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	<title>Portal Cultura PE &#187; alto josé do pinho</title>
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		<title>Afoxé Ylê de Egbá celebra Festa Kizomba no domingo de Páscoa</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 16:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23100" aria-labelledby="figcaption_attachment_23100" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Magda Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Afoxe-Ile-de-Egba-FIG-2013-foto-de-Magda-Silva.jpg"><img class="size-medium wp-image-23100" alt="Magda Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Afoxe-Ile-de-Egba-FIG-2013-foto-de-Magda-Silva-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Afoxé Ylê de Egbá durante o 23º Festival de Inverno de Garanhuns.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mantendo a tradição de reunir no primeiro domingo de cada mês, representantes do segmento afro-brasileiro de Pernambuco, a Festa Kizomba, organizada pelo Afoxé Ylê de Egbá no Alto José do Pinho, será realizada neste domingo (5). Entre as atrações culturais desta edição de Páscoa, o público terá apresentação do grupo Batucajé, roda de coco com convidados especiais e o grupo Ylê de Egbá Show.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento começa a partir das 18h, com a mostra itinerante de cinema de rua, promovida pelo projeto Olhar do Alto. Serão exibidos o curta “Poeta Urbano”, de Antonio Carrilho, mostrando o universo dos poetas no Recife e Olinda; e o documentário “À Margem dos Trilhos”, dos cineastas Marcelo Pedroso e Pedro Severien, inspirado em problemáticas de habitação social existente em diversos bairros do Recife. Após as exibições, acontecem as apresentações culturais.</p>
<div id="attachment_23101" aria-labelledby="figcaption_attachment_23101" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Raphael Malta</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Projeto-Olhar-do-Alto-Raphael-Malta.jpg"><img class="size-medium wp-image-23101" alt="Raphael Malta " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Projeto-Olhar-do-Alto-Raphael-Malta-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Realização do Olhar do Alto no último dia 22 de março, no Alto de Santa Teresinha.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O projeto Olhar do Alto é uma realização da Gapuia, Comunicação, Turismo e Cultura, e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura Audiovisual, visando fortalecer a linguagem em comunidades que já realizam ações na área. Iniciado em 2013, no Alto José do Pinho e Alto de Santa Teresinha, a fase inicial do projeto conquistou um público de aproximadamente 200 expectadores por sessão. “Sentimos ali a necessidade de dar continuidade à ação e ampliar a iniciativa com atividades de formação cineclubista, estimulando um debate para a criação de uma rede de cineclubes a partir destes lugares”, afirmam Tarciana Portela e Mauro Lira, idealizadores do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação da Festa Kizomba é aberta ao público e acontece em frente à sede do Afoxé Ylê de Egbá, localizada na Rua Severino Bernardino Pereira, no Alto José do Pinho. Para a realização do evento, o afoxé conta com apoio da Fundarpe, Fundação Gilberto Freyre e Prefeitura do Recife.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Festa Kizomba</strong><br />
<strong>Atrações:</strong> projeto Olhar do Alto e apresentações do Batucajé e Ilê de Egbá Show<br />
<strong>Quando:</strong> domingo, 05 de abril<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 18h<br />
<strong>Local:</strong> em frente à sede do Afoxé Ylê de Egbá (Rua Severino Bernardino Pereira, no Alto José do Pinho, Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<title>O rap antropofágico de Zé Brown ganha registro em DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 14:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A rima está no rap e está no repente, na poesia de caráter universal que retrata as mais profundas questões humanas assim como as mazelas cotidianas, as histórias locais, de um povo. A arte de Zé Brown, gestada ao longo de mais de 25 anos, está fincada nesse linguajar, no que aprendeu no Alto José [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ze-brown-eric-gomes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19732" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ze-brown-eric-gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A rima está no rap e está no repente, na poesia de caráter universal que retrata as mais profundas questões humanas assim como as mazelas cotidianas, as histórias locais, de um povo. A arte de <strong>Zé Brown</strong>, gestada ao longo de mais de 25 anos, está fincada nesse linguajar, no que aprendeu no Alto José do Pinho, zona Norte do Recife, onde se tornou rapper, e a partir de onde ganhou o mundo. Essa trajetória vai ganhar um registro especial, nesta sexta (16), com a gravação do DVD “Poesias do povo”, no Baile Perfumado (Prado), a partir das 22h.</p>
<p>“<em>Esse DVD reflete todas as minhas influências, que surgiram no final dos anos 1980, quando ingressei na cultura hip hop como b.boy, comecei a dançar o break, e no início dos anos 1990, quando comecei minha trajetória musical com a banda Faces do Subúrbio, no Alto José do Pinho, onde me despertou em pesquisar ritmos da cultura popular</em>”, conta. Embolada, maracatu, forró, literatura de cordel e samba. Na música de Zé Brown, tudo isso dialoga perfeitamente com o rap, espinha dorsal do seu trabalho. E para acompanhar Brown nessa empreitada, juntam-se a ele Celo (bateria), Riva Le Boss (guitarra) e Valdir Afonjá (contrabaixo).</p>
<p>E, mostrando que sua música encontra ecos em outras paragens, reprocessando estilos e vertentes variadas, ele traz um time diverso de amigos para dividir o palco, no show desta noite. Participam do show Cannibal, Cajú e Castanha, Beto Hortis, Núcleo (Sistema X), Mombojó e Josildo Sá. Os ingressos custam R$ 20 (vinte reais).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD “Poesias do Povo”, de Zé Brown</em><br />
Sexta (16), às 22h<br />
Baile Perfumado – Rua Carlo Gomes, 390, Prado – Recife/PE<br />
R$ 20 (vinte reais)</p>
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		<title>Afoxé Ylê de Egbá: 28 anos de tradição e resistência</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2014 20:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
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		<description><![CDATA[Descendente direto da Casa de Matriz Africana Ylê Asé Ayrá Adjáosi, o Afoxé Ylê de Egbá começou a ensaiar seus primeiros passos em 1986, no Alto José do Pinho, Zona Norte do Recife. De lá para cá, sob a batuta de Expedito de Paula Neves, mais conhecido como Dito D&#8217;Oxóssi, a agremiação ganhou força e, não à [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Descendente direto da Casa de Matriz Africana Ylê Asé Ayrá Adjáosi, o Afoxé Ylê de Egbá começou a ensaiar seus primeiros passos em 1986, no Alto José do Pinho, Zona Norte do Recife. De lá para cá, sob a batuta de Expedito de Paula Neves, mais conhecido como Dito D&#8217;Oxóssi, a agremiação ganhou força e, não à toa, se tornou um dos grupos de afoxé mais tradicionais de Pernambuco, não só por sua beleza rítmica, mas também pelo trabalho sócio-cultural que desenvolve no Ponto de Cultura Sakonfa, em Casa Amarela. &#8221;Nós trabalhamos na comunidade e em bairros adjacentes. Lá, disponibilizamos cursos profissionalizantes de dança, culinária, design e muitos outros. Esse projeto é fruto de nossa resistência e militância nesses 28 anos de estrada”, lembra Dito.</p>
<div id="attachment_13261" aria-labelledby="figcaption_attachment_13261" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/4526179613_15f3349138_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-13261" alt="O grupo acumula em seu currículo atividades de reconhecimento nacional e internacional" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/4526179613_15f3349138_z-607x306.jpg" width="607" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo acumula em seu currículo atividades de reconhecimento nacional e internacional</p></div>
<p>Com passagens pelos Festivais Sfinks (Bélgica) e Boo Boo (Itália), Encontro Interamericano (Portugal) e Carnaval do Mundo (Londres), o  Ylê de Egbá é um celeiro cultural, amplamente reconhecido por sua ousadia e originalidade. Junto com a União dos Afoxés de Pernambuco (UAPE), o grupo deu início ao projeto Quilombo Vivo, atividade que foi um marco tanto para a comunidade negra, como para os moradores do Alto José do Pinho, por reunir num único palco os Afoxés Oxum Pandá, Alafin Oyó, Omi Sabá, Ara Odé, Guian Ala Moxé Orum, Filhos de Ogundê e Povo de Ogundê. Além disso, foi o primeiro afoxé pernambucano a participar da tradicional Noite dos Tambores Silenciosos, encontro de maracatus-nação que acontece no Carnaval recifense, e o pioneiro no lançamento de um CD do gênero no mercado fonográfico.</p>
<p>O afoxé do Ylê mescla o toque do &#8220;Ijexá&#8221; (ritmo afro) a vários outros ritmos das nações yorubás que vieram para o Brasil, resultando em arranjos e músicas com interessantes variações rítmicas, que dão um &#8220;toque&#8221; singular à batida do grupo, através de xequerês, atabaques, ganzás e agogôs. Outros segmentos do Ylê de Egbá são: o Imalê, grupo formado por ogans alabês (percussionistas de terreiro); o Egbé de Xangô, Sociedade dos Filhos de Xangô (orixá que representa a entidade) e o Imalê Mirim, a ala infantil do afoxé.</p>
<div id="attachment_13243" aria-labelledby="figcaption_attachment_13243" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/5971486787_5f88862ab3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-13243" alt="Afoxé Yle Egbá mescla o toque do “Ijexá” (ritmo afro) a vários outros ritmos das nações yorubás que vieram para o Brasil com os negros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/5971486787_5f88862ab3_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Yle de Egbá mescla o toque do “Ijexá” (ritmo afro) com vários outros ritmos das nações yorubás que vieram para o Brasil</p></div>
<p>Segundo o idealizador Dito D&#8217;Oxóssi, &#8220;o Ylê Egbá nasceu com a proposta de tratar da resistência do nosso povo e da ancestralidade africana&#8221;. E um dos seus maiores objetivos &#8220;é falar da riqueza dos ancestrais e heróis negros, dos príncipes, reis e orixás para acabar de vez com esse paradigma que colocaram sobre o povo de matriz africana&#8221;, complementa o líder da agremiação.</p>
<div id="attachment_13262" aria-labelledby="figcaption_attachment_13262" class="wp-caption img-width-338 aligncenter" style="width: 338px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/4526117913_af82cd6f25_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-13262" alt="Dito D'Oxossi é quem comanda o Ylê de Egbá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/4526117913_af82cd6f25_z-338x486.jpg" width="338" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dito D&#8217;Oxóssi é quem comanda o Ylê de Egbá</p></div>
<p>Entre as ações permanentes do Ylê de Egbá, está a Festa Kizomba, que acontece todo primeiro domingo de cada mês, no Alto José do Pinho. Criado para ajudar os grupos que não têm espaço e nem visibilidade, o evento do próximo dia 7/9, além de celebrar os 28 anos da agremiação, vai prestar uma homenagem ao ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, falecido no último dia 13/8. Na programação, que começa às 14h, estão escaladas as apresentações do Afoxé Obá Iroko, do grupo Cordeiro Menestrel e do cantor Márcio Mênnih. &#8220;Atualmente, a proposta do Ylê Egbá é trazer os turistas para conhecer a nossa comunidade, e, através disso, aquecer o turismo e o comércio local [do Alto José do Pinho]&#8220;, revelou Dito D&#8217;Oxóssi, que assumiu como missão na vida defender a cultura negra.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/fWhR4yIVCSg" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/H73GzdhFvkk" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/MSqrL3ASr34" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Festa Kizomba<br />
Data: 7/9<br />
Horário: 14h<br />
Local: Alto José do Pinho<br />
Acesso: Gratuito</p>
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