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	<title>Portal Cultura PE &#187; Alto do Cruzeiro de Gravatá</title>
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		<title>Exposição e livro &#8220;Ouvi Dizer&#8221; estuda a relação entre população de Gravatá e patrimônio público</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 17:39:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Construída em 1953 sob a justificativa de facilitar o acesso da população ao mirante do Alto do Cruzeiro, em Gravatá, a Escada da Felicidade sempre foi objeto de curiosidade para o artista Marcelo Silveira. Não só pela relação ambígua da população com o monumento, como também pelo seu processo de construção e as consequências causadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59998" aria-labelledby="figcaption_attachment_59998" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248498856f76f8d23bddea803bac0e8459034c53.jpg"><img class="size-full wp-image-59998" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248498856f76f8d23bddea803bac0e8459034c53.jpg" width="640" height="459" /></a><p class="wp-caption-text">A Escada da Felicidade, em Alto do Cruzeiro, é tema do livro e exposição &#8220;Ouvi Dizer&#8221;</p></div>
<p>Construída em 1953 sob a justificativa de facilitar o acesso da população ao mirante do Alto do Cruzeiro, em Gravatá, a Escada da Felicidade sempre foi objeto de curiosidade para o artista Marcelo Silveira. Não só pela relação ambígua da população com o monumento, como também pelo seu processo de construção e as consequências causadas na região. Fruto de pesquisas sobre a escada desde 2013, nasceram os projetos “Você se lembra da Escada da Felicidade?” e “Nomes”, assinados por Marcelo e Cristina Huggins, que agora são documentados no livro “Ouvi Dizer&#8230;”, que tem apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, e será lançado no dia 2 de maio, às 19h, na Torre Malakoff.</p>
<p>Na ocasião também será aberta uma mostra de mesmo nome, que ficará em cartaz no local até o dia 27 de maio. Será a primeira vez que a instalação, que conta com fotos, será apresentada no Recife. “A exposição seria o esqueleto e a vestimenta seria o livro”, resumiu Cristina sobre a complementaridade das duas expressões que compõem o projeto “Ouvi Dizer&#8230;”. Evidenciando ainda mais a importância da participação popular no trabalho, os livros terão suas capas feitas através de um processo manual de encadernação por um grupo de pessoas da região. A tiragem reduzida e será distribuída para instituições culturais e educacionais.</p>
<div id="attachment_59999" aria-labelledby="figcaption_attachment_59999" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Um-dedo-de-prosa-autores.jpg"><img class="size-full wp-image-59999" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Um-dedo-de-prosa-autores.jpg" width="320" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Cristina Huggins e Marcelo Silveira são os autores do projeto</p></div>
<p>“Nossa intenção maior era mostrar a relação da população com esse patrimônio, porque ora eles dizem que o monumento é deles e ao mesmo tempo não toma iniciativas para que isso continue existindo. É o que acontece com um monumento, ele chama atenção quando é feito, mas depois é esquecido e perde sua função inicial. A escada era um lugar onde se namorava, o morro não era tão ocupado antes. Hoje em dia, as pessoas sobem a escada de moto, as pedras e vegetação que haviam ao redor foram substituídas por muitas construções”, observa Marcelo que, ao lado de Cristina, ouviu 12 moradores da região, sendo 6 pessoas que viveram o auge da escadaria e outras 6 que chegaram no endereço mais recentemente.</p>
<p>Os depoimentos formam um panorama de sentimentos relativos ao monumento contando com relatos de desde quem viveu todo o período da escada e é feliz ao lado dela até quem chegou depois e gostaria de mudar a paisagem. “Isso talvez se dê pelo fato do monumento ter sido absorvido. E aí, por não se sentir parte dele e achar que é de outro, existe essa vontade de se destruir, porque nem todo mundo viveu aquele momento de construção. A gente tenta levantar essa questão, quais são as relações hoje com o que passou? Vamos destruir o que foi feito ou vamos atualizar essa informações? Sem falar que a relação das pessoas na cidade ao longo dessas décadas mudou muito, então, parte do trabalho está muito centrado nesse diálogo que os habitantes têm com a memoria material e imaterial da cidade”, explica Marcelo.</p>
<div id="attachment_60001" aria-labelledby="figcaption_attachment_60001" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1524850417f99687dd719c4e8bc6a39e946c3d9ef7.jpg"><img class="size-full wp-image-60001" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1524850417f99687dd719c4e8bc6a39e946c3d9ef7.jpg" width="640" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">O material conta com a documentação de imagens antigas e recentes</p></div>
<p>Um dos aspectos sobre as relações na comunidade é explorado através de “Nomes”, que investiga como a população do local compreende os nomes escritos em cada um dos 365 degraus da Escada da Felicidade. “Me parece que esses nomes eram colocados por ordem de importância, os mais importantes como o do padre e o do prefeito, estavam lá no topo.  Mas nossa questão era: que nomes são esses, que ‘ilustres’ são esses que não frequentam a escada, que não usam a escada?”, pontua Marcelo. A partir disso, a dupla ouviu mais moradores, reuniu fotos antigas e realizou novas fotos do lugar.</p>
<p>A partir do material coletado, eles discutiram como essas informações poderiam chegar ao público e decidiram por uma escultura constituída por caixas de madeira, inspiradas nos relicários. Quando aberta, cada uma das caixas exibe fotos pessoais e documentais, em sépia. Organizadas em conjunto, e observadas de cima, as caixas formam uma espécie de escada.</p>
<div id="attachment_60000" aria-labelledby="figcaption_attachment_60000" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Silveira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248501489f2a957a39420bcc9dece5bf9e3ae86a.jpg"><img class="size-full wp-image-60000" alt="Marcelo Silveira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248501489f2a957a39420bcc9dece5bf9e3ae86a.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">A instalação do material simula uma escada</p></div>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span><br />
</b>Lançamento do livro e abertura da exposição “Ouvi Dizer”, de Marcelo Silveira e Cristina Huggins<br />
Quando: Dia 2 de maio, às 19h<br />
Visitação de 2 a 27 de maio<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Alto do Cruzeiro vira polo de shows</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 13:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos pontos turísticos mais visitados de Gravatá, que em 2009 foi eleito pelos moradores como símbolo maior da cidade, o Alto do Cruzeiro recebe um palco a partir desta sexta (14/9), com apresentações sempre às 19h, dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural. A apenas 1 km do Centro, é possível ter uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5338" aria-labelledby="figcaption_attachment_5338" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/4933326944_46f9919907_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5338" alt="Vista do Alto do Cruzeiro (Foto: Marcelo Lyra)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/4933326944_46f9919907_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vista do Alto do Cruzeiro (Foto: Marcelo Lyra)</p></div>
<p>Um dos pontos turísticos mais visitados de Gravatá, que em 2009 foi eleito pelos moradores como símbolo maior da cidade, o Alto do Cruzeiro recebe um palco a partir desta sexta (14/9), com apresentações sempre às 19h, dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural.</p>
<p>A apenas 1 km do Centro, é possível ter uma visão panorâmica da cidade pelo mirante, que foi construído no século 18. O Cristo Redentor, a Capela do Cristo Rei e a Escada da Felicidade, com seus 365 degraus, dividem espaço com bares e restaurantes. É de lá ainda, segundo contam, que se pode avistar um pôr-do-sol deslumbrante.</p>
<p>A partir de amanhã, nesse mesmo cenário, o Alto do Cruzeiro recebe um pouco de música, com os shows de Dhéa Damasceno e Banda, Orquestra Ômega e Conde do Brega.</p>
<p>No sábado (15/9), o forró do veterano Sérgio Buq abre a noite, que segue no mesmo ritmo da sanfona, da zabumba e do triângulo, com o show de Maria da Paz. Fechando a programação, Allexa empresta um pouco do seu ecletismo, interpretando músicas que vão “do tradicional ao contemporâneo e do samba de roda ao samba rock”.</p>
<p>O acesso às atrações é gratuito.<br />
<strong>// Programação| Palco Alto do Cruzeiro</strong><br />
Alto do Cruzeiro, sempre a partir das 19h</p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/9</strong><br />
- Dhéa Damasceno e Banda<br />
- Orquestra Ômega<br />
- Conde do Brega</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
- Sérgio Buq<br />
- Maria da Paz (<a title="Maria da Paz" href="http://www.mariadapaz.com/" target="_blank">http://www.mariadapaz.com/</a>)<br />
- Allexa (<a title="Allexa" href="http://www.myspace.com/476465476" target="_blank">http://www.myspace.com/476465476</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
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