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	<title>Portal Cultura PE &#187; Afoxé</title>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País celebra manifestações afro-brasileiras em noite dedicada às culturas populares e ao samba</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 19:23:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na palma da mão e no gingado dos pés – Neste sábado (23), em Gravatá, o palco Pernambuco Meu País celebrou as manifestações afro-brasileiras ao dedicar sua programação às culturas populares e ao samba. Com shows do Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires, a noite foi marcada por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119913" aria-labelledby="figcaption_attachment_119913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119913" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><strong>Na palma da mão e no gingado dos pés</strong> – Neste sábado (23), em Gravatá, o palco Pernambuco Meu País celebrou as manifestações afro-brasileiras ao dedicar sua programação às culturas populares e ao samba. Com shows do Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires, a noite foi marcada por ritmos tradicionais, fazendo o público do Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar cair na dança e cantar junto.</p>
<p>Abrindo os caminhos do segundo dia de atividades no coração do festival, diretamente de Recife, o Afoxé Omim Sabá encantou os espectadores ao trazer a cultura afro-religiosa ao palco, ecoando os sons dos agbês, atabaques, agogôs e mais. Com um figurino em tons de azul, verde, branco e prata, em referência à Iemanjá, o grupo apresentou faixas que trabalham temas como a ancestralidade, as lendas dos Orixás e a luta do povo negro por igualdade.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País se torna um marco de valorização da cultura popular e coloca o nosso Estado à frente de todo o processo de luta contra a discriminação racial e a intolerância religiosa”, destacou o babalorixá Marcos Silva, fundador do afoxé, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, hasteando a bandeira “Pernambuco Nação Percussiva”, do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba, além de reverenciar grandes nomes, como Solano Trindade, Aurinha do Coco, Conceição dos Prazeres, matriarca da sua família, e Naná Vasconcelos, um dos homenageados na edição 2024 do festival.</p>
<p>“Nós vivemos uma noite de celebração à diversidade cultural. Acredito e sinto o palco Pernambuco Meu País como um espaço do ineditismo, onde as surpresas acontecem, revelando um futuro ancestral de novas possibilidades. Por isso, vida longa!”, desejou Lucas dos Prazeres, em entrevista à imprensa.</p>
<div id="attachment_119914" aria-labelledby="figcaption_attachment_119914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119914" alt="Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba</p></div>
<p>No meio da noite, a virada do pandeiro se deu com o show da intérprete, compositora e percussionista pernambucana, Gerlane Lops, representando a influência e força do samba em Pernambuco. Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco.</p>
<p>Em sequência ritmada, foi a vez do cantor e compositor Diogo Nogueira abrilhantar a noite. Homenageando grandes artistas do ritmo, como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Alcione e seu próprio pai, João Nogueira, o artista carioca emocionou e chamou o público para cantar junto. No setlist, faixas de sucesso nacional, como “Andanças”, “Será Que É Amor”, “Meu Lugar”, “Maneiras”, “Não Deixe o Samba Morrer” e mais. Destaque para demais canções em versão de samba, como “Sangrando”, de Gonzaguinha, e a homenagem a Pernambuco, ao entoar “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho.</p>
<div id="attachment_119915" aria-labelledby="figcaption_attachment_119915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119915" alt="Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco</p></div>
<p><em><strong>Em entrevista ao Cultura PE</strong></em>, o sambista destacou a importância da cultura comunitária, popular e ancestral – pilares que atravessam sua trajetória e se conectam diretamente com os valores do festival, como a valorização, a imersão e o resgate das diferentes manifestações culturais.</p>
<p>“Reverenciar os ancestrais é de uma importância imensa. Acredito que, se eu estou aqui, é porque os ancestrais construíram toda uma história para estarmos aqui. Então, para mim, a força ancestral é o que faz a diferença para a gente ter o povo cantando, feliz, curtindo todo o nosso trabalho e tudo aquilo que a gente faz. A importância é gigantesca, maior de todas!”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre a sua relação com Pernambuco – que inclui a sua participação no Festival Pernambuco Meu País na edição 2024, em Pesqueira –, Diogo foi enfático: “Pernambuco é um país maravilhoso, multicultural! Um lugar mais lindo de se ver, estar presente. Eu amo Pernambuco e espero voltar todo ano!”, finalizou, com emoção.</p>
<p>Encerrando com chave de ouro, o show de Alexandre Pires foi um verdadeiro espetáculo de celebração ao samba. Logo na abertura, o público entoou em coro a clássica “Domingo”. Na sequência, o repertório passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim.</p>
<div id="attachment_119916" aria-labelledby="figcaption_attachment_119916" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119916" alt="Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim</p></div>
<p>Alexandre também apresentou o projeto Pagonejo Bão, que mistura o samba com influências sertanejas. A apresentação contou com uma formação afiada, incluindo três backing vocals que, além de cantar, dançavam em sintonia com o cantor – destaque também para as trocas de figurino que acompanharam cada bloco musical. O ponto alto da noite foi a participação especial de Gerlane Lops, que voltou ao palco para cantar “Não Deixe o Samba Morrer”, em uma emocionante homenagem a Alcione, finalizando a noite em reverência ao samba e às suas grandes vozes.</p>
<p>Neste domingo (24), terceiro e último dia de programação do palco Pernambuco Meu País, sobem ao palco a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini e Marcelo Falcão, além do DJ 440 com o Som na Rural nos intervalos. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Primeiro dia do País das Culturas Populares movimenta Gravatá com apresentações de Afoxé, Coco e Maracatu</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 23:32:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival Pernambuco Meu País abriu, nesta sexta-feira (22), a programação do País das Culturas Populares em Gravatá, reunindo diferentes expressões culturais no município do Agreste. As atividades aconteceram ao longo do dia e, no período da tarde, seguiram com destaque para o Afoxé Aféfé Lagbará, o coco de sala de Mestre Liu Dias e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119889" aria-labelledby="figcaption_attachment_119889" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/IMG-20250822-WA0190.jpg"><img class="size-medium wp-image-119889" alt="Mestre Liu Dias durante apresentação no palco País das Culturas Populares , no festival Pernambuco Meu País de Gravatá (2025). Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/ Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/IMG-20250822-WA0190-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Liu Dias durante apresentação no palco País das Culturas Populares , no festival Pernambuco Meu País de Gravatá (2025). Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/ Fundarpe).</p></div>
<p>O Festival Pernambuco Meu País abriu, nesta sexta-feira (22), a programação do País das Culturas Populares em Gravatá, reunindo diferentes expressões culturais no município do Agreste. As atividades aconteceram ao longo do dia e, no período da tarde, seguiram com destaque para o Afoxé Aféfé Lagbará, o coco de sala de Mestre Liu Dias e o grupo As Filhas de Baracho.</p>
<p>A apresentação do Afoxé Aféfé Lagbará marcou a primeira vez que o grupo se apresentou fora da Região Metropolitana do Recife. O feito ganhou ainda mais significado por realizar o desejo da presidente e fundadora do afoxé, mãe da atual representante, que faleceu há seis meses.</p>
<p>Para Jaqueline Lira, filha da fundadora e atual representante do grupo, o momento foi especial: “No ano passado, infelizmente, não fomos contemplados, mas este ano conseguimos estar aqui. Fizemos um belo show, foi muito bom, uma experiência ótima. Também era um desejo muito grande da minha mãe, que era presidente do grupo. Ela faleceu há seis meses e nos deixou esse legado – foi a fundadora, presidente e vocalista. Estar aqui agora é muito gratificante, porque conseguimos sair de Recife e Olinda, onde nunca tínhamos feito um show fora, e estamos em Gravatá. Isso é muito especial.”</p>
<p>Em seguida, o palco recebeu Mestre Liu Dias, de São José do Belmonte. Reconhecido como um dos poucos Mestres PCD do coco de sala, Liu apresentou composições autorais que também dialogaram com pautas contemporâneas, incluindo gênero e diversidade LGBT. Sua presença reforçou a pluralidade e a força das vozes que mantêm vivas as tradições culturais no Sertão.</p>
<p>Fechando a programação da tarde, As Filhas de Baracho levaram ao público a herança do maracatu, reafirmando a importância das expressões tradicionais que atravessam gerações.</p>
<p>A abertura do País das Culturas Populares em Gravatá evidenciou a diversidade de linguagens presentes no festival e o papel do evento em aproximar diferentes públicos das manifestações culturais de Pernambuco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
<p><span style="font-size: 20px;">O Festival Pernambuco Meu País abriu, nesta sexta-feira (22), a programação do País das Culturas Populares em Gravatá, reunindo diferentes expressões culturais no município do Agreste. As atividades aconteceram ao longo do dia e, no período da tarde, seguiram com destaque para o Afoxé Aféfé Lagbará, o coco de sala de Mestre Liu Dias e o grupo As Filhas de Baracho.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">A apresentação do Afoxé Aféfé Lagbará marcou a primeira vez que o grupo se apresentou fora da Região Metropolitana do Recife. O feito ganhou ainda mais significado por realizar o desejo da presidente e fundadora do afoxé, mãe da atual representante, que faleceu há seis meses.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">Para Jaqueline Lira, filha da fundadora e atual representante do grupo, o momento foi especial: “No ano passado, infelizmente, não fomos contemplados, mas este ano conseguimos estar aqui. Fizemos um belo show, foi muito bom, uma experiência ótima. Também era um desejo muito grande da minha mãe, que era presidente do grupo. Ela faleceu há seis meses e nos deixou esse legado – foi a fundadora, presidente e vocalista. Estar aqui agora é muito gratificante, porque conseguimos sair de Recife e Olinda, onde nunca tínhamos feito um show fora, e estamos em Gravatá. Isso é muito especial.”</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">Em seguida, o palco recebeu Mestre Liu Dias, de São José do Belmonte. Reconhecido como um dos poucos Mestres PCD do coco de sala, Liu apresentou composições autorais que também dialogaram com pautas contemporâneas, incluindo gênero e diversidade LGBT. Sua presença reforçou a pluralidade e a força das vozes que mantêm vivas as tradições culturais no Sertão.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">Fechando a programação da tarde, As Filhas de Baracho levaram ao público a herança do maracatu, reafirmando a importância das expressões tradicionais que atravessam gerações.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">A abertura do País das Culturas Populares em Gravatá evidenciou a diversidade de linguagens presentes no festival e o papel do evento em aproximar diferentes públicos das manifestações culturais de Pernambuco.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;"><b>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</b></span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</span></p>
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		<title>Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca mantém legado de Mestre Salú</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:15:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 19ª edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca do Brasil confirma a força da cultura popular, com apresentações gratuitas no domingo (2) e na segunda-feira (3) do período carnavalesco. A programação começa às 8h e segue por todo o dia, até às 17h, com grupos de maracatu, caboclinho, afoxé, coco e cavalo marinho. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116372" aria-labelledby="figcaption_attachment_116372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Carlos Rafael/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116372" alt="Carlos Rafael/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca</p></div>
<p>A 19ª edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca do Brasil confirma a força da cultura popular, com apresentações gratuitas no domingo (2) e na segunda-feira (3) do período carnavalesco. A programação começa às 8h e segue por todo o dia, até às 17h, com grupos de maracatu, caboclinho, afoxé, coco e cavalo marinho. O espaço conta com estacionamento e área gastronômica.</p>
<p>O evento conta com o apoio dp Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além da Prefeitura de Olinda, e é promovido pela Casa da Rabeca. Com acesso totalmente gratuito, o espaço oferece gratuidade no estacionamento, segurança no local e venda de bebidas e alimentos.</p>
<p>A abertura do evento, no domingo (2), é com a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, seguida da Tribo de Índio Ubirajara Itapissuma, do Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda, do Boi de Carnaval Boi Pintado, do Coco do Amaro Branco, do Afoxé Alafin Oyo, finalizando com o Maracatu Piaba de Ouro.</p>
<p>Já segunda-feira (2), além da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, apresentam-se: Maracatu Leão de Ouro, Clube Carnavalesco Tribo indígena Capinawa, Caboclinho índio Tupi Guarani, Índio Canindé Brasileiro de Itaquitinga e Tribo Indígena Orubá.</p>
<p>Criada pelo patriarca da família, o rabequeiro Mestre Salustiano, falecido em 2008, a Casa da Rabeca é um espaço multicultural mantido pelos filhos, netos e bisnetos do mestre preservando o legado deixado por ele. “É uma grande alegria para a família poder manter essa tradição compartilhando com todos que acreditam na força da cultura popular”, diz Pedro Salustiano, um dos organizadores do evento.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>19ª Carnaval Mesclado –</strong> <em>domingo (2) e segunda-feira (3) de Carnaval, das 8h às 17h, na Casa da Rabeca (Rua Curupira, nº 340, Cidade Tabajara, Olinda-PE). Entrada e estacionamento gratuitos. Mais informações: (81) 99606-0181</em></p>
<div id="attachment_116373" aria-labelledby="figcaption_attachment_116373" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Carlos Rafael/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116373" alt="Carlos Rafael/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca</p></div>
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		<title>Representantes da nata da cultura popular deram aula no primeiro fim de semana do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 19:04:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116331" aria-labelledby="figcaption_attachment_116331" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-116331" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife</p></div>
<p>Coco, samba, afoxé, la ursa, frevo, ciranda, maracatu e cavalo marinho, tanto na versão tradicional, de raiz, quanto na releitura pop que sintetiza todas as manifestações da cultura popular pernambucanas. Essa foi a tônica do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife, montado no Bairro do Recife, no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no último fim de semana, de sexta-feira (21) a domingo (23). O público entendeu a proposta e compareceu em peso para prestigiar artistas e ritmos que se confundem com a própria história de Pernambuco.<br />
A experiência Pernambuco Meu País, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), foi um sucesso em 2024, quando percorreu oito municípios do Agreste e do Sertão e aportou no Recife, durante o festival Rec&#8217;n'Play, no mesmo formato que agora ganha a folia de Momo, desde as semanas pré-carnavalescas. No Pernambuco Meu País a prioridade é dar a cultura popular e seu palco é a grande vitrine dos artistas desse segmento.<br />
Na sexta-feira (21), a programação começou às 17h30 com o cortejo dos Bonecos Gigantes de Olinda saindo da Avenida Rio Branco em direção ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. A ação espalhou alegria entre os foliões que passavam pelo local, contagiados pelo som vibrante do frevo e pela magia dos bonecos gigantes tornando impossível ficar indiferente à festa.<br />
Já no palco, às 20h, Almir Rouche, um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, fez o público vibrar com clássicos do frevo, como <em>Galo Eu Te Amo</em>, <em>Hino do Elefante de Olinda</em> e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em>. Em seguida, a icônica cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, encantou a plateia com suas canções envolventes transportando os foliões para o ritmo das ondas do mar.<br />
No intervalo das apresentações, o casal carioca de mestre-sala e porta-bandeira da Escola de Samba Unidos da Viradouro, Julinho e Rute, estrelas do Carnaval do Rio de Janeiro há mais de 20 anos, fizeram uma participação especial na festa proporcionando um intercâmbio cultural entre os ritmos pernambucanos e o samba carioca.<br />
Para encerrar a primeira noite com chave de ouro, Siba e a Fuloresta subiu ao palco trazendo a força e a ancestralidade do maracatu da Zona da Mata. Com um repertório vibrante, levantou a plateia ao som de <em>Toda Vez que Eu Dou um Passo o Mundo Sai do Lugar</em>, <em>A Bagaceira</em> e <em>O Inimigo Dorme</em> fazendo com que ninguém ficasse parado. O espetáculo encerrou a noite em grande estilo deixando nos foliões a certeza de que o Carnaval de Pernambuco é o maior em linha reta do mundo.<br />
No sábado (22), a história das manifestações populares foi revisitada em espetáculos com muita riqueza de conteúdo. A começar, por volta das 16h30, pela apresentação do Urso Branco de Cangaçá, do bairro de Água Fria (Recife), agremiação 13 vezes campeã do Carnaval e presidida pela mestra Maria Cristina de Andrade, também Patrimônio Vivo do Estado.<br />
Em seguida, o projeto Aria Social apresentou o musical Capiba: Pelas Ruas Eu Vou, emocionante tributo ao compositor, também um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, e à própria folia de Momo, com dança, música, poesia, memória iconográfica e rico figurino. Na mesma linha, o grupo Guerreiros do Passo reviveu os antigos Carnavais de rua contando a história do frevo com direito a um aulão de dança desse ritmo no final. E a tradição da Zona da Mata também esteve representada, no sábado, por Mestre Anderson e a Ciranda Raiz da Mata Norte, com participação do Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira de Nazaré.<br />
Já à noite, o veterano grupo Quinteto Violado revisitou os temas mais populares do Carnaval interpretados em seu estilo único e inconfundível. O mesmo ocorreu com o cantor Silvério Pessoa, cujo show teve como base seu projeto Micróbio do Frevo, com inserções de releituras de J. Michiles, Lula Queiroga, Otto e Chico Science, entre outros.<br />
No domingo (23), o coco, o samba, o afoxé, a la ursa e o frevo, quatro dos ritmos musicais e uma das expressões mais pernambucanas e carnavalescas, foram os protagonistas do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. O Urso Branco de Cangaçá voltou a dar a sua graça, seguido de mestra Ana Lúcia, Gigantes do Samba, Afoxé Omin Sabá e Claudionor Germano não deixaram ninguém parado.<br />
Com direito à presença do menino Davi Henrique, 3 anos de idade, que viralizou na internet se apresentando de la ursa, o Urso Branco de Cangaçá abriu os trabalhos com o pulsar dos tambores da tradição pernambucana.<br />
Diretamente do bairro do Amaro Branco, em Olinda, mestra Ana Lúcia, também homenageada do Carnaval de Pernambuco de 2025, trouxe todo o gingado de seu coco de roda para o palco do Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife. Uma das principais mestras de coco de roda vivas, Patrimônio Vivo do Estado, Ana Lúcia cantou rodeada de mulheres.<br />
Já a Gigantes do Samba transformou o palco em uma verdadeira Sapucaí demonstrando toda a pluralidade e diversidade do Carnaval pernambucano. Bateria, mestre-sala e porta-bandeira desfilaram ao som de sambas-enredos famosos e alguns clássicos do samba nacional.<br />
Trazendo todo o encanto da ancestralidade africana, o afoxé Omim Sabá representou a beleza a religiosidade da matriz africana ao palco. Iemanjá é o orixá que rege o afoxé. Ela é representada na indumentária, na música e nos movimentos executados pelo grupo.<br />
Fechando a noite com chave de ouro e alto astral, a voz do frevo, Claudionor Germano, do alto de seus 92 anos, animou o público com um desfile de hits de sua carreira e canções, especialmente canções de mestres como Capiba e Nelson Ferreira. “Estou muito feliz em ver o tratamento do povo comigo, essa simpatia e carinho do povo é o meu maior pagamento”, disse o também Patrimônio Vivo de Pernambuco.<br />
“São três dias de uma programação extensa, com muita cultura popular, muitos shows, com o Estado abraçando o Carnaval de Pernambuco. É apenas o começo e uma amostra do que vem por aí”, afirmou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.<br />
“Pernambuco Meu País chegou ao Recife para trazer a diversidade e riqueza da cultura popular, nossos Patrimônios Vivos. Desde o primeiro dia encheu o Bairro do Recife de alegria. Está lindo o Carnaval de Pernambuco. E vamos levar essa beleza e alegria do Litoral ao Sertão do Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><strong>CARNAVAL PE 2025</strong> – Uma das principais referências culturais do Brasil, o Carnaval de Pernambuco está preparado para receber foliões do Brasil e de fora do País e oferecer a maior riqueza da nação pernambucana: uma cultura viva e pulsante, presente nas mais diversas manifestações populares e de artistas reconhecidos pela dedicação e valorização do ciclo carnavalesco. Para garantir a realização de uma grande festa momesca, o Governo de Pernambuco está investindo R$ 54,4 milhões na contratação artística e no planejamento operacional e integrado entre as secretarias estaduais.<br />
Do valor total, R$ 35 milhões são destinados para as ações por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Secretaria de Turismo e Lazer (Setur), o que representa um incremento de 66% em relação a 2024, que foi de R$ 21 milhões. Nas iniciativas das duas pastas, cerca de 90% dos artistas contratados são pernambucanos, selecionados via Convocatória do Ciclo Carnavalesco. Aproximadamente 80% das contratações são de cultura popular, orquestras, dança e música da tradição carnavalesca. Em 2025 os homenageados do Carnaval Pernambuco são Capiba (<em>in memoriam</em>), Almir Rouche, Dona Nira e Mestra Ana Lúcia.<br />
Inovando na programação, o projeto cultural pioneiro Pernambuco Meu País é uma das iniciativas de destaque na grade, com duas grandes estruturas, em Olinda e no Recife, com espaço para a promoção da cultura popular do Estado e para o intercâmbio artístico com artistas de diversas regiões do País.<br />
No Recife, a estrutura está montada no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no Bairro do Recife. Destacando as manifestações culturais populares de Pernambuco, o polo conta com programação entre os dias 21 e 23 de fevereiro e de 28 de fevereiro a 4 de março. Em Olinda, o palco está montado na Praça do Carmo. Com grade de shows no período de 27 de fevereiro a 5 de março.<br />
Reforçando sua presença junto aos pernambucanos e intensificando o incentivo às mais diversas programações, o Governo deo Estado, por meio da a Secult-PE e da Fundarpe, também realiza sete edições do Cortejo Brincantes de Pernambuco nas ruas das cidades de Olinda, Recife, Caruaru, Ipojuca, Arcoverde, Triunfo e Bezerros. Além disso, o Governo também confirma apoio a eventos em diversos municípios. Entre as iniciativas com aporte do Estado estão: festivais, encontros tradicionais de cultura popular e programações musicais carnavalescas nas quatro macrorregiões.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (Jardim do Cais do Sertão)</span>:</strong></p>
<p><strong>28 FEV (sexta-feira)</strong><br />
15h | Mestre do Galo Preto<br />
16h | Família Salustiano<br />
17h | Nailson Vieira com participação do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata<br />
18h | Grêmio Recreativo Escola de Samba D’Breck com participação de Gabi do Carmo</p>
<p><strong>1º MAR (sábado)</strong><br />
15h | Mãe Beth de Oxum &#8211; Coco de Umbigada<br />
16h | Orquestra Iorubás de Pernambuco<br />
17h | Orquestra de Frevo Zezé Corrêa com participação de Laís Senna<br />
18h | Maciel Salú com participação de Mano de Baé</p>
<p><strong>2 MAR (domingo)</strong><br />
15h | Maracatu Estrela de Ouro de Aliança<br />
16h | Maracatu Nação Pernambuco com participação de Charles Theone<br />
17h | As Sambadeiras com participação de Natascha Falcão<br />
18h | Mestre Ambrósio</p>
<p><strong>3 MAR (segunda-feira)</strong><br />
15h | Orquestra 100% Mulher<br />
16h | Afoxé Ogbon Obá<br />
17h | Grupo Bongar<br />
18h | Karynna Spinelli com participação de Helena Cristina</p>
<p><strong>4 MAR (terça-feira)</strong><br />
15h | Mestre João Limoeiro<br />
16h | Juninho do Coco<br />
17h | Larissa Lisboa<br />
18h30 | Maestro Forró e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério com participações de Ed Carlos, Gabi da Pele Preta e Ylana Queiroga</p>
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		<title>País das Cultura Populares celebrou a força das matrizes africanas neste sábado (17)</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 20:03:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A força das matrizes africanas da cultura popular pernambucana esteve muito bem representada na tarde deste segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Triunfo. No País das Culturas Populares, palco localizado na Praça do Avião, o Samba de Véio da Ilha de Massangano, o Afoxé Yamin Balé Gilê e Zeca do Rolete envolveram o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A força das matrizes africanas da cultura popular pernambucana esteve muito bem representada na tarde deste segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Triunfo. No País das Culturas Populares, palco localizado na Praça do Avião, o Samba de Véio da Ilha de Massangano, o Afoxé Yamin Balé Gilê e Zeca do Rolete envolveram o público com seus ritmos, cores e danças.</p>
<p>Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Samba de Véio abriu a tarde com sua mescla de samba de coco, samba de roda e percussões vindas da ilha de Massangana, localizada em Petrolina. Os dançarinos do grupo ocuparam o chão da Praça colocando todo mundo para dançar! Brincantes de todas as faixas etárias e todos os credos &#8211; com direito inclusive à presença mais que especial de uma freira local &#8211; se uniram na pisada incendiária deste samba único.</p>
<p>“Antigamente nosso grupo era o reisado de Massangana, uma ilha que fica no município de Petrolina, isso ainda na época do meu avô, meu pai. E Samba de Véio, o nome é porque as crianças não podiam acompanhar o grupo porque os mais velhos bebiam”, conta a vocalista Maria de Fátima. “É nossa segunda vez em Triunfo e é uma felicidade muito grande poder estar nessa terra, se apresentando nesse festival.”</p>
<p>Em seguida foi a vez do Afoxé Yamin Balé Gilê, que veio do Recife trazendo toda sua potência vocal e instrumental. Uma apresentação emocionante e de celebração da ancestralidade. Com o amarelo de “mamãe Oxum” predominando, o grupo reuniu conhecidos e novos públicos. Foi o caso do comerciante Marcelo de Sá, que nunca tinha visto o Afoxé Yamin Balé Gilé e em poucos minutos já estava dançando. “Esse tipo de evento, como o Pernambuco Meu País permite que a gente entre em contato com tipo de arte novos, isso é muito bom! Eu estou amando”, disse.</p>
<p>E quem fechou este sábado no País das Culturas Populares foi o alto astral e a energia ímpar de Zeca do Rolete, mestre olindense. Griô, ele encantou e divertiu o público com seu coco enérgico e os causos contados entre as canções. Aos 81 anos, Zeca tem como propósito há décadas perpetuar a cultura popular pernambucana e transmitir seu saber aos mais novos. O encontro de gerações é uma marca do grupo, inclusive. Entre os cocos, danças e interações com a plateia, uma homenagem a Miró, falecido há um ano, foi prestada pelo convidado Pitanga, poeta olindense.</p>
<p>Ao final do show, mestre Zeca ainda vibrava a energia da apresentação. “Essa experiência foi tão impactante que é até difícil encontrar palavras. A valorização da nossa cultura por quem está fazendo esse evento é o maior presente! O público de Triunfo foi de qualidade, gostamos muito! Estou sempre pronto para voltar.”</p>
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		<title>País das Cultura Populares celebrou a força das matrizes africanas em Triunfo</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 21:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112436" aria-labelledby="figcaption_attachment_112436" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-1-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112436" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-1-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Samba de Véio da Ilha de Massangano</p></div>
<p>A força das matrizes africanas da cultura popular pernambucana esteve muito bem representada na tarde deste segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Triunfo. No País das Culturas Populares, palco localizado na Praça do Avião, o Samba de Véio da Ilha de Massangano, o Afoxé Yamin Balé Gilê e Zeca do Rolete envolveram o público com seus ritmos, cores e danças.</p>
<p>Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Samba de Véio abriu a tarde com sua mescla de samba de coco, samba de roda e percussões vindas da ilha de Massangana, localizada em Petrolina. Os dançarinos do grupo ocuparam o chão da Praça colocando todo mundo para dançar! Brincantes de todas as faixas etárias e todos os credos &#8211; com direito inclusive à presença mais que especial de uma freira local &#8211; se uniram na pisada incendiária deste samba único.</p>
<p>“Antigamente nosso grupo era o reisado de Massangana, uma ilha que fica no município de Petrolina, isso ainda na época do meu avô, meu pai. E Samba de Véio, o nome é porque as crianças não podiam acompanhar o grupo porque os mais velhos bebiam”, conta a vocalista Maria de Fátima. “É nossa segunda vez em Triunfo e é uma felicidade muito grande poder estar nessa terra, se apresentando nesse festival.”</p>
<p>Em seguida foi a vez do Afoxé Yamin Balé Gilê, que veio do Recife trazendo toda sua potência vocal e instrumental. Uma apresentação emocionante e de celebração da ancestralidade. Com o amarelo de “mamãe Oxum” predominando, o grupo reuniu conhecidos e novos públicos. Foi o caso do comerciante Marcelo de Sá, que nunca tinha visto o Afoxé Yamin Balé Gilé e em poucos minutos já estava dançando. “Esse tipo de evento, como o Pernambuco Meu País permite que a gente entre em contato com tipo de arte novos, isso é muito bom! Eu estou amando”, disse.</p>
<p>E quem fechou este sábado no País das Culturas Populares foi o alto astral e a energia ímpar de Zeca do Rolete, mestre olindense. Griô, ele encantou e divertiu o público com seu coco enérgico e os causos contados entre as canções. Aos 81 anos, Zeca tem como propósito há décadas perpetuar a cultura popular pernambucana e transmitir seu saber aos mais novos. O encontro de gerações é uma marca do grupo, inclusive. Entre os cocos, danças e interações com a plateia, uma homenagem a Miró, falecido há um ano, foi prestada pelo convidado Pitanga, poeta olindense.</p>
<p>Ao final do show, mestre Zeca ainda vibrava a energia da apresentação. “Essa experiência foi tão impactante que é até difícil encontrar palavras. A valorização da nossa cultura por quem está fazendo esse evento é o maior presente! O público de Triunfo foi de qualidade, gostamos muito! Estou sempre pronto para voltar.”</p>
<div id="attachment_112440" aria-labelledby="figcaption_attachment_112440" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-2-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112440" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-2-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Yamin Balé Gilê</p></div>
<p><a style="background-color: #f3f3f3; text-align: center; font-style: italic;" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-5.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112437" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_112437" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">Samba de Véio da Ilha de Massangano</dd>
</dl>
<p> <a style="background-color: #f3f3f3; text-align: center; font-style: italic;" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-4-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112438" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-4-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_112438" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">Coro de Zeca do Rolete</dd>
</dl>
<p> <a style="background-color: #f3f3f3; text-align: center; font-style: italic;" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-3-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112439" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-3-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_112439" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">Zeca do Rolete</dd>
</dl>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Reverência a mestres, mestras e orixás encerra o País das Culturas Populares em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 03:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na despedida do polo País das Culturas Populares do município de Pesqueira (Agreste), quarta etapa do Festival Pernambuco Meu País, houve ciranda e afoxé e o trabalho de um músico que sintetiza as manifestações artísticas pernambucanas de um modo mais fiel às tradições. Elisete Cirandeira, Afoxé Ylê Xambá e Viola Luz foram as atrações da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na despedida do polo País das Culturas Populares do município de Pesqueira (Agreste), quarta etapa do Festival Pernambuco Meu País, houve ciranda e afoxé e o trabalho de um músico que sintetiza as manifestações artísticas pernambucanas de um modo mais fiel às tradições. Elisete Cirandeira, Afoxé Ylê Xambá e Viola Luz foram as atrações da tarde deste domingo (4) na saideira da Praça da Rosa.</p>
<p>Representante do município do Cabo de Santo Agostinho (Região Metropolitana do Recife), Elisete Cirandeira, ao lado da irmã Graciete, e músicos de metais e percussão reverenciou os/as grandes mestres e mestras da ciranda com um repertório próprio e de standards do gênero. Zé Galdino, Baracho, Lia de Itamaracá, Dulce Baracho, Cristina Andrade, Mestre Walter, Noé da Ciranda e Dona Biu foram lembrados por Elisete.</p>
<p>O Afoxé Ylê Xambá, representante da comunidade Xambá, de Olinda (PE), subiu a serra um luxo só. Com mais de duas dezenas de integrantes, de todas as faixas etárias, trouxe os cântigos da tradição do terreiro da Nação de Xambá. Alguns membros, inclusive, apresentaram-se em meio à plateia. E como é tradição no afoxé ainda interpretou hits nacionais como Ijexá [Filhos de Gandhi] (Edil Pacheco), sucesso na voz de Clara Nunes, e Emoriô (João Donato &amp; Gilberto Gil).</p>
<p>Com uma formação personalizada, o cantor, compositor e percussionista Viola Luz, também de Olinda, mostrou seu repertório autoral acompanhado de um trio de vocalistas, guitarra, contrabaixo, percussão, trombone e os teclados do também produtor Bactéria. A pecularidade no trabalho do band-leader é que ele bebe na fonte da cultura popular e desenvolver um trabalho que sintetiza vários ritmos, a exemplo de outros artistas pop, porém, mantendo-se muito fiel à originalidade das tradições.</p>
<p>Outra característica enfatizada por Viola Luz em seu show é a louvação às referências e inspirações. Quando interpreta Vestido de Azul, por exemplo, lembra que a ideia surgiu a partir de um sonho que teve com Erasto Vasconcelos, músico irmão do também percussionista Naná Vasconcelos, homenageado nesta primeira edição do festival. Já Areia Branca, contou, foi concebida no bairro de Jaguaribe, na Ilha de Itamaracá, terra de Lia, a Rainha da Ciranda. Ainda prestou homenagem ao afoxé interpretando Banho de Folhas (Luedji Luna &amp; Emilie Lapa) com Paty Lee, uma das vocalistas, fazendo a voz principal.</p>
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		<title>Manifestações populares aquecem Gravatá sob um calor convidativo</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 04:58:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ciranda, samba, coco de roda e afoxé. As manifestações populares fizeram o aquecimento das primeiras horas do Festival Pernambuco Meu País, no município de Gravatá (Agreste pernambucano), nesta sexta-feira (26). Em mais de um sentido. No palco-caminhão do polo País das Culturas Populares, começou a agitar a cidade numa bela tarde de sol sob o calor de 26 °C.</p>
<p>No caminhão-palco estacionado na Avenida Joaquim Didier, próximo à Escola de Referência em Ensino Médio Devaldo Borges, Mestre Pixito comandou a Ciranda Flor do Luar, de Aliança (Zona da Mata Norte). Com acompanhamento de metais e percussão, o grupo puxou a ciranda por quase uma hora num só fôlego, sem parar em nenhum instante.</p>
<p>Antes mesmo de Pixito e companhia deixarem o palco, o Bloco de Samba Anarquistas Bole Bole, do bairro dos Coelhos, no Recife, já apontava em formação mais à frente na mesma avenida. Foi só receber a deixa e seguiu para se posicionar com sua bateria, cordas e passistas num total de mais de 20 integrantes. Em ritmo de preparação para apresentações que realiza em setembro, no Rio Grande do Norte e São Paulo, a Bole Bole mostrou porque tem esse nome e colocou todo mundo para dançar com sambas-enredo próprios e hits nacionais do gênero.</p>
<p>A partir não deu mais para fazer o corpo parar. Logo entrou em cena o grupo As Netas de Selma do Coco, que, além das herdeiras da saudosa coquista (morta em 2015), conta com outros familiares, inclusive trinetos, discípulos e discípulas. Jaqueline Leite comandou o repertório de sucessos da avó e ainda prestou um tributo a Glorinha do Coco, falecida em março.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua programação da sexta-feira com o Afoxé Ogbon Obá, do bairro de Água Fria (Recife), fundado em 2007. Já com o friozinho chegando &#8211; afinal estamos no inverno -, os conselheiros do rei, referência a Xangô, como diz seu nome, cantaram e tocaram a seu orixá evocando empoderamento e autoestima. Foi emocionante.</p>
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		<title>Aquele inverno gostoso chega valendo em Bezerros, com direito a boas surpresas</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 02:18:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. Todo o pacote para quem queria curtir aquele inverno gostoso. Só faltou nevar. E começou logo cedo. O primeiro polo a encarar o inverno de verdade foi o do palco-caminhão, já na abertura, com o País das Culturas Populares.</p>
<p>No início foi só o friozinho, repare, às 13h. Rolou tranquilo para a primeira atração, o Maracatu Nação Encanto do Dendê. Fundado em 1998, na comunidade de Vista Alegre, município de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife), o Encanto do Dendê é de baque virado e não faz parte da tradição ancestral, como mesmo disse. Porém, faz por merecer o reconhecimento.</p>
<p>Para Bezerros trouxe sua corte e grupo percussivo com integrantes de todas as gerações. O repertório musical contemplou os temas do EP <em>Dendê: Mancha que Não Sai</em>, que o grupo lança nesta segunda-feira (22). A plateia dançou ao lado das personagens-chave da agremiação.</p>
<p>No momento em que Zeca Cirandeiro começou a se apresentar a chuva disse: estou aqui. Infelizmente não houve aquela tradicional roda de ciranda. O público se abrigou sob as cobertas próximas, a maioria dos bares e restaurantes, mas não arredou o pé. Ficou vendo de longe e se balançando ao som das rimas de Zeca, que, com seu grupo, manteve a pisada no palco sem titubear.</p>
<p>Na hora do coco de Mestra Totinha, representante da Ilha de Itamaracá, a coquista entrou logo repetindo o verso &#8220;Cadê o povo daqui?&#8221;. Não deu outra. O povo respondeuse reaproximando aos poucos. A garoa persistiu e a mestra a desafiou com os versos de <em>Cacimba de Beber</em>: &#8220;Chove chuva miudinha/ chuva fina não me molha/ se você não me quiser/ outro quer e você olha./ Chove chuva miudinha/ na cacimba de beber/ esse povo tem inveja desse nosso bem querer.&#8221; Olha para isso. E foi além: &#8220;Está chovendo, mas a gente não deixa o coco morrer não. A gente leva para frente. Com chuva e tudo&#8221;. A plateia entendeu e chegou junto.</p>
<p>Na saideira, o Afoxé Elegbará mostrou a força dos grupos que costumam reverenciar os orixás. Com a bênção de Xangô (ou, no sincretismo religioso, de São Pedro, se preferir), a chuva deu uma trégua e voltou a ter dança com integrantes do Elegbará em meio aos espectadores. A essa altura, com o fim de tarde próximo, a maioria das pessoas já chegava mais prevenida, com guardachuvas, sombrinhas e capas de chuva.</p>
<p><strong>ATRAÇÃO SURPRESA -</strong> Parecia tudo terminado quando o palco foi ocupado por um aluno e cinco alunas do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Joaquim Claudiano de Oliveira. As crianças, que participam do projeto literário Cultura na Escola, recitaram versos de literatura de cordel contando a origem da história de Bezerros e de Serra Negra deixando o público bestinha de tão emocionado. Foi lindo.</p>
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		<title>Diversidade em todos os sentidos no País das Culturas Populares em Bezerros</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 02:16:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, no palco País das Culturas Populares cativou o público com espetáculos de música e dança que exaltaram a diversidade do gênero no Estado, com performances de maracatu, afoxé, coco e pastoril.</p>
<p>O Maracatu Nação Capibaribe, do bairro da Várzea (Recife-PE), trouxe uma amostra de 15 de seus mais de cem integrantes. Bateu o centro no palco-caminhão com um repertório em tributo aos orixás, de Exu a Oxalá, mesclando temas tradicionais de seu ritmo dominante com outros mais pop, de Chico Science, Alceu Valença e Erasto Vasconcelos, entre outros. Um crossover rítmico e geracional que transitou ainda pelo samba e provocou até uma roda de ciranda em volta de seu porta-estandarte.</p>
<p>A tradição dos ritmos afros continuou na apresentação do Afoxé Babá Orixalá Funfun, do bairro de Guadalupe (Olinda-PE), que mostrou que festa não precisa se separar da militância. Também colocou a plateia para dançar com canções em que reflete sobre o passado e o presente de lutas. As músicas fazem uma releitura lúdica e artística do candomblé tradicional. Em modo de festa, denunciou toda forma de preconceito.</p>
<p>Numa vibe semelhante a seus antecessores, da tradição que remete aos ancestrais, o Coco de Mestre Ciriaco, do Sítio do Urubu, no município de Glória do Goitá (Zona da Mata Norte pernambucana), também fez o público dançar, com seus dançarinos em meio aos espectadores. O premiado Mestre Ciriaco, 96 anos, 77 destes dedicados ao ritmo, cantou e tocou zabumba ao lado do neto João Paulo, 28 anos, que toca ganzá e recentemente acompanha o avô.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua tarde de estreia em Serra Negra com As Perigosas Pastoras, peculiar pastoril profano do bairro do Ibura (Recife) que se destaca pela formação e proposta em defesa da visibilidade LGBTQIA*. Com a plateia no gargarejo, arrancou muitos risos e aplausos.</p>
<p>A maioria do público à beira do palco era formada por cerca de 30 alunas e alunos de dança da professora Equilaine Rodrigues, do município de Bezerros. Todas e todos curtindo com muita animação. &#8220;Aqui é uma riqueza de cultura. Pernambuco é rico em cultura e diversidade. Nós adoramos e vivemos isso em nosso dia a dia, durante nossas aulas em Bezerros. É maravilhoso estar aqui vivenciando tudo isso&#8221;, afirmou a docente. &#8220;Estou achando o festival riquíssimo. Veio a calhar ser aqui em Serra Negra, que é um lugar maravilhoso e juntou com nossa cultura dando aquela união positiva. Não poderíamos ficar de fora&#8221;, completou.</p>
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