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	<title>Portal Cultura PE &#187; Anjo Gabriel</title>
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		<title>Festival de música em Surubim vai reunir bandas da psicodelia nordestina</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2019 19:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A lacuna de eventos na região como o Macuca Festival e a vontade de levar a banda Anjo Gabriel até Surubim foram os principais impulsos para a realização da 1ª edição do Festival Agreste Psicodélico, que acontece nos próximos dias 9 e 10 de fevereiro e conta na sua programação com outras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66760" aria-labelledby="figcaption_attachment_66760" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/Leonardo Kluck</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Anjo-Gabriel-1-crédito-Leonardo-Kluck.jpg"><img class="size-medium wp-image-66760" alt="Divulgação/Leonardo Kluck" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Anjo-Gabriel-1-crédito-Leonardo-Kluck-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Atração principal do evento, Anjo Gabriel se prepara para lançar novo disco este ano</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>A lacuna de eventos na região como o Macuca Festival e a vontade de levar a banda <strong><a href="https://www.facebook.com/bandanjogabriel/" target="_blank">Anjo Gabriel</a> </strong>até Surubim foram os principais impulsos para a realização da 1ª edição do <a href="https://www.facebook.com/events/1777942578995101/" target="_blank"><strong>Festival Agreste Psicodélico</strong></a>, que acontece nos próximos dias 9 e 10 de fevereiro e conta na sua programação com outras bandas e artistas da psicodelia nordestina. Os shows e intervenções serão realizados na Fazenda Salgado (Bairro Bela Vista) durante as mais de 24h de festival. Já os  ingressos estão à venda pela <strong><a href="http://bit.ly/agreste-psicodelico" target="_blank">Sympla</a></strong>.</p>
<p>Promovido pela Grecco Produções, o Agreste Psicodélico tem como propósito promover a união através das artes e da integração de artistas com o público, valorizando as trocas e conexões. Em paralelo aos shows, o público contará nas 27 horas de programação com exposições, intervenções artísticas, feira de artigos do gênero (com CDs, pôsteres, discos e camisas, entre outros) e Praça de Alimentação.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sS-HR5m3WbY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Além de Anjo Gabriel, as bandas já confirmadas são a paraibana <strong><a href="https://www.facebook.com/AugustineAzul/" target="_blank">Augustine Azul</a></strong>, as caruaruenses <strong><a href="https://www.facebook.com/rasgamortalhaoficial/ " target="_blank">Rasga Mortalha</a></strong> e <strong><a href="https://www.facebook.com/banda70mg/" target="_blank">70mg</a></strong>, e as recifense <strong><a href="https://www.facebook.com/verdesevalterianos/" target="_blank">Verdes &amp; Valterianos</a></strong> e Olegário Lucena, entre outras – como o DJ Marco Da Lata. Segundo Julio César, a curadoria do festival partiu do princípio de dar visibilizada às bandas da região que tenham a pegada psicodélica, não só ao pé da letra, mas nas nuances mesmo. “Como a gente já tinha a experiência de fazer festivais, tínhamos backline próprio e com o contato do Anjo Gabriel na mão, decidimos realizar esse evento e começamos a convidar os outros grupos”.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0mVnhbqh4n8" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já o interesse em produzir um festival de música psicodélica em pleno agreste pernambucano, explica Julio César, surgiu a partir do sonho de levar a banda Anjo Gabriel até Surubim. “Nós já produzimos alguns eventos na cidade, como o Surubim Rock Fest e outros ligados a artes visuais e plásticas, e tínhamos contato com a galera da banda olindense. Depois do fim da Macuca Festival, por exemplo, ficou uma lacuna de festivais voltados pra esse gênero musical. Foi ai tive a ideia de fazer o Festival Agreste Psicodélico, devido a carência de eventos do tipo na região”.</p>
<div id="attachment_66761" aria-labelledby="figcaption_attachment_66761" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Arte-do-Evento.jpg"><img class="size-medium wp-image-66761 " alt="Arte do Evento" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Arte-do-Evento-607x238.jpg" width="607" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">A arte da1ª edição do Festival Agreste Psicodélico foi desenvolvida pelo artista Wanderlei Soares, um jovem de Surubim</p></div>
<p>Entre as atrações e expositores já confirmados estão a exposição ‘Entre o tempo e o espaço’, da artista visual Ythalla Maraysa; a performance ‘Desobediência civil’, de Igor Lopes Wanderley; e o estúdio de artes visuais ‘Joelhos de Velho’. “A ideia é deixar tudo bem distribuído, e nos intervalos de cada show a gente tenha a apresentação de DJs, intervenções e apresentações de atrações locais, como Boi Surubim, Banda de Pífano do Mestre Louro e Noé da Ciranda”, ressalta César.</p>
<p>Dentro desse viés de dar apoio ao pessoal a ter visibilidade, a arte, por exemplo, foi desenvolvida pelo artista Wanderlei Soares, um jovem de Surubim. “Ele trabalhou com Ziraldo no Rio de Janeiro por muito tempo e criou muitas capas de DVD pra artistas. É uma joia nossa”, revela o produtor do festival.</p>
<p>A organização do Agreste Psicodélico também está organizando caravanas partindo de cidades como Arcoverde, Belo Jardim, Garanhuns, Caruaru, Recife e João Pessoa. Os detalhes podem ser obtidos através da do telefone (81) 99744 2602. “Eu sei que tem muita gente vindo de carro próprio também da Paraíba, do Rio Grande do Norte e Alagoas, e, além das excursões, também estamos articulando grupos de carona pelo Whatsapp”, pontua César.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Festival Agreste Psicodélico<br />
9 e 10 de fevereiro | a partir das 16h<br />
Fazenda Salgado, Bela Vista, Surubim-PE<br />
Ingressos: a partir de R$ 20 (meia) + taxas</p>
<p><strong>Programação:</strong><br />
-Anjo Gabriel (Recife-PE)<br />
-Augustine Azul (João Pessoa-PB)<br />
-Verdes &amp; Valterianos (Recife-PE)<br />
-70mg (Caruaru-PE)<br />
-Olegario Lucena (Taquaritinga do Norte-PE)<br />
-Rasga Mortalha (Caruaru-PE)</p>
<p>Participação especial:<br />
DJ Marco Da Lata &#8211; discotecagem de vinil (Recife-PE)<br />
Centurion da Mata (Recife-PE)</p>
<p>Intervenções Artísticas / Performances:<br />
*Igor Lopes Wanderley apresenta a encenação:<br />
DESOBEDIÊNCIA CIVIL<br />
*Performance Fogo e Dança<br />
COLETIVO MONTIRÔ</p>
<p>Exposição de Fotografia:<br />
ENTRE O TEMPO E O ESPAÇO<br />
Por Ithalla Maraysa</p>
<p>Exposição e Vendas:<br />
ESCRIBA HOSTIL<br />
Por Guga Burkhardt</p>
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		<title>Noites psicodélicas no Estelita</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 20:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este fim de semana será de muito rock’n’roll e psicodelia na casa de shows Estelita (Cabanga), no Recife. As bandas Ave Sangria, Anjo Gabriel e Caapora se apresentam nesta sexta (16) e sábado (17), a partir das 22h. A entrada custa R$ 50 e está à venda no site Ripohlandya e na Loja Passadisco. Lenda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19715" aria-labelledby="figcaption_attachment_19715" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rapha Oliveira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111.jpg"><img class="size-medium wp-image-19715" alt="Rapha Oliveira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Ave Sangria se reúne novamente para mais um show no Recife</p></div>
<p>Este fim de semana será de muito rock’n’roll e psicodelia na casa de shows Estelita (Cabanga), no Recife. As bandas <strong>Ave Sangria</strong>, <a href="https://soundcloud.com/anjogabriel" target="_blank"><strong>Anjo Gabriel</strong></a> e <a href="https://soundcloud.com/caapora" target="_blank"><strong>Caapora</strong></a> se apresentam nesta sexta (16) e sábado (17), a partir das 22h. A entrada custa R$ 50 e está à venda no site Ripohlandya e na Loja Passadisco.</p>
<p>Lenda maior do udigrudi pernambucano, a Ave Sangria reúne, mais uma vez, Marco Polo (voz), Almir de Oliveira (violão), Ivinho (guitarra) e Paulo Rafael (violão), com o auxílio luxuoso de Juliano Holanda (baixo), Junior Do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão). No repertório do show, as canções dos clássicos “Ave Sangria” e “Perfumes y Baratchos”, relançados em vinil e CD, no ano passado. Já a Anjo Gabriel vem com as mais profundas “viagens” psicodélicas, ao som dos seus dois discos, “Anjo Gabriel” e “Lucifer Rising”, baseado no filme homônimo, de 1962.</p>
<p>A abertura fica por conta da banda Caapora, que apresenta, em mais um show, o seu CD “Verde Vingança”, lançado no fim do ano passado, num trabalho que mescla os pífanos do Agreste do estado, a música jamaicana, passando pelo afrobeat nigeriano e o rock progressivo europeu.<br />
<b><br />
SERVIÇO<br />
</b><i>Ave Sangria, Anjo Gabriel e Caapora no Estelita<br />
</i>Sexta (16) e sábado (17), às 22h<br />
Estelita – Rua Saturnino de Brito, 385, Cabanga – Recife/PE<br />
R$ 50 – à venda no site <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.ripohlandya.com.br" target="_blank">www.ripohlandya.com.br</a> </span>e na Loja Passadisco (Shopping Sítio Trindade)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A psicodelia toma conta do Macuca Jazz &amp; Improviso</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 15:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Zona Rural de Correntes viverá momentos de pura psicodelia neste fim de semana. A tradicional Fazenda da Macuca, conhecido reduto campestre que, há décadas, promove a cultura do estado, recebendo jovens de várias gerações, vai abrigar a 10ª edição de uma de suas diversas frentes culturais: o Macuca Jazz &#38; Improviso. O festival, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17245" aria-labelledby="figcaption_attachment_17245" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rapha Oliveira/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-10.jpg"><img class="size-medium wp-image-17245" alt="Rapha Oliveira/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-10-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Lendária banda do udigrudi pernambucano, Ave Sangria se apresenta nesta sexta (21)</p></div>
<p>A Zona Rural de Correntes viverá momentos de pura psicodelia neste fim de semana. A tradicional Fazenda da Macuca, conhecido reduto campestre que, há décadas, promove a cultura do estado, recebendo jovens de várias gerações, vai abrigar a 10ª edição de uma de suas diversas frentes culturais: o <a href="http://www.boidamacuca.com.br/" target="_blank"><strong>Macuca Jazz &amp; Improviso</strong></a>. O festival, que começa nesta sexta (21) e segue até o próximo domingo (23), trará shows, cortejos, recitais de poesia, entre outras atividades culturais. Entre as 16 atrações musicais, estão nomes de peso, como Duofel (SP), Anjo Gabriel (PE), Juliano Holanda (PE), Projeto CComa (RS), Areia (PE) e a lendária banda Ave Sangria (PE), atração mais aguardada nesta edição. Confira <strong><a href="http://www.boidamacuca.com.br/programacao.php" target="_blank">AQUI </a></strong>a programação completa. O 10º Macuca Jazz &amp; Improviso tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>.</p>
<p>As festividades que a Fazenda da Macuca vem promovendo ao longo dos anos, sempre com onipresente e mítica figura do Boi da Macuca, já se tornaram destino certo de centenas de jovens do estado – e de fora dele – atraídos pelo clima rústico do lugar, um verdadeiro “Woodstock pernambucano” que acolhe os visitantes acampados pelos seus gramados. Com o Macuca Jazz &amp; Improviso não poderia ser diferente: a atmosfera do local e do evento, que agrega cultura popular, experimentalismo, jazz e rock, acerta em cheio o público jovem – assim os “de espírito” também. O espaço na Macuca oferecerá acessibilidade para cadeirantes, o espaço para camping, atividades de ecoturismo &#8211; para aqueles que quiserem desfrutar de suas belezas naturais, desbravando o local -, assim como praça de alimentação.</p>
<p>O agito do Macuca Jazz &amp; Improviso contará com as picapes dos DJs Renato da Mata, Soma, Agui Rock e Blind Beer.</p>
<div id="attachment_17254" aria-labelledby="figcaption_attachment_17254" class="wp-caption img-width-580 alignnone" style="width: 580px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/anjogabriel.jpg"><img class="size-full wp-image-17254" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/anjogabriel.jpg" width="580" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Anjo Gabriel (PE) e sua música com ares de psicodelia setentista também marcam presença na sexta (21)</p></div>
<p>Os ingressos custam R$ 90 (para os três dias), R$ 50 (sexta ou sábado)* e R$ 30 (domingo)*. Além disso, há a opção de camping, por R$ 30 (por barraca), ou R$ 100 (camping para os três dias). Os bilhetes estão à venda <a href="http://www.boidamacuca.com.br/ingressos.php" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>*Para estas opções, há também o valor de meia-entrada.</p>
<p><strong>História</strong><br />
O grupo popular Boi da Macuca surgiu em 1989, na fazenda Macuca localizada em Correntes, zona rural do agreste Pernambucano. O projeto nasceu da imaginação do geólogo José Oliveira Rocha, o Zé da Macuca, que abandonou sua carreira em uma grande empresa para ocupar a fazenda herdada de seu pai. Zé da Macuca aprendeu a cuidar da terra e do gado, mas descobriu a existência de um boi mítico, irreverente e brincante presente no imaginário popular da região.</p>
<p>Para uma região carente de serviços básicos como educação e saúde onde investimentos em cultura passam longe, o Boi da Macuca é uma espécie de oásis no meio do agreste. É o Boi que brinca levando alegria, educação, musica e auto-estima as tantas Marias, Zefinhas , Zés e Toninhos e tantos outros que saem para seus terreiros a procura do encantamento do Boi.</p>
<p>A princípio a festa acontecia apenas durante os festejos juninos, mas a partir de 2000, Zé da Macuca resolveu realizar também um festival de música no mês de fevereiro com bandas e camping disponível ao público.</p>
<p>Em 2005, o festival passou a acontecer em novembro e desde então acontecem regularmente quatro festas anuais: Macuca Brinquedos Populares, em fevereiro, o São João da Macuca, em junho, Concerto na Macuca, em setembro, e o Macuca Jazz &amp; Improviso, que acontece de 21 a 23 de novembro.</p>
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		<title>Ave Sangria voa alto novamente!</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ave-sangria-voa-alto-novamente/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2014 19:24:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Há quatro décadas, os corações do Recife sangravam ao som de uma música que soava meio que entre o rock&#8217;n'roll e o baião nordestino. Seis jovens &#8211; Marco Polo, Paulo Rafael, Ivson Wanderley, Almir de Oliveira, Agrício Noya e Israel Semente Proibida &#8211; subiam ao palco do pomposo Teatro de Santa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right"><em><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave+Sangria2.jpg"><img class="alignnone  wp-image-12987" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave+Sangria2.jpg" width="450" height="427" /></a></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Há quatro décadas, os corações do Recife sangravam ao som de uma música que soava meio que entre o rock&#8217;n'roll e o baião nordestino. Seis jovens &#8211; Marco Polo, Paulo Rafael, Ivson Wanderley, Almir de Oliveira, Agrício Noya e Israel Semente Proibida &#8211; subiam ao palco do pomposo Teatro de Santa Isabel, nos dias 28 e 29 de dezembro de 1974, para o que seria o derradeiro voo da Ave Sangria. Sob o nome de <em>Perfumes Y Baratchos</em>, aqueles foram os dois últimos shows da banda, uma das pontas de lança do udigrudi pernambucano. Quase quarenta anos depois, a Ave Sangria se reencontra, nesta terça (02), no mesmo Teatro de Santa Isabel, para realizar um show que, por toda a carga histórica que possui, já promete ser antológico. O show faz parte de um projeto incentivado pelo Governo do Estado, através do Funcultura, que prevê também o relançamento do primeiro álbum da banda, homônimo, de 1974, e lançamento oficial, em disco, do show <em>Perfumes Y Baratchos</em>. Ambos, em CD e vinil. A apresentação, que começa às 20h, vai reunir um numeroso público, ávido por rememorar &#8211; ou ver, pela primeira vez &#8211; essas lendas da música pernambucana juntas novamente.</p>
<p>Da formação original, sobem ao palco Marco Polo (voz), Almir (violão), Paulo Rafael (guitarra) e Ivinho (guitarra) &#8211; Israel Semente faleceu em 1995 e Agrício não participará devido a problemas de saúde. A expectativa é grande, não apenas por parte do público &#8211; que esgotou todos os ingressos &#8211; mas também da banda. Marco Polo, vocalista e responsável pela maioria das letras do Ave Sangria, conta que o clima de reencontro nos ensaios tem sido prazeroso. &#8220;<em>É muito gratificante pra gente fazer esse show. Pelo fato de estarmos juntos novamente e, mesmo depois de tanto tempo, percebermos que ainda existe uma química musical entre nós</em>&#8220;, conta.</p>
<div id="attachment_12976" aria-labelledby="figcaption_attachment_12976" class="wp-caption img-width-480 aligncenter" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/ave-sangria-1271x1280.jpg"><img class="size-full wp-image-12976 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/ave-sangria-1271x1280.jpg" width="480" height="483" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do primeiro e único disco do Ave Sangria, de 1974</p></div>
<p>O repertório desta apresentação terá como base a set list do <em>Perfumes Y Baratchos</em>, além de algumas músicas do disco &#8220;Ave Sangria&#8221;, de 1974, que não estiveram nesse show, a exemplo de <em>Seu Waldir</em>. E, ao observar o álbum quarentão, percebe-se que é um disco recheado de canções que se tornaram hits entre o público alternativo, e que transcendem décadas a fio. Por isso, não faltarão grandes clássicos, que, com certeza, serão cantados a plenos pulmões, como <em>Geórgia, a carniceir</em>a, <em>Por quê?</em>, <em>O pirata</em>, <em>Hei, man!</em>, entre outras. &#8220;Q<em>uando a gente voltou a se encontrar para os ensaios (um total de oito), fluiu tudo muito bem. Tinham algumas poucas coisas de arranjos das músicas que um não lembrava, mas o outro lembrava. Parecia que a gente tinha acabado de fazer o último show! Tudo ainda bem vivo na mente! No final das contas, a gente vai fazer tudo muito próximo do original, com um detalhezinho ou outro diferente</em>&#8220;, adianta Marco Polo. Completando o time que se apresenta com o Ave Sangria, nesta terça, estão os músicos Júnior do Jarro (bateria), Juliano Holanda (contrabaixo) e Gilú Amaral (percussão). &#8220;<em>Com os meninos foi bacana. Eu já tinha tocado com o Juliano e com o do Jarro. Por isso, foi bem espontâneo. Todos já chegaram sabendo o que tinha que fazer</em>&#8220;.</p>
<p>A Ave Sangria é, atualmente, uma das bandas mais cultuadas na memória de fãs pernambucanos e de todo o Brasil. Com uma trajetória relâmpago &#8211; tendo lançado apenas um disco -, eles irromperam no cenário musical em meio ao turbulento período da ditadura militar no Brasil. Começaram com o nome &#8220;Tamarineira Village&#8221; &#8211; numa referência à Vila dos Comerciários (próxima ao bairro da Tamarineira), onde morava parte dos integrantes. Acabaram se tornando uma das mais emblemáticas bandas do udigrudi &#8211; uma corruptela &#8220;aportuguesada&#8221; de &#8220;underground&#8221; &#8211; que reunia diversos músicos &#8220;cabeludos e malucos do Recife&#8221;, como Alceu Valença, Marconi Notaro, Flaviola, Lailson e Lula Côrtes. O som era o bom e velho rock&#8217;n'roll e a psicodelia, com elementos regionais. As letras eram poesia com generosas doses de sarcasmo e sujeira. As performances em palco eram algo provocador e subversivo, com seus integrantes usando batons e se beijando na boca. Algo acintoso naquela época onde a repressão ideológica, social e comportamental era impiedosa.</p>
<div id="attachment_12977" aria-labelledby="figcaption_attachment_12977" class="wp-caption img-width-363 aligncenter" style="width: 363px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave-sangria-cartaz.jpg"><img class="size-medium wp-image-12977 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave-sangria-cartaz-363x486.jpg" width="363" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do cartaz do show &#8220;Perfumes Y Baratchos&#8221;, em 28 e 29 de dezembro de 1974</p></div>
<p>Apesar de tamanha bagunça no coreto que eles causaram &#8211; inclusive, com a música <em>Seu Waldir</em> proibida pelo Departamento de Censura da Polícia Federal -, o Ave Sangria saiu de cena muito rapidamente. O que significa também uma escassez de registros da banda, seja em áudio, vídeo e fotos. No entanto, essa curta carreira acabou alimentando mais ainda o mito que ela veio a se tornar anos depois. O interesse do público pelo som da banda, passados 40 anos, ainda é vivo e pulsante, principalmente entre os mais jovens, fãs ardorosos que ainda não haviam nem nascido quando a banda fez sua última apresentação. &#8220;<em>Acho que esse interesse pelo Ave Sangria foi facilitado pela internet, que fez com que os jovens redescobrissem o nosso som. Isso aliado a um certo interesse que há pela música psicodélica feita naquela época. E acredito também que isso é a comprovação de que fizemos um bom trabalho, por isso, não ficou algo datado, no passado. E, a cada época, vai ser cada vez mais lembrado. Pra gente, isso é maravilhoso!</em>&#8220;, declara Marco Polo.</p>
<p><strong>Relançamentos</strong></p>
<p>O show do Ave Sangria, que acontece nesta terça (02), na verdade, é a culminância de um projeto bem maior, capitaneado pela produtora/selo Ripohlandya, que contou com o incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura. Além da apresentação, como parte dos festejos pela passagem dessas quatro décadas de história da banda, acontece a reedição do disco &#8220;Ave Sangria&#8221;, de 1974, e o lançamento oficial, em disco, do show <em>Perfumes Y Baratchos</em>, que é o único registro ao vivo da banda. Ambos, tiveram os áudios totalmente remasterizados e estão sendo lançados em CD e em vinil.</p>
<p>A Ripohlandya é composta pelos músicos da banda pernambucana Anjo Gabriel, conhecida pelo seu som fincado nas raízes da psicodelia. &#8220;<em>A proposta do selo sempre foi de lançar os discos da gente, além da iniciativa de relançar discos de artistas que nós curtimos. E aí tem o Ave Sangria, que foi uma banda antológica da música pernambucana, nos anos 1970, e pensamos em fazer algo além de relançar os discos, mas também de fazer esse show, como uma grande celebração desse momento</em>&#8220;, conta o músico André Sette, da Ripohlandya, e integrante da Anjo Gabriel.</p>
<p><strong>Abaixo, a canção <em>Por quê?</em>, versão original do show Perfumes Y Baratchos.</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/163967949&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Serão mil cópias em CD e 500 cópias em vinil de cada um dos trabalhos. Segundo André, o processo de remasterização dos discos &#8211; que foi realizado no estúdio Fábrica, na Várzea -, apesar de trabalhoso, acabou sendo divertido. &#8220;<em>Foi interessante trabalhar redescobrindo detalhes do som de uma banda que a gente curte muito. Teve um processo de resgate muito grande de algumas frequências que acabavam sendo perdidas com o tempo. Procuramos discos que tivessem o mínimo de ruído, de chiado. Principalmente no caso do </em>Perfumes Y Baratchos<em>, que acabou tendo um resultado muito bom, uma sonoridade mais equilibrada, mais nítida</em>&#8220;, explica André.</p>
<p>Quanto a um possível &#8220;retorno&#8221; da banda após esse show, o cenário fica, ainda, em aberto. &#8220;<em>Isso vai depender muito mais deles, do Ave Sangria. Nós fizemos apenas jogar a sementinha</em>&#8220;, diz André. Já Marco Polo, perguntado sobre lembranças dos tempos idos da banda, respondeu: <em>&#8220;A gente quer mais é viver o presente</em>&#8220;. Então, que venha o amanhã, para que o coração do Recife possa sangrar novamente, em forma de música e poesia.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Show do Ave Sangria</strong><br />
Terça (02), a partir das 20h<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n, Santo Antônio &#8211; Recife/PE<br />
Ingressos esgotados</p>
<p><strong>Informações:</strong> (81) 3355-3323</p>
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		<title>Show de Anjo Gabriel no Arraial Instrumental</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 18:19:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 26/04/2013. Trecho do show da banda Anjo Gabriel, no projeto Arraial Instrumental.</p>
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		<title>Entre a música e a canção, sonoridades diversas conquistam o público</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 21:31:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cena da música instrumental cresce e público se torna cada vez mais receptivo às músicas não cantadas Por Joana Pires Um dos espaços mais especiais do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) está localizado no Parque Ruber Van Der Linden, também conhecido como o Pau Pombo, no centro da cidade. O Palco Instrumental, reduto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Cena da música instrumental cresce e público se torna cada vez mais receptivo às músicas não cantadas</p>
<p>Por Joana Pires</p>
<div id="attachment_6307" aria-labelledby="figcaption_attachment_6307" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-41.jpg"><img class="size-full wp-image-6307" alt="Banda Anjo Gabriel foi um dos destaques do Palco Instrumental (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-41.jpg" width="598" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Anjo Gabriel foi um dos destaques do Palco Instrumental (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)</p></div>
<p dir="ltr">Um dos espaços mais especiais do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) está localizado no Parque Ruber Van Der Linden, também conhecido como o Pau Pombo, no centro da cidade. O Palco Instrumental, reduto de bandas de gêneros diversos que têm em comum o fato de não tocarem músicas cantadas (pelo menos durante o show), tem conquistado a cada noite um público mais cativo, interessado nas sonoridades e na comunhão entre música e natureza que o encontro entre o palco e o parque oferece.</p>
<p>Na noite desta quinta-feira (19/7), conversei com dois integrantes das bandas Baobá Stereo Club e Anjo Gabriel sobre a música instrumental – tida pelo senso comum como um tipo de música difícil – e sua identificação com o público. Bruno Gold, pianista da Baobá, falou um pouco sobre a recente trajetória da banda em festivais como o FIG. Já Marco da Lata, baixista da Anjo Gabriel, comentou a receptividade crescente à música do grupo. Veja na entrevista abaixo, o que os dois têm a dizer sobre a música que fazem e o momento que vivem:</p>
<p><strong>A música instrumental tem um espaço importante no FIG, com um público fiel, mas ao mesmo tempo diversificado. Como vocês perceberam a receptividade ao som que vocês fazem?</strong></p>
<p dir="ltr">Bruno: A gente saiu de São Paulo, depois de ter feito muito show em lugares abertos, em parques, etc. O público geralmente estava passando e acabava parando para conhecer a música. Hoje foi nossa primeira vez em Pernambuco e já num festival, a receptividade foi muito boa, as pessoas pediram mais música, isso é legal.</p>
<p>Marco: Eu já morei em Garanhuns, então tenho uma relação diferente com a cidade, mas esse palco é diferente de tudo. As pessoas estão envolvidas. Eu cometi o erro de trazer pouco material para cá, mas todos os que trouxemos foram vendidos, a recepção ao nosso som foi muito boa.</p>
<p><strong>Qual a importância dos festivais nesse cenário e como tem sido a participação de vocês?</strong></p>
<p dir="ltr">Bruno: Esse é o nosso 3º festival ainda. Começamos no final do ano passado, no festival da PUC, depois no Vivo Open Air. Mas festival é o momento de ter contato com públicos diferentes.</p>
<p>Marco: A parte legal do festival é justamente esse público diverso. É importante chegar num lugar como esse e mostrar a música instrumental como uma linguagem universal. A gente tem um quê de improviso muito grande e muito do que a gente toca depende da sintonia com o público.</p>
<p><strong>A música instrumental é uma música difícil?</strong></p>
<p dir="ltr">Bruno: Não. Acho que o jeito que a gente olha para a música instrumental é  como se ela fosse uma forma de conversar com muita gente. A gente tem influência pop e de muitos outros ritmos e isso facilita.</p>
<p>Marco: Não sei se a música instrumental é difícil, mas as nossas cantadas também não são muito fáceis (risos). O fato é que há uma cultura da canção. Quem fica só na música em si encontra às vezes um pouco mais de dificuldade em se comunicar.</p>
<p>Como vocês vêem a relação entre a música instrumental e o público não especializado hoje em dia?</p>
<p dir="ltr">Bruno: Está começando a ter mais abertura para esse tipo de música. Em São Paulo, existe já uma cena cultural para isso e as pessoas estão mais receptivas. Falta conquistar a mídia para que o público possa conhecer mais coisa e sair mais de casa em busca disso.</p>
<p>Marco: É um público novo que tem surgido, acompanhando essa avalanche de bandas instrumentais. Ver esse crescimento é bom.</p>
<p><strong>VIRTUOSI NA SERRA –</strong> Também nesta quinta, o Virtuosi na Serra recebeu duas apresentações que chamaram a atenção do público que vai à Igreja de Santo Antônio em busca de música erudita. Às 16h30, o grupo Iamaká apresentou um espetáculo com referências à literatura medieval e à música renascentista. Peças com flauta doce deram o tom de um universo quixotesco, representado teatralmente. Às 21h, a referência à cultura cigana se fez presente através do violino de Gilles Apap e dos Transylvanian Mountain Boys, que tocaram também algumas canções brasileiras como a Valsa sem nome, de Baden Powell, e Carinhoso, de Pixinguinha. Foram aplaudidos várias vezes de pé por toda a Igreja.</p>
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		<title>Banda Gaiamálgama, de Garanhuns, empolgou Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 13:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD Por Diego Gouveia Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD</p>
<p>Por Diego Gouveia</p>
<p>Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro bandas e múltiplas linguagens. Apresentaram-se: Gaiamálgama, Rivotrill, Chimpanzé Clube Trio e Jaguaribe Carne.</p>
<p>No show da banda garanhuense Gaiamálgama, o público ficou pertinho do palco para conferir de perto o espetáculo. A banda se apropriou dos termos que significam terra e mistura de culturas para fundamentar sua principal estratégia: divulgar ritmos de vários lugares do mundo.</p>
<p>Compõem o grupo seis instrumentistas e cinco performáticos integrantes, que cantam, dançam e interpretam. As vestimentas remetem à Idade Média. Na apresentação, um dialeto, criado pela própria companhia, é usado para dar vida a canções tradicionais de outros países. Hungria, Índia e povos da região da Galícia são homenageados por Zhara Lins, Michele Noronha, Elnatã Souto, João Paulo Ferreira e Diorges Albuquerque.</p>
<p>O grupo existe há seis anos e é muito respeitado na cidade. “Ensaiamos muito para mostrar ao público o melhor do nosso trabalho”, disse Diorges Albuquerque. Durante a apresentação, ele interpreta a deusa hindu Kali e mostra um número de dança bastante ousado e criativo. O público vibrou com o desempenho da banda. A enfermeira Angélica Raposo saiu de Caruaru para curtir o FIG. “Fiquei surpresa com a atuação deles. Passaram por várias linguagens, utilizando diversos povos e culturas. Isso enriquece bastante nosso conhecimento”, explica.</p>
<p>Enganou-se quem achou que a banda com nome semelhante ao de um calmante iria tocar músicas lentas. Rivotrill entrou com batida forte no palco do Pau-Pombo e não decepcionou quem já acompanha o trabalho do grupo. O estudante recifense Felipe Acioly já tinha ouvido falar que o trio inovava nas suas composições. “Eles são muito criativos. O jazz é livre. Há tons do rock progressivo e nuances de vários outros ritmos”, comenta.</p>
<div id="attachment_6360" aria-labelledby="figcaption_attachment_6360" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54.jpg"><img class="size-medium wp-image-6360" alt="Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>Na sequência, a banda paulista Chimpanzé Clube Trio comemorou dez anos de carreira com o lançamento do CD “Tudo veio do nada” no FIG. Angelo Kanaan (bateria), Felipe Crocco e Luiz Miranda (revezando-se no contrabaixo e na guitarra) trouxeram para o público um rock com sotaque funk, passando pelo reggae, samba e jazz. “Esse nosso trabalho é marcado pelo improviso. Gravamos sem ensaio ou qualquer pós-produção. Em setembro, lançaremos um novo álbum. Dessa vez, o CD será gravado no estúdio”, antecipou Luiz Miranda.</p>
<div id="attachment_6361" aria-labelledby="figcaption_attachment_6361" class="wp-caption img-width-331 aligncenter" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg"><img class="size-full wp-image-6361" alt="Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg" width="331" height="475" /></a><p class="wp-caption-text">Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p style="text-align: left;">Viola, guitarra, violão, zabumba e vozes-percussivas. Com Jaguaribe Carne, o passeio pelos ritmos populares e memórias dos irmãos Osmar e Paulo Ró ganha uma versão multimídia e instrumental. Criado na década de 1970, o grupo mostrou familiaridade com a música e com o palco. Conquistaram facilmente a audiência, que agora se prepara para os shows desta quinta-feira (19/7).</p>
<div id="attachment_6362" aria-labelledby="figcaption_attachment_6362" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56.jpg"><img class="size-medium wp-image-6362" alt="Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Palco Instrumental (quinta-feira, 19/7)</p>
<p dir="ltr">17h – O Sam3a<br />
18h – Baobá Stereo Club<br />
19h – Anjo Gabriel<br />
20h – Sgüep Trio</p>
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