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	<title>Portal Cultura PE &#187; Aldeia</title>
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		<title>Pernambuco Meu País Verão abre programação em Aldeia com multidão e celebração às diferentes vertentes do forró</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão estreou de maneira histórica ao levar para o Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, uma explosão de ritmos, expressões e vertentes do forró. A programação abriu com a força da cultura popular da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-12.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121895" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão estreou de maneira histórica ao levar para o Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, uma explosão de ritmos, expressões e vertentes do forró. A programação abriu com a força da cultura popular da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, passou pela potência coletiva do projeto <em>No Canto Delas</em> e botou o público para dançar com Dorgival Dantas, Raí Saia Rodada e o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O evento, o primeiro realizado em Aldeia, recebeu um grande público já na abertura oficial, que contou com a presença da governadora Raquel Lyra, acompanhada por Diego Cabral, prefeito de Camaragibe, Cacau de Paula, secretária de Cultura, e Carla Pereira, diretora de ações culturais da Fundarpe e diretora geral do Pernambuco Meu País. Na noite de estreia da nova etapa do festival, a governadora destacou o impacto positivo da iniciativa, que agora também ganha uma edição de verão, ampliando seu alcance e envolvendo novos municípios:</p>
<p dir="ltr">“Depois de dois anos de sucesso, onde a gente fez todo circuito do frio com o Festival Pernambuco Meu País, que já nasceu grande e conquistou os corações dos pernambucanos, criamos a versão do verão e começamos aqui em Aldeia, Camaragibe, com todo apoio da prefeitura. Em uma época que é de baixa no turismo, podemos agregar valor à geração de emprego e renda numa área que cresce no mundo inteiro. E é claro que Aldeia, como destino turístico de Pernambuco, está sendo contemplada com esses três dias de shows que reúne grandes artistas locais e nacionais”, pontuou Raquel Lyra.</p>
<p dir="ltr">Também reforçando a consolidação do festival como política pública de Estado, a secretária Cacau de Paula completou:</p>
<p dir="ltr">“É uma alegria muito grande iniciarmos a etapa de verão do Pernambuco Meu País, essa política pública da gestão Raquel Lyra, que vem cada vez mais se consolidando. No ano passado, nós começamos com oito cidades, e já neste ano trabalhamos forte durante o carnaval, depois, no período do frio, passamos por dez cidades do Agreste e Sertão, e agora chegamos em Aldeia, cidade que está abraçando o festival durante esses três dias de festa. Daqui, seguimos para o Recife, Jaboatão dos Guararapes e encerramos a edição verão no Litoral Norte”, destacou.</p>
<p dir="ltr">Entre as autoridades, ainda estavam presentes Túlio Vilaça, secretário da Casa Civil, Daniel Coelho, secretário do Meio Ambiente, Eduardo Loyo, presidente da Empetur e André Teixeira Filho, secretário de Mobilidade e Infraestrutura.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54966904770_65f32ffb65_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121896" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54966904770_65f32ffb65_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho / Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A noite artística abriu em grande estilo com uma homenagem à cultura popular. Fundada no Cabo de Santo Agostinho em 1998, a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba trouxe ao palco uma seleção de clássicos recriados em linguagem de pífanos — uma fusão entre tradição e frescor que ditou o clima da festa. O público já se acomodava no parque quando o grupo iniciou sua apresentação. Após o show, os músicos celebraram:</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“Abrir essa edição verão do Pernambuco Meu País é uma satisfação muito grande porque a cultura popular é a identidade do estado de Pernambuco. Então, eu só tenho a parabenizar a todos que fazem esse festival, e principalmente, ter gratidão de estar abrilhantando esse palco ao lado de tantos artistas que vão passar por aqui”, afirmou Joan, integrante da banda.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o palco recebeu o projeto <em>No Canto Delas</em>, espetáculo que reúne Irah Caldeira, Cristina Amaral, Nadia Maia e Larissa Lisboa. O encontro uniu repertórios que transitam por sensibilidade, ancestralidade e contemporaneidade, com clássicos da música pernambucana e brasileira embalados pelas vozes das quatro artistas. A apresentação explorou o duplo sentido da palavra “canto”: o lugar de pertencimento e a música enquanto afirmação feminina. Ao longo do show, o protagonismo das mulheres na cultura pernambucana ganhou destaque, primeiro com todas as cantoras dividindo o palco, e depois com cada uma fazendo uma apresentação individual.</p>
<p dir="ltr">“Eu queria justamente que fossem mulheres, e trouxesse o canto como esse lugar nosso em comum: o palco, e também nossa expressão, que é a nossa voz”, afirmou Irah Caldeira, idealizadora do projeto.</p>
<p dir="ltr">O ícone do forró Dorgival Dantas foi o próximo a assumir o palco, recebido por uma plateia que já ocupava completamente o Parque Aldeia dos Camarás. Seu repertório clássico, com sucessos como <em>Coração, Paixão Errada, Você Não Vale Nada, Primeiro Passo</em> e<em> Tarde Demais</em>, fez o público dançar agarradinho e entoar em uníssono todas as canções.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121897" alt="foto (10)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p>Com a madrugada chegando, o ritmo acelerou com os metais e batidas do forró eletrônico de Raí Saia Rodada, momento em que o festival exibiu toda sua diversidade sonora ao integrar, de forma orgânica, várias vertentes e temporalidades do forró. No show, Raí apresentou hits como 5 da Manhã, Tapão na Raba, Cheiro do Mato, Era Eu, Filho do Mato e Storiezin, levando a energia do público ainda mais alto.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“Pernambuco foi o primeiro estado que eu estourei, então estar aqui já é um prazer imenso e fazer parte desse festival Pernambuco Meu País é um prazer maior ainda”, celebrou Raí antes de subir ao palco.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A sequência abriu o caminho perfeito para o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon, que encerrou a primeira noite da edição verão em clima de celebração. Misturando Forró Eletrônico, Vaquejada e Piseiro, o artista levou ao palco sucessos como <em>ABC da Vaquejada, Proteção de Tela, Meia Noite (Você Tem Meu WhatsApp)</em> e <em>Teu Segredo</em>. Uma noite de estreia</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“É a minha segunda vez no Pernambuco Meu País. A primeira foi lá em Gravatá, e agora estou aqui em Aldeia pela primeira vez, e espero fazer um grande show para continuar marcando presença nesse projeto que já virou referência no Nordeste”, celebrou Tarcísio antes de subir no palco e encerrar o primeiro dia do festival.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121898" alt="foto (2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o projeto como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social no Estado, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno do evento, realizado entre julho e setembro, movimentou mais de R$200 milhões nas cidades por onde passou, reforçando que a cultura também é um vetor de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr"><strong>Fim de semana de shows</strong></p>
<p dir="ltr">Os shows da etapa Camaragibe/Aldeia continuam no sábado (6), a partir das 18h, com a força da cultura popular do Coco dos Pretos, seguido pelo trap pernambucano de  Mago de Tarso, às 19h10, o rapper Xamã, às 21h10, que apresenta seu novo disco, além da pernambucana Duda Beat, às 23h10; e de Luísa Sonza, a partir de 1h10. A discotecagem dos intervalos fica a cargo do DJ Murilo França.</p>
<p dir="ltr">Já no domingo (7), o brega assume o protagonismo. Mas diferente dos outros dias, a programação do domingo começa mais cedo: às 16h, com o show de Getúlio Cavalcanti. Às 17h10, o projeto Meu Coração é Brega, que reúne Brunessa França, Amigas Do Brega e Banda Sentimentos, comandam o palco. Em seguida, às 20h10, sobe ao palco a Banda Kitara, seguida pelo show de Michelle Andrade, às 21h40. Encerrando a programação do Festival Pernambuco Meu País Verão em Aldeia, a musa Priscila Senna comanda o show, às 23h40. A DJ Kananda PX comanda os intervalos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão &#8211; Camaragibe/Aldeia:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>06/12 – Sábado</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Coco dos Pretos</p>
<p dir="ltr">19h10 &#8211; Mago de Tarso</p>
<p dir="ltr">21h10 &#8211; Xamã</p>
<p dir="ltr">23h10 &#8211; Duda Beat</p>
<p dir="ltr">01h10 &#8211; Luísa Sonza</p>
<p dir="ltr">DJ Murilo França nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>07/12 – Domingo</strong></p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Getúlio Cavalcanti</p>
<p dir="ltr">17h10 &#8211; Meu Coração é Brega com Brunessa França, Banda Sentimentos e Amigas do Brega</p>
<p dir="ltr">20h10 &#8211; Banda Kitara</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Michelle Andrade</p>
<p dir="ltr">23h40 &#8211; Priscila Senna</p>
<p dir="ltr">DJ Kananda PX nos intervalos</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Pernambuco Meu País Verão agita Aldeia com shows de Luísa Sonza, Xamã e Priscila Senna neste fim de semana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-meu-pais-verao-agita-aldeia-com-shows-de-luisa-sonza-xama-e-priscila-senna-neste-fim-de-semana/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia. Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-01-at-15.11.37.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121823" alt="WhatsApp Image 2025-12-01 at 15.11.37" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-01-at-15.11.37-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o projeto como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social no Estado, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno do evento, realizado entre julho e setembro, movimentou mais de R$200 milhões nas cidades por onde passou, reforçando que a cultura também é um vetor de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr">A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destaca que a etapa de Camaragibe reafirma a potência artística do Estado e fortalece o festival como uma das principais plataformas de valorização da cultura pernambucana. “A cada edição, o Pernambuco Meu País mostra sua capacidade de aproximar o que há de mais pulsante na nossa cultura do público. Em Camaragibe, reunimos artistas consagrados e novas vozes em um encontro que movimenta a economia criativa, fortalece nossa identidade e transforma o festival em um grande território de celebração. É quando tradição, inovação e diversidade caminham juntas, evidenciando a cultura como um motor fundamental para o desenvolvimento do Estado”, destacou a titular da pasta, enfatizando que toda a programação de shows é gratuita ao público.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/1764613119176199.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121824" alt="1764613119176199" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/1764613119176199-607x343.jpg" width="607" height="343" /></a></p>
<p dir="ltr">A programação em Aldeia começa na sexta-feira (5), às 18h, com a tradição da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, seguida pelo projeto <em>No Canto Delas</em>, que reúne no palco Irah Caldeira, Cristina Amaral, Nadia Maia e Larissa Lisboa, às 19h10. Em seguida, o ícone do forró Dorgival Dantas assume o palco, às 21h40, seguido pelo forró eletrônico de Raí Saia Rodada, às 23h30; e o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon encerrando a noite, a partir de 1h30. Nos intervalos, a discotecagem é assinada pelo DJ Pedro Humberto.</p>
<p dir="ltr">No sábado (6), o palco recebe uma verdadeira miscelânea de ritmos que conecta Pernambuco ao país. Com a força da cultura popular, às 18h, o Coco dos Pretos inicia as apresentações do Palco Pernambuco Meu País Verão. O trap pernambucano toma conta da cena com Mago de Tarso, às 19h10; seguido pelo rapper Xamã, às 21h10, que apresenta seu novo disco, além dos hits consagrados. Depois, é a vez do pop nacional tomar conta com apresentações da pernambucana Duda Beat, às 23h10; e de Luísa Sonza, a partir de 1h10. A discotecagem dos intervalos fica a cargo do DJ Murilo França.</p>
<p dir="ltr">No domingo (7), o brega assume o protagonismo. Mas diferente dos outros dias, a programação do domingo começa mais cedo: às 16h, com o show de Getúlio Cavalcanti. Às 17h10, o projeto<em> Meu Coração é Brega</em>, que reúne Brunessa França, Amigas Do Brega e Banda Sentimentos, comandam o palco. Em seguida, às 20h10, sobe ao palco a Banda Kitara, seguida pelo show de Michelle Andrade, às 21h40. Encerrando a programação do Festival Pernambuco Meu País Verão em Aldeia, a musa Priscila Senna comanda o show, às 23h40. A DJ Kananda PX comanda os intervalos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão &#8211; Camaragibe/Aldeia:<br />
</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>05/12 – Sexta-feira</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba<br />
19h10 &#8211; <em>No Canto Delas</em> com Irah Caldeira, Cristina Amaral, Nádia Maia e Larissa Lisbôa<br />
21h40 &#8211; Dorgival Dantas<br />
23h30 &#8211; Raí Saia Rodada<br />
01h30 &#8211; Tarcísio do Acordeon<br />
DJ Pedro Humberto nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>06/12 – Sábado</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Coco dos Pretos<br />
19h10 &#8211; Mago de Tarso<br />
21h10 &#8211; Xamã<br />
23h10 &#8211; Duda Beat<br />
01h10 &#8211; Luísa Sonza<br />
DJ Murilo França nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>07/12 – Domingo</strong></p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Getúlio Cavalcanti<br />
17h10 &#8211; <em>Meu Coração é Brega</em> com Brunessa França, Banda Sentimentos e Amigas do Brega<br />
20h10 &#8211; Banda Kitara<br />
21h40 &#8211; Michelle Andrade<br />
23h40 &#8211; Priscila Senna<br />
DJ Kananda PX nos intervalos</p>
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		<title>Residência artística abre inscrições para mulheres</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/residencia-artistica-abre-inscricoes-para-mulheres/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em busca de ampliar vozes, percepções, conhecimentos e sabedorias ancestrais e de experenciar uma relação simbiótica com as pessoas e com a natureza de cada caminho cruzado, Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, mulheres pernambucanas, artistas da dança e pesquisadoras, saíram da capital e pegaram estrada rumo à execução da pesquisa Mulher Território: Nossas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106989" aria-labelledby="figcaption_attachment_106989" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Giovana Monteiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-106989" alt="Giovana Monteiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais</p></div>
<p>Em busca de ampliar vozes, percepções, conhecimentos e sabedorias ancestrais e de experenciar uma relação simbiótica com as pessoas e com a natureza de cada caminho cruzado, Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, mulheres pernambucanas, artistas da dança e pesquisadoras, saíram da capital e pegaram estrada rumo à execução da pesquisa Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais. A proposta é investigar a troca entre mulheres e seus territórios, as tecnologias e as narrativas contra coloniais, sob uma perspectiva corporal. A única certeza era a ideia de se debruçarem em uma análise antropológica de dois lugares especiais do Estado: a Aldeia Agreste de Cima, do território Pankararu, no Sertão; e o Centro Cultural Quilombo do Catucá, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife &#8211; de povos indígenas e negrodescentes.<br />
Foram muitos os encontros e atravessamentos entre pesquisadoras e mulheres nativas de cada local. O conteúdo absorvido por meio das histórias ouvidas, das sensações dançadas e dos costumes vistos é transmitido em uma residência artística em dança, realizada nos dias 15, 16 e 17 de dezembro, na Casa de Xamanismo Centro da Terra, localizada no km 14 de Aldeia, em Camaragibe. As inscrições estão abertas para mulheres acima de 18 anos de idade e podem ser realizadas por meio do link disponibilizado na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>. As s]ao vagas limitadas. O projeto em dança tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
A pesquisa evidencia as raízes plurais, sendo essas mulheres nascidas com ascendências várias em suas singularidades, indígenas, pretas, árabes, europeias e outras origens apagadas de suas histórias familiares mestiças no processo da invasão/colonização e seus efeitos, que até hoje perduram nos espaços cotidianos. Em cada um dos dois territórios foram realizadas vivências distintas contemplando as realidades diversas. As pesquisadoras fizeram a Escutação entre Elas para ouvir as vozes e observar os gestos dos corpos inseridos naquelas realidades. Registros audiovisuais foram realizados e em breve será lançada uma videodança e também um minidoc resultantes da pesquisa.<br />
A partir dessas vivências e imersões as artistas oferecem a residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais, apenas para mulheres, com ou sem experiência na área da dança profissional. Partilhas, rodas de conversa, mostra do material artístico colhido, vivências corporais e uma performance final estão na programação da residência.<br />
“Muitas histórias foram ouvidas, muitos gestos testemunhados e muitas relações aprofundadas. Cada corpo pesquisador criou suas próprias dobras e desdobramentos de cunho artístico, mas sobretudo de cunho social, político, ambiental e de modo de viver. Aqui enfatizamos que, mais que uma pesquisa em dança com resultados artísticos, é uma pesquisa a respeito dos modos de viver &#8211; que são sobretudo corporais &#8211; no intuito de fazer serem vistos esses modos tão invisibilizados e apagados na história do País. Mulher Território é um projeto caminhante, que segue se propondo a abarcar mais e mais realidades em continuidades e novos encontros. É sagrado estarmos vivas e juntas e relembrarmos em roda quem somos e quem queremos ser”, expressam as artistas da dança e pesquisadoras Drica Ayub, Isabela Severi e Silva Góes.<br />
“Será uma forma de partilhar corporalmente e imageticamente alguns de nossos apanhados durante esse quase um ano de pesquisa. Dois dias é pouco para trazer o que vivemos e estamos aprendendo, reforçando o saber dos corpos, mergulhando em nós e na comunidade. Porém o faremos em forma de partilha por meio de vivências e rodas de conversa. O maior aprendizado é o axé: o olho no olho, a alegria enquanto resistência, a força, fé e luta que une os povos negrodescentes e os povos indígenas. A escuta dessas vozes é a mais importante prática a ser cultivada. Elas falam sobre o respeito à terra, ao território, a ligação e conexão com seu chão e com sua comunidade. Elas falam de histórias reais e que não chegam tão facilmente assim. Os trabalhos cotidianos de forma coletivizada, partilhada, o feitio das festas e comidas. Toda cultura é dança, é música. É corpo. Este que nos foi usurpado e oprimido pela colonização. E assim também o foi o corpo do planeta e hoje vivemos o que vivemos. Este projeto fala de resgate, mas sobretudo sobre o que resistiu e precisa ser visto como forma de se estar diferentemente neste planeta em colapso. Como bem nos diz Krenak: &#8216;O futuro é ancestral&#8217;”, complementam as pesquisadoras.<br />
Mãe, bióloga de formação, artista da dança, pesquisadora, performer, arteterapeuta, percussionista, educadora e produtora, Drica Ayub pesquisa as relações humano-natureza-cultura, há 17 anos, adentrando as construções dos corpos e suas subjetividades. Tece investigações que envolvem a escuta e a percepção do corpo como um canal, sobretudo de experiências, seu imbricamento com a construção das múltiplas sonoridades e a relação com suas comunidades e seus territórios.<br />
Artista da dança, bailarina, arte-educadora, pesquisadora e terapeuta do movimento, Isabela Severi busca em sua pesquisa e prática caminhos para a ressensibilização e retomada do corpo e seus territórios investigando temas relacionados ao saber sensível e ao cuidado como prática relacional, coletiva e política. Transita e olha para a arte-saúde-educação como possibilidade de construção de ecologias e coexistências.<br />
Mulher parda (com sua licença, em crise com a palavra parda desde antes de&#8230;), sendo mestiça de muitos sangues vermelhos-vivos que ficaram pelos chãos do País, Silvia Góes nasceu na cidade de Garanhuns, território onde muitos quilombos remanescentes de Palmares, depois da cruel invasão, estabeleceram-se e até hoje estão, são. Mulher de raízes múltiplas, sendo indígenas as mais antigas nas histórias verbalizadas de mãe e pai, migrou para a terra-mangue, Recife, há mais de 30 anos, com a família inteira, para ter oportunidade de tentar cursar uma universidade. É artista profissional há mais de uma década e foi a ioga também que ancorou toda a mudança de percurso dessa jornalista que foi se profissionalizando bailarina pós-graduada em dança, poeta, atriz, dramaturgista, diretora e palhaça, entre outras atuações no esperançar da lida.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Residência Artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais -</strong> <em>das 18h da sexta-feira (15) até as 17h de domingo (17), na Casa de Xamanismo Centro da Terra – km 14 de Aldeia, Camaragibe-PE. Bolsas: cinco bolsas integrais para mulheres indígenas, pretas, trans e periféricas. Investimento: R$ 100 (possível), R$ 200 (real) e R$ 300 (abundante). Inscrições e mais informações: no link na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>, por e-mail (mulher.territorio.sdi@gmail.com) ou pelo telefone: (81) 99811-7770. Público: mulheres acima de 18 anos (crianças acompanhadas pelas mães são acolhidas no espaço e uma pessoa está disponível para cuidá-las)</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Artistas pesquisadoras e educadoras: Drica Ayub, Isabela Severi, Silvia Góes<br />
Coordenação de projeto e produção geral: Drica Ayub<br />
Produção executiva: Marilia Pinheiro<br />
Produtoras locais nos territórios visitados: Bia Pankararu e Elaine Albuquerque<br />
Filmagem e montagem de videos: Amandine Goisbault<br />
Fotografia: Giovanna Monteiro<br />
Designer: Aurora Jamelo<br />
Preparação corporal: Lau Veríssimo<br />
Consultoria de dramaturgia: Naná Sodré<br />
Trilha sonora: Conrado Falbo<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)<br />
Apoio: Galeria Mau Mau, Casa de Xamanismo Centro da Terra<br />
Incentivo: Funcultura-PE – Governo do Estado de Pernambuco</p>
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		<title>Circo Trindade promove mostra pedagógica em Aldeia</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeia]]></category>
		<category><![CDATA[circo trindade]]></category>
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		<description><![CDATA[O Circo da Trindade realiza sábado (18), a partir de 17h30, sua tradicional Mostra Pedagógica. O evento acontece na sede em Aldeia (R. Portugal, 6-180 – Chã da Tábua, São Lourenço da Mata). Não por acaso, o nome escolhido para esta apresentação foi simplesmente “Vivos&#8221;. As apresentações incluem números de acrobacia aérea e de solo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-11-at-18.25.30.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94580" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-11-at-18.25.30-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O Circo da Trindade realiza sábado (18), a partir de 17h30, sua tradicional Mostra Pedagógica. O evento acontece na sede em Aldeia (R. Portugal, 6-180 – Chã da Tábua, São Lourenço da Mata). Não por acaso, o nome escolhido para esta apresentação foi simplesmente “Vivos&#8221;. As apresentações incluem números de acrobacia aérea e de solo, cama elástica, tecido e manipulação com chapéus.</p>
<p>Realizada desde que o Circo da Trindade montou sua lona e iniciou as atividades em Aldeia, no ano de 2016, a Mostra Pedagógica é momento, em que os alunos exibem o que aprenderam nas aulas ao longo do semestre. O grupo que irá se apresentar conta com crianças, jovens e adultos, com idades que vão de quatro anos até mais de 40. De acordo com o artista de circo e professor Gilberto Trindade, fundador do Circo da Trindade, a Mostra Pedagógica existe para marcar ciclos dentro dos processos de formação de cada aluno. “Aproveitamos também para comemorar a ‘maioridade’ do Circo da Trindade, que está fazendo 18 anos de história”, acrescenta.</p>
<p>O nome do espetáculo, “Vivos”, celebra o momento pós-pandêmico e o reencontro após dois anos de atividades parcialmente suspensas, entre 2019 e 2021. De acordo com ele, a retomada das aulas e temporadas ocorre em um novo mundo e impõe desafios.</p>
<p>“Todos estão processando esse novo quadro. Para nós, o momento atual coloca ainda mais a necessidade de estarmos alertas e olharmos o indivíduo em suas necessidades físicas e afetivas. Independente do que passou, e da forma como foram afetados, o circo exige a presença no agora. Esta é uma das principais potencialidades desta arte”, explica.</p>
<p>Sobre a escolha do tema, Gilberto esclarece que “Vivo” remete à continuidade da caminhada, ainda que em um outro mundo, e à importância de seguir em busca do equilíbrio social e psicológico. “‘Vivo’ já diz tudo: estamos cheios de saúde, sonhos, realizações. E, neste retorno, o momento é de celebrarmos tudo isto”, conclui.</p>
<p>O Circo da Trindade &#8211; Foi criado em 2004, por Gilberto Trindade junto ao professor Marco Camarotti. Em parceria com o Palhaço Cascudo, criaram sua primeira lona laranja, marco importante na fundação de sua sede fixa em Aldeia &#8211; São Lourenço da Mata &#8211; Pernambuco &#8211; Brasil.</p>
<p>A partir das suas investigações e conquistas no mercado, o Circo da Trindade recebeu importantes prêmios de expressão local e nacional, além de participar de festivais, mostras, encontros tanto de fruição, como de formação e/ou pesquisa.</p>
<p>Além das turmas permanentes de formação em aéreos e das temporadas de espetáculo (inclusive na Europa), somam-se ao currículo do Circo da Trindade, a conexão com trupes de circo do Nordeste e latino-americanas na Colômbia, Argentina, Chile e México.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
VIVOS &#8211; MOSTRA PEDAGÓGICA DO CIRCO DA TRINDADE<br />
Quando: 18 de junho de 2022 (sábado), às 17h30<br />
Local: Circo da Trindade (R. Portugal, 6-180 – Chã da Tábua, São Lourenço da Mata &#8211; PE)<br />
Ingresso: R$ 10</p>
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		<title>Aldeia lança plataforma própria do Mapa Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/aldeia-lanca-plataforma-propria-do-mapa-cultural/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2021 18:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeia]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[mapa cultural]]></category>
		<category><![CDATA[tatiana portela]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está no ar o Mapa Cultural de Aldeia, iniciativa do coletivo Aldeia da Gente (www.aldeiadagente.com.br) com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Foram quase 80 inscritos até o lançamento da plataforma e, para quem quiser se cadastrar, é só mandar um e-mail para mapaculturaldealdeia@gmail.com e solicitar o formulário de inscrição. “Estamos muito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/capagrande-com-logo.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-84375" alt="capagrande com logo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/capagrande-com-logo-533x486.png" width="533" height="486" /></a></p>
<p>Já está no ar o Mapa Cultural de Aldeia, iniciativa do coletivo Aldeia da Gente (<a href="http://www.aldeiadagente.com.br" target="_blank"><strong>www.aldeiadagente.com.br</strong></a>) com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Foram quase 80 inscritos até o lançamento da plataforma e, para quem quiser se cadastrar, é só mandar um e-mail para <strong>mapaculturaldealdeia@gmail.com</strong> e solicitar o formulário de inscrição.</p>
<p><em>“Estamos muito felizes em apresentar o Mapa, feito com muito carinho porque sempre vimos um grande potencial cultural na comunidade de Aldeia e achávamos que isso devia ser valorizado. Temos artistas de todos os segmentos e também pessoas na área de produção e técnica. Essas pessoas precisavam de mais visibilidade e agora já podem usar o Mapa como uma vitrine”</em>, diz a jornalista Tatiana Portela, responsável pelo projeto.</p>
<p><strong>Categorias -</strong> As áreas que receberam maior número de cadastros foram artesanato e música. <em>“É muito interessante ver a riqueza e a variedade do trabalho dessas pessoas. Os artesãos trabalham com técnicas bem variadas, desde material reciclado (latas, garrafas de vidro e pets) até porcelana, madeira e crochê. Também na área musical o cardápio é eclético: tem cantor de brega, instrumentista, beatmaker, rapper, compositor de samba-canção e muito mais”</em>, conta a idelizadora da iniciativa.</p>
<p><em>“Ao longo do processo de coleta das informações fomos categorizando as áreas para facilitar o acesso do usuário do Mapa. Assim além das áreas mais tradicionais, como artes plásticas, cênicas, música e literatura, criamos as abas de Cultura Afro e Indígena e de Cultura da Terra/Permacultura, que são campos bem característicos de nossa região de Mata Atlântica”</em>, explica a jornalista. Para conferir, acesse: <a href="http://www.aldeiadagente.com.br" target="_blank"><strong>www.aldeiadagente.com.br</strong></a>.</p>
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		<title>Guaiamum Treloso Rural cresce atento às revelações artísticas do Nordeste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/guaiamum-treloso-rural-cresce-atento-as-revelacoes-artisticas-do-nordeste/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 15:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeia]]></category>
		<category><![CDATA[Ave Sangria]]></category>
		<category><![CDATA[Baco Exu do Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Cordel do Fogo Encantado]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda Bem-Te-Vi]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Cabral]]></category>
		<category><![CDATA[GRT 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Guiamum Treloso Rural]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A Fazenda Bem-Te-Vi, em Aldeia, será mais uma vez palco do Guaiamum Treloso Rural (GTR), festival que chega à sua quarta edição apostando na atração da juventude, no impulsionamento de novos artistas e também em shows de artistas nacionalmente reconhecidos. Entre as atrações, destaque para a banda ícone da música independente pernambucana, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66557" aria-labelledby="figcaption_attachment_66557" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Ave-Sangria.jpg"><img class="size-medium wp-image-66557 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Ave-Sangria-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mais cultuadas bandas da psicodelia pernambucana, Ave Sangria sobe ao palco com canções inéditas do novo disco &#8220;Vendavais&#8221;, a ser lançado em abril deste ano</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>A Fazenda Bem-Te-Vi, em Aldeia, será mais uma vez palco do <strong><a href="https://www.facebook.com/guaiamumtrelosorecife" target="_blank">Guaiamum Treloso Rural (GTR)</a></strong>, festival que chega à sua quarta edição apostando na atração da juventude, no impulsionamento de novos artistas e também em shows de artistas nacionalmente reconhecidos. Entre as atrações, destaque para a banda ícone da música independente pernambucana, a <em>Ave Sangria, </em>que tocará músicas inéditas do disco &#8216;Vendavais&#8217;; <em>Cordel do Fogo Encantado</em> e<em> Baco Exu do Blues</em> (BA). Dividido em três palcos e com uma programação que começa às 14h, o GTR terá, ao todo, 19 atrações de diversos estilos musicais e de várias regiões do País que se apresentam no próximo dia 9 de fevereiro. Os ingressos já estão <a href="https://www.sympla.com.br/guaiamum-treloso-rural-2019__341009" target="_blank"><strong>à venda</strong></a>.</p>
<p>Produzido por Felipe Cabral e Eduardo Pereira, o GTR apresenta uma maioria de artistas do Nordeste como Vieira (PB), Escurinho (PB), Sereia Problema (AL), Torre (PE), Kalouv (PE), Phalanx Formation (PE) e Luísa e os Alquimistas (RN). <em>“Essa aposta se deu principalmente pensando no potencial que as bandas podem oferecer e menos por uma questão de logística. Prova disso é que a programação do GTR conta com grandes nomes da música nacional no festival, como Ave Sangria, Baco Exu do Blues &#8211; escolhido com o melhor disco do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APC) – e o Cordel do Fogo Encantado, também escolhido pelo voto popular na APC como melhor show do ano”</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3PoosTlNYmQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Segundo Felipe Cabral, o critério para a escolha dessas atrações é trazer uma garotada mais nova para o festival. <em>“E essa opção se deu não só pelo viés financeiro, mas sim de potencial artístico que elas podem oferecer. Teremos uma banda de Curitiba, a Marrakesh (PR), e esse custo não é baixo. Mas eles têm um som psicodélico muito bom e que vai se somar a outros que vão rolar no festival”</em>.</p>
<p>De acordo com o produtor, outro show de grande potencial é o de Ana Frango Elétrico (RJ), com participação de uma pernambucana, a Duda Beat. <em>“A ideia de convidar a Duda Beat para essa participação especial é fazer com que as pessoas conheçam novas atrações. A nossa ideia é inovar para que outros artistas possam ser impulsionados por pessoas que já estão consolidadas. Duda Beat e Ana Frango Elétrico são duas cantoras da mesma geração e de estados diferentes que vão se juntar para fazer um som bacana”</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TTi99a0ZceI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ele também destaca a realização de um &#8216;after party&#8217; após a programação, <em>“com nenhum som ligado e apresentações de grupos da cultura popular como o Maracatu Casa Forte, as Sambadas de Camaragibe e a Orquestra de Frevo do Maestro Oséas”</em>.</p>
<p><strong>Ações especiais em Camaragibe –</strong> A população camaragibense ganha mais atenção este ano. Uma das vantagens é o Ingresso Cultural Camaragibe, encontrado na Fundação de Cultura da cidade. <em>“São 200 unidades que custam, cada uma, R$ 30. O ingresso atual do Guaiamum Treloso varia de R$ 70 a R$ 140, e a proposta é dar uma oportunidade para a comunidade de Camaragibe, que não tem acesso a esses eventos, descobrir coisas novas”</em>, detalha Felipe. Para adquirir essa entrada, basta a pessoa comprovar que mora na região.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gFUuxGOsMow" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A outra ação em parceria com a Prefeitura de Camaragibe são as oficinas de Frevo, Teatro Popular, Reciclagem em Pneus e Adereços Carnavalescos. A proposta é aproximar a população das linguagens artísticas, com turmas de 25 integrantes e idade mínima de 14 anos. Os interessados que ainda queiram participar podem procurar a Fundação de Cultura de Camaragibe, das 9h às 15h, na Vila da Fábrica.</p>
<p>“<em>Estas oficinas partem de entendimentos simples e oficina de frevo, por exemplo, segue esse raciocínio. Atualmente a relação da música com a juventude, na maioria do pessoal, está no brega-funk e na swingueira. A gente quer ensinar aos nossos jovens a dançar o frevo e que eles possam conhecer os passos. Além disso, as turmas serão convidadas a participarem do festival também”</em>, explica Felipe Cabral.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddDmEKE8ADU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Neste sentido, Felipe revela ainda que, dentro de um planejamento para outros próximos anos, o festival tende a abraçar cada vez mais outras linguagens artísticas além da música. <em>“O GTR surgiu de uma troça carnavalesca, mas a gente pensa que o festival se prolongue e dentro de Aldeia aconteçam eventos de gastronomia, mostras de cinema, lançamentos de livros, e exposições de artistas plásticos. Esse é um embrião que está começando agora e eu acredito que num planejamento para os próximos quatro anos a gente tenha um festival que aconteça durante toda a semana e termine no final dela com muita música na Fazenda Bem-Te-Vi”</em>.</p>
<p><strong>Mais novidades</strong> &#8211; Neste ano, o GTR terá novos visuais, decorações e ações, como uma praça de alimentação diversificada, inclusive com opções veganas. Outra novidade é o plantio de um bosque dentro da Comunidade do Rachão, em Aldeia, com espécies nativas da região batizado de <em>Mr. Fryer</em>, com a consultoria de Zenaide Nunes Magalhães, arquiteta urbanista e vice-presidente da Rede Brasileira de Jardins Botânicos, e Eduardo Lins, biólogo especialista em licenciamento ambiental e em elaboração de planos de manejo.</p>
<div id="attachment_66559" aria-labelledby="figcaption_attachment_66559" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Felipe-Cabral.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66559" alt="Felipe Cabral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Felipe-Cabral-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor Felipe Cabral revela que, dentro de um planejamento para outros próximos anos, o festival tende a abraçar cada vez mais outras linguagens artísticas além da música</p></div>
<p><em>“Mr. Fryer foi um americano que praticamente trouxe a educação sustentável para Aldeia. Uma pessoa que tem uma grande importância na região que a gente mora, e tivemos a ideia de fazer o ingresso verde, e um percentual dele vai ajudar no reflorestamento de uma área na comunidade”,</em> conta o produtor do GTR. A extensão do bosque será de cinco mil metros quadrados e abrigará espécies como Ipê Amarelo e Pau Brasil, entre outras. “<em>Quando formos realizar esse replantio vamos convidar algumas escolas públicas e privadas de Aldeia para uma grande festa”.</em></p>
<p>Ainda na perspectiva da sustentabilidade, Felipe lembra que o público pode utilizar o Expresso Treloso. “<em>É um ônibus que sai dos shoppings Recife, RioMar, Plaza e Tacaruna, com passagem ao preço de R$ 20&#8243;. </em>Com essa ação, explica Felipe Cabral, espera-se diminuir a emissão de CO² em Aldeia, já que os ônibus fretados utilizaram um combustível menos poluente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Guaiamum Treloso Rural 2019</strong><br />
Local: Fazenda Bem-Te-Vi – Estrada de Aldeia, km 13, Camaragibe – PE<br />
Ingressos: 3º Lote: R$60,00 (meia), R$85,00 (Ingresso verde) e R$120,00 (inteira)<br />
Ingressos Expresso Treloso: R$20,00 – Shopping Plaza, Shopping Recife e Shopping Tacaruna<br />
Link para compra online: <a href="https://www.sympla.com.br/guaiamum-treloso-rural-2019__341009" target="_blank"><strong>https://www.sympla.com.br/guaiamum-treloso-rural-2019__341009</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></p>
<p><strong>Sábado (9 de fevereiro) | 14h</strong></p>
<p>Palco Pitú<br />
Vieira (PB)<br />
Sereia Problema (AL/PE)<br />
Torre (PE)<br />
Fontes (RJ)<br />
Luisa e Os Alquimistas (RN)<br />
Phalanx Formation (PE)</p>
<p>Palco Devassa<br />
Kalouv (PE)<br />
My Magical Glowing Lens (ES)<br />
Ana Frango Elétrico (RJ)<br />
Ave Sangria (PE)<br />
BK (RJ)<br />
Baco Exu do Blues (BA)<br />
MC Carol (RJ)</p>
<p>Palco Naná Vasconcelos<br />
Escurinho (PE)<br />
Marrakesh (PR)<br />
Jaloo (PA) convida MC Tha (SP)<br />
Carne Doce (GO)<br />
Dadá Boladão (PE)<br />
Cordel do Fogo Encantado (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>OFICINAS</strong></span></p>
<p>Oficina de Frevo<br />
Facilitador: João Paulo Lira<br />
Local:     Guarany Esporte Clube &#8211; Vila da Fábrica &#8211; 09h às 11h<br />
Escola Municipal São José &#8211; Vera Cruz – Aldeia<br />
14h às 16h &#8211; Segundas e quarta-feiras</p>
<p>Oficina de Reciclagem de Pneus<br />
Facilitador: Tony Baé<br />
Local: Cras de Vera Cruz &#8211; Aldeia<br />
09h às 12h &#8211; Segundas, quartas e sexta-feiras</p>
<p>Oficina Adereços Carnavalescos<br />
Facilitadora: Eliane Medeiros.<br />
Local:     Sede das Mulheres Guerreiras &#8211; no Largo do Japão &#8211; 09h às 11h<br />
Sede do Amante das Flores- Centro de Camaragibe<br />
19h às 21h &#8211; Terças e quinta-feiras</p>
<p>Oficina de Teatro Popular<br />
Facilitador: José Brito<br />
Local: Centro de Criatividade Musical Raminho do Trombone<br />
Sede da Banda &#8211; Alto da Boa Vista<br />
14h às 17h &#8211; Terça- feiras e sábados</p>
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