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	<title>Portal Cultura PE &#187; álbum visual</title>
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		<title>Cantora Riáh lança seu primeiro álbum visual com apoio do Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 14:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Exaltando sua ancestralidade indígena e músicas do seu primeiro disco, a cantora pernambucana Riáh disponibilizou no seu canal no YouTube, na última sexta-feira (07/02), o primeiro álbum visual de sua carreira. Com quase 30 minutos de duração, a narrativa evoca a jornada pessoal da artista de busca e retomada por sua ancestralidade Xukuru Ororubá. Gravado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Riáh-lança-seu-primeiro-álbum-visual-Foto-Mariana-Granja-6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116154" alt="Foto: Mariana Granja/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Riáh-lança-seu-primeiro-álbum-visual-Foto-Mariana-Granja-6-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a></p>
<p dir="ltr">Exaltando sua ancestralidade indígena e músicas do seu primeiro disco, a cantora pernambucana Riáh disponibilizou no seu <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AFDFMQqkIk0" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DAFDFMQqkIk0&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw2160d71Is0e2UiFvXuIStF">canal no YouTube</a>, na última sexta-feira (07/02), o primeiro álbum visual de sua carreira. Com quase 30 minutos de duração, a narrativa evoca a jornada pessoal da artista de busca e retomada por sua ancestralidade Xukuru Ororubá.</p>
<p>Gravado no Teatro Experimental de Arte &#8211; TEA, em Caruaru, o álbum visual &#8211; gênero audiovisual que reúne elementos do curta-metragem e do videoclipe &#8211; compila cenas de Riáh interpretando oito canções do seu álbum de estreia, “Retinta”, em ambientes sinestésicos e psicodélicos, incluindo composições de nomes notórios, como Isabela Moraes, Juliano Holanda, PC Silva e Ceumar, além de duas canções de sua autoria.</p>
<p>Através de projeções e recursos de holograma, animação gráfica e Inteligência Artificial, os cenários do TEA se transformam em locais subjetivos fora do espaço-tempo, nos quais a artista reencontra seus ancestrais e suscita reflexões sobre amor próprio, aceitação, pertencimento e religiosidade.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/AFDFMQqkIk0?si=0RGyxYXCz7eQmSqA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“É como um verdadeiro portal no qual eu reencontro meus ancestrais, representando um retorno às minhas origens e uma reparação com minha trajetória”, conta a cantora que tem pai, avós e bisavós nascidos em território Xukuru Ororubá no município de Pesqueira, no Agreste, onde a mesma viveu até os 15 anos. Posteriormente, por força maior, a artista migrou para Caruaru, se afastando de sua ancestralidade. Em algumas cenas, a cantora performa ao lado de familiares indígenas, simbolizando esse reencontro.</p>
<p>Tendo “Retinta” como canção-guia, tal como no disco, o álbum visual endossa em imagem o mote do trabalho musical da cantora &#8211; uma homenagem aos povos originários e sua retomada pessoal enquanto mulher indígena. “Atraco enfim no meu cais, retinta nas tintas dos meus ancestrais”, canta Riáh nos versos da canção de autoria de Déa Trancoso.</p>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo através da Prefeitura de Caruaru, além do álbum visual, Riáh também lançou recentemente o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=dKyS5pey_xg" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DdKyS5pey_xg&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw25ovPn28q9r3Q0aQA-JSML">clipe de animação “Você Diz”</a>, que tem ilustrações de Tricia Mota, revelando um trecho do álbum visual; e também um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=OHPBC0r87X0" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DOHPBC0r87X0&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw1z-0YJpAuleMGqKjtwpioQ">curta-metragem making of do álbum visual</a>, contando ao público um pouco dos bastidores da realização da obra.</p>
<p><strong>SOBRE A CANTORA</strong> - Cantora e compositora pernambucana radicada em Caruaru/PE, Riáh tem um trabalho musical fortemente marcado pela evocação à ancestralidade &#8211; despontou na cena do Estado lançando o clipe <a href="https://www.youtube.com/watch?v=j8igl8G9SV4" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3Dj8igl8G9SV4&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw2UmYmVW31uhILiIReWFubM">“Obá Xangô” (2021)</a> e o curta-clipe <a href="https://www.youtube.com/watch?v=tBGJTWMgn8I" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DtBGJTWMgn8I&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw3KmImo8-yd0yGj_laPsNwU">“No Sítio Cajueiro” (2022)</a>, abordando a religiosidade afroindígena e a sua ligação com o povo Xukuru Ororubá.</p>
<p>Em 2023, lançou seu álbum de estreia “Retinta”, com direção musical de Hugo Linns e incentivo do edital Funcultura, além do curta-clipe <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ue-bfKPDCfo" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3Due-bfKPDCfo&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw2LZ1sJi3UvTGMrYLU-ROwH">“Retinta &#8211; Vinheta Ororubá”</a>. Desde então, a artista vem circulando por importantes palcos do Estado, como no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), Mostra Pré-AMP, Carnaval de Recife e Olinda, Fenearte e Festival Pernambuco Meu País, cumprindo uma intensa agenda de shows entre 2023 e 2024.</p>
<p>Em 2025, além de lançar o primeiro álbum visual de sua carreira, Riáh se prepara para realizar duas turnês &#8211; uma nacional e outra internacional &#8211; levando o repertório de “Retinta” para novos públicos.</p>
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		<title>Carol do Coco lança seu primeiro álbum visual no YouTube</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 23:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Após mais de 15 anos à frente da banda Casas Populares da BR 232, a artista Carol do Coco, agora em carreira solo, lançará, nesta quinta-feira (28), seu primeiro álbum visual, intitulado “Coco Dendê”, em seu canal no YouTube (www.youtube.com/channel/UCMmgubZjNl-b5_mX9wpkBRQ/featured). Produzido durante a pandemia, com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Foto-Divulgação-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-93228" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Foto-Divulgação-1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Após mais de 15 anos à frente da banda Casas Populares da BR 232, a artista Carol do Coco, agora em carreira solo, lançará, nesta quinta-feira (28), seu primeiro álbum visual, intitulado “Coco Dendê”, em seu canal no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCMmgubZjNl-b5_mX9wpkBRQ/featured" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCMmgubZjNl-b5_mX9wpkBRQ/featured</strong></a>). Produzido durante a pandemia, com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto musical e visual conta com quatro canções.</p>
<p>A sonoridade da cultura popular nordestina aliada à poesia de vida, negra, cabocla, LGBTQIA+ são os motes de inspiração para esta andarilha do agreste pernambucano que retrata em suas letras os encontros com as encruzilhadas do mundo. Carol reúne em seu repertório músicas próprias como também do cancioneiro do samba de caboclo, à qual a artista dedica o álbum e presta homenagem.</p>
<p>Nas letras de suas canções a artista apresenta o universo da cultura popular em diálogo por diferentes territórios do Nordeste. De Pernambuco traz a sonoridade e métrica de composição da brincadeira que empresta seu nome artístico, o Coco de Roda. E da Bahia, mais precisamente do recôncavo, a presença do samba de roda e samba de caboclo. Há mais do que somar os ritmos, existe a troca de ciências e a encantaria de ter fé na festa entre o Coco e o Samba de Roda.</p>
<p>“Corre Estrela”, “Toada de Capangueiro”, “Coco Dendê&#8221; e “Som da Mata” são as faixas do EP e álbum visual. Gravado no Tuca Studio Digital de Surubim em março de 2022, o álbum tem participação das cantoras das Casas Populares da Br 232, Naya Lopes, Joana Xeba e Quequel Santana e também a participação de Luanda Luá no coro. Igor Lopes e Éthel Oliveira também participam com palmas na faixa dedicada ao caboclo.</p>
<p>O álbum visual foi filmado no município de Surubim-PE. As locações foram desde a feira e pista de vaquejada da cidade, às proximidades serranas de Tatus e nas Pedreiras do Taepe. As cenas de dança estão com a presença da cantora Yannara, dos performer`s Tacia, Emanuel Xavier e João Malunguinho; e do ator Igor Lopes, todes ativistas da cultura de Surubim e agreste pernambucano.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Carol é cantora, compositora, musicista e produtora musical-cultural pernambucana, aluna do mestrado profissional em História da África, Diáspora e Povos Indígenas no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) e graduanda do Técnico Superior em Produção Musical do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), ambos vinculados à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e vive Surubim e Cachoeira (há pouco mais de quatro anos).</p>
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		<title>Sam Silva lança o EP &#8220;Iso.Lados&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 17:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sam Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[Isolamento, autoconhecimento e libertação através da arte. A cantora, compositora, instrumentista e produtora musical Sam Silva, um dos novos nomes da música autoral pernambucana, lança nesta sexta-feira (30) o seu primeiro trabalho de estúdio. O projeto &#8220;Iso.Lados&#8221;, contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, traz um EP produzido pela própria artista e um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Sam-Silva-lança-Iso.Lados-Foto-Matheus-Oliveira-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84146" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Sam-Silva-lança-Iso.Lados-Foto-Matheus-Oliveira-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Isolamento, autoconhecimento e libertação através da arte. A cantora, compositora, instrumentista e produtora musical Sam Silva, um dos novos nomes da música autoral pernambucana, lança nesta sexta-feira (30) o seu primeiro trabalho de estúdio. O projeto &#8220;Iso.Lados&#8221;, contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, traz um EP produzido pela própria artista e um álbum visual que transpõe em vídeo o universo das canções.</p>
<p>O EP chega às plataformas digitais de streaming, reunindo quatro canções compostas e produzidas por Sam Silva &#8211; a primeira faixa, &#8220;Liberdade&#8221;, um instrumental com recitação por Gabi da Pele Preta; &#8220;Espelhos&#8221;, parceria com Jonatas Onofre, um dos principais parceiros de composição da artista, que também participa da faixa; &#8220;Dias de Sol&#8221;; e &#8220;Madrugadas&#8221;, composição feita com Juliano Holanda.</p>
<p>De cunho afetivo e sensível, &#8220;Iso.Lados&#8221; chega, também nesta sexta em formato de álbum visual no YouTube &#8211; ao longo deste 30/04, de manhã até a noite, a cantora postará um clipe para cada canção, compondo uma espécie de curta-metragem  que mostra Sam Silva em interações com seu lugar de origem &#8211; a cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte. As canções refletem as impressões emocionais da artista a respeito do processo de autoconhecimento em situação de isolamento.</p>
<p>&#8220;O EP não é só sobre a pandemia. Fala do sentimento de solidão, o isolamento interno, de você consigo mesmo, e como você consegue lidar com isso, inclusive, com questões suas que você não quer encarar&#8221;, filosofa. &#8220;Iso.Lados&#8221; nasce orientado pelo pop psicodélico e sob o clima lo-fi, através dos quais Sam Silva apresenta uma música sinestésica, que apela aos sentidos e às emoções, tanto em letra quanto em arranjos. &#8220;Eu sempre gostei de ouvir o lo-fi, e comecei a querer produzir por causa dessa estética. Artistas do gênero, como Zeca Viana, do Recife, me inspiraram muito&#8221;, explica ela.</p>
<p>Autodidata em música desde a adolescência, Sam Silva é um dos talentos notáveis da nova música autoral pernambucana. Durante muito tempo, foi a única baterista mulher atuante na Mata Norte. É instrumentista profissional e hoje atua nas bandas de Lucas Torres e na Prisma Orbe; no Projeto Tertúlia, coletivo de música e poesia autoral da Mata Norte; e integra a Mostra Reverbo.</p>
<p>Sam Silva encontrou no violão um grande parceiro de composição, com o qual também já realizou dezenas de apresentações por Pernambuco. Indo ainda mais além em 2021, Sam Silva se desbrava na produção musical, assinando, além de seu trabalho solo, a produção de obras musicais como o EP &#8220;Corpóreo&#8221; de Lucas Torres, e o single &#8220;Vídeo Chamada&#8221;, de Renata Torres.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ouça &#8220;Iso.Lados&#8221;, novo EP de Sam Silva<br />
Disponível no dia 30 de abril de 2021<br />
EP nas plataformas digitais e álbum visual no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCM0UmVp4oyUmYFY22pwotVg/featured" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCM0UmVp4oyUmYFY22pwotVg/featured</strong></a></p>
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