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	<title>Portal Cultura PE &#187; 90 anos</title>
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		<title>Em comemoração aos seus 90 anos, Museu do Estado de Pernambuco inaugura nova exposição</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 17:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, abre ao público nesta sexta-feira-feira (27) sua exposição comemorativa de 90 anos. A mostra &#8220;Tempo Tríbio &#8211; Museu do Estado de Pernambuco &#8211; 1930-2020” tem lançamento simultâneo ao livro homônimo, publicado pela Cepe Editora, que narra sua trajetória desde a criação do espaço, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84815" aria-labelledby="figcaption_attachment_84815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-84815" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe-607x259.jpg" width="607" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">A celebração das nove décadas será marcada por uma nova exposição e o lançamento de um livro sobre a trajetória do equipamento cultural, gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, abre ao público nesta sexta-feira-feira (27) sua exposição comemorativa de 90 anos. A mostra &#8220;Tempo Tríbio &#8211; Museu do Estado de Pernambuco &#8211; 1930-2020” tem lançamento simultâneo ao livro homônimo, publicado pela Cepe Editora, que narra sua trajetória desde a criação do espaço, passando pelo processo de criação da coleção de obras de arte.</p>
<p>A comemoração deveria ter acontecido em 7 de setembro do ano passado, data de aniversário da instalação do Mepe no casarão localizado na Avenida Rui Barbosa, 960, no bairro das Graças. A celebração, porém, precisou ser adiada por causa do isolamento social causado pela pandemia de Covid-19. A exposição presencial agora está disponível para os visitantes, respeitando todas as medidas de segurança sanitária.</p>
<p>Ocupando três salas do museu, a mostra apresenta uma linha do tempo detalhada, repleta de informações inéditas e ilustrada por peças do acervo do Mepe. Algumas, como a máscara mortuária de Agamenon Magalhães, até então inéditas para o público. A curadoria é do antropólogo Raul Lody e da historiadora Maria Eduarda Marques, que também participam do livro.</p>
<p><em>“O futuro do Mepe é ser um espaço cultural vivo que dialoga com o presente e as futuras gerações. Por sua importância e trajetória marcada na história de Pernambuco, p museu está sempre superando os obstáculos na busca incansável pelo que deve ser maior na criação do espírito humano: a luta contra a banalização da arte e da cultura de seu povo”</em>, afirmou a diretora do museu, Margot Monteiro.</p>
<p><strong>LIVRO -</strong> Com informações inéditas sobre o equipamento cultural e seu acervo, o livro traz uma rica oferta de fotos, com peças raras e uma cronologia dos diretores que já passaram pelo Mepe. Traz textos de Raul Lody, Maria Eduarda Marques, dos historiadores Pablo Lucena e André Soares, da escritora e jornalista Marileide Alves, e do antropólogo Renato Athias, organizados pelo jornalista, escritor e crítico Júlio Cavani. A publicação está à venda nas lojas físicas da Cepe e no site da editora (<a href="http://www.cepe.com.br/lojacepe" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br/lojacepe</strong></a>).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição de aniversário de 90 anos do Mepe<br />
“O título Tempo Tríbio &#8211; Museu do Estado de Pernambuco &#8211; 1930-2020”<br />
A partir de 27 de agosto<br />
Terça a sexta-feira: das 11h às 17h<br />
Sábados e Domingos: das 14h às 17h<br />
Endereço: Avenida Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife/PE</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco prepara exposição dos seus 90 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 14:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, permanecerá fechado até o próximo domingo, dia 22 de agosto. A razão da pausa nas atividades da instituição é a montagem de uma exposição que marcará seus 90 anos de existência. A data foi completada em 7 de setembro de 2020, mas a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84815" alt="museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe-607x259.jpg" width="607" height="259" /></a></p>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, permanecerá fechado até o próximo domingo, dia 22 de agosto. A razão da pausa nas atividades da instituição é a montagem de uma exposição que marcará seus 90 anos de existência. A data foi completada em 7 de setembro de 2020, mas a comemoração precisou ser adiada por causa do isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19. A mostra ocupará três salas e contará, em linha do tempo, o contexto histórico que levou à criação do Mepe.</p>
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		<title>Evento no Teatro Arraial Ariano Suassuna celebra os 90 anos de Onildo Almeida</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 20:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para celebrar os 90 anos de um dos compositores mais célebres da música popular brasileira, os diretores Helder Lopes e Cláudio Bezerra decidiram gravar um documentário que retratasse um pouco da vida que foi um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga &#8211; ele é o coautor de &#8220;A Feira de Caruaru&#8221;, &#8220;Capital do Agreste&#8221; e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62595" aria-labelledby="figcaption_attachment_62595" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/onildo-almeida-foto-Roberta-Guimarães-secultpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-62595" alt="Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/onildo-almeida-foto-Roberta-Guimarães-secultpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além da exibição do filme, o evento contará ainda com uma discotecagem de Gabriel Nascimento e um bate-papo com o próprio Onildo Almeida</p></div>
<p>Para celebrar os 90 anos de um dos compositores mais célebres da música popular brasileira, os diretores <strong>Helder Lopes</strong> e <strong>Cláudio Bezerra</strong> decidiram gravar um documentário que retratasse um pouco da vida que foi um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga &#8211; ele é o coautor de &#8220;A Feira de Caruaru&#8221;, &#8220;Capital do Agreste&#8221; e &#8220;Sanfoneiro Zé Tatu&#8221;. Batizado de <strong>Onildo Almeida &#8211; groove man (2017)</strong>, o filme &#8211; que recentemente circulou por Caruaru, Exu, Arcoverde, Olinda e Triunfo, dentro do ciclo <strong>90 anos de Onildo Almeida</strong>, apresenta o universo por trás das canções do músico que, além de exímio compositor, é radialista e poeta.</p>
<p>Nesta sexta-feira (24), o público da capital pernambucana poderá conferir gratuitamente a exibição do longa, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, a partir das 19h. Além da exibição do filme, o evento contará ainda com uma discotecagem de Gabriel Nascimento, com um set de vinis recheados com as músicas do homenageado e seus contemporâneos, e um bate-papo com o próprio Onildo Almeida. O compositor, provocado por Roger de Renor, fará uma aula-espetáculo, cantando e contando as suas histórias. O acesso é gratuito.</p>
<p>Para saber mais sobre as homenagens e a produção do filme <strong>Onildo Almeida &#8211; groove man (2017)</strong>, o portal<strong> Cultura.PE </strong>conversou com o diretor Helder Lopes, que detalhou várias curiosidades sobre a produção do longa. Confira abaixo o texto na íntegra:</p>
<p><strong>1- É o seu filme de estreia? Como surgiu a ideia de produzir o filme? Quanto tempo levou para ele ficar pronto?</strong><br />
<em>Meu, sim. Já Cláudio Bezerra é um documentarista experiente, que inclusive teve a oportunidade de trabalhar com Eduardo Coutinho, além dos próprios filmes. Quando tive a ideia de fazer o filme sobre Onildo Almeida, foi a primeira pessoa que convidei.</em></p>
<p><em>A canção e a música popular sempre me interessaram muito, mais até que o cinema. Ao me deparar com a obra de Onildo e saber que ele estava bem, vivíssimo lá em Caruaru, no alto de suas nove décadas, pensei que deveria encontrá-lo. Já que iria, por que não registrar esse encontro? Dessa pergunta, surge a outra, definitiva: por que não fazer dessa descoberta um filme?</em></p>
<p><em>Preparamo-nos, nos juntamos à produtora &#8216;Viu Cine&#8217;, dos nossos amigos Ulisses Brandão e Gustavo Correia, convidamos outros amigos e partimos para uma empreitada de um ano e meio. Os dias de gravações foram esparsos, porém intensos. Foi assim com Gilberto Gil, Junio Barreto e Maciel Melo. No São João de 2015, começamos a gravar. Em junho de 2017, dentro da programação do Festival In-Edit (SP), estreamos o filme no auditório da Cinemateca Brasileira.</em></p>
<div id="attachment_62594" aria-labelledby="figcaption_attachment_62594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/helder-lopes-onildo-almeida.jpg"><img class="size-medium wp-image-62594" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/helder-lopes-onildo-almeida-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor Helder Lopes e o compositor Onildo Almeida</p></div>
<p><strong>2 &#8211; O documentário consegue acompanhar as várias fases da carreira de Onildo Almeida ao longo desses 90 anos?</strong><br />
<em>O principal recorte e a nossa grande preocupação é o de ter feito um filme sobre o Onildo de agora. É evidente que somos a memória de todo o tempo que vivemos, e até de antes, talvez. Mas o filme traz, por exemplo, obras inéditas, compostas recentemente. Sobre as histórias do passado, nos restringimos às impressões e ao entendimento que Onildo tem sobre elas nos dias de hoje.</em></p>
<p><em>A briga com Gonzaga, por exemplo, é uma história que é contada com o bom humor de quem já resolveu e está bem resolvido com ela. Ex-namoradas, amigos do futebol, a infância&#8230; Enfim, é um filme sobre o presente de alguém que viveu noventa anos, e que portanto tem muito para contar sobre o passado.</em></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wcfdgUQ1kNE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>3 &#8211; O que vocês descobriram ao longo do processo de produção do filme, que vão além das célebres composições de Onildo Almeida com Luiz Gonzaga?</strong><br />
<em>O próprio filme surge de uma descoberta, digamos, que foi a gravação recuperada de Gilberto Gil e Gal Costa cantando “Sai do Sereno” em Londres no ano de 1971, ainda no exílio, antes do Expresso 2222. É nessa oportunidade que Gil chama Onildo de &#8216;groove man&#8217;.</em></p>
<p><em>Outra linda canção é “Meu Castigo”, interpretada por Agostinho dos Santos e Maysa, que tem uma intensidade dramática assustadora, e nem de longe parece ser do mesmo compositor de “Aproveita, gente”, por exemplo.</em></p>
<p><em>E, finalmente, sem dúvida, a ida de Onildo Almeida ao Rock in Rio e o disco “Forrock” que ele grava na sequência são também histórias bastante curiosas. Às vezes, fica evidente que o forró e o rock têm tudo a ver, mas não nos damos conta e compartimentamos a nossa experiência musical. A versatilidade de Onildo chama nossa atenção para questões como essa.</em></p>
<p><strong>4 &#8211; Como diretor, o que mais lhe impressionou sobre a personalidade do músico?</strong><br />
<em>Onildo Almeida é muitíssimo seguro de si, e isso não é a toa. Por muito tempo, por algumas pessoas de tendência mais monarquista, não apenas ele, mas quase todos os compositores de Luiz Gonzaga, costumavam ser considerados corte ou coadjuvantes da carreira do “rei”.</em></p>
<p><em>Onildo sempre soube do valor da sua própria carreira, da sua importância como artista e produtor cultural. Impressiona o respeito com que trata a sua obra e o reconhecimento de seu próprio mérito.</em></p>
<p><strong>5 &#8211; Além do Teatro Arraial Ariano Suassuna, onde mais o público poderá conferir o filme?</strong><br />
<em>O documentário circula pelos festivais e mostras de cinema desde o meio do ano passado. Em Pernambuco, estreamos o filme na Mostra de Cinema da MIMO, em Olinda, na Igreja da Sé. Nossa última exibição, aqui no Estado também, aconteceu em Exu, sob o luar do Sertão do Araripe, para uma plateia cheia de familiares e amigos de Gonzaga, no mês passado. A intenção é continuar circulando com ele pelo Brasil inteiro. </em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
90 anos de Onildo Almeida<br />
<b>Quando:</b> sexta-feira (24), às 19h<br />
<b>Quanto:</b> acesso gratuito<br />
<b>Onde:</b> Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife)<br />
<b>Informações:</b> (81) 3184.3057</p>
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