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	<title>Portal Cultura PE &#187; ancestralidade</title>
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		<title>Agrinez Melo lança livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123501" alt="Foto: Talles Ribeiro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p dir="ltr">A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr">Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p dir="ltr">“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p dir="ltr">A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p dir="ltr">“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p dir="ltr">“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a  necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p dir="ltr">Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior  da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p dir="ltr">As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr">Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p dir="ltr">Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8221;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p dir="ltr">“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre<br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Autora: Agrinez Melo</p>
<p dir="ltr">Capa: Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Ilustrações: Douglas Duan</p>
<p dir="ltr">Diagramação: Luiza Saad</p>
<p dir="ltr">Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek</p>
<p dir="ltr">Fotografia da capa: Pht.all</p>
<p dir="ltr">Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa</p>
<p dir="ltr">Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho</p>
<p dir="ltr">Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena</p>
<p dir="ltr">Realização: DoceAgri</p>
<p dir="ltr">Assessoria de imprensa: Daniel Lima</p>
<p dir="ltr">Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)</p>
<p dir="ltr">Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<title>Moda com raízes: País das Conexões Criativas promove encontro entre quilombo, tradição e passarela em Salgueiro</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 18:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na manhã desta sexta-feira (26), o Festival Pernambuco Meu País foi palco de um encontro carregado de significado no Centro de Vocação Tecnológica (CVT) de Salgueiro. Com aulas práticas comandadas pelo editor de moda recifense Nestor Máedenes, o País das Conexões Criativas promoveu um diálogo entre tradição e futuro com a presença de alunos majoritariamente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119263" aria-labelledby="figcaption_attachment_119263" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-119263" alt="Aula prática com o editor de moda Nestor Máedenes - imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aula prática com o editor de moda Nestor Máedenes &#8211; imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>Na manhã desta sexta-feira (26), o Festival Pernambuco Meu País foi palco de um encontro carregado de significado no Centro de Vocação Tecnológica (CVT) de Salgueiro. Com aulas práticas comandadas pelo editor de moda recifense Nestor Máedenes, o País das Conexões Criativas promoveu um diálogo entre tradição e futuro com a presença de alunos majoritariamente do Quilombo Conceição das Crioulas — comunidade com forte vínculo histórico com o cultivo do algodão e a produção de vestuário artesanal.</p>
<p>A formação, que utilizou peças criadas pelo estilista Thiago Amaral, também do Recife, não foi uma ação isolada. É fruto de uma conexão construída com afeto e admiração: durante a última edição da Fenearte, os dois estilistas conheceram o trabalho das mulheres do quilombo e se encantaram com a potência da costura feita à mão, enraizada em memória e resistência.</p>
<div id="attachment_119264" aria-labelledby="figcaption_attachment_119264" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-119264" alt="Formado maioritariamente por mulheres do quilombo, a aula prática mostrará seus resultados e dois desfiles durante o festival, com peças do estilista Thiago Amaral. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Formado maioritariamente por mulheres do quilombo, a aula prática mostrará seus resultados e dois desfiles durante o festival, com peças do estilista Thiago Amaral. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma dessas mulheres é mãe da aluna Amanda Martins — que agora, em plena aula de passarela, vive esse reencontro de mundos.</p>
<p>&#8220;A minha comunidade já tem um vínculo com a produção com o algodão, então, acho isso de suma importância, porque daqui pode sair futuras modelos, né?&#8221;, comentou Amanda.</p>
<p>O resultado dessa experiência será apresentado ao público em dois desfiles especiais, que acontecem neste sábado (27) e domingo (28), sempre às 16h, em frente ao CVT de Salgueiro.</p>
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		<title>Sertão pernambucano recebe gravações de filme que desvenda a ancestralidade do coração do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 19:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118410" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-pe) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Dirigido por Fernando Pereira, Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang – trio responsável pela série Natureza Forte, lançada em 2025 na Globoplay e no Canal Futura – o filme acompanha moradores de diferentes microrregiões da Caatinga enquanto descobrem, diante das câmeras, a própria história inscrita no DNA. Entre eles estão descendentes de povos indígenas, remanescentes quilombolas, famílias e trabalhadores urbanos de fenótipo diverso, todos ligados por um território marcado por migrações e resistência.</p>
<p dir="ltr">Para dar rigor científico à narrativa, a produção firmou parceria com o Laboratório Genera, maior referência em genômica pessoal da América Latina: kits Premium de ancestralidade foram destinados exclusivamente ao projeto, que também contará com análises prioritárias e um relatório inédito sobre o “mapa genético” do Sertão, material de interesse para pesquisadores de saúde pública e história social.</p>
<p dir="ltr">Além de entrevistas intimistas, DNA Origens: Sertão aposta em imagens aéreas em resolução 6K, timelapses do bioma único da Caatinga e infográficos animados que traduzem conceitos genéticos de forma acessível, mesmo para quem nunca ouviu falar em cromossomos. Para Geisla Fernandes, “é um filme que usa a ciência como ponto de partida para provocar reflexões sobre pertencimento”. Fernando Pereira acredita que “o Sertão reúne dinâmicas migratórias que refletem o Brasil inteiro; revelar seu mosaico genético é revelar quem somos como nação”. Wllyssys Wolfgang detalha que “a experiência de filmar essas descobertas é intensa e reveladora e cada história carrega uma verdade emocionante que conecta ciência e identidade”.</p>
<p dir="ltr">A equipe reúne profissionais do Sertão e de outras regiões: a assistente de direção Cecília Assy, o diretor de produção Cícero Rodrigues, a diretora de arte Clarissa Ribeiro, a produtora executiva Camila Rodrigues, o coordenador de produção e logística Wyvys Reis, a roteirista Amanda Martins, o pesquisador audiovisual Samuel Britto, a assistente de produção executiva Letícia Rodrigues, o assistente de produção Caio Zuffo, o diretor de fotografia Aluan Braga, o operador de câmera Jota Souza, o assistente de fotografia Wadson Bahia, o iluminador José Charger, o fotógrafo still e assistente de produção Wanderson Oliveira, o assistente de arte Gustavo Costa, o contrarregra André Sapo, o técnico de som Alex Guterres e a assistente de áudio Kell Alves, movimentando a economia criativa local e capacitando novos técnicos.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Abajur Soluções Artísticas, em parceria com a WW Filmes, e com previsão de lançamento para 2026/2027, o longa pretende colocar em pauta um Brasil ainda pouco retratado pelas lentes da genealogia moderna e reacende o debate sobre o apagamento histórico de populações do interior nordestino, visando ampliar o conhecimento sobre identidade e ancestralidade no país.</p>
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		<title>Festival Festejo Negro chega à sua 4º edição entre os dias 8 e 11 de maio</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2025 17:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
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		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[festejo negro]]></category>
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		<description><![CDATA[A 4ª edição do Festejo Negro &#8211; Festival de Cultura Negra, realizado pela Associação Cultural Afro-brasileira Orí será realizada entre os dias 08 e 11 de maio de 2025 na cidade de Caruaru. As apresentações acontecerão no Teatro Rui Limeira Rosal (Teatro do SESC Caruaru) reunindo diversas linguagens artísticas em uma programação que valoriza e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FN2-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117762" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FN2-2-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a></p>
<p dir="ltr">A 4ª edição do Festejo Negro &#8211; Festival de Cultura Negra, realizado pela Associação Cultural Afro-brasileira Orí será realizada entre os dias 08 e 11 de maio de 2025 na cidade de Caruaru. As apresentações acontecerão no Teatro Rui Limeira Rosal (Teatro do SESC Caruaru) reunindo diversas linguagens artísticas em uma programação que valoriza e dá visibilidade à produção de cultura negra pernambucana, além de oficinas de danças e percussão afro-brasileiras ofertadas gratuitamente a estudantes da rede municipal de ensino da cidade de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">A efervescência de apresentações artísticas acontecerá no final de semana em que o grupo Orí completa 11 anos de existência e receberá a participação de grupos culturais e artistas de Caruaru e região e também de outros Estados. Além das oficinas, intervenções e apresentações culturais, haverá rodas de diálogo com os grupos participantes e lideranças de entidades da cultura afro-brasileira e também um cortejo que desfilará por ruas centrais de Caruaru, com diversas manifestações culturais mostrando ao público a beleza e a diversidade de nossa cultura afro-brasileira.</p>
<p dir="ltr">A programação tem início no dia 08, quinta, com oficinas exclusivas para alunos e alunas da rede municipal de ensino de Caruaru, que serão apresentados a ritmos da percussão e dança afro-brasileira. No dia 09 teremos a abertura oficial da programação, a partir das 18h no Teatro Rui Limeira Rosal (SESC Caruaru), que receberá todas as atividades noturnas do Festejo Negro.</p>
<p dir="ltr">No sábado, 10, a beleza das tradições afro-brasileiras invade as ruas de Caruaru, com o Cortejo Raízes Negras. A concentração será a partir das 8h na Praça Pedro de Souza com destino à Estação Ferroviária de Caruaru. Na Estação, às 15h haverá a Oficina de Dança Afro com a multiartista e talentosa bailarina afro recifense Raquel Araújo que também será a apresentadora do Festejo Negro. As inscrições serão realizadas na hora da atividade, que acontecerá na Estação Ferroviária de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">Durante os 3 dias do festival acontecerão intervenções em diversas linguagens artísticas chamadas Performances e Saberes. É o espaço do Festejo Negro onde arte e ancestralidade se entrelaçam em palavras, imagens, desfiles e saberes. Poetas, pesquisadores, fotógrafos e artistas de diversas linguagens ocupam este território com expressões que afirmam a identidade negra, rompem silêncios e celebram a memória viva de um povo que transforma conhecimento em ato e presença. Durante os 3 dias acontecerão também apresentações artísticas com destaque para os shows de Companhia Raízes (Campina Grande/PB), Grupo Bongar e Coco dos Pretos (Recife/PE).</p>
<p dir="ltr">O evento é realizado pela Associação Cultural Afro-brasileira Orí desde 2020 com intuito de evidenciar a força e a representatividade das matrizes afro-brasileiras que fazem parte da constituição de nossa identidade cultural. A 4ª edição do Festejo Negro vem com o propósito de consolidar o Festival como um grande encontro de manifestações de Cultura Negra do Agreste Pernambucano, fortalecendo o intercâmbio de produções de cultura negra no Nordeste.</p>
<p dir="ltr">Segundo o idealizador e presidente da Associação Vanaldo Brito, o Festejo Negro  “é um momento de resistência, celebração e conexão. Queremos que o festival seja um espaço de visibilidade e valorização da produção artística negra, além de fortalecer a comunidade e inspirar novas gerações&#8221;. Para ele, o objetivo do Festival ultrapassa o do entretenimento, visando também “promover o diálogo e a conscientização, desconstruindo preconceitos e reafirmando o papel fundamental da cultura negra na formação da identidade brasileira&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Todas as atividades são gratuitas e os ingressos devem ser retirados a partir de 20 minutos antes do evento. O Teatro Rui Limeira Rosal, do Sesc Caruaru, tem capacidade para 256 pessoas, acessos qualificados, poltronas especiais e áreas para cadeirantes, garantindo a acessibilidade. As atividades realizadas no Teatro contarão com intérpretes de Libras, proporcionando acessibilidade aos surdos e ensurdecidos.</p>
<p dir="ltr">A 4ª edição do Festejo Negro - Festival de Cultura Negra é uma realização de Associação Cultural Afro-Brasileira Orí e conta com as parcerias de CIOFF, Sesc, Fecomércimo e Senac, Fundação de Cultura de Caruaru, Prefeitura de Caruaru, com o apoio de Odara Collection, Dona Caipirinha, CEPA &#8211; Centro de Educação Popular Assunção e incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p dir="ltr"><strong>História do Festival</strong> - A primeira edição de Festejo Negro surgiu com a proposta de mobilizar um encontro com manifestações afro-brasileiras, na comemoração da constituição Associação Cultural Afro-brasileira Orí, em 20 de novembro de 2020. Em um encontro entre grupos parceiros e artistas que chegaram de forma espontânea, trouxeram sua arte, com poesia, canto, dança, percussão, muita alegria e ancestralidade. A segunda edição aconteceu em julho de 2021, na sede da Associação Orí, firmando o desejo de consolidar o Festejo Negro como um evento perene.</p>
<p dir="ltr">A 3ª edição foi realizada no Teatro João Lyra, com apresentações de grupos e artistas de diversas linguagens, como o próprio Orí Cia de Dança, Afoxé Filhos de Lufan, Baque de Rum, Grupo de Capoeira Birimba Mulheres, entre outros artistas, numa noite cheia de muito axé e resistência, registrando mais um episódio dessa caminhada na construção do Festejo Negro, como um ato de força e representatividade da cultura afro-brasileira na cidade de Caruaru. Depois da terceira edição, com a restruturação do projeto, que buscou expandir o Festejo Negro para se tornar um grande Festival de Cultura Negra em Pernambuco.</p>
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		<title>Cantora Riáh lança seu primeiro álbum visual com apoio do Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 14:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Exaltando sua ancestralidade indígena e músicas do seu primeiro disco, a cantora pernambucana Riáh disponibilizou no seu canal no YouTube, na última sexta-feira (07/02), o primeiro álbum visual de sua carreira. Com quase 30 minutos de duração, a narrativa evoca a jornada pessoal da artista de busca e retomada por sua ancestralidade Xukuru Ororubá. Gravado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Riáh-lança-seu-primeiro-álbum-visual-Foto-Mariana-Granja-6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116154" alt="Foto: Mariana Granja/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Riáh-lança-seu-primeiro-álbum-visual-Foto-Mariana-Granja-6-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a></p>
<p dir="ltr">Exaltando sua ancestralidade indígena e músicas do seu primeiro disco, a cantora pernambucana Riáh disponibilizou no seu <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AFDFMQqkIk0" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DAFDFMQqkIk0&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw2160d71Is0e2UiFvXuIStF">canal no YouTube</a>, na última sexta-feira (07/02), o primeiro álbum visual de sua carreira. Com quase 30 minutos de duração, a narrativa evoca a jornada pessoal da artista de busca e retomada por sua ancestralidade Xukuru Ororubá.</p>
<p>Gravado no Teatro Experimental de Arte &#8211; TEA, em Caruaru, o álbum visual &#8211; gênero audiovisual que reúne elementos do curta-metragem e do videoclipe &#8211; compila cenas de Riáh interpretando oito canções do seu álbum de estreia, “Retinta”, em ambientes sinestésicos e psicodélicos, incluindo composições de nomes notórios, como Isabela Moraes, Juliano Holanda, PC Silva e Ceumar, além de duas canções de sua autoria.</p>
<p>Através de projeções e recursos de holograma, animação gráfica e Inteligência Artificial, os cenários do TEA se transformam em locais subjetivos fora do espaço-tempo, nos quais a artista reencontra seus ancestrais e suscita reflexões sobre amor próprio, aceitação, pertencimento e religiosidade.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/AFDFMQqkIk0?si=0RGyxYXCz7eQmSqA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“É como um verdadeiro portal no qual eu reencontro meus ancestrais, representando um retorno às minhas origens e uma reparação com minha trajetória”, conta a cantora que tem pai, avós e bisavós nascidos em território Xukuru Ororubá no município de Pesqueira, no Agreste, onde a mesma viveu até os 15 anos. Posteriormente, por força maior, a artista migrou para Caruaru, se afastando de sua ancestralidade. Em algumas cenas, a cantora performa ao lado de familiares indígenas, simbolizando esse reencontro.</p>
<p>Tendo “Retinta” como canção-guia, tal como no disco, o álbum visual endossa em imagem o mote do trabalho musical da cantora &#8211; uma homenagem aos povos originários e sua retomada pessoal enquanto mulher indígena. “Atraco enfim no meu cais, retinta nas tintas dos meus ancestrais”, canta Riáh nos versos da canção de autoria de Déa Trancoso.</p>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo através da Prefeitura de Caruaru, além do álbum visual, Riáh também lançou recentemente o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=dKyS5pey_xg" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DdKyS5pey_xg&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw25ovPn28q9r3Q0aQA-JSML">clipe de animação “Você Diz”</a>, que tem ilustrações de Tricia Mota, revelando um trecho do álbum visual; e também um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=OHPBC0r87X0" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DOHPBC0r87X0&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw1z-0YJpAuleMGqKjtwpioQ">curta-metragem making of do álbum visual</a>, contando ao público um pouco dos bastidores da realização da obra.</p>
<p><strong>SOBRE A CANTORA</strong> - Cantora e compositora pernambucana radicada em Caruaru/PE, Riáh tem um trabalho musical fortemente marcado pela evocação à ancestralidade &#8211; despontou na cena do Estado lançando o clipe <a href="https://www.youtube.com/watch?v=j8igl8G9SV4" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3Dj8igl8G9SV4&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw2UmYmVW31uhILiIReWFubM">“Obá Xangô” (2021)</a> e o curta-clipe <a href="https://www.youtube.com/watch?v=tBGJTWMgn8I" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DtBGJTWMgn8I&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw3KmImo8-yd0yGj_laPsNwU">“No Sítio Cajueiro” (2022)</a>, abordando a religiosidade afroindígena e a sua ligação com o povo Xukuru Ororubá.</p>
<p>Em 2023, lançou seu álbum de estreia “Retinta”, com direção musical de Hugo Linns e incentivo do edital Funcultura, além do curta-clipe <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ue-bfKPDCfo" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3Due-bfKPDCfo&amp;source=gmail&amp;ust=1739364721927000&amp;usg=AOvVaw2LZ1sJi3UvTGMrYLU-ROwH">“Retinta &#8211; Vinheta Ororubá”</a>. Desde então, a artista vem circulando por importantes palcos do Estado, como no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), Mostra Pré-AMP, Carnaval de Recife e Olinda, Fenearte e Festival Pernambuco Meu País, cumprindo uma intensa agenda de shows entre 2023 e 2024.</p>
<p>Em 2025, além de lançar o primeiro álbum visual de sua carreira, Riáh se prepara para realizar duas turnês &#8211; uma nacional e outra internacional &#8211; levando o repertório de “Retinta” para novos públicos.</p>
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		<title>Ancestralidade para público infantil ganha força no País da Literatura</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Aug 2024 22:12:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Força maior da literatura afro-brasileira e afro-indígena, a oralidade é um meio poderoso de perpetuar tradições e transmitir saberes. Toda essa potência e ancestralidade foi sentida na tarde deste sábado (3) no País da Literatura, com a atividade “Estórias nos Quintais”, o Festival Pernambuco Meu País, em Pesqueira. Voltado para o público infantil, o projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallommma3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111566" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallommma3-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Força maior da literatura afro-brasileira e afro-indígena, a oralidade é um meio poderoso de perpetuar tradições e transmitir saberes. Toda essa potência e ancestralidade foi sentida na tarde deste sábado (3) no País da Literatura, com a atividade “Estórias nos Quintais”, o Festival Pernambuco Meu País, em Pesqueira. Voltado para o público infantil, o projeto foi idealizado pela professora e contadora de histórias Pallomma Melo.</p>
<p>Com uma abordagem leve e doce, o processo de contação de Pallomma é quase terapêutico. Há uma contextualização prévia dos temas que são abordados nas histórias, envolvendo as crianças com jogos de perguntas e imaginação. A trilha, executada ao vivo, ficou a cargo do percussionista Ninho.</p>
<p>“Esse meu projeto começou no quilombo de Xambá, no Recife, há alguns anos. Começou com mediação de leitura e aos poucos fui trazendo outros elementos de acordo com as histórias que íamos lendo, como brincadeiras em argila, e atividades que têm relação com a vida deles dentro do terreiro. E eu fui me encantando com as histórias dos orixás, assim tomou forma o Estórias nos Quintais”, lembra Pallomma.</p>
<p>Dentre as narrativas partilhadas, a que mais chamou a atenção dos pequenos foi de Mamãe Oxum. Munida de seu característico espelho e vestida de amarelo claro, uma linda boneca personificou a orixá e tornou a contação mais lúdica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111568" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma2-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111569" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma4-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>Patrimônio Vivo, Ilê Axé Talabí celebra Um Dia para Ibeji nesta quarta-feira (27) em Paulista</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 18:36:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há mais de 30 anos integrantes da comunidade tradicional do Terreiro Nagô Axé Talabi, Patrimônio Vivo de Pernambuco, localizado no bairro de Paratibe, em Paulista (PE), realiza uma celebração para louvar a ancestralidade, a cultura e a fé em devoção aos orixás Ibeji, os orixás gêmeos que representam a prosperidade familiar a partir da chegada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 30 anos integrantes da comunidade tradicional do Terreiro Nagô Axé Talabi, Patrimônio Vivo de Pernambuco, localizado no bairro de Paratibe, em Paulista (PE), realiza uma celebração para louvar a ancestralidade, a cultura e a fé em devoção aos orixás Ibeji, os orixás gêmeos que representam a prosperidade familiar a partir da chegada de novas crianças.<br />
A programação acontece gratuitamente, nesta quarta-feira (27), e conta com brincadeiras tradicionais, apresentações teatrais, contação de histórias, distribuição de saquinhos de Ibeji com doces e guloseimas e parque de diversões, além de sorteios de brinquedos e cestas básicas. As fichas para a distribuição dos saquinhos começam a ser entregues a partir das 8h.<br />
A ialorixá do terreiro, Mãe Lu de Yemanjá, explica como as crianças se desenvolvem nos terreiros, a partir das brincadeiras e do sentimento de alegria: “Os espaços terreiros compreendem e perpetuam as brincadeiras como ações de grandes definições para a infância. Elas contribuem, fundamentalmente, com o desenvolvimento das crianças referente às suas capacidades para revelar, construir e ressignificar conhecimentos atuando como narrativas sociais que integram as crianças de axé e proporcionando interação com as comunidades e suas realidades históricas&#8221;, conta. &#8220;Durante o brincar as crianças podem revelar suas potências conhecendo mais sobre si mesmas e sobre a experimentação do mundo a seu redor. Com Ibeji nós aprendemos que brincar é um ato de resistência para viver. Por isso brincar é um direito fundamental garantido pelas comunidades tradicionais de terreiros&#8221;.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>8h – Ajeun: café da manhã e entrega das fichas dos saquinhos de Ibejis<br />
9h – Brincadeiras tradicionais<br />
12h – Ajeun: almoço coletivo com tradicional caruru de Ibeji<br />
14h – Abertura do parque de diversões<br />
18h – Louvação para Ibejis<br />
19h – Sorteios de brinquedos e cestas básicas<br />
20h – Entrega dos saquinhos de Ibeji</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Celebração Um Dia para Ibeji –</strong> <em>quarta-feira (27), no Terreiro Ilê Axé Talabí (Rua Orobó, 257, Paratibe, Paulista-PE. Telefone: 81 98791-6321). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Recife ganha espaço dedicado à moda afrocentrada, autoral e sustentável</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 19:32:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (15), o Recife abre as portas para a primeira loja especializada em moda afro autoral e sustentável. O espaço, conhecido como Zarina Moda Afro, vai funcionar no 1° Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, localizado na rua da Santa Cruz, nº 174, bairro da Boa Vista. Lá, o público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102249" aria-labelledby="figcaption_attachment_102249" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Guga Matos/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Zarina-Moda-Afro_-Recife_-Foto_-Guga-Matos_1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102249" alt="Foto: Guga Matos/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Zarina-Moda-Afro_-Recife_-Foto_-Guga-Matos_1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jéssica e Rodrigo Zarina, idealizadores e sócios da marca</p></div>
<p>Nesta quinta-feira (15), o Recife abre as portas para a primeira loja especializada em moda afro autoral e sustentável. O espaço, conhecido como Zarina Moda Afro, vai funcionar no 1° Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, localizado na rua da Santa Cruz, nº 174, bairro da Boa Vista. Lá, o público vai encontrar uma variedade de roupas femininas, masculinas e infantis, confeccionadas em tecido capulanas, de Moçambique e do Senegal, objetos decorativos e acessórios.</p>
<p>O empreendimento é uma iniciativa de Jéssica Zarina e Rodrigo Zarina, produtores culturais. O casal lançou a Zarina Moda Afro em 2015, no Quilombo de Xambá, em Olinda, e agora concretizam o sonho de terem um espaço próprio. Para celebrar, a festa de inauguração começa às 16h com apresentações dos grupos Afoxé Oxum Panda, DJ Kauna e Edú Àra Sangô.</p>
<p>Outra proposta da Zarina Moda Afro é a modelagem sustentável do empreendimento, que é responsável pela geração de emprego para comunidade local, por meio da contratação de costureiras da comunidade, que auxiliam na elaboração, ajustes e confecção das peças. “As nossas peças são feitas a muitas mãos, com carinho e muito afeto, que o nosso cliente merece. Temos um time de costureiros profissionais, na faixa dos 33 aos 60 anos, que nos ajudam para que as peças ganham forma, acabamento e chegam às vitrines”, explica Jessica Zarina.</p>
<p>Além de comercializar roupas em tecido capulana, que remetem à ancestralidade e cultura africana, a Zarina Modas vai abrigar, dentro do mesmo espaço, outras empreendedoras e marcas ligadas à moda afro autoral. São elas: Aucilene Santana, 44 anos, da marca @ateliefioseformas, que transformar tecido e material sintético em bolsas e acessórios; Oluyiá França, tecnóloga em design de moda e técnica em figurino, gestora da @oluyiaFranca, que leva seu nome, e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana; e Juliana Araújo, artista visual, artesã, idealizadora e criativa da “Do meu flui”, que vende adornos autorais pintados à mão, que evocam a expressão de uma estética ancestral afro-indígena aliada à contemporaneidade, na resistência por uma moda pluriversal; e por fim a Duife, especializada em novos estilos a partir das roupas oriundas de garimpos, faz uma curadoria e cria novas vestimentas, de maneira circular e com menos impacto ao meio ambiente a fim de reaproveitar o que já existe no mundo.</p>
<p>O Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, onde será instalada a loja Zarina Modas (@zarinamodaafro) funciona, ainda, com mais três empreendimentos nas áreas de beleza (@gana_hare); gastronomia (@dunajeum); e bebidas artesanais com a Licoteria Capibaribe.</p>
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		<title>Secult-PE promove live sobre festa junina e ancestralidade</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2021 20:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Acorda Povo que o São João chegou: Festa e Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Junina]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[Para conhecer e debater com mais profundidade o sincretismo religioso presente na festa mais popular do Nordeste, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove a live &#8220;Acorda Povo que o São João chegou: Festa e Ancestralidade&#8221;, que vai ao ar nesta terça-feira (1º), a partir das 19h, em seu canal no YouTube (youtube.com/secultpe). O foco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/JcXkZluJ3u4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para conhecer e debater com mais profundidade o sincretismo religioso presente na festa mais popular do Nordeste, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove a live<strong> &#8220;Acorda Povo que o São João chegou: Festa e Ancestralidade&#8221;</strong>, que vai ao ar nesta terça-feira (1º), a partir das 19h, em seu canal no YouTube (<a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>).</p>
<p>O foco da conversa terá como mote as ações do ‘Acorda Povo’ e a bandeira de Xangô, além do encontro das manifestações juninas com a ancestralidade. Na roda de conversa, Clesiton Almeida, representante do Acorda Povo do bairro de Areias, no Recife; Esther Monteiro, do Ilê Obá Aganjú Okoloyá e mestra em Antropologia, e Helaynne Sampaio do Ilê Obá Aganjú Okoloyá, mestranda em Educação Contemporânea na Universidade Federal de Pernambuco UFPE/CAA e Diretora de Dançado Afoxé Oyá Alaxé. O historiador Mário Ribeiro mediará o encontro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Acorda Povo que o São João chegou: Festa e Ancestralidade&#8221;<br />
Quando: 1º de junho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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