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	<title>Portal Cultura PE &#187; Aliança</title>
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		<title>Carnaval de Aliança celebra tradição e fortalece identidade cultural na Mata Norte</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 18:45:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Boi-Pintado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122885" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Boi-Pintado-519x486.jpg" width="519" height="486" /></a><br />
Foto: Boi Pintado/Divulgação</p>
<p>O Carnaval de Aliança – O Carnaval das Tradições consolida o município, localizado na Mata Norte de Pernambuco, como um dos territórios mais representativos da cultura popular do Estado. A cerca de 70 quilômetros do Recife, a cidade se transforma em um grande espaço de vivência cultural, onde o maracatu, os cortejos, a música e os encontros comunitários expressam um patrimônio vivo, construído e preservado no cotidiano da população. A iniciativa conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), fortalecendo as políticas de valorização e difusão da cultura popular no interior do Estado.</p>
<p>Realizado pela Prefeitura Municipal de Aliança, com produção da Afonso Oliveira Produções e da Roda Produções, e patrocínio do Governo de Pernambuco, do Banco do Nordeste e do Governo Federal, o Carnaval se destaca por valorizar as tradições locais e os saberes ancestrais que atravessam gerações.</p>
<p>O ponto alto da programação acontece no domingo (15). A partir das 13h, moradores e visitantes participam das visitas às sedes dos maracatus e acompanham a chegada dos grupos que se preparam para os cortejos. O momento funciona como um ritual coletivo de fé, pertencimento e afirmação cultural, especialmente nos distritos de Chã de Camará e Upatininga, onde o maracatu é parte estruturante da vida comunitária e da memória das famílias.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/orquestra-zeze-correa-upatininga-fotos-ederlan-fabio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122886" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/orquestra-zeze-correa-upatininga-fotos-ederlan-fabio-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a></p>
<p>Ainda no domingo, o Pátio da Cultura recebe, a partir das 16h, a Orquestra Zezé Correia, seguida pelo tradicional Encontro dos Maracatus, reunindo grupos como o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, importante patrimônio cultural do município. Encerrando a noite, às 20h, o show de Maciel Salú amplia o diálogo entre tradição e contemporaneidade, evidenciando a força da música de raiz pernambucana.</p>
<p>A programação tem início no sábado (14), com shows da Família Salu, André Rio e Raphaela Santos, e segue ao longo dos dias com blocos, apresentações culturais e atrações para públicos de todas as idades. Além das manifestações artísticas, o Carnaval de Aliança também valoriza a gastronomia local, com destaque para o tradicional Restaurante A Traíra, cujo preparo do peixe integra a memória afetiva e cultural da cidade.</p>
<p>Mais do que um evento festivo, o Carnaval de Aliança se afirma como espaço de salvaguarda, celebração e renovação da cultura popular, fortalecendo vínculos comunitários e reafirmando a identidade cultural da Mata Norte pernambucana.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Sábado – 14/02</strong><br />
20h – Família Salu<br />
22h – André Rio<br />
00h20 – Raphaela Santos</p>
<p><strong>Domingo – 15/02</strong><br />
10h – Encontro dos Bois<br />
13h – Visita às sedes dos maracatus<br />
16h – Orquestra Zezé Correia<br />
17h – Encontro dos Maracatus<br />
17h – Polo Infantil<br />
20h – Maciel Salú<br />
21h – Encontro dos Maracatus</p>
<p><strong>Segunda-feira – 16/02</strong><br />
10h – Bloco do Povo com André Marreta<br />
12h – Cintia Barros<br />
19h – Bloco O Sambaço<br />
22h – Os Talhas<br />
00h – Andrielly</p>
<p><strong>Terça-feira – 17/02</strong><br />
10h – Encontro dos Maracatus na sede da Associação dos Maracatus de Pernambuco<br />
17h – MC Tróia<br />
19h – Thayk<br />
21h – Carina Lins</p>
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		<title>Cortejo cultural leva 40 atrações carnavalescas ao município de Aliança</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 17:59:17 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121800" aria-labelledby="figcaption_attachment_121800" class="wp-caption img-width-420 alignnone" style="width: 420px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/PHOTO-2025-11-25-22-54-10.jpg"><img class="size-full wp-image-121800" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/PHOTO-2025-11-25-22-54-10.jpg" width="420" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra Frevo na Mata</p></div>
<p>A comunidade rural de Upatininga, no município de Aliança, Zona da Mata Norte de Pernambuco, viverá clima de Carnaval neste sábado (29/11), com um cortejo gratuito que reúne cerca de 40 atrações carnavalescas. Entre o aceiro do canavial, casas simples e ruas estreitas que cortam a divisa entre Pernambuco e Paraíba, a festa marca o encerramento das comemorações do Ponto de Cultura e Memória 15 de Novembro, referência histórica da região. A Mostra Frevo na Mata é realizada pelo Ponto de Cultura e Memória 15 de Novembro e conta com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).</p>
<p>O desfile será realizado ao longo de aproximadamente 5 km e promete reunir foliões, turistas, moradores e visitantes de várias cidades da região canavieira e da Região Metropolitana do Recife, em um percurso marcado por cores, estandartes, bonecos gigantes, orquestras de frevo e elementos da tradição afro-brasileira. A concentração acontece no Cruzeiro de Upatininga, de onde o cortejo segue até o Coreto &#8211; importante monumento da arquitetura histórica da comunidade.</p>
<p>Participam do desfile troças e clubes tradicionais como Pitombeira, Vassourinha, Cariri Olindense, Minhocão, A Zebra, Elefante, Cabeçuda, Linguarudo, Amantes do Carnaval, além de bonecos gigantes de Olinda, grupos mirins, estandartes históricos e orquestras da Zona da Mata. Também confirmaram presença atrações de municípios vizinhos, como Bom Conselho, Goiana, Nazaré da Mata, Vicência, Tracunhaém e Aliança.</p>
<p>Com pouco mais de 4 mil habitantes, Upatininga abriga expressões culturais ligadas ao ciclo canavieiro e às tradições afro-indígenas da Mata Norte. É nesse território de memória viva que a Mostra Frevo na Mata cresce a cada edição e fortalece a circulação da cultura popular no interior do estado.</p>
<p>O encerramento da noite será com a Orquestra Zezé Corrêa, que apresenta repertório dedicado ao frevo rural. O show começa às 22h e promete transformar a localidade em um grande salão de baile a céu aberto.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Cortejo cultural leva 40 atrações carnavalescas ao município de Aliança, interior de Pernambuco</strong><br />
Data: Sábado, 29 de novembro<br />
Local: Distrito de Upatininga, Zona Rural de Aliança- PE<br />
Mais informações: https://www.instagram.com/frevonamata/</p>
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		<title>Adri Popular inicia residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural em Brasília</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:27:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115987" aria-labelledby="figcaption_attachment_115987" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Adri-Popular-Divulgação-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115987" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Adri-Popular-Divulgação-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Adri Popular</p></div>
<p>Reconhecido por seu trabalho criativo e pelo engajamento em diversas iniciativas culturais, o artista de dança e produtor cultural Adri Popular deu início, nesta quinta-feira (30), a sua residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural, em Brasília. A residência foi concedida por meio do edital de Bolsas Artísticas da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB-PE).</p>
<p>A residência tem como objetivo apoiar o artista em seu desenvolvimento artístico na dança popular visando aprimorar suas pesquisas e processos criativos no campo da dança, tanto em suas aulas quanto em seus espetáculos. A experiência ainda tem como objetivo proporcionar condições para expandir as práticas e contribuir com o cenário cultural da dança popular promovendo o intercâmbio entre diferentes regiões do Brasil e valorizando as tradições culturais de cada local.</p>
<p>Durante a residência, que segue até 9 de fevereiro, Adri Popular tem a oportunidade de vivenciar e contribuir com o ambiente do Centro Tradicional, que é sede do Fuá de Seu Estrelo e da Orquestra Alada Trovão da Mata. O centro cultural, um dos mais importantes patrimônios imateriais de Brasília, preserva e promove as tradições brasileiras com destaque para as manifestações culturais do maracatu e do cavalo marinho. Dentro da programação de atividades o artista realiza, no dia 7 de fevereiro, em Brasília, e no dia 15, em Aliança, aulas-espetáculos gratuitas resultantes da residência artística.</p>
<p><strong>ADRI POPULAR -</strong> Artista de dança e produtor cultural do município de Aliança, premiado na primeira edição do Prêmio Mônica Japiassú de Dança, da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), recebeu a Medalha de Honra ao Mérito da Câmara de Vereadores de sua cidade natal, em reconhecimento a seu trabalho de valorização e divulgação da dança na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Em sua trajetória de mais de 10 anos na dança, Adri vem pesquisando a criação em dança popular e apresentando seus resultados por meio de trabalhos audiovisuais que misturam as características musicais, gestuais e estéticas da cultura popular e dos brinquedos da região, como maracatu rural, cavalo marinho, ciranda, coco de roda, caboclinho e boi.</p>
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		<title>Ciclo natalino resgata as tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:58:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114770" aria-labelledby="figcaption_attachment_114770" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado.jpg"><img class="size-medium wp-image-114770" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (PE)</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos estaduais. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de cavalo marinho, que durante toda a noite realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 7</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Brasileiro (Condado)</p>
<p><strong>Dia 14</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)<br />
Cavalo Marinho Estrela do Oriente (Camutanga)<br />
Cavalo Marinho Boi Maneiro (Itambé)</p>
<p><strong>Dia 21</strong></p>
<p>Cavalo Marinho de Mestre Batista (Aliança)</p>
<p><strong>Dia 22</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança)<br />
Cavalo Marinho Boi Tira-Teima (Glória do Goitá)</p>
<p><strong>Dia 25</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Matuto (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Boi da Luz (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Flor de Manjerona (Olinda)</p>
<p><strong>Dia 31</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</p>
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		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
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		<title>Andala Quituche lança o livro As Astúcias de Mateus e Bastião em Catirina Um Amor de Menina</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 17:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em comemoração ao Dia Nacional do Livro, a escritora aliancense Andala Quituche estará lançando seu segundo livro infantil, intitulado, junto à estreia e exibição do curta-metragem infantil As Astúcias de Mateus e Bastião 2. O evento de lançamento será nesta sexta-feira (19), às 15h30, na sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, na Chã do Esconso, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-109395" alt="Reprodução/Capa do livro" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Capa-de-As-Astúcias-de-Mateus-e-Bastião-em-Catirina-Um-Amor-de-Menina_Reprodução-da-capa-do-livro-607x341.jpg" width="607" height="341" /></p>
<p>Em comemoração ao Dia Nacional do Livro, a escritora aliancense Andala Quituche estará lançando seu segundo livro infantil, intitulado, junto à estreia e exibição do curta-metragem infantil As Astúcias de Mateus e Bastião 2. O evento de lançamento será nesta sexta-feira (19), às 15h30, na sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, na Chã do Esconso, no município de Aliança, e contará com apresentações dos alunos e alunas da Escola das Tradições do Cavalo Marinho e do Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco. O livro foi produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e também contou com incentivo da Lei Paulo Gustavo da Prefeitura Municipal da Aliança.</p>
<p>Licenciada em Letras pela Universidade de Pernambuco (UPE) – Campus Mata Norte, Andala tem como missão o trabalho com a cultura popular de Pernambuco. Mulher preta e mãe de Aruandhê, Pétala e Andarlan. Em 2001, iniciou nas artes cênicas com teatro e danças populares e, em 2010, ingressou no Cavalo Marinho Boi Pintado, sendo sua atual presidente. Nos anos 2017 e 2021, ganhou o Prêmio Ariano Suassuna de Dramaturgia, com o texto SINA e VIDA CATITA. Em 2019, lançou seu primeiro livro infantil As Astúcias de Mateus e Bastião em Cana Boa Pra Chupar, e, em 2021, lançou seu primeiro curta-metragem infantil pela Lei Aldir Blanc Pernambuco, o Astúcias de Mateus e Bastião.</p>
<p>Ainda em 2019, integrou o elenco do filme longa metragem Propriedade, de Daniel Bandeira, que vem ganhando vários prêmios em festivais nacional e internacionalmente e está disponível na Netflix. Em 2020, em plena pandemia, idealizou e inaugurou, em Aliança, o Museu das Tradições do Cavalo Marinho e a Escola das Tradições do Cavalo Marinho em que coordena e ministra aulas de cavalo marinho e cultura popular para as crianças e jovens da comunidade da Chã do Esconso. Também integrou, por dois mandatos, o Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco, de 2019 a 2023. Recentemente, participou do documentário O Canto Delas, que está em processo de montagem pela diretora Tuca Siqueira.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Maracatu de baque solto se despede de sua primeira mestra</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 16:56:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108513" aria-labelledby="figcaption_attachment_108513" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil.jpg"><img class="size-medium wp-image-108513" alt="Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Gil</p></div>
<p>A cultura popular do maracatu rural de Pernambuco está de luto. Morreu, nesta sexta-feira (16), Mestra Gil, 54 anos, integrante do Maracatu de Baque Solto Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam), na Zona da Mata Norte do Estado. A artista, mulher negra que por mais de 15 anos ecoou seu talento e voz a favor das mulheres e da cultura de raiz, silenciou seu apito e baixou sua bengala &#8211; importantes ícones de sua trajetória. O falecimento ocorreu no Hospital das Clínicas, no Recife, onde ela estava em tratamento de saúde. Deixa cinco filhos e quatro netos.</p>
<p>Mestra Gil, como era conhecida, foi pioneira na história do maracatu rural ao liderar, pela primeira vez, o Maracatu Feminino Coração Nazareno, fundado em 8 de março (Dia Internacional da Mulher) de 2004. Com ele fez história. Ingressou como bandeirista até ocupar o posto de mestra, no ano seguinte. À frente da agremiação, viajou o Brasil participando de Carnavais, festivais, encontros, sambadas, mostras e eventos culturais, apresentando seus versos de improviso e comunicando a força, o talento e a garra das mulheres pretas e periféricas na cultura popular.</p>
<p>No Maracatu Coração Nazareno, Mestra Gil foi pioneira ao participar da gravação de dois álbuns. No primeiro, em 2004, imprimiu seus primeiros versos registrados na memória cultural do País. Em 2009, com apoio do Ponto de Cultural Engenhos dos Maracatus, coordenado pela Amunam, lançou o segundo, em que buscou dedicar-se às temáticas sociais, ambientais, culturais e de empoderamento feminino.</p>
<p>Mestra Gil também foi fonte de inspiração para pesquisadores, produtores culturais e cineastas, no Brasil e no exterior, contribuindo com sua percepção da importância das mulheres estarem onde elas quiserem. Ao longo de mais de uma década participou de vários documentários, livros, revistas, entrevistas para TVs, jornais, sites e portais.</p>
<p>“Em 2024 o Maracatu Coração Nazareno chega à marca de 20 anos. Nessa jornada Mestra Gil teve uma importante contribuição para todas nós, mulheres da Mata Norte, de Pernambuco e do Nordeste. Ela foi a porta-voz das mulheres e da sociedade levando nossas reflexões aos palcos por onde passou. Mestra Gil estará viva em nossas memórias. Jamais esqueceremos de seu legado cultural”, destacou a coordenadora e idealizadora do Maracatu Feminino Coração Nazareno, Eliane Rodrigues.</p>
<p>Mestra Gil foi casada com Mestre Zé Duda, do Maracatu Rural Estrela de Ouro, de Aliança (Mata Norte), que faleceu em 2 de junho de 2023. O Garganta de Ouro foi responsável por incentivar e apoiar a carreira de Mestra Gil na cultura popular do maracatu rural.</p>
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		<title>Aliança recebe último dia 32º Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2024 18:22:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A terça-feira de carnaval marcou o último dia do 32º Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco,  que conta com apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), realizado na sede da Associação dos Maracatus de Baque Solto, em Aliança, Mata Norte. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108469" aria-labelledby="figcaption_attachment_108469" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renato Moreira/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/maracatu.jpg"><img class="size-medium wp-image-108469" alt="Renato Moreira/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/maracatu-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">32º Encontro de Maracatus de Baque Solto foi encerrado nesta terça (13)</p></div>
<p dir="ltr">A terça-feira de carnaval marcou o último dia do 32º Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco,  que conta com apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), realizado na sede da Associação dos Maracatus de Baque Solto, em Aliança, Mata Norte.</p>
<p>O evento foi prestigiado por autoridades como a governadora do Estado, Raquel Lyra,  a vice-governadora, Priscila Krause, a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, e a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/uuid7532596A-F68D-4C88-A9E6-9443110838A0library1type1mode1loctruecaptrue.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108471" alt="Renato Moreira/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/uuid7532596A-F68D-4C88-A9E6-9443110838A0library1type1mode1loctruecaptrue-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“É lindo ver, aqui em Aliança, nossa cultura sendo passada de geração para geração, além da riqueza, a diversidade e a democratização do nosso carnaval. Quem pensa que o carnaval de Pernambuco está apenas no litoral, a gente tem essas expressões por todo o interior, que se disseminam em uma alegria incrível e explode de emoção durante essas apresentações aqui”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/uuid624FB11E-494C-4C42-A9BC-106AC2E6A98Alibrary1type1mode1loctruecaptrue.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108470" alt="uuid=624FB11E-494C-4C42-A9BC-106AC2E6A98A&amp;library=1&amp;type=1&amp;mode=1&amp;loc=true&amp;cap=true" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/uuid624FB11E-494C-4C42-A9BC-106AC2E6A98Alibrary1type1mode1loctruecaptrue-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Um dos principais focos do nosso trabalho é fomentar e salvaguardar a cultura popular. É isso que estamos vendo aqui no carnaval de Aliança e a gente fica muito feliz, ver nossa cultura em evidência e mostrando a riqueza do carnaval pernambucano”, complementou a secretária Cacau de Paula.</p>
<p>A tradicional maratona do Encontro, iniciada pelo saudoso mestre Manoel Salustiano nos anos 1990, começou no domingo, também em Aliança, e continuou na última segunda em Olinda, na Ilumiara Zumbi. O último dia da festa foi marcado pela alegria dos batuques e das cores que fazem do maracatu uma das principais expressões culturais de Pernambuco.</p>
<p>A edição deste ano homenageou  Dona Nina do Leão Teimoso de Lagoa de Itaenga, Dona Ernesta do Leão Dourado de Lagoa do Carro, Dona Aurora do Carneiro Manso de Glória do Goitá, Luiz Caboclo do Estrela de Ouro de Aliança, Zé Tico do Leão Vencedor de Buenos Aires, Seu Nestor do Leão da Vitória de Vitória de Santo Antão.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>32º Encontro de Maracatus de Baque Solto reúne grupos de 22 municípios de Pernambuco, em Aliança</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 00:01:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste domingo (11), a cidade de Aliança recebeu o 32º Encontro Estadual de Maracatus de Baque Solto, que reuniu grupos de 22 municípios de Pernambuco e mais de 15mil folgazões (brincantes fantasiados). O evento teve o incentivo do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/m7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108401" alt="Crédito: Morgana Narjara – Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/m7-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a>Neste domingo (11), a cidade de Aliança recebeu o 32º Encontro Estadual de Maracatus de Baque Solto, que reuniu grupos de 22 municípios de Pernambuco e mais de 15mil <i>folgazões</i> (brincantes fantasiados). O evento teve o incentivo do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, e tem como objetivo preservar essa manifestação nascida na Zona da Mata do Estado e ligada à cultura dos trabalhadores.</p>
<p>Criado pelo Mestre Salu, falecido em 2008, o Encontro é produzido pelos próprios grupos, através Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco. Este ano, estão sendo homenageados <i>folgazões</i> que participaram de todas edições: Dona Nina, do Leão Teimoso de Lagoa de Itaenga; Dona Ernesta, do Leão Dourado de Lagoa do Carro; Dona Aurora, do Carneiro Manso de Glória do Goitá; Luís Caboclo, do Estrela de Ouro de Aliança; Zé Tico, do Leão Vencedor de Buenos Aires; e Seu Nestor, do Leão da Vitória de Vitória de Santo Antão.</p>
<p>O evento, um exemplo de resgate, persistência e criatividade, conta com a participação de grupos que se deslocam da Região da Mata Norte, da Mata Sul, do Agreste Setentrional e da Região Metropolitana do Recife, incluindo o mais antigo, o Maracatu Cambindinha de Araçoiaba, de 1914 (completando 110 anos), e os três caçulas: Maracatu Tubarão Devorador de Aliança, Maracatu Canarinho de Ouro e o Maracatu Beija Flor da Mata Norte, todos fundados em 2023.</p>
<p>Nas apresentações o Mestre de cada Maracatu entoa loas em <i>marchas</i>, <i>sambas</i> e <i>galope</i> acompanhado do Terno (grupo de sopro e percussão), enquanto no terreiro os <i>caboclos</i>, <i>baianas</i> e <i>arreiamá,</i> sob o comando do Mestre Caboclo, se exibem fazendo manobras.</p>
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		<title>Mestre Grimario comemora meio século de dedicação ao cavalo marinho</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 15:03:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107991" aria-labelledby="figcaption_attachment_107991" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario.jpg"><img class="size-medium wp-image-107991" alt="Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Grimario</p></div>
<p>Neste sábado (27), a partir das 19h, na sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Museu das Tradições do Cavalo Marinho, em Chã do Esconso, município de Aliança, Zona da Mata Norte pernambucana, acontece a comemoração dos 50 anos de tradição de Cavalo Marinho do Mestre Grimario.</p>
<p>Estão programadas apresentações dos emboladores de coco Caetano da Ingazeira e Antônio Caju, Cavalo Marinho Flor de Manjerona, Forró Geração Luiz Paixão, Gilmar Leite, Boi Marinho, Ciranda Bela Rosa de Mestre Bi e Cavalo Marinho Boi Pintado.</p>
<p>O Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2022, foi criado por Mestre Grimário em 18 de novembro de 1993.</p>
<p>Criado aos arredores da casa do Mestre Batista, em Chã de Camará, em Aliança, onde trabalhou por muito tempo, desde cedo, com o cultivo da cana-de-açúcar, Mestre Grimario esquecia-se de si mesmo e pegava-se brincando, imitando aquela figura para ele patriarcal com a brincadeira do cavalo marinho. Utilizava garrafas, latas e matos que arrancava para se fazer de Nêgo Mateus e, após muito faz de conta em brincadeiras com outras crianças, foi tornando-se folgazão.</p>
<p>Começou como daminha, personagem em que os garotos se vestem de meninas, pois na época ainda era proibida a presença de mulheres nas tradições culturais daquela região. Depois foi adquirindo as figuras de Seu Ambrósio. Recebeu o troféu Pisa Pilão como Melhor Figureiro, dentre outros, até tornar-se mestre, comandando o cavalo marinho do Mestre Batista.</p>
<p>Devido a sua necessidade artística de ter seu próprio brinquedo, vivendo desde a infância acompanhando os mestres mais tradicionais, desejava fazer algumas modificações na brincadeira. Em abril de 1993 criou seu próprio brinquedo, o Boi Pintado, em homenagem a um boizinho que ele estimava muito quando criança, Pintadinho.</p>
<p>Mestre Grimario e seu Cavalo Marinho Boi Pintado são referências dessa tradição da Zona da Mata Norte de Pernambuco, onde mesclam tradição com modernidade levando o nome do Estado para outras regiões e até o exterior.</p>
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