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	<title>Portal Cultura PE &#187; 25º FIG</title>
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		<title>25º Festival de Inverno de Garanhuns &#124; Música</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 20:56:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E lá se vai mais um FIG&#8230; nesta 25ª edição, pudemos ver e ouvir o melhor da nossa música brasileira. Inúmeros artistas deram o seu recado para um público, em geral, grandioso e animado. Pop, rock, MPB, instrumental, samba, forró, música romântica&#8230; todos os estilos e sotaques do nosso país estiveram presentes nos 105 shows [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>E lá se vai mais um FIG&#8230; nesta 25ª edição, pudemos ver e ouvir o melhor da nossa música brasileira. Inúmeros artistas deram o seu recado para um público, em geral, grandioso e animado. Pop, rock, MPB, instrumental, samba, forró, música romântica&#8230; todos os estilos e sotaques do nosso país estiveram presentes nos 105 shows que movimentaram os palcos de Garanhuns durante estes 10 dias. Confira nas fotos como foi e mate um pouquinho da saudade&#8230; é só clicar em um dos palcos..</p>
<p><strong><a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/albums/72157653673491763/page3" target="_blank">Palco Mestre Dominguinhos</a></strong><br />
<a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/sets/72157655641346979" target="_blank"><strong>Palco Pop/Forró</strong></a><br />
<strong><a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/sets/72157656190851121" target="_blank">Palco Instrumental</a></strong><br />
<a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/sets/72157655994658226" target="_blank"><strong>Música Erudita na Igreja</strong></a></p>
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		<title>Johnny Hooker e um carpe diem coletivo no Palco Pop</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2015 20:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Se há alguém que, pode-se dizer sem titubear, está na crista da onda, esse alguém se chama Johnny Hooker. O mais novo furacão da música brasileira chegou neste Festival de Inverno de Garanhuns bafejado pela magia do sucesso estrondoso que vem colhendo com o seu disco Eu vou fazer uma macumba [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19844663089_55043e8b67_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28232" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19844663089_55043e8b67_z-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>Se há alguém que, pode-se dizer sem titubear, está na crista da onda, esse alguém se chama <strong>Johnny Hooke</strong>r. O mais novo furacão da música brasileira chegou neste Festival de Inverno de Garanhuns bafejado pela magia do sucesso estrondoso que vem colhendo com o seu disco <em>Eu vou fazer uma macumba pra te amarrar, maldito!</em> O Palco Pop estava em polvorosa, em sua última noite, neste sábado (25), para receber o jovem – que, entre outras, foi agraciado como Melhor Cantor de Música Popular, no 26º Prêmio da Música Brasileira. Não tinha pra onde: a noite era toda dele!</p>
<p>Minutos antes de entrar no palco, Johnny dava os últimos retoques no figurino, e, do camarim, podia ouvir os gritos do público, chamando seu nome. O sucesso superlativo que se intensificou de forma absurda nos últimos dois meses tanto assusta quanto dá orgulho. “<em>É o fruto de um trabalho pelo qual lutei durante muitos anos e significa muito pra mim. Eu </em><em id="__mceDel">acho que estou no lugar onde eu mereço estar!”</em>, confessou. Era chegada a hora de assumir a persona artística e se jogar no palco, onde tudo é possível.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19842894068_14bcc4fd39_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28234" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19842894068_14bcc4fd39_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A música que dá título ao disco é quem abre o show. E no primeiro insinuar de sua aparição, os berros e histeria são ensurdecedores. O público se rasga, se descabela e se desespera. É impressionante o fascínio que Johny excerce sobre sua plateia. Em palco, a sensualidade do cantor aflora, como se seduzisse as pessoas <em>full time</em>. E é bem assim que funciona. “<em>Vocês pensam que eu tô aqui cantando. Eu tô beijando vocês na boca, o tempo todo</em>”, diz ele, em determinado momento do show. A resposta, claro, são os gritos do público, que, fecha os olhos, canta TODAS as músicas, estica os braços em direção ao palco, tentando pegá-lo, tocá-lo, de alguma forma que seja, nem que seja comendo-o com os olhos.</p>
<p>Essa catarse que acontece durante o show de Johnny se deve um tanto à persona que ele encarna em suas canções e em cima do palco, e que gera uma identificação instantânea do público. Cada pessoa se reconhece ali. No show de Johnny, é como se estivéssemos em um cabaré, em um inferninho desses de hoje, com paredes pichadas e cheiro de suor, cigarro e sexo exalando por todos os lados. Esse lugar onde todos gostam de estar pra exorcizar as dores de um “amor marginal” e se jogar em outra aventura, sem medo. Essa figura altiva, cheia de libido, e que dá a volta por cima, é Johnny Hooker, diva e símbolo inconteste desse carpe diem coletivo. “<em>Eu estou aqui desde as 16h, esperando o show dele. Não comi ainda, não fiz nada hoje, só esperando Johnny! E eu curto muito o som dele, porque as músicas dele falam da minha vida!</em>”, disse Camila Maria, 18 anos, de Garanhuns, que estava enlouquecida, na frente do palco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19408541344_3e694be38f_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28233" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19408541344_3e694be38f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Na radiola que toca no inferninho, surgem bregas, salsas, mas com aquela boa e farta pitada de rebeldia rock. Por entre as canções do disco, como <em>Alma sebosa</em>, <em>Boyzinho</em>, <em>Boato</em>, ele manda uma de Jorge Mautner, <em>Vampiro</em>. Sentado, com uma taça de vinho em mãos, apenas acompanhado pelo violão, Johnny canta que “<em>bebe o sangue do meninos e meninas que vê</em>”. Vê-se, então, na plateia, muitos ofertando a nuca, prontos para serem degustados pelo cantor. Ao (quase) encerrar, Johnny deixa o palco já tendo de retornar, a pedidos da plateia. Ainda era pouco pra eles. Ao som de <em>Volta</em>, canção que está na trilha do filme <em>Tatuagem</em>, Johnny atende ao público. Não cosneguiria sair dali sem esses bis.</p>
<p>“<em>E a gente se pega, se borra e se morde</em>”, eis o chamamento de <em>Desbunde geral</em>, frevo que encerra o show, onde Johnny Hooker prova ser, de fato, desses artistas que chegou pra causar um sacolejo de liberdade e libertinagem no palco e no público, fazê-lo pegar fogo!</p>
<p>Johnny, sem dúvida, lacrou!</p>
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		<title>Maestro Duda dá aula de música no Palco Instrumental do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 15:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Quem acompanhou o encerramento da noite desta sexta (24), no Palco Instrumental (Parque Ruber Van Der Linden), teve o privilégio de ver, ouvir e conhecer um pouco da obra de um dos nomes mais importantes da nossa música. No auge dos seus 80 anos, o Maestro Duda, Patrimônio Vivo de Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Quem acompanhou o encerramento da noite desta sexta (24), no Palco Instrumental (Parque Ruber Van Der Linden), teve o privilégio de ver, ouvir e conhecer um pouco da obra de um dos nomes mais importantes da nossa música. No auge dos seus 80 anos, o Maestro Duda, Patrimônio Vivo de Pernambuco, mostrou ao público porque é arranjador e compositor respeitado de uma ponta a outra do estado.</p>
<div id="attachment_29736" aria-labelledby="figcaption_attachment_29736" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19882236578_23b7d13767_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29736" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19882236578_23b7d13767_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Duda</p></div>
<p>No show desta noite, Duda veio acompanhado de um quinteto de metais (tuba, trompa, trombone e dois trompetes) e um baterista. Segundo ele, a formação de metais é das mais clássicas, utilizada por nomes do quilate de Tchaikovsky, Beethoven e Mozart. &#8220;<em>Existe um preconceito quando se fala em música erudita, como se fosse somente o que eles fizeram na época deles. Mas pouca gente sabe que a música feita por eles era a música popular daquela região e daquele tempo. Assim como aqui a nossa música popular tem frevo, baião maracatu, choro. E tudo isso pode ser, e é, música erudita também</em>&#8220;, explica Duda.</p>
<p>E foi com números primorosos que ele conduziu a apresentação, cadenciada com explicações sobre a sua produção artística, e sobre elementos da música popular e erudita. Uma verdadeira aula. No repertório, ele apresentou músicas de sua autoria, como a <em>Suíte Recife</em>, ou, como ele mesmo chama, &#8220;<em>Suíte das mulheres lá de casa</em>&#8220;, composição dividida em várias partes, composta em homenagens a filhas, netas, esposa e nora. Daí, foi de um tudo: valsas, choro, frevo, aboio, arrasta-pé, entre outros.</p>
<p>Ao final da apresentação, Duda emocionou o público ao, de clarinete em mãos, homenagear o mestre Dominguinhos, excetuando a sua clássica <em>De volta pro aconchego</em>. E ficou o gostinho de quero mais&#8230;</p>
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		<title>Todos os sons do mundo no palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 15:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O Palco Pop retomou a sua programação nesta última quinta (23) com o palco completamente pernambucano. No entanto, trouxe músicos que trabalham com sonoridades muito diversas entre si, e que provam que a música produzida em nosso estado dialoga com sons do mundo inteiro. Publius, Rua, Jam da Silva e Maciel [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">O Palco Pop retomou a sua programação nesta última quinta (23) com o palco completamente pernambucano. No entanto, trouxe músicos que trabalham com sonoridades muito diversas entre si, e que provam que a música produzida em nosso estado dialoga com sons do mundo inteiro. Publius, Rua, Jam da Silva e Maciel Salú subiram ao palco para mostrar a pluralidade de estilos e sonoridades capazes de agregar possibilidades diversas, alimentando esse caleidoscópio musical que já nos é tão familiar e, ainda assim, original.</p>
<div id="attachment_28114" aria-labelledby="figcaption_attachment_28114" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19368203313_8d72dbb596_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28114" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19368203313_8d72dbb596_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Publius abriu a noite de shows no Pop</p></div>
<p>Jam da Silva é um dos artistas contemporâneos que mais flerta com esse caminho criativo. Lançando em Garanhuns o seu segundo disco solo, <em>Nord</em>, o percussionista &#8211; acompanhado de uma banda com um <em>feeling</em> apurado &#8211; trouxe ao palco canções que flertam com as mais variadas atmosferas sonoras do mundo, resultado de suas andanças por todo o planeta. &#8220;<em>Tem muito amor envolvido nesse disco. E eu fui atrás de pessoas de várias partes do mundo, gente com quem tenho afinidade, pra contribuir com esse trabalho, com essa busca por um som diferente do que eu já tinha feito no</em> Dia Santo<em> (1º álbum de Jam). Tem sido muito bom dar seguimento a esse ciclo de coisas boas que o </em>Nord<em> vem me trazendo</em>&#8220;, conta Jam.</p>
<div id="attachment_28106" aria-labelledby="figcaption_attachment_28106" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19964202046_3cd7a56b18_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28106" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19964202046_3cd7a56b18_z-600x486.jpg" width="600" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Jam da Silva em apresentação no palco Pop do FIG 2015</p></div>
<p>No show, o repertório do novo disco, como <em>Gaiola da Saudade</em>, <em>Saudade</em>, <em>Preto Mulato Branco</em>, <em>Burn The Night</em>,<em></em>entre outras. Momentos interessantes chamaram a atenção do público, como em <em>Dia Santo</em>, música-título do seu primeiro disco, quando Jam assume a bateria num solo em que explora sua veia rítmica de forma mais agressiva.</p>
<p>Quem veio após Jam foi um velho parceiro seu, dos tempos da Orchestra Santa Massa (do DJ Dolores). O músico Maciel Salú traz uma característica muito interessante em sua música: ele estaria muito bem colocado caso tocasse no Palco de Cultura Popular, ou caso estivesse no Palco Dominguinhos, assim como estava, então, no Palco Pop. A versatilidade da sua música é composta por traços que, aparentemente, podem soar rústicos, pois trazem de forma bem marcante matizes de nossas tradições populares, mas que tem o poder de acionar chaves de possibilidades musicais múltiplas e infindas quando ele consegue integrar a toda essa rusticidade caminhos que apontam pra águas de outras correntezas. &#8220;<em>Eu nunca rotulei minha música. Eu digo que minha música é mundo! O importante é o artista mostrar seu trabalho, da forma que mais lhe faça se sentir à vontade. Eu fico feliz por poder estar presente seja em festivais de rock ou de música popular, pois minha música não tem limitações. O cara pode estar no Japão, na África, no Brasil. A música vai se comunicar com ele da mesma forma, pois ela não tem fronteiras</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_28209" aria-labelledby="figcaption_attachment_28209" class="wp-caption img-width-503 alignnone" style="width: 503px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/maciel-salu.jpg"><img class="size-medium wp-image-28209" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/maciel-salu-503x486.jpg" width="503" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Salu encerrou a noite no palco Pop</p></div>
<p>Uma rabeca integrada a pedais, guitarras envenenadas, bateria instigada, percussões certeiras. Tudo isso em uma banda azeitada, &#8220;de cima&#8221;, como se diz no linguajar artístico. A música de Maciel ganha força no palco. A sua voz característica, envolta por essa sonoridade tão forte que se configura em torno de suas músicas, faz do show tanto uma grande festa como uma possibilidade de contemplação. No repertório, ele já apresenta canções do seu vindouro novo disco, <em>Baile de Rabeca</em>, além de músicas que fazem parte de sua trajetória, já registradas em três outros discos. <em>Casa Amarela</em>, <em>Damiana</em>, <em>A Pisada é Assim</em> e <em>Gaiola da Saudade</em> (a parceria dele com Jam da Silva, desta vez, em sua versão) foram algumas das canções que deram o tom do seu &#8220;Baile Pop&#8221;.</p>
<div id="attachment_28108" aria-labelledby="figcaption_attachment_28108" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19801761768_b831303e3b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28108" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19801761768_b831303e3b_z-607x442.jpg" width="607" height="442" /></a><p class="wp-caption-text">Show da Rua no palco Pop</p></div>
<p>Abriram a noite, no Palco Pop, o cantor, compositor e instrumentista, Publius, em show que apresentou a Garanhuns o seu 1º disco, Solo, e a banda Rua, que, &#8220;do absurdo ao limbo&#8221;, imprimiu uma atmosfera mais densa e inquietante ao sempre tão agitado palco. Música pra se sentir, muito além de só ouvir.</p>
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		<title>Silvério Pessoa dá aula sobre cultura popular para estudantes de Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/silverio-pessoa-da-aula-sobre-cultura-popular-para-estudantes-de-garanhuns/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 14:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A partir de uma iniciativa conjunta das secretarias estaduais de Cultura e de Educação, vários artistas que compõem a grade do 25º Festival de Inverno de Garanhuns têm visitado escolas públicas no município. O encontro com os alunos tem como proposta uma forma diferente de se utilizar da educação como ferramenta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">A partir de uma iniciativa conjunta das secretarias estaduais de Cultura e de Educação, vários artistas que compõem a grade do 25º Festival de Inverno de Garanhuns têm visitado escolas públicas no município. O encontro com os alunos tem como proposta uma forma diferente de se utilizar da educação como ferramenta formadora de cidadãos. Nesta última quinta (23), o cantor e compositor Silvério Pessoa marcou presença na Escola Estadual Henrique Dias, próxima ao Parque Euclides Dourado. No local, também funciona a Casa dos Pontos de Cultura, com oficinas e exposições.</p>
<div id="attachment_28222" aria-labelledby="figcaption_attachment_28222" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/silverio.jpg"><img class="size-medium wp-image-28222" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/silverio-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Cultura popular pernambucana foi o tema da conversa do artista com os alunos</p></div>
<p>Formado em pedagogia, Silvério sentiu-se à vontade dentro da sala de aula, local que há muitos anos fez parte do seu cotidiano, quando era professor de rede estadual de ensino, no município de Moreno, e que retomou nos últimos anos, lecionando na universidade. &#8220;<em>A escola sempre foi um terreno no qual eu me sinto muito à vontade. E era um sonho pra mim poder unir a educação e a música, que são duas coisas que fazem parte da minha vida</em>&#8220;. Em um formato de aula propriamente dita, Silvério discorreu sobre um assunto que lhe é muito caro: cultura pernambucana. O músico-professor falou sobre as matrizes de formação da nossa cultura (índios-portugueses-africanos) e nos elementos culturais surgidos a partir dessa junção. Nomes importantes que pensaram nossa formação cultural e social, como Gilberto Freyre, Celso Furtado, João Cabral de Melo Neto, Chico Science, foram lembrados por Silvério.</p>
<p>A abordagem de Silvério sobre a cultura popular procurou mostrar que ela está assentada em nosso tempo e que tem uma ligação muito forte com o que somos hoje, com o que nós nos identificamos de imediato, e que é constitutivo de nossa identidade mais essencial. Trazer essa discussão pra sala de aula, na sua opinião, é algo enriquecedor. &#8220;<em>A comunidade escolar conquista um grande espaço com isso. Pois você aproximar cultura popular da escola pública é, sem dúvida, um grande avanço na área pedagógica, porque estimula o educador a trabalhar com esse elemento primordial e também oferece ao aluno essa questão da dualidade da cultura popular, que, apesar de nos remeter aos nossos antepassados, ela é algo contemporâneo, que está inserida no mundo globalizado</em>&#8220;.</p>
<p>Entre os que acompanhavam a aula de Silvério, estava a pedagoga Viviane Rocha, que integra a Gerência Regional de Educação (GRE) do Agreste Meridional, com sede em Garanhuns. A professora, encantada com a apresentação de Silvério e com a temática abordada, comentou a experiência. &#8220;<em>Essa proposta é muito bacana, pois humaniza o artista. Quando ele chega no ambiente escolar, é visto e pode ser tocado como qualquer pessoa, esse link que o estudante pode fazer com o ídolo dele, aproxima a cultura do aluno. Rompe também essas barreiras entre cultura e escola/sala de aula/currículo. Traz a cultura (representada na figura do artista) pra junto do estudante. Eu entendo esse momento como algo que facilita a comunicação, o diálogo e que, de fato, produz conhecimento</em>&#8220;, declarou.</p>
<p>O artista também visitou, na manhã desta sexta (24), a Escola de Referência do Ensino Médio (EREM) Virgem do Socorro.</p>
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		<title>Começa a 11ª edição do Virtuosi na Serra em Garanhuns</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 18:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Começou nesta terça (21) o XI Virtuosi na Serra, festival de música erudita que integra a programação do Festival de Inverno de Garanhuns. Os concertos, já tradicionais no FIG, trazem para a cidade importantes instrumentistas da cena erudita contemporânea, com a proposta de levar ao público a variedade de expressões existentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Começou nesta terça (21) o <strong>XI Virtuosi na Serra</strong>, festival de música erudita que integra a programação do <strong>Festival de Inverno de Garanhuns</strong>. Os concertos, já tradicionais no FIG, trazem para a cidade importantes instrumentistas da cena erudita contemporânea, com a proposta de levar ao público a variedade de expressões existentes neste universo musical. Abrindo a programação, o acordeonista ucraniano <strong>Alexander Hrustevich</strong> apresentou o seu impressionante domínio do instrumento, trazendo nomes de primeira grandeza para a Igreja de Santo Antônio, onde a programação segue até esta quinta (23).</p>
<div id="attachment_27875" aria-labelledby="figcaption_attachment_27875" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19924604791_628588ceec_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27875" alt="Normando Siqueira/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19924604791_628588ceec_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O acordeonista ucraniano em apresentação no polo de música erudita do FIG</p></div>
<p>Alexander é colecionador de premiações em concursos internacionais e tem reconhecimento da crítica mundo afora. Ele é especialista em uma técnica conhecida como <em>bellow shake</em> (o que seria no Nordeste conhecido como &#8220;foleado&#8221;). Em sua segunda passagem por Garanhuns, ele apresentou obras de importantes autores,  como Vivaldi, Piazzolla, Rachmaninoff, Tchaikovsky, entre outros. O domínio e o apuro chamam a atenção, pela agilidade e robustez com que ele executa as peças em seu acordeom cromático (comum na Europa, com botões dos dois lados). O instrumentista foi aplaudido efusivamente ao final de todas as músicas.</p>
<p>O professor de acordeon Éder dos Santos, da Escola de Música Mestre Dominguinhos, de Garanhuns, levou 15 dos seus alunos para assistirem à apresentação. &#8220;<em>Ele é um músico excepcional e um dos mais importantes do mundo. Ele domina, como poucos, e com muita propriedade, a técnica do instrumento, o que é um prazer de assistir</em>&#8220;, pontuou. O jovem Matheus Cordeiro, 15 anos, estava entre os alunos que assistiu à apresentação. Aproveitou a oportunidade para presenteá-lo com um CD independente seu. O jovem disse viu.&#8221;<em>Tudo é aprendizado. E principalmente essa questão de colocar muita emoção e, ao mesmo tempo, dominar muito a técnica do instrumento</em>&#8220;, declarou.</p>
<p>A programação do XI Virtuosi na Serra continua. Confira as atrações:</p>
<p><strong>Quarta-feira, 22/7</strong><br />
21h – Daria Kiseleva, piano<br />
Vencedora do Concurso Internacional BNDES de Piano 2014</p>
<p><strong>Quinta-feira, 23/7</strong><br />
21h – Orquestra Jovem de Pernambuco – Homenagem a Ariano Suassuna<br />
Regência de Rafael Garcia</p>
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		<title>A noite em Garanhuns foi toda dos &#8220;mano&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 20:00:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Catarse total e absoluta! Garanhuns parou para receber uma das atrações mais aguardadas do FIG. Os Racionais MC&#8217;s reuniram, na Praça Mestre Dominguinhos, um público que tinha todas as letras na ponta da língua, inclusive, as músicas do novo álbum da banda, Cores e valores, lançado em dezembro do ano passado. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895960271_87b0b7436c_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27777" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895960271_87b0b7436c_z-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Catarse total e absoluta! Garanhuns parou para receber uma das atrações mais aguardadas do FIG. Os <strong>Racionais MC&#8217;s</strong> reuniram, na Praça Mestre Dominguinhos, um público que tinha todas as letras na ponta da língua, inclusive, as músicas do novo álbum da banda, <em>Cores e valores</em>, lançado em dezembro do ano passado. Ritmo e poesia, crítica social e muita instigação&#8230; era plena segunda (20)&#8230; eram 40 mil pessoas&#8230; e a voz da periferia ganhava todos os holofotes, dando o seu recado de forma contundente.</p>
<p>Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay subiram ao palco acompanhados de boa parte do grupo RZO e de outros parceiros de rap. Abriram o show com <em>Mil faces de um homem leal</em> e, na sequência, <em>Mente de um vilão</em>, dois singles independentes, que saíram antes do novo disco. E a resposta do público era de total intimidade com as músicas. Mãos pra cima e o grito, em forma de rima, de quem sente na força das palavras o poder da revolução. E o show era uma crescente, quando, em seguida, eles começaram a fazer um apanhado dos clássicos do repertório da banda, que levanta a bandeira do rap há 26 anos. <em>Negro drama</em>, <em>Jesus chorou</em>, <em>Vida Louca Parte II</em> e <em>Homem na Estrada</em> foram pontos altos dessa sequência.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702713860_cfa2fe1837_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27778" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702713860_cfa2fe1837_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Maior expoente do rap nacional, os Racionais MC&#8217;s sabem como comandar uma plateia. Hipnóticos, quase messiânicos, eles têm uma presença de palco e um domínio de público que impressionam qualquer um. Já na segunda metade do show, eles fizeram praticamente todo o novo disco, <em>Cores e valores</em>. E o coro garanhuense que os acompanhava continuou firme e forte. Para Mano Brown &#8220;<em>A ideia é globalizar a favela. A favela de São Paulo e a favela de Pernambuco falam uma língua só. E esse é o maior movimento que pode existir daqui pra frente. A favela globalizada, protestando, analisando, entendendo mais, sem ser teleguiado por ninguém, sem ser manipulado por ninguém. Seu líder é você!</em>&#8220;, disse Mano Brown, durante o show, no que foi ouvido atentamente.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19864434216_b4eebbc3a6_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27779" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19864434216_b4eebbc3a6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Admiro tudo que essa terra produz! Admiro Luiz Gonzaga! Luiz Gonzaga toca em São Paulo e toca em Pernambuco! Nós tocamos em Pernambuco e tocamos em São Paulo! É tudo música! E Pernambuco é muito mais, é Chico Science, é Lenine, Alceu Valença, é meu parceiro Zé Brown!</em>&#8220;, falou Mano Brown sobre a admiração por Pernambuco e a satisfação em estar se apresentando no FIG pela primeira vez.</p>
<p>O público também demonstrava, em cada grito, em cada entoar de verso, em cada gesto, essa alegria de poder ter a oportunidade de vê-los de perto. William Silva, 32, e Ana Clara dos Santos, 20, acompanharam o show inteiro, junto a outros amigos, colados na grade de proteção. Ambos de Garanhuns, viam um show de Racionais MC&#8217;s pela primeira vez. &#8220;<em>Desde os 10 anos que eu curto o som dos Racionais. Era um sonho meu ver um show deles e hoje foi sensacional. Os caras são f&#8230;!</em>&#8220;, disse Ana Clara. William, que registrava tudo, somando-se a coro de celulares que tiravam fotos e faziam vídeos, nem acreditou quando pediu a música Homem na Estrada e fora atendido pela banda. &#8220;<em>Esse foi o melhor show do festival, velho! Faz tempo que espero ver esses caras. O rap deles tem um jeito diferente de abrir a cabeça de quem curte! Eles falam da realidade do nosso país sem frescura. É o papo reto e verdadeiro!</em>&#8220;, disse.</p>
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		<title>Rivotrill mais impressionante do que nunca</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 21:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A música é feita de (re)encontros. E é feita de humanidade e inspirações que nascem dessas coletividades. Uniões férteis que dão cria a possibilidades inimagináveis de experimentação sonora. Uma das mais importantes e surpreendentes criações, representante de uma geração não só inventiva, mas profundamente intuitiva, é o Rivotrill. O trio (daí [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27781" aria-labelledby="figcaption_attachment_27781" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702789288_baa784e46c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27781" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702789288_baa784e46c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Rivotrill marcou reencontro do grupo após 3 anos afastados dos palcos</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A música é feita de (re)encontros. E é feita de humanidade e inspirações que nascem dessas coletividades. Uniões férteis que dão cria a possibilidades inimagináveis de experimentação sonora. Uma das mais importantes e surpreendentes criações, representante de uma geração não só inventiva, mas profundamente intuitiva, é o <strong>Rivotrill</strong>. O trio (daí o trocadilho), após três anos sem subir nos palcos, se reencontrou, na noite deste domingo (19), no Palco Instrumental do 25º FIG (Parque Ruber Van Der Linden), e presenteou o público com um show em que queixos caídos e olhares magnetizados traduziam o impacto sonoro produzido pelo grupo, que, sim, continua em plena forma.</p>
<p>O clima antes do show era de ansiedade. O percussionista Lucas dos Prazeres não escondia o nervosismo. &#8220;<em>Meu velho, eu não imaginava que a gente fosse voltar agora! Estou aqui em estado de graça, esperando por esse momento</em>&#8220;. O flautista Júnior Crato se concentrava para a apresentação de logo mais. &#8220;<em>A gente teve, praticamente, um encontro para definir o repertório desse show. Não tivemos uma bateria de ensaios, e aí que a gente só vai saber como vai fazer quando estivermos em cima do palco. O bom é que rola esse </em>feeling<em> entre a gente, então, não tem mistério</em>&#8220;, contou. Outro motivo pra se comemorar na noite foi o aniversário do baixista Lucas Crasto, que, há três anos, fez sua primeira (e, até então, única) apresentação com o Rivotrill. Os 31 anos, portanto, foram comemorados em grande estilo.</p>
<div id="attachment_27783" aria-labelledby="figcaption_attachment_27783" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702828168_84730c3a99_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27783" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702828168_84730c3a99_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Júnior Crato</p></div>
<p>Um público gigante foi ver a apresentação, que prometia esborrar emoção e matar toda essa saudade. A energia que toma conta do palco quando o Rivotrill se apresenta é algo que sempre impressiona. E o <em>feeling</em>, citado por Júnior Crato, estava lá. A intensidade e a leveza da músicas do trio se alternavam numa frequência que emanava de cada um dos músicos, sem a necessidade de roteiro pré-definido. E isso é o que se destaca, sem dúvida, no som deles: toda a sinergia a serviço da música&#8230; a comunicação é corporal, no olhar, nas vibrações sonoras (e, por que não, espirituais?) de cada instrumento. Sem mais explicações.</p>
<div id="attachment_27787" aria-labelledby="figcaption_attachment_27787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-27787" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres</p></div>
<p>O repertório foi baseado no primeiro disco do grupo, <em>Curva de vento</em> (2007), e apresentou, ainda, duas músicas do novo disco (previsto para ser lançado em 2017, comemorando uma década do primogênito), chamadas <em>Cid, o menino que escalava montanhas</em> e <em>Cratos</em> (ou <em>Kratos</em>, ou <em>Kratus</em>&#8230; a grafia do nome ainda está sendo definida pela banda), uma música de Luiz Gonzaga e outra de Geraldo Vandré. Uma mistura que fez o Rivotrill incursionar tanto em uma leve retrospectiva como deliciar um público com o sabor de novidade.</p>
<div id="attachment_27788" aria-labelledby="figcaption_attachment_27788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895808451_72af752a84_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27788" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895808451_72af752a84_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas Crasto</p></div>
<p>A base segura do baixo de Lucas Crasto, a flauta etérea de Júnior Crato e a percussão arrasadora de Lucas dos Prazeres se juntaram novamente! O resultado foi um show instigante e hipnótico, que já dá mostras do que ainda está por vir. O entrosamento entre os três continua sendo sintonia pura. Depois do show, a alma lavada. &#8220;<em>Além do amor que existe entre nós, existe a admiração mútua de um pelo talento do outro. E isso é maior do que qualquer ensaio. E também a resposta do público, que foi maravilhosa. E isso só vem mostrar a gente que a música, essa magia da música que toca as pessoas, essa festa, é uma vivência que vai além do palco, que deve se estender ao público, ao coletivo, trazer toda essa energia pro palco com a gente, que vai se perpetuar pra sempre. Todas as vezes que a gente se encontrar, vai ser pra festejar e celebrar esse grande encontro</em>&#8220;, contou Lucas dos Prazeres, após o show.</p>
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		<title>Palco &#8220;Pernambucano&#8221; Dominguinhos em noite de lançamentos</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 19:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Olinda inteira desceu ladeira, subiu a serra e chegou em Garanhuns em forma de música! O Palco Dominguinhos se viu tomado, neste sábado (18), por boa parte da Cidade Alta, que foi muito bem representada por duas das bandas mais expressivas do cenário musical. Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda vieram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27660" aria-labelledby="figcaption_attachment_27660" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19644926029_d70b573f0c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27660" alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19644926029_d70b573f0c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Contemporânea instigou o público com seu novo álbum, &#8220;Bomfim&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>Olinda inteira desceu ladeira, subiu a serra e chegou em Garanhuns em forma de música! O Palco Dominguinhos se viu tomado, neste sábado (18), por boa parte da Cidade Alta, que foi muito bem representada por duas das bandas mais expressivas do cenário musical. Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda vieram nos presentear, por mais uma vez, com a energia desse lugar que é de todos os lugares, cores e sons. Coroando a noite, a presença arrebatadora e fundamental de Lenine, que encerrou a programação.</p>
<div id="attachment_28616" aria-labelledby="figcaption_attachment_28616" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/eddie.jpg"><img class="size-medium wp-image-28616 " alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/eddie-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio, em apresentação da banda Eddie, com seu novo disco, &#8220;Morte e Vida&#8221;</p></div>
<p><em>Morte e vida</em> é o nome do novo disco da banda Eddie. E foi esse trabalho que subiu, pela primeira vez, num palco pernambucano, estreando no FIG 2015. O novo disco vem reforçar o talento da Eddie para a malemolência. Ao passo em que traz letras mais contundentes, mais narrativas, o disco ainda mantêm o já conhecido balanço olindense, que é marca da banda. E foi justamente isso que se viu no palco e na plateia: público arriscando seus passinhos em meio à garoa de Garanhuns. Um bailinho olindense daqueles&#8230; que, como não poderia deixar de ser, também teve direito a antigos sucessos da Eddie, como <em>Pode me chamar</em>, <em>Vida boa</em>, entre outras.</p>
<p>Sai Olinda. Entra Olinda. Uma Olinda e suas várias Olindas, resumidas em um nome: <em>Bomfim</em>. O disco é o terceiro da <em>big band</em> Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), que já traz no nome a chancela e garantia fundamental de boa música. Também sendo lançado neste FIG, <em>Bomfim</em> é a consolidação da identidade musical deste momento da OCO, que se iniciou no primeiro disco, de 2008. O novo show é um mix dos três álbuns, obviamente com predominância do novo disco, que ganhou os olhares do público pernambucano (assim como dos que vieram de fora) pela primeira vez. &#8220;<em>Os nossos dois primeiros CDs surgiram a partir do repertório que a gente já experimentava no palco. O </em>Bomfim<em>, não. Estamos tocando muitas dessas músicas pela primeira vez em cima do palco. Então, é uma novidade. No entanto, os nossos shows já costumam ter um esqueleto, um caminho, ao qual nós agregamos músicas deste último, criando esse novo show, que tem um pouco de cada um dos três discos</em>&#8220;, contou Juliano Holanda, guitarrista e um dos compositores da OCO.</p>
<p>E eis que a Orquestra fez o que melhor sabe: uma mistura fina entre arranjos sofisticados e energia e ritmo que chamam à dança, ao requebrar do corpo. <em>Pode ir</em>, <em>Amara Preta</em>, <em>No Caldo</em>, <em>Não me falta</em> se juntaram a sucessos antigos como <em>Sereia</em>, <em>Falar pra ficar</em> e <em>Ciranda de Maluco</em> (canção de Otto que já foi incorporada ao repertório da OCO há algum tempo). O resultado disso em palco é instigação pura. Que o diga a olindense Girlaine Santos, 47 anos, que há 18 vive em Maceió (AL). Muitíssimo animada , à beira do palco, ela contou que nunca perdeu de vista a cena musical pernambucana. &#8220;<em>Eu, sempre que posso,  venho pra cá, pra poder assistir aos shows. Gosto de Eddie, Mombojó, Mundo Livre, Lenine&#8230; e a Orquestra Contemporânea principalmente, pois eles misturam de tudo e dá nessa música deles, que é boa demais!</em>&#8220;, declarou.</p>
<p><strong>A força da música e do amor</strong></p>
<div id="attachment_27661" aria-labelledby="figcaption_attachment_27661" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19823761832_d9513d1f97_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27661 " alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19823761832_d9513d1f97_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine fez um show arrebatador no Palco Dominguinhos</p></div>
<p>&#8220;<em>Eu dedico esta noite&#8230; e todas as noites&#8230; as que vieram e as que virão, a &#8216;Seu Geraldo&#8217;</em>&#8220;, disse Lenine, acompanhado por um grito explosivo de força do público que estava na Praça Mestre Dominguinhos. Em palco, o cantor homenageou o pai, falecido recentemente. Em palco, ele fez o chamamento à sua música: ela o empoderou de amor, de grandeza&#8230; este amor que ele devota aos pais, e que o levou a fazer da música a sua mais poderosa arma e alicerce fundamental. Tudo tem muito a ver. A presença dele, nesta noite, também. Foi bonito e importante vê-lo no palco, num show arrebatador.</p>
<p><em>Carbono</em>&#8230; assim se chama o novo álbum de Lenine. Um trabalho que reúne dezenas de parceiros, antigos e novos, num dos discos mais plurais de Lenine. E <em>Castanho</em>, música que abre o disco e o show (também encerrando-o), fala bem disso: &#8220;<em>O que eu sou / eu sou em par / Não cheguei sozinho</em>&#8220;. E essa presença fundamental do coletivo em sua vida foi o combustível para o show de ontem. A parceria do público que respondia com vibração a cada uma das músicas do show, e que ganhava mais intensidade nos momentos mais instigados, foi a prova viva desta força de resistência que a música dá a quem vive dela. &#8220;<em>Canções da minha dor / Canções do meu pesar / Canções do meu amor / Canções do meu amar</em>&#8220;, continua a letra de <em>Castanho</em>, em plenitude de emoções.</p>
<p>Forte, instigante e instigador, Lenine trouxe novas músicas, como <em>O Impossível vem pra ficar, Cupim de Ferro, Grafite Diamante, Quem leva a vida sou eu</em>, numa pegada pesada e ao mesmo tempo malemolente. Corresponderam à altura. Canções de outros discos, como <em>A rede</em>, <em>Paciência</em>, <em>Na Pressão</em>, <em>Candeeiro Encantado</em> (com uma banda instigada, interagindo com as mudanças de andamento da música), também entraram no repertório, que contou com 25 canções&#8230; por volta das 3h45 da manhã, Lenine encerrava o show que lhe lavara a alma, que lhe pôs humano e gigante de espírito diante de milhares de pessoas.</p>
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		<title>Fafá de Belém visita escola em Garanhuns</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2015 17:19:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Os alunos da Escola de Referência do Ensino Médio (EREM) Dom João da Mata Amaral, no bairro da Boa Vista, em Garanhuns, tiveram uma tarde diferente e, sem dúvida, inesquecível, nesta última sexta (17). A unidade de ensino recebeu a visita de uma das artistas da programação do 25º Festival de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19598958638_acd55a3d30_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27547" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19598958638_acd55a3d30_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Os alunos da Escola de Referência do Ensino Médio (EREM) Dom João da Mata Amaral, no bairro da Boa Vista, em Garanhuns, tiveram uma tarde diferente e, sem dúvida, inesquecível, nesta última sexta (17). A unidade de ensino recebeu a visita de uma das artistas da programação do 25º Festival de Inverno de Garanhuns: a cantora Fafá de Belém. Emoção, euforia e muitos sorrisos estavam estampados nos rostos das crianças e jovens que puderam ver de perto e, ainda mais, ouvir a experiência de vida da cantora, num momento bem descontraído.</p>
<p>A ação é uma novidade no FIG deste ano: ao longo dos próximos dias, artistas que fazem parte da grade de música do festival irão ao encontro dos jovens garanhuenses para um bate-papo sobre processo criativo, cultura, inclusão e cidadania. A iniciativa firma uma parceria entre as secretarias estaduais de Cultura e Educação, com o intuito de proporcionar aos alunos uma formação cidadã, que pode ser mediada através de momentos que vão muito além da grade curricular habitual. &#8220;<em>Esse momento aqui só vem a fortalecer essa interação tão importante entre Cultura e Educação. E também reafirmar esse entendimento de que a formação do aluno não se dá apenas na escola. Ela precisa ser responsabilidade de toda a sociedade. E é nesse sentido que os artistas vêm contribuir: na criação de uma nova escola, que consiga formar um estudante que pensa, interage, desafia e que, principalmente, muda a realidade deste país. É esta escola que estamos tentando construir e esse momento, com certeza, tem um papel fundamental nisso</em>&#8220;, pontuou a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, que estava presente à ocasião.</p>
<div id="attachment_27549" aria-labelledby="figcaption_attachment_27549" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19600655259_a9e5047664_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27549" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19600655259_a9e5047664_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fafá também recebeu várias homenagens dos alunos</p></div>
<p>Bastante animada, como de costume, Fafá de Belém conversou com os alunos sobre sua experiência na música, dando dicas importantes e compartilhando conhecimentos de vida com os jovens. &#8220;<em>Isso aqui é espetacular! Acho que é importante agregar isso ao festival. Não é apenas chegar aqui, cantar e ir embora. Quem sempre fez e faz esse festival aqui são os pais, os tios, os parentes dessas crianças, e, futuramente, elas&#8230; e são a essas pessoas que devemos tamanha grandiosidade. Então, nada mais justo do que devolver essa importância pra elas. Descer um pouco do palco, &#8216;descer do salto&#8217; e olhar diretamente nos olhos deles é muito bom, viu?</em>&#8220;, celebrou a cantora. A homenageada do 25º FIG, a escritora Luzilá Gonçalves, também esteve presente e enalteceu o momento. &#8220;<em>É muito importante termos uma artista como Fafá de Belém, que é uma referência de integridade, simpatia e alegria para todos nós. Isso é uma provocação para o futuro, essas crianças conhecerem alguém como Fafá, que é um modelo de ser humano a ser seguido</em>&#8220;, disse.</p>
<p>E não ficou só por aí. Desta vez, Fafá não foi a artista, e sim a plateia. Ela assistiu a apresentações especiais de dança e música feitas pelos próprios alunos para recebê-la. Muitos desses jovens têm o sonho de ser artista e a presença de alguém como Fafá é um estímulo a mais para mostrar a cada um deles que é possível alcançar esses objetivos. As alunas Raiane Cavalcanti, 17, e Nayara Siqueira, 16, ficaram animadas com a presença de Fafá. &#8220;<em>Eu achei muito interessante esse momento de hoje. Principalmente porque pudemos apresentar a ela nosso projeto de música e de dança, feito pelos alunos daqui da escola. E ela trouxe algumas informações boas, falando sobre a música do Norte e do Nordeste. E foi importante pra gente ouvir isso</em>&#8220;, contou Raiane. &#8220;<em>Ela também proporcionou pra gente conhecer um pouco da cultura dela, e isso é legal, porque nós, garanhuenses, gostamos de conhecer coisas novas. O festival traz pra gente muitas coisas boas e diferentes. Essa aqui é uma delas, que traz a possibilidade de conhecermos a parte bonita do mundo, que se chama cultura, arte</em>&#8220;, completou Nayara.</p>
<div id="attachment_27550" aria-labelledby="figcaption_attachment_27550" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19598993870_afe06c9488_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27550" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19598993870_afe06c9488_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antes de se despedir, Fafá dançou forró</p></div>
<p>Para encerrar a passagem de Fafá pela escola, nada melhor do que um forrozinho bom pra esquentar. Animada que só ela, a cantora puxou vários alunos pra dança, fazendo a alegria dos meninos. Logo depois, ela se despediu e, com certeza, deixou algo muito importante para aqueles que a viram hoje: não a cantora Fafá de Belém, mas a cidadã Fafá de Belém, que, no seu papel de artista aclamada pelo Brasil, proporcionou muito além de emoção e entusiasmo, e sim acionou em cada uma dessas crianças a consciência de sua importância no processo de construção de uma sociedade mais atenta aos seus valores essenciais.</p>
<p>Confira as datas de visitas dos artistas às escolas:</p>
<p><strong>Terça-feira, 21/7<br />
</strong>16h &#8211; Joanna<strong></strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 22/7</strong><br />
16h – Quinteto Violado</p>
<p><strong>Quinta-feira, 23/7</strong><br />
16h – Silvério Pessoa</p>
<p><strong>Sexta-feira, 24/7</strong><br />
10h – Silvério Pessoa<br />
16h – Tiê</p>
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