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	<title>Portal Cultura PE &#187; Aeso</title>
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		<title>LABCOCO faz workshops de games que promovem a identidade negra</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 21:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62528" aria-labelledby="figcaption_attachment_62528" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cássia Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_1874_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62528" alt="Cássia Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_1874_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As oficinas oferecem uma imersão na Plataforma Contos de Ifá.</p></div>
<p>A representatividade negra no mercado dos jogos virtuais é o foco do workshop e imersão na Plataforma Contos de Ifá, ministrado pelo Laboratório de Tecnologia e Inovação no Ponto de Cultura Coco de Umbigada, o LABCOCO. A atividade será executada nesta quarta-feira (22), com uma turma da Unicap, e no dia 29 de agosto com uma da Faculdade Aeso. Em ambas as datas, a oficina, que é uma realização do <strong>Programa Pernambuco Criativo</strong>, será gratuita e acontecerá das 14h às 19h, quando Daniel Luís da Silva atuará como facilitador. Alunos dos cursos de game, professores e coordenadores do mestrado de indústria criativa estão convidados para os eventos.</p>
<p>Contos de Ifá são laboratórios de inovação cidadã que promovem identidade negra a partir de games roteirizados com a mitologia afro-brasileira. São métodos com base em tecnologia aberta e desenvolvimento ágil de projetos com a juventude negra a partir de experiências em rádios e jogos digitais nas escolas públicas, em pontos de cultura, centros culturais, terreiros, quilombos e índios. Esta tecnologia permite formas de expressar a oralidade como preservadas nas casas de Matriz Africana no país. Este formato pode ser reusado em diferentes culturas tradicionais e saberes ancestrais como forma de combater o racismo, o preconceito e intolerância religiosa.</p>
<p>De agosto de 2014 até maio de 2017 foram contabilizados mais de 40 mil usuários na plataforma. No Facebook, por sua vez, já se somam cerca de 6,5 mil usuários conectados entre escolas, telecentros, pontos de cultura, prefeituras e governos. No geral, a percepção da juventude nos laboratórios de desenvolvimento dos jogos é de que a tecnologia Contos de Ifá resgata a sua identidade cultural, além de trazer oxigênio para a sua educação ao promover formatos espontâneos de articulação do pensamento através de práticas com tecnologias e comunicação. Apesar do laboratório ter um formato binário (professor/aluno), o jovem sai como co-criador de um produto capaz de transformar a economia num lugar mais social e humano.</p>
<p>O LABCOCO (Laboratório de Inovação do Ponto de Cultura Coco de Umbigada) é um espaço que gera cada vez mais trabalho, renda e oportunidades para a juventude, na perspectiva de formação profissional. É um arranjo produtivo local que desenvolve tecnologias em plataformas, formatos, licenças, softwares livres e Jogos digitais roteirizados com a identidade cultural afro-brasileira.</p>
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		<title>Curta-metragem revela paisagens sonoras criadas por Erasto Vasconcelos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 21:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A obra do músico Erasto Vasconcelos ainda é desconhecida pra muita gente, e é consenso entre o meio artístico que há ainda muito a ser explorado. Neste sentido, o curta-metragem Fazenda Rosa, realizado pela Produções Ordinária, com incentivo do Funcutura, coloca a obra do poeta olindense em evidência ao fazer um recorte da paisagem musical [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53655" aria-labelledby="figcaption_attachment_53655" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/beijafror.jpg"><img class="size-medium wp-image-53655  " alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/beijafror-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Fazenda Rosa se debruça sobre a paisagem sonora composta pelo poeta olindense e pouco conhecida pelo público em geral</p></div>
<p>A obra do músico Erasto Vasconcelos ainda é desconhecida pra muita gente, e é consenso entre o meio artístico que há ainda muito a ser explorado. Neste sentido, o curta-metragem <strong><a href="http://facebook.com/fazendarosafilme" target="_blank">Fazenda Rosa</a></strong>, realizado pela <strong><a href="http://www.producoesordinaria.com/fazenda-rosa/" target="_blank">Produções Ordinária</a>,</strong> com incentivo do Funcutura, coloca a obra do poeta olindense em evidência ao fazer um recorte da paisagem musical do artista através da técnica do stop motion. O filme segue inscrito em diversos festivais de animação do país, e em breve terá sua data de lançamento anunciada.</p>
<p><strong>Fazenda Rosa</strong> se debruça sobre a paisagem sonora composta pelo poeta na primeira das fases da música Pio tagarela. <em>&#8220;Na primeira, o poeta evoca a fauna e a flora de um lugar chamado Fazenda Rosa, os bichos do dia e da noite, os peixes do rio, os pássaros e bichos do mangue&#8221;,</em> afirma a sinopse do filme. A música originalmente é dividida em três partes (Pio tagarela, Cantigas de roda e Nau catarineta) e tem duração de 49 minutos.</p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/231242094" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A diretora do filme, Chia Beloto, conta que a produtora nasceu a partir de um grupo que se conheceu na Faculdade AESO quando ainda existia por lá o curso de Animação, em 2011. “<em>A gente tinha um professor que nos apresentou o Erasto Vasconcelos e na ocasião foi feito um convite pra que fizéssemos um clipe de alguma música dele. A princípio, ele queria outra, mas contamos que éramos apaixonadas pelo Baile Betinha e ele topou fazer na hora”,</em> explica a diretora do curta.</p>
<p>Depois desse projeto, a equipe foi se envolvendo com Erasto, que abriu sua vida e, numa das conversas, apresentou um livro que havia feito nos anos 70, o Cantigas de Roda. “<em>Ele mostrou um exemplar que tinha produzido artesanalmente, acompanhado de um disco, e ficamos impressionadas com todo esse enredo que ele tinha na cabeça dele. Daí tivemos a ideia de fazer esse trabalho audiovisual e ele participou de toda a fase inicial, da inscrição do projeto até a idealização do roteiro. Mas quando a ideia foi aprovada no Funcultura ele já estava abatido e sua participação ficou mais limitada, mas sempre dávamos feedbacks pra ele”,</em> detalha Chia Beloto.</p>
<div id="attachment_53656" aria-labelledby="figcaption_attachment_53656" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/cavalo.jpg"><img class="size-medium wp-image-53656  " alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/cavalo-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Na primeira, o poeta evoca a fauna e a flora de um lugar chamado Fazenda Rosa, os bichos do dia e da noite, os peixes do rio, os pássaros e bichos do mangue&#8221;, afirma a sinopse do filme</p></div>
<p>Para a diretora do curta, <strong>Fazenda Rosa</strong> é uma obra muito extensa, um pouco deixada de lado. “<em>Este trabalho é apenas um pequeníssimo recorte da larga trajetória artística de Erasto. Meu sonho é que um dia outros fazedores de artes peguem esse trabalho e o transformem em outras coisas, como musicais e peças de teatro”,</em> opina.</p>
<p><strong>Confira a ficha técnica do curta-metragem Fazenda Rosa:</strong><br />
Animador, Pesquisa e fotografia: Mateus Simon<br />
Arte: Chia Beloto<br />
Produção: Rui Mendonça<br />
Voz, Flauta e trilha original: Erasto Vasconcelos<br />
Edição e Correção de cor: Zé Diniz<br />
Desenho de som e mixagem: Johann Brehmer<br />
Desenho Gráfico: Simone Mendes<br />
Assessoria de mídia: Olivia Souza<br />
Direção: Chia Beloto<br />
Legendagem Descritiva: Acessibilidade.com<br />
Produtora Associada: Carnaval Filmes<br />
Laboratório de Correção de Cor e Mixagem Som 5.1: Porto Digital</p>
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		<title>Pesquisa em acervo fotográfico revela singularidades da cultura negra</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 12:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Identificar as representações visuais do povo negro,  em suas diversidades e singularidades, para melhor entender a cultura de Pernambuco e do Brasil. Essa foi a proposta da pesquisa científica Fotografia e memória: as representações do negro na cultura Brasileira, desenvolvida pelo professor Emiliano Dantas no acervo fotográfico da Coordenação de Estudos da História [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53144" aria-labelledby="figcaption_attachment_53144" class="wp-caption img-width-385 aligncenter" style="width: 385px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Katarina Real</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rei-e-rainha-do-Maracatu-Nação-Elefante.jpg"><img class="size-full wp-image-53144" alt="Reprodução/Katarina Real" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rei-e-rainha-do-Maracatu-Nação-Elefante.jpg" width="385" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Katarina Real passou vários anos da sua carreira como fotógrafa registrando manifestações culturais do povo negro</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Identificar as representações visuais do povo negro,  em suas diversidades e singularidades, para melhor entender a cultura de Pernambuco e do Brasil. Essa foi a proposta da pesquisa científica <strong>Fotografia e memória: as representações do negro na cultura Brasileira</strong>, desenvolvida pelo professor Emiliano Dantas no acervo fotográfico da Coordenação de Estudos da História Brasileira (CEHIBRA) da Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ). O projeto, desenvolvido ao longo de dois anos e com a participação de estudantes de Fotografia, resultou num artigo final com detalhes sobre a pesquisa amparada nas fotografias de Katarina Real (1927-2006) e que está <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/artigo-O-OLHAR-DISTRAIDO-DE-KATARINA-REAL.pdf" target="_blank">disponível para consulta no Portal Cultura.PE</a>.</p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, a pesquisa teve início em 2015 quando Emiliano Dantas decidiu analisar na coleção fotográfica de Katarina Real como a comunidade negra aparecia e qual seu papel nas imagens. <em>“Pretendia assim entender a coleção a partir de uma leitura que privilegiasse os espaços de protagonismo do povo negro para além do carnaval, do folclore e de outras leituras comumente feitas. Ou seja, a intenção foi lançar um olhar que focasse outras formas de resistência, as entrelinhas”,</em> explica o pesquisador.</p>
<div id="attachment_53145" aria-labelledby="figcaption_attachment_53145" class="wp-caption img-width-554 aligncenter" style="width: 554px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Sem-título.jpg"><img class="size-full wp-image-53145 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Sem-título.jpg" width="554" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Participaram do grupo de estudos estudantes dos cursos de Fotografia, Jornalismo e Rádio e TV</p></div>
<p>Professor do curso de Fotografia das Faculdades Barros Melo/AESO e antropólogo pela UFPE, Emiliano conta que desde o começo quis integrar estudantes neste processo. Para isso, foi montado o grupo de estudos em parceria com a AESO, que funcionou dentro da FUNDAJ. <em>“Nós começamos a pesquisar a coleção em abril de 2015 e terminamos em novembro do mesmo ano. Os encontros aconteciam uma vez por semana e duravam em torno de quatro horas, com uma oscilação de oito até 10 participantes, entre estudantes dos cursos de Fotografia, Jornalismo e Rádio e TV&#8221;. </em><em></em></p>
<p>Ao longo da pesquisa, o trabalho do grupo de estudos foi focado especificamente na catalogação da coleção fotográfica de Katarina Real. <em>“Foram catalogadas todas as fotografias que apareciam negros e negras, em um exercício que nos colocava a ver imagens, a identificar pessoas e suas atividades, e principalmente a conhecer a coleção. Acredito que conseguimos atingir um primeiro objetivo da pesquisa: incentivar a prática de observação crítica de fotografias em acervos, com imagens antigas, entre jovens estudantes, </em>detalha Emiliano Dantas.</p>
<div id="attachment_53142" aria-labelledby="figcaption_attachment_53142" class="wp-caption img-width-389 aligncenter" style="width: 389px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Katarina Real</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Dona-Clara-D.-Isabel-estandarte-e-calungas-do-Maracatu-Nação-Leão-Coroado.jpg"><img class="size-full wp-image-53142" alt="Reprodução/Katarina Real" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Dona-Clara-D.-Isabel-estandarte-e-calungas-do-Maracatu-Nação-Leão-Coroado.jpg" width="389" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Clara, D. Isabel, estandarte e calungas do Maracatu Nação Leão Coroado</p></div>
<p>O pesquisador explica ainda que a fotografia foi analisada, a partir da ideia de linguagem visual, que articula dois aspectos: a fotografia como documento que preserva a história de uma cultura e a fotografia como fonte de produção de conhecimento intelectual sobre si mesma e sobre as pessoas. Tudo de acordo com a linha do teórico Boris Kossoy, que diz que a fotografia deve ser  ‘um intrigante documento visual cujo conteúdo é a um só tempo revelador de informações e detonador de emoções’ (KOSSOY: 2009, 28).</p>
<p>O artigo desenvolvido ao final da pesquisa, que recebeu o título <strong>O olhar distraído de Katarina Real e a fotografia do/a negro/a em Pernambuco</strong>, contou com a orientação de Allan Monteiro, sociólogo, funcionário da FUNDAJ e pesquisador do Labdidádica. Para Emiliano Dantas, além de estudar a fotografia, o trabalho também servirá como fonte de conhecimento para educadores, pesquisadores e professores que queiram uma pesquisa em que não prevaleça os moldes tradicionais. <em>“Ele traz a possibilidade de analisar as imagens a partir das agências de quem é fotografado, do sujeito que dá a imagem de si. Mostra as pessoas não só como supostas vítimas da exotização de pesquisadores estrangeiros, mas como protagonistas de ações que exemplificam suas resistências em meio a cenários de dificuldades cotidianas. Nesse contexto, desenvolvo uma ideia de uma fotografia como uma máscara que oculta e revela identidades, dentro de uma perspectiva politica que servia para consolidar práticas culturais”, observa.<br />
</em></p>
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		<title>Encontro da AESO trata da integração entre tecnologias, arte e cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 15:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
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		<description><![CDATA[A segunda edição do Formule, iniciativa das Faculdades Integradas Barros Melo – AESO voltada para empreendedores criativos, será realizada nesta terça (7), das 14h às 17h. O encontro terá a presença dos designers H.D. Mabuse e Tarciana Andrade e do jornalista e produtor cultural Gutie (Antonio Gutierrez), e discutirá assuntos relacionados às tecnologias digitais integradas  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45944" aria-labelledby="figcaption_attachment_45944" class="wp-caption img-width-346 aligncenter" style="width: 346px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/antonio-gutierrez.jpg"><img class="size-full wp-image-45944" alt="Tiago Calazans" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/antonio-gutierrez.jpg" width="346" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista Antonio Gutierrez é um dos participantes desta edição</p></div>
<p>A segunda edição do Formule, iniciativa das Faculdades Integradas Barros Melo – AESO voltada para empreendedores criativos, será realizada nesta terça (7), das 14h às 17h. O encontro terá a presença dos designers H.D. Mabuse e Tarciana Andrade e do jornalista e produtor cultural Gutie (Antonio Gutierrez), e discutirá assuntos relacionados às tecnologias digitais integradas  com a arte e a cultura.<a href="https://www.sympla.com.br/formule---arte--tecnologia__122090" target="_blank"> A inscrição é gratuita</a> e os encontros são abertos ao público em geral.</p>
<p>H.D. Mabuse vai falar sobre Tecnologias digitais e processos colaborativos aplicados à arte, enquanto Tarciana Andrade apresentará informações sobre a Cultura Maker e a fabricação digital em favor da criação artística. Já Gutie irá conversar com os participantes sobre festivais independentes e a difusão das experiências em arte e tecnologia.</p>
<p><strong>Sobre o Formule -</strong> Nos encontros são discutidos temas transversais aos setores da economia criativa que desafiam os empreendedores a desenvolver e adotar posturas que facilitem a identificação de oportunidades e a gestão de redes de cooperação.</p>
<p>Cada encontro aborda uma temática, são elas: Arte &amp; Tecnologia; Comunicação &amp; Cultura e Comunicação e Convergência. Os objetivos do Formule são discutir e vislumbrar as conexões existentes entre os diversos elos da cadeia produtiva da área, além de promover a interdisciplinaridade para estudantes e interessados no conteúdo por meio do debate.</p>
<p>O Formule acontece durante os meses de março, abril e maio, sempre na primeira terça-feira, às 14h.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre os palestrantes:</strong></p>
<p>Tarciana Andrade é designer, professora universitária e coordenadora do LOUCo &#8211; Laboratório de Objetos Urbanos Conectados, do Porto Digital. Seu trabalho une Design Estratégico, Internet das Coisas e Fabricação Digital.</p>
<p>H.D. Mabuse é consultor em design do C.E.S.A.R, onde desenvolve serviços e produtos com foco nas pessoas. Tem trabalhado desde 1990 com colaboração, comportamentos emergentes, e remix de diversas linguagens nas áreas das artes visuais, design e música. Foi um dos fundadores do Re:combo, onde atuou de 2001 até 2008, período no qual teve projetos com o coletivo selecionados para exposições no Instituto Cultural Itaú, MAMAM, Walker Street Center e Centro Cultural Banco do Brasil. Em 2014 fez parte do grupo de artistas do projeto Recife: The Playable City.</p>
<p>Antonio Gutierrez (Gutie) é jornalista e produtor cultural. Criador e diretor do Festival Rec-Beat, que acontece no período de carnaval, no Recife. Atualmente o Rec-Beat está entre os mais importantes festivais independentes do Brasil e em 2016 completou 21 anos de existência. É também criador e diretor dos festivais: ANIMAGE (Festival Internacional de Animação de Pernambuco) e CONTINUUM (Festival de Arte e Tecnologia do Recife). É membro fundador da ADIMI – Associación para el Desarollo de la Industria de la Musica Iberoamericana. Membro da Asociación Latinoamericana de Managers Musicales (MMFLatam). Teve participação ativa na construção e disseminação do movimento Manguebeat, que eclodiu no Recife no início dos anos 1990. Foi produtor e empresário das bandas Cordel do Fogo Encantado (1999 a 2010) e Mundo Livre S/A, (1994 a 2000).</p>
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		<title>‘Cena Aeso’ leva nova música ao Estelita</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 22:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Sem Peneira pra Suco Sujo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um verdadeiro panorama das novíssimas produções musicais pernambucanas. É isto que vem desbravar o Cena Aeso, que acontece neste sábado (6), às 20h, na casa de shows Estelita (Cabanga). O evento é uma iniciativa das Faculdades Integradas Barros Melo (Aeso), através do seu curso de Produção Fonográfica, que resolveu reunir, numa única noite, bandas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um verdadeiro panorama das novíssimas produções musicais pernambucanas. É isto que vem desbravar o <strong>Cena Aeso</strong>, que acontece neste sábado (6), às 20h, na casa de shows Estelita (Cabanga). O evento é uma iniciativa das Faculdades Integradas Barros Melo (Aeso), através do seu curso de Produção Fonográfica, que resolveu reunir, numa única noite, bandas e artistas de alunos da instituição, das mais variadas vertentes musicais. Os ingressos custam R$ 20,00 (vinte reais).</p>
<div id="attachment_18075" aria-labelledby="figcaption_attachment_18075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Mabombe_01.jpg"><img class="size-medium wp-image-18075" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Mabombe_01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Mabombe é uma das atrações do &#8216;Cena Aeso&#8217;</p></div>
<p>Fazem parte da programação do Cena Aeso as bandas Sem Peneira Pra Suco Sujo (rap), Bantus (reggae), Mabombe (rock) e os DJs Boikot e Neil Buzz (dubstep), além da banda Etnia, cria do movimento manguebeat, surgida a partir de seus desdobramentos. Mas os alunos não somente tocam, mas exercitam sua desenvoltura em todas as etapas da produção de um evento artístico: elaboração e desenvolvimento de projetos, montagem de palco, manipulação de monitores, iluminação, registros fotográficos e audiovisuais, entre outros “O evento pretende mostrar o que acontece na instituição, com toda sua pluralidade e efervescência cultural, por isso o título ‘Cena Aeso’”, conta Ricardo Maia, coordenador do curso de Produção Fonográfica da Aeso.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Cena Aeso</em><br />
<em> com ETNIA – PE, Sem Peneira Pra Suco Sujo, Bantus, Mabombe, DJ Boikot e DJ Neil Buzz</em><br />
Sábado (6), às 20h<br />
Estelita (Rua Saturnino de Brito, 385, Cabanga – Recife/PE)<br />
Entrada; R$ 20,00<br />
Informações: (81) 2128-9797</p>
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