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	<title>Portal Cultura PE &#187; 80 anos</title>
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		<title>João Câmara atemporal no Mepe</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 18:48:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro A Caminho do Querétaro e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco. A exposição, que comemora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110120" aria-labelledby="figcaption_attachment_110120" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110120" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1-607x414.jpeg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco.</p>
<p>A exposição, que comemora os 80 anos de idade do artista, reúne 85 pinturas digitais em grande formato realizadas ao longo de uma década. O acervo também apresenta pinturas em óleo sobre tela, antigas e inéditas. A curadoria da mostra é assinada por Weydson Barros Leal e a produção por Vera Magalhães e Beth Marinho.</p>
<p>Além da exposição, são lançados nacionalmente o segundo livro de contos de Câmara, <em>A Caminho Querétaro</em>, da Topbooks Editora, e o catálogo com as obras digitais do artista, da DG Design Gráfico, que tem texto de Weydson Barros Leal.</p>
<div id="attachment_110122" aria-labelledby="figcaption_attachment_110122" class="wp-caption img-width-380 alignnone" style="width: 380px"><p class="wp-image-credit alignleft">DG Design Gráfico/Divulgção</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110122" alt="DG Design Gráfico/Divulgção" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26-380x486.jpeg" width="380" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do catálogo com as obras digitais do artista visual João Câmara</p></div>
<p><strong>DO ÓLEO EM TELA PARA O DIGITAL -</strong> Paralelamente a suas pinturas em óleo, João Câmara vem desenvolvendo obras digitais desde os anos 1990, com grande apreço popular e circulação em território nacional. As obras digitais são pintadas com programas de pintura eletrônica e processadas fisicamente em tela com tintas de pigmento.</p>
<p><strong>FICÇÃO -</strong> Além de artista visual, João Câmara também se dedicou à ficção. O artista publicou os títulos <em>Originais, Modelos, Réplicas</em> (1972), <em>Abishag, Hóspede Inevitável</em> (2012) e <em>Lidando com o Passado e Outros Lugares</em> (2022).</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Inauguração da exposição João Câmara: 80 anos e lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista -</strong> <em>quarta-feira (12), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, bairro Graças, Recife-PE). Período de visitação: de 13 de junho a 14 de julho, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 17h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)</em></p>
<div id="attachment_110121" aria-labelledby="figcaption_attachment_110121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110121" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-607x450.jpeg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
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		<title>Lia de Itamaracá: 80 anos de majestade de mãos dadas com o público</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 19:47:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Eu estava na beira da praia/ouvindo as pancadas/das águas do mar&#8230;&#8221; Não tem um pernambucano que não tenha completado os versos dessa música na cabeça. Existem controvérsias sobre a autoria da mais famosa das loas de ciranda, mas não sobre quem ela fala: Maria Madalena Correia do Nascimento, Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107698" aria-labelledby="figcaption_attachment_107698" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ytallo Barreto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-107698" alt="Ytallo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Rainha da Ciranda, Lia de Itamaracá</p></div>
<p>&#8220;Eu estava na beira da praia/ouvindo as pancadas/das águas do mar&#8230;&#8221; Não tem um pernambucano que não tenha completado os versos dessa música na cabeça. Existem controvérsias sobre a autoria da mais famosa das loas de ciranda, mas não sobre quem ela fala: Maria Madalena Correia do Nascimento, Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Exatamente há oito décadas, no Litoral Norte de Pernambuco, nascia uma majestade. A Rainha da Ciranda completa 80 anos nesta sexta-feira (12) com toda a pompa e circunstância merecida. O festival O Canto da Sereia, que segue até o domingo (14), na Praia de Jaguaribe, na Ilha de Itamaracá (PE), celebra o legado da artista em sua terra natal.</p>
<p>Em sua terceira edição, o festival chega em um formato especial que dialoga com todas as linguagens artísticas que Lia inspira com sua ciranda: música, dança, religiosidade, audiovisual, moda e literatura, além de muita festa. Realeza da mais democrática e diversa das danças, conquistou seu espaço na música brasileira depois de décadas de trabalho.</p>
<p>O Canto da Sereia conta com incentivo do 6º Edital do Programa de Fomento à Produção em Música de Pernambuco do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2021/2022 e apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Também conta com apoio da Prefeitura de Itamaracá, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, do Sesc Pernambuco, e da Prefeitura de Natal (RN).</p>
<p>“Eu me interessei pela música com 12 anos de idade. Com 19 anos assumi a responsabilidade de cantar, gravar e ganhar o mundo com a música. Na minha família ninguém canta, ninguém dança. Só eu que nasci com esse dom de cantar”, contou a cirandeira.</p>
<p>Filha de um agricultor e de uma empregada doméstica em uma família grande, com 18 irmãos, Lia ainda menina precisou largar os estudos para trabalhar. Aos 11 anos já fazia serviços na casa do patrão de sua mãe, local em que morou por mais de dez anos.</p>
<p>Foi só as 20 anos que a cantora conheceu a ciranda, ritmo que marcou toda sua trajetória e que a fez conquistar o posto de majestade. “Aqui não tinha ciranda. Só coco de roda, cavalo marinho, maracatu. Quando eu queria ver ciranda ia lá para o Pátio de São Pedro (Centro do Recife) ver alguma coisa para poder fazer a minha linha a partir dos mestres da ciranda”, relembrou sentada na varanda da Embaixada da Ciranda, em Itamaracá.</p>
<p>Questionada sobre o ritmo que ajudou a levar para o mundo, a cantora é taxativa: “Ciranda é uma dança de roda muito importante. Ela não nenhum preconceito. Dança todo o mundo. Começa com as crianças e vai até os adultos. É uma confraternização maravilhosa em que todos dão as mãos”.</p>
<p>Não é para qualquer um chegar aos 80 anos vivendo o pleno auge da carreira, com homenagens por diversos setores de nossa cultura. “As homenagens são maravilhosas e o mais importante é que estão vindo enquanto estou viva. Isso é o que mais me deixa feliz”, garantiu.</p>
<p>Além de ser a homenageada do Carnaval de Pernambuco, a mestra cirandeira é enredo de escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo e já foi tema de inúmeras exposições pelo País.</p>
<p>“O que eu sinto quando estou no palco cantando ciranda é felicidade e tranquilidade. É a melhor coisa do mundo para mim”, afirmou. Cantando, Lia já foi para França, Holanda, Portugal, Alemanha, Inglaterra e muitos outros países sempre levantando a bandeira da cultura popular de Pernambuco.</p>
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		<title>Patrimônio Vivo de Pernambucano, Jota Michiles celebra 80 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2023 20:30:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, cantor e compositor de vários sucessos carnavalesco, Jota Michiles completou 80 anos no dia 4 de fevereiro, e para comemorar a nova idade, reuniu a familiares e amigos em sua casa. Conversamos com Michiles sobre os grandes sucessos e sua trajetória. “O difícil é sempre fazer o fácil, criar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, cantor e compositor de vários sucessos carnavalesco, Jota Michiles completou 80 anos no dia 4 de fevereiro, e para comemorar a nova idade, reuniu a familiares e amigos em sua casa. Conversamos com Michiles sobre os grandes sucessos e sua trajetória.</p>
<p>“O difícil é sempre fazer o fácil, criar aquela música que as pessoas escutam pela primeira vez e saem por aí cantando”. Foi com essa filosofia estético-criativa que José Michiles da Silva, o Jota Michiles, construiu um repertório musical que está gravado no imaginário coletivo de quem ama o carnaval. As obras desse recifense, nascido em 4 de fevereiro de 1943, embalam a trilha sonora da alegria de muitas gerações. São mais de 150 músicas registradas na União Brasileira de Compositores (UBC).</p>
<p>“É muito gratificante ver como uma composição musical surgida na nossa intimidade, nossa solidão, de repente, se populariza na boca do povo, nas ruas, becos, ladeiras, nos bares, nas orquestras e nos clubes. É um prenúncio de muitos e muitos carnavais, assim como acontece com ‘Recife manhã de Sol’, ‘Recife nagô’, ‘Bom demais’, ‘Me segura senão eu caio’, ‘Diabo louro’, ‘Vampira’, ‘Espelho doido’, e outros mais”, destaca Michiles, citando alguns dos seus sons carnavalescos mais populares.</p>
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		<title>Patrimônio Vivo da cultura e do frevo pernambucano, J. Michiles celebra 80 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2023 11:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, o cantor e compositor Jota Michiles completou 80 anos neste último sábado (4) e, para comemorar a nova idade, reuniu toda sua família e vários amigos em sua casa, que fica no bairro de Campo Grande (Recife). O dia começou com uma reunião familiar para assistir um especial que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98768" aria-labelledby="figcaption_attachment_98768" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/80-anos-j-michiles-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-98768" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/80-anos-j-michiles-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A festa dos 80 anos foi realizada em sua casa, localizada em Campo Grande</p></div>
<p>Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, o cantor e compositor Jota Michiles completou 80 anos neste último sábado (4) e, para comemorar a nova idade, reuniu toda sua família e vários amigos em sua casa, que fica no bairro de Campo Grande (Recife).</p>
<p>O dia começou com uma reunião familiar para assistir um especial que foi exibido pela TV Globo em homenagem ao artista, que não resistiu a emoção e foi às lágrimas. <em>“Viver 80 anos já é um sonho, o que acontecer daqui para frente irei receber de braços abertos”</em>, disse Michilles.</p>
<div id="attachment_98769" aria-labelledby="figcaption_attachment_98769" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/80-anos-j-michiles-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-5.jpeg"><img class="size-medium wp-image-98769" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/80-anos-j-michiles-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Amigos e familiares se reuniram em torno dos 80 anos do grande compositor pernambucano</p></div>
<p>Michiles recebeu muitas ligações durante o dia, uma delas foi do amigo Geraldo Azevedo, que será uma dos homenageados do Carnaval do Recife. Durante os parabéns, os familiares entoaram canções marcantes do seu repertório, como: “Bom demais”, “Diabo louro”, “Adoro celulite”, entre outros.</p>
<p><strong>BREVE PERFIL &#8211; </strong>“O difícil é sempre fazer o fácil, criar aquela música que as pessoas escutam pela primeira vez e saem por aí cantando”. Foi com essa filosofia estético-criativa que José Michiles da Silva, o Jota Michiles, construiu um repertório musical que está gravado no imaginário coletivo de quem ama o carnaval. As obras desse recifense, nascido em 4 de fevereiro de 1943, embalam a trilha sonora da alegria de muitas gerações.São mais de 150 músicas registradas na União Brasileira de Compositores (UBC).</p>
<p>“É muito gratificante ver como uma composição musical surgida na nossa intimidade, nossa solidão, de repente, se populariza na boca do povo, nas ruas, becos, ladeiras, nos bares, nas orquestras e nos clubes. É um prenúncio de muitos e muitos carnavais, assim como acontece com ‘Recife manhã de Sol’, ‘Recife nagô’, ‘Bom demais’, ‘Me segura senão eu caio’, ‘Diabo louro’, ‘Vampira’, ‘Espelho doido’, e outros mais”, destaca Michiles, citando alguns dos seus sons carnavalescos mais populares.</p>
<p>“Jota Michiles é um compositor inacreditável, que trabalha com as nossas raízes e matrizes. Ele é frevo de bloco, frevo de rua, é ciranda, ele faz todos os gêneros da nossa cultura pernambucana”, exalta Alceu Valença. Foi com a ajuda do cantor e amigo que a carreira de Michiles ganhou um grande impulso.</p>
<p>Lançado em 1986, na voz do filho de São Bento do Una, o frevo “Bom demais” estourou e passou a fazer parte do repertório de centenas de orquestras, bandas e artistas solo. “Eu tenho mais que tá nessa/ Fazendo mesura na ponta do pé/ Quando o frevo começa/ Ninguém me segura/ Vem ver como é”, diz trecho da canção.</p>
<p>Depois desse impulso, ninguém mais segurou Jota Michiles. No ano seguinte, o frevo que faz referência a um dos pontos culturais e de encontros de Olinda, também gravado por Alceu, novamente colocou a criação do compositor na boca do povo e na ponta do pé de passistas profissionais ou eventuais.</p>
<p>Com “Me segura senão eu caio”, Michiles transformou em verso, melodia, harmonia e ritmo o roteiro afetivo-carnavalesco de quem chega na cidade do Homem da Meia-Noite e de outros bonecos gigantes, para curtir os dias de folia. A sequência de sucessos prosseguiu com obras gravadas pelo sempre parceiro Alceu Valença e por outros grandes nomes do cenário local e nacional.</p>
<p><strong>MOMENTOS MARCANTES DA CARREIRA -</strong> Homenageado do Carnaval do Recife 2018, junto com a cantora Nena Queiroga, Jota Michiles começou a alimentar a paixão pela festa ainda na infância. Naquele tempo, ele assistia encantado às passagens dos blocos e troças em bairros recifenses onde morou, como Campo Grande, Arruda e Água Fria.</p>
<p>A estreia como compositor, entretanto, não foi na seara carnavalesca. O acontecimento marcou-O positivamente para sempre. “Nesses mais de 50 anos de atividade musical, tive meu primeiro momento de emoção ao gravar uma canção intitulada ‘Não quero que chores’, com o grupo vocal The Golden Boys, em julho de 1964”, rememora.</p>
<p>Outro momento importante foi quando conquistou o primeiro lugar no concurso “Uma canção para o Recife”, instituído pela Prefeitura da Cidade, na gestão de Augusto Lucena, e pela Rádio Jornal do Commercio. A marcha “Recife, manhã de Sol” foi a vencedora, concorrendo com os mais consagrados compositores daquele momento, a exemplo de Capiba, Nelson Ferreira, Luiz Bandeira, Clóvis Pereira e Zé Menezes, e entre mais de 200 músicas inscritas.</p>
<p>“Recife, manhã de Sol” foi lançada em compacto pela lendária gravadora e fábrica de discos Rozenblit. Posteriormente ganhou diversas versões, incluindo a do cantor Orlando Dias – tio de Michiles – e Maria Bethânia, que a gravou para o disco “Asas do frevo”.</p>
<p><strong>BIOGRAFIA -</strong> Em fevereiro de 2013, a Cepe Editora lançou a biografia “Jota Michiles – Recife, Manhã de Sol”, escrita pelo jornalista Carlos Eduardo Amaral. A obra apresenta a história do filho de seu Romeu e dona Maria José, que chegou a trabalhar como professor de desenho industrial e história até ser reconhecido como um dos mais importantes compositores da música pernambucana.</p>
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		<title>Com programação intensa, Cine São José comemora 80 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 17:56:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cine São José, em Afogados da Ingazeira, completa 80 anos nesta quarta-feira (23) e dá início às atividades comemorativas, com debates, exibições e teatro na programação que segue até a próxima sexta-feira (25). Neste primeiro, a partir das 19h, haverá a exibição de um programa de curtas sobre cinemas de rua, logo em seguida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/80-anos.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-97394" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/80-anos-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Cine São José, em Afogados da Ingazeira, completa 80 anos nesta quarta-feira (23) e dá início às atividades comemorativas, com debates, exibições e teatro na programação que segue até a próxima sexta-feira (25). Neste primeiro, a partir das 19h, haverá a exibição de um programa de curtas sobre cinemas de rua, logo em seguida um bate papo com Bruna Tavares e William Tenório, pesquisadores e programadores do Cine São José, sobre Cinema, história e memória. A atividade será aberta ao público, com entrada gratuita.</p>
<p>Na quinta-feira, dia 24, haverá a apresentação do espetáculo &#8220;Luanda Ruanda &#8211; Histórias da África&#8221;, que intercala histórias da tradição oral com músicas e costumes populares de alguns lugares da África, pautado em lendas, mitos e contos com temática afro-brasileira, contadas e cantadas pela narratriz Stephany Metódio, pelo escritor, músico e compositor Alexandre Revoredo e pelo percussionista Nino Alves. A apresentação começará às 19h e o ingresso custará R$ 5 (preço único).</p>
<p>No dia 25 (sexta-feira), às 19h, haverá a exibição do longa-metragem em animação pernambucano &#8220;Além da Lenda&#8221;, produzido pela Viu Cine. No filme, os personagens do folclore brasileiro saem em defesa do Dia do Saci que está em perigo. A entrada custará R$ 5 (preço único). No sábado e domingo (26 e 27), também será possível assistir ao filme, em sessões também às 19h.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0202.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97395" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0202-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>ESPAÇO CULTURAL -</strong> O Cine São José é um patrimônio de Afogados da Ingazeira. Foi inaugurado em 1942 e reinaugurado no final de 2003, após ação da sociedade civil encabeçada pela Associação Cultural São José. Atualmente, pertence à Diocese de Afogados da Ingazeira, foi recentemente repassado plenamente para a gestão da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, que já era responsável por sua manutenção física, com consultoria da Pajeú Filmes na programação.<br />
História do Cinema.</p>
<p>O Cine Pajeú foi fundado em 23 de novembro de 1942, pelo comerciante afogadense Helvécio Lima. Na época a cidade de Afogados da Ingazeira ainda não contava com uma rede elétrica e o cinema tinha um gerador próprio para garantir as sessões em dias de feira na cidade. Na década seguinte o cinema foi vendido à Diocese Bom Senhor Jesus dos Remédios e teve seu nome alterado para Cine São José.</p>
<p>Ao longo das décadas seguintes o cinema foi administrado pela igreja e por alguns arrendatários, chegando a fechar nos anos 1980. Seu prédio deteriorado, ficou em ruínas, mantendo apenas a estrutura das paredes externas. A partir de 1994, com a organização da sociedade civil o espaço do cinema foi ocupado e uma mobilização em torno da reforma do cinema iniciada, formou-se a Associação Cultural São José, responsável pelas obras e reinauguração do cinema em 2003, bem como sua administração em regime de comodato com a Diocese.</p>
<p>Com a mudança nas tecnologias de exibição, o cinema fechou novamente em 2016, abrindo apenas para atividades pontuais como a Mostra Pajeú de Cinema. No mesmo ano, o cinema passou a integrar o Programa Cine de Rua, capitaneado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), que buscava estratégias para a pesquisa, reabertura e manutenção de cinemas de rua no estado, em parceria com o Coletivo Cine de Rua, na época foram contabilizadas mais de 10 salas de cinema no desativadas (por diversas razões) no interior.</p>
<p>Só em 2020, a Fundação Cultural Bom Senhor dos Remédios &#8211; atual administradora do cinema me comodato com a Diocese de Afogados da Ingazeira, detentora do prédio, com a qual a Fundação também tem ligação &#8211; adquiriu o equipamento que gera filmes no espaço, um projetor digital da marca Christie, com investimento de mais de R$ 250 mil, considerando todas as etapas. Conseguiu captação de recursos para a mostra de curtas e outros projetos com Fundarpe e Empetur, além de parceria com a prefeitura de Afogados para eventos públicos no espaço.</p>
<p>O espaço retomou as exibições regulares em outubro de 2020, com equipamentos de projeção digital e sistema de som 5.1, a única sala de cinema de rua com atividades regulares no interior de Pernambuco. Mais um feito histórico na contramão dos movimentos de exibição nacional. Entretanto, as dificuldades para a manutenção do espaço se mantêm. Atualmente, as exibições estão suspensas devido a dificuldade de reposição e manutenção de peças importadas, mas a previsão é de que ainda em dezembro as atividades sejam retomadas.</p>
<p>Apesar dos desafios, o Cine São José segue resistindo e exibindo no interior de Pernambuco. Há 80 anos vivendo, e fazendo, história na memória e nos corações do seu público apaixonado por cinema, garantindo o acesso às produções nacionais e internacionais para frequentadores de todas as idades. O cinema afogadense segue com sede de futuro no sertão do Pajeú.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
80 anos do Cine São José<br />
De 23 a 25 de novembro de 2022<br />
Afogados da Ingazeira<br />
Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/cinesaojose/" target="_blank"><strong>@cinesaojose</strong></a></p>
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		<title>Selo Pernambuco e Cepe Editora celebram 80 anos de Caetano Veloso</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em comemoração aos 80 anos do músico, compositor e escritor baiano Caetano Veloso, o Selo Pernambuco/Cepe Editora, disponibiliza, em agosto, o e-book gratuito &#8220;Caetano Veloso, enquanto superastro&#8221;. O título é o mesmo do clássico ensaio publicado há 50 anos pelo escritor mineiro Silviano Santiago. De acordo com o editor do selo, Schneider Carpeggiani, o ensaio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/caetano-capa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95709" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/caetano-capa-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Em comemoração aos 80 anos do músico, compositor e escritor baiano Caetano Veloso, o Selo Pernambuco/Cepe Editora, disponibiliza, em agosto, o e-book gratuito &#8220;Caetano Veloso, enquanto superastro&#8221;. O título é o mesmo do clássico ensaio publicado há 50 anos pelo escritor mineiro Silviano Santiago.</p>
<p>De acordo com o editor do selo, Schneider Carpeggiani, o ensaio <em>“é um marco para os estudos culturais no Brasil. Nele, Silviano Santiago propõe um olhar acadêmico para o fenômeno do popstar, um viés que não era comum naquela época”</em>, ressalta Schneider, acrescentando que, naquela época, <em>“não era de bom tom um intelectual falar de cultura pop, mas esse texto é uma prova do quanto Silviano sempre esteve atento tanto para a dinâmica das ruas quanto para a dinâmica da academia. Hoje a academia fala sobre postar, sobre brega… Tornou-se comum. Mas não era assim naquele começo dos anos 1970”</em>, completa o editor.</p>
<p>O texto integra a coletânea de ensaios &#8220;Uma literatura nos trópicos&#8221;, publicada originalmente em 1978, e relançada em 2019, também pelo Selo Pernambuco/Cepe Editora, com adição de ensaios que ficaram de fora da edição original.</p>
<p>Segundo Silviano, <em>“o superastro, ou mais precisamente, Caetano, se despregou em determinado e específico momento do movimento tropicalista e se enveredou só por entre os caminhos tortuosos da arte brasileira. Expondo-se, expondo seu cabelo e suas fantasias, seu corpo e sua voz, tornando-se ao mesmo tempo criador e objeto, criador e criado, criado-obrigado de uma plateia cada vez mais exigente , cada vez mais eminente, pois seus espetáculos extrapolavam o círculo da música popular e se propunham como a síntese que estavam procurando os artistas brasileiros”</em>.</p>
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		<title>Orquestra Arruando celebra os 80 anos do Maestro Edson Rodrigues, no Eufrásio Barbosa</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 01:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Orquestra-Arruando-Foto-Tiago-J-Silva-607x404.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-93253" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Orquestra-Arruando-Foto-Tiago-J-Silva-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Sexta-feira (29) é dia de frevar e celebrar com a Orquestra Arruando em Olinda. Criada em 2013, com o objetivo de valorizar e propagar a música e a dança Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a Orquestra Arruando evoca o frevo que vem da rua com seu calor, suor e riso. Aquele que embala e ferve as cidades do Recife e de Olinda. E para celebrar os 80 anos do Maestro Edson Rodrigues, um dos quatro Mestres-Vivos do Frevo (ao lado de Ademir Araújo, Clovis Pereira e Duda), a orquestra promove um show gratuito e especial, o primeiro presencial após dois anos. O evento conta com o apoio da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p>O encontro será no Teatro Fernando Santa Cruz, no Mercado Eufrásio Barbosa, às 20h30. No repertório, 22 músicas, sendo 11 do Maestro Edson Rodrigues, como “Roda e avisa” e “Duas épocas”. Uma noite de frevo, mas, também, de outros ritmos, como chorinho e salsa, em composições do próprio Edson Rodrigues. Vinte artistas, entre eles o próprio maestro ao saxofone, estarão no palco tocando clássicos como “Batalha de confete”, “Recife, cidade lendária”, “Festim” e “Quer mais o quê”.</p>
<p><strong>Sobre o Maestro -</strong> Edson Carlos Rodrigues, regente, compositor, arranjador, nasceu no Recife, em 29 de março de 1942. Um dos fundadores da Banda Municipal do Recife, em 1958, teve a sua formação musical na banda de música da Escola Industrial Agamenon Magalhães, no Recife, especializando-se em clarinete e saxofone. Foi campeão do Concurso de Músicas Carnavalescas da Prefeitura do Recife (1966) e, durante toda a década de 1970, participou de vários festivais. Hoje é um dos quatro Mestres-Vivos do Frevo &#8211; ao lado de Ademir Araújo, Clovis Pereira e Duda.</p>
<p><strong>Sobre a Arruando -</strong> A Orquestra Arruando começou sua atuação em novembro de 2013, com a realização de dois shows na Praça do Marco Zero do Recife. Desde o início, seu objetivo é apresentar o mais autêntico frevo fora do período de Carnaval. E é por isso que ela segue lutando. Por entender o frevo como a mais autêntica manifestação artística e cultural do Brasil. Por vê-lo como a afirmação da identidade irredenta desse altivo e forte povo pernambucano. E, pernambucanamente falando, o frevo precisa ser tocado, dançado, apreciado, curtido e amado ao longo do ano inteiro: em primeiro lugar na sua terra, para que, em seguida, possa ser melhor difundido pelo Brasil e mundo.</p>
<p>Até 2019, foram 52 shows em praça pública – 42 deles no Marco Zero. A quase totalidade no chão, ao lado do público e com ele interagindo. Chão que é o palco do frevo, desde os seus primórdios, nas últimas décadas do século 19. E público que é a essência do frevo, a massa “frevente” que se espremia há mais de cem anos pelas ruas dos bairros de Santo Antônio e São José, aos primeiros toques dos clarins, dando nome à música. Público que se encanta e que encanta os turistas que assistem aos shows da Arruando, os quais, no momento seguinte ao encantamento, fundem-se aos passistas. Cada qual com seu jeito singular de fazer o passo, de frevar, de pular ou, mesmo que de leve, balançar ao som desse ritmo contagiante. De fato, ninguém fica parado ou sai indiferente a nossa música-mor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Orquestra Arruando homenageia o 80º aniversário do Maestro Edson Rodrigues<br />
Quando: 29 de abril (sexta-feira), às 20h30<br />
Onde: Teatro Fernando Santa Cruz, no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro &#8211; Varadouro, Olinda &#8211; PE)<br />
Apoio cultural: Fundarpe e Secult-PE</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe homenageiam 80 anos de Arlindo dos Oito Baixos</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 21:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-14-at-11.11.39.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92914" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-14-at-11.11.39-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O sanfoneiro Arlindo dos Oito Baixos completaria, neste sábado (16), 80 anos. Para celebrar a data, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) realizam o programa Cultura em Rede Especial, que vai ao ar no Youtube no próprio dia do aniversário do mestre, às 19h.</p>
<p>Arlindo dos Oito Baixos foi reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2012. Começou a tocar sanfona ainda menino em Sirinhaém, na Zona da Mata. Seu pai não queria um filho “artista”, por isso, ele trabalhava no engenho de cana de açúcar. Chegou a ser barbeiro também, mas a paixão pela sanfona falou mais alto.</p>
<p>Autodidata, Arlindo também afinava sanfonas e foi assim que conheceu Luiz Gonzaga. A amizade com o Rei do Baião foi firmada e foi Gonzaga, inclusive, que o incentivou a tocar o fole de oito baixos, instrumento mais difícil de tocar que as sanfonas de 80 e 120 baixos. Arlindo tocou 22 anos com Luiz Gonzaga. Até o fim de sua vida, tinha gravado mais de 200 músicas.</p>
<p>Para celebrar esse grande nome da cultura pernambucana, o Cultura em Rede Especial recebe Raminho da Zabumba, filho de Arlindo e um dos maiores zabumbeiros do Brasil, que já se apresentou com nomes como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Nando Cordel, e Arthurzinho, neto de Arlindo e filho de Raminho, que aprendeu a tocar com a sanfona do avô, depois da sua morte, em 2013. Arthurzinho hoje é um dos representantes da nova geração de tocadores da sanfona de oito baixos. O programa traz momentos musicais com os convidados tocando forró. Vitor Ramos, neto de Arlindo, faz também uma participação especial, tocando triângulo.</p>
<p>Diviol Lira, jornalista, músico e atual assessor de Cultura Popular da Secult-PE, é o mediador da conversa. <em>“A sanfona de oito baixos representa uma tradição musical única no Nordeste do Brasil, do jeito de se tocar à manutenção desse instrumento. Arlindo dos Oito Baixos, o Mestre do Beberibe, foi pioneiro. Além dos palcos, dedicou-se ao ensino, afinação e reparos de sanfonas. Em Dois Unidos, no Recife, no quintal de sua casa, criou o Forró do Arlindo, onde, semanalmente, acolhia artistas consagrados e iniciantes da música. Foram mais de 50 anos de carreira dedicados à manutenção e preservação da genuína música nordestina, o que tornou o Mestre do Beberibe uma referência inesquecível para a música brasileira”</em>, diz Diviol, ele próprio, sanfoneiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Cultura em Rede Especial: Homenagem aos 80 anos de Arlindo dos Oito Baixos<br />
Quando: 16 de abril de 2022 (sábado), às 19h<br />
Transmissão: <a href="www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Clube Carnavalesco Seu Malaquias celebra 80 anos com live no YouTube</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/clube-carnavalesco-seu-malaquias-celebra-80-anos-com-live-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Seu Malaquias Faz 8tenta&#8221; foi o nome dado à festa de aniversário do tradicional boneco Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco. A celebração, que acontecerá neste domingo (29), a partir das 10h, será em dose dupla, já que a comemoração de seus 80 anos teve que ser adiada devido às restrições impostas pela pandemia da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43216" aria-labelledby="figcaption_attachment_43216" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43216" alt="Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado, a agremiação comemora 81 anos nesta sexta-feira (27)</p></div>
<p>&#8220;Seu Malaquias Faz 8tenta&#8221; foi o nome dado à festa de aniversário do tradicional boneco Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco. A celebração, que acontecerá neste domingo (29), a partir das 10h, será em dose dupla, já que a comemoração de seus 80 anos teve que ser adiada devido às restrições impostas pela pandemia da Covid-19. Nesta sexta-feira (27), o clube completará 81 anos de sua fundação.</p>
<p>O evento terá transmissão ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UC35apFmq_ycYyFqQsFOyHTw" target="_blank"><strong>YouTube no canal Seu Malaquias</strong></a> e contará com a participação de artistas e grupos convidados como mestra Cristina Andrade, também Patrimônio Vivo do Estado; Ciranda Dengosa; Urso Cangaçá de Água Fria; Troça Carnavalesca Dragão de Campo Grande; Boneca A Mulher do Seu Malaquias; Boneco Linguarudo de Ouro Preto e o Pastoril Estrela Brilhante; Mendes e Sua Orquestra. A apresentação será do radialista Lima Neto.</p>
<p>Para Xôxo Malaquias, presidente do clube, o evento tem como objetivo matar um pouco da saudade do público nos principais segmentos da cultura pernambucana. <em>“Esperamos agradar ao público que está com saudade e ansioso para o próximo carnaval. Fizemos um apanhado do movimento de cultura popular. Vamos apresentar um grande repertório de convidados, valorizando os ritmos que fazem parte de nossa história: frevo, ciranda e pastoril”</em>, conta ele.</p>
<p>Xôxo falou ainda do orgulho que sente em levar adiante a tradição de sua família. <em>“Apesar das dificuldades que encontramos no caminho, é muito gratificante perceber a alegria que o clube leva para o público, estive em Carpina e reencontrei pessoas da época do meu avô, perguntando quando vamos desfilar pela cidade, relembrando momentos. Isso nos dá força para seguir, minha vontade é dar continuidade ao legado deixado pelo meu avô, espero que siga pelas próximas gerações da família&#8221;</em>, completou o presidente.</p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> O Clube Seu Malaquias foi fundado oficialmente em 1954, em Carpina, município da Zona da Mata Norte de Pernambuco, por Antônio Ramos de Oliveira. O clube ficou popularmente conhecido por participar de carnavais de rua com seu boneco gigante, sempre vestido nas cores vermelho e branco. Em dezembro de 2012, integrou a delegação representativa do frevo pelo Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo, quando o ritmo ganhou o título de Patrimônio Mundial da Humanidade na sede da UNESCO.</p>
<p>Em 2017, Seu Malaquias foi agraciado com o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, reconhecimento ao trabalho de salvaguarda do frevo que o Clube desenvolveu por todo o país. O boneco acumula mais de trinta títulos de campeão do Carnaval do Recife e o Clube reside atualmente no Alto dos Coqueiros, no bairro de Beberibe, zona norte do Recife. O presidente é o produtor e militante cultural Cláudio Brandão de Oliveira, ou simplesmente, Xôxo Malaquias.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Seu Malaquias Faz 8tenta&#8221;<br />
Quando: 29 de agosto de 2021 (domingo), às 10h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC35apFmq_ycYyFqQsFOyHTw" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC35apFmq_ycYyFqQsFOyHTw</strong></a></p>
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