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	<title>Portal Cultura PE &#187; acervo</title>
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		<title>Grupo Totem lança acervo virtual sobre trajetória nas artes cênicas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 14:56:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Grupo Totem, referência nas artes cênicas de Pernambuco com 37 anos de trajetória, lança no sábado (05 de julho), o projeto &#8220;Totem Relicário&#8221;, uma plataforma digital que reúne o acervo histórico do coletivo. Uma viagem no tempo por meio de fotos, vídeos, material gráfico, manuscritos, clipagem, croquis, mapas técnicos de palco e luz, fichas técnicas, roteiros, entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Jailson-de-Oliveira-Angélica-Costa-Nara-Sales-Lau-Veríssimo-e-Zoraya-Brayner-elenco-de-ITA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118654" alt="Foto: divulgação/Grupo Totem" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Jailson-de-Oliveira-Angélica-Costa-Nara-Sales-Lau-Veríssimo-e-Zoraya-Brayner-elenco-de-ITA-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a></p>
<p>O Grupo Totem, referência nas artes cênicas de Pernambuco com 37 anos de trajetória, lança no sábado (05 de julho), o projeto &#8220;Totem Relicário&#8221;, uma plataforma digital que reúne o acervo histórico do coletivo. Uma viagem no tempo por meio de fotos, vídeos, material gráfico, manuscritos, clipagem, croquis, mapas técnicos de palco e luz, fichas técnicas, roteiros, entre outros, num total de 600 itens, englobando 38 criações do Totem, entre performances, intervenções, espetáculos e exposições realizadas nos primeiros 21 anos do grupo, entre 1988 e 2009. O projeto é realizado com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura-PE).</p>
<p>O lançamento será festivo no local onde tudo começou, em Olinda, mais precisamente no casarão na Rua de São Bento, onde funcionou o Abraxas, bar que movimentou a cena cultural da cidade nos anos de 1980 que tinha à frente o professor de teatro Fred Nascimento, fundador do Grupo Totem junto com Lau Veríssimo. A programação de lançamento começa às 17h com apresentação de cenas de seis performances históricas do Totem, que serão reperformadas e ressignificadas por integrantes, ex-integrantes e colaboradores convidados, com trilha executada ao vivo. Algumas foram criadas nos primeiros anos do Totem e agora poderão ser revisitadas, como Signosimbolosícones (1991), Ele, Artaud! (1997), Ita (1991) e Mulheres (1993). Duplo Faca Destino e Caosmopolita, ambas de 2005, completam a grade de reperformances. Em tom de celebração, o lançamento terá espaço também para performances e depoimentos em vídeo enviados por artistas que já passaram pelo grupo, culminando com a exibição do documentário Totem Retrospecto, de Taína Veríssimo, roda de conversa sobre a trajetória do grupo e pocket show com trilhas sonoras dos espetáculos.</p>
<p>A roda de conversa, sobre o histórico do grupo e do site do acervo, terá a participação do diretor do grupo e músico, Fred Nascimento, Taína Veríssimo, atriz-performer e produtora do Totem, Zé Diniz, responsável pelo desenvolvimento do site, o jornalista, cineasta, professor de comunicação, Alexandre Figueiroa e as participações por vídeo de Alexandre Nunes, professor doutor e ex-performer do grupo e Inaê Veríssimo, performer e arte-educadora do grupo. O pocket show será conduzido com atuais e ex-integrantes da banda do Totem, Fred Nascimento, Cauê Nascimento, Mário Sérgio, Mari Paiva, Patrício Rodrigues e Gustavo Vilar. Acessibilidade. O acervo ficará disponível para todas as pessoas interessadas em pesquisar ou apenas conhecer a história do Totem, um dos mais longevos grupos de Pernambuco, que também será dotado de ferramentas de acessibilidade comunicacional para pessoas com baixa visão, daltônicos, surdas e cegas. Todos os materiais estarão disponíveis gratuitamente no site do grupo: http://grupototem.com.br/ .</p>
<p>“As peças gráficas são um grande marco desta etapa de disponibilização do acervo, pois, antes dos anos 2000, não havia materiais digitais, então todo material gráfico disponibilizado hoje foi feito de forma artesanal e muitas vezes coletiva. Ao longo do tempo, o grupo cresceu, entraram e saíram integrantes e os projetos realizados, assim como a apresentação gráfica destes, agora digitais, sempre estiveram sob a orientação de Fred Nascimento e Lau Veríssimo, seus fundadores”, destaca Taína Veríssimo, produtora do Totem e filha de Fred e Lau.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA &#8211; ACERVO VIRTUAL DO GRUPO TOTEM</strong><br />
Direção/coordenação: Fred Nascimento<br />
Pesquisadoras: Lau Veríssimo, Juliana Nardin, Taína Veríssimo e Íris Campos<br />
Web designer e programação: Zé Diniz<br />
Editor gráfico: Luan Amim<br />
Produtora: Taína Veríssimo</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>EVENTO DE LANÇAMENTO DO ACERVO VIRTUAL DO GRUPO TOTEM</strong><br />
Local: Rua de São Bento, 344 &#8211; Olinda-PE<br />
Dia: sábado, 05 de julho de 2025<br />
Horário: 17h às 20h<br />
Entrada: gratuita<br />
Mais informações: @grupototemrecife</p>
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		<title>Lei Paulo Gustavo viabiliza digitalização de acervo audiovisual da videasta Lu Rabelo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2025 18:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resgatando a memória cultural de um Pernambuco de mais de de 20 anos atrás, o Catálogo Fitas na Tela faz a sua estreia no YouTube. O projeto é uma ação viabilizada com incentivo da Lei Paulo Gustavo – Pernambuco, por meio do edital de Ações Criativas para o Audiovisual – Memória, Preservação e Digitalização de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div data-block-id="block-018030f6-3d7e-43b4-a2f9-91c881488109">
<div id="attachment_117881" aria-labelledby="figcaption_attachment_117881" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/fitas-na-tela-saturado.jpg"><img class="size-medium wp-image-117881" alt="Card de divulgação - Catálogo Fitas na Tela. Imagem: Divulgação." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/fitas-na-tela-saturado-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Card de divulgação &#8211; Catálogo Fitas na Tela. Imagem: Divulgação.</p></div>
</div>
<div data-block-id="block-018030f6-3d7e-43b4-a2f9-91c881488109">
<p>Resgatando a memória cultural de um Pernambuco de mais de de 20 anos atrás, o Catálogo Fitas na Tela faz a sua estreia no YouTube. O projeto é uma ação viabilizada com incentivo da Lei Paulo Gustavo – Pernambuco, por meio do edital de Ações Criativas para o Audiovisual – Memória, Preservação e Digitalização de Obras, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, com recursos do Ministério da Cultura – Governo Federal.<br />
O catálogo reúne o resultado do processo de digitalização e salvaguarda de mais de 270 horas de fitas MiniDV da videasta, artista e jornalista Lu Rabelo, gravadas entre 2004 e 2010. Os registros compõem um importante acervo sobre a cultura popular, movimentos sociais e manifestações sobre o direito humano à comunicação.</p>
<p><strong>Um acervo de luta, arte e memória</strong></p>
<p>O conteúdo, que pode ser acessado através deste link, está organizado em sete categorias: Comunicação, Eventos Culturais, Movimentos Sociais, Poesia, Povos Indígenas, Sertão e Diversos. A busca no material pode ser feita por palavra-chave, o que facilita a navegação pelos temas registrados ao longo da década.</p>
<p>Entre os destaques do acervo estão registros como:<br />
- Show de Lula Côrtes, no Tipóia Festival (Tracunhaém, 2005);<br />
- A V Assembleia Xukuru do Ororubá, em Pesqueira (2005);<br />
- Entrevista com Zé da Macuca, durante os 15 anos do Boi da Macuca (Correntes, 2004);<br />
- Imagens do abandono da antiga Usina de Algodão, em São José do Egito;<br />
- Registros da militância pela comunicação livre e democrática em Pernambuco.</p>
<p><strong>Lançamento com acessibilidade e memória viva</strong></p>
<p>O catálogo foi lançado no dia 5 de maio de 2025, durante live no YouTube, com participação da equipe do projeto e intérprete de Libras. Durante a transmissão, os integrantes comentaram sobre os desafios de acessar fitas de 20 anos atrás e relembraram os tempos de atuação em coletivos como o Canal Capibaribe, Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom) e o Ventilador Cultural, criado por Lu, Anderson Lucena e Irma Brown.<br />
Além do material digital, o catálogo também conta com ações de acessibilidade:<br />
- Versão em Braille, disponível para consulta na biblioteca da Associação Pernambucana de Cegos (APEC);<br />
- Versão compatível com leitores de tela;<br />
- Audiodescrição e áudio de sumário, apresentação e ficha técnica;<br />
- Três vídeos legendados com Libras, com registros do Centro de Memória da Iputinga (2008), abordando o Pastoril de Dona Ziza, A Burra de Coloral e a troça carnavalesca Meu Urso.</p>
<p><strong>Valorização da preservação audiovisual</strong></p>
<p>“Foi muito importante termos na Lei Paulo Gustavo Pernambuco um edital específico para memória, preservação e digitalização de acervo. Eu não estava mais conseguindo capturar as filmagens de forma caseira, e tinha muito receio de perder o material. O incentivo recebido foi fundamental para acessarmos as filmagens em formato digital e salvaguardar a memória de momentos e pessoas marcantes de nossa cultura”, destaca Lu Rabelo, idealizadora e coordenadora do projeto.</p>
</div>
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		<title>“Tempo Bruto” resgata memória visual da cena artística pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 12:55:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao projeto “Tempo Bruto”, que será lançado oficialmente neste sábado, dia 12 de abril, a partir das 19h, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro, Recife. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto, contemplado pelo Edital de Ações Criativas para o Audiovisual – Memória, Preservação e Digitalização de Obras (Lei Paulo Gustavo), do Governo do Estado de Pernambuco, foi idealizado e tem coordenação geral de Irma Brown.</p>
<p>Mais de 350 fitas magnéticas (VHS, Super-VHS, Hi-8 e Mini-DV) foram digitalizadas em um minucioso processo técnico conduzido pelo restaurador audiovisual Tuka Maia (Deivison Antônio dos Santos). O resultado é um acervo audiovisual composto por imagens que documentam eventos culturais emblemáticos, performances artísticas, festas, espaços culturais e personagens que marcaram uma geração.</p>
<p>“Eu sempre tive muito contato com câmera desde criança, meu pai é fotógrafo até hoje. Mas crucial mesmo foi na época do grupo Molusco Lama e da produtora Telefone Colorido, no final dos anos 1990. Aí eu passei a meio que filmar tudo, como eu tenho também o hábito de fotografar muita coisa diferente e tal, dentro de alguns assuntos que se repetem, né? Salto alto, um inseto, uma farra, uma exposição, os assuntos meio que se repetem”, conta o artista que já fez inúmeras exposições coletivas e individuais em várias cidades do País.</p>
<p>Chegava a filmar por horas seguidas. “Mas foi aí que eu tive, tipo, também uma estafa de filmar, um abuso. Parei completamente em 2010. E aí, estou voltando com esse trabalho, que está sendo muito bom de fazer”.</p>
<p>O artista explica que a descoberta do conteúdo das fitas surpreendeu até ele próprio. “Não me lembrava de muita coisa que encontrei nessas gravações. Isso tudo é muito bom, porque são imagens de muitas épocas diferentes, pessoas presentes hoje e pessoas que já se foram, até crianças naquela época que hoje têm seus 40 anos. Está sendo um resgate muito interessante”.</p>
<p>A importância histórica desse acervo vai além do registro pessoal. Para Irma Brown, idealizadora e coordenadora do projeto, trata-se de um legado coletivo: “Fernando era como um cronista visual da cidade, antes das redes sociais. Ele já fazia algo parecido com o que hoje associamos a criadores de conteúdo, mas com um olhar artístico e autoral muito forte. São registros espontâneos, quase fotografias em movimento, que revelam a alma de uma época que poderia ter sido esquecida”, diz Irma que também é artista e que fundou, com Fernando, a Menor Casa de Olinda e a Galeria Maumau.</p>
<p>O acervo inclui eventos importantes da cena cultural independente pernambucana, como SPA das Artes, Festival de Inverno de Garanhuns, exposições no MAC de Olinda e no Museu Murillo La Greca, além de performances em espaços como a Menor Casa de Olinda e o Ateliê Submarino. Fernando também registrou bastidores e shows de bandas e artistas como Textículos de Mary, Backing Ballcats Barbis Vocal&#8217;s, Mundo Livre S.A., Cordel do Fogo Encantado e Jards Macalé. Também não faltam registros da boemia, dos bares e de figuras da noite do Recife e Olinda. Outro destaque vai para as gravações dos programas e comerciais da TV da época.</p>
<p>Para Irma, além do aspecto artístico, há um componente afetivo e histórico fundamental: “Resgatar esse material é preservar parte da memória da cidade, de seus artistas, seus espaços e suas transformações. O acervo mostra também a força dessa cena cultural antes da era digital, numa época em que quase ninguém estava preocupado em documentar sistematicamente”.</p>
<p>Além da exposição com as projeções audiovisuais e obras de Fernando Peres, o evento de sábado contará com gastronomia e bebidas especiais: delícias da Dhuzati, cervejas artesanais da Turvalina e caipirinhas preparadas por Mauricio Castro e equipe. A exposição também poderá ser conferida ao longo do mês de abril com agendamento pelo instagram da Galeria Maumau.</p>
<p>Serviço:</p>
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		<title>RecorDança lança novos conteúdos em site que reúne as memórias da dança em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 16:02:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O RecorDança, acervo digital que há 19 anos é voltado para a produção de conhecimento, preservação e difusão da memória das danças pernambucanas, lança novos conteúdos no site acervorecordanca.com, a partir desta sexta-feira (16). Pesquisadores, dançarinos, entusiastas e demais interessados poderão ter acesso a uma compilação de textos, artigos, vídeos, fotos, recortes, biografias, documentos, cartazes, folhetos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97801" aria-labelledby="figcaption_attachment_97801" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Araújo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Dor-de-Pierrot_década-de-80_-fotografo-Marcos-Araújo.jpg"><img class="size-medium wp-image-97801" alt="Marcos Araújo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Dor-de-Pierrot_década-de-80_-fotografo-Marcos-Araújo-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O acervo reúne vários momentos importantes da dança em Pernambuco</p></div>
<p>O RecorDança, acervo digital que há 19 anos é voltado para a produção de conhecimento, preservação e difusão da memória das danças pernambucanas, lança novos conteúdos no site <a href="http://acervorecordanca.com/" target="_blank"><strong>acervorecordanca.com</strong></a>, a partir desta sexta-feira (16). Pesquisadores, dançarinos, entusiastas e demais interessados poderão ter acesso a uma compilação de textos, artigos, vídeos, fotos, recortes, biografias, documentos, cartazes, folhetos, entre outros registros reunidos pela equipe de sete pesquisadoras do coletivo: Ailce Moreira, Elis Costa, Ju Brainer, Liana Gesteira, Roberta Ramos, Taína Veríssimo e Valéria Vicente. O coletivo realizará uma live às 11h. no perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/acervorecordanca/" target="_blank"><strong>@acervorecordanca</strong></a>, para o lançamento do material.</p>
<p>Neste bate-papo, as pesquisadoras vão contar um pouco sobre a continuidade da inserção dos registros históricos do acervo no site novo, com conteúdos que foram revisados ou atualizados. Esse material é referente ao projeto “Recordança 15 anos: recuperação e salvaguarda”, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Além disso, nesta nova fase de ampliação do acervo, será inaugurada a seção “Pesquisas Aliadas” que, segundo as pesquisadoras do coletivo, é um desejo de multiplicar as vozes que narram as histórias da dança de Pernambuco. Foram convidados artistas pesquisadores das quatro macrorregiões do Estado para contribuir com recortes específicos de narrativas das danças a partir de seus territórios, em textos e fotografias. São eles: Nortess Coletivo de Dança (Igarassu &#8211; Região Metropolitana do Recife), Peu do Maracatu (Goiana &#8211; Zona da Mata Norte), Interior Coletivo (Belo Jardim &#8211; Agreste) e Daiane Nonato (Triunfo &#8211; Sertão).</p>
<p>As integrantes do RecorDança também terão suas pesquisas pessoais publicadas no acervo digital. Em cinco produções textuais, as pesquisadoras traçam pontes temporais entre documentos catalogados durante estes 19 anos de atividades do coletivo e obras do momento atual e histórico das danças pernambucanas, com o intuito de estabelecer uma rede de reflexão sobre registros já existentes no acervo e as narrativas construídas em 2021 e 2022. Esses conteúdos foram produzidos dentro do contexto do projeto “RecorDança: manutenção, acessibilidade e criação de redes em Pernambuco”, que conta com incentivo também do Funcultura.</p>
<p><strong>Trajetória -</strong> O Acervo RecorDança iniciou suas atividades em 2003, a partir de um projeto de pesquisa e documentação. O objetivo era de catalogar, difundir e entrelaçar as mais plurais narrativas de sujeitos diversos da dança pernambucana, coexistentes em um mesmo período de tempo, ao contrário da ideia tradicional de que a história deve ser contada com base em fatos cronológicos e únicos. Na época, o lançamento do acervo mobilizou vários artistas da dança do estado na doação de materiais e concessão de entrevistas, bem como resultou em uma maior visibilidade para a classe artística. Recentemente, o coletivo lançou a nova plataforma digital do acervo, que já pode ser acessada (acervorecordanca.com) e está em constante processo de ampliação com a inserção de<br />
novos conteúdos.</p>
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		<title>Site reúne acervo da Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 20:44:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para comemorar seus 20 anos de existência, a Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco (Copipe) lança, na próxima sexta-feira (28), um site que vai reunir todo seu acervo, construído ao longo dessas duas últimas décadas. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e, no endereço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/CARDS-COPIPE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90643" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/CARDS-COPIPE-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Para comemorar seus 20 anos de existência, a Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco (Copipe) lança, na próxima sexta-feira (28), um site que vai reunir todo seu acervo, construído ao longo dessas duas últimas décadas. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e, no endereço eletrônico <a href="https://www.copipeedu.com/" target="_blank"><strong>www.copipeedu.com</strong></a>, o público poderá encontrar informações e fotografias da história da Copipe e do movimento da educação escolar indígena em Pernambuco, além da legislação sobre a temática. Além disso, publicações de autoria indígena que tratam das histórias e práticas culturais dos povos indígenas de Pernambuco também serão disponibilizadas.</p>
<p>São dezenas de livros, jornais e cartilhas de autoria de lideranças, jovens, professores e professoras indígenas, resultantes de processos educativos desenvolvidos juntos a diversas entidades de apoio e que poderão ser baixadas pelos visitantes do site.</p>
<p>Segundo Francisca Kambiwá, membro fundadora da Copipe, <em>“para a elaboração do site a gente fez um resgate da memória, muitas coisas estavam espalhadas nos caderninhos já guardados há muitos anos. Uma das coisas importantes é que agora as pessoas vão poder acessar &#8216;A Borduna&#8217;, que foi um jornal que nós escrevemos durante vários anos e era muito importante para circular informação entre os povos. Agora elas estão digitalizadas e disponíveis no site. São ações que vivenciamos no interior dos nossos povos indígenas e que agora também poderão ser conhecidas por outras pessoas através da internet. Acreditamos que divulgando nossas lutas podemos juntar forças para garantir novas conquistas”</em>.</p>
<p>Para garantir a inclusão do público com deficiência visual, o site conta com ferramentas que possibilitam o acesso às informações por meio de programas de leitor de tela em computador ou dispositivos móveis, bem como, com a audiodescrição (tradução de imagens) produzidas pela COM Acessibilidade.</p>
<p><strong>Copipe -</strong> É um movimento organizado entre os povos indígenas no âmbito da Educação Escolar Indígenas de Pernambuco. É um movimento que em 2019 completou 20 anos, e que nesse período construiu legitimidade entre seus povos para representá-los perante toda e qualquer instituição e ação no âmbito da educação escolar indígenas pensada para nossos povos.</p>
<p>De acordo com Pretinha Truká (Edilene Bezerra Pajeú), membro fundadora da Copipe, o site foi construído com a intenção de mostrar ao grande público o trabalho desenvolvido pela Copipe ao longo desses anos, com modelo próprio de organização, que é o retrato das estruturas políticas existente nas aldeias. <em>“O lugar que nós, professores e lideranças indígenas, ocupamos no espaço coletivo da Copipe é uma relação de compromisso, respeito e alianças entre os povos indígenas no Estado”</em>, diz ela.</p>
<p><em>“Também consideramos o nosso site importante para essas novas gerações de professoras e professores indígenas conhecerem o que significou retomar as nossas escolas indígenas, construir uma nova concepção e função social para elas e o papel fundamental do movimento Copipe para a construção dessas novas concepções”</em>, completa Pretinha Truká.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do site Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco – COPIPE<br />
Quando: 28 de janeiro de 2022 (sexta-feira)<br />
Endereço eletrônico: <a href="https://www.copipeedu.com/" target="_blank"><strong>www.copipeedu.com</strong></a></p>
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		<title>Acervo do Museu do Mamulengo em Glória do Goitá passa por processo de catalogação</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2020 20:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O acervo do Museu do Mamulengo, localizado na cidade de Glória do Goitá (Zona da Mata), tem passado por um processo de catalogação que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, contemplará três etapas: criação do acervo documental, organização de seu acervo etnográfico permanente e constituição de banco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80868" aria-labelledby="figcaption_attachment_80868" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/Arte-do-Projeto-Horizontal.jpg"><img class="size-medium wp-image-80868" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/Arte-do-Projeto-Horizontal-607x358.jpg" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">A catalogação teve início no último mês de outubro e deve ser concluída em um ano</p></div>
<p>O acervo do Museu do Mamulengo, localizado na cidade de Glória do Goitá (Zona da Mata), tem passado por um processo de catalogação que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, contemplará três etapas: criação do acervo documental, organização de seu acervo etnográfico permanente e constituição de banco de dados.</p>
<p>Com duração de um ano, o projeto &#8220;Inventariando o Patrimônio: criação, organização e difusão do acervo etnográfico permanente e documental do Museu do Mamulengo de Glória do Goitá&#8221; tem previsão de finalização em outubro de 2021, e visa a criação, identificação, organização, apreensão e difusão das informações individuais dos objetos que compõem o acervo museológico da instituição.</p>
<p><em>&#8220;O objetivo da iniciativa é possibilitar a salvaguarda e valorização de uma parcela significativa da manifestação cultural (material e imaterial) presente no Museu do Mamulengo de Glória do Goitá, espaço que possui grande valor para a preservação das memórias e histórias do mamulengo em Pernambuco. Ou seja, o inventário irá garantir a gestão do acervo, o trabalho e pesquisa sobre seu conteúdo histórico e cultural&#8221;,</em> conta o museólogo Gilvanildo Ferreira, idealizador do projeto.</p>
<p>Além da catalogação, a iniciativa contará também com três oficinas sobre: Inventário de Acervos Museológicos; Confecção de Bonecos de Mamulengos; e Manifestação Cultural do Mamulengo. &#8220;É importante frisar o ineditismo do projeto em relação a esse bem cultural específico, que pode servir de modelo e estímulo para que outros grupos culturais organizem seu acervo&#8221;, ressalta Ferreira.</p>
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		<title>Obras do acervo do artista plástico Marco Lopes são doadas ao Brejo da Madre de Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 19:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro Cultural do Brejo da Madre de Deus (antiga Casa de Câmara e Cadeia), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebeu nesta semana a doação de 50 telas do artista plástico Marco Lopes. As obras, selecionadas pela Diretora de Cultura da cidade, Mônica Mendonça, integravam o acervo do antigo atelier do pintor e foram doadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77986" aria-labelledby="figcaption_attachment_77986" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Câmara_e_Cadeia_Brejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-77986" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Câmara_e_Cadeia_Brejo-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">50 telas foram doadas pela família do pintor à instituição</p></div>
<p>O Centro Cultural do Brejo da Madre de Deus (antiga Casa de Câmara e Cadeia), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebeu nesta semana a doação de 50 telas do artista plástico Marco Lopes. As obras, selecionadas pela Diretora de Cultura da cidade, Mônica Mendonça, integravam o acervo do antigo atelier do pintor e foram doadas pela sua família à instituição, bem como parte dos seus livros que agora vão compor a da Biblioteca Pública de Fazenda Nova.</p>
<p>As telas selecionadas para o Centro Cultural do Brejo da Madre de Deus retratam diversas fases da carreira do artista, que denominava o seu estilo como Cubista Abstracionista. Os quadros de Marco Lopes estão expostos em diversos espaços culturais, a exemplo da cidade-teatro de Nova Jerusalém e também fazem parte de coleções particulares, espalhadas por vários estados brasileiros e outros lugares do mundo, como: Paris, Lisboa, Nova York, Londres e Berlim.</p>
<p><em>&#8220;Para nós será uma honra receber o acervo de Marcos Lopes, o que além da maior valorização ao trabalho do artista, abrigando e expondo da melhor forma um trabalho de toda uma vida, é também uma forma de dinamizar o nosso equipamento cultural, dando movimento e impulsionando a visitação pela população, visitantes e turistas da região&#8221;</em>, coloca o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto.</p>
<p>A doação será formalizada em breve e, tão logo a pandemia do novo corona vírus, o público terá a oportunidade de conhecer as obras deixadas pelo artista.</p>
<p><em>&#8220;A Prefeitura do Brejo e a população em geral agradecem à família Lopes por nos cederem esse valioso acervo que irá inaugurar a primeira pinacoteca do município&#8221;</em>, afirma Mônica Mendonça. Ela conta que também será solicitado à Fundarpe o tombamento do acervo do artista.</p>
<p><strong>Sobre o artista -</strong> Marco Lopes nasceu em Fazenda Nova, no dia 31 de janeiro de 1949, e faleceu em 27 de outubro de 2014. Uma de suas obras mais relevantes é o mural do Sagrado Coração de Jesus, que fica na igreja católica de Fazenda Nova. Além de pintor e escultor, ele era músico e compositor.</p>
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		<title>Exposição &#8220;As pessoas&#8221; fica em cartaz até junho no MAC</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/as-pessoas-mac-apresenta-nova-exposicao-com-acervo-da-colecao-assis-chateaubriand/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 14:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As Pessoas. Esse é título recorte da segunda exposição com obras do acervo da Coleção Assis Chateaubriand que fica em cartaz até o próximo dia 20 de junho, na Galeria Tereza Costa Rêgo, anexo do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE). Com incentivo do Funcultura, numa parceria com a Secretaria de Educação do Estado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>As Pessoas</em>. Esse é título recorte da segunda exposição com obras do acervo da Coleção Assis Chateaubriand que fica em cartaz até o próximo dia 20 de junho, na Galeria Tereza Costa Rêgo, anexo do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE).</p>
<p>Com incentivo do Funcultura, numa parceria com a Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, a mostra, sob a curadoria da arquiteta e arte-educadora Lúcia Padilha Cardoso, está subdivida em três pilares: o retrato e o nu artístico; os personagens: reais e imaginários; cenas e lugares; e conta com nomes de artistas como Cândido Portinari, Ladjane Bandeira, Noêmia Mourão, David Hockney, João Batista da Costa e Antônio Gomide.</p>
<div id="attachment_46503" aria-labelledby="figcaption_attachment_46503" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/exposicao-as-pessoas-mac-olinda.jpg"><img class="size-medium wp-image-46503" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/exposicao-as-pessoas-mac-olinda-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra reúne vários quadros do acervo da coleção de Assis Chateaubriand</p></div>
<p>A iniciativa faz parte do projeto <em>Acervo Educativo do MAC-PE</em> que está implantando um programa de ações educativas no equipamento cultural. Ao longo do período de um ano, serão realizadas três grandes exposições. A primeira, <em><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/mac-inaugura-a-exposicao-natureza-com-acervo-da-colecao-assis-chateaubriand/" target="_blank"><strong>Natureza</strong></a></em>, realizada em outubro de 2016, com duração de quatro meses; a segunda,<em> As Pessoas</em>, em cartaz nesse mês de março; e a terceira, <em>Abstratos</em>, agendada para o início do próximo mês de julho. Todas elas sediadas na Galeria Tereza Costa Rêgo, a fim de promover atividades voltadas para a arte-educação e educação patrimonial.</p>
<p>O projeto também contempla encontros com professores, distribuição gratuita da publicação <em>Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE</em>, serviço de agendamento para visitação de escolas e mediação para desenvolver trabalhos educativos com o público visitante.</p>
<p>“Essa ação pretende aproximar o museu e o público através destas ações educativas. Ao revelar o importante e valioso acervo do MAC-PE, como conteúdo educativo para professores, alunos e público em geral, estará sendo oferecida a rara oportunidade de ter acesso a um patrimônio brasileiro muito rico. E essa é uma forma de contribuir com a formação e a inclusão sociocultural de um grande número de pessoas, realizando também uma ação complementar à obra educacional do Estado de Pernambuco”, explica a coordenadora e curadora educativa do projeto, Lúcia Padilha Cardoso.</p>
<p>A gestora do MAC-PE, Célia Labanca, destaca a importância da iniciativa e revela que o projeto tem levado alunos e professores da rede pública estadual a conhecerem mais de perto o legado dos artistas, cujas obras integram o acervo do equipamento cultural. &#8221;O trabalho realizado por Lúcia Padilha é de extrema relevância não só para o MAC-PE, mas para toda a cultura brasileira, uma vez que ela, além de catalogar as obras existentes no acervo de nosso museu, faz circular entre várias escolas do Estado a história da arte contemporânea do Brasil&#8221;, afirma Célia.</p>
<p>Para quem não sabe, a coleção Assis Chateaubriand foi o primeiro acervo do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, fundado no ano de 1966, doado pelo, na época, embaixador, Assis Chateaubriand – um dos maiores empreendedores da comunicação entre as décadas de 40 e 60 e colecionador de arte &#8211; ao Governo de Pernambuco. A coleção faz um passeio pela História da Arte Brasileira com obras que vão desde o academicismo do século XIX até o modernismo dos anos 60, com quadros de grandes nomes da pintura nacional como Tomie Ohtake, Candido Portinari, Lasar Segall, Monabu Mabe, Francisco Brennand e Almeida Junior. Entre as obras, está o quadro roubado do paulista Portinari, intitulado “O Enterro”, de 1959, roubado do MAC e achado um ano depois no Rio de Janeiro; as gravuras de Djanira, uma das maiores gravuristas do modernismo; e a coleção Hollywood Collection, de 1965, com gravuras em cores do artista David Hokney.</p>
<p><strong>Números do projeto</strong><br />
3 exposições com obras de arte originais (pinturas e gravuras) da Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE;<br />
3 encontros com professores para capacitá-los a trabalharem o acervo do MAC-PE como conteúdo educativo em salas de aulas;<br />
Distribuição de exemplares da publicação educativa “Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE”;<br />
Distribuição de postais com imagens da Coleção Assis Chateaubriand para o público visitante;<br />
Disponibilizar um exemplar da publicação “Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE” transcrita em braile no espaço educativo;<br />
Oferecer serviço de agendamento para visitação de escolas às exposições;<br />
Disponibilizar mediação para recebimento do público no espaço educativo pelo período de um ano;</p>
<p><strong>MAC-PE</strong><br />
O Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), localizado em Olinda, foi inaugurado em 1966, com a doação de parte da coleção do embaixador Assis Chateaubriand ao Estado de Pernambuco. Nessa ocasião, a antiga Casa de Câmara e Cadeia Pública do Município de Olinda, uma edificação do século XVIII, foi restaurada e tombada pelo IPHAN para abrigar a exposição inaugural do museu com as obras doadas. O acervo que deu origem ao MAC-PE conta com obras de renomados artistas brasileiros, tais como: Cândido Portinari, Tomie Ohtake, Lasar Segall, Manabu Mabe, Francisco Brennand, Ladjane Bandeira, Montez Magno, Almeida Júnior, Djanira, entre outros grandes nomes da arte nacional.</p>
<p>Confira o catálogo completo <strong><a href="https://issuu.com/zoludesign/docs/catalogocompleto_educativomac_2ed" target="_blank">aqui</a>.</strong></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição <em>As Pessoas</em> &#8211; Acervo Educativo do MAC-PE<br />
Local: Galeria Galeria Tereza Costa Rêgo (R. Treze de Maio, 149 &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE)<br />
Abertura: sábado (18), às 15h<br />
Prazo da mostra:  de 18 de março a 20 de junho de 2017<br />
Visitação: de terça a sexta, das 9h às 13h</p>
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		<item>
		<title>Escola em Noronha recebe exposição sobre acervo do Museu de Arte Contemporânea</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/escola-em-noronha-recebe-exposicao-sobre-acervo-do-museu-de-arte-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 18:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[acervo educativo]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto &#8220;Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE&#8221; finaliza sua itinerância pelo estado com uma mostra no arquipélago Fernando de Noronha, que acontece de 7 a 11 deste mês. Idealizada pela arte-educadora Lúcia Padilha Cardoso, com coordenação de produção de Janaisa Cardoso, a exposição de caráter educativo é composta por reproduções de uma parte do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto &#8220;Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE&#8221; finaliza sua itinerância pelo estado com uma mostra no arquipélago Fernando de Noronha, que acontece de 7 a 11 deste mês. Idealizada pela arte-educadora Lúcia Padilha Cardoso, com coordenação de produção de Janaisa Cardoso, a exposição de caráter educativo é composta por reproduções de uma parte do acervo doado por Chateaubriand ao MAC-PE, que conta com obras de renomados artistas brasileiros, tais como: Cândido Portinari, Lasar Segall, Tomie Ohtake, Eliseu Visconti, Djanira, Telles Junior, Guinard, Montez Magno, Francisco Brennand, entre outros. O incentivo é do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<div id="attachment_32218" aria-labelledby="figcaption_attachment_32218" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/mac-acervo.jpg"><img class="size-medium wp-image-32218" alt="Hassan/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/mac-acervo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes têm a oportunidade de saber mais sobre as obras do acervo do MAC</p></div>
<p>Depois de passar por três cidades localizadas em três macrorregiões de Pernambuco – Tracunhaém (Zona da Mata) na EREM Dr. Walfredo Luiz Pessoa de Melo, Garanhuns (Agreste) na EREM Garanhuns e Arcoverde (Sertão) na EREM Senador Vitorino Freire, a exposição encerra seu processo de itinerância na EREM Arquipélago Fernando de Noronha.</p>
<p>As exposições estão sendo montadas sempre em Escolas de Referência em Ensino Médio (EREM), permanecendo por um período médio de uma semana, e vem recebendo cerca de 600 alunos por escola, além da visitação de professores, artistas e a comunidade em geral, tendo como um dos seus objetivos a busca de estratégias educativas diferenciadas. “<em>É uma forma efetiva de levar o museu para a escola e ir ao encontro de um novo público”</em>, explica Lúcia Padilha Cardoso. Ao levar o museu para a escola, fora da Região Metropolitana, torna-se possível oferecer ao público o acesso a este valioso acervo.</p>
<div id="attachment_32219" aria-labelledby="figcaption_attachment_32219" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/mac-acervo-hassan.jpg"><img class="size-medium wp-image-32219" alt="Hassan/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/mac-acervo-hassan-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Estrutura da exposição é montada no ambiente escolar</p></div>
<p>Através de uma curadoria educativa, a exposição é composta por painéis com reproduções das obras do acervo, trazendo para o público escolar uma leitura da história da arte do Brasil desde o início do século XIX até meados dos anos 1960. A partir desse olhar curatorial voltado para a arte/educação, pretende-se explorar múltiplos conteúdos de leitura possibilitando que a exposição possa se integrar às atividades interdisciplinares nas escolas contempladas.</p>
<p>Complementando o caráter educativo da mostra, será realizado um encontro com os professores para apresentação e distribuição do caderno educativo sobre a exposição, com conteúdo que traz informações sobre a história do MAC-PE, imagens e textos sobre as obras expostas e propostas de atividades para serem posteriormente aplicadas em salas de aula, fortalecendo assim o papel de mediador e multiplicador do professor.</p>
<p>Este material educativo está contemplando todos os professores e alunos das escolas de referência por onde a exposição está com sua itinerância, e seu conteúdo sendo trabalhado por todo o período de realização da exposição, e no ultimo dia de sua montagem há sempre uma interação entre os alunos através de uma mostra do resultado do conteúdo do caderno educativo, através da visão pessoal de cada um sobre as obras e o conteúdo sugerido, assim o projeto consegue levar o importante e valioso acervo do MAC-PE para as escolas, e desta forma está sendo oferecida a rara oportunidade de se ter conhecimento de um patrimônio brasileiro muito rico, contribuindo com a formação do público e realizando uma ação complementar à obra educacional do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Acervo Educativo &#8211; etapa Arquipélago Fernando de Noronha<br />
</strong>Local: Escola de Referência em ensino Médio (EREM) &#8211; Arquipélago Fernando de Noronha<br />
Período: 07 a 11/12/2015<br />
Endereço: Rua Alto da Floresta Nova, s/n. Floresta Nova<br />
Contato: 81. 3619.0935 | 0933<br />
Visitação: das 8h às 12h</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><br />
<strong>MAC/PE -</strong> Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), localizado em Olinda, foi inaugurado em 1966, com a doação de parte da coleção do embaixador Assis Chateaubriand ao Estado de Pernambuco. Nessa ocasião, a antiga Casa de Câmara e Cadeia Pública do Município de Olinda, uma edificação do século XVIII, foi restaurada e tombada pelo IPHAN para abrigar a exposição inaugural do museu com as obras doadas.O acervo que deu origem ao MAC-PE conta com obras de renomados artistas brasileiros, tais como: Cândido Portinari, Lasar Segall, Tomie Ohtake, Eliseu Visconti, Djanira, Telles Junior, Guinard, Montez Magno, Francisco Brennand, entre outros.</em></em></em></em></em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/acervo-mac-gif.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-32220" alt="Gif/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/acervo-mac-gif.gif" width="389" height="259" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro “contidonãocontido” discute a aquisição de obras do Mamam</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-discute-a-aquisicao-de-obras-do-mamam/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 20:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/divulga3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26367" alt="divulga3" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/divulga3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) acolhe, nesta quinta-feira (18), às 19h, o lançamento do livro “contidonãocontido”, que aborda a história, a forma e a legitimidade da aquisição de obras que compõe o acervo do museu. A publicação encerra a terceira etapa do projeto, de mesmo nome, com curadoria de Maria do Carmo Nino, Clarissa Diniz e do educativo do Mamam. O projeto que tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, possibilitou pela primeira vez a participação do educativo do museu como curador de uma mostra sobre a política de aquisição do acervo do Mamam.</p>
<p>Na ocasião, será realizada uma roda de debate sobre os temas dos artigos escritos no livro, comentados por Maria do Carmo Nino, Cayo Honorato, Beth da Matta e Rebeka Monita, coordenadora editorial do projeto e integrante da equipe educativa do museu na época da exposição. O evento ainda contará com a doação gratuita da publicação aos presentes como forma de difundir as ideias discutidas e ascender a atenção para outras oportunidades de diálogo e criação relacionadas ao acervo do museu.</p>
<p>O livro discute a forma e legitimidade da aquisição de obras que fazem parte do museu, bem como demais questões que se situam no entorno do seu acervo, como a representatividade de artistas locais, a presença de artistas nacionais, mediação entre acervo e público; desde tempos que antecedem o  Mamam, quando a instituição era denominada“Galeria de Arte Metropolitana do Recife”.</p>
<p>O projeto “contidonãocontido” foi marcado por três etapas: a primeira, pesquisa; e a segunda, uma exposição e agora encerra com o lançamento do livro. Antes do Recife, a publicação também foi lançada nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “contidonãocontido”</strong><br />
Quinta-feira (18/06), às 19h<br />
Local: Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães &#8211; Mamam (Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista, Recife) . Telefone: (81) 3355-6870</p>
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