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	<title>Portal Cultura PE &#187; Amparo 60</title>
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		<title>Ascânio MMM inaugura a exposição &#8220;Geometria Oscilante&#8221; na Galeria Amparo 60</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 17:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Galeria Amparo 60 inaugura, no próximo dia 8 de setembro (quinta-feira), a exposição &#8220;Geometria Oscilante&#8221;, de Ascânio MMM. Com curadoria de Felipe Scovino, a mostra apresenta oito trabalhos recentes do artista brasileiro, nascido em Portugal, e que vive no Rio de Janeiro desde 1959. Essa é a primeira mostra dele em terras pernambucanas. “Sinto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/AscanioMMM@TL_Quacors43_a_baixa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96241" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/AscanioMMM@TL_Quacors43_a_baixa-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Galeria Amparo 60 inaugura, no próximo dia 8 de setembro (quinta-feira), a exposição &#8220;Geometria Oscilante&#8221;, de Ascânio MMM. Com curadoria de Felipe Scovino, a mostra apresenta oito trabalhos recentes do artista brasileiro, nascido em Portugal, e que vive no Rio de Janeiro desde 1959. Essa é a primeira mostra dele em terras pernambucanas.</p>
<p><em>“Sinto como se a própria Janete Costa estivesse me trazendo para essa exposição no Recife”</em>, revela Ascânio contando um pouco da sua relação com a arquiteta, mãe da galerista Lúcia Costa Santos.<em> “Conheci a Janete há muitos anos atrás. Ela estava fazendo um hotel em Copacabana e escolheu uma escultura minha para colocar lá. Conheci o Burle Marx através dela”</em>, lembra, ressaltando que a amizade e parceria em trabalhos seguiram por muitos anos. <em>“Conheço Ascânio há anos, desde a época em que ele e minha mãe eram próximos. Sempre quisemos trazê-lo para Amparo e agora esse momento chegou. É uma alegria ter um artista com uma bagagem tão consistente fazendo sua primeira mostra no Recife em nosso espaço”</em>, destaca Lúcia Costa Santos.</p>
<p>&#8220;Geometria Oscilante&#8221; apresenta duas séries recentes do artista, de 2022, <em>QuaCors</em> e <em>Prismas</em>, cujo material base são perfis de alumínio.<em> “As obras aqui expostas se baseiam na qualidade de serem cambiáveis, não correspondendo integralmente às premissas formalistas da escultura, especialmente por instaurarem a ideia de instabilidade”</em>, escreve Scovino.</p>
<p>Na primeira, o artista compõe obras bidimensionais, quadrados de dimensões diversas, de 70 x 70 a 1,20 x 1,20 metros, com os módulos de alumínio e faz uso das cores industriais para gerar suas figuras geométricas. Desse diálogo vem o nome da série, que une as sílabas QUA com COR. Em <em>Prisma</em>, ele passa a trabalhar em composições tridimensionais, também montadas a partir dos perfis de alumínio. Segundo o curador, esses trabalhos reafirmam o compromisso do artista desde o início de sua carreira em trabalhar com as múltiplas possibilidades, fazendo da obra um campo aberto.</p>
<p><em>“As obras de Ascânio trazem essa ideia de participação. O público precisa se locomover, precisa observar a peça de vários ângulos, perceber suas possibilidades. Seja naqueles trabalhos em espaços públicos, obras apresentadas em galerias, e até naquelas, como é o caso de Caixas (c. 1968-69), em que o espectador é convidado a mexer, mudar e recombinar o trabalho&#8221;</em>, diz Scovino, destacando que o signo construtivo é o principal objeto de estudo do artista.</p>
<p>Ele faz parte da geração que se segue ao Neoconcretismo ( 1959-1961), e sua formação se deu<em> “vendo uma diversidade de associações metafóricas abrangendo arte, corpo e arquitetura”, pontua Scovino em seu texto curatorial. A questão construtiva, a chamada “vontade construtiva”</em>, está no cerne de sua poética. O próprio artista ressalta que suas obras são construídas dentro do ateliê, parafuso por parafuso. O seu interesse não está apenas no objeto finalizado, mas no processo, na construção do mesmo. “<em>A composição do objeto é um percurso, existe todo um processo por trás, que acontece no meu ateliê, onde eu acompanho todo esse desenvolvimento”</em>, diz Ascânio.</p>
<p>O artista se lança a uma investigação sobre as formas geométricas e sobre a arquitetura &#8211; o índice arquitetônico de seus trabalhos é evidente e tem uma razão de ser. Ao chegar ao Brasil, no final da década de 1950, Ascânio mudou-se para o Rio de Janeiro, onde vive até hoje, com o objetivo de ingressar no curso de arquitetura. Enquanto aguardava a entrada na universidade, passa a frequentar a Escola de Belas Artes e começa a adentrar neste universo. Foi neste período, como conta o artista, que ele entrou pela primeira vez no Museu Nacional de Belas Artes. Nessas visitas passou a ter contato com obras de peso, como as de Franz Weissmann. <em>“Fui fisgado, mordido pela escultura”</em>, conta. Formado em arquitetura, o artista passa a conciliar as atividades. Todo o repertório adquirido ao longo de sua formação universitária é também empregado em seus trabalhos artísticos. Ele traz elementos da cidade, materiais da construção civil (como madeira, alumínio…) para dentro da obra.</p>
<p><em>“Ascânio pensa os seus módulos de madeira &#8211; e, mais recentemente, de alumínio &#8211; como forças ativas que desencadeiam não só metáforas acerca do corpo mas ativam, na práxis, o corpo do espectador. Suas obras não se pautam numa discussão sobre massa ou volume; são translúcidas porque querem, exatamente, criar agenciamentos, embates e encontros entre elas e o corpo do espectador. Querem ser atravessadas, tocadas, usadas assim como desejam ser percebidas como projeções virtuais no espaço”</em>, sintetiza Scovino.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Geometria Oscilante &#8211; Ascânio MMM<br />
Inauguração: 8 de setembro de 2022 (quinta-feira), aberto ao público a partir das 19h<br />
Galeria Amparo 60 &#8211; No 3º andar da Dona Santa (Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187 &#8211; Boa Viagem, Recife &#8211; PE, 51020-170)</p>
<p>Visitação: de 9 de setembro até 16 de outubro de 2022<br />
Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h<br />
Sábados. das 10h às 15h</p>
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		<title>Clara Moreira inaugura primeira exposição individual na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 21:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Ato-desato”. Corpos que realizam movimentos, ações e gestos. Todos eles construídos por traços poéticos e afetivos que refletem sobre o próprio processo criativo e a prática do desenho. Essa é uma possível síntese para enxergar a nova exposição da recifense Clara Moreira. Ato-desato entrará em cartaz na Galeria Amparo 60, Zona Sul do Recife, nesta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/fc_05_margem_2kpx.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85466" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/fc_05_margem_2kpx-573x486.jpg" width="573" height="486" /></a></p>
<p>“Ato-desato”. Corpos que realizam movimentos, ações e gestos. Todos eles construídos por traços poéticos e afetivos que refletem sobre o próprio processo criativo e a prática do desenho. Essa é uma possível síntese para enxergar a nova exposição da recifense Clara Moreira. Ato-desato entrará em cartaz na Galeria Amparo 60, Zona Sul do Recife, nesta sexta-feira (18), sendo a primeira mostra individual com obras totalmente inéditas realizadas pela artista visual e desenhista. A curadoria é de Sofia Lucchesi.</p>
<p>Realizada em uma parceria com a SpotArt, a mostra conta com um espaço expositivo montado na antessala da galeria. Em 2020, Clara foi apontada como uma das 20 artistas de destaque no Brasil em editorial da SP-Arte e, no mesmo ano, foi selecionada pelo programa Convida, do Instituto Moreira Salles, e para o Salão Único de Artes do Sesc Pernambuco. Antes disso, expôs ao lado de Tereza Costa Rêgo (1929 &#8211; 2020) e Juliana Lapa em Antes do cio dos gatos, na Amparo 60, e diversas outras exposições coletivas no Recife, além ter realizado duas mostras individuais, uma em Portugal e outra no Palácio da Artes, em Belo Horizon te (MG), como retrospectiva de seu trabalho com desenhos manuais utilizados em cartazes de cinema.</p>
<p>Em &#8220;Ato-desato&#8221; será possível ver uma boa amostra da natureza poética que caracteriza o trabalho da artista, com dezoito desenhos em diversos formatos (incluindo um autorretrato em tamanho natural). Clara também é conhecida pelo uso minucioso do lápis de cor, com resultados que se encontram entre a delicadeza e a força, a precisão técnica e a liberdade artística, o realismo e o sonho, mas principalmente, como num gesto que convida ao diálogo: <em>&#8220;gosto de imaginar que o desenho é como uma carta ou um poema, que será lido por alguém que o vê, mas essa pessoa participa ativamente na leitura, compondo também com a sua própria subjetividade, por isso sempre procuro deixar uma pista e um segredo dentro de cada desenho, para que ele possa ser um convite ao pensamento vivo&#8221;</em>.<em> &#8220;Para mim, o meu corpo é como uma linguagem que posso acionar através do desenho, assim como pássaros, fitas de cetim, lágrimas, mas também geometria, composição, cor: são gramáticas entrecruzadas que procuro utilizar na &#8216;escrita&#8217; desses desenhos. Nesta exposição, estou tentando colocar todos esses personagens para uma pequena coreografia que acontece no momento presente, em que estamos todos mergulhados, e nesta sala, no Recife e que quer envolver e se aproximar do público, quer conversar&#8221;</em>.</p>
<p><em>“Ato-desato fala sobre o desenho em si, a prática de estar sempre desenhando. Clara tem um desenho realista, mas sem compromisso com a realidade pragmática, e com uma imensa liberdade gestual e poética. É o ato de desenhar, mas com um certo ‘desato’, que são os desvios que caracterizam a própria criação artística”</em>, diz a curadora Sofia Lucchesi. <em>“Também existe um desejo de se conectar que perpassa o conjunto de obras dessa exposição. Essa intimidade que ela traz do fazer artístico e das suas vulnerabilidades presentes nele têm um poder de acessar o coletivo. É possível acessar sentimentos comuns a uma coletividade tanto quando olhamos para os seus autorretratos quanto ao nos debruçarmos sobre as obras em que aparecem ações em grupo”</em>.</p>
<p>A exposição faz parte do projeto Mirada, idealizado pela galerista Lúcia Costa Santos em parceria com a SpotArt. A ideia é, a partir da mirada, do olhar, de um espaço expositivo reduzido, quase uma vitrine, ampliar o alcance das obras. A artista também vai apresentar uma serigrafia, outra característica presente em todas as mostras do projeto. A iniciativa nasceu durante a pandemia e tem um caráter virtual muito forte, com uma série de ações online, aliado à possibilidade do presencial. Esta será a quarta exposição do projeto, que vai se estender ao longo de 2021.</p>
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		<title>Fefa Lins inaugura a exposição &#8220;Tecnologias de Gênero&#8221; na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 18:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na história da arte, pinturas de corpos quase sempre serviram para reforçar, com viés assumidamente didático, padrões de gênero, estética e comportamento. O pintor Fefa Lins vem se destacando no circuito das artes plásticas nacionais ao trazer autorretratos que rompem com essas vigilâncias hegemônicas sobre os corpos, trazendo visões não binárias em relação ao gênero [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/o5kdpR_I.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84155" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/o5kdpR_I-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Na história da arte, pinturas de corpos quase sempre serviram para reforçar, com viés assumidamente didático, padrões de gênero, estética e comportamento. O pintor Fefa Lins vem se destacando no circuito das artes plásticas nacionais ao trazer autorretratos que rompem com essas vigilâncias hegemônicas sobre os corpos, trazendo visões não binárias em relação ao gênero e uma afetividade não heteronormativa de sexualidade. Entre a tradição e a ruptura, está a tecnologia. Fefa conquistou público, inicialmente, através das redes sociais e agora irá estrear a sua primeira exposição individual, <i>Tecnologias de Gênero,</i> com curadoria de Aslan Cabral, que fica em cartaz na Galeria Amparo 60, no Recife, entre 29 de abril a 28 de maio.</p>
<p>A mostra, que faz parte do projeto <i>Mirada</i>, uma parceria da galeria com a SpotArt, ocupa a primeira sala da galeria, reunindo obras de 10 x 10 até 1,5m. Para quem já conhece os trabalhos do artista pelas redes, será uma oportunidade de experienciar essas telas presencialmente e em conjunto. <em>“Montar a primeira exposição individual é um momento de muitos conflitos e crises, mas alinhamos uma síntese de produção que acabou sendo uma celebração. É como uma tríade de síntese, expansão, e sobretudo, celebração”</em>, diz Fefa.</p>
<p>Aos 23 anos, Fefa redescobriu a paixão pela pintura, algo que começou na infância, ao conhecer um grupo de empoderamento feminino através da ilustração no Facebook. Assim, passou a produzir obras que foram ganhando cada vez mais personalidade, seja na técnica ou nas temáticas apresentadas.</p>
<p>O olhar simultaneamente sensível e transgressor em relação ao corpo, com fruição através da internet, cria um contexto que o artista chama de “tecnologia de gênero” – conceito que deu título à exposição. <em>“É como se os gêneros de ‘homens’ e ‘mulheres’ não fossem criados apenas por órgão sexuais, mas sim por várias ferramentas. A pintura é uma das ferramentas históricas de criação de narrativa, inclusive no processo de colonização, então entendo essa linguagem como um lugar que transita entre cultura e subversão, partindo do corpo, da sexualidade e do gênero”</em>, continua.</p>
<p><em>“Essas tecnologias de gênero surgem de uma maneira tech, pop e trending”</em>, ressalta o curador Aslan Cabral. <em>“As questões tecnológicas são como vetores: fazem uma manutenção de lugar de privilégios para o conservadorismo, mas também promovem um certo &#8216;hackeamento&#8217; por parte de populações e pautas mais marginalizadas. Isso traz novas perspectivas de cenários artísticos e da utilização dessas tecnologias para colocar novos planos em ação. Estamos aqui juntando forças para isso”</em>.</p>
<p>Diante desse aspecto viral, a exposição presencial carrega consigo um ineditismo de experiência. <em>“A mostra traz esse local da dimensão, da escala, com obras que são muito maiores do que as pessoas esperam e veem pela tela do celular. A questão da materialidade, a partir da pintura, é emocionante e não é completamente acessível pela internet”</em>, ressalta Fefa.</p>
<p>A exposição faz parte do projeto Mirada, idealizado pela galerista Lúcia Costa Santos em parceria com a SpotArt. A ideia é, a partir da mirada, do olhar, de um espaço expositivo reduzido, quase uma vitrine, ampliar o alcance das obras. A iniciativa, que nasceu neste momento de pandemia, tem um caráter virtual muito forte, aliado à possibilidade do presencial. Essa será a terceira exposição do projeto que vai se estender ao longo de 2021.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
A Tecnologias de Gênero, de Fefa Lins<br />
Curadoria: Aslan Cabral<br />
Abertura: 29 de abril de 2021<br />
Encerramento: 28 de maio de 2021<br />
Agendamento de visitas: (81) 9<a>9986-0016</a> ou (81) <a>3033-6060</a><br />
Onde: Galeria Amparo 60 – Rua Artur Muniz, 82, salas 13 e 14 &#8211; Boa Viagem, Recife</p>
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		<title>Luiz Hermano inaugura nova exposição na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2015 14:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após três anos sem expor no Recife, o artista plástico cearense Luiz Hermano traz à cidade, a partir desta terça-feira (4), a exposição Rede de Memórias. A mostra, que faz um apanhado de sua obra, ficará em cartaz na Galeria Amparo 60 até o dia 3/9, e apresenta 25 obras produzidas recentemente por Hermano, entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28652" aria-labelledby="figcaption_attachment_28652" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/DSC01559Cafe-com-nanquim-30x40cm-600x451.jpg"><img class="size-full wp-image-28652 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/DSC01559Cafe-com-nanquim-30x40cm-600x451.jpg" width="600" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho do artista cearenese é marcado por várias técnicas e materiais</p></div>
<p>Após três anos sem expor no Recife, o artista plástico cearense Luiz Hermano traz à cidade, a partir desta terça-feira (4), a exposição <em>Rede de Memórias</em>. A mostra, que faz um apanhado de sua obra, ficará em cartaz na Galeria Amparo 60 até o dia 3/9, e apresenta 25 obras produzidas recentemente por Hermano, entre desenhos, esculturas e instalações.</p>
<p>Segundo Ricardo Resende, curador da exposição, o trabalho do artista, rico em materiais e técnicas, pertence a um &#8220;mundo encantado e sensorial em que ele habita&#8221;. &#8220;[Luiz] Borda com arame, fio de cobre, usa pedras coloridas, capacitores resistores, utensílios de cozinha, brinquedos e uma infinidade de coisas que pesquisa e adquire nos comércios e feiras do mundo afora. Ele cria suas redes com estes materiais diversos que vemos em sua obra. São rizomas visuais que exigem mais do que &#8216;ver&#8217; de quem observa, mas entender o processo minimalista ao qual se dedica, representado nas suas obras por materiais com os quais se depara na sua pesquisa, retirando-os do seu contexto de mercadorias&#8221;, disse Resende.</p>
<p>Ainda de acordo com o curador, obra do artista é marcada pela memória &#8220;que, por suas mãos, transforma-se em uma espécie de &#8216;poeira cósmica&#8217; que se espalha pelo espaço da exposição em formas disformes, em &#8216;bordados&#8217; que brilham, em desenhos de redes ligadas pelos sonhos&#8221;.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>O que é:</strong> abertura da exposição Rede de Memórias, de Luiz Hermano<br />
<strong>Quando:</strong> 4/8 (terça-feira), às 19h<br />
<strong>Quanto:</strong> acesso gratuito<br />
<strong>Onde:</strong> Galeria Amparo 60 &#8211; Av. Domingos Ferreira, 92 A – Boa Viagem, Recife – PE<br />
<strong>Visitação:</strong> de 5 de agosto a 3 setembro a de 2015.<br />
Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h.<br />
Sábados das 10 às 14h (com agendamento prévio, pelo telefone 81 3033.6060)</p>
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		<title>Cristiano Lenhardt expõe Matéria Superordinária Abundante na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 14:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amparo 60]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Lenhardt]]></category>
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		<category><![CDATA[Matéria Superordinária Abundante]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do sucesso de sua última exposição Planalto, Cristiano Lenhardt está de volta à Galeria Amparo 60, com a mostra Matéria Superordinária Abundante. Composta por obras inéditas, o novo trabalho do artista, que conta com incetivo do Funcultura, entra em cartaz nesta quarta-feira (5), e apresenta um misto de técnicas: desenho, pintura, fotografia, vídeo, instalação e colagem, utilizando materiais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16407" aria-labelledby="figcaption_attachment_16407" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cristiano-Lenhardt.jpg"><img class="size-medium wp-image-16407" alt="Artista inaugura nesta quarta-feira (5) nova exposição " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cristiano-Lenhardt-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Artista inaugura nova mostra nesta quarta-feira (5)</p></div>
<p>Depois do sucesso de sua última exposição <em>Planalto</em>, Cristiano Lenhardt está de volta à Galeria Amparo 60, com a mostra <em>Matéria Superordinária Abundante</em>. Composta por obras inéditas, o novo trabalho do artista, que conta com incetivo do Funcultura, entra em cartaz nesta quarta-feira (5), e apresenta um misto de técnicas: desenho, pintura, fotografia, vídeo, instalação e colagem, utilizando materiais diversos, como adesivo perfurado, tela de alumínio, plástico, papelão, madeira.</p>
<div id="attachment_16405" aria-labelledby="figcaption_attachment_16405" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cristiano-Lenhardt-quadros-Materia-Superordinaria-Abundante.jpg"><img class="size-medium wp-image-16405" alt="Multiplicidade de técnicas marca a nova exposição de Cristiano Lenheardt" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cristiano-Lenhardt-quadros-Materia-Superordinaria-Abundante-607x443.jpg" width="607" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Nova exposição de Cristiano Lenheardt é marcada por multiplicidade de técnicas</p></div>
<p>Nas obras, nenhum dos encaixes é estanque. “Porque tudo só existe enquanto a força que sustenta é maior do que a força que puxa o contrário”, diz. Assim, os materiais e as formas se relacionam em <em>Matéria Superordinária Abundante</em>, que apresenta arranjos que se estabelecem por meio de configurações positivas geradas por uma atenção que desconfia da sentença final.</p>
<p>O artista conta que sempre observou o tipo de organização social dos índios no Brasil e sua cultura, tendo se aprofundado de uns anos para cá. Ele compartilha da ideia de alguns autores de que a vida indígena seria o que poderia mudar o rumo da sociedade no Brasil. “Falo de um ponto de vista em que acredito que essa terra é indígena e deveria ser respeitada como tal, só que não é assim e nem nunca foi”, pontua.</p>
<p>Os trabalhos apresentados em<em> Matéria Superordinária Abundante</em> são feitos sob o que restou ao artista de uma lógica indígena. Numa caminhada dispersa e atenta, ao mesmo tempo, ele observa os vestígios que seus vizinhos deixam de suas vidas trabalhadoras. “Junto materiais da rua e neles faço pequenas alterações e tento entendê-los em outro contexto, por outra perspectiva. Estou morando no centro do Recife, bem no meio do comércio, com serviços como marcenaria, e o lugar dos moradores de rua. O rejeito é matéria-prima que divido com catadores sob o legado de Rauschenberg, Oiticica, e das longas caminhadas indígenas para coleta”, explica. A exposição pode ser conferida até o próximo dia 30 de dezembro, na Galeria Amparo 60, em Boa Viagem.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Matéria Superordinária Abundante, de Cristiano Lenhardt<br />
Abertura: 5 de novembro de 2014, às 19h<br />
Visitação: de 6 de novembro a 30 de dezembro de 2014.<br />
Segunda a sexta-feira, das 9 às 13h e das 14h às 18h.<br />
Sábados das 10 às 14h (Com agendamento prévio)<br />
Onde: Galeria Amparo 60 - Av. Domingos Ferreira, 92 A &#8211; Boa Viagem, Recife – PE<br />
Mais informações: +55 81 3033.6060</p>
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		<title>Exposição Animattack estreia na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2014 15:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Galeria Amparo 60 inaugura nesta quarta-feira (24) a exposição Animattack, do artista Bruno Vilela. A mostra, que tem curadoria de Moacir dos Anjos e é a segunda do artista no espaço, é composta por 15 desenhos e uma pintura. Na abertura, será lançado o livro homônimo, que traz o registro de estudos e obras da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Galeria Amparo 60 inaugura nesta quarta-feira (24) a exposição <em>Animattack</em>, do artista Bruno Vilela. A mostra, que tem curadoria de Moacir dos Anjos e é a segunda do artista no espaço, é composta por 15 desenhos e uma pintura. Na abertura, será lançado o livro homônimo, que traz o registro de estudos e obras da série, com um texto do curador. A exposição tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>Esses novos trabalhos se relacionam de várias maneiras com a produção anterior do artista, seja pela técnica – o uso do pastel seco e do papel -, pelos desdobramentos dos seus estudos de anatomia perceptíveis na presença da figura humana, ou mesmo nas referências místicas, orientais e nos estudos do inconsciente no campo da psicologia e psicanálise.</p>
<div id="attachment_14268" aria-labelledby="figcaption_attachment_14268" class="wp-caption img-width-501 aligncenter" style="width: 501px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/bruno-vilela-animattack.jpg"><img class="size-medium wp-image-14268" alt="Animattack é a segunda exposição do artista na galeria " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/bruno-vilela-animattack-501x486.jpg" width="501" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Animattack é a segunda exposição de Bruno Vilela na galeria</p></div>
<p>Na mostra, os tons de turquesa, a áurea mítica, a luz espiritual, remetem ao movimento dos Orientalistas que surgiu na pintura no século XVII, através de nomes como Delacroix, Ingres e Moreux. As cores dos filmes coloridos na técnica do Technicolor, como <em>Narciso Negro</em> (1947), <em>O ladrão de Bagdá</em> (1940), entre outros, são ligações estéticas de interesse para quem quiser aprofundar o entendimento dessas obras.</p>
<p>Para Bruno Vilela, a peça-chave para mergulhar em seu trabalho é mitologia pessoal. &#8220;Temos medo do desconhecido. O que é recorrente no meu trabalho é a busca pelo desconhecido, pelo aprofundamento das questões do inconsciente, os estudos das mitologias antigas dos povos, perdidas e esquecidas. É o oposto do sombrio. Sombrio é a visão de dentro da caverna, da zona de conforto. Eu quero olhar &#8216;lá fora&#8217;, longe da sombra, do sombrio. A visão do &#8216;outro lado&#8217;, das profundezas do inconsciente, guiada pela mitologia pessoal é um universo sem fim&#8221;, finaliza.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>Abertura: 24 de setembro de 2014, às 19h.<br />
Visitação: de 25 de setembro a 30 de outubro de 2014.<br />
Dias: segunda a sexta-feira, das 9 às 19h; sábados, das 10 às 14h (com agendamento prévio).<br />
Aonde: Galeria Amparo 60 (Av. Domingos Ferreira, 92 A. Boa Viagem, Recife &#8211; PE. Tel.: 81. 3033.6060)</p>
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		<title>Jovens artistas em foco na Nuvem e Amparo 60</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 15:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amparo 60]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois jovens artistas conquistam espaço para mostrar seus trabalhos em espaços artísticos da cidade. Nathália Queiroz expõe a série de aquarelas “Água” dentro de projeto da Nuvem Produções, que apresenta novos talentos em portal na internet (http://portalnuvem.art.br/) e em exposições na Galeria Joana D´arc. Ramonn Vieitez ganha espaço na prestigiada Galeria Amparo 60 para apresentar as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12034" aria-labelledby="figcaption_attachment_12034" class="wp-caption img-width-588 alignnone" style="width: 588px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Fragile-Moments-The-death-of-love-oleo-sobre-tela-145-x-120.jpg"><img class="size-medium wp-image-12034 " title="pintura de Ramonn Vieitez " alt="Ramonn Vieitez " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Fragile-Moments-The-death-of-love-oleo-sobre-tela-145-x-120-588x486.jpg" width="588" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Fragile Moments&#8221; (The death of love), um das pinturas de Ramonn Vieitez em exposição.</p></div>
<p>Dois jovens artistas conquistam espaço para mostrar seus trabalhos em espaços artísticos da cidade. Nathália Queiroz expõe a série de aquarelas “Água” dentro de projeto da Nuvem Produções, que apresenta novos talentos em portal na internet (<strong><a href="http://portalnuvem.art.br/" target="_blank">http://portalnuvem.art.br</a></strong>/) e em exposições na Galeria Joana D´arc. Ramonn Vieitez ganha espaço na prestigiada Galeria Amparo 60 para apresentar as pinturas da exposição “There was a boy”. As duas mostras são abertas na noite desta quinta-feira (07) e fazem parte de projetos incentivados pelo Funcultura, do Governo de Pernambuco.</p>
<p>Um ar melancólico e onírico permeiam os trabalhos de Nathália e Ramonn que criam personagens através das suas obras. Quem quiser pode conferir ao vivo as duas exposições no mesmo dia, já que ambas estão na zona sul do Recife, em bairros vizinhos, Pina e Boa Viagem.</p>
<div id="attachment_12032" aria-labelledby="figcaption_attachment_12032" class="wp-caption img-width-453 alignnone" style="width: 453px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/água_nathalia-queiroz.jpg"><img class="size-medium wp-image-12032 " alt="Nathalia Queiroz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/água_nathalia-queiroz-453x486.jpg" width="453" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Nathalia Queiroz apresenta mulheres na exposição &#8220;Água&#8221;.</p></div>
<p>A dualidade da água é o ponto de partida para Nathália criar aquarelas com nuances do azul. “Tenho observado a água, assim como demais objetos dos meus trabalhos, em sua dualidade: tudo pode ser bom e mal, vil e doce, acolhedor e perigoso. Depende do tempo, do uso, da forma. A mesma água que purifica, afoga. Esse é o motivador dessa série ilustrada, onde percorro sentimentos vários”, explica em texto sobre a exposição. O resultado são &#8220;mulheres submersas em silêncio ou sereias encantadoras que destilam seu canto enlouquecedor&#8221;.</p>
<p>Já Ramonn se inspirou na música “Nature boy”, de Nat King Cole, para criar 20 pinturas que falam um pouco sobre o mistério da juventude, suas descobertas e sobre o amor. “Eu acabei conhecendo Nature Boy por causa da versão instrumental do filme “The Talented Mr. Ripley” e, desde então, ela tem sido uma referência. A identificação com a letra do Eden Ahbez foi quase imediata. É uma canção que conta a história de um personagem que possui muita similaridade com o meu trabalho”, revela o artista, que pela primeira vez ocupa a Galeria Amparo 60.</p>
<p>No espaço privilegiado para as artes da cidade, Vieitez exibe pinturas produzidas entre 2011 e 2014, todas inéditas, com curadoria de Adriano Casanova. “Selecionamos os trabalhos não por data de produção, e sim por temáticas. Elementos que sempre estão presentes na pintura, retratos, natureza&#8230; Uma sequência não cronológica que transmita uma atmosfera onírica, algo de forte interesse para o artista”, detalha Casanova.</p>
<p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<p><strong>Nathália Queiroz</strong> é designer gráfico, ilustradora e artista. Desenvolve projetos de intervenções urbanas, fotos e vídeos com o olho.coooletivo, atun no projeto NanquimParede ilustrando lares pela cidade, é colunista quinzenal no blog Vacatussa, colaboradora de zines e publicações independentes com ilustrações, textos e fotografias.</p>
<p><strong>Ramonn Vieitez</strong> faz parte do casting da Galeria Amparo 60 desde 2013. “There was a boy” é sua segunda exposição individual no Recife. A primeira, “O império dos sonhos”, esteve em cartaz entre os meses de junho e julho no Instituto de Arte Contemporânea da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com 14 obras, entre pinturas e serigrafias. Já participou de exposições coletivas em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Criciúma (SC) e Nova Jérsei (EUA). Tem obras nos acervos do Museu do MAR (Rio de Janeiro), Centro Cultural UNESC (Santa Catarina) e MAM &#8211; Museu de Arte Moderna do Rio / Coleção Gilberto Chateaubriand (Rio de Janeiro)</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>“There was a boy&#8221;, de Ramonn Vieitez</strong><br />
<strong>Abertura da exposição:</strong> 7 de agosto de 2014, às 19h<br />
<strong>Visitação:</strong> de 8 de agosto a 12 de setembro de 2014. Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h. Sábados das 10 às 14h (Com agendamento prévio)<br />
<strong><strong>Local:</strong> </strong>Galeria Amparo 60 – Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem, Recife – PE<br />
<strong>Telefone:</strong> 81 3033.6060<br />
<strong>Acesse:</strong> <a href="http://www.amparo60.com.br/" target="_blank">http://www.amparo60.com.br/</a><br />
<strong><br />
Exposição “Água”, Nathália Queiroz<br />
Abertura da exposição:</strong> 07 de agosto de 2014, às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Galeria Joana D´arc – Av. Herculano Bandeira, 513, Pina – Recife<br />
<strong>Visitação:</strong> até 28 de agosto mediante agendamento prévio pelo telefone 81 8175 7208.<br />
<strong>Entrada gratuita</strong><br />
<strong>Acesse <a href="http://portalnuvem.art.br/" target="_blank">http://portalnuvem.art.br/</a></strong></p>
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