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	<title>Portal Cultura PE &#187; A Matinada</title>
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		<title>&#8220;A Matinada&#8221; lança luz sobre a diversidade do Coco pernambucano</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 20:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56141" aria-labelledby="figcaption_attachment_56141" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/19238495454_a016f972d5_k.jpg"><img class="size-large wp-image-56141" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/19238495454_a016f972d5_k-800x532.jpg" width="800" height="532" /></a><p class="wp-caption-text">A Matinada em apresentação no Festival de Inverno de Garanhuns 2015</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Apesar de ser mais conhecido pelas suas manifestações à beira-mar, o Coco de Roda, na verdade, vai muito além do litoral e é o único brinquedo da cultura popular que tem expressões em todo o Estado de Pernambuco. Não é à toa que um dos grupos mais famosos do gênero, o Coco Raízes de Arcoverde, é do Sertão, de onde tira elementos do Xaxado para criar as batidas aceleradas já conhecidas como trupé. Foram essas diferenças estéticas entre os expoentes de cada região que motivaram o documentário e show ao vivo “A Matinada”, produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura e com apoio da Prefeitura do Recife, que vai ao ar no sábado, dia 16 de dezembro, dentro da programação da Rede Globo Nordeste, logo após o Jornal Hoje.</p>
<p>A exibição marca o lançamento do DVD, que foi gravado no Teatro de Santa Isabel em 2015 e reúne coquistas de improviso para representar as principais variantes do Coco espalhadas entre as diferentes regiões do Estado. São eles: Galo Preto, de Bom Conselho; Zé de Teté, de Limoeiro; Bio Caboclo, de Lagoa de Itaenga; Cícero Gomes, de Arcoverde; e Adiel Luna, de São Lourenço da Mata. Esse último é o caçula do grupo e idealizador do projeto, que vem sendo amadurecido desde 2012.</p>
<div id="attachment_56143" aria-labelledby="figcaption_attachment_56143" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/7571153286_9c6908b473_k.jpg"><img class="size-large wp-image-56143" alt="Tiago Calazans" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/7571153286_9c6908b473_k-800x531.jpg" width="800" height="531" /></a><p class="wp-caption-text">Galo Preto, Cícero Gomes, Zé de Teté e Bio Caboclo se apresentam com A Matinada no Festival de Inverno de Garanhuns, em 2012.</p></div>
<p>“Eu canto Coco de Roda desde pequeno, mas nunca tinha levado isso de uma maneira profissional até 2009, quando pensei em formar o projeto ‘Adiel Luna e Coco Camará’. Aí eu percebi que existia mais que um público, mas uma lacuna porque não estava se fazendo mais o Coco improvisado. Nesse segmento, só havia os cantadores mais velhos, então houve uma aproximação natural com eles.”, explica o músico, que tem 33 anos e é filho de cantadores.</p>
<p>Buscando provar a diversidade e originalidade que o brinquedo possui, o músico pensou um repertório bastante amplo ao lado dos mestres. “Queríamos apresentar o maior número de caminhos melódicos possíveis e também ter o cuidado de não repetir os temas, que falam de amor, de São João, da vida no campo”, exemplifica ele, ao citar que foram atravessadas nuances do ritmo como o trupé, cantiga de trabalho, samba de coco, coco de umbigada, mazurca, coco de engenho, coco de sala e coco de obrigação, por exemplo.</p>
<p>A preocupação em apresentar para o público tantas variantes se estendeu à necessidade de mergulhar na realidade de cada um dos convidados para contextualizar o seu universo criativo. “Eu queria que fosse um espetáculo, mas sempre comento que o público precisa se aproximar do mundo deles para compreender essa oralidade. O documentário é uma tentativa de proporcionar essa experiência”, comenta o compositor, que acredita que o material deve servir para ajudar novos coquistas e pesquisadores.</p>
<div id="attachment_56146" aria-labelledby="figcaption_attachment_56146" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/19674387469_af99f25eb6_k.jpg"><img class="size-large wp-image-56146" alt="Tiago Calazans" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/19674387469_af99f25eb6_k-800x532.jpg" width="800" height="532" /></a><p class="wp-caption-text">Adiel Luna, ao centro, é o idealizador do projeto, que terá continuidade nos palcos</p></div>
<p>Apesar do show ter circulado por palcos de cidades como Salvador, Garanhuns, Arcoverde e Chapada dos Veadeiros, a decisão de gravar no Teatro de Santa Isabel, no Recife, foi uma medida estratégica. “Foi uma decisão política colocar lá para mostrar que o Coco de Roda é uma arte tão refinada, que pode estar no terreiro e também pode ocupar o teatro mais importante que temos aqui”, justifica a produtora Alexandra de Lima, que buscava superar o preconceito remanescente sobre o ritmo quando estabeleceu o endereço de gravação do DVD.</p>
<p>A origem marginal do brinquedo, que carrega forte acento das comunidades indígenas e de afrodescendentes, por muito tempo foi motivo para que o brinquedo fosse subestimado enquanto cultura. “Eu diria que o Funcultura é vital pra conquistar essa legitimação, porque a cultura popular precisa dessa atenção, principalmente do Estado, pra dar esse salto. É claro que ela não quer ficar dependendo disso, o que a gente quer são medidas estruturadoras para sedimentar isso. E esse tipo de iniciativa é fundamental para isso”, opina a produtora.</p>
<p>“Embora muitos outros estados tenham o Coco, Pernambuco ainda é referência no Coco de Roda e acho que isso passa muito pelo fomento da política de cultura, já que mais mestres conseguem gravar dessa forma e temos mais programações que respeitam o ritmo”, observa Adiel, ao concordar com a produtora. O músico ainda adianta que, com o lançamento do DVD, a expectativa é dar continuidade ao projeto nos palcos. “A ideia é circular mais, inclusive com outros cantadores, como coquistas mulheres, para dar uma pluralidade sempre. Quanto mais gente participar, melhor”, planeja ele, animado.</p>
<p>Em maio deste ano, o projeto mereceu ainda uma Menção Honrosa do 2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco, mais uma iniciativa da Secult-PE e da Fundarpe.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
Exibição do documentário A Matinada na Rede Globo Nordeste<br />
</strong>Sábado, 16/12 &#8211; Logo após o Jornal Hoje<br />
Confira o <em>teaser</em> do documentário:</p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/NeuGL2VVHvU?ecver=2" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></div>
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		<title>Mestres do coco pernambucano no palco Pop do FIG 2015</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 20:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na noite do dia 19 de julho de 2015, o público do Palco Pop do 25º Festival de Inverno de Garanhuns foi presenteado com a força de mestres da cultura popular pernambucana que integram A Matinada​. Conversamos com os coquistas Mestre Galo Preto (patrimônio vivo), Cícero Gomes, Bio Caboclo, Zé de Teté e o jovem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite do dia 19 de julho de 2015, o público do Palco Pop do 25º Festival de Inverno de Garanhuns foi presenteado com a força de mestres da cultura popular pernambucana que integram A Matinada​.</p>
<p>Conversamos com os coquistas Mestre Galo Preto (patrimônio vivo), Cícero Gomes, Bio Caboclo, Zé de Teté e o jovem Adiel Luna. O resultado é mais um belo registro deste festival tão diverso, que estimula o permanente diálogo entre a tradição e a novidade.</p>
<p>Saiba mais:<strong> <a href="http://bit.ly/1LnTVXN" target="_blank">http://bit.ly/1LnTVXN</a></strong></p>
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		<title>Palco Pop: do sampler ao coco dos mestres</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 17:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Semelhante ao caldeirão de um mago do som, o Palco Pop juntou Banda Marsa, Radiola Serra Alta, Isadora Melo e A Matinada. Ingredientes diversos para encantar o público eclético, de diferentes idades e locais de origem, que veio ao Parque Euclides Dourado curtir a noite musical do FIG 2015, nesse domingo, 19/7. A lua crescente, brilhando por entre os eucaliptos, parecia emanar boas energias para todos e todas que se divertiam, celebrando a cultura.</p>
<p>Vencedores do Festival Pré AMP 2015 e com disco quase pronto para ser lançado, a Banda Marsa sacudiu a abertura da noite com um som cheio de influências afro-brasileiras. Do palco, semelhante a um terreiro pop, propagou-se um canto com tempero negro, acompanhado por guitarras e atabaques que contagiaram o público. As pessoas dançaram já na primeira canção. Muita gente rodando e jogando os braços como nas celebrações aos orixás, mesmo quando o som enveredou para a seara do samba, carimbó ou regue estilizados.</p>
<div id="attachment_27692" aria-labelledby="figcaption_attachment_27692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Costa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/banda-marsa.jpg"><img class="size-medium wp-image-27692" alt="Paulo Costa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/banda-marsa-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Com atabaques e guitarras, Banda Marsa sacudiu Palco Pop com influências afros.</p></div>
<p><em>“Nossos percussionista tocaram em terreiro, temos também músicos de chorinho e de rock. Essa e a panela do Marsa que trouxemos pra o Festival de Inverno. O FIG pra mim é especial demais, tem gente do litoral ao sertão, muitas influências e percepções diferentes. Viemos tocar, assistir e trocar experiências”, disse Martins, cantor e um dos compositores do grupo.</em></p>
<p><em>“Venho sempre ao Palco Pop por causa da diversidade da música, como esse batuque da banda Marsa que é uma mistura de ritmos muito boa”, vibrou Luiz Leite, de Garanhuns, 41 anos.</em></p>
<p><em>“Acho essa mistura incrível, faz a gente dançar, não dá pra ninguém ficar parado. E tudo isso mostra um pouco da cultura negra da gente”, falou, sem parar de dançar, Palas Camila, do Recife, 23 anos.</em></p>
<p><em>“A gente, aqui, vê muito tipo de música diferente. Por isso, sempre venho ao Palco Pop. Posso até não entender direito o que eles tocam, mas acho interessante”, comentou Marizélia Correia, de Garanhuns, 55 anos.</em></p>
<p>De repente, o lugar foi tomado por um clima de suspense. Batida eletrônica ressoou. Palco vazio&#8230; Uma voz surgiu sem que as pessoas vissem de onde vinha. Um poema no estilo cordel ecoou no palco. Bits de computador começaram a vibrar junto com um grito de aboio, som de triângulo e zabumba. Personagens da Radiola Serra Alta entraram, fazendo coreografias, surpreendendo a plateia. O público entende a química e entra na dança. Uns fizeram passos do hip hop, outros tentam o xaxado enquanto batem cabeça.</p>
<p>Os integrantes do grupo, de Triunfo, não revelam suas identidades, apresentam-se sempre mascarados, semelhantes ao careta e à &#8220;véinha&#8221;, mascarados que tomam as ruas no Carnaval de sua cidade, no Sertão do Pajeú. O show teve participação especial da raper, Jessica Caetano, e do raper Clécio Rimas.</p>
<p><em>“Isso aqui é som eletrônico dialogando com a cultura popular nordestina. Acho que o FIG é inclusão de gente, como nós que viemos lá do Sertão, mostrar nosso som aqui”, explicou um dos integrantes do grupo, oculto em sua identidade secreta, mascarado de careta.</em></p>
<p><em>“Gosto muito desse som meio xaxado meio coco, sei lá, dessa mistura toda, juntando essas coisas da gente com os computadores. Gosto muito do FIG. Por mim teria mais vezes ao ano”, pontuou Sara Régia, do Recife, 24 anos.</em></p>
<p><em>“Tô curtindo esse batuque. Não conhecia esse pessoal (da Radiola Serra Alta). Isso aqui valoriza todas as culturas”, comentou Everaldo Dantas, de Garanhuns, 53 anos.</p>
<p></em></p>
<div id="attachment_27709" aria-labelledby="figcaption_attachment_27709" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult=PE/|Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19852655452_b1bb3c0623_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27709" alt="Léo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19852655452_b1bb3c0623_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Isadora Melo fez sua estreia solo no FIG 2015, no Palco Pop.</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>O palco mudou de pele. Saíram o aporte eletrônico e a batida eletrônica para dar lugar a um espaço mais intimista com baixo acústico, bandolim, violão e acordeon. Surgiu Isadora Melo. Calma e firme. Imponente e jovem cantora do Recife. Tem simplicidade e, ao mesmo tempo, presença de palco marcante com visual que lembrou as damas do jazz ou da nossa MPB, mas, com jeito brejeira. Isadora Melo, que foi vocalista da Orquestra Contemporânea de Olinda, fez sua estreia solo no FIG 2015. Soltou a voz. Transitou por compositores pernambucanos. O público se aproximou do palco, ouviu atento&#8230; Aplaudiu.</p>
<p><em>“Canto porque isso faz com que eu me conheça mais. Meu avô me dava CD de Francisco Alves e Maísa, Jacó do bandolim e Elizete Cardoso. Esse show e uma celebração da música, que gera som, silêncio e tensão. Acho o FIG uma oportunidade pra gente viver as vanguardas e as tradições musicais, esses paço aqui traduz isso”, discorreu Isadora Melo.</em></p>
<p><em>“Achei Isadora fantástica: potência com suavidade. O FIG também é fantástico, principalmente a mescla musical que o festival faz”, comentou Cyreno Gonçalves Neto, do Recife, 56 anos.</p>
<p></em></p>
<div id="attachment_27710" aria-labelledby="figcaption_attachment_27710" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19238222674_d39674ea9f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27710" alt="Léo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19238222674_d39674ea9f_z-607x423.jpg" width="607" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Mestres da cultura popular que formam A Matinada se apresentaram no Palco Pop</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>Em seguida, A Zona da Mata pernambucana invadiu Garanhuns ao ritmo sincopado do coco de A Matinada. Galo Preto, mestre tradicional, saiu puxando uma cantiga sobre a beira da praia. O público mergulhou de cabeça na sua batida. Mais uma vez, o Palco Pop juntou artistas e público de várias gerações, o novo e a tradição, no palco e na plateia. Quatro coquistas de gerações diferentes, como os veteranos Ciço Gomes, Galo Preto, Zé de Teté e Biu Caboco fizeram seu samba ao lado de Adiel, da nova safra de coquistas. Os pandeiros percutiram, o samba de coco quebrou; e toda gente no Palco Pop dançou e cantou em diversas rodas por toda plateia.</p>
<p><em>“Um acontecimento desse não e brincadeira. O Galo Preto, velho com quase 82 anos, cantando; E gente quase criança cantando junto e dançando. Isso é um presente”, emocionou-se Galo Preto.</em></p>
<p><em>“Sou o mais novo coquista da turma, aprendendo demais com todos eles, os mestres, figuras de lugares e idades e de vertentes de coco diferentes. Cada um de nós mostrou pra toda essa gente a riqueza do coco. E aviso logo: na próxima sexta (24/7), no palco Dominguinhos, lançarei meu disco aqui no FIG: Baionada”, ressaltou Adiel Luna.</em></p>
<p><em>“Nunca tinha ouvido esse som, essas figuras do coco. Achei massa. Acho muito proveitoso tá aqui porque a gente saca muita coisa que não conhecia”, confessou Eduardo Cabral, de Garanhuns, 20 anos.</em></p>
<p><em>“O FIG costuma ser muito bom. Faz oito anos que venho. Adoro e priorizo o Palco Pop. É bom pra quem é de fora e pra quem é de Garanhuns que recebe muita coisa nova. O Palco Dominguinhos é outro espaço bacana. Também vi exposições de artes plásticas”, comentou Juliana Lins do Recife, 31 anos.</em></p>
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