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	<title>Portal Cultura PE &#187; 25° Festival de Inverno de Garanhuns</title>
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		<title>Ritmos populares transmitem saberes tradicionais no FIG 2015</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 15:41:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28090" aria-labelledby="figcaption_attachment_28090" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a style="text-align: center; background-color: #f3f3f3;" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Mazurca-da-Quixaba-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Leo-Caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-28090" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Mazurca-da-Quixaba-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Leo-Caldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação da Mazurca da Quixaba mexeu com o público</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por: Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com grande participação do público que circulava no penúltimo dia do 25° Festival de Inverno de Garanhuns, o Palco de Cultura Popular recebeu nesta quinta-feira (24), apresentações envolvendo o coco de roda, afoxé, maracatu o tom instrumental contagiante da rabeca. Marcando a tarde com toadas inspiradas nas tradições de terreiros de Jurema, o grupo Mazurca da Quixaba, comandado pela mestra Joana Cavalcante, conquistou o público pela história da raspa de coco, hoje em dia cada vez mais rara de ser praticada.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Vocês lembram como se raspava o coco?&#8221;</em>, perguntou Mestra Joana para a plateia. E continuou: <em>&#8220;Antigamente se abria o coco e se ralava&#8221;</em>. Após o comentário, a mestra ensinou como era ralado o coco através de dança, contagiando o público pela coreografia e o improviso da toada. A partir de então, o grupo passou a incrementar a apresentação com improvisos como <em>&#8220;No tempo que eu era só não tinha amor nenhum&#8221;</em> e composições já conhecidas, como &#8216;No Passo da Ema&#8217;.</p>
<div id="attachment_28105" aria-labelledby="figcaption_attachment_28105" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Afoxe-Oya-Tokole-Owo-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Leo-Caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-28105" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Afoxe-Oya-Tokole-Owo-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Leo-Caldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Oya Tokole Owo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outro destaque da tarde, foi a apresentação do Afoxé Oyá Tokolê Owô, reunindo valores religiosos de matrizes africanas. O grupo, que possui sua origem iniciada em 2004, no bairro de Dois Unidos, no Recife, foi conduzido pela Yalorixá Maria Helena Sampaio, proporcionando toadas e músicas reverenciando Orixás. Através do ritmo tocado por instrumentos como o agbês e atabaques, o grupo repassou um pouco do que significa o candomblé, atraindo a atenção do público para temas relacionados ao Ilê, Orum, Ossain, Oxalá e Xangô.</p>
<p style="text-align: justify;">A professora Tereza Simões, que veio aproveitar as férias escolares durante o festival, assistia o grupo no polo e achou interessante o conhecimento repassado pelo afoxé. <em>&#8220;Esse tipo de apresentação é importante não apenas como forma de lazer, mas também para aprendermos um pouco mais sobre cada cultura que está sendo transmitida&#8221;</em>, comentou.</p>
<div id="attachment_28110" aria-labelledby="figcaption_attachment_28110" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Coco-Raizes-de-Arcoverde-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Leo-Caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-28110" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Coco-Raizes-de-Arcoverde-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Leo-Caldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Coco Raízes de Arcoverde foi uma das atrações de sexta (24)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Trazendo todo o empolgante ritmo trupê, o Coco Raízes de Arcoverde explorou a diversidade de passos na base dos seus conhecidos tamancos de madeira, deixando a plateia ainda mais contagiada com a percussão acelerada em alguns momentos da apresentação. Representando a alegria e o carisma do povo simples da cidade de Arcoverde, no Sertão, a apresentação reuniu canções dos seus três primeiros álbuns, além de prestar homenagens a Aurinha do Coco e Dona Selma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Aurinha do Coco, o grupo interpretou a canção &#8216;Seu Grito&#8217;, de autoria da coquista, que fala de relação de amor pela cidade de Olinda, além de envolver a trajetória de Aurinha com o cenário cultural pernambucano. Já para Dona Selma, foram convidadas para participar da apresentação, Jaqueline e Sabrina, netas da eterna rainha do coco. <em>&#8220;Nós, que estivemos neste palco acompanhado Dona Selma no ano passado, estamos de volta hoje, com a missão de manter o seu legado. Onde quer que ela esteja, com certeza estará feliz pela por nossa atitude e pelas homenagens que estão sendo ofertadas&#8221;</em>, comentou Jaqueline.</p>
<p style="text-align: justify;">E entoando com o público &#8216;A Rolinha&#8217;, mais uma vez a obra de Selma do Coco passou a ter destaque durante o FIG. As netas de Selma, juntamente com o Raízes de Arcoverde, promoveram uma tarde marcada pela celebração do coco, ao som de &#8216;Seu Maia&#8217;, &#8216;Godê Pavão&#8217;, &#8216;No Balanço da Canoa&#8217; e muitas outros sucessos do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">O polo também contou com a apresentação de Zeca do Rolete, que com 50 anos dedicados ao coco de roda, reuniu improvisos como &#8216;Xô xô, meu sabiá&#8217; e &#8216;A onda bateu no barro&#8217;. O mestre também prestou homenagem a Dona Selma, considerando-a como a grande responsável pela visibilidade do ritmo a nível nacional. <em>&#8220;O coco mudou após Selma ter a iniciativa de representar nossa cultura popular. Por isso, seguindo o seu exemplo, não podemos deixar a cultura popular morrer&#8221;</em>, ressaltou Zeca do Rolete.</p>
<div id="attachment_28112" aria-labelledby="figcaption_attachment_28112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Familia-Salustiano-e-a-Rabeca-Encantada-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Leo-Caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-28112" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Familia-Salustiano-e-a-Rabeca-Encantada-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Leo-Caldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação da Família Salustiano encerrou o dia</p></div>
<p style="text-align: justify;">Finalizando a apresentação no Palco de Cultura Popular, a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, que foi um projeto musical iniciado no ano de 1995, pelo saudoso Mestre Salustiano, intitulado inicialmente de &#8216;Sonho da Rabeca&#8217;, possibilitou na penúltima noite de festival mais uma agradável transmissão de saberes, especialmente por envolver no espetáculo temas relacionados ao cavalo marinho, a ciranda, ao maracatu e a própria rabeca.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o estudante recifense Davi Lima, de 18 anos, que assistia ao espetáculo pela primeira vez, a surpresa em ter encontrado tantas representações culturais em uma única apresentação foi bastante satisfatória. <em>&#8220;Já tinha ouvido falar do grupo, mas não esperava que o espetáculo fosse tão bonito de se ver. Gostei muito&#8221;</em>, disse Davi.</p>
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		<title>Castainho recebe casal de palhaços do grupo Teatro Mototóti (RS)</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 18:21:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/teatromotototi_LeoCaldas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28036" alt="Leo Caldas / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/teatromotototi_LeoCaldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A comunidade quilombola Castainho recebeu o grupo Teatro Mototóti, do Rio Grande do Sul, no final da tarde de quinta-feira (23/07). Antes mesmo do espetáculo começar, a interação entre os artistas e as crianças já acontecia. Enquanto a Fernanda Beppler fazia sua maquiagem, Carlos Alexandre interagia e cantava para a meninada que ansiosa aguardava a apresentação. Na passagem de som, Fernanda aproveitava e ensinava músicas gaúchas para o público infantil. Com a participação no 25ª Festival de Inverno de Garanhuns, Castainho entra no mapa de circulação do Teatro Mototóti de maneira especial, já que as crianças quilombolas não costumam ter acesso ao teatro com facilidade e a dupla de artistas nunca tinha se apresentado numa comunidade quilombola. O grupo gaúcho já passou por  Pernambuco, durante o Palco Giratório no Recife, e pelos estados de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Tocatins, além de cidades uruguaias e argentinas. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e Fundarpe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/publicoCastainho_LeoCaldas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28037" alt="Leo Caldas / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/publicoCastainho_LeoCaldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>No espetáculo “Flor da Vida”, Fernanda e Carlos vivem um casal de palhaços, Thalia e Charles, que contam sua própria trajetória, com direito a música e gaita ao vivo. A dupla apresenta a “Flor da Vida”, uma mandala com diversos círculos que se entrelaçam e se expandem. Cada círculo representa uma história, mostrando as múltiplas possibilidades da vida. Neste caminho, o casal de palhaços conta a sua história, que envolve paixão, em seguida um casamento, a rotina de serviços domésticos, as dificuldades financeiras e o sonho de criar um espetáculo. Com “Flor da Vida”, a dupla recebeu o Prêmio Funarte de Artes na Rua 2013, do Ministério da Cultura.</p>
<p>As primas Íris da Silva Andrade e Érica da Silva, ambas com 9 anos, assistiram atentas a apresentação e deram boas risadas. Questionada sobre o que mais gostado do espetáculo, Íris diz timidamente “eu gostei de tudo”. Íris e Érica são da comunidade quilombola de Estrela e participaram de oficina de dança afro durante o FIG. Antes de ver os artistas encenam, eram elas que estavam aprendendo novos passos. William Guga, 9 anos, da comunidade de Castainho, também curtiu a apresentação do Mototóti e estava entusiasmado após participar da oficina Jogos e Brincadeiras. Todos as crianças ao final da encenação receberam um cartão ilustrado como lembrança do grupo gaúcho. Mais um gesto afetuoso do Mototóti com as crianças de Castainho.</p>
<p>Durante o Festival de Inverno, Castainho recebe crianças, adolescentes e jovens de outras comunidades quilombolas &#8211; Estrela, Timbó, Tigre, Estiva, Caluête – que aproveitam as oficinas de dança, percussão e jogos e brincadeiras.</p>
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		<title>Frevo, afoxé e coco animam o público do Palco de Cultura Popular</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 18:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Roberto Moraes Filho Proporcionando uma programação que abrange as diversas representações artísticas de Pernambuco, o Palco de Cultura Popular realizou na tarde de segunda-feira (20), durante o 25° Festival de Inverno de Garanhuns, um grande encontro de ritmos como o frevo, coco e afoxé. Entre os destaques do polo, a Troça Carnavalesca Mista o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por: Roberto Moraes Filho</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Proporcionando uma programação que abrange as diversas representações artísticas de Pernambuco, o Palco de Cultura Popular realizou na tarde de segunda-feira (20), durante o 25° Festival de Inverno de Garanhuns, um grande encontro de ritmos como o frevo, coco e afoxé. Entre os destaques do polo, a Troça Carnavalesca Mista o Bagaço é Meu, de Olinda, realizou um belo cortejo pela avenida Santo Antônio até a chegada ao palco, entoando frevos consagrados dos festejos de momo, como &#8216;Vassourinhas&#8217;, &#8216;Mosquetão&#8217; e &#8216;Elefante&#8217;.</p>
<div id="attachment_27756" aria-labelledby="figcaption_attachment_27756" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Troca-Carnavalesca-Mista-o-Bagaço-e-Meu-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-de-Normando-Siqueira.jpg"><img class="size-medium wp-image-27756" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Troca-Carnavalesca-Mista-o-Bagaço-e-Meu-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-de-Normando-Siqueira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação da Troça Carnavalesca Mista O Bagaço é Meu, de Olinda.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Segundo a presidente da agremiação, Jandira Elias, este é o 4° ano que a troça se apresenta no festival. &#8220;Viemos com 50 integrantes, entre passistas e componentes da nossa orquestra, e é sempre uma satisfação muito grande trazer um pouco da tradição carnavalesca de Olinda para o FIG&#8221;, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra agremiação carnavalesca que também animou o público foi o Bloco Rural Caravana Andaluza, sendo o mais antigo em atuação na cidade de Tracunhaém. Originado no Engenho Abreu, no ano de 1963, o bloco apresentou ao público suas próprias toadas, inspiradas nas tradições rurais da Mata Norte de Pernambuco. &#8220;Queríamos demonstrar o que já possuímos de tradição ao longo destes 52 anos de atuação&#8221;, explicou Givaldo Francisco de Souza, que há 25 anos lidera o bloco.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Marcelo Mello, autônomo que veio do Recife com a família, para passar a temporada no festival, as apresentações de cultura popular são as mais chamam a atenção. &#8220;Sempre frequento este espaço durante o FIG. É o meu preferido, especialmente por proporcionar uma festividade que vai de encontro a variedade da cultura&#8221;, disse Marcelo, acompanhado da esposa e filhas.</p>
<div id="attachment_27757" aria-labelledby="figcaption_attachment_27757" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Afoxe-Omin-Saba-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Normando-Siqueira.jpg"><img class="size-medium wp-image-27757" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Afoxe-Omin-Saba-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Normando-Siqueira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Afoxé Omin Sabá, com danças e músicas dedicadas a Iemanjá.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Demonstrando rituais de matrizes africanas, o Afoxé Omin Sabá agregou em sua apresentação, um repertório musical fortemente inspirado nas histórias e lendas envolvendo Iemanjá. Ao som de agogôs e atabaques, o grupo atribuiu no palco, além do sentido de sua formação artística, iniciada no Recife em 2002, a luta pela igualdade racial e pela não violência contra mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nosso trabalho social é desenvolvido há 13 anos, possuindo como foco a desmistificação da negatividade sobre culturas de matrizes africanas em Pernambuco. O Afoxé Omin Sabá não representa apenas a arte que é vista pelo público, mas também a luta que ele atribui para que as tradições dos povos de terreiro sejam respeitadas pela sociedade&#8221; ressaltou Marcos Silva, vocalista do grupo.</p>
<div id="attachment_27758" aria-labelledby="figcaption_attachment_27758" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Afoxe-Omin-Saba-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Normando-Siqueira-foto-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-27758" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Afoxe-Omin-Saba-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Normando-Siqueira-foto-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Omin Sabá</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na plateia, Ana Paula Freire, dona de casa que acompanhava o show com a filha Letícia, de 7 anos, a vivência da apresentação significou conhecer de forma mais coerente a cultura dos grupos artísticos de terreiros em Pernambuco. &#8220;Já tive a oportunidade de assistir outros afoxés, mas este me ensinou algo mais além do que apenas danças e cânticos. Adorei a apresentação e o ritmo do grupo&#8221;, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as últimas atrações do polo, o grupo As Filhas do Coco, de Olinda, homenagearam a saudosa Dona Selma, convidando Poliana Sabrina Pena Ferreira, neta da eterna rainha do coco, para fazer parte da apresentação. Dançando como a avó, a menina de apenas 10 anos interpretou &#8220;A Rolinha&#8221;, encantando e sendo acompanhada pelo público presente. Após a apresentação, Sabrina falou com a equipe de Cultura PE e disse &#8220;Vou continuar o legado de minha avó e estarei lançando o CD &#8216;Netas de Selma Mirim&#8217;, em breve&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda animaram o polo a Troça Carnavalesca Mista Os Ciganos e o Clube de Bonecos Morena Tropicana, transformando o final de tarde no centro de Garanhuns em uma verdadeira prévia carnavalesca, regada ao som de antigos sucessos do frevo. E hoje nesta terça-feira (21), a programação do Palco de Cultura Popular continua! Entre os destaques, o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, um dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, estará se apresentando a partir das 17h.</p>
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