para lá de engraçados. Referências do universo midiático permeiam as brincadeiras, não escapando nem mesmo os estilos do dançar, as canções de gosto duvidoso na moda, o cumprimento estiloso das tribos urbanas e a profusão de tecnologia nas nossas vidas.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-30.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3972" alt="FIG - 30" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-30-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a></p>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-9a62bf5f-20b6-9a1a-168e-3c6c129465c3">Os dois passam, então, a ser palhaços sem nariz vermelho, bufões, meninos que não têm medo do ridículo e, acima de tudo, tiradores de sarro! O humor pode até ser diferenciado, mas tanto adultos quanto crianças passam a se divertir junto com eles. “É uma mistura de teatro, circo, dança, com eles interagindo o tempo todo. Muito diferente mesmo, porque foge da normalidade. Eles são bem contemporâneos e estão de parabéns!”, disse Gisele Almeida, enfermeira obstetra garanhuense, rindo a valer junto à sua família. “Eu confesso que, no começo, pensei que era um espetáculo bem fraco, já que a gente está acostumada a ver muitos outros artistas no circo. Mas, aos poucos, vai se tornando maravilhoso e estes dois realmente conseguem levantar o público. São tiradores de uma onda ótima!”, definiu a professora Márcia Salgado, também de Garanhuns, acompanhada de seis crianças, todas com o mesmo sorriso no rosto que ela ao final.</p>
<p dir="ltr">Ah, muleeeeeeeeeequeeeeeeeeeee!</p>
<p dir="ltr">As apresentações de Circo vão até sábado, não perca!</p>
<p dir="ltr">Sexta-feira, 26</p>
<p dir="ltr">14h e 16h30 – Um Concerto em Ri Maior</p>
<p dir="ltr">Cia. dos Palaços | Curiiba-PR</p>
<p dir="ltr">Sábado, 27</p>
<p dir="ltr">14h e 16h30 – Picadeiro Pernambuco – A tradição milenar</p>
<p dir="ltr">Centro Carcará | Cabo de Sano Agostinho-PE</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Magiluth derrama reminiscências do Nordeste</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 21:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espetáculo “Luiz Lua Gonzaga”]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Magiluth]]></category>

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		<description><![CDATA[Espetáculo “Luiz Lua Gonzaga” pôde ser visto ao ar livre nesta sexta-feira &#160; Por Leidson Ferraz O Grupo Magiluth tinha um desafio e tanto. Aprovou projeto concebido em homenagem a Luiz Gonzaga pelo seu centenário, e quando todos das artes cênicas esperavam que lá vinha mais uma biografia com licença poética do Rei do Baião, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Espetáculo “Luiz Lua Gonzaga” pôde ser visto ao ar livre nesta sexta-feira</p>
<div id="attachment_3975" aria-labelledby="figcaption_attachment_3975" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-3975" alt="Grupo Magiluth em cena (Foto: Renata Pires)." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-31-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Magiluth em cena (Foto: Renata Pires).</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20bb-2b6e-f22c-ac67bffcca32">Por Leidson Ferraz</p>
<p dir="ltr">O Grupo Magiluth tinha um desafio e tanto. Aprovou projeto concebido em homenagem a Luiz Gonzaga pelo seu centenário, e quando todos das artes cênicas esperavam que lá vinha mais uma biografia com licença poética do Rei do Baião, os rapazes saíram pela tangente, acertadamente. Preferiram explorar suas próprias reminiscências de meninos nordestinos – três deles, inclusive, nascidos ou criados no interior –, claro que permeadas não pela presença em si do Gonzagão, mas do rico universo que ronda sua musicografia. E, melhor, não se distanciaram do estilo que os vem consagrando como um dos destaques do teatro pernambucano na atualidade, com cena ainda borrada, suja, irreverente.</p>
<p dir="ltr">Apresentado na rua, em frente ao Palco Cultura Popular do FIG, nesta sexta, 26, o espetáculo “Luiz Lua Gonzaga”, texto de Giordano Castro, certamente costurado a partir dos diversos laboratórios que o grupo deve ter empreendido, conta com direção de Pedro Vilela e direção musical coletiva. Os atores já chegam cantando e, nos seus primeiros momentos, avisam: “Não sabemos cantar”. No desenrolar da peça, pontuada por canções clássicas de Luiz Gonzaga como “Pagode russo”, “Assum preto”, “Olha pro céu, meu amor” ou “O cheiro de Carolina”, entre outras, pouco importa se não são exímios cantores. As músicas, por si só, já trazem tanta empatia com a plateia, que todos ajudam acompanhando.</p>
<p>São diversas as tramas apresentadas, quase sempre com algumas frases ditas ao pé do ouvido do público, como um turbilhão de informações onde o que vale é despertar o sentimento de ser nordestino, esse mundo onde dor, esperança e alegria andam juntas. Assim, pode-se contar história real da infância ou fictícia, explorar objetos os mais diversos – como peneiras, fogueira, garrafa de cachaça, imagens de santos –, criar cenários que vão das plantações às cozinhas de casa num piscar de olhos, e até mesmo derramar graça, respeito e ironia por esse Nordeste em seu viés mais folclórico. O resultado é uma profusão de estados de alma e memórias que, para quem nasceu ou já experimentou passar um São João em terra nordestina, fica impossível não identificar-se.</p>
<div id="attachment_3976" aria-labelledby="figcaption_attachment_3976" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-32.jpg"><img class="size-medium wp-image-3976" alt="Único não pernambucano do elenco, o músico João Tragtenderg (Foto: Renata Pires)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-32-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Único não pernambucano do elenco, o músico João Tragtenderg (Foto: Renata Pires)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20be-0f70-9a72-fd7a0037f34a">Quase todos do elenco são pernambucanos (Giordano Castro, Lucas Torres, Erivaldo Oliveira, Pedro Wagner e Mário Sérgio Cabral como atores, além dos instrumentistas Pedro Vilela na zabumba; João Tragtenberg na sanfona e Pedro Cardoso na percussão), há apenas um “importado” na equipe. “Eu não contribuí com dados sobre a minha infância, mas pude conhecer um outro lado do grupo e acabei trazendo esse Nordeste para mim, como memória afetiva a partir deles. Lá em Florianópolis, onde nasci, o São João era apenas de colégio, com as quadrilhas estilizadas, e alguma referência popular com o Boi de Mamão e o Forró. Mas muito pouco. E até mesmo a sanfona entrou na minha vida não por Luiz Gonzaga, mas como extensão ao piano, quando decidi, junto a um grupo amigo, tocar nos ônibus choro e baião”, recorda o sanfoneiro João Tragtenberg, que há dois anos mora no Recife.</p>
<p dir="ltr">Em ritmo alucinante e com uma simpatia inegável, a peça traz como interessante metáfora poética de fundo a do príncipe que ganha o status de rei e, longe da sua terra, não esquece de divulgar e cantar o seu lugar, olhando por ele como incentivador à festa (que já é própria dessa gente e, também, do Magiluth), ainda que seja difícil sobreviver à brasa torrente do sertão. A apresentação neste 23° FIG contou com trechos especiais em homenagem a Dominguinhos, parceiro que, como disse o ator Giordano Castro ao final, “agora está junto de Luiz Gonzaga” e que, continuando na memória desse povo, faz a vida ser cheia de fé e alegria, assim como quando bate a chuva, e tanto a Natureza quanto o homem nordestino respiram aliviados. Ao som das músicas compostas por eles, essa resistência fica mais fácil…</p>
<p dir="ltr">O professor Michelângelo Rodrigues, de 32 anos, natural de Cachoeirinha, achou bem interessante a proposta do grupo. “Eles falam de tradição, mas de um jeito bem diferente, com irreverência. E não deixam esquecer esse Nordeste que ainda tá dentro de cada um de nós. Preservar aspectos dessa cultura é muito importante, ainda mais brincando como fazem, interagindo com o público”, concluiu. Acidália Claudino, veterinária de 26 anos, natural de Garanhuns, também aprovou o trabalho. “Gostei muito porque uma história vai surgindo por cima da outra. Não é monótono, e bem diferente. Foi um amigo meu que me indicou essa peça e já quero conferir o próximo trabalho deles”, disse referindo-se à apresentação de “Viúva, porém honesta”, neste sábado (26), 19h, no Teatro Luiz Souto Dourado.</p>
<p dir="ltr">É dose dupla do Magiluth no FIG. Basta aproveitar.</p>
<p>Leia mais sobre o Magiluth <a href="http://www.fig2013.com/magiluth-tem-tudo-a-ver-com-garanhuns/">AQUI</a>.</p>
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		<title>Oficinas se encontram esta tarde na Aesga</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 21:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentações culturais, mostras e participação de socioeducandos do Case Garanhuns estão previstas,  a partir das 16h, na culminância das atividades de formação cultural do FIG 2013. Um grande encontro de oficineiros, alunos e profissionais ligados à formação cultural acontece nesta tarde, na Aesga (Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns), principal polo das atividades educativas do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20c1-06f5-9d18-e330db1be91f">Apresentações culturais, mostras e participação de socioeducandos do Case Garanhuns estão previstas,  a partir das 16h, na culminância das atividades de formação cultural do FIG 2013.</p>
<div id="attachment_3979" aria-labelledby="figcaption_attachment_3979" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-33.jpg"><img class="size-medium wp-image-3979" alt="Oficina “Mangaio de Versos”, com Adiel Luna (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-33-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina “Mangaio de Versos”, com Adiel Luna (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-52fbdad5-20c2-a2de-fb2e-175a4f92a8c3">Um grande encontro de oficineiros, alunos e profissionais ligados à formação cultural acontece nesta tarde, na Aesga (Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns), principal polo das atividades educativas do FIG 2013.</p>
<p dir="ltr">Como já é tradição do Festival de Inverno de Garanhuns, a culminância das aulas realizadas durante o evento começa às 16h e segue com apresentações de teatro, teatro de bonecos, teatro lambe-lambe, fotografias, hip hop (apresentado pelos socioeducandos do Case Garanhuns), declamações, literatura moçambicana e poética sertaneja.Também serão expostos o resultado das oficinas de Criação em Bordado (Galeria das Artes), joias artesanais, xilogravura (Magano), fotografia (Castainho) e poesia.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião, será feita uma homenagem ao Adevair José Batista Galdino, participante da oficina “Teatro lambe-lambe – caixa misteriosa” e membro da Trupe Azimute, de Garanhuns, falecido na última terça-feira (23/7).</p>
<p dir="ltr">O encerramento acontece com a saída do cortejo do Ponto de Cultura Coco de Umbigada em direção ao Parque Euclides Dourado.</p>
<p dir="ltr">A Aesga fica na Av. Caruaru, 508, São José, Garanhuns-PE. O momento é aberto ao público.</p>
<p>&nbsp;</p>
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