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	<title>Portal Cultura PE &#187; Amaro Freitas</title>
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		<title>Festival Nuvem leva shows gratuitos a Serra Negra, em Bezerros</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 14:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O município de Bezerros recebe em setembro um grande evento voltado à difusão musical no Agreste pernambucano. O Nuvem – Festival de Música de Serra Negra realiza sua primeira edição nos dias 27 e 28 deste mês, trazendo ao Polo Cultural de Serra Negra, a 9km do centro de Bezerros, shows gratuitos de artistas de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71630" aria-labelledby="figcaption_attachment_71630" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Helder Tavares/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Amaro-Freitas-Foto-HELDER-TAVARES.jpg"><img class="size-medium wp-image-71630 " alt="Helder Tavares/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Amaro-Freitas-Foto-HELDER-TAVARES-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Amaro Freitas, que este ano foi uma das atrações do Palco Mestre Dominguinhos no FIG, é uma das atrações do Festival Nuvem</p></div>
<p>O município de Bezerros recebe em setembro um grande evento voltado à difusão musical no Agreste pernambucano. O Nuvem – Festival de Música de Serra Negra realiza sua primeira edição nos dias 27 e 28 deste mês, trazendo ao Polo Cultural de Serra Negra, a 9km do centro de Bezerros, shows gratuitos de artistas de várias partes do estado, reunindo sonoridades que vão do tradicional ao contemporâneo.</p>
<p>A programação musical tem início na sexta-feira (27/09), às 19h30, com o trio feminino recifense de Hip Hop Arrete; o duo de música regional eletrônica Radiola Serra Alta, de Triunfo, acompanhado nos vocais por Jéssica Caitano; a cantora Isaar, do Recife; e a discotecagem dançante da DJ LêMer, espanhola residente em Pernambuco há 10 anos, abrindo e fechando as atrações do dia.</p>
<div id="attachment_71633" aria-labelledby="figcaption_attachment_71633" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ramylle Barbosa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Radiola-Serra-Alta-Foto-Ramylle-Barbosa-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-71633" alt=" Ramylle Barbosa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Radiola-Serra-Alta-Foto-Ramylle-Barbosa-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O Radiola Serra Alta, de Triunfo, também é uma das atrações do Festival</p></div>
<p>No sábado (28/09), os shows começam às 19h com o recifense Amaro Freitas, pianista que mistura jazz e afrobrasilidades; o cantor experimental Lucas Torres, de Goiana, que recebe o bezerrense Ciel Santos; o forró quase centenário da Banda de Pífanos Zé do Estado, de Caruaru; e o trio regional Em Canto e Poesia, com participação especial do cantor Tonfil, ambos naturais de São José do Egito. A abertura e fechamento fica por conta dos DJs Clássico dos Clássicos, de Carpina.</p>
<p>Ao todo, serão nove atrações abraçando a pluralidade de ritmos de Pernambuco, resultando em mais de 10 horas de música ao vivo. A proposta vem para movimentar Bezerros e o distrito de Serra Negra com novas iniciativas culturais. Segundo Marlom Meirelles, idealizador do festival, a experiência de realizar duas edições do Curta Na Serra &#8211; Mostra de Cinema ao Ar Livre em 2017 e 2019 foi o convite para o surgimento do Nuvem.</p>
<div id="attachment_71632" aria-labelledby="figcaption_attachment_71632" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Humberto Reis/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Isaar-Foto-Humberto-Reis-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-71632" alt="Humberto Reis/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Isaar-Foto-Humberto-Reis-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Outra atração da programação é a cantora Isaar</p></div>
<p>“Encontramos pessoas de todo o estado maravilhadas com a energia de Serra Negra, dizendo que aqui se sentiam mais perto das nuvens. Foi aí que surgiu a vontade de ir além. Acreditamos que esse lugar mágico precisa de respiros culturais constantes e que a arte é o nosso combustível”, explica.</p>
<p><strong>OFICINA -</strong> Além dos shows, o Nuvem promove ainda a oficina “Música Livre”, voltada para artistas do Agreste. Ministrada pelo musicista Amaro Freitas, a atividade tem como objetivo promover fortalecimento da música autoral do interior. A atividade ocorre na quinta-feira (26/09), no auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco &#8211; Bezerros, das 9h às 17h, com direito a certificado aos participantes. Para participar, basta se inscrever gratuitamente no http://bit.ly/oficinamusicalivre.</p>
<p><strong>O Nuvem –</strong> Festival de Música de Serra Negra é uma realização da Eixo Audiovisual, em co-produção com Espiral Filmes e Anilina Produções e Soluções Criativas. O festival tem apoio da Prefeitura de Bezerros e do Centro de Artesanato de Pernambuco, com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe, Secretaria Estadual de Cultura e Governo de Pernambuco. A identidade visual do Nuvem é assinada pelo artista alagoano Herbert Loureiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
I NUVEM – Festival de Música de Serra Negra<br />
26, 27 e 28 de setembro (Quinta, sexta e sábado)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira (26/09)</strong><br />
Formação<br />
Oficina “Música Livre” com Amaro Freitas<br />
Local: Auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco &#8211; Bezerros<br />
(Av. Maj. Aprígio da Fonseca, nº 1100, São Sebastião &#8211; Bezerros/PE)<br />
Horário: 09h às 17h<br />
Gratuito mediante inscrições antecipadas no link http://bit.ly/oficinamusicalivre</p>
<p><strong>Sexta-feira (27/09)</strong><br />
Shows<br />
Local: Polo Cultural de Serra Negra<br />
DJ LêMer (19h30 – 20h)<br />
Arrete (20h – 21h)<br />
Radiola Serra Alta (21h20 – 22h20)<br />
Isaar (22h40 – 23h40)<br />
DJ LêMer (23h40 – 00h40)<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Sábado (28/09)</strong><br />
Shows<br />
Local: Polo Cultural de Serra Negra<br />
DJs Clássico dos Clássicos (19h – 19h30)<br />
Amaro Freitas (19h30 – 20h30)<br />
Lucas Torres + Ciel Santos (20h50 – 21h50)<br />
Banda de Pífanos Zé do Estado (22h10 – 23h10)<br />
Em Canto e Poesia + Tonfil (23h30 – 00h30)<br />
DJs Clássico dos Clássicos (00h30 – 01h)</p>
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		<item>
		<title>Palco Mestre Dominguinhos reuniu o melhor da música pernambucana</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 03:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70166" aria-labelledby="figcaption_attachment_70166" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior//Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lenine-banda-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70166" alt="Felipe Souto Maior//Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lenine-banda-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine fez um show apoteótico no Palco Mestre Dominguinhos</p></div>
<p>Por mais que o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) sempre traga atrações nacionais de peso para se apresentar ao público local e turistas, é quando a música pernambucana sobe ao palco que a mágica acontece. Foi assim na última segunda-feira (22), na noite do brega, e se repetiu nesta quarta-feira (24), com uma programação composta 100% de atrações pernambucanas. Otto e Lenine, já consagrados, fecharam a noite que começou com Hercinho e Amaro Freitas, fazendo a festa do público, que cantou junto do começo ao fim das apresentações. Clássicos e sucessos mais recentes, além de versões de hits de outros artistas compuseram os repertórios e conduziram a plateia para mais um dia inesquecível do FIG 2019.</p>
<p>Veterano de FIG e trazendo seu show de 20 anos do álbum Samba Pra Burro, Otto elogiou no palco a organização do evento e falou sobre o evento nos bastidores também. <em>“O FIG é minha cara e imprescindível pra mim. Sou agrestino, de Belo Jardim, então tenho uma vivência muito grande de Garanhuns e região, conheço de muito tempo esta cidade. Trago sempre a vontade de mostrar meu trabalho e desta vez vou poder tocar Samba Pra Burro aqui, no interior. Sou uma peça nesse motor do FIG e a gente vem pra fazer este festival acontecer”</em>, declarou o cantor.</p>
<p>Confira <a href="https://drive.google.com/file/d/1a20aESqOzky9aMvUj8n3yrUGd6AQizac/view?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa do <strong>29º Festival de Inverno de Garanhuns</strong>.</p>
<div id="attachment_70170" aria-labelledby="figcaption_attachment_70170" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior//Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/hercinho-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70170" alt="Felipe Souto Maior//Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/hercinho-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Hercinho abriu a programação da noite do Palco Mestre Dominguinhos</p></div>
<div id="attachment_70171" aria-labelledby="figcaption_attachment_70171" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/amaro-feitas-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70171" alt="Felipe Souto Maior//Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/amaro-feitas-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Amaro Freitas apresentou o repertório do aclamado disco &#8220;Rasif&#8221;</p></div>
<div id="attachment_70173" aria-labelledby="figcaption_attachment_70173" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/otto-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70173" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/otto-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Otto comandou um show cheio de hits</p></div>
<div id="attachment_70172" aria-labelledby="figcaption_attachment_70172" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lenine-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70172" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lenine-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine cantou os grandes sucessos de sua carreira</p></div>
<p>No Palco Pop, a noite também foi majoritariamente pernambucana, com Tatupeba, Diomedes Chinaski e The Baggios. A exceção foi Rapadura, que veio do Ceará para completar a lista de atrações da segunda noite do polo.</p>
<div id="attachment_70174" aria-labelledby="figcaption_attachment_70174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Diomedes-Chinaski-foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-70174" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Diomedes-Chinaski-foto-victor-jucá-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Diomedes Chinaski foi uma das atrações do Palco Pop nesta quarta-feira (24)</p></div>
<p><strong>CINEMA</strong><br />
No Cine Eldorado, foi dia de destacar o grande homenageado do Festival de Inverno de Garanhuns. Na programação adulta, houve exibição de &#8220;Jackson, na Batida do Pandeiro&#8221;. Dirigido pelos paraibanos Marcus Vilar e Cacá Teixeira, o documentário levou 16 anos para ser produzido, entre ideia e execução, e conta com depoimentos de peso como Gilberto Gil, João Bosco e Gal Costa.</p>
<p>Nas mostras ambiental e infantil, ambas vinculadas ao Figuinho, pensado para o público infantil, duas exibições: &#8220;Mata da Pimenteira, coração da caatinga&#8221; e &#8220;Sobre Rodas&#8221;.</p>
<p><strong>GASTRONOMIA</strong><br />
A programação no Instituto Histórico Geográfico e Cultural de Garanhuns contou com apresentação do Chef Costa, pernambucano, falando sobre Soluções sustentáveis para merenda escolar, hospitalidade e restauração.</p>
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		<title>Olhos e ouvidos do RIO2C atentos à cultura de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2018 19:28:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tiago Montenegro  Sob o calor de um fim de tarde carioca, centenas de pessoas, de diversos cantos do País, se aglomeraram em frente ao palco montado na Cidade das Artes (Rio de Janeiro) no sábado, 07 de abril, para sentir um pouco da força e da beleza que marcam mais um momento da música produzida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59422" aria-labelledby="figcaption_attachment_59422" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-geral.jpg"><img class="size-medium wp-image-59422" alt="Rogério Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-geral-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira edição do Festivália reuniu artistas e bandas brasileiras, promovendo a integração entre os maiores festivais de música do País</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Tiago Montenegro </strong></p>
<p>Sob o calor de um fim de tarde carioca, centenas de pessoas, de diversos cantos do País, se aglomeraram em frente ao palco montado na Cidade das Artes (Rio de Janeiro) no sábado, 07 de abril, para sentir um pouco da força e da beleza que marcam mais um momento da música produzida em Pernambuco. O show “Nova Cena Pernambucana”, representou o Festival de Inverno de Garanhuns na programação do Festivália, o “Festival dos Festivais” inserido na programação do Rio Creative Conference (Rio2C 2018), o maior encontro de criatividade e inovação da América Latina.</p>
<p>Com direção musical de Juliano Holanda, o show apresentou a um público formado especialmente por entusiastas da nova música brasileira, jornalistas, produtores e curadores musicais os cantores <a href=" https://www.facebook.com/almerioficial" target="_blank"><strong>Almério</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/RomeroFerroOficial/" target="_blank"><strong>Romero Ferro</strong></a> e <a href="https://www.facebook.com/Martins-1753409401572127/" target="_blank"><strong>Martins</strong></a>; as cantoras<a href="https://www.facebook.com/isaar.divulgacao/" target="_blank"><strong> Isaar</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/iisadora/" target="_blank"><strong>Isadora Melo</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/aninhamartinsesquartejada/" target="_blank"><strong>Aninha Martins</strong> </a>e <a href="https://www.facebook.com/flairaoficial/" target="_blank"><strong>Flaira Ferro</strong></a>; e ainda os instrumentistas <a href="https://www.facebook.com/AmaroFreitaspiano/" target="_blank"><strong>Amaro Freitas</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1647713004" target="_blank"><strong>Philipe Moreira Sales</strong></a>, Rafa B e <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100008318871334" target="_blank"><strong>Rogê Victor</strong></a>.</p>
<div id="attachment_59424" aria-labelledby="figcaption_attachment_59424" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-todos.jpg"><img class="size-medium wp-image-59424" alt="Rogério Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-todos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Amaro Freitas, Almério, Flaira Ferro, Martins, Isaar, Romero Ferro, Aninha Martins, Isadora Melo e Juliano Holanda</p></div>
<p>“A nova cena pernambucana me encantou porque mostrou um show consistente, onde todos os artistas cantaram entre si, interpretaram canções uns dos outros. Mostraram não apenas seu trabalho, sua força individual, mas a força do conjunto. Existe uma nova cena pernambucana muito transformadora que a gente precisa dar eco, fazer com que ela ande cada vez mais”, destacou Zé Ricardo, cantor, compositor e curador do Festivália.</p>
<div id="attachment_59419" aria-labelledby="figcaption_attachment_59419" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Hermes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-59419" alt="Marcos Hermes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show3-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cumplicidade e colaboração marcaram o show</p></div>
<p>Do fazer coletivo de novos arranjos para as músicas, da generosidade e do cuidado de cada artista com as composições do outro, passando pelo clima de amizade e colaboração com figurino e maquiagem, unidade e representação definem bem o que se viu por lá. A cantora Flaira Ferro, pouco antes de interpretar – junto às outras mulheres no palco – sua composição “Coisa Mais Bonita”, fez questão de ressaltar “que cada artista presente traz consigo milhares de outros artistas que não puderam estar aqui hoje, mas que compõem a cena da música pernambucana”. Para Juliano Holanda, um dos elementos que dão unidade a esta geração de artistas é o fato de “praticamente todos terem sido formados no FIG, tanto no palco, como no público do Festival”. “Subimos com essa noção muito clara de estar representando tantos outros artistas e apresentar um recorte deste momento atual da música pernambucana”, continuou o diretor musical.</p>
<div id="attachment_59423" aria-labelledby="figcaption_attachment_59423" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-meninas.jpg"><img class="size-medium wp-image-59423" alt="Rogério Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-meninas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Empoderamento e representatividade feminina também foram tônicas do show</p></div>
<p>Em meio às treze músicas apresentadas, couberam ainda homenagens a pernambucanos consagrados cujas composições dialogam com o trabalho dos artistas no palco: “Sol e Chuva”, de Alceu Valença, “Desterro”, de Reginaldo Rossi, “Pense N’eu”, de Luiz Gonzaga, e “Preta “Cirandeira”, de Lia de Itamaracá. Iluminado por <strong>Natalie Revorêdo</strong>, o show contou ainda com projeções de <strong>Gabriel Furtado</strong> desenvolvidas a partir de um mergulho nos filmes em Super8 de Jommard Muniz de Brito. “Foi a forma que encontramos de aliar a potência da nossa música à força inventiva, à busca pela liberdade e por uma linguagem própria que marca historicamente o audiovisual pernambucano”, explicou André Brasileiro, diretor artístico do show.</p>
<div id="attachment_59426" aria-labelledby="figcaption_attachment_59426" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bruno de Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/andré_.jpg"><img class="size-medium wp-image-59426" alt="Bruno de Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/andré_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor artístico do FIG, André Brasileiro, teve a oportunidade de apresentar o Festival, ao lado de realizadores de outros eventos importantes, como o MIMO Festival e o NOAR Coquetel Molotov</p></div>
<p>“Representando o Governo de Pernambuco, realizador do FIG, tenho certeza de que nosso objetivo foi alcançado, que era o de apresentar este novo ambiente da música pernambucana, perceber este encontro como uma grande oportunidade para divulgar nacionalmente o Festival e, especialmente, esses maravilhosos artistas que se dedicaram intensamente, que emprestaram seus talentos e suas almas para apresentar um espetáculo lindo como o que vimos”, comemorou Márcia Souto, Presidente da Fundarpe. A gestora destacou ainda que o show “refletiu a política cultural em curso no Estado, como a política de editais para ciclos festivos e do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) que, desde 2017, disponibiliza um edital específico para a Música, destinando cerca de R$ 4,7 milhões para projetos de circulação, gravação, manutenção de bandas, entre outras categorias”.</p>
<div id="attachment_59417" aria-labelledby="figcaption_attachment_59417" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Hermes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show.jpeg"><img class="size-medium wp-image-59417" alt="Marcos Hermes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Minutos antes de subirem ao palco, uma roda de boas energias</p></div>
<p>A positiva repercussão do FIG foi sentida ainda nos comentários do público, produtores musicais de reconhecimento internacional e outros artistas convidados do evento. “Convidei o FIG para fazer parte da programação porque o FIG é mais do que um festival de música, é uma experiência imperdível, por toda a pluralidade artística que ele apresenta. O Brasil precisa conhecer mais o FIG, precisa ter mais proximidade com esse importante festival que já fez tanto pela música brasileira, que revela tantos nomes e dá espaço para artistas de todos os tamanhos mostrarem sua arte”, convidou Zé Ricardo, curador do Festivália.</p>
<div id="attachment_59421" aria-labelledby="figcaption_attachment_59421" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Montenegro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-manifesto.jpg"><img class="size-medium wp-image-59421" alt="Tiago Montenegro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-manifesto-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Artistas fizeram manifesto sobre os eventos políticos recentes do País</p></div>
<p><strong>Confira abaixo um trecho do show  &#8220;Nova Cena Pernambucana&#8221;, apresentado pela primeira vez no dia 07/04/2018:</strong></p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/qpAGMafJOBM?ecver=2" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></div>
<p>Ouça as canções do repertório apresentado:</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xXXtdihsQUE" target="_blank"><strong>1- Altas Madrugadas</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cj0_ds7O7sQ" target="_blank"><strong>2 – De Leve</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4W8Jo-4IqcQ" target="_blank"><strong>3 &#8211; Coisa Mais Bonita</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cSbZj2MfWkM" target="_blank"><strong>4 &#8211; Queria ter pra te dar</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Wng_HNlDNAo" target="_blank"><strong>5 – O Medo em Movimento</strong></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cCa37VC_dtw" target="_blank"><strong>6 – Braseiro</strong> </a><br />
7 – Trupé<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Q1n9aV79690&amp;list=PL3mEAglhaQ-6Tde2GMdijCrV9VtK8sMc4" target="_blank"><strong>8 &#8211; Faz ideia</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=RPtTVb0Ce18" target="_blank"><strong>9 &#8211; Desterro</strong></a><br />
10 – Me dê<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Srl2DaTrnsQ" target="_blank"><strong>11 &#8211; Preta cirandeira</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Q9n7oz0-yW0" target="_blank"><strong>12 – Pense n’eu</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=mmUMf7DJRws" target="_blank"><strong>13 &#8211; Sol e Chuva</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><br />
AUDIOVISUAL TAMBÉM MARCOU PRESENÇA</strong></span></p>
<p>Vinte e seis empresas produtoras audiovisuais do estado também foram escaladas para promover a cultura pernambucana e articular novos negócios no RioContentMarket 2018. Uma parceria entre o Governo de Pernambuco (Secult/Fundarpe), o Sebrae/PE e a Brasil Audiovisual Independente (Bravi) viabilizou a participação de uma das maiores delegações brasileiras no encontro, que reuniu executivos de mídias digitais, broadcasting e mobile, programadores, publicitários, distribuidores, criadores, produtores e compradores de conteúdo de mais de 36 países.</p>
<div id="attachment_59414" aria-labelledby="figcaption_attachment_59414" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AUDIOVISUAL.jpg"><img class="size-medium wp-image-59414" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AUDIOVISUAL-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Parte da delegação do audiovisual pernambucana</p></div>
<p>De acordo com a Gerente de Formação e Projetos Especiais da Secult-PE, Tarciana Portella, “mais de 40 representantes do audiovisual pernambucano participaram do encontro, que este ano trouxe como novidade a incorporação dos segmentos de inovação, jogos e música. Esse encontro é de fundamental importância para consolidarmos a política para o audiovisual, que prevê a atuação regionalizada, mas também o desenvolvimento de coproduções com parceiros até internacionais”.</p>
<p>O produtor Chico Ribeiro (Rec Produções), que também é membro do Conselho da Bravi, avaliou como “super importante essa parceria que começou no ano passado, quando realizamos no Recife o RioContent Lab, que é um laboratório pra esse evento”. Chico destaca que, nesta edição, “além das produtoras, representantes de veículos de comunicação públicos e privados, como a Empresa Pernambuco de Comunicação, a TV Clube e a TV Jornal, também participaram, o que reforça a necessidade de reunir os mais diversos atores da cadeia”.</p>
<div id="attachment_59427" aria-labelledby="figcaption_attachment_59427" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogerio Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/arena-de-conteudo.jpg"><img class="size-medium wp-image-59427" alt="Rogerio Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/arena-de-conteudo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes tiveram acesso a espaços como a Arena de Conteúdos, voltada à apresentação de projetos audiovisuais bem sucedidos</p></div>
<p>Ao final do encontro, Rodrigo Homem (Na Lata Filmes), um dos realizadores integrantes da caravana pernambucana, comemorou “a boa aceitação de um projeto desenvolvido a partir da consultoria de roteiros ofertada no Recife, foi uma oportunidade única de estar num mesmo local com todos os elos da cadeia do audiovisual”.</p>
<p>Para Milena Evangelista, coordenadora do Audiovisual da Secult-PE, o sucesso da recepção aos projetos de Pernambuco reflete ainda “a consolidação de uma política forte e inovadora para o audiovisual no Estado, que só de 2011 até hoje já aportou mais de R$ 115 milhões em 530 curtas, longas e produtos para a televisão, e estabeleceu cotas no edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para mulheres realizadoras, populações negras, indígenas e trabalhadores do audiovisual atuantes no interior”.</p>
<p>Confira <a href="https://www.flickr.com/photos/rio2c/albums" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> mais imagens do <strong>RIO2C 2018 </strong></p>
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		<title>Fusão de ritmos e excelência musical marcam abertura do Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[2017]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque A noite de terça-feira (25) foi de encantamento e efervescência sonora na estreia do Palco Instrumental do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Quatro atrações abriram as atividades do palco com o tom certo. O guitarrista garanhuense Marcos Cabral foi o primeiro a subir no palco. Acompanhado do tecladista Aldecir Souza, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Clara Albuquerque</p>
<p>A noite de terça-feira (25) foi de encantamento e efervescência sonora na estreia do Palco Instrumental do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Quatro atrações abriram as atividades do palco com o tom certo.</p>
<p dir="ltr">O guitarrista garanhuense Marcos Cabral foi o primeiro a subir no palco. Acompanhado do tecladista Aldecir Souza, Marcos, cujo trabalho tem influências do jazz fusion, fez uma performance marcada pelo preciosismo. Sua habilidade em brincar com as escalas musicais oferece uma sensação de dança para a alma e felicidade para o subconsciente. O público contemplou, atento, a maneira como ele orquestrou sentimentos através de sua forma de tocar. Entre as releituras executadas, algumas das mais belas e emocionantes foi Luíza, de Chico Buarque de Holanda, e O ovo, de Hermeto Pascoal. Durante a apresentação, Marcos intercalou entre o violão e a guitarra. No vigésimo segundo ano de carreira, é a sua décima apresentação, no FIG. “Foi muito bom tocar, aqui, hoje, neste palco maravilhoso. A emoção estava à flor da pele. Foi, realmente, um presente. Eu gostaria de agradecer ao FIG pela oportunidade de mostrar o nosso som. Que venham mais!”, diz ele.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, ocupou o palco a Banda Tercina com uma formação de bateria (Adeilso Del), trombone (Felipe Silva), percussão (João Paulo Rosa), guitarra (Adeildo Porfirio), contrabaixo (Luciano Leite) e sampler, um equipamento digital que consegue armazenar sons. No quinto ano de carreira, vindos da Zona da Mata de Pernambuco, da cidade de Tracunhaém, cidade que dá nome a uma de suas músicas, Tercina inova promovendo fusões de vários ritmos regionais a exemplo do frevo, maracatu, baião e caboclinho com estilos nacionais e internacionais como a salsa, o samba, o rock e o reaggae. “Nosso foco é trabalhar com os ritmos da Zona da Mata de Pernambuco, lá tem tudo isso. Ao mesmo tempo, a gente promove essa mistura com outros estilos musicais para ver o resultado. É o nosso primeiro FIG e foi muito importante pra nós a reação positiva do público”, diz o baixista Luciano Leite.</p>
<div id="attachment_51564" aria-labelledby="figcaption_attachment_51564" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Banda-Tercina.jpg"><img class="size-medium wp-image-51564" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Banda-Tercina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Tercina inova ao trabalhar fusões de vários ritmos</p></div>
<p dir="ltr">Eles trazem o movimento gostoso da inquietação musical através do uso intenso da guitarra, responsável pela maioria das melodias, em uma parte do repertório com direito a distorções. É um som contemporâneo que atrai, movimenta e provoca uma sensação de alegria, agitando o público. No repertório, músicas autorais e releituras como a homenagem que fizeram ao compositor Dominguinhos com Lamento Sertanejo, onde o contrabaixo fez a melodia principal.</p>
<p dir="ltr">O guitarrista Dom Ângelo foi a atração seguinte do palco. Acompanhado pelos amigos Márcio Silva (bateria), Miguel Mendes (contrabaixo) e Tiago Albuquerque (teclado), ele começa de maneira intimista e desperta curiosidade sobre o que virá depois. O som é belo, embalante e transmite a mesma emoção com que ele toca em sintonia completa com os outros integrantes que fecham os olhos e se entregam ao momento. Assim como os sentimentos, ora o som é caótico, ora harmonioso em um repertório formado por músicas autorais e releituras. “O significado desse trabalho traduz a própria prática profissional fazendo uso de releituras musicais, também, mas tudo isso que comunicamos através da música reflete algum reflexo da nossa natureza mais íntima. Acho que fica mais fácil quando a gente é espontâneo e traduz algo que eu diria, inclusive, espiritual”, diz Dom Ângelo. Como integrante de outra banda, o guitarrista fez sua primeira participação no Festival de Inverno de Garanhuns em 2003. “Como Dom Ângelo foi o primeiro FIG. Eu achei ótimo! Tocar entre amigos é muito bom. Ainda mais nesse palco maravilhoso com uma receptividade tão grande do público”, afirma ele. O músico conta, ainda, que conceitua sua forma de fazer música com um toque de contemporaneidade com influência da música europeia, especialmente porque tanto ele quanto Márcio e Miguel concluíram cursos de mestrado e doutorado lá.</p>
<div id="attachment_51566" aria-labelledby="figcaption_attachment_51566" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Dom-Ângelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51566" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Dom-Ângelo-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">O guitarrista Dom Ângelo apresenta repertório autoral e releituras</p></div>
<p dir="ltr">Para fechar a noite de maneira memorável, apresentou-se o pianista e tecladista Amaro Freitas. Acompanhado de Hugo Medeiros na bateria e Geraldo no teclado, ele faz seu repertório autoral, também disponível em seu álbum Sangue Negro. Amaro faz, também, um som intimista de muita sensibilidade e complexidade. Quem o vê no palco contamina-se com a sua personalidade e com seu prazer de tocar. É um músico que sabe o que quer dizer. Em uma integração esplêndida com seus parceiros de palco, ele faz uma música forte e tocante. Com sábia utilização dos três instrumentos, ele envolveu o público.</p>
<p dir="ltr">Confira a programação do Palco Instrumental do 27º FIG:p</p>
<p><strong>PALCO INSTRUMENTAL</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PARQUE RUBER VAN DER LINDEN</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></p>
<p>17h – Roberto Lima e Banda</p>
<p dir="ltr"><em>O músico e produtor musical Roberto Lima retorna a Garanhuns para apresentar seu repertório autoral e diversas releituras de grandes sucessos instrumentais. Roberto é um dos músicos mais respeitados, no Estado.</em></p>
<p>18h – Danda e seu regional de ouro</p>
<p dir="ltr"><em>Com uma formação de metais, percussão, violões e cavaquinhos, o grupo pernambucano de chorinho apresenta o repertório de seu mais novo CD, que homenageia o Mestre Chocho do Bandolim, com músicas de sua autoria.</em></p>
<p dir="ltr">19h – Rafael Marques</p>
<p dir="ltr"><em>O bandolinista Rafael Marques apresenta o show autoral Pelas Ruas, com repertório de choros e forrós. Com sete anos de carreira, o pernambucano é integrante e fundador da banda Saracotia</em>.</p>
<p>20h – Betto do Bandolim, com participação de Mestre Chocho</p>
<p dir="ltr"><em>É o encontro de duas gerações do bandolim. Do bandolim contemporâneo ao bandolim clássico do Choro. Betto mostrará a diversidade do seu trabalho e Mestre Chocho, eleito Patrimônio Vivo de Pernambuco este ano, é o chorão mais idoso em atividade, no Brasil.</em></p>
<p><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></p>
<p>17h – Estação Brasil</p>
<p dir="ltr"><em>A banda garanhuense Estação Brasil é formada por músicos que tocam juntos há mais de 20 anos. Eles trazem, em sua essência, a busca de elementos que vão desde o jazz à música nordestina.</em></p>
<p>18h – Aglaia Costa</p>
<p dir="ltr"><em>Aglaia Costa é rabequeira, violinista e integrante da Orquestra Sinfônica do Recife. Seu trabalho reflete a preservação da música nordestina, fruto de pesquisas que realiza nesta área.</em></p>
<p>19h – Hugo Linns</p>
<p dir="ltr"><em>O compositor, produtor, diretor musical e arranjador Hugo Linns é um dos poucos músicos a utilizar a viola dinâmica como instrumento solo. Seu trabalho é uma fusão entre ritmos da cultura popular, o jazz e o rock.</em></p>
<p>20h – Nicolas Krassik (RJ)</p>
<p dir="ltr"><em>O francês Nicolas Krassik é violinista de jazz. Após 15 anos trabalhando com o gênero, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 2001, para estudar música popular brasileira. Seu show reúne jazz, choro, samba, forró com influências do rock.</em></p>
<p><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></p>
<p>17h – Street Jazz Band</p>
<p dir="ltr"><em>Considerada pioneira em Pernambuco no estilo Dixieland, a Street Jazz Band é uma das mais novas bandas instrumentais nascida no cenário de Garanhuns. Com nove anos de atuação, tem participado dos mais conceituados Festivais de Jazz e Blues de Pernambuco.</em></p>
<p>18h – Henrique Albino Trio</p>
<p dir="ltr"><em>Este trio pernambucano de música instrumental brinca com os elementos base da música: ritmo, harmonia e melodia dentro do universo do repertório regional, especialmente o frevo. É formado por uma flauta transversa, percussão e tuba.</em></p>
<p>19h – Renato Bandeira e o Som da Madeira</p>
<p dir="ltr"><em>Com direção musical do instrumentista Renato Bandeira, o grupo toca o baião, o xote, o maracatu e o frevo, com harmonias modernas e arrojadas, mantendo a alma e a espontaneidade da cultura nordestina.</em></p>
<p>20h – Noise Viola</p>
<p dir="ltr"><em>Noise Viola trabalha o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo. Com formação de guitarra, violão, baixo, viola e percussão, o grupo passeia por sonoridades como frevo, baião, maracatu e ciranda.</em></p>
<p dir="ltr">21h &#8211; Maestro Forró</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado, 29/7</strong></p>
<p>17h – Salomão Miranda</p>
<p dir="ltr"><em>O músico e compositor pernambucano Salomão Miranda pesquisa o processo de ensino-aprendizagem do cavaquinho, buscando trocar informações com cavaquinistas de todo o Brasil. Integra o Grupo Malacada e o Grupo Bambolear.</em></p>
<p>18h – Poruu</p>
<p dir="ltr"><em>Poruu é formada pelos músicos Iezu Kaeru, Igor Medeiros e Marcelo Campello (ex Mombojó). Juntos, eles improvisam utilizando uma guitarra semi-acústica, pequenos objetos do cotidiano, um sintetizador modular e um set de percussão pouco convencional.</em></p>
<p>19h – Claudio Rabeca</p>
<p dir="ltr"><em>O potiguar radicado no Recife Claudio Rabeca volta a Garanhuns com suas influências e raizes dos ritmos regionais. Com 18 anos de carreira, desenvolveu, além da habilidade com a rabeca, a intimidade com a viola de dez cordas, o violão, a guitarra e a percussão.</em></p>
<p>20h – Renato Borghetti e quarteto (RS)</p>
<p dir="ltr"><em>Acompanhado de seu principal instrumento, a gaita, Renato Borghetti apresenta seu repertório de etnomusic, world music e jazz fusion. Com sólida carreira internacional, já tocou em festivais na Croácia, República Tcheca, Áustria e Alemanha.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ouvindo e Fazendo Música: o pianista Amaro Freitas apresenta-se no MEPE</title>
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		<pubDate>Tue, 09 May 2017 16:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[O pianista Amaro Freitas é o convidado desta semana do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), que acontece neste sábado (13), às 17h. A apresentação será marcada pelo lançamento das canções do seu primeiro disco Sangue Negro, produzido recentemente. Minimalismo, bebop, afrojazz, samba, frevo e balada estão no repertório [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48647" aria-labelledby="figcaption_attachment_48647" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafa Medeiros/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/AMARO_por-Rafa-Medeiros_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-48647" alt="Rafa Medeiros/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/AMARO_por-Rafa-Medeiros_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O músico lançará seu novo álbum &#8220;Sangue Negro&#8221;</p></div>
<p>O pianista Amaro Freitas é o convidado desta semana do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), que acontece neste sábado (13), às 17h. A apresentação será marcada pelo lançamento das canções do seu primeiro disco <em>Sangue Negro</em>, produzido recentemente.</p>
<p>Minimalismo, bebop, afrojazz, samba, frevo e balada estão no repertório do artista e marcam as sonoridades que permeiam o novo trabalho. <em>Sangue Negro</em> foi gravado no Recife, no Estúdio Carranca, e traz a assinatura do gaúcho Rafael Vernet na produção e direção musical. Com a bagagem de quem tem shows e gravações com artistas do quilate de Hermeto Pascoal, Paulinho da Viola, Wilson das Neves e Roberto Menescal, coube a Vernet nortear o material que ora envereda pelo frevo, ora pelo minimalismo, ora pelo samba ou ainda pelo afrojazz.</p>
<p>O trabalho reinaugura uma linhagem de jazz autoral ao criar o estilo frevo-balada em <em>Subindo o Morro</em>. Ao contrário do RagTime, sonoridade mais próxima ao mais pernambucano dos ritmos, Amaro decompõe um frevo original ao envolvê-lo em um arranjo suave numa conjunção que nos remete à sonoridade de João Donato.</p>
<p>A obra ainda possui três composições:<em> Encruzilhada</em> (um frevo-jazz),<em> Norte</em> (que mescla acordes ora soturnos e ora ensolarados) e <em>Estudo</em>, composição de autoria do baterista Hugo Medeiros originada em um estudo, e que possui ambiência minimalista e ares cosmopolitas e elegantes. Os shows de lançamento do disco Sangue Negro já passaram por Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além do Festival MIMO, em Olinda e no Festival Vivo Open Air, edição do Recife. Confira um pouco das canções do disco:</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/293825104&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Amaro Freitas</strong><br />
Atualmente, o músico pernambucano finaliza o curso de tecnólogo em Produção Fonográfica e trilha carreira como pianista, tecladista, compositor, arranjador e diretor musical. Além disso, já acompanhou alguns dos principais cantores da nova cena pernambucana e atuou nos maiores espaços de música do Recife.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Amaro Freitas</strong><br />
<strong>Quando</strong>: 13/5 (sábado), às 17h<br />
<strong>Onde:</strong> Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>&#8220;Rec-Beat Apresenta&#8221; divulga programação em Olinda e João Pessoa</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 18:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Amaro Freitas]]></category>
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		<description><![CDATA[Este ano, o Rec-Beat Apresenta, que funciona como uma prévia do festival destinada a revelações da música contemporânea, terá duas edições. A primeira será na Casa do Cachorro Preto, em Olinda, no dia 18/02, enquanto a segunda no Centro Cultural Piollin, em João Pessoa, no dia 24/02, pelo segundo ano consecutivo. Em Olinda, o Rec-Beat Apresenta aposta nos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"><!--
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<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/fototeca-apresenta.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-45090" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/fototeca-apresenta-607x274.png" width="607" height="274" /></a></p>
<p>Este ano, o Rec-Beat Apresenta, que funciona como uma prévia do festival destinada a revelações da música contemporânea, terá duas edições. A primeira será na Casa do Cachorro Preto, em Olinda, no dia 18/02, enquanto a segunda no Centro Cultural Piollin, em João Pessoa, no dia 24/02,<b> </b>pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p>Em Olinda, o Rec-Beat Apresenta aposta nos trabalhos de <b>Amaro Freitas</b>, <b>Márcio Oliveira</b> e no grupo feminino <b>Arrete</b>. Amaro Freitas lançou no final do ano passado o elogiadíssimo álbum de estréia <em>Sangue Negro</em> e abre a noite com seu trabalho autoral que transita pelo jazz , bebop, afrojazz, samba e frevo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sc7N2Wl7qww" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Na sequência vem Márcio Oliveira, que se dedica ao trompete desde os doze anos de idade e já passou por inúmeros projetos relevantes, como a Orquestra Popular do Recife. Para o “Rec-Beat Apresenta” Márcio traz o resultado do álbum <em>Encabeçando</em>, lançado em 2015, onde ele explora toda a diversidade e linguagem da música afro-brasileira. Este trabalho colocou-o entre os melhores instrumentistas do país, na opinião da crítica.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ewicManxDDU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já o grupo Arrete é formado pelas Mcs Ya Juste, Nina Rodrigues e Weedja Lins e a Bgirl Duda Serafim e mostra a força da nova geração das mulheres cujo trabalho agrega conhecimentos adquiridos na cultura hip hop, com estilos como rap,ragga, d<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Drum_and_bass">rum and bass</a> e trap.  Atualmente, o grupo está se preparando para o seu disco de estréia.</p>
<p>Na abertura, nos intervalos entre as bandas e para encerrar a noite, a Casa do Cachorro Preto recebe o DJ Rimas.INC, que envereda pela música pop e eletrônica e traz no set um mix com suas próprias faixas produzidas a partir de mashups, bootlegs e reworks, indo do coco ao moombahton, da embolada ao raggamuffin, do baião a cumbia, do forró a música balkan.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JgYGerB0zNg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em João Pessoa, o Centro Cultural Piollin receberá, na sexta-feira de Carnaval, <b>O Terno, Negros de Harvar,  ÀTTØØXXÁ, Seu Pereira, Dj Dolores </b>e a <b>DJ Sarah Blackbird. </b>Já consolidado na cena musical independente, O Terno fará na Paraíba o aquecimento para subir no palco principal do Festival. O power trio paulista chama atenção pela sua estética sonora autoral, com timbres sessentistas de rock e pop experimental. O terceiro e novo disco, <em>Melhor Do Que Parece</em>,  patrocinado pela Natura Musical, foi citado como melhor de 2016 em diversas listas especializadas.</p>
<p>Direto do Chile, o Rec-Beat Apresenta traz o grupo de hip hop Negros de Harvar, que estará pela primeira vez no Brasil, apresentando o disco <em>Embiei</em> (2015) e o single recém lançado, <em>La mala reputación. </em>O grupo explora as raízes latino-americanos para então fundir com ritmos urbanos, com músicas inspiradas na salsa, cumbia, cha cha cha, merengue e bachata.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CpMGvowuf58" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já o DJ ÀTTØØXXÁ  ganhou as pistas de Salvador e de outras cidades nordestinas, com sua mistura de arrocha e pagode baiano com música eletrônica. O músico e produtor musical Rafa Dias utiliza letras de autoria própria nas músicas e apresentará seu novo disco <em>BLVCKBVNG</em>. Da cena local paraibana, o evento vai receber Seu Pereira e Coletivo 401, grupo cheio de swing, calcado no samba-rock com sotaque nordestino que tem circulado por festivais pelo Brasil, levando sua música temperada pelo baião, carimbó e xote.</p>
<p>Trazendo mais um pouco da essência do Festival, DJ Dolores também participa com sua rica bagagem de músicas autorais e remixes. O veterano da cena Mangue Beat dialoga com diferentes linguagens artísticas, compõe trilhas para cinema, traz experiência acumulada pelo Brasil, nos circuitos internacionais de música e projetos que atua, como Frevotron e a Orchestra Santa Massa, com a qual participou dos Jogos Olímpicos no Rio.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tFIXXfSs_w0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A discotecagem geral fica por conta da DJ Sarah Blackbird, jornalista que toca pelo circuito Paraíba-Pernambuco, com passagens por festas como Summertime, Let’s Dance, Odara, Som na Rural e aberturas de shows. Seu set traz indie-rock dançante, soul, electro e pop.</p>
<p>A realização do “<b>Rec-Beat Apresenta&#8221; </b>é da Rec-Beat Produções e, em João Pessoa, com parceria e produção da Garatuja e Rabissaca Produções. Incentivo do Funcultura &#8211; Fundo Pernambucano de Incentivo a Cultura/Governo do Estado de Pernambuco. Player oficial, Spotify e media partner, Brasileiríssimos e OGrito!.</p>
<p><b>&#8220;Rec-Beat Apresenta&#8221; Olinda</b></p>
<p>Data: 18/02 (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Local: Casa do Cachorro Preto<br />
Rua Treze de Maio, 99, Carmo, Olinda, Recife<br />
Entrada Gratuita</p>
<p><b>Atrações:<br />
</b>Amaro Freitas<br />
Márcio Oliveira<br />
Arrete<br />
Rimas.INC (a.k.a. Clécio Rimas)<br />
* Todos artistas de PE</p>
<p><b>&#8220;Rec-Beat Apresenta&#8221; João Pessoa<br />
</b>Data: 24/02 (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Local: Centro Cultural Piollin<br />
Rua Professor Sizenando Costa, S/N, Róger, João Pessoa<br />
Entrada: R$ 20,00 (antecipado), R$ 30,00 (na entrada)<br />
Ingressos, venda online: <a href="https://www.sympla.com.br/rec-beat-apresenta---joao-pessoa__116258">https://www.sympla.com.br/rec-beat-apresenta&#8212;joao-pessoa__116258</a></p>
<p><b>Atrações:</b></p>
<p>O Terno (SP) * também no Festival Rec-Beat<br />
Negros de Harvar (Chile)<br />
ÀTTØØXXÁ (BA)<br />
Seu Pereira e Coletivo 401 (PB)<br />
Dj Dolores (PE)<br />
DJ Sarah Blackbird (PE)</p>
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