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	<title>Portal Cultura PE &#187; 40 anos</title>
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		<title>Torre Malakoff recebe exposição Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113696" aria-labelledby="figcaption_attachment_113696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Henrique Torquato/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato.jpg"><img class="size-medium wp-image-113696" alt="Pedro Henrique Torquato/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestações culturais envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local</p></div>
<p>Alguém já definiu com propriedade que fotografar é congelar o tempo e preservar memórias. Gratificante no nosso caminhar do dia a dia, portanto, gerar lembranças e com elas contar nossas histórias. A Fundação Terra e a coordenação do curso de fotografia da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) uniram-se, nessa perspectiva, em torno da exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade para revelar os feitos da Instituição fincada em Arcoverde, Sertão de Pernambuco que tem promovido nas últimas quatro décadas o essencial serviço que é cuidar do próximo, sobretudo no amparo irrestrito aos mais vulneráveis.</p>
<p>“Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade vai além de uma mostra de fotos: é um convite para sentir, para se emocionar, para enxergar que, por trás de cada rosto, de cada sorriso, há uma história de superação e amor”, destaca a fotógrafa Renata Victor, curadora da mostra.</p>
<p>Com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a mostra ocupa a Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife) até o dia 27 de outubro. A visitação é gratuita, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h. Além da Unicap, a mostra tem patrocínio de Arcádia e Rei dos Acessórios.</p>
<p>Ao longo de sua permanência, a mostra conta com uma agenda cultural paralela, o que retrata a preocupação e o apoio da Fundação Terra também para com a preservação das nossas manifestações culturais. Nesta quinta-feira (3), das 10h às 12h, é realizada mais uma edição do Curso de Fotografia para Celular, com a fotógrafa Gisele Carvallo; no dia 10, no mesmo horário, ocorre a palestra Promoção Social na Fundação Terra, com Christiane Casal, coordenadora do Setor Social da Fundação; no dia 17, também das 10h às 12h, acontece a Oficina de Produção de Fuxico, com as Mulheres Grupo Artes da Terra apoiadas pela instituição; e no dia 27, das 15h às 17h, há a Oficina Samba de Coco, com arte-educadores da Fundação Terra.</p>
<p>“A exposição celebra 40 anos de solidariedade retratando, por meio de 40 imagens, o cotidiano das nossas atividades nas áreas de saúde, educação e ação social. As fotos capturadas por talentosos autores refletem com sensibilidade o impacto do trabalho da Fundação Terra. Esperamos que essa mostra inspire e permita a quem a visita um vislumbre do que foi construído ao longo dessas quatro décadas de serviços aos mais necessitados&#8221;, diz a presidente da Fundação, Ana Bretas de Vasconcellos.</p>
<p>A iniciativa expõe imagens do conjunto de mais de 200 fotos registradas pelos inscritos em concurso realizado pela instituição, juntamente com o curso de fotografia da Unicap, em etapa anterior à mostra. São registros de profissionais ou não, feitos por quem ama a arte de fotografar. “Cada fotografia revela uma história de luta, superação e esperança que renasce”, lembra Renata Victor, que também é coordenadora do curso da Unicap e uma das idealizadoras do projeto envolvendo concurso e exposição.</p>
<p>Integram a mostra 16 autores: Afonso Gutemberg, Américo Nunes, Arthur Botelho, Claudia Dalla Nora, Eulália Giles, Jacira Nascimento, Kalan Alves, Laura Cavalcanti, Luciana Dantas, Noélia Brito, Pedro H. Torquato, Roberta Tavares, Silvana Andrade, Thayná Virgínio, Valkíria Santos e Zarela Dias. A seleção das imagens foi feita por um júri composto pela presidente da Fundação Terra, Ana Flávia Bretas; os fotógrafos Thiago Medeiros, Renata Victor e Mariangela Chiari, que também é artista plástica, além da cerimonialista Tatiana Marques.</p>
<p>“Ao chegar na Torre Malakoff o visitante é envolvido por obras distribuídas em duas salas: uma dedicada aos projetos sociais e a outra à saúde e educação. Por meio das imagens as pessoas vislumbram atos de amor, trabalho árduo e dedicação. A Fundação Terra é isso: feita por pessoas que acreditam no poder do cuidado, que todos os dias escolhem mudar o mundo a seu redor. Cada foto é um fragmento dessa missão silenciosa e incansável, que transforma o impossível em realidade”, define Renata Victor.</p>
<p><strong>EDUCAÇÃO, SAÚDE E AÇÕES SOCIAIS -</strong> A educação gratuita e de qualidade é o alicerce da Fundação Terra, que atende mais de 900 crianças em suas duas escolas. Segundo Silvia Julião, coordenadora da área, além do currículo tradicional os alunos têm a oportunidade de participar de projetos inovadores, como robótica, informática e aulas de idiomas, incluindo inglês e francês.</p>
<p>Na sala que retrata o segmento, a exposição conta com objetos que simbolizam o compromisso com a formação integral das crianças: quimono, cordão de autismo, representando a inclusão na educação, medalhas conquistadas em competições de robótica, desenhos criativo e um poema especial escrito pelos estudantes em celebração aos 40 anos da Fundação. Uma pequena mesa com um prato simboliza o compromisso da instituição de garantir tanto a educação quanto a alimentação para as crianças. Um instrumento musical remete à Orquestra Sons da Terra, formada pelos alunos. Essa composição traz à mostra o clima de esperança e dedicação que permeia a atuação da Fundação no campo da educação.</p>
<p>Com relação a seu Setor Social, a Fundação vai além da promoção assistencial, facilitando iniciativas que valorizam a cultura local e abordam a importância da segurança alimentar para as famílias que assiste. A exposição mostra essa potencialidade, por meio das imagens, com foco na diversidade de serviços e projetos e a força da promoção social. O visitante é tocado pela intensidade dos projetos culturais, ancorados nas linguagens e manifestações do samba de coco, do maracatu e do boi, que envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local. Também conhece a arte das mulheres e o artesanato que impulsionam a geração de renda transformando suas vidas e contribuindo para seu processo de autonomia e empoderamento.</p>
<p>“Os projetos de base territorial, a exemplo dos Quintais Produtivos, são exemplos de incentivo e fortalecimento do desenvolvimento comunitário, com base na segurança alimentar e geração de renda, a partir da sustentabilidade e convivência com o semiárido”, lembra Chistiane Casal, coordenadora do Setor Social. Ela destaca ainda o Lar Domus Christi, com seu acolhimento integral a idosos em situação de vulnerabilidade. As imagens falam por si, transmitindo carinho e proteção no cuidado diário e mostrando o envelhecer com altivez, com os idosos também produzindo arte e cultura. “A exposição também revela as pinturas feitas por eles. É uma mostra dessa celebração do poder transformador da comunidade, com a Fundação Terra resgatando a dignidade e abrindo portas para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.&#8221;</p>
<p>A Fundação desempenha ainda um papel crucial na área da saúde por meio do Centro Especializado em Reabilitação Mens Sana (CER-IV), que atende pacientes de 35 municípios oferecendo reabilitação física, auditiva, visual e intelectual. Com mais de 120 mil procedimentos anuais, o centro é um pilar de acolhimento e recuperação, promovendo inclusão e dignidade para pessoas com deficiência.</p>
<p>“Dez fotografias da mostra capturam a essência do Mens Sana. Bilhetes emocionantes escritos por pacientes cujas vidas foram transformadas pelo cuidado recebido podem ser lidos pelos visitantes. As mensagens, repletas de gratidão e histórias de superação, estão disponíveis criando um diálogo direto entre quem chega à exposição e aqueles que foram beneficiados pelo centro”, destaca Liege Nogueira, coordenadora de Saúde da Instituição. “Um ambiente sonoro oferece também depoimentos de pacientes e profissionais do Centro de Reabilitação permitindo que as pessoas ouçam como o trabalho da Fundação tem sido capaz de devolver autonomia, esperança e qualidade de vida a tantos pacientes”, reflete.</p>
<p>A exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade também movimenta outro espaço especial, onde cada visitante tem a oportunidade de se conectar diretamente com as crianças, jovens ou idosos atendidos pela instituição em Arcoverde. Cada um deles escreveu, com muito carinho, um recadinho especial. Os que forem conhecer mais sobre o trabalho da Fundação vão poder também mandar suas mensagens para eles. Cada recadinho carinhoso muito acrescentará a essa corrente de solidariedade, afeto e esperança.</p>
<p>A instituição aproveita ainda este momento de celebração com a mostra para promover reflexão sobre a importância e dificuldades nas realizações de seus trabalhos, incentivando a prática das doações que muito faz a diferença na ampliação dos projetos que impactam milhares de vidas. Para contribuir, os visitantes da exposição podem escanear o QR code disponibilizado na mostra e realizar sua doação de forma rápida e segura.</p>
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		<title>Lançamento de livro e novas exposições marcam os 40 anos do Museu da Cidade do Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 18:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Museu-da-Cidade-do-Recife_40-anos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97851" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Museu-da-Cidade-do-Recife_40-anos-368x486.jpg" width="368" height="486" /></a></p>
<p>Ao completar 40 anos de existência, em 2022, o Museu da Cidade do Recife celebra a data com uma nova exposição de longa duração e um livro a ser lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) neste sábado (17), a partir das 16h, nas dependências do forte, localizado no bairro de São José.</p>
<p>Além do lançamento do livro &#8220;Museu da Cidade do Recife &#8211; 40 anos em Movimento&#8221; e da mostra homônima, será aberta a exposição temporária Coleção de Gravuras Roberto Cavalcanti. A programação terá início às 16h, com contação de história para crianças &#8211; contemplando o público infantil sempre presente no Museu. Às 17h, haverá o lançamento do livro e a abertura das exposições, ambas patrocinadas pela Cepe. A entrada é gratuita.</p>
<p>Em suas 164 páginas, o livro reúne textos de historiadores, arquitetos, jornalistas e pesquisadores sobre a origem do museu e sua evolução ao longo de quatro décadas, a relação que ele mantém com a cidade, as ações realizadas para o público (exposições, oficinas, atividades de educação patrimonial) e a importância do Forte das Cinco Pontas. O leitor vai descobrir, por exemplo, que no acervo iconográfico há mais de 200 mil imagens do Recife nos séculos 17, 19 e 20 até a década de 1980, além de 1.898 peças de cartografia do fim do século 19 e quase todo o século 20.</p>
<p>O título, organizado por Betânia Corrêa de Araújo, Emerson Pontes, Mariana Dantas e Sandro Vasconcelos, é ilustrado com fotos, mapas, gravuras e postais do acervo do museu. Está dividido em 12 artigos de autores diversos, entre eles o historiador Bruno Miranda, a arquiteta Amélia Reynaldo e o fotógrafo Josivan Rodrigues.</p>
<p><strong>Exposição de longa duração -</strong> A mostra homônima ao livro convida o visitante a fazer um passeio pela história do Recife por meio do acervo do museu. E mais do que isso, a compreender as transformações da cidade sempre em movimento, e a refletir sobre o seu futuro. Estarão expostas imagens de azulejos de diferentes épocas que fazem parte da coleção do museu. Também haverá a exibição de uma animação em vídeo, com a recomposição do prato que ilustra a capa do livro dos 40 anos do MCR.</p>
<p>Os fragmentos do prato foram encontrados na década de 1970, nas instalações do forte. <em>“A equipe de conservação do Museu recolheu os fragmentos dispersos e fez a recomposição do prato, realizando um trabalho conhecido como anastilose. E esse prato foi escolhido pelas pessoas que participaram das discussões do livro e da exposição por representar, simbolicamente, um pouco da história do museu e do Recife. A cidade é um conjunto de fragmentos que juntos formam uma unidade, assim como o MCR”</em>, explica a diretora do museu e curadora da exposição, Betânia Corrêa de Araújo.</p>
<p>A segunda parte da exposição propõe uma viagem através dos séculos, iniciando pelo 16, quando o Recife era um povoado que abrigava o porto de Olinda, onde os navios europeus atracavam para buscar madeira e açúcar. Uma gravura, pouco conhecida e que ilustra em detalhes esse período, faz parte da mostra e teve seu tamanho ampliado para facilitar a imersão do visitante.</p>
<p>Ao chegar ao século 17, marcado pela ocupação holandesa no Nordeste brasileiro, o público encontrará uma animação produzida a partir de uma pintura de Frans Post, que retrata a construção da Cidade Maurícia. No século 18, com a cidade reconquistada pelos portugueses, a mostra destaca o projeto de edificação de igrejas no Recife. Ao passear pelo século 19, o visitante vai contemplar pinhas e azulejos que embelezavam a cidade à época, além de ilustrações do desenhista Luís Schlappriz, sobre o cotidiano urbano.</p>
<p>No século 20, por meio de fotografias, documentos e vídeo, a exposição ressalta três momentos de transformações no Recife: a reforma do Porto, a construção da Avenida Guararapes na década de 1930, e a construção da Dantas Barreto e demolição da Igreja dos Martírios nos anos 1970. Sobre o século 21, a mostra evidencia a Coleção Recife 500 Anos, elaborada pela Cepe, Prefeitura do Recife, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Observatório do Recife. <em>“Grande parte das fotografias e mapas que estão nos livros da coleção fazem parte do acervo do museu. Destacamos a pujança dessa documentação histórica no sentido de pensar o futuro da cidade”</em>, afirma Betânia.</p>
<p><strong>Exposição “Coleção de Gravuras Roberto Cavalcanti” -</strong> O advogado, economista e colecionador Roberto Cavalcanti (1939-2020) adquiriu ao longo de sua vida 44 gravuras que retratam o Brasil, produzidas em um período de cerca de 250 anos, do século 17 ao 19. A coleção, de autores e editores diversos, foi doada ao museu pela família Cavalcanti de Albuquerque. Pela primeira vez, as peças serão expostas ao público, numa mostra com 120 dias de duração. Em março de 2023, um álbum com as gravuras será lançado pela Cepe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Museu da Cidade do Recife &#8211; 40 anos em movimento<br />
Abertura das exposições &#8220;Museu da Cidade do Recife &#8211; 40 anos em movimento&#8221; e &#8220;Coleção de Gravuras Roberto Cavalcanti&#8221;<br />
Quando: 17 de dezembro de 2022 (sábado)<br />
16h &#8211; Contação de histórias para crianças<br />
17h &#8211; Lançamento do livro e abertura das exposições<br />
Onde: Museu da Cidade do Recife / Forte das Cinco Pontas (bairro de São José, Centro)<br />
Funcionamento do museu: Quarta a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados e domingos, das 10h às 16h<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Em comemoração aos seus 40 anos, Maspe lança catálogo de seu acervo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-comemoracao-aos-seus-40-anos-maspe-lanca-catalogo-de-suas-obras/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 20:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[padre rinaldo]]></category>
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		<description><![CDATA[Prestes a completar 41 anos de atividades, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) se prepara para lançar o primeiro catálogo reunindo parte significativa do seu acervo permanente. A publicação, que tem apoio cultural da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), destaca, em 225 páginas, quase duzentas peças representativas das artes sacra e religiosa, em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59128" aria-labelledby="figcaption_attachment_59128" class="wp-caption img-width-381 alignright" style="width: 381px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/Capa-MASPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-59128 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/Capa-MASPE-381x486.jpg" width="381" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra registra o rico acervo do Maspe</p></div>
<p>Prestes a completar 41 anos de atividades, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) se prepara para lançar o primeiro catálogo reunindo parte significativa do seu acervo permanente. A publicação, que tem apoio cultural da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), destaca, em 225 páginas, quase duzentas peças representativas das artes sacra e religiosa, em diversas tipologias e estilos, sobretudo o barroco e o rococó, que datam dos séculos XVII ao XX. O lançamento da obra acontecerá na próxima terça-feira (3), a partir das 19h30, na sede do Maspe, no Alto da Sé, em Olinda.</p>
<p>O catálogo foi organizado pelo diretor do Museu, padre Rinaldo Pereira, e pelos historiadores Iron Mendes de Araújo Jr. e Anazuleide Ferreira. Consumiu um ano e meio de trabalho para a seleção das obras, que tiveram como critério de escolha a importância histórica, idade e relevância artística. Graficamente, a publicação foi ordenada de forma didática, em divisões que permitem ao leitor/visitante do museu compreender aspectos da produção sacra (culto ao sagrado) e religiosa (devoção ao sagrado) e sua influência na evolução histórica e cultural de Pernambuco. &#8220;<em>Uma peça carrega muito mais do que o seu valor. Por trás dela encontramos uma escola artística, um contexto social, além da religiosidade do povo&#8221;</em>, afirma padre Rinaldo Pereira.</p>
<p>Em suas subdivisões, que acolhem imagens, quadros, utensílios e vestimentas, quadros, relíquias e vestígios de edificações, o catálogo reserva preciosidades, como o Santo Antônio dos Arcos, imagem do antigo Arco de Santo Antônio do Recife (entrada da atual Rua 1º de Março), demolido em 1917; o conjunto de imagens que revelam o culto aos santos negros no Brasil e em outros países; o tabernáculo furtado da Igreja da Madre de Deus em 1976 e recuperado 40 anos depois; imagens decapitadas encontradas em escavações e cuja danificação é atribuída aos holandeses, entre outras.</p>
<p><strong>Patrimônio -</strong> No próximo dia 11 de abril, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco, equipamento da <strong>Secretaria de Cultura do Estado/Fundarpe</strong>, completará 41 anos de criação. O prédio, construído no século XVII e tombado como patrimônio histórico, uma das primeiras edificações da Vila de Olinda. Abrigou a Casa de Câmara e o Palácio Episcopal (1616), cujos painéis de azulejos portugueses, que resistiram ao tempo, também são destacados no catálogo a ser lançado. Para a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, <em>&#8220;a obra, além de festejar os 41 anos da instituição, deixa registrado o rico acervo do Maspe&#8221;</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do Catálogo do Museu de Arte Sacra de Pernambuco<br />
Quando: 3/4 (terça-feira), às 19h30<br />
Local: Museu de Arte Sacra de Pernambuco &#8211; Maspe (Rua Bispo Coutinho, 726, Carmo &#8211; Alto da Sé, Olinda)</p>
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