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	<title>Portal Cultura PE &#187; AMUNAM</title>
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		<title>Bastiões comandam País das Culturas Populares em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:00:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda tarde do polo País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País, no município de Pesqueira (PE), neste sábado (3), foi marcado por apresentações de grupos e artistas que têm como projeto de existência a perpetuação da manifestação cultural a que se dedicam. Subiram ao palco da Praça da Rosa as atrações Mestres do Coco Pernambucano, Ciranda das Flores da Amunam, Bloco Afro Lamento Negro e Adiel Luna e o Coco Camará.</p>
<p>Mestre do Coco Pernambucano, por exemplo, surgiu de uma exposição fotográfica sobre o tema. A partir dessa iniciativa foi formado um conjunto no qual participam três mestres nos vocais e três percussionistas, com os nomes sempre se alternando.</p>
<p>Já a Ciranda Flores Amunam, formada por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata (Zona da Mata Norte), trouxe em seu repertório canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, também interpretou composições de Gilberto Gil (Esperando na Janela), Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>Entre os grupos de afro reggae, ritmo que têm tido grande destaque no Festival Pernambuco Meu País, o Bloco Afro Lamento Negro, do bairro de Peixinhos (Olinda-PE), é um dos mais icônicos. Basta dizer que dele saíram os integrantes que formaram a base rítmica da banda Nação Zumbi, ainda com Chico Science. As origens do movimento mangue tem DNA do Lamento Negro. Em Pesqueira, Felipe Baobá, Fernanda e Marcela entoaram canções que celebram a cultura preta e periférica. Como de praxe, completaram a set list com temas como o Canto das Três Raças (de Mauro Duarte &amp; Paulo César Pinheiro, sucesso na voz Clara Nunes), Samba Makossa (Chico Science) e Computadores Fazem Arte (Fred Zeroquatro).</p>
<p>Natural de São Lourenço da Mata (Região Metropolitana do Recife), Adiel Luna é cantador de viola, coquista, forrozeiro, aboiador, cordelista, ator, mestre de maracatu, mamulengueiro, formador e brincante de cultura popular. Seu espetáculo, com vozes e percussão, reflete toda essa bagagem. Ainda assim, em Pesqueira, Adiel deu mesmo foi um show de humildade, dividindo seu tempo de palco convidando mestres e brincantes da cidade e região. Participaram mestre Luiz Timóteo, Diosmam Avelino e os membros do Flor de Jurema Ednaldo Xucuru, Jaci Nayara Dias, Carol Xucuru e Bibi Xucuru.</p>
<p>Antes transição do País das Culturas Populares para o País da Música, no mesmo palco da Praça da Rosa, ainda contou com o espetáculo O Menestrel. As histórias cantadas pelo ator Márcio Fecher, acompanhado pelo violão de Felipe Baobá e o carrón de Fábio Ypalonã, são uma adaptação de o Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa), com foco na cultura de maracatu, coco e toques de terreiro.</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Maracatu de baque solto se despede de sua primeira mestra</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 16:56:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108513" aria-labelledby="figcaption_attachment_108513" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil.jpg"><img class="size-medium wp-image-108513" alt="Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Gil</p></div>
<p>A cultura popular do maracatu rural de Pernambuco está de luto. Morreu, nesta sexta-feira (16), Mestra Gil, 54 anos, integrante do Maracatu de Baque Solto Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam), na Zona da Mata Norte do Estado. A artista, mulher negra que por mais de 15 anos ecoou seu talento e voz a favor das mulheres e da cultura de raiz, silenciou seu apito e baixou sua bengala &#8211; importantes ícones de sua trajetória. O falecimento ocorreu no Hospital das Clínicas, no Recife, onde ela estava em tratamento de saúde. Deixa cinco filhos e quatro netos.</p>
<p>Mestra Gil, como era conhecida, foi pioneira na história do maracatu rural ao liderar, pela primeira vez, o Maracatu Feminino Coração Nazareno, fundado em 8 de março (Dia Internacional da Mulher) de 2004. Com ele fez história. Ingressou como bandeirista até ocupar o posto de mestra, no ano seguinte. À frente da agremiação, viajou o Brasil participando de Carnavais, festivais, encontros, sambadas, mostras e eventos culturais, apresentando seus versos de improviso e comunicando a força, o talento e a garra das mulheres pretas e periféricas na cultura popular.</p>
<p>No Maracatu Coração Nazareno, Mestra Gil foi pioneira ao participar da gravação de dois álbuns. No primeiro, em 2004, imprimiu seus primeiros versos registrados na memória cultural do País. Em 2009, com apoio do Ponto de Cultural Engenhos dos Maracatus, coordenado pela Amunam, lançou o segundo, em que buscou dedicar-se às temáticas sociais, ambientais, culturais e de empoderamento feminino.</p>
<p>Mestra Gil também foi fonte de inspiração para pesquisadores, produtores culturais e cineastas, no Brasil e no exterior, contribuindo com sua percepção da importância das mulheres estarem onde elas quiserem. Ao longo de mais de uma década participou de vários documentários, livros, revistas, entrevistas para TVs, jornais, sites e portais.</p>
<p>“Em 2024 o Maracatu Coração Nazareno chega à marca de 20 anos. Nessa jornada Mestra Gil teve uma importante contribuição para todas nós, mulheres da Mata Norte, de Pernambuco e do Nordeste. Ela foi a porta-voz das mulheres e da sociedade levando nossas reflexões aos palcos por onde passou. Mestra Gil estará viva em nossas memórias. Jamais esqueceremos de seu legado cultural”, destacou a coordenadora e idealizadora do Maracatu Feminino Coração Nazareno, Eliane Rodrigues.</p>
<p>Mestra Gil foi casada com Mestre Zé Duda, do Maracatu Rural Estrela de Ouro, de Aliança (Mata Norte), que faleceu em 2 de junho de 2023. O Garganta de Ouro foi responsável por incentivar e apoiar a carreira de Mestra Gil na cultura popular do maracatu rural.</p>
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		<title>Maracatu Feminino Coração Nazareno nos ajustes para a Folia de Momo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 13:52:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Prestes a completar 12 anos de fundação, quebrando o paradigma de que maracatu é uma vertente cultural praticada exclusivamente por homens, o Maracatu Feminino Coração Nazareno já está nos últimos preparativos para enfrentar as apresentações na semana pré-carnavalesca e nos dias da Folia de Momo, em cidades da Região Metropolitana do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33385" aria-labelledby="figcaption_attachment_33385" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maracatu-Feminino-Coracao-Nazareno-divulgacao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-33385" alt="Foto: divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maracatu-Feminino-Coracao-Nazareno-divulgacao-01-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das 62 integrantes da agremiação, durante cortejo carnavalesco.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Prestes a completar 12 anos de fundação, quebrando o paradigma de que maracatu é uma vertente cultural praticada exclusivamente por homens, o Maracatu Feminino Coração Nazareno já está nos últimos preparativos para enfrentar as apresentações na semana pré-carnavalesca e nos dias da Folia de Momo, em cidades da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata Norte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Na composição dos novos figurinos e adereços, estamos mantendo a tradição de cores mais de acordo com o nosso universo feminino, onde predominam tons como rosa, dourado, lilás e amarelo”</em>, adiantou Marinalva Izabel de Freitas, integrante da agremiação desde sua fundação, em 8 de março de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Em virtude das grades de cada cidade estarem sendo formadas, ainda não temos uma agenda definida de apresentações. Mas, já na próxima segunda-feira (1º de fevereiro), estaremos nos reunindo e vamos marcar o grande ensaio do Coração Nazareno, já com as confecções prontas. É um momento de muita expectativa, pois estaremos vendo o efeito que as produções irão ter, especialmente para a celebração carnavalesca”</em>, destaca Marinalva.</p>
<div id="attachment_33386" aria-labelledby="figcaption_attachment_33386" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maracatu-Feminino-Coracao-Nazareno-divulgacao-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-33386" alt="Foto: divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maracatu-Feminino-Coracao-Nazareno-divulgacao-02-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejo do Maracatu Feminino Coração Nazareno, no Carnaval 2015 de Nazaré da Mata.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Reforçando a evolução das caboclas de lança, o colorido das confecções também adere ao lema da cultura de paz defendida pela Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam), fundadora da agremiação, que luta na região pela diminuição da violência contra as mulheres. Atualmente, a agremiação está formada por 62 integrantes, na faixa etária dos cinco aos 74 anos, sendo pioneira em Pernambuco por ter a primeira mestre de maracatu mulher, a popular Gilvanilda Maria &#8211; ou mestra Gil &#8211; como é mais conhecida a brincante de 46 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as principais conquistas, está o próprio ponto de cultura da agremiação, originado em 2009, que promove gratuitamente oficinas artesanais de gola, estandarte e adereços carnavalescos, para mulheres da cidade de Nazaré da Mata. Nas produções musicais, a agremiação foi vencedora do Prêmio Cultura Popular nas Ondas do Rádio, em 2008, promovido pelo Centro de Assessoria Imprensa e Rádio (Criar Brasil), no Rio de Janeiro. E em 2013, o Governo Federal e o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC/MinC), reconheceram que o Maracatu Femininino Coração Nazareno, como símbolo da representação da cultura popular brasileira.</p>
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		<title>Maracatu Coração Nazareno entre as atrações do sábado no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 11:49:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dentro do clima de prévias carnavalescas iniciadas na capital pernambucana, o Maracatu de Baque Solto Feminino Coração Nazareno participará neste sábado (24), do Desfile de Orquestras e Agremiações. O encontro, que é promovido pela Prefeitura do Recife e será aberto ao público, acontece na Rua da Moeda, a partir das 18h, contando com as apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19853" aria-labelledby="figcaption_attachment_19853" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Baltar Freire</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Coracao-Nazareno-Joao-Baltar-Freire.jpg"><img class="size-medium wp-image-19853" alt="João Baltar Freire" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Coracao-Nazareno-Joao-Baltar-Freire-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desfile do Maracatu Feminino Coração Nazareno em 2011, durante o 21º Festival de Inverno de Garanhuns.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Dentro do clima de prévias carnavalescas iniciadas na capital pernambucana, o Maracatu de Baque Solto Feminino Coração Nazareno participará neste sábado (24), do Desfile de Orquestras e Agremiações. O encontro, que é promovido pela Prefeitura do Recife e será aberto ao público, acontece na Rua da Moeda, a partir das 18h, contando com as apresentações do Clube de Boneco Tadeu no Frevo, Bloco Afro Daruê Malungo e a Troça Carnavalesca Mista Verdureiras de São José.</p>
<div id="attachment_19855" aria-labelledby="figcaption_attachment_19855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Coracao-Nazareno-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-19855" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Coracao-Nazareno-divulgacao-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Integrantes da AMUNAM finalizando os novos figurinos da agremiação para a Folia de Momo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Composto por 72 mulheres com idades entre os 8 e 80 anos, o grupo deverá se apresentar nos polos carnavalescos do Recife, Olinda e em cidades da Mata Norte, com novos figurinos. Segundo Cleide Bae, integrante da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (AMUNAM), entidade responsável pelo grupo, as confecções estão sendo produzidas por 12 mulheres, visando também celebrar no mês de março mais um ano de trajetória da agremiação carnavalesca. “Tendo como objetivo caracterizar a formação inicial do Coração Nazareno, nos novos figurinos e adereços estão predominando as cores lilás e rosa, no intuito de também celebrar os 12 anos de nossa luta por conquistas das mulheres na região da Mata Norte”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das atividades do Coração Nazareno, a AMUNAM desenvolve ações sociais, de educação e cidandania com mulheres, jovens e adolescentes da Mata Norte de Pernambuco. A organização não governamental surgiu com o objetivo de inserir mulheres na brincadeira centenária, que era praticada apenas por homens antes da fundação do grupo.</p>
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		<title>Paudalho recebe nova edição do projeto Artes na Estação</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2014 15:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mantendo a missão iniciada no ano de 2012, que busca promover o crescimento artístico de jovens da cidade de Paudalho, na Mata Norte, o projeto Artes na Estação será realizado nos dias 27 e 28 de dezembro, no antigo prédio da estação ferroviária do centro da cidade. A programação possui diversas oficinas e atividades culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Paudalho-Artes-na-Estacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-18489 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Paudalho-Artes-na-Estacao-292x486.jpg" width="292" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mantendo a missão iniciada no ano de 2012, que busca promover o crescimento artístico de jovens da cidade de Paudalho, na Mata Norte, o projeto Artes na Estação será realizado nos dias 27 e 28 de dezembro, no antigo prédio da estação ferroviária do centro da cidade. A programação possui diversas oficinas e atividades culturais gratuitas, sendo uma iniciativa do Centro de Produtores Culturais da Mata Norte (CEMPREMATA).</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo (28), além da Oficina de Maracatu de Baque Virado, que será ministrada por Mestre Fábio e Toinho, vice-presidente do Maracatu Nação Almirante do Forte, a agremiação se apresenta a partir das 19h. Em seguida, também será realizada a apresentação da Orquestra Seraphins, prestando homenagem aos maestros Sandro, Valdinho e Geneton, sob regência do maestro Neto Serafin.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto, que conta entre os apoiadores de sua realização, a Prefeitura do Paudalho e a Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (AMUNAM), possui como objetivo principal possibilitar um encontro de artistas populares, além do fortalecimento do movimento cultural da região, através da conquista de um espaço destinado à classe artística.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><strong>Sábado, 27 de dezembro</strong><br />
16h às 18h – Oficina de Marcador de Quadrilha (Idinaldo Borges)<br />
18h40 – Apresentação do documentário fotográfico que ficará exposto durante os dias do evento “Paudalho, um olhar diferente”<br />
18h50 &#8211; Apresentação musical &#8211; Mario Roberto<br />
19h – Espetáculo de Natal “O Nascimento de Jesus” (Chão de Ouro)<br />
20h &#8211; Grupo Cultural Feminino Flores do Coco &#8211; Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (AMUNAM)<br />
21h &#8211; Grupo de dança &#8211; Os Frenéticos do Gueto</p>
<p><strong>Domingo, 28 de dezembro </strong><br />
9h às 11h30 – Oficina de Frevo (Neto Serafim)<br />
8h30 às 11h30 – Oficina de Confecção de Flauta de Caboclinhos (Mestre Pelé)<br />
8h30 às 11h30 – Oficina maracatu de baque virado (Fabio e Toinho do Maracatu Nação Almirante do Forte)<br />
14h às 17h – Prática e interpretação musical do frevo (Neto Serafim)<br />
14h às 17h – Oficina maracatu de baque virado (Fabio e Toinho do Maracatu Nação Almirante do Forte)<br />
14h – Roda de Leitura de Paudalho (Maria Valéria)<br />
15h às 18h – Oficina de teatro 3ª idade (Thiago Freitas)<br />
16h – Roda de Poesia (Felipe Cornélio e Gustavo Farro)<br />
16h – Oficina de Desenho de Grafite (Tony Art)<br />
16h – Oficina de Hip-hop (Vando Art)<br />
16h – Roda de Cordas (Daniêre e Nil)<br />
18h – Roda de Música (MPB) “O Canto da Estação” (Gustavo Farro)<br />
19h – Ciranda Popular de Paudalho (Zeca Cirandeiro)<br />
19h40 – Apresentação do Maracatu Nação Almirante do Forte<br />
20h – Memória em retalhos &#8211; Grupo Cascabuio (Thiago Freitas e Edi Andrade)<br />
21h – Orquestra Seraphins (homenagem aos maestros Sandro, Valdinho e Geneton) &#8211; Maestro Neto Serafin </p>
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		<title>Inscrições abertas para oficina de artesanato em Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2014 15:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[AMUNAM]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Associação das Mulheres de Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Avon]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[oficina gratuita de artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Mulheres do Maracatu Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da Mata Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para oficina gratuita de artesanato, que será oferecida exclusivamente para mulheres atuantes em atividades de cultura popular, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. As interessadas podem efetuar a inscrição até 17 de outubro, na cidade de Nazaré da Mata. A oficina começa a ser realizada no dia 11 de novembro, as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/figura-celia.jpg"><img class="size-medium wp-image-15103 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/figura-celia-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estão abertas as inscrições para oficina gratuita de artesanato, que será oferecida exclusivamente para mulheres atuantes em atividades de cultura popular, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. As interessadas podem efetuar a inscrição até <strong></strong>17 de outubro, na cidade de Nazaré da Mata.<strong> </strong>A oficina começa a ser realizada no dia 11 de novembro, as aulas serão sempre nas terças e quartas, das 14h às 17h, totalizando carga horária de 60 horas. Após a conclusão do curso, as participantes receberão certificado.</p>
<p>Para se inscrever, a interessada deve comparecer à sede da AMUNAM – Associação das Mulheres de Nazaré da Mata, munida dos originais e cópias do RG, CPF e comprovante de residência. A entidade funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Rua Coronel Manoel Inácio, 129, no centro da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando com a parceria do Instituto Avon, a oficina é fruto do projeto Mulheres do Maracatu Rural, e será ministrada por integrantes da AMUNAN, visando fortalecer as raízes culturais da Zona da Mata Norte.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Inscrições para oficina de artesanato com enfoque em violência doméstica</strong><br />
<strong>Local:</strong> AMUNAM &#8211; Rua Coronel Manoel Inácio, 129 – Centro, Nazaré da Mata.<br />
<strong>Horário:</strong> 8h às 17h<br />
<strong>Telefone:</strong> 81 3633-1008<br />
<strong>Inscrição gratuita</strong></p>
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		<title>Mulheres da Mata Norte vão discutir a cultura local</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 13:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[AMUNAM]]></category>
		<category><![CDATA[Associação das Mulheres de Nazaré da Mata]]></category>
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		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Método Canavial]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Políticas para Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (19), acontece a partir das 8h, no Engenho Santa Fé, em Nazaré da Mata, o seminário “Diversidade Cultural nas Pegadas do Canavial”. Com o objetivo de reunir vários produtores das diversas manifestações culturais existentes na Mata Norte, o encontro é aberto ao público e abordará visões, enfoques e práticas culturais que estão sendo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta sexta-feira (19), acontece a partir das 8h, no Engenho Santa Fé, em Nazaré da Mata, o seminário “Diversidade Cultural nas Pegadas do Canavial”. Com o objetivo de reunir vários produtores das diversas manifestações culturais existentes na Mata Norte, o encontro é aberto ao público e abordará visões, enfoques e práticas culturais que estão sendo desenvolvidas pelos palestrantes convidados.</p>
<p>Estarão participando da mesa, Gilvanilda Maria da Silva (Mestra Gil, do Maracatu Feminino Coração Nazareno), Valmir Severino João (Coco Canavial &#8211; Nazaré da Mata), Thiago Freitas (Companhia de Teatro &#8211; Paudalho), Eduardo Freitas (Secretário de Cultura de Paudalho), Amasonas Silva (Cavalo Marinho Mestre Batista &#8211; Aliança) e João Ernani (Boi de Ouro &#8211; Paudalho).</p>
<p>O seminário é uma iniciativa da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (AMUNAM), em parceria com a Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República. As alunas do Projeto Método Canavial, que atualmente é composto por 50 mulheres de diversas cidades da Zona da Mata Norte de Pernambuco, desempenham atividades coletivas e comunitárias dedicadas ao fomento e manutenção da cultura local e também participam da produção do encontro.<em id="__mceDel"> </em></p>
<div id="attachment_13983" aria-labelledby="figcaption_attachment_13983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Alunas_Metodo_Canavial_Salatiel_Cicero.jpg"><img class="size-medium wp-image-13983" alt="Foto: divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Alunas_Metodo_Canavial_Salatiel_Cicero-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Turma de alunas do Projeto Método Canavial.</p></div>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Seminário Diversidade Cultural nas Pegadas do Canavial<br />
Local: Engenho Santa Fé, em Nazaré da Mata/PE<br />
Horário: das 8h às 17h<br />
Entrada Gratuita</p>
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