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	<title>Portal Cultura PE &#187; Alessandra Leão</title>
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		<title>Alessandra Leão: “Seu Luiz Paixão é, sem dúvida, um dos melhores rabequeiros do mundo”</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 15:22:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico convida a cantora, instrumentista e compositora Alessandra Leão. Uma das vozes mais fortes e melodiosas da nossa música, ela tem um trabalho fincado no diálogo entre a musicalidade tradicional – batuques de terreiros e cordas de violeiros nordestinos – e um discurso universal contemporâneo, características presentes em seus álbuns “Brinquedo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Alessandra-Leao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-10804" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Alessandra-Leao-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> convida a cantora, instrumentista e compositora <a href="http://www.alessandraleao.com.br/novo/" target="_blank"><strong>Alessandra Leão</strong></a>. Uma das vozes mais fortes e melodiosas da nossa música, ela tem um trabalho fincado no diálogo entre a musicalidade tradicional – batuques de terreiros e cordas de violeiros nordestinos – e um discurso universal contemporâneo, características presentes em seus álbuns “Brinquedo de tambor” (2006) e “Dois cordões” (2009); o imaginário da fé nordestina, com o projeto “Folia de Santo” (2008); até provocar, atualmente, uma radicalização sonora em sua trajetória, com o EP “Pedra de sal”, lançado recentemente.</p>
<p>Ao Cultura.PE e aos internautas ela recomenda o disco “Pimenta com Pitú” (2005), do rabequeiro Luiz Paixão.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/luiz-paixao-helder-tavares.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18155" alt="Helder Tavares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/luiz-paixao-helder-tavares-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Seu Luiz Paixão é, sem dúvida, um dos melhores rabequeiros do mundo. Ele tem uma das coisas mais importantes e difíceis pra um músico, principalmente instrumentista: ele tem uma marca! Uma maneira própria de tirar o som do instrumento, assim como Miles Davis, por exemplo, você escuta e sabe quem é que está tocando.</em></p>
<p><em>Luiz é da Zona da Mata Norte de Pernambuco, começou a tocar ainda pequenininho em forrós e cavalo marinho. É ou foi professor de muitos dos rabequeiros mais novos. É referência para tantos outros músicos, como eu, Caçapa, Siba, Renata Rosa, Cláudio Rabeca, Hugo Linns,Thomas Rohrer e Nicolas Krassic.</em></p>
<p><em>Em 2005, lançou, no Brasil e na Europa, o seu 1º CD solo, o maravilhoso &#8220;Pimenta com Pitu&#8221; e acompanhou, durante muitos anos e por diversos países, a musicista Renata Rosa. Seu show solo está em plena atividade e ele segue fazendo parte do &#8220;banco&#8221; de Cavalo Marinho.</em></p>
<p><em>Espero que o recente título de Patrimônio Imaterial do Brasil concedido ao Cavalo Marinho e aos maracatus torne a arte dessas pessoas, que dedicaram e dedicam toda a sua vida e obra, assim como Luiz, à cultura da Zona da Mata Norte, um tanto mais respeitadas e valorizadas como, de fato, merecem</em>”.</p>
<p><strong>Ouça duas faixas do disco “Pimenta com Pitu”, de Luiz Paixão.</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/88052040&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/88051905&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Alessandra Leão lança EP “Pedra de Sal” na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cantora e musicista Alessandra Leão lançou, nesta quarta (5), o seu mais novo trabalho: o EP “Pedra de Sal”. Com cinco músicas, o projeto está disponível para download no site da artista e traz composições individuais de Alessandra, além de parcerias com Kiko Dinucci e toadas tradicionais de terreiros afro. “Pedra de Sal” tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cover.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16470" alt="cover" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cover-467x486.jpg" width="467" height="486" /></a></p>
<p>A cantora e musicista <strong>Alessandra Leão</strong> lançou, nesta quarta (5), o seu mais novo trabalho: o EP “Pedra de Sal”. Com cinco músicas, o projeto está disponível para download no <a href="http://www.alessandraleao.com.br/novo/" target="_blank"><strong>site da artista</strong></a> e traz composições individuais de Alessandra, além de parcerias com Kiko Dinucci e toadas tradicionais de terreiros afro. “Pedra de Sal” tem produção do músico Caçapa – que também marca presença nos arranjos – e é um lançamento da Garganta Records, em parceria com a YB Music.</p>
<p>Um novo começo, um mergulho dentro de si mesma, a bordo de um processo de construção e desconstrução do seu processo criativo. É assim que Alessandra dá o pontapé inicial ao novo projeto, a trilogia “Língua”. Dentro desse novo ciclo, Alessandra ainda lançará os EPs “Aço” e “Língua”. Em “Pedra de Sal”, a artista se lança em uma nova atmosfera sonora, onde elementos eletrônicos e guitarras ganham mais espaço para vestir letras que traduzem uma Alessandra mais visceral. Ainda assim, ela continua a ter a tradição presente no seu trabalho, como na faixa “Doutrina e Toque de Yemanjá”, uma recriação de toadas tradicionais do Babassuê de Belém do Pará e do Xangô do Recife.</p>
<p>O EP traz participações de Juçara Marçal, Rafa Barreto, Missionário José, Mestre Nico, Guilherme Kastrup, Sandra Ximenez e Lurdes da Luz.</p>
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		<title>O lado B de Capiba é revisitado</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 20:46:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs valsas, choros, baiões, toadas e inúmeras outras canções que retratam um outro lado do inconteste talento musical do artista, natural de Surubim. Parte desse legado ganha nova roupagem, no disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em>, que será lançado neste sábado (25), com um show no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), a partir das 20h. O projeto é uma realização da Sambada Comunicação e Cultura e tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15982" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco-542x486.jpg" width="542" height="486" /></a></p>
<p>São 10 canções, quase todas “lados B” da obra de Capiba, que ganharam novos arranjos e as vozes de 10 cantoras da atualidade para interpretá-las. No show deste sábado, cinco delas sobem ao palco: as pernambucanas Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis. No disco, além delas, mais duas pernambucanas, Vanessa Oliveira e Alessandra Leão, além de Juçara Marçal (SP), Nana (BA) e Fernanda Cabral (DF). Cada faixa contou com um arranjador diferente, vestindo sua canção com uma identidade bem particular. Fazem parte do time de arranjadores nomes como Juliano Holanda, Yuri Queiroga, Caçapa, Hugo Linns, Ivan do Espírito Santo, o grupo Metá Metá, entre outros. Isso conferiu ao trabalho uma diversidade de ritmos, que vão da bossa nova ao samba e maracatu, até mesmo ska, num passeio de timbres, entre o orgânico/acústico e o eletrônico. Essa miscelânea sonora ganhou unidade pelas mãos do experiente Missionário José, produtor musical do disco.</p>
<p>A escolha do repertório teve a consultoria do pesquisador Renato Phaelante, especialista nas discografias de Capiba e de nomes como Nelson Ferreira, Antonio Maria e outros. O foco, segundo Paloma Granjeiro, da Sambada Comunicação, era dar visibilidade às canções menos conhecidas de Capiba. <em>Resto de saudade</em> e <em>Serenata Suburbana</em> são as exceções, consagrados clássicos do compositor. As demais são do repertório de Capiba ainda pouco explorado, mas muito tocante da sua obra. “<em>Nossa intenção era justamente mostrar ao público esse lado de Capiba, que tinha uma infinidade de belas canções, que dão pano pra manga. E para dar essa cara mais original, resolvemos convidar cantoras que tem um trabalho consistente, mas ainda novo, fora do </em>mainstream”, explica Paloma.</p>
<div id="attachment_15983" aria-labelledby="figcaption_attachment_15983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-15983" alt="A pernambucanas Ylana Queiroga (dir.) e Rogéria (esq.) estão no projeto e se apresentam neste sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucanas Ylana Queiroga (esq.) e Rogéria (dir.) estão no projeto e se apresentam neste sábado</p></div>
<p>Escolhido o repertório, chega a hora de vestir as músicas. Cada arranjador escolhido imprimiu sua marca à canção escolhida. <em>Sem pressa de chegar</em>, com arranjo de Yuri Queiroga e cantada pela irmã Ylana, ganha uma surpreendente versão em ska. A baiana Nana foi a única das cantoras que também arranjou a música que interpretou. <em>Ai de mim</em> conta apenas com ela e Missionário José, numa levada com programações eletrônicas. Já o maestro Ivan do Espírito Santo deu um dos arranjos mais clássicos do disco, em <em>Resto de saudade</em>, interpretada por Solis, assim como <em>Campina, Cidade Rainha</em>, interpretada por Fernanda Cabral, com arranjos de Marcos FM. Juliano Holanda, arranjador de <em>Eh! Uá calunga</em>, na voz de Karynna Spinelli, resgata a ligação de Capiba com a tradição do maracatus. O grupo Metá Metá conferiu autoralidade ao arranjo criado para <em>Serenata Suburbana</em>, na voz de Juçara Marçal.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/v6EQz4u17Uk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show deste sábado é uma adaptação do disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em> e traz mais duas músicas: <em>Frevo Ciranda</em> e <em>Não quero mais</em>. Com direção musical de Juliano Holanda, a banda que acompanha as cantoras é composta por Guga Fonseca (teclado, samplers e sintetizadores, Rogério Victor (baixo elétrico e acústico), Gilú (percussão) e o próprio Juliano (viola, violão e guitarra). O show terá, ainda, a participação de Fernando Rangel (baixo acústico) e Roberta Belo (oboé).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Capiba, Ela e Outras Canções</em><br />
Show com Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis<br />
Sábado (25), às 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Noite de abertura do FIG 2014 com alma feminina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/noite-de-abertura-do-fig-2014-com-alma-feminina/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 19:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta quinta (17), abertura oficial do festival, quatro mulheres sobem ao <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-mestre-dominguinhos/" target="_blank">Palco Mestre Dominguinhos</a></strong>. E sob o comando da beleza e força femininas, tem início essa jornada de arte e cultura que tomará conta de Garanhuns pelos próximos 10 dias. Com vocês: Valvulados e Gabi da Pele Preta, Carminho, Alessandra Leão e Vanessa da Mata.</p>
<div id="attachment_10339" aria-labelledby="figcaption_attachment_10339" class="wp-caption img-width-450 aligncenter" style="width: 450px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-10339 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n-450x486.jpg" width="450" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora caruaruense Gabi da Pele Preta é convidada do grupo Os Valvulados para abrir a noite de hoje</p></div>
<p>A atração internacional desta noite vem do outro lado do Atlântico e traz a tiracolo a dolência e delicadeza do fado. A cantora portuguesa Carminho chega a Garanhuns com um repertório calcado na fina flor do mais representativo estilo musical lusitano, conhecido no mundo inteiro. Tradição das mais fortes em terras portuguesas, o fado ganhou novos ares na voz desata jovem cantora de 29 anos, que vem chamando a atenção de vários artistas brasileiros, entre eles, Chico Buarque, Nana Caymmi, Caetano Veloso e Milton Nascimento. Entre críticas elogiosas e um merecido reconhecimento em Portugal e no Brasil, Carminho traz a Garanhuns um repertório baseado nos seus dois discos, “Fado” (2009) e “Alma” (2012).</p>
<div id="attachment_30196" aria-labelledby="figcaption_attachment_30196" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho.jpg"><img class="size-medium wp-image-30196" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Diretamente de Portugal, a cantora Carminho traz a beleza do fado ao Palco Dominguinhos</p></div>
<p>Na sequência, quem sobe ao palco é a pernambucana Alessandra Leão. A voz forte e melodiosa da cantora, compositora e musicista traça uma linha de resgate das nossas tradições populares, com influências que . Com três CDs solos gravados – “Brinquedo de Tambor” (2006), “Folia de Santo” (2008) e “Brinquedo de Tambor” (2009) – ela traz em sua música os terreiros de Xangô unidos às cordas das guitarras elétricas, num diálogo que coloca à prova nossa capacidade de conectar-se às nossas raízes sem se perder do que ecoa em contemporaneidade.</p>
<div id="attachment_30198" aria-labelledby="figcaption_attachment_30198" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao.jpg"><img class="size-medium wp-image-30198" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Raiz e contemporaneidade dialogam no som de Alessandra Leão</p></div>
<p>Encerrando essa noite feminina de abertura do 24º FIG, quem fecha a programação do Palco Dominguinhos, já varando a madrugada da sexta (18) é a cantora Vanessa da Mata. E ela vem com novidades. É o seu novo CD, “Segue o Som”, recém saído do forno. Sétimo disco de carreira da matogrossense (incluindo o disco tributo a Tom Jobim), o trabalho é produzido pelo requisitadíssimo produtor carioca Kassin, responsável pela sonoridade de grande parte dos trabalhos mais modernos da música brasileira dos últimos anos. No show que ela apresenta logo mais, canções de “Segue o Seco” e, óbvio, os grandes sucessos que são cantados em coro por todo o Brasil e, com certeza, estarão na ponta da língua do público desta noite: “Ai, ai, ai”, “Amado”, “Não me deixe só” e “Ainda bem” devem estar no repertório da cantora.</p>
<div id="attachment_10342" aria-labelledby="figcaption_attachment_10342" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra.jpg"><img class="size-medium wp-image-10342 " alt="Marcelo Lyra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quem fecha a noite é a cantora Vanessa da Mata, com seu novo disco &#8220;Segue o Som&#8221;</p></div>
<p>Quem abre a noite é a prata da casa, o grupo Os Valvulados, que convidam mais uma voz feminina para subir ao palco, a cantora caruaruense Gabi da Pele Preta.</p>
<p><strong>Confira os horários da programação desta noite do Palco Dominguinhos</strong></p>
<p><strong>21h</strong> – Os Valvulados e Gabi da Pele Preta<br />
<strong>22h</strong>– Carminho (Portugal)<br />
<strong>23h10</strong> – Alessandra Leão<br />
<strong>0h30</strong> – Vanessa da Mata</p>
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		<title>“A música independente ganha com esse festival”, afirma Marcia Castro</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 13:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cantora baiana fez seu primeiro show em Pernambuco no Palco Pop do 22° FIG Por Joana Pires Quando Marcia Castro subiu ao Palco Pop nesta quarta-feira (18/7), muita gente já se aglomerava na frente do palco com expectativa de ver o seu show. Foi uma surpresa para a baiana, que já tinha se apresentado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A cantora baiana fez seu primeiro show em Pernambuco no Palco Pop do 22° FIG</p>
<p>Por Joana Pires</p>
<div id="attachment_6372" aria-labelledby="figcaption_attachment_6372" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-60.jpg"><img class="size-medium wp-image-6372" alt="Márcia Castro. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-60-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Castro. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Quando Marcia Castro subiu ao Palco Pop nesta quarta-feira (18/7), muita gente já se aglomerava na frente do palco com expectativa de ver o seu show. Foi uma surpresa para a baiana, que já tinha se apresentado em Pernambuco como uma das convidadas de Mercedes Soza, no Teatro Guararapes em 2008. Mas vir para o Estado cantando seu trabalho autoral fez Marcia perceber a amplitude de sua música.</p>
<p>“Eu não tinha dimensão de como o trabalho estava repercutindo aqui”, comentou logo após o show. A cantora apresentou o álbum “De pés no chão”, o segundo de sua carreira. No repertório, músicas como “Preta pretinha”, dos Novos Baianos, e “Menina mulher da pele preta”, de Jorge Ben Jor, caíram na boca do público que vibrou quando, no final da apresentação, ela cantou o Frevo Pecadinho, que a lançou nacionalmente.</p>
<p>“Eu amo frevo. Não me importo muito com essa espécie de rixa entre o frevo baiano e o frevo pernambucano. Morais Moreira e Alceu Valença sempre fizeram parte da minha vida. O frevo é a minha ideia de festa”, confessou Marcia.</p>
<p>Ao comentar sobre a importância da música pernambucana na sua formação, ela fez questão de destacar o trompetista Spok, o cantor Otto e o baterista Pupillo, da Nação Zumbi, como músicos que a influenciam. “Acho que a música de Recife é muito responsável por uma renovação estética que a música independente tem vivido, porque a música da cidade tem conseguido espaço em outros circuitos. Recife é um cenário muito importante para a produção e a criatividade nacional”.</p>
<p>E completa: “Salvador ficou muito estigmatizada por essa voracidade da indústria do Axé Music. A Bahia de Dorival Caymmi, de Batatinha, Raul Seixas e Camisa de Vênus, essa Bahia diversa ficou afogada e agora a gente tá voltando. O axé foi muito importante para a Bahia mas agora estamos encontrando o equilíbrio”.</p>
<p>Para Marcia, festivais como o FIG são fundamentais para divulgação da música independente, que não encontra espaço fácil nas rádios e outros meios de comunicação. “Esses festivais possibilitam a circulação do artista independente e acabam tendo um papel muito importante já que até alguns anos atrás não tínhamos espaços de divulgação democráticos como a Internet”.</p>
<div id="attachment_6374" aria-labelledby="figcaption_attachment_6374" class="wp-caption img-width-338 aligncenter" style="width: 338px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-61.jpg"><img class="size-medium wp-image-6374" alt="Alessandra Leão, no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-61-338x486.jpg" width="338" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Alessandra Leão, no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">A cantora Alessandra Leão, que também fez um show muito bem recebido pelo público do Palco Pop, também concorda com a importância dos festival para a formação de uma plateia que entenda a diversidade musical do país. “O FIG consegue juntar artistas de gêneros bem diversos, o que faz com que as pessoas acabem conhecendo outras músicas”. Alessandra, que já esteve no FIG também em 2007, 2009 e 2011, apresentou um dos últimos shows do CD “Dois Cordões”, antes de começar a se preparar para produzir o 3° CD da carreira.</p>
<p>Quem abriu a noite de apresentações no Palco Pop foi o cantor Zé Manoel. O petrolinense veio ao FIG pela segunda vez apresentar as músicas do seu álbum, lançado em maio no Teatro Santa Isabel, no Recife. “Me surpreendi com a quantidade de pessoas que estava assistindo ao show e cantando as músicas. Fui muito bem recebido pelo Festival”. Sua música suave emocionou e realmente contagiou a plateia, que dançou ao som de Samba Tem, e outros sucessos autorais, além de versões bem interessantes como a música Sabiá, de Luiz Gonzaga, cantada em inglês. Quem completou a noite de shows no Palco Pop foi o jazz abrasileirado da banda Delicatessen.</p>
<div id="attachment_6375" aria-labelledby="figcaption_attachment_6375" class="wp-caption img-width-599 aligncenter" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-62.jpg"><img class="size-full wp-image-6375" alt="Zé Manoel no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-62.jpg" width="599" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Manoel no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p>Amanhã, quinta (19/7), passam pelo Palco Pop Terreiro Cibernético, Curumin, Renata Rosa e Felipe Cordeiro.</p>
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