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	<title>Portal Cultura PE &#187; África</title>
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		<title>Recife ganha espaço dedicado à moda afrocentrada, autoral e sustentável</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 19:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (15), o Recife abre as portas para a primeira loja especializada em moda afro autoral e sustentável. O espaço, conhecido como Zarina Moda Afro, vai funcionar no 1° Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, localizado na rua da Santa Cruz, nº 174, bairro da Boa Vista. Lá, o público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102249" aria-labelledby="figcaption_attachment_102249" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Guga Matos/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Zarina-Moda-Afro_-Recife_-Foto_-Guga-Matos_1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102249" alt="Foto: Guga Matos/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Zarina-Moda-Afro_-Recife_-Foto_-Guga-Matos_1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jéssica e Rodrigo Zarina, idealizadores e sócios da marca</p></div>
<p>Nesta quinta-feira (15), o Recife abre as portas para a primeira loja especializada em moda afro autoral e sustentável. O espaço, conhecido como Zarina Moda Afro, vai funcionar no 1° Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, localizado na rua da Santa Cruz, nº 174, bairro da Boa Vista. Lá, o público vai encontrar uma variedade de roupas femininas, masculinas e infantis, confeccionadas em tecido capulanas, de Moçambique e do Senegal, objetos decorativos e acessórios.</p>
<p>O empreendimento é uma iniciativa de Jéssica Zarina e Rodrigo Zarina, produtores culturais. O casal lançou a Zarina Moda Afro em 2015, no Quilombo de Xambá, em Olinda, e agora concretizam o sonho de terem um espaço próprio. Para celebrar, a festa de inauguração começa às 16h com apresentações dos grupos Afoxé Oxum Panda, DJ Kauna e Edú Àra Sangô.</p>
<p>Outra proposta da Zarina Moda Afro é a modelagem sustentável do empreendimento, que é responsável pela geração de emprego para comunidade local, por meio da contratação de costureiras da comunidade, que auxiliam na elaboração, ajustes e confecção das peças. “As nossas peças são feitas a muitas mãos, com carinho e muito afeto, que o nosso cliente merece. Temos um time de costureiros profissionais, na faixa dos 33 aos 60 anos, que nos ajudam para que as peças ganham forma, acabamento e chegam às vitrines”, explica Jessica Zarina.</p>
<p>Além de comercializar roupas em tecido capulana, que remetem à ancestralidade e cultura africana, a Zarina Modas vai abrigar, dentro do mesmo espaço, outras empreendedoras e marcas ligadas à moda afro autoral. São elas: Aucilene Santana, 44 anos, da marca @ateliefioseformas, que transformar tecido e material sintético em bolsas e acessórios; Oluyiá França, tecnóloga em design de moda e técnica em figurino, gestora da @oluyiaFranca, que leva seu nome, e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana; e Juliana Araújo, artista visual, artesã, idealizadora e criativa da “Do meu flui”, que vende adornos autorais pintados à mão, que evocam a expressão de uma estética ancestral afro-indígena aliada à contemporaneidade, na resistência por uma moda pluriversal; e por fim a Duife, especializada em novos estilos a partir das roupas oriundas de garimpos, faz uma curadoria e cria novas vestimentas, de maneira circular e com menos impacto ao meio ambiente a fim de reaproveitar o que já existe no mundo.</p>
<p>O Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, onde será instalada a loja Zarina Modas (@zarinamodaafro) funciona, ainda, com mais três empreendimentos nas áreas de beleza (@gana_hare); gastronomia (@dunajeum); e bebidas artesanais com a Licoteria Capibaribe.</p>
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		<title>François Moïse Bamba traz mais cultura africana para Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/francois-moise-bamba-traz-mais-cultura-africana-para-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 18:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife. No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64933" aria-labelledby="figcaption_attachment_64933" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Geyson Magno</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno.jpg"><img class="size-medium wp-image-64933" alt="Geyson Magno" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">François Moïse Bamba vem para Recife, Olinda e Aldeia para realizar vivências, oficinas e apresentações. </p></div>
<p>Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife<i>.</i> No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações e oficinas para o Recife, Olinda, e Aldeia (Camaragibe) entre os dias 2 e 10 de dezembro. A circulação do artista no Brasil tem a produção da pernambucana Terreiro Produções e o apoio do Institut Trançais du Brésil e Consulado da França no Nordeste.</p>
<p>A programação do artista em Pernambuco inicia no próximo domingo (2), das 9h às 17h, em dia de vivência junto à natureza, em Aldeia. O encontro é formatado com um passeio na mata embalado por contação de histórias, banho de bica, almoço, vivência e bate-papo. Já de segunda (3) a quarta-feira (5), na Fundaj, em Casa Forte, François comanda uma oficina sobre a oralidade como base educacional, em uma atividade voltada para contadores, artistas, educadores e demais interessados em histórias e oralidade. Ainda na Fundaj, o artista se apresenta no dia 10 de dezembro dentro da programação de um seminário da instituição em torno da cultura africana.</p>
<p>Na quarta-feira (5) também é a vez da Comunidade Xambá, em Olinda, receber o contador de histórias que fará uma apresentação com participação do Grupo Bongar. Por lá, François Moïse também dará uma oficina destinada aos jovens da comunidade. “A África é parte tão fundamental da nossa história como Brasil, e apesar disso resta ainda tão desconhecida de nós. Sinto que esse contato atual, que pode acontecer através da arte, é algo extremamente curador para nós, como indivíduos, como povo. Algo que nutre, preenche, reconhece, liberta”, anota Laura Tamiana, que além da tradução, também produz a turnê do artista.</p>
<p>Consigo, o “ferreiro contador” carrega cinco repertórios de contos tradicionais do Burkina Faso, dentre os quais escolhe as histórias que serão contadas na hora da apresentação de acordo com a sua percepção do público presente. As narrativas retratam os povos do país africano com suas culturas, histórias, crenças, valores e visões de mundo, para um enriquecimento mutuo e promoção do respeito às diferenças.  A turnê ainda passará pela cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, nos dias 9 e 10 de dezembro.</p>
<p><b>Sobre François Moïse Bamba</b><br />
O contador de histórias e ator do Burkina Faso foi iniciado na arte do conto por seu pai e criado em estreita relação com a tradição da cultura e da arte griot. Credita sua formação artística principalmente a Hassane Kouyaté, Habib Dembélé e Jihad Darwiche. Coletou e reescreveu contos do Burkina Faso, alguns deles dando origem a CD, DVD e livros publicados na França. Hoje é reconhecido internacionalmente por seu trabalho e viaja o mundo inteiro. Desde 2003, participou de festivais, na França, no Niger, Egito, Djibouti, Congo, Québec, Martinica e outros. No Brasil, esteve duas vezes, em 2011, no festival África Diversa no Rio de Janeiro; e em 2017 no festival FETEAG, em Recife e Caruaru.  Foi por diversos anos diretor artístico do festival Yeleen, no Burkina Faso, diretor artístico e cultural da Maison de la Parole (Casa da Palavra) e coordenador geral da rede internacional de contadores de histórias da África do Oeste Afrifogo. Realiza em seu país o Festival Internacional dos Patrimônios Imateriais, que a cada edição propõe um mergulho em uma das 65 etnias do Burkina Faso.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b></p>
<p><b>Vivência, oficina e bate-papo: “Na escuta da natureza”</b><br />
<i>2/12, das 9h às 17h</i><br />
<b>Proposta:</b> Um passeio contado com histórias e músicas ao longo de uma pequena caminhada pela mata. A programação traz ainda banho de bica, almoço, vivência em torno da oralidade e bate-papo.<br />
<b>Local:</b> Clube Sete Casuarinas (Aldeia – Camaragibe)<br />
<b>Acesso:</b> inscrições prévias (R$ 150) com vagas limitadas. Informações: (81) 9.9961.1423</p>
<p><b>Oficina: “A oralidade como base educacional “</b><br />
<i>De 3 a 5/12, das 9h às 13h</i><br />
<b>Proposta:</b> Descobrir os contos e experimentar a arte de contar, explorar as fontes onde encontrar suas histórias, descobrir as ferramentas da contação, descobrir suas próprias capacidades narrativas e criativas, encontrar sua própria palavra como contador, criar e enriquecer seu repertório e melhorar duas capacidades vocais e criativas.<br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito (vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo <a href="mailto:oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br" target="_blank">oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br</a>. Informações: 3073.6489</p>
<p><b>Apresentação: “Na escola dos ancestrais</b>” (part. Grupo Bongar)<br />
<i>5/12, às 19h, </i><br />
<b>Proposta:</b> “Em quase todo vilarejo, tem uma grande praça, com uma grande árvore, e debaixo dessa grande árvore, ao longo dos dias e das noites, encontramos os mais velhos prontos a nos dar conselhos, a compartilhar uma palavra com todo ouvido pronto a escutá-los. De onde venho, dizemos que não importa a beleza de uma palavra, ela é em vão se não tem ouvidos para escutá-la”.<br />
<b>Local:</b> Pracinha Tio Luís, Quilombo da Xambá (Olinda)<br />
<b>Acesso</b>: Colaboração espontânea (um produto de limpeza para ajudar na manutenção do Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá)</p>
<p><b>Apresentação: Palavras de mulheres do meu vilarejo</b><br />
<i>10/12, às 19h</i><br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito</p>
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		<title>Bacnaré celebra seus 31 anos no Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Sat, 27 May 2017 16:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado em novembro de 1985, o Balé de Cultura Negra do Recife desenvolveu ao longo das três últimas décadas um trabalho de pesquisa dos ritmos e coreografias de várias nações do continente africano, e da herança da cultura negra no Brasil. Para celebrar esta história, o grupo apresenta o espetáculo Bacnaré &#8211; 31 Anos de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49381" aria-labelledby="figcaption_attachment_49381" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/bacnare-foto-lais-domingues-27052017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-49381" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/bacnare-foto-lais-domingues-27052017-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostrando as raízes culturais do Brasil, o Bacnaré já se apresentou em vários países da Europa, Ásia e América Latina</p></div>
<p>Criado em novembro de 1985, o Balé de Cultura Negra do Recife desenvolveu ao longo das três últimas décadas um trabalho de pesquisa dos ritmos e coreografias de várias nações do continente africano, e da herança da cultura negra no Brasil. Para celebrar esta história, o grupo apresenta o espetáculo <strong>Bacnaré &#8211; 31 Anos de Resistência</strong> neste sábado (27), às 20h, no Teatro de Santa Isabel em Recife. Ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).</p>
<p>O Bacnaré traz ao palco trechos de três dos seus principais espetáculos de inspiração africana: <em>Memórias</em>, <em>Sangue Africano</em> e <em>Nações Africanas</em>. Estas apresentações já percorreram o Brasil e diversos países, em festivais onde o grupo recebeu 175 prêmios internacionais.</p>
<p>O grupo continua o legado de seu fundador, o professor, pesquisador e coreógrafo Ubiracy Ferreira, falecido em 2013 e que foi o primeiro bailarino negro a se apresentar no Teatro de Santa Isabel. O Bacnaré também é um Ponto de Cultura, e trabalha no bairro de Água Fria com crianças, adolescentes e adultos, oferecendo oficinas de Dança Afro, Dança Popular, Percussão, Confecção de instrumentos, Teatro de Bonecos e Artesanato.</p>
<p><strong>RESUMO DO ESPETÁCULO</strong></p>
<p><strong>Memórias</strong><br />
O espetáculo mostra em forma de dança a vida dos negros escravizados no período colonial, com o nascimento do guerreiro Zumbi dos Palmares; a forma de defesa (maculelê e a capoeira); o momento do plantio e da colheita da cana de açúcar e dos frutos; a religião africana com os Orixás; e os momentos de festa, como o Maracatu.</p>
<p><strong>Sangue Africano</strong><br />
Resultado de uma pesquisa de quatro anos junto a grupos autênticos africanos, as coreografias são tribais, baseadas em cantos e danças Zulu e de Camarões, e mostram a cadência forte de seus ritmos.</p>
<p><strong>Nações Africanas</strong><br />
É exibida a grande variedade cultural que há no continente africano, pois cada Nação tem uma história, uma identidade própria e uma herança cultural. São representadas seis destas Nações. Na região Leste, Senegal é representado pela Simbu (Dança dos Falsos Leões). Próximo à região central, a nação dos Burundi tem como principal característica a força de seus Drums com sua batida forte e marcante. Da região Sul, a Indiamu Zulu mostra a história das tribos Zulus da Africa do Sul, e a dança Botswana. Da região centro-oeste é encenada a Rwanda, dança caracterizada para postura dos braços e pelo movimento das cabeças dos homens.</p>
<p><strong>ROTEIRO</strong></p>
<p><strong>1)</strong> Navio Negreiro<br />
<strong>2)</strong> Nascimento<br />
<strong>3)</strong> Maculelê<br />
<strong>4)</strong> Capoeira<br />
<strong>5)</strong> Canavial<br />
<strong>6)</strong> Lavagem<br />
<strong>7)</strong> Plantio<br />
<strong>8)</strong> Colheita<br />
<strong>9)</strong> Maracatu de Senzala<br />
<strong>10)</strong> Orixás / Oxalá &#8211; Benção à Vida<br />
<strong>11)</strong> Simbu &#8211; Dança do Falso Leão<br />
<strong>12)</strong> Toque em saudação à terra<br />
<strong>13)</strong> Som da terra &#8211; Burundi<br />
<strong>14)</strong> Rwanda<br />
<strong>15)</strong> Malaica (Manuela)<br />
<strong>16)</strong> Botswana<br />
<strong>17)</strong> Origem da música negra (solo de percussão)<br />
<strong>18)</strong> Indiamu Zulu</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Bacnaré &#8211; 31 Anos de Resistência</strong><br />
<strong>Quando:</strong> Sábado, 27 de maio, às 20h<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 30,00 (inteira) &#8211; R$ 15,00 (meia-entrada)<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Santa Isabel &#8211; Recife<br />
<strong>Saiba mais: <a title="Bacnaré - Balé de Cultura Negra do Recife" href="https://www.facebook.com/bacnarebrasil" target="_blank">https://www.facebook.com/bacnarebrasil</a></strong></p>
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