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	<title>Portal Cultura PE &#187; academia pernambucana de letras</title>
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		<title>Revista Pernambuco de dezembro tem lançamento especial na APL</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 20:42:32 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114825" aria-labelledby="figcaption_attachment_114825" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114825" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da revista literária Pernambuco de dezembro de 2024</p></div>
<p>A revista literária Pernambuco, publicada pela Cepe Editora, traz nos destaques da edição de dezembro dois grandes nomes. O dossiê conta com 30 páginas sobre a obra e a vida do pernambucano Mauro Mota, poeta, geógrafo e jornalista que nos deixou há 40 anos. A capa do periódico é dedicada aos 80 anos do escritor cearense Cláudio Aguiar, morador de Olinda desde 1962.</p>
<p>Em homenagem a essas duas figuras, a revista tem lançamento especial na Academia Pernambucana de Letras (APL), nesta segunda-feira (2), às 15h, durante sessão ordinária da casa. A reunião é aberta ao público e conta com a presença de Cláudio Aguiar e da família do poeta Mauro Mota.</p>
<p>“A ideia desta edição é valorizar a vida, a memória e a permanência das coisas. Homenagear Mauro Mota, que é um clássico, é importante para que as pessoas percebam a beleza do que ele escreveu. Durante décadas foi o nome mais relevante no Diario de Pernambuco no âmbito da cultura. Não tenho dúvida nenhuma de dizer que é um dos nossos grandes esquecidos. Celebramos também os 80 anos de Cláudio Aguiar, escritor lúcido e ativo. Entre seus grandes trabalhos está a biografia definitiva de Francisco Julião, o líder das Ligas Camponesas, com a qual ganhou um Jabuti em 2015”, diz Mário Hélio, superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe.</p>
<p>Para o presidente da APL, Lourival Holanda, os nomes dos homenageados mostram continuidade e renovação. “São duas referências na cultura literária em Pernambuco. As elegias de Mauro Mota foram ponte para a visibilidade nacional com o Prêmio Olavo Bilac, depois o Jabuti, outra sagração. Já Cláudio Aguiar faz joviais 80 anos. É um homem com vasta produção: <em>Caldeirão</em> ficou sendo um marco na nossa literatura, Jorge Amado o reconheceu e amou. Estudioso de Ortega e Gasset, pensador espanhol que marcou gerações, Cláudio Aguiar foi sagrado pelo título de honor, Cidadão de Salamanca (Huéspede Distinguido), para orgulho nosso. Em 2009, com <em>El Rey de los Bandidos</em>, o autor ganhava audiência mais larga, mundo afora, com o Prêmio Ibero-Americano”, salienta Lourival Holanda.</p>
<p>Na reportagem do dossiê Pernambuco, Mauro Mota é lembrado como memorialista, geógrafo, historiador, cronista e observador dos costumes das províncias e das pequenas e grandes coisas do cotidiano. Foi um dos primeiros presidentes da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), quando a fundação ainda era um instituto. O poeta também fez parte da Academia Brasileira de Letras (ABL) e presidiu a Academia Pernambucana de Letras (APL).</p>
<p>Na capa da revista de dezembro, Cláudio Aguiar, outro grande nome das letras, é celebrado pelos 80 anos de nascimento. Romancista, ensaísta, dramaturgo, biógrafo, compositor, poeta e crítico literário, sua obra conta com mais de 40 livros, muitos dos quais premiados e traduzidos para o russo, espanhol e francês.</p>
<p>Agora o autor dedica-se a escrever um novo livro de poemas, com uma abordagem reflexiva sobre a existência, o que inclui elucubrações sobre o universo quântico e questionamentos a respeito da inteligência artificial.</p>
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		<title>A história de Pernambuco contada por Pereira da Costa</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:01:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114517" aria-labelledby="figcaption_attachment_114517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-114517" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O historiador Bruno Almeida de Melo</p></div>
<p>Numa época em que escritores divulgavam suas produções intelectuais nos jornais, Pereira da Costa contou a história de Pernambuco em artigos seriados, no começo do século 20. Dos aspectos sociais a temas militares, passando por botânica, urbanismo, religião, folclore e cultura, nada escapou ao historiador e jornalista na série <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em>. Os textos, inéditos em livro, são agora apresentados pela Cepe Editora, dentro das homenagens ao centenário de morte do autor. O lançamento é nesta terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), entidade que Pereira da Costa ajudou a fundar, localizada no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p><em>Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> reúne 36 textos publicados por Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923) no Diario de Pernambuco, de maio de 1901 a janeiro de 1903, de forma ininterrupta, e em janeiro de 1922. Autor de obras indispensáveis para quem procura informações sobre a história e a cultura do Estado, Pereira da Costa deixou uma vasta bibliografia, entre livros e artigos. O mais conhecido, <em>Anais Pernambucanos</em>, cobre o período de 1493 a 1850, numa narrativa de mais de cinco mil páginas organizadas em dez volumes.</p>
<p>“O aspecto mais importante da publicação desta obra é corroborar, mais uma vez, a relevância de Pereira da Costa como o maior cronista da história de Pernambuco. Passados quase 101 anos de seu falecimento (21 de novembro de 1923), ainda temos o privilégio de publicar de maneira inédita alguns de seus escritos, e temos a oportunidade de ver, novamente, a sua capacidade de abordar assuntos tão distintos, dando a cada um deles a sua devida seriedade”, declara o historiador Bruno Almeida de Melo, que fez a organização do livro com o historiador Leonardo Dantas Silva, Patrimônio Vivo de Pernambuco, falecido há um ano, em novembro de 2023.</p>
<p>O pesquisador Pereira da Costa expõe conteúdos variados na série. Um dos textos relata atividades de associações secretas e políticas do século 19, como a Sociedade Patriótica Harmonizadora, que destinou recursos para pagamento de pensão a viúvas, pais e filhos menores dos mártires da Revolução de 1817 e da Confederação do Equador, de 1824. Foram beneficiados três filhos de frei Caneca (Ana, Fortunato e Joaquim), um filho do padre José Inácio Roma, o pai adotivo da filha do padre Tenório e a viúva do capitão Domingos Teotônio Jorge, entre outros.</p>
<p>No artigo Nichos, o pesquisador relata a atuação da polícia para conter “abusos” e “irreverências” de populares nas orações que eram feitas diante desses pequenos santuários nas fachadas de residências, no Centro do Recife. Há textos sobre os arcos nas cabeceiras da atual Ponte Maurício de Nassau, que liga o Bairro do Recife ao de Santo Antônio, demolidos para obras de melhorias no trânsito; o farol construído nos arrecifes do porto; os meios de transporte público; e os pelourinhos do Recife, Olinda, Itamaracá, Goiana, Paudalho e Garanhuns.</p>
<p>Ao comentar a repercussão da série, Bruno Almeida cita o artigo Judeus, sobre a comunidade israelita, de 14 de julho de 1901, que foi traduzido e publicado em uma revista de Berlim, em 1902. “Em 1965, Manuel Correia de Andrade (geógrafo, 1922-2007) utilizou o artigo Sociedades Secretas como fonte para escrever um de seus livros”, acrescenta. Tempos de Jornal traz notas explicativa para contextualizar, complementar e atualizar informações coletadas há mais de cem anos por Pereira da Costa. Tem prefácio de Leonardo Dantas e posfácio de Bruno Almeida dedicado a Leonardo Dantas, que morreu sem ver a obra pronta. <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> é o título original da série publicada no Diario.</p>
<p>“Pereira da Costa fazia questão de divulgar seus textos, fosse em forma de livros ou artigos publicados na Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, ou nos jornais do Recife e de outros estados. O público alcançado era o mais diversificado possível, desde estudiosos a apenas interessados em História, e acredito que ainda seja assim até hoje. Espero que este livro desperte interesse nos mais variados públicos em conhecer mais a história de Pernambuco e a figura extraordinária que foi Pereira da Costa”, destaca Bruno Almeida, que também organizou o título Os bispos de Olinda (1676-1910), lançado pela Cepe Editora em 2023, com outra série de artigos do mesmo autor.</p>
<p><strong>PEREIRA DA COSTA -</strong> Historiador, folclorista e escritor, Francisco Augusto Pereira da Costa nasceu no bairro de Santo Antônio, Centro do Recife, em 16 de dezembro de 1851. Começou a colaborar com o Diario de Pernambuco aos 21 anos, formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e foi professor no Ginásio Pernambucano e no Liceu de Artes e Ofícios, além de ocupar o cargo de deputado estadual por oito mandatos (1900-1923). Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e foi integrante do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e dos Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba e São Paulo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas, com bate-papo entre Bruno Almeida, Mariana Dantas (filha de Leonardo Dantas) e Mário Hélio, editor das revistas Continente e Pernambuco da Cepe -</strong><em> terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 1596, bairro das Graças, Recife). Preço: R$ 80 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_114518" aria-labelledby="figcaption_attachment_114518" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114518" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</p></div>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, Registro do Carrego da Lenha como Patrimônio Imaterial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:56:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cortejo, poemas feitos na hora e canção. A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) que votou, por unanimidade, a favor do Registro da Procissão do Carrego da Lenha, da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo, no município de Goiana, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado foi marcada pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cortejo, poemas feitos na hora e canção. A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) que votou, por unanimidade, a favor do Registro da Procissão do Carrego da Lenha, da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo, no município de Goiana, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado foi marcada pela emoção. O evento ocorreu, nesta quinta-feira (8), na Academia Pernambucana de Letras, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, o requerimento de registro foi formulado pelo Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO), em 2022.</p>
<p>A reunião foi conduzida pela presidente do CEPPC-PE, Cláudia Regina de Farias Rodrigues, vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de PE (Fundarpe) e representante titular do poder público. O primeiro ato foi a leitura do parecer conclusivo pelos conselheiros relatores, Roberto Pereira (representante de Notório Saber) e Mônica Siqueira (representante da sociedade civil na área de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial).</p>
<p>Após a leitura, alguns conselheiros pronunciaram suas considerações. &#8220;Uma peça literária&#8221;, elogiou Margarida Cantarelli, também representante de Notório Saber. História viva de Pernambvuco. Justo e meritório reconhecimento&#8221;, completou.</p>
<p>&#8220;Quando vejo as crianças aqui isso é a garantia da continuidade da procissão&#8221;, observou Harlan Gadêlha Filho&#8221;, suplente da sociedade civil de Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus.</p>
<p>Em sequência às considerações, o Registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco foi votado e aprovado por unanimidade. A partir daí, a Resolução nº 08/2024 será encaminhada para a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e, em seguida, para hologação da governado Raquel Lyra a fim de ser publicada em forma de decreto no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Coube ao gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, apresentação a equipe técnica, formada por André Cardoso e Fernando Montenegro, assessores técnicos da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e Aline Bonfim e Júlia Bernardes, assessoras técnicas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI), que conduziram a pesquisa em parceria com a comunidade da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo.</p>
<p>Marcelo Renan destacou a ênfase na condução por parte da equipe de Educação Patrimonial. Ainda explicou como se deu o processo de pesquisa, no modo de invetário participativo, em que pessoas da comunidade trabalharam em parceria com a equipe técnica da Fundarpe. O processo de salvaguarda, como lembrou o gerente, tem como objetivo garantir a manutenção da procissão. Para isso será elaborado um plano de salvaguarda que assegure a participação do Estado sempre que houver demandas da comunidade, sendo o CEPPC-PE o agente de fiscalização nessa cadeia.</p>
<p>&#8220;Essa pesquisa em parceria com a comunidade é uma experiência nova para nós, de Educação Patrimonial&#8221;, complementou Fernando Montenegro. &#8220;Pretendemos incorporar aos próximos processos de registro&#8221;, revelou.</p>
<p>A sessão, que já estava emocionante, transbordou de sentimentos com o pronunciamento de alguns dos membros da própria comunidade. Ceça do PT interpretou uma canção. A poeta goianense Miriam Dourado e a antropóloga e liderança comunitária Crislaine Venceslau recitaram, poemas feitos na hora. &#8220;É necessário ter a valorização do trabalho da mulher no quilombo&#8221;, defendeu Crislaine.</p>
<p>&#8220;Enquando liderança, não poderia faltar ao compromisso com minha comunidade&#8221;, disse Dadá Quilombola. &#8220;O registro vai dar mais visibilidade a nosso quilombo. Estamos em festa&#8221;, comemorou. E contextualizou: &#8220;O Carrego da Lenha é católico. Hoje ele se torna de Pernambuco. Viva São Lourenço Mártir!&#8221;, vibrou.</p>
<p>O professor Bartolomeu Júnior lembrou que o Carrego da Lenha não é só de São Lourenço de Tejucupapo: &#8220;É de toda uma região, vários distritos e municípios, inclusive da Paraíba&#8221;. Já a estudante Janiele Schimdt, filha de caranguejeiro, defendeu que &#8220;a juventude precisa de mais protagonismo&#8221;, referindo-se aos jovens da comunidade que se envolveram na pesquisa.</p>
<p>Representante da paróquia local, Marcos Augusto de Souza afirmou que quando se preserva a cultura, preserva-se a história. &#8220;E quando preservamos a história não cuidamos do que passou, mas do que vem adiante&#8221;, filosofou.</p>
<p>Ainda em tom filosófico, João Francisco, Zinho, lembrou da história da árvore do esquecimento em que toda vez que os africanos iam embarcar no navio negreiro, para serem escravizados no Brasil, eram obrigados a dar voltas em torno de uma árvore e forçados a deixar a terra natal e toda sua história. &#8220;Aqui estamos uma volta ao contrário, da lembrança&#8221;, antagonizou. &#8220;Aqui está plantada uma árvore da lembrança.&#8221;</p>
<p><strong>A PROCISSÃO –</strong> A Procissão do Carrego da Lenha é uma tradição na Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço, distrito de Tejucupapo-Goiana, com mais de 130 anos de existência, realizada nas festividades do padroeiro daquela comunidade, no dia 10 de agosto, cortejo que valoriza um trabalho manual, o carrego da lenha, tarefa que na época colonial/imperial era menosprezada sendo um trabalho das gentes simples que no passado ainda no presente compõe aquela realidade.</p>
<p>A celebração incorpora a forte devoção e homenagens que são realizadas ao santo padroeiro da localidade, São Lourenço, inscrita no Livro de Registro das Celebrações, e se soma à Festa de Agosto de São Lourenço da Mata, registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado em 2022.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha possui, além dos elementos religiosos católicos, sentidos simbólicos que atravessam as relações da comunidade. A data do dia 10 de agosto de 258, na tradição cristã, é marcada pelo falecimento do primeiro diácono da Igreja Católica, Lourenço, nascido na cidade de Huesta, Espanha.</p>
<p>Lourenço, foi designado pelo Papa Sisto II para ser o responsável pelos bens da Igreja e pelos cuidados com os pobres, doentes e viúvas. Durante o governo de Valeriano I, os cristãos e suas práticas foram fortemente combatidas; o Papa Sisto II, foi condenado e decapitado, tendo como consequência a perseguição a Lourenço. Após a insubordinação contra as autoridades romanas, Lourenço foi condenado à morte, sendo torturado e posto numa grelha em brasas.</p>
<p>O Carrego, como também é conhecida a procissão, é organizada por membros da comunidade local. No dia 10, pela manhã, a lenha utilizada está organizada na entrada dos dois acessos ao povoado para que as pessoas possam carregá-la durante a procissão. Normalmente uma banda filarmônica de Goiana, Curica ou Saboeira (Patrimônios Vivos de Pernambuco), acompanha os louvores e cânticos entoados pela multidão. No fim a lenha é depositada em frente à Igreja Matriz de São Lourenço formando a grande fogueira que é queimada em homenagem ao padroeiro.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha é uma referência identitária e de pertencimento que atravessa gerações há mais de um século na comunidade. Possui características de cunho sagrado e profano remetendo às disputas por território, poder e religiosidade na história do povoamento local. Atualmente reúne pessoas de diversos lugares, idades e gêneros, além de moradores locais.</p>
<p><strong>O PROCESSO –</strong> O Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO) submeteu, em 5 de setembro de 2022, o requerimento de registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem.</p>
<p>Após a abertura do Processo de Registro coube à Fundarpe dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro conforme previsto na Lei nº 16.426 de 27 de setembro de 2018.</p>
<p><strong>INVENTÁRIO PARTICIPATIVO –</strong> A instrução técnica de registro contou com a elaboração de um Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço realizado pela Fundarpe em conjunto com o IHAGGO e com a Associação Quilombola de Povoação de São Lourenço (AQPSL) e detentores e detentoras. Foram inventariadas referências culturais da comunidade que passam pelos lugares, saberes e fazeres, bens da culinária e gastronomia local, das festas, ritos e celebrações, entre elas a Procissão do Carrego da Lenha.</p>
<p>A elaboração do inventário participativo contou com a participação do Núcleo de Educação Patrimonial da Fundarpe e teve início em dezembro de 2023. Ao longo do processo a Fundarpe contou com a colaboração e parceria do IHAGGO e da AQPSL, além de detentores e detentoras que contribuíram tanto na pesquisa bibliográfica e no mapeamento de lideranças e referências da comunidade. Os resultados preliminares do inventário participativo embasaram o parecer técnico encaminhado ao CEPPC-PE para deliberação pelo registro do bem no Livro de Registro das Celebrações.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA –</strong> Após a publicação do Decreto de Registro do bem pela Governadora do Estado, Raquel Lyra, a Fundarpe dará início à elaboração do Plano de Salvaguarda do Bem Cultural, em parceria com o IHAGGO e com a AQPSL e detentores e detentoras.</p>
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		<title>Conheça os 10 novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 20:59:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou nesta quinta-feira (1º) o resultado da seleção do concurso público anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (RPV-PE). Com a escolha de mais dez mestres, mestras e grupos, o Estado passa a ter 105 Patrimônios Vivos registrados, de diferentes regiões. A eleição ocorreu, nesta manhã, em reunião presencial do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE), na Academia Pernambucana de Letras (APL). Os dez novos eleitos participaram do certame que contou com 103 candidaturas inscritas, das quais 98 foram habilitadas.</p>
<p>Confira <a title="Resolução nº 07/2024" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/SEI_53965557_GOVPE___Resolucao.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a resolução.</p>
<p>Confira <a title="19º Concurso de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/19o-concurso-de-registro-do-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todo o histórico do edital.</p>
<p>Os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco são: Benedito Belo da Silva &#8211; Benedito da Macuca (forró, Olinda); Caboclos Cahetes de Goiana (caboclinho, Goiana); Clube Carnavalesco e Cultural Caiporas de Pesqueira &#8211; Caiporas de Pesqueira (clube carnavalesco, Pesqueira); Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas de Olinda &#8211; Clube Vassourinhas de Olinda (clube carnavalesco, Olinda); Francisco Vicente Nogueira &#8211; Chico Santeiro (artesanato, Triunfo); Índios Tabajaras (tribo de índio, Goiana); João Antônio da Silva &#8211; João Limoeiro (ciranda, Carpina); João Luiz de Santana &#8211; João de Cordeira (mestre em caboclinho, João Alfredo); Quadrilha Raio de Sol (quadrilha junina, Olinda); e Sociedade Musical Pedra Preta (banda filarmônica, Itambé).</p>
<p><em id="__mceDel"><br />
Na reunião, na qual foram eleitos os dez novos Patrimônios Vivos, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural fez a leitura dos critérios e diretrizes que foram norteadores para a difícil missão da avaliação das candidaturas e escolha dos contemplados.</em></p>
<p>O encontro contou com a participação de membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, titulares e suplentes, e pessoas interessadas no tema. Coube à presidente do CPPC-PE, Claudia Rodrigues, vice-presidente da Fundarpe, a apresentação que deu início à reunião; e à vice-presidente do Conselho, Ana Barbosa, representante da sociedade civil no segmento Urbanismo &amp; Meio Ambiente, conduzir a mesa-diretora. Também esteve presente a gestora dos Conselhos Políticos, Amanda Carneiro.</p>
<p>Entre os pontos construídos pelo próprio CEPPC-PE, foi orientado que se percebesse: o risco de desaparecimento de determinadas linguagens; os segmentos que não tenham sido contemplados; a priorização das interseccionalidades (gênero, risco social, etnia/raça); os que têm pouca visibilidade e acessam menos os editais; a vulnerabilidade social; a relevância do grupo ou pessoa; a regionalização por meio da representatividade dos municípios; a oportunidade para que pessoas e grupos que não acessam editais de fomento e têm dificuldade na manutenção de suas prática; a relevância do trabalho em prol da cultura, a idade do candidato ou antiguidade do grupo, a avaliação da situação de carência social do candidato, entre outras.</p>
<p>&#8220;A avaliação da etapa final do concurso é superpositiva&#8221;, comemorou Ana Barbosa. &#8220;A reunião transcorreu de maneira produtiva, cumprindo as formalidades do procedimento eleitoral da conferência do quórum necessário, da apresentação das regras do posicionamento da sequência das etapas do processo, o chamamento nominal, a entrega das cédulas, a conferência do preenchimento, a apuração nominando conselheiros e candidatos com total transparência, com a projeção em tela para que todos os participante presentes, inclusive observadores, pois a sessão foi aberta, pudessem vislumbrar todo o fluxo de atividades até o resultado final&#8221;, detalhou.</p>
<p>&#8220;Aqui também foi feita a leitura em tela do ofício que formaliza o resultado, que vai ser publicado, dando publicidade à resolução final do certame, que culmina com o decreto da governadora nominando os dez Patrimônios Vivos&#8221;, antecipou Claudia Rodrigues.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> Pernambuco foi o primeiro Estado a implantar efetivamente uma política de registro das tradições culturais populares e de valorização dos detentores desses conhecimentos tradicionais. A Lei Estadual nº 12.196, de 2 de maio de 2002, instituiu a concessão do título de Patrimônio Vivo do Estado Pernambuco (RPV-PE), que prevê o pagamento de uma pensão vitalícia para os mestres e/ou grupos culturais, selecionados por meio de edital público, lançado anualmente.</p>
<p>Como contrapartida, constitui dever do Patrimônio Vivo participar de programas de ensino e de aprendizagem de seus conhecimentos e técnicas organizados pela Secretaria Estadual de Cultura. Desta forma tem-se a garantia de que os saberes de um povo não se extingam, com a morte de um mestre ou grupo da arte de fazer, mas que se perpetue, com seus alunos e aprendizes.</p>
<p>Quando passou a vigorar ficou estabelecido que a cada ano deveriam ser registrados três novos nomes. Em 2016, em virtude do aumento significativo de inscrições para concorrer ao RPV-PE, houve a necessidade de ampliar o número de bolsas concedidas. Assim a Lei nº 15.944, de dezembro de 2016, aumentou de três para seis o número de bolsas anuais outorgadas aos mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana.</p>
<p>É indiscutível que a Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas. A Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE.</p>
<p>Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.263,26 e, para pessoa jurídica, de R$ 4.526,55. A Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas de grupos com CNPJ que atendam aos critérios do edital para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, o registro Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 14:30:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no Estado com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito estadual.</p>
<p>Com a deliberação do CEPPC-PE, após a assinatura oficial do decreto pela governadora Raquel Lyra e sua publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), o bem cultural é inscrito no Livro de Registro dos Saberes do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.<br />
O Bolo de Noiva Pernambucano, parte obrigatória nos rituais de casamentos e em diversos outros eventos sociais, ostenta uma receita de origem inglesa brilhantemente adaptada pelas mãos pernambucanas. A iguaria se diferencia dos bolos de casamento dos outros Estados pelos ingredientes e sabores característicos.</p>
<p>Amplamente difundido, encontrado em todas as microrregiões, o Bolo de Noiva está presente no cotidiano do povo pernambucano sendo comercializado em vários formatos e tamanhos. Sua produção e consumo fazem parte da nossa cultura culinária atingindo todas as classes sociais tornando-se símbolo da gastronomia pernambucana e um importante instrumento de geração de renda — movimentando o mercado gastronômico, gerando empregos, convertendo-se em pilar econômico para inúmeras famílias que há gerações perpetuam essa tradição —, além de promover a socialização da cultura local.</p>
<p>Segundo Cris Barros, chef, pesquisadora e professora de gastronomia da Faculdade Senac, que também foi uma colaboradora da pesquisa do bem que culminou com o registro, “reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no País valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no Estado e que repassam seus conhecimentos às novas geraçõe perpetuando a preservação dos saberes tradicionais”.</p>
<p><strong>PROCESSO -</strong> A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) submeteu, em 1º de julho de 2021, o requerimento de registro do Bolo de Noiva Pernambucano como Patrimônio Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, em conjunto com a Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem, cujo processo contou com anuência de boleiros e boleiras pernambucanos.</p>
<p>A partir de então foi sugerida a alteração da nomenclatura do processo de registro (e consequentemente do bem a ser registrado) de Bolo de Noiva de Pernambuco para Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco, já que o reconhecimento é do conjunto de saberes associados a sua produção e não apenas o produto em si.</p>
<p>Após acatamento da Secult-PE pelo registro do bem no Livro de Registro dos Saberes, conforme o inciso III, do Art. 4º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, como consta no art. 7º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, coube à Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro. A partir daí é encaminhado ao CEPPC para deliberação final da decisão culminando, ou não, no registro do bem nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.</p>
<p>Ao longo o processo a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe contou com a colaboração e parceria de instituições e de detentores e detentoras que enriqueceram tanto a pesquisa bibliográfica e o mapeamento da comunidade detentora do bem, como o documento do parecer técnico conclusivo do Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco.</p>
<p>Em 10 de maio de 2022 a Secult-PE e a Fundarpe realizaram no YouTube a live Bolo de Noiva, Patrimônio Gastronômico de Pernambuco com o objetivo de divulgar e fortalecer a articulação entre boleiras e boleiros, as instituições e a sociedade civil. Participaram do debate a chef, pesquisadora e professora do Senac Cris Barros; Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe; e a gastróloga, professora, pesquisadora e então assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão. Na ocasião foi discutida a importância do registro e do reconhecimento de um patrimônio alimentar como o Bolo de Noiva pernambucano.</p>
<p>Durante a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em agosto de 2022, ocorreu a Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da Contribuição do Patrimônio Alimentar para o Desenvolvimento Local: Turismo, Empreendedorismo e Preservação com o objetivo de divulgar as iguarias reconhecidas como patrimônio imaterial alimentar em Pernambuco, bem como as que estão em processo de registro.</p>
<p>Promovido pela Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Uninassau e a Faculdade Senac, um dos encontros contou com a presença da professora Cris Barros por meio de uma aula-demonstração em que se discutiu acerca da história do bolo, da parte prática de como se dá seu preparo, quais são os ingredientes, entre outras demonstrações.</p>
<p>Marcelo Renan e Ana Frazão também reforçaram para o público presente a importância da salvaguarda de bens alimentares focando no Bolo de Noiva pernambucano como uma grande referência identitária que vai desde o ambiente da cozinha à comensalidade nas mais diversas celebrações.</p>
<p>Entre março e abril de 2023 técnicas da Fundarpe realizaram entrevistas com Cássia Pereira, Eliane Asfora e Cris Barros, boleiras da Região Metropolitana do Recife (RMR), que afirmam trabalhar com a receita dita tradicional do bolo. Além disso, a Fundarpe contribuiu com debates realizados na Faculdade Senac sobre o processo de registo e os aspectos socioculturais ligados ao bolo.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA -</strong> Após a votação do CEPPC-PE a favor do registro, e da publicação da resolução informando da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir daí se dará o início da elaboração do plano de salvaguarda com a participação da comunidade.</p>
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		<title>CEPPC-PE apresenta parecer técnico sobre registro do bolo de noiva como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 22:05:40 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_106944" aria-labelledby="figcaption_attachment_106944" class="wp-caption img-width-400 alignnone" style="width: 400px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/52305316506_ccab2eba7d_w.jpg"><img class="size-full wp-image-106944" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/52305316506_ccab2eba7d_w.jpg" width="400" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">Bolo de noiva</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) apresenta na próxima quinta-feira (14), às 10h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), o parecer técnico conclusivo do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.<br />
Após a deliberação, o CEPPC-PE irá elaborar a resolução que deverá ser remetida à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), à qual o Conselho está vinculado, para conhecimento e demais procedimentos listados nos artigos 9º e 10º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial no âmbito do Estado de Pernambuco.<br />
O CEPPC-PE comunica à toda a comunidade detentora do bem cultural e demais entes da sociedade que no dia 14 de Dezembro de 2023 o Conselho de Preservação irá deliberar sobre a pertinência da inscrição do bem no respectivo Livro de Registro em âmbito Estadual.</p></blockquote>
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		<title>Feira da Literatura Infantil ocupa os jardins da Academia Pernambucana de Letras</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 14:13:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/flitin-apl-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-97524" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/flitin-apl-1-607x396.png" width="607" height="396" /></a></p>
<p>A Feira da Literatura Infantil (Flitin) volta a ocupar os jardins da Academia Pernambucana de Letras (APL), a partir desta quinta-feira (1º), homenageando o escritor, jornalista, dramaturgo, caricaturista, chargista e pintor mineiro Ziraldo, que em outubro passado completou 90 anos de idade. Em sua quarta edição, a feira, que integra o Circuito Cepe de Cultura, mantém a proposta de uma programação interativa, lúdica e gratuita. O evento seguirá até domingo (4), sempre das 9h às 20h, oferecendo shows musicais, espetáculos infantis, oficinas, lançamentos literários, exibição de filmes, entre outras atividades.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO -</strong> Um dos grandes expoentes da literatura infanto-juvenil, Ziraldo conta com mais de 180 livros publicados tanto para o público infantil quanto para o adulto. Muitos dos seus títulos, acompanham gerações de leitores, como Flicts (1969, editado em mais de vinte idiomas) e &#8220;O Menino Maluquinho&#8221; (1980, um dos maiores fenômenos editoriais brasileiros). Na 4ª Flitin, ele será celebrado em iniciativas como oficinas e uma amostra de sua obra literária que acontecerá no Museu da Academia Pernambucana de Letras &#8211; aberto para visitação durante o período da feira.</p>
<p><strong>OFICINAS -</strong> Arte-educador, coordenador educativo do Museu da Cidade do Recife, Emerson Pontes irá trabalhar nas oficinas &#8220;Ziraldo: leitura que celebra a pintura, dois importantes livros: Além do Rio (1992) e Os hai-kais do Menino-maluquinho (2012)&#8221;. A proposta apresentará trechos de cada obra, extraindo delas os elementos necessários para o processo criativo dos pequenos. Por ser um projeto colaborativo, o trabalho de cada criança resultará, no final, em um grande painel.</p>
<p>Inspirada na cultura dos brinquedos populares, a arte-educadora Mila Tavares também promete uma experiência divertida na oficina que ministrará e que tem como referência o livro Flicts (a história de uma cor que não consegue encontrar o seu lugar no arco-íris).<em> “Vamos apreciar a leitura de Flicts, fazer um experimento com mistura de cores e aprender a confeccionar um corrupio, que ao girar formará uma nova cor”</em>, antecipa.</p>
<p><strong>LANÇAMENTOS -</strong> Cinco livros serão apresentados ao público da Flitin durante a programação do final de semana. No sábado (3), a cordelista, poeta, cantora e contadora de histórias Mari Bigio lançará quatro títulos que integram a Coleção Canoa (Companhia das Letrinhas, 2022): &#8220;A bruxa do breu&#8221;, &#8220;Uma carta para o pirata&#8221;, &#8220;A sereia garbosa&#8221; e &#8220;Aliens, a lição&#8221;. Com ilustrações de Rodrigo Chedid, os livros inspiram-se na literatura de cordel para contar histórias inusitadas, como a do pirata que não sabe nadar e a da sereia cantora lírica que sonha em ser uma rockstar.</p>
<p>No domingo (4), o jornalista, editor e escritor Thiago Corrêa Ramos conversa com a criançada sobre o seu livro &#8220;Dona Copa&#8221; (Vacatusa, 2022), com ilustrações de Eduardo Padrão. Inspirado em uma experiência que o autor teve com suas duas filhas, vivida durante a Copa da Rússia (2018), &#8220;Dona Copa&#8221; usa o futebol enredo narrativo para falar sobre relações familiares.</p>
<p>Além dos lançamentos, contações de histórias apresentarão ao público infantil os livros &#8220;Rafa, o Piloto de Girafa&#8221;, de Henrique Vale; &#8220;O que é isso que eu sinto&#8221;, de Marcela Egito; &#8220;Bia Baobá&#8221;, de Itamar Morgado; &#8220;A Menina que Engoliu um Céu Estrelado&#8221;, de Gael Rodrigues; &#8220;O Encontro de Mário&#8221;, de Márcia Cristina Silva, e &#8220;A palavra da boca para fora&#8221;, de Clara Angélica, todos editados pela Cepe.</p>
<p><strong>SHOWS E ESPETÁCULOS -</strong> Na programação teatral, a Cia. 2 em Cena levará para o palco da Flitin os palhaços Dodo (Sóstenes Vidal), Cadinho (Ricardo Vendramini e Dunga (Davison Wescley) no espetáculo &#8220;Enquanto Godot não vem&#8221;. Poesia, cantoria e muito humor se entrelaçam na encenação de &#8220;Seu Rei Mandou&#8221;, da Cia Meias Palavras, que resgata histórias populares.</p>
<p><strong>EVENTO -</strong> Circuito Cepe de Cultura é uma realização da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com curadoria da Fundação Gilberto Freyre, e apoio das prefeituras municipais. Em 2022, já foram realizadas a 1ª Feira Literária de Amaraji (Fliamar), a 2ª Feira Literária de Goiana (Fligo), a 6ª Feira Nordestina do Livro (Fenelivro), a 4ª Feira Literária do Sertão (Felis), a 2ª Feira da Poesia do Pajeú, a 1ª Feira Miol(o)s Olinda, além do Polo Literário do 3º Festival Café Cultural de Taquaritinga do Norte. Ainda em dezembro acontecerá a 1ª Feira Literária de Camaragibe.</p>
<p>Veja abaixo a programação da 4ª Feira da Literatura Infantil:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>- 1º de dezembro, quinta-feira</strong></span></p>
<p>Cineminha/Auditório<br />
As Aventuras de Tita, de Victor Flores e Eduardo Padrão<br />
Horários: 9h, 9h30, 10h, 10h30, 13h, 13h30, 14h, 14h30</p>
<p>9h &#8211; Contação de histórias/Tenda<br />
Rafa, o Piloto de Girafa, de Henrique Vale, com Lili</p>
<p>9h – Atividades Recreativas/Palco<br />
Oficinas e contação de história (Secretaria de Educação do Recife)</p>
<p>10h – Oficina/Tenda<br />
Ziraldo: leitura que celebra pintura, com Emerson Pontes (atividade inspirada no livro Os hai-kais do Menino-maluquinho, de 2012)</p>
<p>14h – Contação de histórias/Tenda<br />
O que é isso que eu sinto, de Marcela Egito, com Lili</p>
<p>15h – Oficina / Tenda<br />
Ziraldo: leitura que celebra pintura, com Emerson Pontes (atividade inspirada no livro Os Hai-kais do Menino-maluquinho, de 2012)</p>
<p>17h – Cantata Natalina/Palco<br />
Participação do coral da Escola Sunny Place</p>
<p>18h – Show/Palco<br />
Com o mágico Rodrigo Lima</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>2 de dezembro, sexta-feira</strong></span></p>
<p>Cineminha/Auditório<br />
Musicália, de Irina França e Camila Monart<br />
Horários: 9h, 9h30, 10h, 10h30, 13h, 13h30, 14h, 14h30</p>
<p>9h – Contação de histórias/Tenda<br />
Bia Baobá, de Itamar Morgado, com Lili</p>
<p>9h – Atividades Recreativas/Palco<br />
Oficinas e contação de história (Secretaria de Educação do Recife)</p>
<p>10h – Oficina/Tenda<br />
Ziraldo: Leitura que celebra pintura, com Emerson Pontes (atividade inspirada no livro Além do Rio, 1992)</p>
<p>14h – Contação de histórias/Tenda<br />
A Menina que Engoliu um Céu Estrelado, de Gael Rodrigues,com Lili</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>3 de dezembro, sábado</strong></span></p>
<p>Cineminha/Auditório<br />
Além da lenda, de Erickson Marinho e Bruno Antonio<br />
Horários: 9h, 9h30, 10h, 10h30, 13h, 13h30, 14h, 14h30</p>
<p>9h – Oficina/Tenda<br />
Flicts e o giro de cores em um corrupio, com Mila Tavares (contação de história da obra Flicts, de Ziraldo, seguida de oficina de construção de corrupio)</p>
<p>10h30 – Show/Palco<br />
Brincadeira tem hora. Com o grupo Tintim por Tintim</p>
<p>14h – Contação de histórias/Tenda<br />
O Encontro de Mário, de Márcia Cristina Silva, com Lili</p>
<p>15h – Lançamento de livros/Tenda<br />
A bruxa do breu, Uma carta para o pirata, A sereia garbosa e Aliens, a lição (Companhia das Letrinhas, 2022), de Mariane Bigio. Apresentação de Gabi Florêncio.</p>
<p>16h – Espetáculo/Palco<br />
Enquanto Godot não vem&#8230; com a Cia 2 em Cena</p>
<p>18h – Show / Palco<br />
O Natal de Tio Bruninho</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">5 de dezembro, domingo</span></strong></p>
<p>Cineminha/Auditório<br />
Pedrinho e a chuteira da sorte, de Alisson Ricardo e Marcos França<br />
Horários: 9h, 9h30, 10h, 10h30, 13h, 13h30, 14h, 14h30</p>
<p>9h – Oficina/Tenda<br />
Futebol de botão. Com Sérgio Travassos (Santa Cruz F.C) e Márcio Villarinho (Liga Bakamoon)- Três rodadas de 30 minutos de duração. Capacidade de 12 participantes por rodada</p>
<p>10h30 – Espetáculo / Palco<br />
Seu Rei Mandou, com a Cia Meias Palavras</p>
<p>14h – Contação de histórias/Tenda<br />
A palavra da boca para fora, de Clara Angélica, com Lili</p>
<p>15h – Lançamento de livros/Tenda<br />
Dona Copa, de Thiago Corrêa Ramos. Apresentação de Pedro Madureira</p>
<p>16h – Espetáculo/Palco<br />
Benedito, Brocoió, Barulhento e Beradêro, com o Mamulengo Flor Mimosa</p>
<p>18h – Espetáculo/Palco<br />
Auto de Natal dos Doutores da Alegria</p>
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		<title>Ângelo Monteiro lança o livro &#8220;Entre as Ondas&#8221; na Academia Pernambucana de Letras</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 13:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ano em que celebra 80 anos, o poeta e ensaísta radicado no Recife, Ângelo Monteiro, publica nova obra pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Trata-se do livro de poesias &#8220;Entre as ondas&#8221;, que será lançado nesta quinta-feira (16), às 19h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), no bairro das Graças. O escritor alagoano radicado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Capa-Entre-as-ondas1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94568" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Capa-Entre-as-ondas1-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>No ano em que celebra 80 anos, o poeta e ensaísta radicado no Recife, Ângelo Monteiro, publica nova obra pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Trata-se do livro de poesias &#8220;Entre as ondas&#8221;, que será lançado nesta quinta-feira (16), às 19h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), no bairro das Graças.</p>
<p>O escritor alagoano radicado no Recife não lançava um livro há cinco anos. “Em seu novo livro, Ângelo Monteiro continua o caminhar por uma poesia reflexiva, em que a filosofia é indissociável da estética. É mais uma obra do poeta que a Cepe Editora publica &#8211; em 2017, a Cepe lançou &#8216;O Inquisidor e as lições de passagem&#8217;, um dos títulos da Coleção Poemas”, recorda o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Com dezenas de livros publicados, Ângelo é integrante da chamada Geração 65 &#8211; da qual também fazem parte nomes como Jaci Bezerra (1944-2020), Alberto da Cunha Melo (1942-2007), Marcus Accioly (1943-2017) e Lucila Nogueira (1950-2016) &#8211; costuma discorrer sobre o sentido da vida. Sua poesia é considerada uma das mais enigmáticas do contemporâneo. “Se a própria vida é um enigma, toda poesia tem uma relação natural com essa natureza enigmática”, reflete o poeta.</p>
<p>Para Ângelo, <em>“a Geração de 65 não passa, em outros termos, da Geração 60 no resto do país. Pois foi o geógrafo alagoano, Tadeu Rocha, que deu nota bastante particular a essa geração, ao batizá-la assim”</em>, afirma o autor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Entre as ondas&#8221; &#8211; Ângelo Monteiro<br />
Quando: 16 de junho de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Academia Pernambucana de Letras (Avenida Rui Barbosa, 1596 &#8211; Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Entrada franca<br />
Preço: R$ 25 (livro impresso); R$ 10 (e-book)</p>
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		<item>
		<title>Cícero Belmar lança &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; na Academia Pernambucana de Letras</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 17:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornalista, romancista, autor de peças teatrais, de biografias e de obras infantis, Cícero Belmar Siqueira Rodrigues apresenta seu mais novo trabalho: &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221;. A publicação reúne 25 contos e será lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na quinta-feira (17), às 19h, na sede da Academia Pernambucana de Letras, localizada no Recife [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CiceroBelmar2-FotoDeCarlosLima.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91881" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CiceroBelmar2-FotoDeCarlosLima-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Jornalista, romancista, autor de peças teatrais, de biografias e de obras infantis, Cícero Belmar Siqueira Rodrigues apresenta seu mais novo trabalho: &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221;. A publicação reúne 25 contos e será lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na quinta-feira (17), às 19h, na sede da Academia Pernambucana de Letras, localizada no Recife e onde ele ocupa a cadeira de nº 33. Com um jogo equilibrado entre realidade e ficção, o livro retrata as múltiplas faces do Brasil e nas personagens esquecidas caberiam muitos brasileiros.</p>
<p>Cícero Belmar explorou sua experiência profissional para escrever os contos, que passeiam por questões de natureza política, social, religiosa e urbanístic<em>a. “Como sou jornalista, tenho um defeito de fábrica, de não criar as histórias a partir de uma ficção. Todas elas têm um pé na realidade. Até mesmo aquela cujo título é Esquecidos por deus. Essa, eu criei a partir de um caso jornalístico. De um recorte de jornal. Eu invento a partir de elementos do fato jornalístico. Digamos que em cada conto eu usei 50% de realidade. É a minha ‘técnica’ de criação”</em>, declara o escritor.</p>
<p>As histórias narradas nas 144 páginas do livro foram escritas ao longo de vários anos, diz ele, entrelaçadas pelo tema do esquecimento e da memória. <em>“Eu levo isso às últimas consequências, como se o fazer literário dependesse da própria memória para ser contada. A memória é prima-irmã da literatura, na minha opinião”</em>, destaca. Nesse cenário, nascem a mulher que vai se desligando da vida por causa de uma doença neurodegenerativa, o comunista que esquece para continuar vivo e um velho casarão derrubado em nome da modernidade.</p>
<p><em>“Quero apenas contar histórias que se pareçam com a vida real”</em>, afirma Belmar, pernambucano de Bodocó, no Sertão. Não à toa, muitos leitores, ao fechar o livro, poderão ficar com a impressão de que já viram alguns desses personagens, como a criança que engraxa sapatos em bares numa presença quase invisível. O livro leva a reflexões sobre a vida e o tempo. E como diz o protagonista do conto Dente de Ouro:<em> “Eternidade é uma coisa que ninguém tem prova de que existe. O que existe é um lugar nas nossas lembranças para a gente guardar a história das almas”</em>.</p>
<p>Os contos selecionados para compor &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; passaram pelo crivo de Raimundo de Moraes, Cleyton Cabral, Gerusa Leal e Lúcia Moura (falecida em 2021 por complicações da covid), escritores do grupo de oficina permanente Autoajuda Literária, do qual Belmar também faz parte. Cleyton, Gerusa e Raimundo participarão da solenidade de lançamento da publicação e vão dividir a mesa com o autor num bate-papo sobre o livro. <em>“O título, inclusive, nasceu a partir de uma sugestão de Cleyton”</em>, acrescenta o jornalista.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da publicação &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; &#8211; Cícero Belmar<br />
Quando: 17 de março de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Local: Academia Pernambucana de Letras (Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço do livro: R$ 25 (impresso) e R$ 10 (e-book)</p>
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		<item>
		<title>Cepe realiza a 3ª Feira da Literatura Infantil na Academia Pernambucana de Letras</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-realiza-a-3a-feira-da-literatura-infantil-na-academia-pernambucana-de-letras/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 19:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[3ª Feira da Literatura Infantil]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de um hiato de quase dois anos causado pela pandemia de Covid-19, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) retoma a realização de suas feiras presenciais e a primeira será nesta semana, no período de 2 a 5 de dezembro. É a 3ª Feira da Literatura Infantil (Flitin), que acontecerá nos jardins da Academia Pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89570" aria-labelledby="figcaption_attachment_89570" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Teatro-de-Retalhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-89570" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Teatro-de-Retalhos-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Além de ações literárias, o evento contará com oficinas artesanais, contações de histórias, cineminha, atividades recreativas, espetáculos teatrais e shows musicais</p></div>
<p>Depois de um hiato de quase dois anos causado pela pandemia de Covid-19, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) retoma a realização de suas feiras presenciais e a primeira será nesta semana, no período de 2 a 5 de dezembro. É a 3ª Feira da Literatura Infantil (Flitin), que acontecerá nos jardins da Academia Pernambucana de Letras, bairro das Graças, oferecendo para a criançada uma programação totalmente gratuita com mais de trinta atrações, entre lançamentos de livros, oficinas artesanais, contações de histórias, cineminha, atividades recreativas, espetáculos teatrais e shows musicais. A Flitin funcionará das 9h às 20h, obedecendo a todos os protocolos sanitários estabelecidos pelo Governo do Estado. Mais informações pelo perfil do Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/cepeeditora/" target="_blank">@cepeeditora</a></strong>.</p>
<p>&#8220;A Flitin marca o início das feiras literárias presenciais da Cepe, dentro do Circuito Literário de Pernambuco, sempre caracterizando a ação de fomento do livro e da leitura que a empresa executa há sete anos. No ano passado, em decorrência da pandemia, as feiras presenciais foram suspensas, até que a melhoria das condições sanitárias permitisse o retorno dos eventos presenciais. A Flitin terá programação semelhante a de 2019, mas obedecendo a todas as medidas de precaução necessárias contra a transmissão da Covid-19&#8243;, enfatiza o diretor-presidente da Cepe, jornalista Ricardo Leitão.</p>
<p>Entre as atrações da Flitin, destaque para os quatro lançamentos literários programados pela Cepe Editora: Xicaré contra o monstro do vaso, de Marcela e Artur Pandolfi; Contos com gigantes, de Carolina Becker; A biblioteca da Bia, de Viviane Ferreira Santiago – ambos vencedores do II Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil -, e Os pés nos quintais e os olhos no mundo: um menino chamado Paulo Freire, de Targelia de Souza Albuquerque, que apresenta para o público juvenil a história e o legado deixado pelo educador pernambucano, falecido aos 75 anos, em 1997.</p>
<p>Com a ideia de desmistificar o desfralde, um dos grandes tormentos de pais e mães, a nefrologista pediátrica pernambucana Marcela Pandolfi decidiu escrever Xicaré, que aborda de maneira lúdica o momento certo para abandonar as fraldas. O livro conta com ilustrações da designer Deirdre Holanda. &#8220;Artur, meu filho mais novo, foi um grande incentivador do Xicaré. Ele estava terminando o seu desfralde noturno (aos 6 anos) quando começamos o projeto do livro. Ele ficou encantado com os personagens e se divertiu muito com os vídeos e brincadeiras que criamos&#8221;, conta a autora, que assina a obra em parceria do filho.</p>
<p>Voltado para os mais graúdos, o livro Contos com Gigantes apresenta uma instigante viagem à cultura e mitologia de diversos países reunindo histórias protagonizadas por gigantes. O livro conta com ilustrações do premiado artista gráfico mineiro Cau Gomes. Para a autora, Carolina Becker, o título foi uma rica experiência que a levou a lugares inimagináveis e que resultou em oito contos sobre dez personagens. &#8220;Todos eles muito conectados entre si e ao meu imaginário. Espero que a profundidade com que vivi essa experiência chegue também aos leitores&#8221;, afirma.</p>
<p>O terceiro desses quatro lançamentos é A Biblioteca da Bia, um livro sobre sonhos e amizades, que gira em torno de um tema tabu, a morte. Um assunto sempre muito melindroso para ser conversado com as crianças e que através da literatura torna essa tarefa menos difícil. Na história de Viviane Ferreira e ilustrações de Luísa Vasconcelos, Bia tem o sonho de ser dona de uma biblioteca e esse desejo costura a narrativa repleta de lições. &#8220;A Biblioteca da Bia é um sonho, mas também é a vida da gente&#8221;, ressalta a escritora.</p>
<p>Os pés nos quintais e os olhos no mundo: um menino chamado Paulo Freire, livro da escritora e educadora Targélia de Souza Albuquerque, tem formato, conteúdo e projeto editorial pensado com carinho para jovens que mal imaginavam nascer quando o patrono da educação brasileira, cujo centenário de nascimento é comemorado este ano, já ensinava que “não se pode falar em educação sem amor”. Targelia teve a formação profissional e humana influenciada por Paulo Freire, sendo uma importante pesquisadora do patrimônio intelectual e de vida deixado por ele. Em seu livro revela o educador na mais tenra idade, a fome, as muitas dificuldades enfrentadas e de que forma as intempéries da vida o tornam um dos mais importantes pensadores de todo o mundo. Todos os livros lançados ganharão contações de histórias durante a Flitin.</p>
<p><strong>ATIVIDADES -</strong> Oficinas e shows também merecem destaque na programação. A educadora do Museu do Homem do Nordeste, Tayane Ferreira, conduzirá a oficina “Memória ao Pé da Letra”, para confecção de cartas de jogo de memória inspiradas nos livros A Menina que Engoliu um Céu Estrelado (Cepe, 2020), de Gael Rodrigues e A Domadora de Palíndromos (Cepe, 2020), de Fred Bellintani. Na oficina “Metademetade”, o artista visual Emerson Pontes utilizará papelão e tinta para ajudar a garotada a criar figuras mitológicas híbridas. Leandro Roberto coordenará as oficinas “Estamparia com Folhas: Imprimindo Texturas Botânicas” e “A Arte de Frottage: Revelando Texturas das Superfícies”. Na primeira, os alunos vão trabalhar a transferência de formas e texturas de folhas de plantas no papel e tecido, com a técnica da impressão. E na segunda, os jovens aprenderão a revelar texturas de folhas de plantas no papel e/ou tecido pela fricção com lápis ou giz.</p>
<p>Com mais de uma década de estrada, Rodrigo Lima promete para a Flitin o que sabe fazer de melhor: mágica e ventriloquia com muita diversão. A Fada Magrinha, outra atração de quem tem lugar cativo no coração da garotada, apresentará o seu “Natal Encantado” com muita dança, brincadeira e canções tradicionais. A vocalista Cacau e sua Banda Mini Rock também se inspiram no momento natalino para colocar todo mundo para dançar na feira literária. Formada por músicos, dançarinos e cantora, a banda musical pernambucana Bandalelê promete revisitar em seu show os grandes clássicos infantis.</p>
<p>Além da Cepe Editora, a 3ª Flitin contará com estandes e atividades da Grão Livraria, Zeppelin, Cia Pilar de Leitura, Bakamoon, Além da Lenda, Saber Publicações, Casa de Artesanato, Fundação Gilberto Freyre e Editora Coqueiro. a 3ª Feira da Literatura Infantil tem a curadoria da Fundação Gilberto Freyre.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
3ª Feira da Literatura Infantil<br />
Quando: 2 a 5 de dezembro de 2021, das 9h às 20h<br />
Onde: Academia Pernambucana de Letras &#8211; APL (Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Entrada franca</p>
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