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	<title>Portal Cultura PE &#187; Anco Márcio</title>
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		<title>Coletânea resgata a obra do dramaturgo Luiz Marinho</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 20:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Teatro de Luiz Marinho – Obras correlatas&#8221; é o título da coletânea de um dos dramaturgos mais encenados e premiados do Brasil, organizada pelo professor do Departamento de Literatura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Anco Márcio Tenório Vieira. A obra, que reúne quatro volumes, tem selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), e será lançada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66610" aria-labelledby="figcaption_attachment_66610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/imagem-site-1000x666.png"><img class="size-medium wp-image-66610" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/imagem-site-1000x666-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Material conta com quatro volumes divididos por estilos</p></div>
<p>&#8220;Teatro de Luiz Marinho – Obras correlatas&#8221; é o título da coletânea de um dos dramaturgos mais encenados e premiados do Brasil, organizada pelo professor do Departamento de Literatura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Anco Márcio Tenório Vieira. A obra, que reúne quatro volumes, tem selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), e será lançada no próximo dia 1º, às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho, durante a realização da temporada 2019 de Janeiro de Grandes Espetáculos. Na sequência, às 20h, será encenada a peça <i>O capataz de Salema</i>, de Joaquim Cardozo.</p>
<p>De acordo com o presidente da Cepe, Ricardo Leitão, ao reunir a obra completa do dramaturgo, a empresa mostra o ineditismo da iniciativa: <em>“Livros sobre autores teatrais e suas criações não são comuns nos catálogos das editoras brasileiras, raros ainda mais nas editoras nordestinas. A empresa não pensa assim</em>”.</p>
<p>“<em>O título vem na sequência de &#8216;Teatro de Joaquim Cardozo – Obra completa e Don Juan – Don Giovani – Peça em 10 jornadas&#8217;, de Marcus Accioly. Em planejamento, textos teatrais de Hermilo Borba Filho. Com tal priorização busca a Cepe dar aos seus leitores a oportunidade de reler e ler – em edições de alto nível gráfico – uma das expressões mais ricas da cultura pernambucana: o seu teatro”</em>, enfatiza Leitão.</p>
<p>Os quatro volumes foram divididos por estilo. No primeiro estão reunidas as peças regionalistas, tais como: &#8220;Um sábado em 30&#8243; (a obra mais conhecida de Luiz Marinho), &#8220;A derradeira ceia&#8221;, &#8220;A afilhada de Nossa Senhora da Conceição&#8221;, &#8220;A incelença&#8221; e &#8220;A valsa do diabo&#8221;. As peças regionais se encerram no segundo volume com &#8220;Viva o cordão encarnado&#8221;, &#8220;A promessa&#8221; e &#8220;A estrada&#8221;.</p>
<p>No terceiro volume Anco Márcio usou a denominação de peças psicoexistenciais e protosurrealistas para <i>O último trem para os igarapés</i>, <i>Corpo corpóreo</i> e <i>As três graças</i>. No quarto e último volume estão reunidas as peças infantis, que misturam o universo das fábulas com aventuras fantásticas, tais como: <i>Foi um dia</i>, <i>Aventura do Capitão Flúor no reinado do Dente Cariado </i>e <i>A família Ratoplan.</i></p>
<div id="attachment_66607" aria-labelledby="figcaption_attachment_66607" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/DSC01066.jpg"><img class="size-medium wp-image-66607" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/DSC01066-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Anco Márcio reuniu textos inéditos e raridades resgatadas de sebos literários, publicadas em livros e revistas, fragmentos e peças com versões diversas.</p></div>
<p>Anco Márcio reuniu textos inéditos e raridades resgatadas de sebos literários, publicadas em livros e revistas, fragmentos e peças com versões diversas. Ele adotou as últimas alterações feitas pelo dramaturgo como critério para publicação. <em>“A exceção foi &#8216;Um sábado em 30&#8242;, pois a primeira versão era a única completa”</em>, explica. Aliás, essa peça, estreada em julho de 1963, permaneceu em cartaz por aproximadamente 30 anos. No Recife e em outras capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, a peça dirigida por Valdemar de Oliveira e encenada pelo Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP) fazia sucesso. Chegou a ser comparada pela revista Veja, ao sucesso de &#8220;A ratoeira&#8221;, de Agatha Christie, que teve mais de 13 mil encenações.</p>
<p>O trabalho de pesquisa, iniciado em 2009, foi gigantesco. O organizador contratou seis dos seus alunos de Literatura da UFPE para digitalizar o material, enquanto se debruçava para fazer a organização, introdução e notas. Em 2012, quando o livro já estava praticamente concluído, um curto-circuito colocou três anos de trabalho a perder, destruindo inclusive o backup. Todo o processo teve de ser refeito.</p>
<p>Sobre a obra do dramaturgo, o professor avalia o teatro de Luiz Marinho como uma construção criada a partir de memórias ficcionalizadas, ou seja, utilizou-as para criar as situações em que os personagens estavam envolvidos. Anco Márcio compara o processo criativo do dramaturgo com o do romancista francês Marcel Proust, cujo resgate de memória involuntária marcou sua obra e o tornou conhecido como o escritor que mais se apropriou da temática do tempo.</p>
<p><strong>Sobre Luiz Marinho</strong></p>
<p>O dramaturgo pernambucano nasceu no dia 8 de maio de 1926, no município de Timbaúba. Escreveu 14 obras teatrais, com as quais ganhou vários prêmios, incluindo o Molière, o da Academia Brasileira de Letras, o da Academia Pernambucana de Letras e o Estadual de Teatro (do então Estado da Guanabara). No seu trabalho procurava mostrar o universo social e cultural do Nordeste, retratando em livros e peças de teatro suas vivências da infância e adolescência no interior de Pernambuco. Luiz Marinho morreu no Recife em 3 de fevereiro de 2002.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
Lançamento: “Teatro de Luiz Marinho – Obras correlatas”<i><br />
</i>Quando: Nesta sexta-feira (1), às 19h<i><br />
</i>Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142, Bairro do Recife)<br />
Gratuito<i></i></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Preços dos livros:</span><br />
<i>Teatro de Luiz Marinho</i> - Volume 1<br />
Livro impresso: R$ 60,00<br />
E-book: R$ 18,00</p>
<p>Teatro de Luiz Marinho &#8211; Volume 2<br />
Livro impresso: R$ 45,00<br />
E-book: R$ 12,00</p>
<p>Teatro de Luiz Marinho &#8211; Volume 3<br />
Livro impresso: R$ 40,00<br />
E-book: R$ 10,00</p>
<p>Teatro de Luiz Marinho &#8211; Volume 4:<br />
Livro impresso: R$ 30,00<br />
E-book: R$ 8,00</p>
<p>Combo com os 4 volumes:<br />
Livro impresso: R$ 160,00</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nelson Rodrigues em debate</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 23:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Anco Márcio]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Agreste Setentrional 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Vilela]]></category>

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		<description><![CDATA[Limoeiro recebeu no sábado (1/9) a mesa redonda “Toda moral será castigada” Por Chico Ludermir Aproveitando o ensejo da comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, o FPNC realizou, neste sábado (1/9), em Limoeiro, a mesa “Toda moral será castigada”. O debate mediado por um dos integrantes do grupo de teatro Magiluth, Pedro Vilela, contou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5433" aria-labelledby="figcaption_attachment_5433" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911117696_106efa9aa1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5433" alt="Anco Márcio relacionou Nelson Rodrigues com Gilberto Freyre e Freud (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911117696_106efa9aa1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anco Márcio relacionou Nelson Rodrigues com Gilberto Freyre e Freud (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Limoeiro recebeu no sábado (1/9) a mesa redonda “Toda moral será castigada”</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Aproveitando o ensejo da comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, o FPNC realizou, neste sábado (1/9), em Limoeiro, a mesa “Toda moral será castigada”. O debate mediado por um dos integrantes do grupo de teatro Magiluth, Pedro Vilela, contou com a participação dos professores Anco Márcio e Luís Reis, ambos da Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p>“Nelson não tinha assombro diante do ser humano, por isso consegue provocar a gente sempre”, começou Reis. Daí é que ele teria chegado tão perto da universalidade, defendeu. Aproveitando o mote da mesa, o professor acrescentou ainda que a arte não é julgada pela moral, mas pela estética.</p>
<p>Anco Márcio aproximou os discursos de Nelson Rodrigues aos de Freud e Gilberto Freyre (com este último, Nelson teria tido uma relação de amizade). Segundo Anco, a sexualidade seria um tema comum aos três autores, sendo o dramaturgo o mais hiperbólico e superlativo nessa questão. Para ele, um autor exagerado, que na história da literatura brasileira pode ser comparado a nomes como o poeta Gregório de Matos, conhecido como Boca do Inferno.</p>
<p>“Ele usava frases fortes como ‘toda mulher gosta de apanhar. As histéricas reagem’. Há sempre uma potencialização. Ele potencializa para que percebam o que ele quer dizer”, exemplificou Anco, chamando atenção para o fato de que o autor lançava uma frase bombástica e depois criava uma contradição. Nesse caso, sendo a histeria um aspecto comum a todas as mulheres na visão de Freud, a afirmativa “toda mulher gosta de apanhar” é negada, já que as histéricas reagem.</p>
<p>Perguntado pela plateia, coube a Pedro Vilela explicar um pouco sobre a peça “Viúva, porém honesta”, da qual é diretor. O texto de Nelson Rodrigues será apresentado na noite de hoje pelo grupo Magiluth, no mesmo local da mesa redonda, o Centro Cultural Ministro Marcos Vinicius Vilage.</p>
<p>&nbsp;</p>
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