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	<title>Portal Cultura PE &#187; Antonio Carlos Secchin</title>
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		<title>Circuito Cultural da Cepe debate a criação literária e a poética de João Cabral de Melo Neto</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 22:48:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O escritor Sidney Rocha é um dos destaques da programação do evento literário nesta quinta-feira (12) Uma imersão literária é o que promete o Circuito Cultural Digital de Pernambuco em sua programação desta quinta-feira (12). Reunindo nomes como os dos escritores Verônica Stigger, Sidney Rocha, Antonio Carlos Secchin e Inez Cabral, o evento abre espaço [...]]]></description>
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<dt><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></dt>
<dd>O escritor Sidney Rocha é um dos destaques da programação do evento literário nesta quinta-feira (12)</dd>
</dl>
</div>
<p>Uma imersão literária é o que promete o Circuito Cultural Digital de Pernambuco em sua programação desta quinta-feira (12). Reunindo nomes como os dos escritores Verônica Stigger, Sidney Rocha, Antonio Carlos Secchin e Inez Cabral, o evento abre espaço para discutir processos de criação literária, experimentalismos na linguagem e o legado poético deixado por João Cabral de Melo Neto, o grande homenageado do Circuito. No mesmo dia, a Cepe Editora apresenta em análises três títulos de seu catálogo: &#8220;Recife &#8211; Fotografias: 1986-2018&#8243;, livro finalista do Prêmio Jabuti 2020, de autoria de Fred Jordão; &#8220;Três homens chamados João&#8221;, de Anna Maria César; e &#8220;Viver de ver o verde mar&#8221;, biografia de Geneton Moraes Neto escrita pelos jornalistas Ana Farache e Paulo Cunha.</p>
<p>Finalista do Prêmio Jabuti 2020 com o livro de contos &#8220;Sombrio Ermo e Turvo&#8221; (Editora Todavia, 2019), a escritora gaúcha Veronica Stigger é nome que desponta na literatura contemporânea. Com seu primeiro romance, &#8220;Opisanie swiata&#8221; (Cosac Naify, 2013), venceu os prêmios Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional (2013), o São Paulo de Literatura na categoria autor estreante (2014), o Açorianos de Literatura para Narrativas Longas (2014), arrebatando ainda o terceiro lugar do Prêmio Jabuti 2014. Em 2017, o livro &#8220;Sul&#8221; (Editora 34, 2016), que explora diversos gêneros (conto, poema narrativo e peça teatral), foi o grande vencedor do Jabuti na categoria Contos e Crônicas. Dona de uma escrita ficcional direta e experimental que transfigura a realidade, ela é invariavelmente apontada por críticos literários como uma das melhores escritoras brasileiras.</p>
<p>De São Paulo, Veronica Stigger conversa com o também premiado escritor Sidney Rocha, cearense radicado há mais de 30 anos em Pernambuco. O bate-papo Produção Literária e Escrita Criativa será às 11h, com mediação da professora de Literatura Brasileira Manuela Travasso. Vencedor do Prêmio Osman Lins (1985) com o romance &#8220;Sofia, uma ventania para dentro&#8221; (livro de estreia) e do Prêmio Jabuti 2012 com o livro de contos &#8220;O destino das metáforas&#8221;, Sidney Rocha foi agraciado, em julho passado, com o Prêmio Literário Guerra Junqueiro, concedido pelo Freixo Festival Internacional de Literatura (Portugal), pelo conjunto de sua obra. Foi o único brasileiro entre os seis autores lusófonos homenageados. Acaba de lançar pela Iluminuras Flashes, título que ao lado de &#8220;Fenaflor&#8221; (2015) e &#8220;A estética da indiferença &#8220;(2018), integra a trilogia Cromane.</p>
<p>Há quase dez anos, Sidney Rocha vem se dedicando à militância cultural em defesa da leitura através de seus cursos de oficina literária, realizados por todo Brasil, sobretudo em escolas públicas. <em>&#8220;É imprescindível estimular a leitura que permita uma autonomia intelectual para se pensar o mundo. Muitas vezes as pessoas conhecem livros, mas não sabem exatamente o que estão lendo. Se não tivermos bons leitores, jamais conseguiremos bons escritores&#8221;</em>, avalia.</p>
<p>Outro destaque da programação desta quinta-feira será a <em>live</em> &#8221;João Cabral: as edições e o centenário&#8221;, às 17h, com imortal da Academia Brasileira de Letras, crítico literário, ensaísta e poeta carioca Antonio Carlos Secchin e a escritora Inez Cabral, filha de João Cabral de Melo Neto. Considerado pelo próprio João Cabral o maior especialista de sua obra, Secchin lançou pela Cepe Editora, em agosto passado, edição ampliada e revisada do livro João Cabral de ponta a ponta, reunindo textos produzidos pelo poeta ao longo de quatro décadas, trazendo ainda material inédito.</p>
<div>
<dl id="attachment_76165">
<dt><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/mini-Gabi-da-pele-preta-e-rodrigo-pinheiro-6.jpg"><img alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/mini-Gabi-da-pele-preta-e-rodrigo-pinheiro-6-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></dt>
<dd>A cantora Gabi da Pele Preta comandará o Sarau Calçada Poesia, ao lado do músico Alexandre Revoredo</dd>
</dl>
</div>
<p><strong>Sarau -</strong> Fechando a programação, às 20h, a cantora Gabi da Pele Preta participa ao lado do escritor e músico Alexandre Revoredo do sarau cultural Calçada Poesia. <em>&#8220;O sarau comemora o meu trânsito afetivo-poético-musical entre o Agreste pernambucano &#8211; meu território mais íntimo &#8211; e o Brasil&#8221;</em>, assegura a artista que é natural de Caruaru. Na proposta apresentada no circuito, Gabi declama e canta obras de Daniela Galdino, Fernanda Limão, Isadora Melo, Joana Terra, Ezter Liu, Caio Menezes, Pedro Bomba, César Monteiro, Isabela Moraes, Marco Polo, Juliano Holanda, Luiza Pessoa, Juliana Bicalho Mendes, Álefe Passarinho, João Euzé e de Alendre Revoredo, criadores com vínculos (pessoais e afetivos) com o Agreste do Estado.</p>
<p>O Circuito Cultural Digital de Pernambuco é uma iniciativa da Companhia Editora de Pernambuco com curadoria da Fundação Gilberto Freyre. Todo a programação é gratuita e pode ser acompanhada pelo portal <strong><a href="http://www.circuitoculturalpernambuco.com.br/programacao/" target="_blank">www.circuitoculturalpernabuco.com.br</a></strong>.</p>
<p>Veja abaixo a programação da quinta-feira (12):</p>
<p><strong>8h30 -</strong> Ler, muito prazer!<br />
Exibição de vídeos de experiências de leitura de crianças na primeira e segunda infância.</p>
<p><strong>9h -</strong> Senta, que lá vem história!<br />
Contação da história do livro O pedido de Clarice (Cepe), de Tadeu Pereira, com Érica Montenegro.</p>
<p><strong>10h -</strong> Oficina Infantil Teatro para crianças<br />
Com Dani Travassos.</p>
<p><strong>11h -</strong> Bate-papo: Produção literária e escrita criativa<br />
Participação dos escritores Sidney Rocha e Veronica Stigger com mediação da professora Manuela Travasso.</p>
<p><strong>12h -</strong> Prazer de Ler!<br />
Exibição de vídeos de experiências de leitura de jovens e adultos.</p>
<p><strong>13h -</strong> Circuito em conexão com a União Brasileira de Escritores.</p>
<p><strong>14h -</strong> Por dentro do livro<br />
Processo de criação do livro Viver de ver o verde mar (Cepe), de Ana Farache e Paulo Cunha. Participação de Paulo Cunha e apresentação de Lula Portela.</p>
<p><strong>15h -</strong> Bate-papo: Fotografia e cotidiano<br />
Participação de Fred Jordão, autor do livro &#8220;Recife Fotografias: 1986-2018&#8243; (Cepe). Conversa entre o autor e o professor João Guilherme Peixoto.</p>
<p><strong>16h -</strong> Apresentação infantil: Malassombros, contos do além Sertão. Com o Coletivo Teatro de Retalhos.</p>
<p><strong>17h -</strong> Live &#8220;João Cabral: as edições e o centenário&#8221;<br />
Participação dos escritores Antonio Carlos Secchin e Inez Cabral, filha de João Cabral de Melo Neto. Apresentação do crítico literário Peron Rios.</p>
<p><strong>18h -</strong> Cineminha<br />
Quando a chuva vem, de Jefferson Batista</p>
<p><strong>19h -</strong> Lançamento literário<br />
Três homens chamados João (Cepe), de Anna Maria César. Conversa entre a autora e o jornalista Vandeck Santiago.</p>
<p><strong>20h -</strong> Sarau Cultural: Calçada poesia<br />
Com Gabi da Pele Preta e Alexandre Revoredo.</p>
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		<title>Antonio Carlos Secchin lança &#8220;João Cabral de ponta a ponta&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 20:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste ano do centenário do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança João Cabral de ponta a ponta. Trata-se de uma edição revisada e enriquecida com material inédito, onde estão reunidos estudos dedicados a toda a obra publicada pelo poeta pernambucano, realizados pelo escritor, professor de Literatura Brasileira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78128" aria-labelledby="figcaption_attachment_78128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/livro-cepe-joão-cabral-de-ponta-a-ponta-antônio-carlos-secchin.jpg"><img class="size-medium wp-image-78128" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/livro-cepe-joão-cabral-de-ponta-a-ponta-antônio-carlos-secchin-607x242.jpg" width="607" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Em comemoração aos 100 anos do poeta pernambucano, Cepe lança edição revisada e acrescida de textos inéditos de João Cabral de ponta a ponta, de Antonio Carlos Secchin</p></div>
<p>Neste ano do centenário do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança <em>João Cabral de ponta a ponta</em>. Trata-se de uma edição revisada e enriquecida com material inédito, onde estão reunidos estudos dedicados a toda a obra publicada pelo poeta pernambucano, realizados pelo escritor, professor de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFRJ e membro da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin. O autor passou mais de 35 anos debruçado sobre as escritas cabralinas. No título de 598 páginas, o leitor descobre um ensaio sobre Cabral e Carlos Drummond de Andrade; uma importante entrevista de Cabral concedida a Secchin em 1980; a última palestra do poeta em ambiente acadêmico (na Faculdade de Letras da UFRJ, em 1993); e valiosas imagens com reprodução de dedicatórias importantes e de capas raríssimas de obras do autor.</p>
<p>O livro conta ainda com todo o material analítico dos 20 títulos de João Cabral, expostos cronologicamente de acordo com as datas das publicações. Sem falar nos cinco ensaios sobre temas transversais da poesia do autor e de suas relações com outros escritores. Esse último material de pesquisa foi publicado em 2014, pela extinta Cosac Naify, sob o título <em>João Cabral: uma faca só lâmina</em>. <strong>A obra será lançada no próximo dia 26 de agosto (quarta-feira), às 17h30, em uma live no canal da Cepe no  YouTube, com a participação de Secchin mediada pelo editor do Suplemento Pernambuco (Cepe), Schneider Carpeggiani</strong>. Na ocasião o autor pretende falar da concepção do livro, desde as versões iniciais, publicadas em 1985 e 1999, passando pela de 2014, até chegar à forma definitiva, pela Cepe. Inicialmente os livros estarão disponíveis apenas em formato e-book. A impressão está condicionada ao retorno das atividades presenciais da gráfica da empresa pública.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tHCBSwwWfkk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“É um orgulho publicar, dentro da programação do centenário de João Cabral de Melo Neto, uma obra que se dedica aos meandros da sua poesia, do primeiro ao último livro. João Cabral de ponta a ponta é a versão ampliada e consolidada das pesquisas de Secchin sobre o poeta; parte do trabalho de uma vida dedicada à literatura. É uma edição para conhecer a poesia cabralina em profundidade, pois o autor traz leituras essenciais da produção tardia de João Cabral, pouco lembrada pela crítica. Na edição da Cepe Editora, temos ainda material inédito, com um novo ensaio, uma entrevista, um depoimento e imagens de exemplares raros colecionados por Secchin. Além de tudo isso, o ensaísta consegue mostrar como ninguém, ao longo do volume, a vitalidade e novidade do poeta pernambucano para os leitores atuais”</em>, resume o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<div id="attachment_78139" aria-labelledby="figcaption_attachment_78139" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Rabelo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Antonio-Carlos-Secchin.-Crédito-Fernando-Rabelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-78139" alt="Fernando Rabelo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Antonio-Carlos-Secchin.-Crédito-Fernando-Rabelo-607x415.jpg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Antônio Carlos Secchin é o responsável pela obra que revisita os textos de João Cabral de Melo Neto</p></div>
<p><em>&#8220;Uma vez que Cabral dizia apreciar meu trabalho crítico sobre sua poesia, gostaria de que quem gosta da obra cabralina pudesse conhecer o que sobre ela escrevi, o que agora será possível graças à publicação da Cepe. Mas antes, ou paralelamente a isso, o fundamental é ler a própria obra dele&#8221;</em>, sugere Secchin.</p>
<p>Nos detalhados estudos críticos, há espaço também para comentários de outros críticos sobre os livros de João Cabral. Tanto sobre o que os críticos mais falam quanto sobre o que eles preferem ignorar. Poucos críticos destacavam, por exemplo, o caráter de humor de suas poesias, como o próprio João Cabral observava, segundo Secchin. <em>“Um humor cortante, quase agressivo, eu acrescentaria, bem típico de quem maneja uma faca só lâmina”</em>. Título de um dos livros de João Cabral, <em>Uma faca só lâmina</em> (1955) é obra de mais de 300 versos hexassílabos. Outros livros ignorados pela crítica são <em>A escola das facas</em> (1980) , <em>O Auto do frade</em> (1984) e <em>Agrestes</em> (1985).<em> &#8220;Considero que muitos se dão satisfeitos com a digamos, fase um de Cabral, que se encerra em 1968: ele entra na Academia Brasileira de Letras e publica, com grande sucesso de público e de crítica, sua Poesias completas . Quando retorna ao verso, em 1975, o contexto cultural já é outro, o da &#8216;poesia marginal&#8217;, e ele fica numa espécie de limbo, um poeta-&#8217;monumento&#8217; que pouco teria de novo a dizer. Mas não foi o que ocorreu”</em>, conta o autor.</p>
<p>Averso ao poema lírico, Cabral se autodenominava antilirista. <em>&#8220;Minha poesia é intelectual, em alguns livros, é uma poesia de crítica social à situação nordestina, é uma poesia, como dizem os críticos atuais, metapoesia, uma poesia sobre a poesia, mas não é uma poesia lírica. Eu tenho a impressão de que a verdadeira poesia lírica hoje está sendo feita pelos compositores de música. Os grandes líricos do Brasil hoje chamam-se Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda&#8221;</em>, diz João Cabral a Secchin. Para ele, o trabalho poético era como um trabalho manual. <em>&#8220;Ele recorre a comparações com atividades manuais &#8211; as do ferreiro, do toureiro, do pescador &#8211; exatamente para retirar da poesia a aura do sublime, como efeito de inspiração reservada aos poucos eleitos ou iluminados. Cabral não é um iluminado, é um iluminador&#8221;</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro <em>João Cabral de ponta a ponta</em>, com bate-papo entre <strong>Antonio Carlos Secchin</strong> e<strong> Schneider Carpeggiani</strong><br />
Quando: 26 de agosto (quarta-feira), às 17h30<br />
Onde: Canal da Cepe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ" target="_blank"><strong>www.youtube.com/watch?v=tHCBSwwWfkk</strong></a>)<br />
Preço do livro: R$ 18 (e-book); R$ 60 (livro físico)</p>
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