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	<title>Portal Cultura PE &#187; abelardo da hora</title>
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		<title>Mepe recebe evento que celebra o centenário de Abelardo da Hora</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 17:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escultor, ceramista, desenhista, gravador, poeta, professor e militante político. São tantos “Abelardos” da Hora em um único artista, que defini-lo é quase limitar seu potencial. O seminário &#8220;Corpos e Pedras: Artes, Política e Cidades&#8221;, que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Museu do Estado de Pernambuco, revisita a vida, obra e legado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114270" aria-labelledby="figcaption_attachment_114270" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/abelardodahora.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114270" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/abelardodahora-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Abelardo da Hora foi escultor, pintor, ceramista, gravador, poeta e desenhista</p></div>
<p>Escultor, ceramista, desenhista, gravador, poeta, professor e militante político. São tantos “Abelardos” da Hora em um único artista, que defini-lo é quase limitar seu potencial. O seminário &#8220;Corpos e Pedras: Artes, Política e Cidades&#8221;, que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Museu do Estado de Pernambuco, revisita a vida, obra e legado do pernambucano considerado um dos mais importantes artistas plásticos<b> </b>modernos do país.</p>
<p>O evento promove análises críticas das obras, do engajamento político do artista e da sensibilidade de Abelardo ao capturar as cenas da vida cotidiana. Voltado para professores, estudantes, pesquisadores e amantes das artes de um modo geral, o seminário, que é gratuito, terá também intérprete de libras e vai contar com a participação dos representantes da família Clara da Hora, Lenora da Hora e Daniel da Hora. “Participarmos do evento como debatedores é, para mim e minha irmã, motivo de extrema alegria, pois poderemos compartilhar, com o público e com os colegas convidados, experiências e informações a partir de uma visão pessoal e diretamente ligada ao Abelardo da Hora. Estamos honrados com a iniciativa e com o evento”, revelou.</p>
<p>A programação começa dia 5 de novembro, às 13h30, com a solenidade de abertura e homenagem. Em seguida, às 14h, a mesa Corpos e pedras: o imaginário social nas obras de Abelardo da Hora traz uma reflexão sobre a força política e estética contida nos trabalhos do artista e a sua importância na construção pensamento social pernambucano, nordestino e brasileiro. No dia 6, às 9h, o tema da mesa Abelardo da Hora, a paisagem urbana e o contemporâneo nas artes: entre o sensível e o político debate a importância de Abelardo no engajamento de artistas pernambucanos e a sua influência no desenvolvimento da vida artística e política da cidade, avaliando seus desdobramentos nos dias atuais. Por fim, às 14h, acontece a mesa Abelardo e seu legado: os desafios na gestão de patrimônios e acervos artísticos vai discutir como artistas, gestores e herdeiros podem pensar nos acervos com propósitos culturais e refletir sobre outras possibilidades, seja no âmbito educativo, expositivo ou comercial.</p>
<p>Para o colecionador e diretor do REC Cultural, Diogo Cantarelli, correalizador do evento, trazer esse diálogo no ano em que o artista faria 100 anos é uma forma de celebrá-lo e revisita-lo. “Abelardo foi um multiartista, mas, para além de tudo o que ele representa no universo das artes, ele também foi professor e formador de importantes nomes do cenário cultural e artístico da cidade. Seu trabalho transformou a paisagem urbana do Recife, e, de certa forma, democratizou o acesso de sua arte disponibilizando-as nos espaços públicos”, enfatizou.</p>
<p>O evento é uma realização do Ministério da Cultura, Centro de Integração Social e Cultural José Cantarelli e do REC Cultural, em parceria com a família de Abelardo da Hora, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco &#8211; UFAPE. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas através do preenchimento <a href=" https://encurtador.com.br/US9Yq" target="_blank">deste formulário</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-12.17.19.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114267" alt="WhatsApp Image 2024-11-04 at 12.17.19" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-12.17.19-499x486.jpeg" width="499" height="486" /></a></p>
<p><b>ABELARDO DA HORA</b> &#8211; O artista nasceu no dia 31 de julho de 1924, em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Inicialmente, seu desejo era ser mecânico, para depois cursar engenharia mecânica. Porém, no dia da inscrição, não havia vagas no curso desejado. Então, por obras do destino, Abelardo se inscreveu no curso de artes decorativas com seu irmão. Foi onde o talento dele foi descoberto. Criador de mais de 300 obras, Abelardo Germano da Hora é considerado uma das figuras mais importantes das artes plásticas do país. Suas esculturas, desenhos e gravuras dialogam com a cultura popular e têm um forte viés político. As mulheres também tiveram grande influência em suas obras, com a retratação das curvas de corpos femininos.</p>
<p>Abelardo foi um dos criadores da Sociedade de Arte Moderna do Recife, do Atelier Coletivo e do Movimento de Cultura Popular (MCP), além de influenciar e formar uma geração de artistas pernambucanos. Por causa de seu engajamento político, o escultor foi perseguido durante a ditadura militar, sendo preso algumas vezes.</p>
<p>No Recife, é possível ver obras de Abelardo em diversos lugares. Ele promoveu uma verdadeira transformação nos espaços públicos, incorporando suas artes nas paisagens culturais, como é o caso do Monumento aos Retirantes, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem e o Monumento ao Maracatu, nas proximidades do Forte das Cinco Pontas. Um acervo com 179 obras de Abelardo foi doado para o estado da Paraíba. O artista morreu no dia 23 de setembro de 2014, aos 90 anos.</p>
<p><b>Confira a programação completa do festival:</b></p>
<p><b>DIA &#8211; 05/11</b></p>
<p><b>Abertura </b>- 13h30 às 14h</p>
<p><b>Mesa 1</b>- Corpos e pedras: O imaginário social nas obras de Abelardo da Hora</p>
<p><b>Horário:</b> Das 14h às 17h</p>
<p>Convidados: Moacir dos Anjos, Walter Arcela e José Brito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>DIA &#8211; 06/11</b></p>
<p><b>Mesa 2:</b> Abelardo da Hora, a paisagem urbana e o contemporâneo nas artes: entre o sensível e o político</p>
<p><b>Horário:</b> Das 9h às 12h<b></b></p>
<p><b>Convidados:</b> Daniel da Hora, Carlos Melo, Gleyce Heitor Kelly</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Mesa 3</b>: Abelardo e seu legado: O desafio da gestão de patrimônios e acervos artísticos</p>
<p><b>Convidados: </b>Clara da Hora, José Patrício, Bruno Fernandes.</p>
<p><b>Horário:</b> Das 14h às 17h</p>
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		<item>
		<title>Livro destaca o uso da arte em edifícios recifenses</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-destaca-o-uso-da-arte-em-edificios-recifenses/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 17:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O fotógrafo alemão Benjamin Burca havia chegado há pouco tempo no Recife quando, em seus passeios de ônibus, observou que os grandes prédios da cidade contavam com uma escultura próxima a sua entrada. Intrigado pelo emprego dado a arte, ele passou a visitar os edifícios para registrar as peças ao lado da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59294" aria-labelledby="figcaption_attachment_59294" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_Barbara-Wagner-e-Benjamin-de-Burca_divulgacao-livro.jpg"><img class="size-large wp-image-59294" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_Barbara-Wagner-e-Benjamin-de-Burca_divulgacao-livro-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Bárbara Wagner e Benjamin Burca são os autores do livro &#8220;Edifício Recife/ Recife Edifice&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>O fotógrafo alemão Benjamin Burca havia chegado há pouco tempo no Recife quando, em seus passeios de ônibus, observou que os grandes prédios da cidade contavam com uma escultura próxima a sua entrada. Intrigado pelo emprego dado a arte, ele passou a visitar os edifícios para registrar as peças ao lado da jornalista e também fotógrafa Bárbara Wagner, brasiliense radicada no Recife, que tentava filtrar informações sobre os trabalhos com os porteiros dos condomínios. Não demorou para que a dupla percebesse que a catalogação das peças associada aos depoimentos dos porteiros traçava um importante panorama não só sobre as artes plásticas no Recife, como também a sua relação com a população.</p>
<p>A pesquisa se tornou pública em 2013, quando se tornou a exposição “Edíficio Recife”, que estreou no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Agora, o trabalho ganha o formato de livro, sob o título “Edíficio Recife/ Recife Edifice”, que tem lançamento nesta quinta-feira, às 18h, na Galeria Amparo 60. “O trabalho da gente é documental, é o artista prestando serviço para o poder público, porque a gente documenta a aplicação da lei (Lei Municipal nº 7.427/61), sugerida por Abelardo da Hora, de que todo prédio com mais de 1000m² deveria ter obrigação de ter uma escultura tridimensional”, explica Bárbara Wagner, sobre a publicação que tem apoio do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e distribuição no Brasil pela editora IKREK.</p>
<div id="attachment_59296" aria-labelledby="figcaption_attachment_59296" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_02.jpg"><img class="size-large wp-image-59296" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_02-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Livro conta com imagens de 66 esculturas de edifícios recifenses atreladas aos depoimentos dos porteiros de cada condomínio</p></div>
<p>Para além da catalogação de 66 obras instaladas em edifícios recifenses, o livro procura provocar o leitor a refletir sobre o papel da rua como espaço de arte e, principalmente, traçar um paralelo entre gosto e classe. “O que a gente acha bonito ou feio tem a ver com a nossa classe social. A maioria dos porteiros que participam do livro são homens negros e que moram em bairros mais simples onde não há a aplicabilidade dessa lei, por isso é um trabalho que fala sobre desigualdade. Há várias camadas de sentidos nele, o pessoal da arquitetura vai ver de um jeito, o da arte vai ver de outro, o público comum de outro”, explica Bárbara, ao esclarecer que não foi dito o nomes dos artistas que assinam as peças porque a intenção era fazer uma inversão dos papéis de autoridade ao dar a voz para os porteiros.</p>
<p>“Todos esses encontros foram bem surpreendente, cada um do seu jeito. Por mais que a gente tivesse um rigor científico, ele sempre era desafiado pelas possibilidades de cada situação, tanto pelo repertório de cada porteiro como também pelo espaço. Mas acho que a surpresa maior foi deles, porque não imaginavam que a gente ia querer ouvi-los falar sobre arte”, diz ela, que acredita que os porteiros assumem a posição de uma espécie de curador da escultura. Enquanto os moradores passam pelas peças, muitas vezes, sem percebê-las, os trabalhadores do prédio são as pessoas que cuidam da manutenção da estrutura.</p>
<p>Com imagens fotografadas em filmes de 35mm, o livro será vendido pelo valor de R$ 70 e estará disponível na galeria Amparo 60 e no site da IKREK. O lançamento contará com 66 edições especiais em que cada uma haverá a impressão de uma das fotos assinada. Fora do Brasil, o material será distribuído pela editora alemã König Books.</p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
</b>Lançamento do livro “Edifício Recife/ Recife Edifice”, de Bábara Wagner e Bejamin Burca<br />
Quando: Nesta quinta-feira, às 18h<br />
Onde: Galeria Amparo 60 (Rua Artur Muniz, 82, sobrelojas salas 13 e 14 – Boa Viagem/Recife)<br />
Preço do livro: R$ 70<b></b></p>
<div id="attachment_59295" aria-labelledby="figcaption_attachment_59295" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_01.jpg"><img class="size-large wp-image-59295" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_01-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro &#8220;Edifício Recife/ Recife Edifice&#8221;</p></div>
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		<title>Projeto mapeia esculturas e murais em espaços públicos do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-mapeia-esculturas-e-murais-em-espacos-publicos-do-recife/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 19:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[Enchendo os olhos de moradores e visitantes, um rico acervo de murais artísticos e esculturas estão espalhados pela capital pernambucana. São monumentos, esculturas, estátuas, bustos, murais, painéis em cerâmica, pinturas e azulejos datados do século XVII até os dias atuais. Com a intenção de tornar este valoroso patrimônio artístico, histórico e cultural ainda mais conhecido, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enchendo os olhos de moradores e visitantes, um rico acervo de murais artísticos e esculturas estão espalhados pela capital pernambucana. São monumentos, esculturas, estátuas, bustos, murais, painéis em cerâmica, pinturas e azulejos datados do século XVII até os dias atuais. Com a intenção de tornar este valoroso patrimônio artístico, histórico e cultural ainda mais conhecido, o projeto <strong>Recife Arte Pública</strong> mapeou estas obras e, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, apresenta nesta quinta-feira, 25/2, o resultado do trabalho.</p>
<div id="attachment_34014" aria-labelledby="figcaption_attachment_34014" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/grifo-em-bronze-MEPE_hassan-santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-34014" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/grifo-em-bronze-MEPE_hassan-santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grifo em bronze (Fundição Val d&#8217;Osne), que está no Museu do Estado, é uma das obras mapeadas</p></div>
<p>Dois mapeamentos distintos foram realizados: escultura e mural. O livreto <em>“Recife Arte Pública: Escultura</em>” apresenta mais de 100 pontos de localização. Durante a pesquisa, a equipe visitou trinta e dois bairros da Região Metropolitana do Recife (RMR) e traz como resultado o mapeamento de mais de duzentas esculturas públicas. <em>“A arte pública testemunha o crescimento urbano, e deve ser vista sob esse caráter documental, um verdadeiro acervo público disponível a toda sociedade”</em>, explica a coordenadora de pesquisa, Lúcia Padilha.</p>
<p>Mais de 70 murais em espaços públicos e espaços privados com acesso ao público na cidade também foram mapeados. Vinte bairros da RMR foram visitados para compor o site<em> “Recife Arte Pública: Murais”</em>, que traz em seu conteúdo informações sobre a obra de arte, o artista, sua localização e dados para acessar o mural mapeado.</p>
<p>Nas ruas, em parques, praças e prédios, a arte pública do Recife conta a sua história através da arte, que inclui obras de grandes artistas como Cícero Dias, Abelardo da Hora, Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres e Corbiniano Lins.</p>
<div id="attachment_34015" aria-labelledby="figcaption_attachment_34015" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno Laprovitera</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/painel-frei-caneca_casa-da-cultura_cicero-dias_foto-breno-laprovitera.jpg"><img class="size-medium wp-image-34015" alt="Breno Laprovitera" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/painel-frei-caneca_casa-da-cultura_cicero-dias_foto-breno-laprovitera-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Painel de Cícero Dias sobre Frei Caneca pode ser apreciado na Casa da Cultura</p></div>
<p>O projeto é idealizado pela arquiteta e arte-educadora Lucia Padilha Cardoso. A equipe de pesquisa conta com os educadores Niedja Santos e Hassan Santos, com produção de Janaisa Cardoso e design gráfico da Zoludesign.</p>
<p>O registro das obras em mural é de autoria do fotógrafo Breno Laprovitera e compõem o site “Recife Arte Pública: murais”. As fotos das esculturas foram realizadas por Nando Chiappetta e integram o livreto “Recife Arte Pública: Escultura”, que será distribuído, gratuitamente, em pontos culturais da cidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço<br />
</strong></span><strong>Quinta-feira, 25 de fevereiro, a partir das 17h<br />
</strong>- Lançamento do projeto “Recife Arte Pública” com distribuição do livreto e divulgação do site <strong><a href="http://www.recifeartepublica.com.br" target="_blank">www.recifeartepublica.com.br<br />
</a></strong>- Abertura da exposição de fotografias de arte pública da cidade do Recife<br />
No Museu Murillo La Greca (<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim/Recife)</em></em></em></em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><span style="text-decoration: underline;"><strong>SAIBA MAIS<br />
</strong></span><em>*Com informações da assessoria do projeto</em></em></em></em></em></em></em></p>
<p><strong>Esculturas</strong></p>
<p>O livreto “Recife Arte Pública: Escultura” apresenta mais de 100 pontos de localização para conhecer esses patrimônios construídos em espaços públicos do Recife. Na sua maioria, são locais com livre acesso, alguns possuem horários de visitação, enquanto que outros espaços são privados, porém com acesso ao público. Todas as informações necessárias para visitação das obras estão contempladas na publicação.</p>
<p>Durante a pesquisa, a equipe visitou 32 (trinta e dois) bairros da Região Metropolitana do Recife e traz como resultado o mapeamento de mais de 200 esculturas públicas nas quatro zonas principais da cidade: <i>Leste (Centro), Norte, Oeste e Sul</i>.</p>
<p>Entre as obras da pesquisa estão esculturas francesas do século XVIII como as instaladas no Museu do Estado, Praça da República e Ponte Maurício de Nassau. São esculturas de ferro produzidas pelos mesmos autores das peças encontradas no acervo de museus franceses como o d’Orsay, em Paris. Outras esculturas dessa mesma época podem ser vistas, feitas em mármore ou bronze, muitas delas associadas à arquitetura de prédios ou compondo o contexto urbano da cidade.</p>
<p>Dos artistas pernambucanos, Abelardo da Hora e Francisco Brennand são autores de grande parte do acervo da arte pública do Recife. Realizadas no modernismo, são esculturas e monumentos produzidos, em sua maior parte, entre as décadas de 40 e 60, utilizando técnicas e materiais diversos, como cerâmica, pedra, bronze, entre outros. Além deles, outros grandes nomes se fazem presente nessa exposição a céu aberto, como Corbiniano Lins e José Cláudio. Muitas dessas obras reforçam a memória da nossa sociedade e constroem a cultura pernambucana.</p>
<p>Mais contemporâneas, instaladas às margens do Rio Capibaribe ou em praças públicas, esculturas e monumentos nascem com a vocação de fazer lembrar, evocar, celebrar, como o “Monumento Tortura Nunca Mais” e a escultura “Carne da Minha Perna”, um caranguejo confeccionado com sucata de ferro que homenageia o músico Chico Science e o geógrafo pernambucano Josué de Castro.</p>
<p>Da mesma maneira, as esculturas dos escritores do Recife que compõem o “Circuito da Poesia” prestam homenagem aos poetas que nasceram ou viveram no Recife, como Capiba, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Carlos Pena Filho e Clarice Lispector. Contemporâneo também é o “Parque de Esculturas de Francisco Brennand”, com 90 esculturas do artista e os 40 metros quadrados no piso do Marco Zero, considerado o ponto de partida da cidade, que traz a obra “Rosa dos Ventos”, de Cícero Dias, e representa a origem do mundo e do Recife.</p>
<p>“A ausência de um inventário sobre esse patrimônio material contribui para o esquecimento e desvalorização desse tesouro cultural pernambucano. A arte pública, ao ser criada para a cidade, testemunha o crescimento urbano, e deve ser vista sob esse caráter documental, um verdadeiro acervo público disponível a toda sociedade”, explica Lúcia.</p>
<p><strong>Murais</strong></p>
<p>O projeto mapeou mais de 70 (setenta) murais em espaços públicos e espaços privados com acesso ao público na cidade do Recife. Durante a pesquisa, a equipe visitou 20 (vinte) bairros da Região Metropolitana do Recife, com a intenção de compor o site “Recife Arte Pública: Murais”, com acesso pelo endereço <a href="http://www.recifeartepublica.com.br/">www.recifeartepublica.com.br</a>. O site traz em seu conteúdo informações sobre a obra de arte, o artista, sua localização e dados para acessar o mural mapeado.</p>
<p>Entre os principais nomes da arte em mural do Recife estão grandes artistas plásticos pernambucanos como Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres, Abelardo da Hora, Cícero Dias, Delfim Amorim, Petrônio Cunha, Maurício Silva, José Paulo, entre outros. Boa parte produzidos entre as décadas de 40 e 90 e disponíveis para apreciação.</p>
<p>O primeiro mural abstrato da América do Sul encontra-se na capital pernambucana, de autoria de Cícero Dias, e está exposto na Secretaria da Fazenda do Estado. Muitos prédios recifenses abrigam nas suas fachadas a arte mural de Francisco Brennand, como o mural de duzentos metros de altura, de 1967, que ocupa metade da lateral de um edifício situado na Rua do Sol. Da mesma forma, os painéis em azulejos de Delfim Amorim compõem fachadas de edifícios que são referência na cidade, como o Edifício Acaiaca em Boa Viagem e o prédio do IMIP no bairro dos Coelhos.</p>
<p>Lula Cardoso Ayres assina muitos murais espalhados pela cidade, como o do hall do Cinema São Luiz. Corbiniano Lins e Abelardo da Hora também contribuem com esse acervo de painéis e murais artísticos pelo Recife, especialmente com temáticas mais políticas como o mural “Joaquim Nabuco e a Abolição da Escravatura”, na Rua do Sol e os cinco painéis em azulejo intitulado “Revoluções Pernambucanas” em Santo Amaro. Os artistas mais contemporâneos também participam com obras espalhadas pela cidade como os painéis de Christina Machado, Rinaldo e Maurício Silva no Bar Central.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> </strong></span></p>
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		<title>Morre Abelardo da Hora &#8211; Escultor da Cultura Pernambucana</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2014 15:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[abelardo da hora]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura e a Fundarpe lamentam profundamente a morte de Abelardo da Hora. Não há palavras que resumam a grandeza deste pernambucano de São Lourenço da Mata que dedicou sua vida à missão de aproximar a arte do nosso cotidiano, de pautar a cultura como elemento de reflexão política e de transformação social. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/abelardo3.jpg"><img class="size-full wp-image-14190 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/abelardo3.jpg" width="325" height="244" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura e a Fundarpe lamentam profundamente a morte de Abelardo da Hora. Não há palavras que resumam a grandeza deste pernambucano de São Lourenço da Mata que dedicou sua vida à missão de aproximar a arte do nosso cotidiano, de pautar a cultura como elemento de reflexão política e de transformação social.</p>
<p>Fundador da Sociedade de Arte Moderna do Recife e um dos mentores do Movimento de Cultura Popular, Abelardo viveu 90 anos compartilhando seu talento único nas áreas da escultura, da cerâmica e do desenho com todos os pernambucanos, inclusive contribuindo para a formação de outros grandes artistas do nosso tempo, como Francisco Brennand, Gilvan Samico e Aloisio Magalhães.</p>
<p>A cultura pernambucana, que de forma genial Abelardo sempre exaltou em suas esculturas, está de luto. Mas seguirá firme, inspirada pela vida e pela obra do mestre que deixa um exemplo de como o fazer artístico pode estar a serviço da construção de uma sociedade mais justa; sonho do qual nem as mais de 70 prisões políticas foram capazes de fazê-lo declinar.</p>
<p>Que suas obras, especialmente aquelas que enchem de beleza a paisagem urbana do Recife, como o Monumento ao Frevo (Rua da Aurora) ou o Monumento aos Retirantes (Parque Dona Lindu), nos façam sempre lembrar, agradecidos, de sua inesquecível contribuição à formação cultural da nossa gente.</p>
<p>Com pesar,</p>
<p><b>Marcelo Canuto<br />
</b>Secretário de Cultura de Pernambuco</p>
<p><b>Severino Pessoa<br />
</b>Presidente da Fundarpe</p>
<div id="attachment_14198" aria-labelledby="figcaption_attachment_14198" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/abelardo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-14198" title="Laila Santana" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/abelardo-2.jpg" width="303" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Secretário Estadual de Cultura Marcelo Canuto e Secretaria de Cultura do Recife Leda Alves prestigiaram recente homenagem ao artista</p></div>
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