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	<title>Portal Cultura PE &#187; acessibilidade</title>
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		<title>CEN realiza formação gratuita em letramento racial e elaboração de projetos culturais para pessoas com deficiência</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Celebrando as arenas esportivas e culturais como importantes plataformas sociais de validação e confirmação de protagonismos de pessoas negras e com deficiência, o Circo Experimental Negro (CEN) realizará, neste sábado (11), formação gratuita em letramento racial, elaboração e gestão de projetos culturais, na sede da Associação dos Deficientes Motores de Pernambuco (ADM-PE), no bairro do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-14.16.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123525" alt="Foto: Juliana Barbosa/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-14.16.58-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Celebrando as arenas esportivas e culturais como importantes plataformas sociais de validação e confirmação de protagonismos de pessoas negras e com deficiência, o Circo Experimental Negro (CEN) realizará, neste sábado (11), formação gratuita em letramento racial, elaboração e gestão de projetos culturais, na sede da Associação dos Deficientes Motores de Pernambuco (ADM-PE), no bairro do Engenho do Meio, das 9h às 13h e das 14h às 18h.</p>
<p>A formação, que terá oito horas de duração, integra o projeto “Aquilombamento e Afrocentricidade: Letramento Racial e a importância das estéticas negras na pedagogia e nas artes”, viabilizado com recursos dos editais da PNAB 2025, do Governo de Pernambuco. E será facilitada pelos artistas e pesquisadores do CEN Hammai Assis e Rob Silva, proponentes do projeto. O foco das discussões será o racismo estrutural e suas consequências para a população negra. “Mas ampliaremos também a discussão para alcançar outros atravessamentos do debate sobre letramento e autonomia, referentes a pessoas com deficiência, que são um público muito importante no estado de Pernambuco, que registra a terceira maior população PCD do Nordeste”, diz Hammai Assis.</p>
<p>A sede da ADM, fundada em 1972, foi escolhida para ser a casa e também a causa do evento. A entidade, que presta assistência social e cidadã para pessoas com deficiência ligadas ao esporte, em suas mais diversas modalidades, garante lazer, capacitação e encaminhamento para o mercado de trabalho a atletas e ex-atletas PCD. E precisa de ajuda para manter suas atividades. Doações em dinheiro podem ser feitas para a chave Pix 81 98786-5037 (Cinara Gusmão). Doações de materiais de limpeza, artigos esportivos ou até mesmo a prestação de serviços voluntários podem ser articuladas pelo e-mail admpernambuco25@gmail.com.</p>
<p>“Nossa maior dificuldade, na verdade, não é nossa deficiência, mas sim a acessibilidade dos espaços para nos atender”, diz o paratleta Caio Augusto, parceiro constante das ações e programações do CEN, com importante contribuição nas ações de acessibilidade, especialmente no que diz respeito à promoção do protagonismo de pessoas com deficiência no campo da cultura, das artes e da economia criativa.</p>
<p>Para garantir que esse protagonismo também se confirme diante dos holofotes culturais, a formação terá módulo dedicado à elaboração e gestão de projetos para concorrer a recursos públicos. “Nosso objetivo é ampliar a participação de PCDs nos programas, políticas e editais de cultura”, diz Rob Silva, artista que atua, junto com Hammai Assis, no combate ao racismo estrutural, na reparação histórica da população negra e no protagonismo de PCDs na cultura em cima e embaixo dos palcos da cidade.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Formação em letramento racial e elaboração de projetos culturais para pessoas com deficiência<br />
Dia: Sábado &#8211; 11 de abril<br />
Local: Associação dos Deficientes Motores (ADM), na Rua Manoel Corte Real, nº 686, Engenho do Meio<br />
Horário: Das 9h às 13h e das 14h às 18h<br />
Público alvo: Maiores de 18 anos com deficiência motora e/ou visual<br />
Realização: Circo Experimental Negro<br />
Produção: DNAafro<br />
Parceria: Associação dos Deficientes Motores de Pernambuco<br />
Patrocínio: Política Nacional Aldir Blanc &#8211; Pernambuco (PNAB-PE)<br />
Informações: circoexperimentalnegro@gmail.com</p>
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		<title>&#8220;Visões Sonoras da Cidade&#8221; promove visita guiada acessível a pontos históricos do Centro do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 18:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Créditos: Icaro Benjamin Desenvolvido pela Com Acessibilidade Comunicacional e financiado pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto Visões Sonoras da Cidades busca transformar paisagens urbanas do Recife em experiências narradas por meio da audiodescrição. Em sua segunda fase, a iniciativa promove, no dia 19 de março, uma visita guiada com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Visita-Guiada-da-primeira-edição-2024-Créditos-Icaro-Benjamin-2.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123251" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Visita-Guiada-da-primeira-edição-2024-Créditos-Icaro-Benjamin-2.jpg-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Créditos: Icaro Benjamin</p>
<p>Desenvolvido pela Com Acessibilidade Comunicacional e financiado pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto <em>Visões Sonoras da Cidades</em> busca transformar paisagens urbanas do Recife em experiências narradas por meio da audiodescrição. Em sua segunda fase, a iniciativa promove, no dia 19 de março, uma visita guiada com recursos de acessibilidade e aberta ao público, a espaços históricos da capital.</p>
<p>O evento contará com audiodescrição ao vivo e simultânea, além de interpretação em Libras. Com saída marcada para às 14h, em frente ao Mercado de São José, o percurso segue para o Pátio do Terço, passa pelo Pátio de São Pedro e encerra no Parque de Esculturas Francisco Brennand. A atividade funcionará como um teste público, com o objetivo de avaliar as percepções e experiências dos participantes em relação às audiodescrições apresentadas ao longo do trajeto.</p>
<p>O projeto revela os cenários desses quatro locais para pessoas com deficiência visual e também para pessoas neurodivergentes, promovendo uma vivência mais sensorial e inclusiva da cidade.</p>
<p>&#8220;A ideia do projeto surgiu da convivência com pessoas cegas ou com baixa visão, e da percepção de que a relação com a cidade era auditiva e espacial, mas faltavam referências visuais. Com a audiodescrição, é possível traduzir o espaço em palavras, permitindo que diferentes públicos compreendam detalhes arquitetônicos como dimensões, cores, materiais, formas e estética. É um trabalho detalhado, que envolve visitas técnicas, pesquisa, elaboração de roteiro, revisão, gravação e edição&#8221;, explica a audiodescritora, idealizadora do Visões Sonoras da Cidade e diretora-executiva da Com Acessibilidade Comunicacional, Liliana Tavares.</p>
<p>O material produzido será armazenado no Youtube, disponibilizado em um QR Code hospedado no site da Com Acessibilidade Comunicacional e inserido nas placas dos pontos culturais contemplados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cinema inclusivo: VerOuvindo Circula exibe filmes acessíveis em escolas e instituições no Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2025 18:26:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117819" aria-labelledby="figcaption_attachment_117819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Crédito-Icaro-Benjamin.jpg"><img class="size-medium wp-image-117819" alt="VerOuvindo Circula conta com recursos da PNAB" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Crédito-Icaro-Benjamin-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">VerOuvindo Circula conta com recursos da PNAB-PE</p></div>
<p align="center">A segunda edição do VerOuvindo Circula, evento que leva sessões de cinema acessível para escolas públicas, bibliotecas, instituições voltadas para pessoas com deficiência e agora, também, ao tradicional Cinema São Luiz, será realizado entre os dias 19 e 24 de maio. A iniciativa busca descentralizar o acesso ao audiovisual com recursos de acessibilidade comunicacional, como audiodescrição, Libras e legendas descritivas, permitindo que públicos diversos, principalmente pessoas com deficiência, possam vivenciar o cinema de forma plena e inclusiva.</p>
<p>A curadoria, pautada pela qualidade das obras selecionadas, buscou estimular reflexões sobre temas de grande relevância na contemporaneidade, tais como: visibilidade para a cultura indígena, empoderamento feminino, tradição da cultura popular, inclusão, acessibilidade e profissionalização nas áreas da Libras e da audiodescrição.</p>
<p>Para Liliana Tavares, idealizadora e produtora do VerOuvindo, festival que depois de dez edições realizadas nos cinemas de rua da cidade se recria na modalidade “Circula”, levar o cinema acessível para diferentes espaços da cidade é uma maneira de democratizar e fortalecer o acesso à cultura, garantindo aos espectadores o direito de acessar as histórias contadas nas telas. &#8220;O evento nasceu justamente com estes propósitos: descentralizar o audiovisual, divulgar o cinema acessível e promover experiências que sensibilizem, eduquem e inspirem. Quando, por exemplo, uma criança com deficiência visual ou auditiva pode assistir a um filme com recursos de acessibilidade, ela entende que também faz parte daquele universo. Inclusão básica, que transforma vidas e amplia horizontes&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Filmes</strong></p>
<p>O telefilme &#8216;Eu quero ir&#8217;, de Pablo Polo, é uma produção pernambucana que mistura drama e comédia para contar a história de Iara, uma menina de 12 anos, talentosa e apaixonada por futebol, que enfrenta as imposições do pai, criado sob valores machistas, e deseja que a filha se envolva apenas nos bastidores do bloco carnavalesco da família. Com leveza, humor e emoção, o filme percorre as ladeiras de Olinda, celebrando o frevo, os sonhos e a luta pela emancipação feminina.</p>
<p>O documentário &#8216;Wadja&#8217;, de Narriman Kauane, retrata a trajetória de Marilena Araújo, mulher indígena, educadora e ativista da cultura Fulni-ô. A obra destaca a atuação dela na fundação da Escola Bilíngue Antônio José Moreira, e sua dedicação à preservação da língua materna do povo Fulni-ô, o yaathe. Esse filme será exibido no Cinema São Luiz, com a presença dos realizadores e de membros da comunidade indígena de Águas Belas – PE, promovendo, assim, um encontro inclusivo com essas novas vozes da nossa criação audiovisual.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p>Das seis sessões disponíveis, duas serão abertas ao público: a primeira, na Biblioteca Pública Estadual, e a última, no Cinema São Luiz. Ambas serão gratuitas. Antes de todas as sessões, as consultoras de acessibilidade Michelle Alheios, que é cega, e Mariana Hora, que é surda, falarão brevemente sobre a experiência de assistir a um filme com acessibilidades aparentes. Após cada sessão, haverá um bate-papo entre a plateia e a equipe responsável pela acessibilidade dos filmes: além das duas consultoras, um audiodescritor, um intérprete de Libras e assistentes de produção. Todas as conversas terão audiodescrição e Libras de forma simultânea, ao vivo. A coordenação técnica de exibição será feita pela 9 Oitavos Produções, responsável pelos equipamentos de exibição apropriados para cada local, incluindo uma telona inflável, que vira um espetáculo à parte quando está sendo montada nas escolas.</p>
<p>O VerOuvindo Circula 2 é realizado pela Com Acessibilidade Comunicacional, incentivado pela Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura, Governo Federal, por meio do Governo do Estado de Pernambuco, PNAB-PE.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>2° VerOuvindo Circula &#8211; de 19 a 24 de maio</p>
<p>Locais:</p>
<p>Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco</p>
<p>Endereço: R. João Líra, s/n &#8211; Santo Amaro</p>
<p>Data: 19 de maio, às 14h</p>
<p>Filme: Eu quero ir &#8211; Pablo Polo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CAEER &#8211; Centro de Atendimento Educacional Especializado do Recife</p>
<p>Data: 20 de maio, às 14h</p>
<p>Filme: Eu quero ir &#8211; Pablo Polo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escola Municipal Engenho do Meio</p>
<p>Data: 21 de maio, às 14h</p>
<p>Filme: Eu quero ir &#8211; Pablo Polo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Colégio Waldemar de Oliveira, a Escola Sylvio Rabello e a Escola Sizenando Silveira</p>
<p>Data: 22 de maio</p>
<p>Filme: Eu quero ir &#8211; Pablo Polo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Compaz Ariano Suassuna</p>
<p>Data: 23 de maio, às 14h</p>
<p>Filme: Eu quero ir &#8211; Pablo Polo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cinema São Luiz</p>
<p>Endereço: Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista</p>
<p>Data: 24 de maio, às 14h</p>
<p>Filme: Wadjá – Narriman Kauane</p>
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		<title>Núcleo Biruta de Teatro dá início às aulas gratuitas e com acessibilidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/nucleo-biruta-de-teatro-da-inicio-as-aulas-gratuitas-e-com-acessibilidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 17:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cia Biruta de Teatro &#8211; grupo de teatro sediado às margens do Rio São Francisco &#8211; dá início, neste sábado (26), às atividades culturais de formação do Núcleo Biruta de Teatro (NBT) 2025. As aulas, com intérprete de Libras, serão realizadas no Cineteatro Massangano – Estação da Cidadania, no bairro Rio Corrente, em Petrolina. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117551" aria-labelledby="figcaption_attachment_117551" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/NBT03_Foto-Fernando-Pereira-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117551" alt="Foto: Fernando Pereira " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/NBT03_Foto-Fernando-Pereira-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/ Fernando Pereira</p></div>
<p dir="ltr">A Cia Biruta de Teatro &#8211; grupo de teatro sediado às margens do Rio São Francisco &#8211; dá início, neste sábado (26), às atividades culturais de formação do Núcleo Biruta de Teatro (NBT) 2025. As aulas, com intérprete de Libras, serão realizadas no Cineteatro Massangano – Estação da Cidadania, no bairro Rio Corrente, em Petrolina. O projeto é incentivado pelo Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco &#8211; Funcultura (2022/2023), e também conta com apoio da Prefeitura de Petrolina.</p>
<p dir="ltr">O NBT é um grupo de experimentação cênica criado pela Cia Biruta há mais de dez anos. O projeto tem como intuito possibilitar a aprendizagem teatral em um diálogo permanente com a ideia de comunidade, em um espaço de troca de conhecimento sobre o fazer artístico. Por meio de oficinas, estudos, leituras e montagens de espetáculos, a iniciativa conecta a prática artística às vivências e identidades dos jovens participantes.</p>
<p dir="ltr">Para a nova temporada, o Núcleo contou com mais de 90 inscritos. A lista com os participantes selecionados está disponível na página da Cia Biruta no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/ciabiruta/">@ciabiruta</a>).</p>
<p dir="ltr"><strong>Máscaras e performances </strong></p>
<p dir="ltr">Para este ano, a Cia Biruta mergulha na pesquisa “O duplo da atriz – máscaras e a questão de gênero como processo criativo e procedimento pedagógico na construção de imaginários insurgentes”. O estudo promoverá processos criativos de máscaras e performances como formas de autorrepresentação, a partir da interseccionalidade de gênero, raça, classe e território, em diálogo com saberes tradicionais no contexto do semiárido.</p>
<p dir="ltr">A proposta envolve encontros formativos, estudos teóricos e práticos, que culminarão na criação de máscaras e performances. “Os encontros para pesquisa em criação de máscaras acontecerão em paralelo às aulas do NBT, integrando parte de seus conteúdos de preparação corporal e criação de células dramatúrgicas, além de estudos sobre o território e as questões em torno da construção de identidades e interseccionalidade. Será uma oportunidade de ampliar as possibilidades de caminhos para o fazer teatral, incluindo a máscara e suas potencialidades performativas”, explica Cristiane Crispim, uma das oficineiras do projeto.</p>
<p dir="ltr">O projeto, que segue até o dia 20 de setembro, tem coordenação geral de Camila Rodrigues, produção executiva de Letícia Rodrigues e produção de Amanda Martins. As atividades serão conduzidas pelos oficineiros Antonio Veronaldo e Cristiane Crispim, e as intérpretes de Libras serão Rita Silva e Maria Soares.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>NÚCLEO BIRUTA DE TEATRO DÁ INÍCIO ÀS AULAS GRATUITAS E COM ACESSIBILIDADE</strong></p>
<p dir="ltr">26 de abril até 20 de setembro de 2025</p>
<p dir="ltr">Cineteatro Massangano – Estação da Cidadania I R. do Tamarindo &#8211; Rio Corrente, Petrolina &#8211; PE, 56312-695</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Edital Funcultura Geral 2023-2024 aprova 243 propostas com mais de R$ 15 milhões de investimento</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 16:37:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), anunciou o resultado final do Edital Funcultura Geral 2023/2024. Ao todo foram selecionadas 243 propostas somando R$ 15.657.540,73 em incentivo. Acesse aqui o resultado final. Acesse aqui o resultado da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Posts_Funcultura_NOV-E-DEZ_24_GERAL_RES-FINAL.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114791" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Posts_Funcultura_NOV-E-DEZ_24_GERAL_RES-FINAL-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), anunciou o resultado final do Edital Funcultura Geral 2023/2024. Ao todo foram selecionadas 243 propostas somando R$ 15.657.540,73 em incentivo.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/RESULTADO-EDITAL-GERAL-FINAL-ANALISE-DE-MÉRITO-alterado-27-12-20241.pdf"><strong>aqui</strong> </a>o resultado final.</p>
<p>Acesse <a title="Resultado da análise dos recursos à análise de mérito" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/RESULTADO-DOS-RECURSOS-EDITAL-GERAL-FINAL.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado da análise dos recursos à análise de mérito.</p>
<p>Acesse <a title="Funcultura Geral 2023/2024" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-geral-20232024/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao Edital Funcultura Geral 2023/2024.</p>
<p>Foram aprovadas propostas nas seguintes linguagens artísticas: Cultura Popular e Tradicional (45), Teatro (32), Patrimônio Cultural (28), Artes Visuais (25), Dança (22), Circo (19), Fotografia (18), Literatura (16), Artesanato (12), Design e Moda (12), Artes Integradas (7), Gastronomia (6) e Ópera (1). Do total de propostas aprovadas na análise de mérito do edital, 208 foram apresentadas por pessoas físicas, 18 por pessoas jurídicas e 17 por microempreendedores(as) individuais (MEIs).</p>
<p>Nessa edição o edital registrou inicialmente a inscrição no site Mapa Cultural de Pernambuco de 957 propostas, sendo 56 (5,85%) duplicadas, resultando em 901 (94,15%) de inscrições válidas.</p>
<p>Quanto à linguagem foram aprovadas 45 propostas de Cultura Popular; 32 de Teatro; 28 de Patrimônio; 25 de Artes Visuais; 22 de Dança; 19 de Circo; 18 de Fotografia; 16 de Literatura; 12 de Artesanato; 12 de Design &amp; Moda; 7 de Artes Integradas; 6 de Gastronomia; e 1 de Ópera.</p>
<p><strong>REGIONALIZAÇÃO –</strong> Na análise geográfica por macrorregião do Estado, a Região Metropolitana do Recife (RMR) conta com 114 propostas aprovadas. Outras 54 representam o Sertão, 31 a Zona da Mata e 44 o Agreste. Já quanto à Região de Desenvolvimento (RD) as propostas estão assim distribuídas: 114 na RMR; 26 na Zona da Mata Norte; 26 no Agreste Central; 23 no Sertão do Moxotó; 21 no Sertão do Pajeú; 11 no Agreste Meridional; 7 no Sertão do São Francisco; 7 no Agreste Setentrional; 5 na Zona da Mata Sul; 1 no Sertão Central; 1 no Sertão do Araripe e 1 no Sertão de Itaparica.</p>
<p>A inclusão social dos recursos disponibilizados pelo edital também foi verificada por meio da acessibilidade prevista para o produto final: há 189 propostas habilitadas com recursos de libras; audiodescrição está presente em 92 propostas; 82 preveem legendagem; outras 16 contam com sistema de escrita tátil utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, mais conhecido como braile; e 136 (43,04%) propõem outros recursos.</p>
<p>De acordo com a identidade de gênero dos(as) proponentes, 105 se declararam mulheres, 66 homens, 11 não bináries ou outra variabilidade e 3 mulheres trans que se identificam com outra expressão de gênero. Já 58 preferiram não informar.</p>
<p>Ainda entre os(as) proponentes, 130 (53,50%) contemplados(as) se autodeclararam pretos ou pardos; 25 (10,29%) integrantes de povos e comunidades tradicionais ou originárias; 4,53% pessoas com deficiência (PcDs).</p>
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		<item>
		<title>Com apoio do Funcultura, Festival VerOuvindo divulga programação da sua 10ª edição</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 13:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[festival verouvindo]]></category>

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		<description><![CDATA[O 10º VerOuvindo &#8211; Festival de Filmes com Acessibilidade Comunicacional do Recife divulgou a programação completa desta edição, que acontece de 8 a 16 de novembro. O evento, que celebra em 2024 uma década de compromisso com a inclusão social, reafirma seu papel como uma iniciativa transformadora que promove o acesso à cultura. A programação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-08.29.35.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114264" alt="Foto: Alex Costa/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-08.29.35-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>O 10º VerOuvindo &#8211; Festival de Filmes com Acessibilidade Comunicacional do Recife divulgou a programação completa desta edição, que acontece de 8 a 16 de novembro. O evento, que celebra em 2024 uma década de compromisso com a inclusão social, reafirma seu papel como uma iniciativa transformadora que promove o acesso à cultura.</p>
<p>A programação do 10° VerOuvindo começa no dia 8 com um painel de comunicação às 19h (de forma remota) e a liberação da Mostra Competitiva no site oficial. A votação dos curtas pelo público será online e elegerá o Melhor do voto popular. No fim de semana, 9 e 10 de novembro, oficinas serão realizadas na Fundação Joaquim Nabuco, no Derby, promovendo capacitação e troca de conhecimentos.</p>
<p>Já no dia 11, o festival segue para Caruaru, com a exibição do filme &#8220;Assexybilidade&#8221;, de Daniel Gonçalves, às 10h. O documentário conta histórias sobre a sexualidade de pessoas com deficiência, abordando temas como flerte, namoro e autoconhecimento. Com uma duração de quase uma hora e meia, o filme apresenta 15 personagens que compartilham suas experiências.</p>
<p>Nos dias 12 e 13 de novembro, a Fundação Joaquim Nabuco, no Museu, recebe a programação, com destaque para as sessões do filme &#8220;Eu Quero Ir&#8221;, de Pablo Polo, na manhã e na tarde do dia 12, e a Sessão de Curtas Pernambucanos no dia 13, às 14h30. A noite do mesmo dia contará com uma masterclass dos homenageados, seguido da Sessão Memória e do lançamento do livro Pulou o eixo de Adelina Pontual, às 20h. (inverti a ordem)</p>
<p>Na quinta-feira, 14 de novembro, haverá um passeio para um banho de argila onde o cantor e compositor Chico Science gravou o clipe Da lama ao caos, seguido de um mergulho em Maracaípe. À noite, o público poderá conferir o filme &#8220;Assexybilidade&#8221; na Fundação Joaquim Nabuco (Museu) a partir das 19h30.</p>
<p>No dia seguinte, haverá um painel presencial às 10h na unidade do Derby, seguido de uma grande celebração à tarde, às 16h, na Casa Estação da Luz. No local, será realizada a festa de 10 anos do festival com a presença da cantora Irah Caldeira.</p>
<p>Sábado, dia 16 de novembro, às 10h, haverá o segundo painel de comunicação presencial na Fundaj &#8211; Derby, quando os participantes, especialistas ou iniciantes, dialogam sobre seus trabalhos e experiências. Às 14h haverá a premiação dos curtas vencedores seguida do lançamento A letra da imagem de Liliana Tavares, em dois formatos impresso e digital.</p>
<p>O VerOuvindo é um festival dedicado à exibição de filmes com recursos da audiodescrição, da legenda descritiva ou LSE (legenda para surdos e ensurdecidos) e da Tradução Audiovisual em Língua de Sinais (TALS). Esta edição é realizada com o incentivo do Funcultura, da Fundarpe, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo de Pernambuco, o evento é reconhecido como um dos principais projetos culturais dedicados à inclusão no audiovisual. A partir de 2025, o VerOuvindo expandirá suas atividades, levando o cinema acessível para escolas públicas e promovendo debates sobre inclusão e acessibilidade no audiovisual.</p>
<p><strong>Confira a programação completa do 10º VerOuvindo:</strong></p>
<p><strong>08/11 (sexta-feira)</strong></p>
<p>19h00 &#8211; Painel de comunicação<br />
Liberação da Mostra Competitiva no site<br />
<strong>09/11 (sábado)</strong></p>
<p>14h &#8211; Fundação Joaquim Nabuco (Derby)<br />
Oficinas</p>
<p><strong>10/11 (domingo)</strong></p>
<p>14h- Fundação Joaquim Nabuco (Derby)<br />
Oficinas</p>
<p><strong>11/11 (segunda-feira)</strong></p>
<p>Caruaru<br />
10h- Auditório do NCV/UFPE -CAA<br />
Assexybilidade, de Daniel Gonçalves (18 anos)</p>
<p><strong>12/11 (terça-feira)</strong></p>
<p>Fundação Joaquim Nabuco (Museu)<br />
09h30 &#8211; Eu Quero Ir, de Pablo Polo (12 anos)<br />
14h30 &#8211; Eu Quero Ir, de Pablo Polo (12 anos)</p>
<p><strong>13/11 (quarta-feira)</strong></p>
<p>Fundação Joaquim Nabuco (Museu)<br />
14h30 &#8211; Sessão de curtas pernambucanos<br />
18h30 &#8211; Masterclass dos homenageados<br />
20h- Sessão Memória Samydarsh de de Adelina Pontual, Cláudio Assis e Marcelo Gomes + Lançamento do livro Pulou o Eixo de Adelina Pontual.</p>
<p><strong>14/11 (quinta-feira)</strong></p>
<p>Fundação Joaquim Nabuco (Museu)<br />
08h &#8211; Passeio<br />
19h30 &#8211; Assexybilidade, de Daniel Gonçalves (18 anos)</p>
<p><strong>15/11 (sexta-feira)</strong></p>
<p>Fundação Joaquim Nabuco (Derby)<br />
10h &#8211; Painel Presencial</p>
<p>Casa Estação da Luz<br />
16h- Casa Estação da Luz, Olinda<br />
- Festa de 10 anos do VerOuvindo, com Irah Caldeira<br />
<strong>16/11 (sábado)</strong></p>
<p>Fundação Joaquim Nabuco (Derby)<br />
10h &#8211; Painel Presencial</p>
<p>Fundação Joaquim Nabuco (Museu)<br />
14h &#8211; Premiação + Exibição dos Curtas Premiados<br />
17h &#8211; Lançamento do livro- A Letra da Imagem de Liliana Tavares<br />
18h &#8211; Encerramento</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Relicárias dá nome, corpo e voz às mulheres negras na dança do frevo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/relicarias-da-nome-corpo-e-voz-as-mulheres-negras-na-danca-do-frevo/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2024 17:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
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		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram no Recife na época em que o frevo dava seus primeiros passos e que foram presas simplesmente por dançá-lo na via pública. Os vestígios da presença dessas mulheres emergiram das páginas policiais de jornais do início do século 20 e agora, mais de 100 anos depois, a pesquisa Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo dá nome, corpo e voz a essas mulheres pioneiras, contemplada com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). A mostra do processo de pesquisa, em formato de apresentação artística, é apresentada este domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo, com entrada gratuita, mediante distribuição de senha, e acessibilidade em libras.</p>
<p>À frente da pesquisa estão as dançarinas e pesquisadoras Rebeca Gondim, Marcela Felipe, Ailce Moreira, Bell Puã e Vanessa Marinho. Nos últimos dois anos elas se debruçaram em textos e imagens sobre o frevo dedicadas a dar vida a mulheres como Olindina Olívia da Conceição e Maria da Hora Tavares, Maria Facão, presas supostamente por cometer delitos como jogar capoeira, embriaguez e por “ouvir música em frente a uma festa privada”. A partir desses vestígios encontrados nos jornais da época, as pesquisadoras buscaram recriar de forma poética as biografias das personagens da vida real recheando com dados históricos, elementos visuais da dança, como figurino e o território onde viveram as personagens, a gestualidade e os passos executados na época, e apresentá-las em carne e osso.</p>
<p>“Além de Olindina e Maria Facão, o público vai conhecer Ana Maria Luiza Tavares da Conceição, Neidinha, uma terceira personagem que é uma junção de várias outras mulheres que apareceram na pesquisa, trabalhadoras da rua, como as quitandeiras, sem ter sequer seus nomes citados”, destaca Rebeca Gondim. Segundo a pesquisadora, uma das partes mais difíceis da pesquisa foi levantar a forma de dançar das antepassadas. “Trabalhamos a imaginação tendo como base os movimentos da capoeira e as experiências corporais de cada uma”, conta.</p>
<div id="attachment_109874" aria-labelledby="figcaption_attachment_109874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Filipe Gondim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109874" alt="Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As bailarinas Ailce Moreira, Marcela Felipe e Rebeca Gondim</p></div>
<p>A pesquisa foi realizada em três etapas nas quais a equipe aprofundou os conhecimentos em laboratórios de criação conduzidos por artistas e pesquisadores convidados/as. A historiadora Vanessa Marinho foi a responsável pela condução da pesquisa historiográfica; a poeta e escritora Bell Puã conduziu um laboratório de poesia e performance (escrita, corpo e voz); o fotógrafo e artista visual Filipe Gondim e a dançarina e figurinista Maria Agrelli conduziram a oficina para levantamento dos elementos visuais da dança, entre fotografias e figurinos. O grupo também realizou entrevistas com dançarinas de frevo contemporâneas, como Zenaide Bezerra, Lucélia Albuquerque, Geciland Monteiro (Landinha), Valéria Vicente, Dadinha Gomes, Renach Reiva, Francis Souza, Marinez Barbosa e Joelma Evaristo.</p>
<p>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo foi contemplado com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Além da mostra pública dos resultados da pesquisa, o projeto deixa como legado um podcast, produzido por Janaína Oliveira, do @negraslinhas, com uma audioconversa sobre o processo da pesquisa e as histórias das mulheres pesquisadas, além de fotocolagens das personagens pesquisadas. Esse material é lançado na próxima sexta-feira (31) no perfil do Instagram (@relicariasdofrevo).</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Artistas-pesquisadoras: Ailce Moreira, Bell Puã, Marcela Felipe e Rebeca Gondim<br />
Pesquisadora-historiadora: Vanessa Marinho<br />
Artista, pesquisador-visual e fotógrafo: Filipe Gondim<br />
Produtora e figurinista: Maria Agrelli<br />
Consultora da pesquisa: Ailce Moreira<br />
Gravação e edição do podcast: Janaína Oliveira | podcast Negras Linhas<br />
Intérprete de libras: Joselma Santos e Jéssica Santos<br />
Consultoria de acessibilidade: VouSer Acessibilidade | Andreza Nóbrega<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Nogueira</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo -</strong> <em>domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Entrada gratuita (com distribuição de senha) e acessibilidade em libras</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Último módulo do Projeto Comunica com aulas sobre LSE para Filmes tem inscrições abertas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ultimo-modulo-do-projeto-comunica-com-aulas-sobre-lse-para-filmes-tem-inscricoes-abertas/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2024 15:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Afogados da Ingazeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Oportunidade de qualificação profissional para para quem deseja trabalhar com Acessibilidade Comunicacional em projetos audiovisuais no Sertão do Pajeú: o projeto Comunica abriu inscrições para seu terceiro e último módulo, LSE para Filmes, até segunda-feira (13), por meio de formulário on-line. As aulas acontecem no formato híbrido, com encontros presenciais dias 17 e 18 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109659" aria-labelledby="figcaption_attachment_109659" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-11.35.04.jpeg"><img class="size-medium wp-image-109659" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-11.35.04-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Inscrição Módulo: LSE &#8211; COMUNICA</p></div>
<p>Oportunidade de qualificação profissional para para quem deseja trabalhar com Acessibilidade Comunicacional em projetos audiovisuais no Sertão do Pajeú: o projeto Comunica abriu inscrições para seu terceiro e último módulo, LSE para Filmes, até segunda-feira (13), por meio de <a title="Inscrição Módulo: LSE - COMUNICA" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeDWk0YrYF0WGvHx5wpHgdyj_HXcAW57alUdMa-FCbb11si8w/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário on-line</strong></a>.</p>
<p>As aulas acontecem no formato híbrido, com encontros presenciais dias 17 e 18 de maio, em Afogados da Ingazeira (PE) e exercícios virtuais no período de 20 de maio a 14 de junho. Os encontros são orientados pelos pesquisadores e professores Deise Medina e Marcelo Pedrosa.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem participar pessoas maiores de 18 anos, residentes na região, com e sem deficiência e com disponibilidade para acompanhar as aulas presenciais. Para mais informações basta entrar em contato pelo perfil no <a title="@comunica.pajeu" href="https://www.instagram.com/comunica.pajeu/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>.</p>
<p>“Com a leis de incentivo ao audiovisual, o número de produções tende a crescer e será necessário a qualificação profissional para garantir a acessibilidade dos filmes. Vemos no Comunica não só uma oportunidade para fortalecer a inclusão, mas também uma possibilidade de gerar renda para pessoas da região por meio da qualificação para um mercado que avança”, explica Bruna Tavares, coordenadora pedagógica do projeto.</p>
<p>O projeto Comunica: Curso de Acessibilidade Comunicacional para Projetos Audiovisuais é uma produção da Pajeú Filmes, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura e do Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>SOBRE OS FORMADORES DO MÓDULO 3 -</strong> Deise Medina é doutora em educação e mestre em letras e linguística pela Universidade Federal da Bahia g(UFBA) e Graduada em letras com língua inglesa pelo Centro Universitário Jorge Amado (UniJorge). É professora de língua inglesa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). É líder do grupo de pesquisa em Estudos Linguísticos, Tradução e Acessibilidade (Lintra) do IFBA. Foi vice-líder do grupo de pesquisa em Tradução, Mídia e Audiodescrição (Tramad) da UFBA. É autora da Metodologia para Audiodescrição de Imagens Estáticas (Maie). Suas áreas de interesse são estudos da tradução, semiótica social e multimodalidade, tradução audiovisual e acessibilidade. Suas pesquisas se concentram nas áreas de audiodescrição de imagens estáticas e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). Atua como audiodescritora e legendista desde 2008.</p>
<p>Surdo, bilíngue e usuário do implante coclear, Marcelo Pedrosa é arquiteto e urbanista e tem como foco a adequação de acessibilidade ao meio físico. É pós-graduado em desenvolvimento urbano (MDU) na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e analista em desenvolvimento urbano da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR), integra o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Recife (Comud-Recife), além de ser consultor de legenda para surdos e ensurdecidos e idealizador e ativista da campanha &#8220;Legenda para quem não ouve, mas se emociona!&#8221;.</p>
<div id="attachment_109660" aria-labelledby="figcaption_attachment_109660" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-11.35.05.jpeg"><img class="size-medium wp-image-109660" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-11.35.05-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Inscrição Módulo: LSE &#8211; COMUNICA</p></div>
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		<title>Com mais de R$ 15 milhões de investimento, 237 propostas são aprovadas no Funcultura Geral 2022-2023</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 18:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), anunciam o resultado final do Edital Funcultura Geral 2022-2023. Ao todo foram selecionadas 237 propostas somando R$ 15.655.711,13 em incentivo. Clique aqui e confira o resultado final. E aqui para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Posts_Funcultura-GERAL_RESULTADO-FINAL_FEED.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107216" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Posts_Funcultura-GERAL_RESULTADO-FINAL_FEED-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), anunciam o resultado final do Edital Funcultura Geral 2022-2023. Ao todo foram selecionadas 237 propostas somando R$ 15.655.711,13 em incentivo. Clique <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/RESULTADO-FINAL-DO-EDITAL-GERAL-2022-2023.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira o resultado final. E <strong><a title="Resultado da Apreciação dos Recursos ao Resultado Preliminar do Edital Funcultura Geral 2022-2023" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/RESULTADO-DOS-RECURSOS-RESULTADO-PRELIMINAR-EDITAL-GERAL.pdf" target="_blank">aqui</a></strong> para conferir o resultado dos recursos.</p>
<p>Foram aprovadas propostas nas seguintes linguagens artísticas: Cultura Popular e Tradicional (35), Teatro (33), Patrimônio Cultural (28), Dança (26), Artes Visuais (23), Fotografia (21), Literatura (16), Circo (16), Artesanato (14), Design e Moda (12), Gastronomia (6), Artes Integradas (5) e Ópera (2). Do total de propostas habilitadas, 206 foram apresentadas por pessoas físicas e 31 por pessoas jurídicas.</p>
<p>Nessa edição o edital registrou inicialmente a inscrição no site Mapa Cultural de Pernambuco de 1.129 propostas, sendo (71%) 796 habilitadas, 251 (22%) não habilitadas e 82 (7%) duplicadas. Dentre as inscrições válidas, desconsideradas as propostas duplicadas e as inscrições inválidas, 796 (76%) foram habilitadas e 251 (24%) não habilitadas, num total de 1.047 propostas.</p>
<p>Após a divulgação do resultado preliminar e da fase de recursos, nove propostas foram deferidas, porém, nem todos os deferimentos causaram impacto no resultado final das propostas aprovadas.</p>
<p><strong>REGIONALIZAÇÃO –</strong> Na análise geográfica por macrorregião do Estado, a Região Metropolitana do Recife conta com 116 (49%) propostas aprovadas. Outras 54 (23%) representam o Sertão, 15 (37%) a Zona da Mata e 30 (13%) o Agreste. Já quanto à Região de Desenvolvimento (RD) as propostas estão assim distribuídas: 116 na RMR; 30 na Zona da Mata Norte; 20 no Sertão do São Francisco; 20 no Agreste Central; 14 no Sertão do Pajeú; 13 no Sertão do Moxotó; 7 na Zona da Mata Sul; 7 no Agreste Meridional; 5 no Sertão Central; 3 no Agreste Setentrional; e 2 no Sertão de Itaparica.<br />
A inclusão social dos recursos disponibilizados pelo edital também foi verificada por meio da acessibilidade prevista para o produto final: há 180 (75,95%) propostas habilitadas com recursos de libras; audiodescrição está presente em 76 (32,07%) propostas; 66 (27,85%) preveem legendagem; outras 10 (4,22%) contam com sistema de escrita tátil utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, mais conhecido como braile; e 102 (43,04%) propõem outros recursos.<br />
De acordo com a identidade de gênero dos(as) proponentes, 143 (60,34%) declararam feminina, 85 (35,86%) masculina e 5 (2,11%) que se identificam com outra expressão de gênero. Apenas 4 (1,69%) preferiram não informar.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/RESULTADO-FINAL-DO-EDITAL-GERAL-2022-2023.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado final.<br />
Acesse <strong><a title="Resultado da Apreciação dos Recursos ao Resultado Preliminar do Edital Funcultura Geral 2022-2023" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/RESULTADO-DOS-RECURSOS-RESULTADO-PRELIMINAR-EDITAL-GERAL.pdf" target="_blank">aqui</a></strong> o resultado da análise dos recursos ao resultado preliminar.<br />
Acesse <strong><a title="Edital Funcultura Geral 2022-2023" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-funcultura-geral-20222023/#" target="_blank">aqui</a></strong> todos os documentos relacionados ao Edital Funcultura Geral 2022-2023.</p>
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		<title>Festival de Danças Negras da Gira Ara Dúdú ocupa espaços culturais do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-de-dancas-negras-da-gira-ara-dudu-ocupa-espacos-culturais-do-recife/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 13:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107027" aria-labelledby="figcaption_attachment_107027" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Demison Silva/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva.jpg"><img class="size-medium wp-image-107027" alt="Demison Silva/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival de Danças Negras</p></div>
<p>A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais recifenses: Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo; Centro Cultural Apolo-Hermilo; Caixa Cultural Recife; e Paço do Frevo. O festival contempla também a acessibilidade, com atividades disponíveis em libras.<br />
Contemplado pelo edital do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC) 2020/2021, o festival tem o apoio da Prefeitura do Recife e incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2020/2021.<br />
A programação oficial conta com espetáculos, oficinas, imersão, rodas de conversa, mostra negra de videodanças e instalação proporcionando participações pernambucanas e de outros Estados do Nordeste como Bahia, Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiás.<br />
As participações ao longo do festival são: Paulo Queiroz (PE), Mestra Dan Dara (MA/BA), Mestra Di (PE), Vilma Carijós (PE), Mestra Nice Teles (PE), Orun Santana (PE), Sérgio Lelo (PE), Maria Livreira (PE), Diogo Lins (PE), Iara Izidoro (PE), Akuenda Translésbicha (PE), Tieta Macau (MA/CE), Luciane Ramos Silva (SP), Sophia Wiliams (PE), Briê (PE), Quilombo do Catucá (PE), Camila Ribeiro (GO), Ruanda (PE), Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE), Coletivo Nudaafro (RJ), Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ), Guilherme Allain (PE), Rayane Nátale Calixto (MG/RN), Victor Freitas (CE), Emerson Dias (PE), Luís Eduardo (DF), Lua Maria (PE), Estes Soares (PE), Una (PE), Orí Cia. de Dança (PE), Moabia Ferreira (PE), Deybson de Oxalá (PE), Danielle Vieira (PE), Elaine de Oxum (PE), Raquel Araújo (PE) e Gleice Barbosa (PE).<br />
A Gira Ara Dúdú nasce do movimento de Jamila Marques, Renata Mesquita e Dandara Marques, todas mulheres negras, mães, artistas e pesquisadoras que juntas formam o núcleo Ara Agontimé. O festival também conta com a coordenação de curadoria, realizada por Sophia Williams e Diogo Lins.<br />
“O festival surge com o objetivo de refletir sobre o legado ancestral da memória e cultura dos corpos negros dançantes que tecem histórias na cidade do Recife e no Estado de Pernambuco. Nossa temática também busca a reflexão sobre as nutrições do corpo desde o nascer, seus deslocamentos nas tessituras e dramaturgias do existir e ainda como são moldados e incorporados padrões que violentam nossas vidas e adoecem nossos corpos”, explica Renata Mesquita.</p>
<p><strong>CHAMAMENTO -</strong> A etapa inicial foi concluída após a divulgação do resultado do chamamento público, que ficou aberto de 21 de agosto até 25 de setembro. Todas as videodanças e apresentações de trabalhos dos Giras de Experimentos Dançantes (GEDs) foram voltadas para pessoas negras (autodeclaradas pretas e pardas), quilombolas e indígenas de todo o Brasil. A lista completa está disponível no <a title="ARA AGONTIMÉ" href="https://www.aragontime.com.br/" target="_blank">site oficial</a>.<br />
Dos oito Estados brasileiros que participaram do chamamento público metade são do Nordeste. Além de Pernambuco, realizaram a inscrição Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. Pará, Goiás e Rio de Janeiro, mais o Distrito Federal, foram os outros participantes.<br />
“A Gira Ara Dúdú existe para juntar saberes negros por meio da dança, da performance, do espetáculo, da oficina, dos grupos de experimentos dançantes, das videodanças e das apresentações de pesquisa e de toda a arte. A gente chega para potencializar a cadeia produtiva artística das pessoas negras. Dessa forma dezenas de profissionais fazem essa mobilização dentro e fora de Pernambuco para ampliar o aquilombamento pelo Brasil”, ressalta Dandara Marques.<br />
O objetivo do chamamento público é compartilhar produções de saberes de artistas da dança, mestras, mestres, brincantes da cultura negra, capoeiras, performer, intérpretes e criadores de danças negras, pesquisadoras, pesquisadores e estudantes de diversas idades maiores de 18 anos.<br />
As candidaturas de artistas da dança que são mães, idosas, idosos, mulheres (cis e trans) e não binários negres foram consideradas como grupos prioritários durante etapa do chamamento.<br />
As propostas selecionadas na categoria de videodança são apresentadas na mostra audiovisual de danças negras durante os dias de festival. Já as escolhidas na categoria de vivências, relatos de experiências, escrevivências das/os/es corpas/es/os e/ou pesquisas em danças negras compõem a programação dos GEDs.<br />
A inscrição foi gratuita, mediante o preenchimento do formulário, com um limite de uma proposta por titular, sendo também permitido participar das duas categorias com uma submissão por vez — videodanças (até 20 minutos de duração, online) ou Giras de Experimentos Dançantes (até 15 minutos de apresentação, presencial).<br />
Os vídeos selecionados durante o chamamento são exibidos na Mostra Negra de Videodancas com duas sessões ao longo do festival.<br />
A equipe técnica do Festival de Danças Negras é formada por Aline sou (gestão mídias sociais), Daniel Lima (assessoria de imprensa), Diego Amorim (design), Gabi Izidoro (produção), Línea Guimarães (identidade visual), Marconi Bispo (redes sociais e texto), Rennan Peixe (audiovisual) e Sérgio Lelo (arte e tecnologia), além de Dandara Marques, Jamila Marques, Renata Mesquita à frente da gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 15/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina para Criança de Escolas Públicas com Maria Livreira (PE) &#8211; Mojubá: Corpo em Movimento com as brincadeiras africanas de Weza &#8211; local: Oficina 1<br />
14h às 17h &#8211; GEDs Giras de Experimentos Dançantes &#8211; Mediação e Curadoria: Diogo Lins (PE) &#8211; local: Oficina 1, Sala multimídia e Octógono</p>
<p>1) <em>A Luz do Terreiro</em>, de Emerson Dias (PE) &#8211; exibição de vídeo<br />
2) <em>Sem Folhas Não Há Òrisá</em>, de Lua Maria (PE) &#8211; performance<br />
3) <em>Ekó, Dança das Yabás</em>, de Ester Soares (PE) &#8211; processo criativo<br />
4) <em>Corpo Coco: Dos Ombros, Ancas e Pés</em>, de Una (PE) &#8211; prática artístico-pedagógica em danças negras<br />
5) <em>Dança Nagô: Potência Negra Ancestral dos Ensinamentos de Mãe Amara</em>, de Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE) &#8211; experiências, vivências, escrevivências em danças negras<br />
6) <em>Raízes Negras</em>, de Orí Cia de Dança (PE) &#8211; performance<br />
7) <em>Nas Giras e Encruzilhadas: Corpo, Voz e Movimento como Instrumento Pretagógico e Caminhos para Cura</em>, de Moabia Ferreira, Deybson de Oxalá, Danielle Vieira &amp; Elaine de Oxum (PE) &#8211; práticas artístico-pedagógicas em danças negras<br />
8) <em>Yalomi: Elas São Rios que Navegam nas Lembranças</em>, de Raquel Araújo (PE) &amp; Gleice Barbosa (PE) &#8211; performance</p>
<p>17h às 19h &#8211; Abertura &#8211; Negras Homenagens &#8211; Local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 15/12</strong></p>
<p>20h30 &#8211; Espetáculo <em>O Agora Não Confabula com a Espera</em> &#8211; Iara Izidoro (PE, 75 minutos) -classificação: 12 anos</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 16/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
13h às 16h &#8211; Gira &#8211; Afrofagia: O que Alimenta o Corpo Negro?, com Iara Izidoro (PE), Tieta Macau (MA/CE), mediação e debate Akuenda Translésbicha (PE) &#8211; local: Sala Multimídia<br />
18h às 20h &#8211; Mostra Negra de Videodanças &#8211; mediação e curadoria: Sophia Wiliam (PE) &#8211; local: Sala Multimídia:</p>
<p>1) <em>A Dança do Fogo</em> (classificação livre), de Ruanda (PE)<br />
2) <em>Andanças</em> (classificação livre), de Rayane Nátale Calixto (MG/RN)<br />
3) <em>Corpo Baldio</em> (classificação livre), de Guilherme Allain (PE)<br />
4) <em>Escuta</em> (classificação livre), de Camila Ribeiro (GO)<br />
5) <em>Ire</em> (classificação livre), de Luís Eduardo (DF)<br />
6) <em>Oyá</em> (classificação livre), de Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ)<br />
7) <em>Negrume da Guerra</em> (classificação: 12 anos), de Victor Freitas (CE)</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 16/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina com Luciane Ramos Silva (SP) &#8211; Corpo em Diáspora<br />
20h &#8211; Espetáculo <em>Rezos pra Rasgar o Mundo</em> &#8211; Tieta Macau (MA/CE, 45 minutos a 1 hora) &#8211; classificação livre</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 17/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina Reocúpelve com Briê (PE)</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 17/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina &#8211; Orun Santana (PE) para Crianças Orun pra Erê &#8211; local: Oficina 1<br />
10h às 11h &#8211; Mostra Negras de Videodanças &#8211; local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Paço do Frevo, 17/12</strong></p>
<p>14h às 16h &#8211; Gira: Pensar Diasporicamente &#8211; Corpo Negritude, Tremores e Conjunturas, com Luciane Ramos Silva (SP)<br />
16h às 18h &#8211; Macumbaria &#8211; apresentação GEDs com Quilombo do Catucá (PE)</p>
<p>Mais informações no <a title="GIRA ARA DÚDÚ" href="https://www.instagram.com/giraaradudu/" target="_blank">Instagram</a> do projeto.</p>
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