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	<title>Portal Cultura PE &#187; alexandre guimarães</title>
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		<title>Alexandre Guimarães encena o monólogo &#8220;Eu não sou João Caetano&#8221; no Espaço Cênicas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 20:05:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92043" aria-labelledby="figcaption_attachment_92043" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lucas Emanuel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/eu_nao_sou_joao_caetano-marcos-freitas-foto-@lucas_emanuel-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-92043" alt="Lucas Emanuel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/eu_nao_sou_joao_caetano-marcos-freitas-foto-@lucas_emanuel-13-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo é inspirado no patrono do teatro brasileiro, João Caetano</p></div>
<p>O ator pernambucano Alexandre Guimarães apresenta, entre os dias 25 (sexta-feira), 26 (sábado), às 20h, e 27 (domingo) de março, às 19h, o monólogo “Eu Não Sou João Caetano”, no Espaço Cênicas (Av. Marquês de Olinda, 199 &#8211; Recife, PE). Contemplada pelos recursos do edital Recife Virado, capitaneado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura da Cidade do Recife, a peça é inspirada no patrono do teatro brasileiro, João Caetano. Para assistir ao espetáculo, o público deverá apresentar o passaporte vacinal. O acesso é gratuito.</p>
<p>O monólogo tem como proposta fazer um contraponto entre as vivências do ator João Caetano (1808-1863), símbolo do teatro nacional esquecido pela história, e a realidade vivenciada pelo próprio Alexandre, durante a pandemia de covid-19. No auge de sua carreira artística, o patrono do teatro brasileiro conviveu com inúmeras dificuldades de um tempo onde as condições eram precárias para dramaturgia no País. Apesar da adversidade imposta pela época, apenas a arte foi triunfal para fazer sua história, naquele momento, ser diferente. Levando em consideração este contexto, o artista pernambucano buscou desenvolver uma apresentação que traz seu olhar diante dos desafios de estar isolado nos últimos dois anos, em meio aos caos da maior crise humanitária de saúde pública, longe dos palcos, dos risos, alegria e emoção que é estar diante da platéia.</p>
<p>O espetáculo, que mistura o estilo cômico e dramático, coloca em cena o intérprete, a todo momento, refletindo sobre a solidão vivida no palco e fora dele. Ao longo da mostra, o ator toma consciência que as dificuldades enfrentadas pelos artistas, no atual momento, são as mesmas. O que separa o passado da realidade é o tempo, mas o enredo cercado de preconceito, falta de recursos, e teatros fechados, ainda prevalecem. É nesse cenário que se encontra o espetáculo &#8220;Eu não sou João Caetano&#8221;, que promete mexer com a emoção do público.</p>
<p><em>“Esse trabalho pretende levar o olhar do público, entre momentos tensos e cômicos, para o fazer do artista e suas dificuldades. Expõe como é essa vida fora dos palcos, os dramas, os desafios de seguir trabalhando. Além disso, a peça trata do péssimo hábito do nosso país de esquecer os seus heróis”</em>, afirma Guimarães.</p>
<p><strong>Trajetória -</strong> Recifense, Alexandre Guimarães coleciona várias conquistas na dramaturgia brasileira. Destaque para os diversos prêmios nacionais com o seu primeiro monólogo &#8220;O Açougueiro&#8221;. A encenação lhe rendeu o título de melhor ator, melhor monólogo e melhor maquiagem na 16ª edição do Prêmio Cenym de Teatro Nacional. O trabalho também rendeu reconhecimento de melhor ator no Festival Internacional Janeiro de Grandes Espetáculos 2016. A peça, que já passou mais de 20 cidades no Brasil, foi vista por mais de 6 mil pessoas, com temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. Além do teatro, o ator já esteve em passagem especial pela TV. Participou de novelas, como &#8220;A Dona do Pedaço&#8221; (2019) e &#8220;Malhação: Viva a Diferença&#8221; (2017 a 2018); e da série &#8220;Onde Nascem os Fortes&#8221; (2018), todos esses trabalhos na emissora TV Globo.</p>
<p><strong>Trabalhos artísticos -</strong> Os monólogos &#8220;O Açougueiro&#8221; e &#8220;ENSJC&#8221; fazem parte do projeto: &#8220;Trilogia do EU&#8221;. O objetivo das duas produções é fazer um mergulho com base na vida do próprio artista. O primeiro, traz um resgate de sua origem familiar através das manifestações culturais populares do sertão pernambucano. Já o segundo, busca revelar o seu ofício se debruçando sobre os bastidores de quem vive de arte no país. O terceiro trabalho (ainda sem data de estreia) será um infantil para mostrar o que vem depois e sua infinitude.</p>
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		<title>Espetáculo O Açougueiro entra na reta final n&#8217;O Poste</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 11:13:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do desejo de explorar novas linguagens, até então não experimentadas no palco, o ator Alexandre Guimarães, em conversa com o diretor d’O Poste Soluções Luminosas, Samuel Santos, propôs ao grupo uma imersão de três meses para estudar, na sede da companhia, os conceitos e treinamentos voltados para o teatro antropológico e físico. O que seria apenas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Do desejo de explorar novas linguagens, até então não experimentadas no palco, o ator Alexandre Guimarães, em conversa com o diretor d’O Poste Soluções Luminosas, Samuel Santos, propôs ao grupo uma imersão de três meses para estudar, na sede da companhia, os conceitos e treinamentos voltados para o teatro antropológico e físico. O que seria apenas um estágio com os integrantes d&#8217;O Poste, se transformou no desejo de uma demonstração de trabalho. Assim, surgiu o desafio de mostrar ao público <em>O Açougueiro</em>, monólogo concebido a partir de um conto de Samuel Santos. “Estava cada vez mais encantado pelo teatro físico e suas possibilidades de interpretação fincadas no ofício do ator. O trabalho de corpo, a disciplina e o estudo. Esse encantamento me levou a procurar pelo O Poste, grupo que sempre admirei pelos trabalhos viscerais e pelo primoroso cuidado na direção dos atores envolvidos”, diz Alexandre. O espetáculo, que cumpriu um mês de temporada em julho, fica em cartaz nesta sexta-feira (31) e nas próximas (7 e 14/8), às 20h, n&#8217;O Poste Soluções Luminosas, localizado na Rua da Aurora.</p>
<div id="attachment_28559" aria-labelledby="figcaption_attachment_28559" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lucas Emanuel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/o-acougueiro_credito_lucas-emanuel-curinga-comunique-002.jpg"><img class="size-medium wp-image-28559" alt="Lucas Emanuel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/o-acougueiro_credito_lucas-emanuel-curinga-comunique-002-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O ator Alexandre Guimarães é dirigido por Samuel Santos no palco</p></div>
<p>A montagem narra a saga amorosa entre o açougueiro Antônio e a jovem Nicinha. No palco, o ator se desdobra em sete personagens para narrar, entre aboios e toadas, uma história de paixão e intolerância que pode se passar na aridez do Sertão Pernambucano ou em qualquer lugar onde a dor e o preconceito são o prato principal das relações. “<em>O Açougueiro</em> é uma peça sobre o amor e a intolerância. Antônio, personagem da trama, é o Romeu de Shakespeare; o Cyrano de Bergerac; o Dom Quixote de Cervantes. E os moinhos? A intolerância de uma sociedade cada vez mais fundamentalista e preconceituosa”, diz Samuel Santos sobre o enredo do espetáculo.</p>
<p><strong>Sobre o protagonista</strong><br />
Alexandre Guimarães é ator. Foi integrante por quatros anos da Cênicas Cia. de Repertório e fez vários cursos e oficinas de teatro e vídeo, em Recife e no Rio de Janeiro. Atuou em algumas peças como Diabólica – Dir. Antônio Rodrigues (2014); Auto do Salão do Automóvel – Dir. Kleber Lourenço (2012); Senhora dos Afogados – Dir. Érico José (2010 e 2011); Pinóquio e Suas Desventuras – Cênicas Cia. de Repertório (2009). Participou dos curtas-metragem Um dia de veraneio – Dir. Henrique Paiva – Produtora Página 21 – PE (2011) e Diário de um ator – Dir. Cadu Pereiva – Produtora Mocho – SP (2011). Alexandre Guimarães é, há três anos, o garoto propaganda do Home Center Ferreira Costa. E O Açougueiro é o seu primeiro monólogo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
O que: Espetáculo <em>O Açougueiro</em><br />
Temporada: 31/07 e 7 e 14/08 (sextas-feiras), às 20h.<br />
Onde: Espaço O Poste &#8211; Rua da Aurora, 529, Boa Vista, Recife (esquina da Aurora com Princesa Isabel)<br />
Contato: 99833.9796<br />
Quanto: R$ 20 e 10<br />
Capacidade: 50 espectadores por sessão<br />
Duração: 45 minutos</p>
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