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	<title>Portal Cultura PE &#187; agreste</title>
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		<title>Vinícius Tavares lança videoclipe e single &#8220;Música de Bailinho&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Virgínia Guimarães/Divulgação Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o cantor Vinícius Tavares desloca o gênero embolada no clipe e single de estreia, MÚSICA DE BAILINHO, lançados nesta quarta-feira (22). A faixa, de 2min9s, abre caminhos e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-09.45.05.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123596" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-09.45.05-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><br />
Foto: Virgínia Guimarães/Divulgação</p>
<p>Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o cantor Vinícius Tavares desloca o gênero embolada no clipe e single de estreia, <em>MÚSICA DE BAILINHO,</em> lançados nesta quarta-feira (22).</p>
<p>A faixa, de 2min9s, abre caminhos e integra o EP <em>ZÉ DO CÃO &#8211; CAP. 01 (Facção de Arte)</em>, que reúne, ao todo, sete faixas e será lançado no próximo dia 1º de maio, em todas as plataformas digitais. O trabalho se propõe a experimentar a costura de ritmos nordestinos — a exemplo do repente e do samba de coco — aos beats da música eletrônica e camadas de samples do cinema nacional, tensionando as distinções entre cultura popular e música contemporânea.</p>
<p>Em <em>MÚSICA DE BAILINHO</em>, o artista de Toritama, município do Agreste Setentrional, localizado a 170 km da capital, Recife, inaugura seu universo sonoro e imagético. Considerada por Tavares a faixa mais pop do EP, a embolada não perde o pulso oral, mas ganha grave, síncope e pista. Sobre bases de dancehall, sons circulares e buzinas eletrônicas, os versos correm ligeiros, como se o improviso percussivo encontrasse o paredão. A atmosfera evoca as performances de vogue das cenas de ballroom, mas o chão permanece agrestino.</p>
<p>Sob a direção de fotografia de Vinícius, em codireção com a multiartista Virgínia Guimarães, ele passeia entre performances de dança e brincadeiras. Além dos dois, a artesã Maria Laísa completa o elenco. A bandeira do Brasil e a Toyota Bandeirante, ícone recorrente no cotidiano agrestino, não aparecem como ornamento, mas como inscrição geográfica da narrativa. Já o chapéu que veste o palhaço sério — capa do EP inspirada no Mateu do reisado do congo — funciona como síntese visual do projeto: tradição popular convertida em signo pop.</p>
<p>Acesse o single de clipe no link <strong><a href="https://youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y" target="_blank">www.youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y</a></strong>.</p>
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		<title>7º Curta na Serra divulga filmes selecionados e celebra edição histórica com recorde de inscrições</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 14:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Tarciso Augusto/Divulgação Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da 7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123342" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Tarciso Augusto/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da <strong>7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre</strong>. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, o festival promoverá três dias de programação gratuita, reunindo exibições de filmes, homenagens, debates, oficinas e atividades formativas, conectando realizadores e público em um dos cenários mais emblemáticos do Agreste pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, com incentivo do Funcultura, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo de Pernambuco, o Curta na Serra se diferencia por sua capacidade de agregar produções que exploram diferentes gêneros, formatos e territórios, trazendo narrativas de todas as regiões do país. Nesta edição histórica, o festival bateu recorde de participação, com 1.194 filmes inscritos, número que reafirma sua relevância crescente no cenário audiovisual brasileiro e a confiança dos realizadores no projeto.</p>
<p dir="ltr">A seleção deste ano está organizada em quatro seções: Panorama Pernambuco, Panorama Nacional, Videoclipe e Sessão Especial. A curadoria do 7º Curta na Serra é assinada por Vitor Búrigo, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), editor do site CineVitor e apresentador do podcast Plano Geral, que buscou reunir obras que dialogam com a diversidade estética e temática do cinema brasileiro contemporâneo, valorizando tanto a produção regional quanto os múltiplos olhares que atravessam o país.</p>
<p dir="ltr">Com uma programação composta por curtas-metragens de ficção, documentário, animação e experimental, o festival convida o público a mergulhar em diferentes experiências cinematográficas. Em formato híbrido, além das sessões presenciais realizadas ao ar livre no Anfiteatro de Serra Negra, parte dos filmes também será exibida on-line, ampliando o alcance da programação e fortalecendo a difusão do audiovisual independente brasileiro.</p>
<p>“O recorde de inscrições reafirma a relevância que o Curta na Serra conquistou ao longo dos anos. Receber filmes de todas as regiões do país demonstra a confiança dos realizadores no projeto e fortalece nossa missão de interiorizar o acesso ao cinema, promovendo encontros entre diferentes realidades e ampliando o diálogo do público com a produção audiovisual brasileira”, destaca Marlom Meirelles, idealizador e diretor do festival.</p>
<p dir="ltr">No Panorama Nacional, filmes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, São Paulo, Goiás e Ceará compõem um mosaico de temáticas e linguagens. Já o Panorama Pernambuco evidencia a força da produção local com obras que dialogam com identidade, memória, território e experimentação estética. A mostra Videoclipes amplia o diálogo entre cinema e música, reunindo trabalhos de diferentes regiões do país. A Sessão Especial complementa a programação com títulos que aprofundam a diversidade temática e regional da edição.</p>
<p dir="ltr"><strong>MAIS SOBRE A PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr">A programação do festival também contará com Rodas de Diálogo, Debates e Oficinas, reafirmando o compromisso do Curta na Serra com a formação de novos realizadores e com o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, especialmente no interior do Brasil. As atividades promovem encontros entre cineastas, produtores, estudantes e o público, ampliando o impacto cultural do evento para além das telas.</p>
<p dir="ltr">Realizado a aproximadamente 960 metros de altitude, em meio à paisagem natural da Serra Negra, o Curta na Serra se consolidou como um dos festivais de cinema ao ar livre mais relevantes do país. Ao ocupar um território marcado pela força da cultura popular pernambucana, o evento transforma o distrito em ponto de encontro do audiovisual brasileiro, promovendo descentralização, democratização do acesso à cultura e circulação de obras contemporâneas em um contexto geográfico único. Mais do que um festival, o Curta na Serra é uma experiência coletiva que une cinema, arte e identidade em plena Serra Negra.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira os filmes selecionado para o 7º Curta na Serra:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA NACIONAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">ABANDONAR UM CAVALO, Arthur Pereira Maciel (SP)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AKAÎUTĨ, de Kaline Cassiano, JP Mello e Sylara Silvério (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DEPOIS DE VOCÊ, de Gustavo Marques (GO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">FARPA, de Thaís Olivier e Raphael Phields (MG)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NO INÍCIO DO MUNDO, de Camilla Osório de Castro (CE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PEDRA-MAR, de Janaína Lacerda (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">RESSONÂNCIA, de Anna Zêpa (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SAMBA INFINITO, de Leonardo Martinelli (RJ)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA PERNAMBUCO | Mostra competitiva</strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A MENINA E O POTE, de Valentina Homem e Tati Bond</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AQUI É LONGE DE LÁ, de Samuel Marinho</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">BABALU É CARNE FORTE, de Xulia Doxágui</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DYNAMITE SOM: O FUTURO É LAMENTO NEGRO, de Lia Letícia e Pedro Severien</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">LANÇA-FOGUETE, de William Oliveira</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PÉ DE CHINELO, de Cátia Cardoso</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SERTÃO 2138, de Deuilton B Junior</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TRINCHEIRAS, de Lucas da Rocha e Maria Clara Almeida</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>VIDEOCLIPE | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">ALUMEIA: LUANA FLORES &amp; JULIANA LINHARES, de Luana Flores (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">CANA QUEIMADA DE DESEJOS: SÁVIO SABIÁ, de Ricardo Sékula e Sávio Sabiá (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">MERGULHO: NAYRI, de Juh Almeida (BA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NAS COISAS TÃO MAIS LINDAS: CAIKE SOUZA, de Caio Arruda (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PARACETAMONO: SR. COIMBRA, de Tássia Araújo (PI)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PONTE AÉREA: PEDRO MANN, de Renan Salotto (RJ/SP)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>SESSÃO ESPECIAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A NAVE QUE NUNCA POUSA, de Ellen Morais (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AMERICANA, de Agarb Braga (PA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DA ALDEIA À UNIVERSIDADE, de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo (TO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">HISTÓRIAS DO ALTO, de Carlos Kamara (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O BICHO QUE EU TINHA MEDO, de Jhonatan Luiz (DF)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O PINTOR, de Victor Castilhos (RS)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PUPÁ, de Osani (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">QUANDO EU FOR GRANDE?, de Mano Cappu (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SANTO GRAAL, de Giselle Gonçalves e João Oliveira (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SOB O CÉU DE ANALÂNDIA, de João Folharini (SP)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TENTE SUA SORTE, de Guenia Lemos (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">VERMELHO DE BOLINHAS, de Joedson Kelvin e Renata Fortes (CE)</p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Caruaru vibrou ao som dos clássicos da música romântica brasileira em primeira noite do PEMP</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/caruaru-vibrou-ao-som-dos-classicos-da-musica-romantica-brasileira-em-primeira-noite-do-pemp/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 17:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Alcione]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta sexta marcou a primeira de três noites no palco que leva o nome do Festival Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em Caruaru. Última das dez cidades contempladas pelo evento, a noite teve o tom perfeito de um grandioso início de despedida, reunindo figuras icônicas da música brasileira , como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120123" aria-labelledby="figcaption_attachment_120123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120123" alt="San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alcione no PEMP em Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">Esta sexta marcou a primeira de três noites no palco que leva o nome do Festival Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em Caruaru. Última das dez cidades contempladas pelo evento, a noite teve o tom perfeito de um grandioso início de despedida, reunindo figuras icônicas da música brasileira , como Alcione, Fábio Jr. e José Augusto, num encontro geracional que celebrou passado e presente. Fechando o time de estrelas, o conterrâneo Junio Barreto e o já tradicional espetáculo inaugural do festival também brilharam, pontuando uma abertura de peso.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo Pernambuco Meu País abriu a noite com delicadeza e vigor, encerrando sua circulação 2025 justamente em Caruaru, terra de Manuel Eudócio, um dos homenageados desta edição. Dirigido coreograficamente por Maria Paula Costa Rêgo, com direção musical de Maciel Salu e projeções digitais de Gabriel Furtado, o espetáculo entrelaçou dança, música, poesia e figurinos alegóricos celebrando a vida e a obra de Manuel Eudócio, Severina Lopes e Mestre Salustiano. Reunindo artistas pernambucanos de distintas expressões — dançarinos, cantores, músicos e poetas —, a apresentação entregou uma abertura sensorial que falou diretamente à alma de quem já se somava ao público no pátio.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o filho da terra Junio Barreto trouxe ao palco sua música autoral à flor da pele de letras poéticas, melodias contagiantes e uma apresentação que, apesar da imponência do espaço, manteve-se intimista, olho no olho com a plateia. Reconhecido pela crítica e já indicado ao Grammy Latino, Barreto consolidou sua trajetória com autenticidade e emoção, em um momento de pura conexão com quem estava ali para celebrá-lo em casa.</p>
<div id="attachment_120121" aria-labelledby="figcaption_attachment_120121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120121" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Pernambuco Meu País</p></div>
<p dir="ltr">Coube a José Augusto dar continuidade à noite com a força de uma carreira marcada por sucessos que atravessam gerações. O cantor abriu sua participação com os versos de &#8220;Chuvas de verão&#8221;, embalando uma plateia que cantou em coro desde o primeiro segundo até o acorde final. Emocionado, lembrou que esteve em Caruaru ainda nos anos 1970, no alvorecer de sua carreira, reforçando o vínculo afetivo com a cidade. Entre sucessos queridos, ecoaram trechos de “De que vale ter tudo na vida”, “Amantes” e “A carta”, todos entoados com afeto por uma audiência enfeitiçada pela nostalgia.</p>
<p dir="ltr">Outro ícone da música romântica, Fábio Jr. subiu ao palco com o carisma de sempre e repertório impecável, composto por grandes hits do rádio e da teledramaturgia nacional. Clássicos como “Alma Gêmea”, “Pensando em Você” e “Caça e Caçador”, entre muitos outros, embalaram uma apresentação carregada de emoção. A banda, afinadíssima, deu o tom de sofisticação ao espetáculo, enquanto o Pátio de Eventos, lotado, pulsava na mesma frequência de paixão e entrega.</p>
<p dir="ltr">A grande estrela da noite, Alcione, surgiu já de madrugada sob os aplausos ansiosos do público. Andando pelo palco, ela escolheu abrir seu show reverenciando a cultura pernambucana e abriu seu show com “Forró do Xenhenhém”, canção que ganhou o Brasil por sua interpretação única no início dos anos 2000. Logo de início, conquistou o público com a intensidade de quem ama, confia, depois desconfia e sofre com profundidade, envolvida pela vibração coletiva de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo seguiu exuberante e enérgico, com um setlist afiado que reuniu alguns de seus maiores sucessos. Canções como “Você Me Vira a Cabeça (Me Tira do Sério)”, “Não Deixe o Samba Morrer”, “Sufoco” e “A Loba” reverberaram pela multidão, que respondeu entregue, hipnotizada pelo magnetismo da Marrom. Em uma noite que misturou tradição, romantismo e potência vocal, o público de Caruaru viveu a confirmação de que o Festival Pernambuco Meu País caminha para seu desfecho em grande estilo, celebrando a música como memória, encontro e futuro.</p>
<div id="attachment_120124" aria-labelledby="figcaption_attachment_120124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120124" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Júnior</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Cortejo de agremiações contagiou o centro de Gravatá com muita cultura popular no PEMP desta sexta</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cortejo-de-agremiacoes-contagiou-o-centro-de-gravata-com-muita-cultura-popular-no-pemp-desta-sexta/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 15:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Tira-teima]]></category>
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		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Estrela Brilhante]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Tribo Indígena Carijós do Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[Das cores e movimentos hipnotizantes do maracatu rural à dança contagiante do caboclinho, passando pelo universo fantástico dos ursos e bois e da força do baque solto, assim foi o Cortejo que abriu a primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Gravatá, nesta sexta-feira (22). Ação que faz parte do DNA do festival desde [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-00.53.03.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119902" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-00.53.03-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Das cores e movimentos hipnotizantes do maracatu rural à dança contagiante do caboclinho, passando pelo universo fantástico dos ursos e bois e da força do baque solto, assim foi o Cortejo que abriu a primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Gravatá, nesta sexta-feira (22). Ação que faz parte do DNA do festival desde sua criação, Cortejo é um arrastão cultural democrátivo que leva a diversidade da pernambucana pelas ruas da cidade e hoje, Dia do Folclore, esta valorização ecoou mais alto.</p>
<p>Desta vez, quem encantou moradores e turistas no Centro de Gravatá foi o Boi Tira-Teima, a Escola Rebeldes do Samba, o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, Maracatu Estrela Brilhante do Recife, Maracatu Xililique, a Tribo Indígena Carijós do Recife, Troça Carnavalesca Mista Olinda Frevo e Folia e Urso Branco Cangaçá. Agremiações e brinquedos plurais, que revelam a riqueza das tradições populares de diversas macrorregiões do Estado.</p>
<p>Justo nestes dias que marcam a 18º Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, o Cortejo chegou carregado de um simbolismo ainda maior. Principalmente para o Boi Tira-Teima, de Caruaru, que se tornou Patrimônio Vivo de Pernambuco em cerimônia na última segunda-feira (22), no Cinema São Luiz.</p>
<p>“Ser patrimônio vivo não é apenas ser por ser, é também poder repassar os saberes adquiridos durante todo o tempo da experiência. Então o merecimento que temos agora é poder repassar, transmitir para outras pessoas também. E o Patrimônio Vivo Boi Tira-Teima não é apenas um folguedo de diversão, ele também é um projeto social que inclui a comunidade lá na nossa periferia em Caruaru”, celebrou o presidente do boi, Roberto Gercino.</p>
<p>Além do recém-diplomado Boi Tira-Teima, também participaram outros Patrimônios Vivos: Maracatu Estrela de Ouro de Aliança e Tribo Indígena Carijós do Recife.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-00.53.02.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119904" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-00.53.02-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-00.53.04.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119903" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-00.53.04-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
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		<title>Noite de ritmos, cores e ancestralidade encantou Serra Negra este sábado no Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:11:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um sábado que vai ficar para a história de Serra Negra. A segunda noite do Festival Pernambuco Meu País trouxe grandes artistas locais e nacionais, promovendo um grande encontro de ritmos, cores, música e dança. Quem abriu o palco foi o Afoxé Alafin Oyó, de Olinda e Patrimônio Vivo de Pernambuco, que tem como patrono [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119615" aria-labelledby="figcaption_attachment_119615" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/baiana-system.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119615" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/baiana-system-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Russo Passapusso, vocalista da banda Baiana System</p></div>
<p>Um sábado que vai ficar para a história de Serra Negra. A segunda noite do Festival Pernambuco Meu País trouxe grandes artistas locais e nacionais, promovendo um grande encontro de ritmos, cores, música e dança. Quem abriu o palco foi o Afoxé Alafin Oyó, de Olinda e Patrimônio Vivo de Pernambuco, que tem como patrono o orixá Xangô e traz em suas apresentações essa força ancestral.</p>
<p>O nome Alafin, em iorubá, remete a um título de nobreza que significa “senhor/rei do palácio”. Oyó, por sua vez, faz reverência à capital do antigo reino de Iorubá, na África. É desse simbolismo que advêm  as cores do grupo, o vermelho e o branco. Com suas vestimentas elegantes, cantos e danças que emocionaram, o Afoxé abriu os trabalhos e deixou o clima aquecido no frio de 19ºC.</p>
<p>Em seguida foi a vez de Renata Rosa, cantora, compositora e rabequeira pernambucana. Ela apresentou um espetáculo que traduz a força e a poesia da música popular brasileira. Reconhecida internacionalmente por sua pesquisa e reinvenção de ritmos tradicionais, como o coco, a ciranda e o baião, a artista trouxe ao Pernambuco Meu País um repertório que celebra as raízes culturais do Nordeste com energia e sensibilidade. Entre melodias vibrantes e momentos de intimidade sonora, o público foi conduzido por um passeio musical.</p>
<p>Após a nordestinidade de Renata Rosa foi a vez da amálgama entre rap, R&amp;B e samba, trazendo para o Pernambuco Meu País as canções de seu disco mais recente, “Topo da Minha Cabeça”. Com sua voz impecável e domínio de palco elegante, a cantora e compositora paulista também rendeu homenagem a Arlindo Cruz, grande sambista que faleceu essa semana, e a Alcione. Em entrevista após o show, ela reafirmou sua admiração pelo povo e cultura pernambucana. “Trabalho com muitos pernambucanos, tenho esse link que nos conecta e faz todo o sentido. Subi no palco com o máximo respeito, com essa vontade de mostrar mais de mim e receber também do público.”</p>
<p>Depois quem deu sequência foi Mago de Tarso, nome pernambucano em crescimento no cenário do rap nacional. Ele trouxe à cena sua presença de palco visceral e um repertório que transitou das batalhas de rima a releituras de outros artistas. Sua energia se amalgamou com a do público que recebeu o artista pela primeira em Bezerros de forma acolhedora.</p>
<p>“Eu me sinto muito orgulhoso porque a minha música fala muito sobre ser nordestino, pernambucano. Quando eu vou cantar sobre Pernambuco no Sudeste ou no Sul, o pessoal conhece a nossa cultura. E quando eu canto, pra gente daqui, o público se sente representado. E eu tô muito feliz de estar aqui dessa vez, fiquei no Palco Pernambuco Meu País no Rec&#8217;n'Play ano passado, e agora estou no festival”, falou Mago após o show.</p>
<p>Encerrando a noite de sábado, Baiana System fez um show catártico e memorável. Com Russo Passpusso e Claudia Manzo nos vocais, a banda originária de Salvador se apresentou com a imponência sonora e visual que lhe é característica, reafirmando seu papel singular na música brasileira ao fundir reggae, sound system, guitarra baiana e ritmos afro-brasileiros como o afoxé e o samba-reggae. No palco, essa alquimia cultural ganha forma como um sistema pulsante, gráfico, ritmado, visceral. O show lotou o Pátio de Eventos de Serra Negra em uma celebração sincera de ancestralidade, força popular e vanguarda sonora.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País abre edição de Serra Negra com uma noite de grandes encontros musicais</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 15:00:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O legado da vida e obra de mestres da cultura popular, o rock setentista do udigrudi pernambucano, a ciranda de Itamaracá e o rock nacional foram as grandes estrelas desta primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Bezerros. O Pátio de Eventos de Serra Negra, já charmoso e aconchegante por si só, ficou ainda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119587" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O legado da vida e obra de mestres da cultura popular, o rock setentista do udigrudi pernambucano, a ciranda de Itamaracá e o rock nacional foram as grandes estrelas desta primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Bezerros. O Pátio de Eventos de Serra Negra, já charmoso e aconchegante por si só, ficou ainda mais bonito com a grande festa da cultura que aporta pela segunda vez no local, voltando à cidade após a edição 2024. A noite contou com shows do Espetáculo Pernambuco Meu País, de Ave Sangria, Lia de Itamaracá, Barão Vermelho e Ana Carolina.</p>
<p>Para a governadora Raquel Lyra, que marcou presença no evento, o festival se consolidou e retorna à Serra Negra com muita alegria. Antes de chegar ao palco, ela circulou pelo pátio conversando com comerciantes e público. “Depois de mais de uma hora de caminhada vi que aqui tem gente de tudo quanto é cidade, de todas as idades, todas felizes por poderem curtir um festival multicultural como esse. É lindo ver o quanto a gente tem a força da nossa cultura, da nossa tradição, da nossa história gerando emprego e renda para a população”, ressaltou a governadora.</p>
<p>Sentimento este endossado pela secretária de cultura do Estado, Cacau de Paula. “Depois do sucesso que foi 2024, passando por oito cidades, a edição 2025 tem celebrado essa diversidade do festival em dez cidades, ampliando a interiorização da cultura. E Serra Negra em especial, pelo friozinho, que vira um atrativo a mais além do festival, de tantas linguagens que são contempladas, convida as pessoas. Os hotéis estão lotados, as pousadas, as casas também e todo mundo está vivendo esse grande festival. Estamos juntando grandes artistas regionais e nacionais, nomes daqui de Bezerros, então com certeza vai ser uma edição de sucesso aqui”, pontuou a gestora.</p>
<div id="attachment_119588" aria-labelledby="figcaption_attachment_119588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/lia-foto-juana-carvalho.jpg"><img class="size-medium wp-image-119588" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/lia-foto-juana-carvalho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, se apresentou em Serra Negra</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Noite de shows e celebração da cultura</strong> &#8211; Quem primeiro subiu ao palco foi o elenco do Espetáculo Pernambuco Meu País, que tradicionalmente abre as noites de todas as cidades, sempre às sextas. Com direção musical de Maciel Salu e coreográfica de Maria Paula Costa Rêgo, a apresentação é pautada pela vida e obra dos três homenageados do festival: Mestre Salustiano, Severina Lopes e Manoel Eudócio. Do cavalo marinho ao coco, do maracatu à tradição do barro, música e dança se costuram entre as linguagens que são uma grande celebração da cultura popular pernambucana.</p>
<p>E esse espírito de festa dos ritmos locais permaneceu no palco com o show de Lia de Itamaracá. A diva da ciranda se apresentou pela primeira vez em Bezerros, trazendo a tradição litorânea da ciranda para o Agreste. “Estou muito feliz, é muito carinho que sinto e muita responsabilidade. A ciranda vai ao mundo. E se a ciranda não vai ao mundo, eu viro minha ciranda.” Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia chega aos 81 anos ainda com o vigor de quem ama o que faz, e faz pelo coletivo, salvaguardando uma das manifestações culturais mais autênticas de Pernambuco, levando a ciranda por onde passada.</p>
<p>Logo na sequência foi a vez da banda Ave Sangria de se apresentar. Grupo icônico do rock progressivo pernambucano dos anos 1970, ele continuam encantando as novas gerações com suas letras sagazes e melodias hipnotizantes. Mais de 50 anos depois, as canções de Ave Sangria continuam ecoando nas playlists dos pernambucanos e levando crianças e adolescentes a comparecerem ao show. “A gente cantou a nossa realidade, o que a gente sentia, o que a gente pensava em relação ao mundo. E acredito que isso, desde 1974 até agora, toca os jovens. Eu agora mesmo recebi o presente de uma menininha que devia ter no máximo 12 anos de idade. Então você vê que a coisa continua, ainda atinge a juventude hoje. Eu acho que está nessa autenticidade o segredo da história”, contou o vocalista Marco Polo após o show.</p>
<p>Continuando na força do rock, Barão Vermelho colocou o Pátio de Eventos da Serra para dançar e cantar em uníssono seus maiores sucessos, clássicos da música brasileira como “Exagerado”, “Puro Êxtase”, “Maio Abandonado” e “Bete Balanço”. Foi um show para ficar na historia, celebrar o legado de Cazuza e da pluralidade da música brasileira. Assim como o de Ana Carolina, que encerrou essa primeira noite do PEMP na Serra Negra. A cantora trouxe para o evento seu show de 25 anos de carreira, com repertório e projeções que reafirmam que ela é um dos maiores nomes da música nacional. Não faltou hits como “Encostar na tua”, “Garganta”, “Confesso”, “Pra rua me levar”, “Rosas’ e “A canção tocou na hora errada”.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119587" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<div id="attachment_119589" aria-labelledby="figcaption_attachment_119589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/barao-vermelho.jpg"><img class="size-medium wp-image-119589" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/barao-vermelho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Barão Vermelho abraçou Pernambuco em show em Bezerros</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em Buíque, Festival Pernambuco Meu País transforma a Praça Major França em um grande palco da diversidade cultural</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 01:31:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Praça Major França, localizada no Centro de Buíque, foi palco de um dia de programação intensa, diversa e repleta de trocas e energia, que celebrou a oralidade e o encantamento do universo infantil. O local concentra desta sexta (1º) até domingo (3) os países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música, Artes Visuais e Conexões Urbanas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Praça Major França, localizada no Centro de Buíque, foi palco de um dia de programação intensa, diversa e repleta de trocas e energia, que celebrou a oralidade e o encantamento do universo infantil. O local concentra desta sexta (1º) até domingo (3) os países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música, Artes Visuais e Conexões Urbanas do Festival Pernambuco Meu País (PEMP). Com atividades e apresentações para todos os públicos, a praça reuniu um grande público ao longo da tarde e noite deste primeiro dia do PEMP em Buíque</p>
<p>A cordelista e mediadora de leitura Érica Montenegro abriu os trabalhos na lona do País das Brincadeiras com a contação “Nessa mala tem história: o cordel para crianças ganha o mundo”, levando o público mirim a viajar por narrativas rimadas, exaltando a herança nordestina da literatura de cordel e a imaginação sem fronteiras. Em seguida, a trupe paulista Circo do Asfalto apresentou o espetáculo “Show da Percha”, mesclando acrobacias e muitos momentos cômicos com a delicadeza da técnica circense da percha chinesa, ainda pouco explorada no Brasil. A sequência ficou por conta do espetáculo “Respeitável Público”, que manteve o clima de ludicidade e encantamento.</p>
<p>No País das Artes Visuais, a tarde foi de provocações sensoriais com a intervenção urbana das artistas visuais Carolina Noemia e Tabi. Cada uma de um lado de uma grande tela instalada a céu aberto, criando ao vivo com grafitagem e tintas, estimuladas pela curiosidade dos transeuntes. “A ideia é trazer essa tela realmente gigante para o meio da praça, paralela às outras atividades do festival, para que também o público possa ter acesso a essas obras de arte. Artes sendo produzidas, é um live painting e grande mural que vai ficar aqui na cidade. É uma atividade bem aberta realmente, acontece na rua e o público pode ajudar as artistas. Vai acontecer até domingo, a partir do meio-dia até às sete da noite”, explicou o coordenador de Artes Visuais, Mekson Dias.</p>
<p>Já País das Conexões Urbanas ocupou a Praça Major França com o frescor de duas criações cênicas contemporâneas. “Plataforma Beira”, apresentado às 16h, propôs um jogo coreográfico entre corpos e territórios, ativando os limites da cena e da cidade. Logo depois, “Tempo Temporão” deu continuidade à ocupação da praça com uma dramaturgia que entrelaça temporalidades e memórias afetivas, apostando em uma estética fragmentada, porém profundamente conectada ao cotidiano das grandes metrópoles.</p>
<p>Enquanto isso, as tradições populares brilharam no País das Culturas Populares, em uma sequência de apresentações encantadoras e potentes. A Quadrilha Matuta Raio de Luz abriu a programação com seu forró pé de serra, seguida pelo grupo de matrizes africanas Obá Aiye, que trouxe à cena cantos, danças e símbolos das religiões de matriz africana. O mestre rabequeiro Alberone emocionou o público com sua musicalidade espontânea e vigorosa, em um repertório que reverencia a tradição da rabeca pernambucana.</p>
<p>Ao entardecer, o País da Música apresentou ao público de Buíque o grupo Edún Ará Sangô, que reverberou os tambores dos orixás, num espetáculo vibrante de percussão e dança afro-brasileira. E encerrando a noite com frescor e presença, a cantora Maeve, uma das vozes promissoras da nova cena pernambucana, apresentou seu repertório autoral com letras que falam de liberdade, potência feminina e territórios afetivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País inicia programação musical em Buíque nesta sexta-feira (1º) com noite de celebração à diversidade cultural</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 13:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buíque entra em clima de festa nesta sexta-feira (1º) com o início da programação do Festival Pernambuco Meu País (PEMP) na cidade. O Palco Pernambuco Meu País, instalado no Pátio de Eventos, abre a série de shows com uma noite que reúne grandes nomes da música regional e nacional, reforçando os laços entre a cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetaculo-PEMP-FotoJuanaCarvalho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119362" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetaculo-PEMP-FotoJuanaCarvalho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Buíque entra em clima de festa nesta sexta-feira (1º) com o início da programação do Festival Pernambuco Meu País (PEMP) na cidade. O Palco Pernambuco Meu País, instalado no Pátio de Eventos, abre a série de shows com uma noite que reúne grandes nomes da música regional e nacional, reforçando os laços entre a cultura popular e as novas gerações.</p>
<p dir="ltr">A partir das 18h30, o público vai poder conferir o espetáculo de abertura “Pernambuco Meu País”, que celebra os homenageados desta edição, Manoel Eudócio, Severina do Coco e Mestre Salustiano. Três artistas, fazedores de cultura que representam a força, a memória e a beleza da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Com direção musical de Maciel Salu e coreográfica de Maria Paula Costa Rêgo, junto à projeção digital de Gabriel Furtado, o espetáculo reúne dança, música e imagens para celebrar a riqueza do legado desses três artistas.O ceramista Mestre Manuel Eudócio (in memoriam) de Caruaru, cuja arte figurativa em barro retrata o cotidiano do Agreste e do Sertão; a mestra do coco de Arcoverde Severina Lopes, que mantém viva ancestralidade da roda de coco; e o mestre e rabequeiro Mestre Salustiano (in memoriam), reconhecido por preservar manifestações como ciranda, coco, maracatu, caboclinho e cavalo‑marinho, tendo fundado a Casa da Rabeca em Olinda, centro cultural que até hoje é mantido pelos seus filhos e netos.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o palco será tomado por Antúlio Madureira, referência nas artes cênicas e musicais do Estado; pela icônica Banda de Pau e Corda, patrimônio afetivo da MPB com raízes fincadas no Recife; pelo forrozeiro Mano Walter, que promete levantar o público com seu repertório vibrante; e pela consagrada Roberta Miranda, uma das grandes vozes femininas da música brasileira.</p>
<p dir="ltr">Quem é de Pernambuco sente esse palco pulsar diferente. Dos nomes que se apresentam nesta sexta-feira, Antúlio Madureira e Banda de Pau e Corda representam de forma autêntica a identidade cultural do Estado. Suas trajetórias dialogam com o legado de mestres da cultura popular e com os ritmos que marcam a vida de gerações de pernambucanos.</p>
<p dir="ltr">Para a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula, a noite desta sexta-feira é mais que uma abertura de programação, é o símbolo do reencontro do povo buiquense com a efervescência do PEMP. “Buíque recebe novamente o Festival Pernambuco Meu País, e essa primeira noite marca um início muito especial. Começamos com música, com celebração, com artistas que falam diretamente ao coração do povo pernambucano. A expectativa é a melhor possível, porque esse festival é feito com o território, com os artistas e com a comunidade”, destaca.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma realização do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundarpe, e acontece em Buíque até domingo (3), com mais de 100 atividades culturais gratuitas espalhadas por toda a cidade e pelo Vale do Catimbau.</p>
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		<title>Ciclo Junino 2025: Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita no interior do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 18:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118540" aria-labelledby="figcaption_attachment_118540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-118540" alt="Foto: Divulgação / Silla Cadengue - SecultPE - Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Silla Cadengue/ SecultPE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Em clima de São João, em Pernambuco, é tempo de seguir o passeio por todo o Estado, aproveitando o que há de melhor da arte, cultura e gastronomia local. Aderindo ao período festivo, o Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita para o Ciclo Junino 2025. A ação do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), objetiva levar diversas manifestações culturais pernambucanas para os festejos do Agreste, Sertão e Zona da Mata. A programação começa a partir deste sábado (21) e segue nos dias 22, 23 e 28 deste mês.</p>
<p dir="ltr">Após circular pelo REC&#8217;n'Play, em 2023, no Festival Pernambuco Meu País, em 2024, e nos dois últimos ciclos carnavalescos, &#8211; passando por 9 cidades do Estado -, o projeto volta a ser realizado, chegando pela primeira vez ao período junino. Com previsão de investimento em torno de R$ 400 mil em sua edição de estreia no calendário do ciclo, a atividade traz cerca de 30 atrações culturais, entre bacamarteiros, quadrilhas juninas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois, que irão ganhar as ruas dos municípios de Limoeiro, Arcoverde, Salgueiro e Carpina, com o intuito de viabilizar uma imersão na cultura popular.</p>
<p dir="ltr">O giro pelas comemorações se inicia pelo Agreste pernambucano, começando por Limoeiro, no mesmo dia da abertura do São João da cidade, neste sábado, dia 21 de junho. A partir das 18h30, com concentração na Rua da Alegria, no centro do município, cerca de oito grupos vão espalhar cores e sons típicos da época. Entre as atrações estão o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, o Boi Misterioso e a Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr">A próxima parada será no dia 22 de junho, já no Sertão, com os brincantes puxando a animação junina em Salgueiro. O arrastão de cultura popular, composto por cerca de sete grupos culturais populares, entre eles A Bicharada, Ciço do Pife e o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, irá se concentrar em frente à Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá e ganhará as ruas a partir das 18h. Ainda na região, mas na véspera de São João (23), o cortejo chega a Arcoverde. Cerca de oito grupos vão deixar a cidade ainda mais animada a partir das 19h30. Atrações como o Boi Imperial, o Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima e a Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau sairão do Largo da Matriz do Livramento e seguirão alegrando toda a cidade.</p>
<p dir="ltr">E, como destino final desta edição, será a vez da Zona da Mata Norte. Na véspera de São Pedro, no dia 28 de junho, a programação se estende, chegando à Carpina, que também será tomada pelo arrastão cultural. O Cortejo Brincantes de Pernambuco promete encerrar a edição inédita com chave de ouro, com muita cultura, arte e memória. A programação será divulgada em breve.</p>
<p dir="ltr">A Secretária de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula, ressalta que esta edição do Cortejo Brincantes de Pernambuco reitera o compromisso da gestão Raquel Lyra com a valorização e promoção da cultura popular do Estado. “Viabilizar que os cortejos se integrem aos festejos juninos e ganhem as ruas das diferentes regiões de Pernambuco é uma forma de reverenciar a pluralidade e poder da cultura popular pernambucana, tão especial para nós. Além de promover uma experiência mais próxima das nossas tradições, essa iniciativa consegue atingir diferentes gerações, ajudando a preservar nossas manifestações culturais, algo que sempre defendemos”, destaca.</p>
<p dir="ltr">“Aqui, a cultura popular sempre ocupará um lugar de destaque, valorizando nossa história e nossas raízes. E o Cortejo Brincantes representa isso muito bem! Quando ele ganha as ruas, a conexão com o público é imediata”, comenta a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">Mais informações e acompanhamento da cobertura completa do Cortejo Brincantes de Pernambuco no Ciclo Junino 2025 poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>&gt; Confira a programação completa:</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado &#8211; 21/06 | 18h30</strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Limoeiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Rua da Alegria, Centro &#8211; Limoeiro/PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: Batalhão 19 &#8211; Flor de Lis, Batalhão 74, Boi Cara Preta, Boi Leão, Boi Misterioso, Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, União dos Bacamarteiros de Cupira Batalhão 1 e Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo &#8211; 22/06 | 18h </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Salgueiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá | Rua Valdemar Menezes, Nossa Sra. Aparecida, Salgueiro &#8211; PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: A Bicharada, Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde de Santa Cruz da Baixa Verde, Banda de Pífanos Riacho do Meio, Ciço do Pife, Grupo de Arte de Verdejante com o Espetáculo Tradições e Encantos, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião e Quadrilha Junina Jovens da Roça.</p>
<p dir="ltr"><strong>Segunda-feira (véspera de São João) &#8211; 23/06 | 19h30 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Arcoverde</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Largo da Matriz do Livramento</p>
<p dir="ltr">Atrações: Banda de Pífanos Riacho do Meio, Boi Diamante de Arcoverde, Boi Imperial, Ciço do Pife, Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Quadrilha Junina Levanta Poeira e Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (véspera de São Pedro) &#8211; 28/06 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Carpina</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Programação em breve</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundarpe acompanha oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença no Agreste de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118476" aria-labelledby="figcaption_attachment_118476" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118476" alt="Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê</p></div>
<p>O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), avançou mais uma importante etapa do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. Nessa última segunda (16) e terça-feira (17), representantes da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe promoveram oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença nos municípios de Poção e de Jataúba, ambas cidades do Agreste de Pernambuco.</p>
<p>As oficinas presenciais aconteceram na Câmara dos Vereadores das cidades e fazem parte da fase final da pesquisa coordenada pela Assum Preto Produções Culturais e Consultoria, empresa vencedora da licitação conduzida pela Fundarpe para a produção do Inventário de Referências Culturais da Renda Renascença. A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê.</p>
<p>De forma multidisciplinar, desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais, e resultará no importante dossiê que ficará disponível à população, além de servir ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) na análise da candidatura da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_118477" aria-labelledby="figcaption_attachment_118477" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-118477" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais</p></div>
<p>“A Renda Renascença é uma tradição artesanal centenária profundamente enraizada no Agreste de Pernambuco, especialmente nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba. Com a realização do inventário, a Fundarpe busca registrar documentalmente os sistemas de produção, circulação e salvaguarda do saber-fazer da renda, valorizando a importância cultural, social e econômica da prática e seus agentes, especialmente as mulheres rendeiras”, reforça a gerente de Patrimônio Cultural Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro.</p>
<p>A instrução do processo de registro da Renda Renascença teve início em 2021 e contou com etapas de análise da documentação inicial, de aplicação de metodologias participativas de mapeamento, catalogação de fontes sobre a temática, visitas técnicas e articulação com outros órgãos como a ADEPE e Sebrae, para o estudo de melhorias das potencialidades da cadeia produtiva da Renda Renascença no Estado.</p>
<p>Com a culminância do trabalho de campo, o material final será encaminhado ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) para análise e deliberação quanto ao reconhecimento da Renda Renascença como Patrimônio Imaterial de Pernambuco.</p>
<p>“A realização do inventário da Renda Renascença permitirá conhecermos e registrarmos documentalmente os sistemas de produção e comercialização deste bem no núcleo das cidades, em zonas rurais e em territórios indígenas situadas nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba, onde essa produção é mais significativa, valorizando o importante papel de rendeiros e rendeiras na preservação desse saber fazer”, ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><b>Conheça as etapas para o Registro de Patrimônios Culturais Imateriais do Estado de Pernambuco:</b></p>
<p><b>1. Requerente</b></p>
<p>Apresenta solicitação à Secretaria de Cultura acompanhado da documentação técnica exigida pela lei.</p>
<p><b>2. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Tem o prazo de 30 dias para manifestação após o requerimento deferindo ou indeferindo a abertura do Processo de Registro.</p>
<p><b>3. Requerente</b></p>
<p>Em caso de não deferimento, cabe recurso ao CEPPC até dez dias.</p>
<p><b>4. Fundarpe</b></p>
<p>Em caso de deferimento, inicia o processo administrativo de registro, elaborando o Termo de Referência para a execução do inventário. Executa o inventário e elabora Parecer Técnico final.</p>
<p><b>5. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Recebe da Fundarpe o Parecer Técnico final após a conclusão do inventário; designa um conselheiro relator do processo antes da reunião para deliberação do registro.</p>
<p><b>6.Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Comunicação à comunidade de detentores do bem cultural sobre a reunião ordinária do CEPPC, na qual se deliberará a candidatura ao registro.</p>
<p><b>7. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Elabora a resolução contendo a decisão do colegiado sobre o registro do bem cultural, se deferido ou não, e a encaminha à Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<p><b>8. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Encaminha a resolução do CEPPC ao conhecimento da Governadora do Estado para publicações da decisão mediante decreto próprio.</p>
<p><b>9. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Após publicação do referido decreto inscreve o bem cultural registrado no respectivo livro de registro, que ficará de posse e guarda do CEPPC.</p>
<p><b>10. Fundarpe</b></p>
<p>Inicia as articulações para a elaboração do Plano de Salvaguarda do bem cultural registrado.</p>
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