<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; AMÂNCIO SIQUEIRA</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/amancio-siqueira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>O doce desafio de levar Outras Palavras, cultura e arte, ao ambiente escolar</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/o-doce-desafio-de-levar-outras-palavras-cultura-e-arte-ao-ambiente-escolar/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/o-doce-desafio-de-levar-outras-palavras-cultura-e-arte-ao-ambiente-escolar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 14:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Adelma Elias]]></category>
		<category><![CDATA[AMÂNCIO SIQUEIRA]]></category>
		<category><![CDATA[Disco Velho]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Professora Elvira Viana]]></category>
		<category><![CDATA[fig]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Kiara Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Iglesias]]></category>
		<category><![CDATA[Nem tudo cabe na paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[V Prêmio Pernambuco de Literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=61419</guid>
		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Pra quem gosta de falar sobre cultura e arte, por mais tímida que essa pessoa seja (como é o meu caso), parece até simples a missão de mediar um debate entre estudantes de uma escola pública de Garanhuns, e dois artistas que têm uma forte conexão com a Terra da Garoa pernambucana: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61430" aria-labelledby="figcaption_attachment_61430" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722504642_f225493b5f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61430" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722504642_f225493b5f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vencedor no V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos &#8216;Nem tudo cabe na paisagem&#8217;, o escritor Amâncio Siqueira foi um dos convidados dessa edição</p></div>
<p align="right"><b>Por Marcus Iglesias</b></p>
<p>Pra quem gosta de falar sobre cultura e arte, por mais tímida que essa pessoa seja (como é o meu caso), parece até simples a missão de mediar um debate entre estudantes de uma escola pública de Garanhuns, e dois artistas que têm uma forte conexão com a Terra da Garoa pernambucana: A cantora Kiara Ribeiro, que segue em divulgação do seu CD <b>Disco Velho</b>; e um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos <b>Nem tudo cabe na paisagem,</b> o escritor Amâncio Siqueira – que apesar de ter nascido em Afogados da Ingazeira, mora na cidade do nosso maior Festival de Inverno (FIG) e a tem como um dos seus lares.</p>
<p>Mas quando você se vê diante dos olhos curiosos – e também tímidos – daquela garotada, uma doce responsabilidade cai sobre o colo de quem está ali na frente, como um aviso que serve pra lembrar que com educação não se brinca – por mais divertida que a proposta seja.</p>
<p>Cerca de cinquenta alunas e alunos da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Elvira Viana participaram desse debate, mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong>, neste caso realizada na última terça-feira (12) em Garanhuns, véspera de Santo Antônio, o padroeiro da cidade. O projeto da Secult-PE e Fundarpe já percorreu mais de 500 escolas, levando escritores e escritoras, mestres e mestras da cultura popular, e dezenas de artistas que fazem parte da atual cena cultural pernambucana. Sem falar na revolução social que isso representa, é uma iniciativa que forma público, que o informa, e que faz circular a atual produção artística do estado pelas escolas.</p>
<div id="attachment_61426" aria-labelledby="figcaption_attachment_61426" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708904_ae47f1ccb5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61426" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708904_ae47f1ccb5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Vou começar aqui a conversa com os artistas, mas eu preciso que vocês entrem no papo também e se libertem da timidez pra fazer suas perguntas, até porque preciso da ajuda de todo mundo pra fazer minha matéria sobre esse encontro”, brinquei na ocasião</p></div>
<p>Como jornalista que acompanha o Outras Palavras, já escrevi dezenas de matérias sobre o assunto, mas nunca estive no papel de mediador do debate. Antes apenas observava o cenário para depois narrar por escrito a história que vi. Ali, na mediação, no entanto, tive uma perspectiva bem diferente e deixo aqui o reconhecimento a quem cumpre esse papel. É desafiador sentir a curiosidade de um público jovem e criar meios para que eles interajam com a ação – que só fará real sentido com esta dinâmica. <i>“Vou começar aqui a conversa com os artistas, mas eu preciso que vocês entrem no papo também e se libertem da timidez pra fazer suas perguntas, até porque preciso da ajuda de todo mundo pra fazer minha matéria sobre esse encontro”,</i> brinquei, tentando quebrar o gelo. Acho que consegui.</p>
<p>A diretora da Gerência Regional de Educação, Adelma Elias, fez uma fala legal neste sentido, do papel da educação e da proposta de aula que estava ali sendo apresentada. <i>“O que a gente vai vivenciar aqui hoje é fruto de uma articulação entre duas secretarias do estado, a de Cultura e a de Educação. Precisamos refletir que a educação é uma tarefa que precisa ser feita com várias mãos. A escola tem esse papel formalmente, mas ela não é possível sem parcerias como essa, que partem pelo viés das artes. Outras Palavras, seja na literatura ou na música, mas que elas venham para dentro do ambiente escolar”.</i></p>
<div id="attachment_61428" aria-labelledby="figcaption_attachment_61428" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054711154_91901bf635_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61428" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054711154_91901bf635_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Precisamos refletir que a educação é uma tarefa que precisa ser feita com várias mãos. A escola tem esse papel formalmente, mas ela não é possível sem parcerias como essa, que partem pelo viés das artes&#8221;, refletiu a diretora Adelma Elias</p></div>
<p>Quando fomos, eu e o Amâncio, convidados a compor a mesa, eu já sabia que teria ali uma conversa muito gostosa sobre literatura. Li <b>Nem tudo cabe na paisagem</b> e fiquei bastante encantado com aqueles contos e aquelas palavras construídas pelo autor. Alguns em especial, como <b>Bastardo</b> (que narra a vingança de um índio que teve seu pai assassinado por um homem branco) e <b>Atirei no que vi, acertei no que não vi</b> (mais tarde confessado pelo próprio autor, sob os olhares de sua mãe que assistia emocionada a participação do filho, como uma espécie de confissão que desejaria ter feito ao pai, falecido em 2014). Além disso, por coincidência, descobri nas pesquisas que fiz que nascemos eu e ele no mesmo dia, 13 de janeiro. Eu estava à vontade, mas queria levar mesmo essa sensação era para o público de jovens.</p>
<p>Amâncio também queria isso. Era sua primeira vez no Outras Palavras (assim como a minha primeira como mediador), e com seu tom professoral e didático falou de como foi simples o surgimento da paixão pela literatura na sua vida. Espontaneamente, ele diria. <i>“Eu gostava muito de ler gibis e tive dentro de casa uma mãe que me estimulava bastante a ler livros, sempre tinha uma sugestão de algo pra mim. E lembro que tinha um amigo que era assinante da Revista Superinteressante. Na época, eu não tinha nenhum projeto literário, mas já gostava de pesquisar sobre as coisas que eu gostava. A palavra sempre foi fascinante pra mim”.</i></p>
<div id="attachment_61427" aria-labelledby="figcaption_attachment_61427" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054709194_4c786737a8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61427" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054709194_4c786737a8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes e autor puderam conversar sobre vários assuntos, como o mercado editorial brasileiro, o processo criativo de uma escritor e os projetos futuros de Amâncio</p></div>
<p><b>Nem tudo cabe na paisagem</b> é o segundo livro lançado por Amâncio (que estreou na literatura com o romance <b>Quebra-Cabeça</b> &#8211; 2015), e que foi lançado graças ao V Prêmio Pernambuco de Literatura. Sobre ele, Amâncio reforçou que <i>“esse Prêmio é importante por várias razões. Uma delas é porque ele passa pela avaliação de duas comissões, primeiro por região e depois dentro das categorias. Há também o pagamento de um valor em dinheiro, o que ajuda o escritor a se sentir profissional. E há uma organização que não é comum dentro do mercado editorial brasileiro, com o envolvimento de várias outras pessoas que fortalecem o trabalho final”.</i></p>
<p><i>“O título do livro, por exemplo, surgiu a partir de uma ideia do meu colega Carlos Caldas, que percebeu que há nos contos, com muita força, a presença de paisagens. Cada viagem, na verdade, traz uma revelação pros personagens em questão”,</i> detalhou o autor para os estudantes. Num dos contos que citei, o <b>Atirei no que vi, acertei no que não vi</b>, há um trecho que diz: <i>“Tem um livro de Saramago que ele começa dizendo que a única coisa que não tem fim é a paisagem. Quem viaja sabe que é verdade. A viagem acaba, a vida acaba, e a paisagem ali, desafiando.”.</i><i> </i></p>
<div id="attachment_61429" aria-labelledby="figcaption_attachment_61429" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722502682_eab27cc1e6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61429" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722502682_eab27cc1e6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Nem tudo cabe na paisagem&#8217; é o segundo livro lançado por Amâncio (que estrou na literatura com o romance Quebra-Cabeça &#8211; 2015)</p></div>
<p>Nesse ponto da conversa, o papo entre ele e os estudantes já havia se estendido sobre vários assuntos, como o mercado editorial brasileiro, o seu processo criativo e projetos futuros. Mas questionado por um aluno sobre que conselho ele poderia dar a alguém daquele auditório que tivesse um sonho com a arte, Amâncio respondeu com firmeza: <i>“O conselho é que a vida é curta e os sonhos não acontecem sozinhos. Não vai descer um anjo dos céus pra realizá-los. O ser humano ele é feito de vontade, de desejo, de projetos, então toda vez que você realiza um, aquele deixa de ter aquela importância e você projeta um novo. Eu busco agora conquistar algum prêmio nacional, quero ser o melhor dos melhores. Não me contento em ser considerado um bom escritor. Quero ser o melhor que puder”</i>, explicou.</p>
<div id="attachment_61425" aria-labelledby="figcaption_attachment_61425" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708174_ec94de52a8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61425" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708174_ec94de52a8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><br />“A inexistência é a regra básica do universo. Eu inexisti durante 15 bilhões de anos, existirei por no máximo cem e inexistirei por mais muito tempo. Então não percam tempo e corram atrás do que vocês gostam de fazer&#8221;, sugeriu o escritor</p></div>
<p><i>“A inexistência é a regra básica do universo. Eu inexisti durante 15 bilhões de anos, existirei por no máximo cem e inexistirei por mais muito tempo. Então não percam tempo e corram atrás do que vocês gostam de fazer. Escrever é como respirar. Eu posso prender a respiração durante algum tempo, mas terei que voltar a fazê-lo para me sentir vivo. A escrita é uma necessidade, e se eu não exercitasse isso eu não me sentiria um ser humano completo”,</i> refletiu na sequência.</p>
<p>Em seguida foi a vez da cantoria Kiara Ribeiro conversar com os adolescentes, recebida com muitos aplausos. Talvez Kiara não lembrasse – e eu nem comentei – mas cheguei a entrevistá-la algumas vezes durante o Festival de Inverno de Garanhuns, então de certa forma também já me sentia à vontade com a artista. <i>“Eu acho que esse encontro vai frutificar e vai eternizar, e é isso que importa. Passar e fazer valer. Estar aqui hoje é mais do que uma realização profissional, é pessoal mesmo”,</i> disse ela.</p>
<div id="attachment_61424" aria-labelledby="figcaption_attachment_61424" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054706404_2d3c4530a6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61424" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054706404_2d3c4530a6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Desde criança eu vislumbrei o palco como um espaço de realização plena e transformação. Eu não sabia se eu queria dançar, cantar, o que eu queria era o palco. Queria ser artista&#8221;, disse Kiara Ribeiro</p></div>
<p><i>“Desde criança eu vislumbrei o palco como um espaço de realização plena e transformação. Eu não sabia se eu queria dançar, cantar, o que eu queria era o palco. Queria ser artista. Mas também estudei, tenho formação acadêmica, e deixo esse conselho a vocês. Que independente do que você deseje, o estudo é sua maior segurança e o maior investimento que você pode fazer”,</i> aconselhou a cantora, que atualmente tem divulgado o seu novo trabalho autoral chamado <b>Disco Velho</b>, uma homenagem ao samba brasileiro.</p>
<p><i>“Há sete anos eu coloquei o samba dentro do meu repertório por intuição. Eu nunca tinha cantado esse gênero. E aconteceu que o samba engoliu o show de uma maneira que se tornou uma constante. Ali é minha casa e onde me realizo. E não achem que o samba só existe no Rio de Janeiro. Ele tem forte força lá, mas o samba é de raiz negra, e existe em vários estados, como aqui em Pernambuco. Mas sem dúvidas minha maior referência é a cantora Clara Nunes.”</i></p>
<div id="attachment_61423" aria-labelledby="figcaption_attachment_61423" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903052887_ef4b678684_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61423" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903052887_ef4b678684_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foram também várias perguntas direcionadas a Kiara, sobre como é estar em turnê, o apoio dos fãs e parcerias que deseja fazer na vida artística</p></div>
<p>Na hora que Kiara falou isso, alguma estudante perguntou em voz alta pra si mesma <i>“Quem é Clara Nunes?”.</i> Ao ouvir a pergunta, um professor provocou a cantora a explicar ao público quem é a tão famosa cantora – aparentemente não tão famosa nas novas gerações. Mas ao cantar a música <b>Iansã,</b> houve uma identificação por parte de boa parte daqueles jovens, como se a música estivesse numa espécie de memória celular. “<i>Ah, então quer dizer que essa música é de Clara Nunes? Que legal”</i>, conversou consigo a mesma estudante, com aquele olhar de quem percebeu alguma coisa no ar.</p>
<div id="attachment_61422" aria-labelledby="figcaption_attachment_61422" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903048997_930a39964c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61422" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903048997_930a39964c_k-607x434.jpg" width="607" height="434" /></a><p class="wp-caption-text">Kiara se surpreendeu quando uma das alunas pediu para cantar com microfone uma música de Dominguinhos ao seu lado</p></div>
<p>Foram também várias perguntas direcionadas a Kiara, sobre como é estar em turnê, o apoio dos fãs e parcerias que deseja fazer na vida artística (“<i>Cantar com Roberta Sá, sem dúvidas, seria um grande sonho”, </i>disse ela na ocasião). Para finalizar sua apresentação, a cantora fez uma homenagem ao seu grande incentivador musical, o mestre Dominguinhos, e pediu a ajuda do público pra fechar com chave de ouro. <i>“Vamos todo mundo ficar de pé e cantar comigo?”,</i> convocou a cantora, para depois se surpreender quando uma das alunas, corajosa e determinada, pediu para cantar com microfone ao lado dela<i>. “Eu só quero um amor, que acabe o meu sofrer, um xodó pra mim, do meu jeito assim, que alegre o meu viver” </i>foi um refrão que ecoou naquele auditório, com vários sorrisos nos rostos, e provou que quando a arte se aproxima da educação, coisas incríveis podem acontecer. Eu, pessoalmente, só tenho a agradecer pelo convite e pela experiência de ter mediado um encontro tão sincero e bonito.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/o-doce-desafio-de-levar-outras-palavras-cultura-e-arte-ao-ambiente-escolar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5º Prêmio Pernambuco de Literatura lança livros vencedores</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/5o-premio-pernambuco-de-literatura-lanca-livros-vencedores/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/5o-premio-pernambuco-de-literatura-lanca-livros-vencedores/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 20:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[AMÂNCIO SIQUEIRA]]></category>
		<category><![CDATA[Enoo Miranda]]></category>
		<category><![CDATA[ezter liu]]></category>
		<category><![CDATA[Fred Caju]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio pernambuco de literatura]]></category>
		<category><![CDATA[WALTER CAVALCANTI COSTA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=59583</guid>
		<description><![CDATA[Uma reunião de contos sobre viagens e descobertas; um romance-livro de memórias do protagonista; um poemário que joga luz sobre o fazer criativo do poeta; uma narrativa que mergulha nas pequenas tragédias cotidianas do homem; e ainda um conjunto de histórias que evidenciam as diversas facetas do feminino integram a mais recente coleção da Cepe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reunião de contos sobre viagens e descobertas; um romance-livro de memórias do protagonista; um poemário que joga luz sobre o fazer criativo do poeta; uma narrativa que mergulha nas pequenas tragédias cotidianas do homem; e ainda um conjunto de histórias que evidenciam as diversas facetas do feminino integram a mais recente coleção da Cepe Editora. São as obras que venceram, em 2017, o <strong>5º Prêmio Pernambuco de Literatura</strong>, uma iniciativa do Governo do Estado (Secult-PE, Fundarpe e Companhia Editora de Pernambuco).</p>
<p>O lançamento coletivo das cinco publicações, que registram mais um imperdível momento da nossa literatura, está marcado para às 19h da quinta-feira, 26 de abril, no Museu do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_59596" aria-labelledby="figcaption_attachment_59596" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/convite2.jpg"><img class="size-medium wp-image-59596" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/convite2-607x398.jpg" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamento será no Museu do Estado de Pernambuco, aberto ao público</p></div>
<p>Primeira mulher a receber o maior reconhecimento em uma edição do Prêmio, a escritora <strong>Ezter Liu</strong>, residente em Carpina, apresenta o livro de contos <em>das tripas coração</em>. Revelando ainda a produção literária da Zona da Mata, <em>O Velocista</em> é o primeiro romance de <strong>Walter Cavalcanti Costa</strong>; e <em>chã</em>, o novo poemário de <strong>Enoo Miranda</strong>. Representando o Agreste, o romancista <strong>Amâncio Siqueira</strong> lança seu <em>Nem tudo cabe na paisagem</em>.  O poeta <strong>Fred Caju</strong> completa a lista de agraciados lançando <em>nada consta</em>.</p>
<p>A Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, comemora a chegada dos novos livros. “Este é um momento muito importante para todos nós que lutamos por mais visibilidade para a literatura pernambucana e para ampliação do acesso ao livro e à leitura no Estado”. É que além da premiação no valor total de R$ 40 mil aos escritores e a tiragem de mil exemplares de cada obra, o Prêmio garante ainda a distribuição dos livros a escolas públicas do Estado e a participação dos escritores em rodas de diálogo de eventos como o Festival de Inverno de Garanhuns e de projetos como o ‘Outras Palavras’.</p>
<p>&#8220;A Cepe participa, com muita satisfação, desta iniciativa. Promover o livro e a leitura é uma das principais missões institucionais da empresa e fazemos isso, ainda com mais entusiasmo, quando editamos trabalhos com a qualidade dos que venceram o 5º Prêmio Pernambuco de Literatura&#8221;, destaca Ricardo Leitão, presidente da Cepe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MAIS RECURSOS PARA A LITERATURA PERNAMBUCANA</strong></span></p>
<p>No dia 17 de dezembro de 2017, o Governador Paulo Câmara assinou decreto ampliando os recursos destinados à iniciativa – de 40 mil para 90 mil reais &#8211; e rebatizando-o de Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. De acordo com Marcelino Granja, Secretário Estadual de Cultura, “além da deferência a um grande escritor, que marca a história da arte e da cultura pernambucanas, o novo formato do Prêmio amplia o número de vencedores, contemplando mais um autor da RMR e os segundos colocados de cada macrorregião”. A sexta edição do Prêmio recebeu 161 inscrições, de todas as regiões pernambucanas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AS OBRAS</strong></span></p>
<p>Grande vencedor do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura, <strong>das tripas coração</strong>, de Ezter Liu, reúne dezoito contos que têm em comum a temática feminina, mas as narrativas apontam para panoramas diversos. A mulher que é deus, a mulher-monstro, a mulher que foge, a que faz perguntas, a que acende fogueiras. São as várias faces do feminino que protagonizam as histórias. A escolha estética de uma narrativa sem vírgulas aponta para a necessidade de contar sem pausas, com o fôlego possível, o que precisa ser contado, porque o texto tira da adversidade a sua força e atravessa os próprios limites para dizer o que precisa ser dito, muitas vezes usando a poesia nas entrelinhas das narrativas como alinhavo e marca de estilo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Tenho dezenove anos e coleciono isqueiros vazios. Coleciono isqueiros. E coleciono vazios. Tenho vinte anos e aprendi a odiar o formato dos meus seios. E aprendi a odiar a finura dos meus lábios. Meu coração Himalaia. Meu coração Vale do Catimbau. Meu coração dimensão estranha. China plástico neon coqueiral. Tenho setenta anos nos domingos depois do jantar. Lenta. Premeditada. Disfarço a imprecisão das mãos. Tenho trinta pontuais anos no expediente. Me sirvo de bandeja. Sem atrasos. Tenho quarenta e três anos e calos nos cotovelos. Me sirvo com gelo no balcão do bar. Tenho cinquenta anos. Preciso parar de beber. Tenho dezesseis anos. Preciso parar de fumar. Tenho sessenta e sete anos. Preciso acreditar nos santos. Em deus. Em mim.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>nada consta</strong> é o nono livro de poemas de Fred Caju. Um poemário sobre o próprio poemário, luzes sobre processos criativos do escritor. Pode ser ainda uma pinça a arrancar, uma a uma, as plumas dos poetas. Armadura, também pode ser.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>pediram a cabeça</em><br />
<em>do poeta incendiário</em><br />
<em>chega de badvibes</em><br />
<em>foi o que disseram</em><br />
<em>após a decapitação</em><br />
<em>o cheiro de pólvora</em><br />
<em>ficou com cheirinho</em><br />
<em>de morango e não</em><br />
<em>se ouviu nunca mais</em><br />
<em>nenhuma explosão</em><br />
<em>nasceram arco-íris</em><br />
<em>longe das chuvas</em><br />
<em>e nenhum poema</em><br />
<em>precisa mais existir</em></p>
<p>Em <strong>chã</strong>, Enoo Miranda evoca pequenas tragédias cotidianas que assolam o homem do nosso tempo, ora evocando cenários e hábitos do trabalho no meio rural, ora realçando conflitos internos ou típicos da vida nos grandes centros urbanos. Mormaço, suor de trabalho, calor de motim, desordem. A maioria das pessoas que vivem nesse livro também vivem em outros lugares. O fogo dos homens. O mesmo fogo que não garantiu a superioridade destes homens sobre os outros animais. O que usamos para matar uns aos outros. Ou como disse um poeta amigo em tom de pilhéria sobre textos de orelhas de livros de poesia: “Bota tipo ‘Sugiro que leia sentado em assento confortável. Se preferir, aperte o cinto. Esse livro é o brilho sobre as vossas carniças’”, e no fim parece ser isso – além do que é.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>o ruído que faz a tua sombra</em><br />
<em>rasgando um pedaço</em><br />
<em>de chão duro é o de</em><br />
<em>um corpo-</em><br />
<em>carcaça</em><br />
<em>arrastando as</em><br />
<em>mazelas de</em><br />
<em>3 gerações</em><br />
<em>em uma chã</em><br />
<em>qualquer.</em></p>
<p>Viagem e descoberta são os motes que dão unidade aos contos de <strong>Nem tudo cabe na paisagem</strong>, de Amâncio Siqueira. O poeta que decide rodar o mundo para viver seu poema épico; o homem que viaja a um passado ainda não cicatrizado durante uma confissão; o marido que volta para casa após despedir-se de um amigo; o índio que quer vingança contra o homem branco que matou seu pai; o pai que caminha no corredor do hospital para encontrar o filho internado; o filho que tenta acertar as contas com o pai durante uma longa viagem&#8230; O texto direto lança uma luz diferente sobre situações cotidianas, expondo seu teor dramático nos recortes apresentados, muitas vezes flertando com o cômico, incidindo como um raio X sobre a vida ao redor.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Não fez essa viagem hoje. Ontem Júnior teve várias convulsões. A médica teve que encontrar uma veia na cabeça para injetar morfina. Dormiram como não faziam há seis anos: Natália sobre seu colo e Júnior sobre o colo dela. Passaram uma hora assim, e foi todo o descanso que tiveram. Sua viagem foi longa pela manhã: atravessar a rua para tomar café. Quase dormiu sobre o balcão da padaria, mas o cansaço era tão grande que fechar os olhos não bastava para cessar o estado de alerta. Fechar os olhos faz a mente viajar ainda mais, embora ela passeie apenas em volta do leito do hospital.</em></p>
<p>No percurso de <strong>O Velocista</strong>, o autor Walter Cavalcanti Costa navega pela experimentação formal e procura mostrar suas influências em quatro epígrafes: o futurismo europeu, o modernismo brasileiro, o concretismo brasileiro e a teoria literária. Com linguagem telegráfica, a obra é também um livro de memórias do protagonista, o astronauta Jô Tadeu. O velocista, antes de ser uma odisseia espacial, é uma fragmentária, melancólica, irônica e nervosa viagem do protagonista a si mesmo e aos que o cercam, através de suas lembranças descontinuadas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Eu sou Jô Tadeu Tábua, sou astronauta. Sou filho da estilista Carolina Vásquez e do Professor de Ciências Contábeis João Tábua. Sou casado com Beyita Samana, a governadora do Estado de Pernambuco, no Nordeste, da República Federativa do Brasil e sou irmão do artista plástico Von O’ Val, que é casado com a bibliotecária Valbuena Sales, que fala sete línguas ocidentais. Sales trabalhou com meu pai, João Tábua, no local onde hoje é a biblioteca que recebe o nome dele.</em></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Tenho um filho chamado João Tadeu. Uma filha está para nascer. Nasceu.</em></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Estou há 35 dias, 6 horas e 27 minutos terrestres no espaç</em>o.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MAIS SOBRE OS ESCRITORES<br />
</strong></span></p>
<div id="attachment_59589" aria-labelledby="figcaption_attachment_59589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ezter-liu_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59589" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ezter-liu_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ezter Liu</p></div>
<p><strong>Ezter Liu</strong> nasceu no Recife, mas mora em Carpina desde criança. Graduada em Letras, escritora de prosa e poesia, desde o ano de 2005 tem seus textos publicados em várias coletâneas na região e no estado. Em 2015, pela Porta Aberta Editora Independente, lança seu primeiro livro solo: Vermelho alcalino (poemas). Ezter Liu e o ritmo de sua literatura se misturam à efervescência literária de Pernambuco, sobretudo na Zona da Mata, e assim, como os recitais e banquinhas independentes, insiste e resiste.</p>
<div id="attachment_59590" aria-labelledby="figcaption_attachment_59590" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/fred-caju_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59590" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/fred-caju_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Fred Caju</p></div>
<p><strong>Fred Caju</strong> é autor de Arremessos de um dado viciado, As tripas de Francis Conceição por ela mesma, Paisagens sépias, Intervalo aberto, Estilhaços, Transpassar: poemas de atravessamento, O revide das pequenas maldades e Permanência. Também é editor, artesão do livro e livreiro nômade da Castanha Mecânica.</p>
<div id="attachment_59588" aria-labelledby="figcaption_attachment_59588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/enoo-miranda_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59588" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/enoo-miranda_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Enoo Miranda</p></div>
<p><strong>Enoo Miranda</strong> é escritor, coordenador do Cineclube Tela da Mata, professor licenciado em Letras pela Universidade de Pernambuco, campus Mata Norte, situado em Nazaré da Mata, município onde reside e trabalha. Entre suas publicações encontram-se textos em antologias, como Inquebrável: Estelita para cima (Mariposa Cartonera, 2014), a coletânea 1 (Publique-se!, Livrinho de Papel Finíssimo, 2015), e o livro solo Papel de pegar mosca (Porta Aberta, 2016). Atualmente se dedica à criação do selo Vão! Edições e Publicações Independentes.</p>
<div id="attachment_59587" aria-labelledby="figcaption_attachment_59587" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Valeria Vieira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/amancio_valeria-vieira.png"><img class="size-medium wp-image-59587" alt="Valeria Vieira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/amancio_valeria-vieira-607x425.png" width="607" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Amâncio Siqueira</p></div>
<p><strong>Amâncio Siqueira</strong> nasceu em Afogados da Ingazeira e mora em Garanhuns. Aficionado por livros, acalenta a ilusão de que existem aqueles que ainda não foram escritos e tenta escrevê-los. Entre tais tentativas, teve publicada a novela Quebra Cabeças, em 2014.</p>
<div id="attachment_59591" aria-labelledby="figcaption_attachment_59591" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/walter-costa_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59591" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/walter-costa_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Walter Cavalcanti Costa</p></div>
<p><strong>Walter Cavalcanti Costa</strong> é doutorando em Teoria da Literatura (PPGL/UFPE). A maior parte de sua formação foi realizada na UPE/Mata Norte, com graduação em Licenciatura em Letras, especialização lato sensu em Literatura Brasileira e Mestrado Profissional em Educação (PPGE/UPE). Recifense, nascido em 1989, é professor do quadro da rede pública de ensino de Pernambuco. Na escrita, realizou publicações acadêmicas em diversas revistas científicas. Publicou Entressafra 89 (2011), livro de poemas e contos que também ganhou curta-metragem, e Marlinda: Em diálogo de amor às suas cidades (2017), livro infanto-juvenil incentivado pelo Funcultura, em parceria com Milca de Paula.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO<br />
</strong></span><strong>Lançamento dos livros vencedores do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura </strong><strong><br />
</strong>Quinta-feira, 26 de abril | 19h<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife)</p>
<p>Valor de cada livro: R$ 20,00</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/5o-premio-pernambuco-de-literatura-lanca-livros-vencedores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

