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	<title>Portal Cultura PE &#187; “A Serpente”</title>
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		<title>Público prefere filmes pernambucanos no Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 13:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerado como a casa do cinema pernambucano, o Cinema São Luiz recebeu em 2019 a estreia de seis filmes produzidos por cineastas do estado: “Organismo”, de Jeorge Pereira; “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro; “Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes; “Parquelândia”, de Cecília da Fonte; “A Serpente”, de Jura Capela; e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71610" aria-labelledby="figcaption_attachment_71610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624939037_f0fb529ac2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-71610" alt=" Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624939037_f0fb529ac2_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">São Luiz também lidera a bilheteria nacional do filme &#8220;Bacurau&#8221;, que já alcançou mais de 300 mil espectadores no Brasil</p></div>
<p>Considerado como a casa do cinema pernambucano, o Cinema São Luiz recebeu em 2019 a estreia de seis filmes produzidos por cineastas do estado: “Organismo”, de Jeorge Pereira; “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro; “Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes; “Parquelândia”, de Cecília da Fonte; “A Serpente”, de Jura Capela; e “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Somente neste ano, cerca de 20 mil expectadores foram até o São Luiz conferir as produções pernambucanas no audiovisual. Desses seis filmes, quatro receberam incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura Audiovisual.</p>
<p>“Esse número reflete a política cultural desenvolvida pelo Estado para fomentar o setor do audiovisual. Além dessas estreias, o São Luiz também se prepara para receber no final deste ano a 21ª edição do FestCine, que no ano passado contou com a presença de mais de quatro mil pessoas durante as sessões das mostras competitivas – todas com filmes pernambucanos”, declara o secretário Estadual de Cultura, Gilberto Freyre Neto.</p>
<div id="attachment_71608" aria-labelledby="figcaption_attachment_71608" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624798021_944ece6b39_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-71608 " alt=" Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624798021_944ece6b39_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dos seis filmes pernambucanos exibidos no São Luiz este ano, quatro contam com incentivo do Funcultura Audiovisual</p></div>
<p>“Estamos diante de uma perspectiva nacional em que a arte e a cultura terão um papel muito importante nessa resistência. A partir desses seis filmes pernambucanos podemos discutir vários temas que são de extrema importância para a sociedade, e boa parte deles foram produzidos com incentivo do Governo de Pernambuco”, ressalta Marcelo Canuto, presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>“Bacurau”, o recordista de público dos filmes pernambucanos exibidos no São Luiz, já foi visto por 13.400 pessoas até a última terça-feira (17/09). O São Luiz também lidera a bilheteria nacional do filme, que já alcançou mais de 300 mil espectadores no Brasil. “Divino Amor” segue em segundo lugar. Em terceiro lugar está “Estou me guardando para quando o carnaval chegar”. Os três longas, além de “Parquelândia”, contam com incentivo do Funcultura Audiovisual em pelo menos uma das etapas de produção.</p>
<div id="attachment_71609" aria-labelledby="figcaption_attachment_71609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624802176_e1332af96c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-71609" alt=" Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624802176_e1332af96c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde 2015 o São Luiz possui um projetor digital Barco 23B 4K, além de um servidor digital e processadores e amplificadores de som para formato Dolby 7.1</p></div>
<p>De acordo com Geraldo Pinho, responsável pela programação do Cinema São Luiz, a procura por estreias no equipamento cultural se tornou algo recorrente desde 2015. “Notamos uma procura maior quando o São Luiz inaugurou seu novo projetor digital Barco 23B 4K, com capacidade de projetar filmes em 3D, além de um servidor digital e novos processadores e amplificadores de som para formato Dolby 7.1. Esse equipamento nos coloca no mesmo nível das melhores salas de cinema comercial do País”.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">HISTÓRICO -</span></strong> Inaugurado no dia 6 de setembro de 1952, o São Luiz tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas do Recife, prezando por essa arte em sua concepção clássica, com exibição em cineteatro. Hoje o Cinema São Luiz é o de mais rica concepção artística e arquitetônica do Recife e um dos últimos cinemas de rua do país. Em 2008, o prédio foi tombado como monumento histórico e em 2010 foi adquirido pelo Governo de Pernambuco.</p>
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		<title>“Memórias do Cárcere” em sessão especial no Cinema São Luiz no sábado (14/9)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 16:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, oferece neste sábado (14/9) sessão especial com “Memórias do Cárcere”, baseado em livro de Graciliano Ramos, com Carlos Vereza e Glória Pires. O filme de 1984 dirigido por Nelson Pereira dos Santos será exibido com projeção analógica em 35 mm. A exibição integra o projeto Sessão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71528" aria-labelledby="figcaption_attachment_71528" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/20190912093544290546a.jpg"><img class="size-medium wp-image-71528" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/20190912093544290546a-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Filme baseado em livro de Graciliano Ramos é estrelado por Carlos Vereza</p></div>
<p>O Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, oferece neste sábado (14/9) sessão especial com “Memórias do Cárcere”, baseado em livro de Graciliano Ramos, com Carlos Vereza e Glória Pires. O filme de 1984 dirigido por Nelson Pereira dos Santos será exibido com projeção analógica em 35 mm. A exibição integra o projeto Sessão Aeso, marcada para as 16h, seguida de debate com o professor, jornalista e crítica de cinema Luiz Joaquim. A programação semanal continua pela terceira semana dominada por “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Completam a grade “A Serpente”, com Matheus Nachtergaele e dirigido pelo pernambucano Jura Capela, e “O Verde Está do Outro Lado”, documentário de Daniel Rubio sobre a política da água no Chile, onde o recurso é privatizado desde a década de 1980.</p>
<p>A Sessão Aeso é promovida pelas Faculdades Integradas Barros Melo, por meio de sua Coordenação do Bacharelado em Cinema e Audiovisual, em parceria com o Cinema São Luiz e Secult-PE/Fundarpe. O título escolhido para esta semana marcou época devido ao relato de resistência política e venceu o Prêmio da Crítica Internacional (Fipresci) do Festival de Cannes em 1984.</p>
<div id="attachment_71468" aria-labelledby="figcaption_attachment_71468" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/bacurau-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-71468" alt="Bacurau, com Sônia Braga, segue pela terceira semana dominando a programação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/bacurau-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Bacurau, com Sônia Braga, segue pela terceira semana dominando a programação</p></div>
<p>Destacado com o Prêmio do Júri no Festival de Cannes (que só perde para a Palma de Ouro em importância), além de outras mostras importantes pelo mundo, e estrelado por Sônia Braga, “Bacurau” integra a programação normal com enorme sucesso e sessões concorridas. O filme dirigido pelos pernambucanos Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles segue recebendo ótimas críticas e atraindo muitos espectadores para as salas de cinema nacionais e internacionais.</p>
<div id="attachment_71045" aria-labelledby="figcaption_attachment_71045" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/a-serpente.jpg"><img class="size-medium wp-image-71045" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/a-serpente-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Matheus Nachtergaele e Lucélia Santos estrelam A Serpente</p></div>
<p>Filmado em preto e branco, “A Serpente” é inspirado na obra homônima de Nelson Rodrigues. Esta foi a primeira peça escrita pelo dramaturgo, mas a última a ser publicada. É dividida em dez atos, formato pensado como homenagem do cinema ao teatro. Algumas cenas foram filmadas em Mariana, Minas Gerais, em 2015, pouco tempo depois do rompimento da barragem da mineradora Samarco. A sugestão do uso da região como locação foi de Lucélia Santos, que estrela o filme ao lado de Matheus Nachtergaele. A iniciativa acabou registrando imagens do crime ambiental.</p>
<div id="attachment_71047" aria-labelledby="figcaption_attachment_71047" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/O-Verde-Está-do-Outro-Lado-960x640.jpg"><img class="size-medium wp-image-71047" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/O-Verde-Está-do-Outro-Lado-960x640-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Documentário trata da privatização da água no Chile</p></div>
<p>Já “O Verde Está do Outro Lado” chega à tela do São Luiz em tempos de debate a respeito de preservação do meio ambiente trazendo o debate a respeito da privatização da água. No documentário produzido entre Brasil e Chile, o diretor Daniel Rubio propõe um paralelo entre os dois países, no que diz respeito ao tema, considerando duas cidades: a Província de Petorca, distante 200 quilômetros de Santiago, e Correntina, localizada no oeste da Bahia.</p>
<p>Com som e projeção digitais, o São Luiz é o cinema de rua mais moderno de Pernambuco. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Às terças-feiras, os valores caem para R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada), respectivamente. Não há exibições às segundas-feiras. Confira abaixo a programação completa:</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SEMANA DE 12 A 18 DE SETEMBRO</span></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/52r3bp-z1rw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<b><span style="text-decoration: underline;">MEMÓRIAS DO CÁRCERE</span></b></p>
<p>(Brasil, 1984, 185 minutos)</p>
<p><strong>Gênero:</strong> Drama |<strong> Direção:</strong> Nelson Pereira dos Santos | <b>Elenco</b>: Carlos Vereza, Glória Pires, José Dumont<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos<br />
<b>Sinopse:</b> Na década de 1930, o escritor Graciliano Ramos (Carlos Vereza) é preso acusado de ligações com o Partido Comunista. Capturado em Alagoas, onde era servidor público e levava uma pacata vida, ele dá entrada no presídio de Ilha Grande, no Rio de Janeiro, em 3 de março de 1936, sem sequer passar por um julgamento. Em meio a atritos de ordem política e pessoal, crueldade, insalubridade, fome e os mais diversos tipos de criminosos &#8211; de ladrões de galinha a guerrilheiros -, ele escreve.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> Sábado (14), 16h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1DPdE1MBcQc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<b><span style="text-decoration: underline;">BACURAU</span></b></p>
<p>(Brasil, 2019, 131 minutos)</p>
<p><strong>Gênero:</strong> Drama/Ficção Científica/Mistério |<strong> Direção:</strong> Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles | <b>Elenco</b>: Sonia Braga, Barbara Colen, Silvério Pereira, Udo Kier<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Pouco após a morte de dona Carmelita, aos 94 anos, os moradores de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade pela primeira vez. Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa (Bárbara Colen), Domingas (Sônia Braga), Acácio (Thomas Aquino), Plínio (Wilson Rabelo), Lunga (Silvero Pereira) e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Falta identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (12/9): 15h30 e 19h30 | sexta-feira (13/9): 14h30, 17h e 19h30 | sábado (14/9): 19h30 | domingo (15/9): 10h30, 15h30 e 19h30 | terça-feira (17/9): 15h30 e 19h30 | quarta-feira (18/9): 15h30 e 19h30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/romiQmx05Ys" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<b><span style="text-decoration: underline;">O VERDE ESTÁ DO OUTRO LADO</span></b></p>
<p>(Brasil/Chile, 2019, 71 minutos)</p>
<p><strong>Gênero:</strong> Documentário |<strong> Direção:</strong> Daniel A. Rubio</p>
<p><strong>Classificação Etária:</strong> 10 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Desde 1980, a gestão da água foi privatizada em todo o Chile, levando pequenos agricultores à ruína e debilitando milhares de famílias. O congresso chileno concorda com a necessidade de mudar as leis, mas encontra dificuldade para combater a grande influência de grandes empresas da agricultura e mineração. Um retrato sobre a realidade e consequências do modelo econômico implantado há quase 40 anos.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta (12) 18h | terça-feira (17/9), 18h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MCXv7DFPHCU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<b></b><b><span style="text-decoration: underline;">A SERPENTE</span></b></p>
<p>(Brasil, 2019, 73 minutos)</p>
<p><strong>Gênero:</strong> Drama |<strong> Direção:</strong> Jura Capela | <b>Elenco</b>: <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-418678/">Lucélia Santos</a>, <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-28570/">Matheus Nachtergaele</a>, <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-553797/">Sílvio Restiffe</a> e Cellia Nascimento<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Lígia e Guida (ambas interpretadas por Lucélia Santos) são duas irmãs que vivem na mesma casa. Quando a doce Lígia enfim se casa com Décio (Sílvio Restiffe), ela espera ser deflorada na noite de núpcias, mas o homem é impotente. Mais tarde, ele a troca por uma lavadeira. Sentindo-se rejeitada, a recém-casada tenta o suicídio, mas é resgatada no último momento por Guida. A partir deste momento, a irmã virgem cede aos flertes do cunhado Paulo (Matheus Nachtergaele) e faz sexo com ele. Quando Guida descobre a traição em sua própria cama, a família entra em crise. Uma cova é cavada do lado de fora da casa, e fica claro que alguém precisa morrer.</p>
<p><strong>Dias e horários:</strong> domingo (15) 18h | quarta-feira (18), 18h</p>
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		<title>“Bacurau”, “A Serpente” e “O Verde Está do Outro Lado” seguem em cartaz no São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 20:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71043" aria-labelledby="figcaption_attachment_71043" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/bacurau.jpg"><img class="size-medium wp-image-71043" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/bacurau-607x358.jpg" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Bacurau domina a programação desta semana no Cinema São Luiz</p></div>
<p>A agenda do Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, segue esta semana com “Baruaru”, “A Serpente” e “O Verde Está do Outro Lado”. Os três longas metragens estrearam há duas semanas e continuam dominando a programação entre 5 e 11 de setembro.</p>
<p>Destacado com o Prêmio do Júri no Festival de Cannes (que só perde para a Palma de Ouro em importância), além de outras mostras importantes pelo mundo, e estrelado por Sônia Braga, “Bacurau” integra a programação normal após o enorme sucesso de sua pré-estreia, no último sábado (24/8). O filme dirigido pelos pernambucanos Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles segue recebendo ótimas críticas e atraindo muitos espectadores para as salas de cinema nacionais e internacionais.</p>
<div id="attachment_71045" aria-labelledby="figcaption_attachment_71045" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/a-serpente.jpg"><img class="size-medium wp-image-71045" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/a-serpente-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Matheus Nachtergaele e Lucélia Santos estrelam A Serpente</p></div>
<p>“A Serpente”, com Matheus Nachtergaele e dirigido pelo pernambucano Jura Capela, foi filmado em preto e branco e é inspirado na obra homônima de Nelson Rodrigues. Esta foi a primeira peça escrita pelo dramaturgo, mas a última a ser publicada. É dividida em dez atos, formato pensado como homenagem do cinema ao teatro.</p>
<div id="attachment_71047" aria-labelledby="figcaption_attachment_71047" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/O-Verde-Está-do-Outro-Lado-960x640.jpg"><img class="size-medium wp-image-71047" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/O-Verde-Está-do-Outro-Lado-960x640-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Documentário trata da privatização da água no Chile</p></div>
<p>Único documentário da programação semanal, “O Verde Está do Outro Lado” é dirigido por Daniel Rubio e trata sobre a política da água no Chile, onde o recurso é privatizado desde a década de 1980. O filme propõe um paralelo entre os dois países, no que diz respeito ao tema, considerando duas cidades: a Província de Petorca, distante 200 quilômetros de Santiago, e Correntina, localizada no oeste da Bahia.</p>
<p>Com som e projeção digitais, o São Luiz é o cinema de rua mais moderno de Pernambuco. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Às terças-feiras, os valores caem para R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada), respectivamente. Não há exibições às segundas-feiras. Confira abaixo a programação completa:</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SEMANA DE 5 a 11 DE SETEMBRO</span></b></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1DPdE1MBcQc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">BACURAU</span></b><br />
(Brasil, 2019, 131 minutos)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama/Ficção Científica/Mistério |<strong> Direção:</strong> Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles | <b>Elenco</b>: Sonia Braga, Barbara Colen, Silvério Pereira, Udo Kier<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Pouco após a morte de dona Carmelita, aos 94 anos, os moradores de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade pela primeira vez. Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa (Bárbara Colen), Domingas (Sônia Braga), Acácio (Thomas Aquino), Plínio (Wilson Rabelo), Lunga (Silvero Pereira) e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Falta identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (5/9): 15h30 e 19h30 | sexta-feira (6/9): 14h30, 17h e 19h30 | sábado (7/9): 15h30 e 19h30 | domingo (8/9): 10h30, 15h30 e 19h30 | terça-feira (10/9): 15h30 e 19h30 | quarta-feira (11/9): 15h30 e 19h30.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/romiQmx05Ys" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">O VERDE ESTÁ DO OUTRO LADO</span></b><br />
(Brasil/Chile, 2019, 71 minutos)<br />
<strong>Gênero:</strong> Documentário |<strong> Direção:</strong> Daniel A. Rubio<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 10 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Desde 1980, a gestão da água foi privatizada em todo o Chile, levando pequenos agricultores à ruína e debilitando milhares de famílias. O congresso chileno concorda com a necessidade de mudar as leis, mas encontra dificuldade para combater a grande influência de grandes empresas da agricultura e mineração. Um retrato sobre a realidade e consequências do modelo econômico implantado há quase 40 anos.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sábado (7/9): 18h | terça-feira (10/9): 18h</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MCXv7DFPHCU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">A SERPENTE</span></b><br />
(Brasil, 2019, 73 minutos)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama |<strong> Direção:</strong> Jura Capela | <b>Elenco</b>: Lucélia Santos, Matheus Nachtergaele, Sílvio Restiffe e Cellia Nascimento<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Lígia e Guida (ambas interpretadas por Lucélia Santos) são duas irmãs que vivem na mesma casa. Quando a doce Lígia enfim se casa com Décio (Sílvio Restiffe), ela espera ser deflorada na noite de núpcias, mas o homem é impotente. Mais tarde, ele a troca por uma lavadeira. Sentindo-se rejeitada, a recém-casada tenta o suicídio, mas é resgatada no último momento por Guida. A partir deste momento, a irmã virgem cede aos flertes do cunhado Paulo (Matheus Nachtergaele) e faz sexo com ele. Quando Guida descobre a traição em sua própria cama, a família entra em crise. Uma cova é cavada do lado de fora da casa, e fica claro que alguém precisa morrer.<br />
<strong>Dias e horários:</strong>  quinta-feira (5/9) | domingo (8/9): 18h | quarta-feira (11/9): 18h.</p>
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		<title>Realizadores pernambucanos se encontram em Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/realizadores-pernambucanos-se-encontram-em-garanhuns/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 21:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mostra de cinema do FIG é encerrada com debate inédito e resultados positivos Por André Dib Pela primeira vez em nove anos, a Mostra de Cinema do FIG foi encerrada com um encontro de realizadores pernambucanos. A decisão tomada pela coordenadora de Audiovisual da Secul/ Fundarpe, Carla Francine, foi mais do que acertada. Até então, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mostra de cinema do FIG é encerrada com debate inédito e resultados positivos</p>
<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3982" alt="FIG - 01" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-01-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Por André Dib</p>
<p dir="ltr">Pela primeira vez em nove anos, a Mostra de Cinema do FIG foi encerrada com um encontro de realizadores pernambucanos. A decisão tomada pela coordenadora de Audiovisual da Secul/ Fundarpe, Carla Francine, foi mais do que acertada. Até então, cada diretor vinha a Garanhuns apresentar seu filme, para no dia seguinte voltar para a capital. Reuni-los para refletir e ventilar ideias foi rico e produtivo; se a bonança dos últimos tempos rendeu uma produção ímpar na história do estado, é preciso pensar estratégias para a sua continuidade.</p>
<p dir="ltr">O evento começou logo após a exibição de “O Som ao Redor”, de Kléber Mendonça Filho, com a presença do diretor, que começou a conversa confidenciando ao mediador, Cláudio Assis, que ter assistido “Amarelo Manga” o motivou a fazer o próprio longa. “Foi um impacto ver o Recife em tela grande, cinemascope”.</p>
<p dir="ltr">Gabriel Mascaro, diretor de “Doméstica”, disse o mesmo com relação a Assis: “pensei que se um cara como ele está fazendo cinema, eu também posso”, brincou, reforçando o clima de amizade, compartilhado pelo produtor João Vieira Jr. (REC Produtores Associados) e o cineasta Jura Capela (“Filme Jardim Atlântico”).</p>
<p dir="ltr">Olhar para a cidade tem sido a tônica não só do atual cinema feito em Pernambuco: desde sua origem, o Recife está nos filmes, representado em suas contradições. A dimensão estético/ política, no entanto, pode ser considerada tão inédita quanto o prestígio acumulado pela filmografia recente.</p>
<p dir="ltr">Os convidados enumeram os motivos. “É uma modalidade de cinema diferente do sudeste, que é feito pela elite”, disse Mascaro, que elogiou o apoio do edital de audiovisual (Funcultura Audiovisual) mantido pelo Governo do Estado, uma produção “fora da lógica comercial perversa que rege os filmes no mundo inteiro. Precisamos oficializar isso como política cultural de longo prazo”.</p>
<p dir="ltr">Cláudio foi taxativo ao tratar do poder público: “ele só faz o seu dever”. Sobre a ótima fase financiada por patrocínio estatal, Jura disse que “por mais anárquico que seja o cinema pernambucano, vivemos um momento sério, real e lúcido. Pernambuco não tem cineasta feliz, auto-suficiente. Vejo todos batalhando diariamente, e quando precisa, pedindo ajuda para os amigos”.</p>
<p dir="ltr">Kléber Mendonça ressaltou o equilíbrio individual x coletivo. “Somos uma comunidade, de canais separados, onde é importante a presença do outro fazendo filmes. Isso gera energia criativa. Ao mesmo tempo em que há uma completa independência, forma-se um conjunto muito rico”.</p>
<p dir="ltr">Cláudio Assis abriu o encontro rejeitando qualquer recorte geográfico que possa aprisionar a produção de filmes. “Cinema não é de nenhum lugar, cinema é do mundo e não da tapioca ou do acarajé”.</p>
<p dir="ltr">Responsável pela produção de filmes essenciais como “Cinema, Aspirinas e urubus” e “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, João Vieira Jr. disse que o cinema feito em Pernambuco superou qualquer conotação regionalista. “A produção contemporânea é marcada por obras críticas, feitas sob um espírito comunitário. Não estamos mais sob aquele conceito que nos apequenava. Hoje temos lugar no cenário nacional”.</p>
<p dir="ltr">Jura confirma: “Criamos uma marca que, se ao mesmo tempo pode ser desconfortável, se tornou um carimbo de qualidade”. Kléber concorda: “Se virou um rótulo, é um rótulo positivo. Ninguém quer ser sucesso comercial, não fazemos pesquisa de mercado para procurar nichos de público. O cinema pernambucano é bem sucedido dentro dos seus próprios termos, tem o público dele, sem a neura de querer ser grande sucesso, como faz a Globo Filmes”.</p>
<p dir="ltr">Sedento por informações, o público interagiu e fez perguntas sobre a obra de cada diretor e curiosidades sobre fazer cinema. Foi o mote para cada um falar sobre os filmes que vem por aí: Kléber prepara dois longas: “Bacurau” (“se tudo der certo, um filme experimental e de ficção científica”) e “Aquarius” (“um filme menor, filhote de O Som ao Redor”); Mascaro está prestes a rodar um documentário sobre a vaquejada (“estou procurando locações inclusive em Garanhuns”) e na sequência, uma ficção “em homenagem a Cláudio Assis”.</p>
<p dir="ltr">Em agosto, João Jr. irá lançar “Tatuagem”, dirigido por Hilton Lacerda, está na competição do Festival de Gramado, e em breve deve lançar “O homem das multidões”, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães; e Jura Capela desenvolve “Cartografia”, panorama nacional sobre as artes plásticas, e a adaptação de uma peça de Nelson Rodrigues, “A Serpente”, com interpretações de Mateus Nachtergaele, Mariana Lira e Alessandra Negrini.</p>
<p>Conhecido pelo comportamento arredio, Cláudio Assis se mostrou um mediador exemplar, sóbrio e elegante, tanto na apresentação dos realizadores quanto na lida com o público. Críticas, somente à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com quem protagonizou batalha recente envolvendo o edital para filmes de baixo orçamento. “Um edital castrado, miserável. Não quero esse dinheiro”. Seus próximos projetos são “Big Jato”, adaptação do livro de Xico Sá, e “Piedade”, construído em torno do clima de tensão gerado por ataques de tubarão nas praias do Recife e Jaboatão dos Guararapes.</p>
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