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	<title>Portal Cultura PE &#187; Antônio de Catarina</title>
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		<title>FPNC se despede de São José do Egito</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2012 03:07:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Julya Vasconcelos Hoje, mais uma vez, o lendário poeta Cancão foi reverenciado na cidade de São José do Egito. Palestras, uma mesa de prosa com pessoas que conheceram pessoalmente o poeta e uma memorável mesa redonda, com três falas preciosas sobre a poesia do Vale do Pajeú fizeram do dia de hoje um dia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5773" aria-labelledby="figcaption_attachment_5773" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665968516_57ab01a805_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5773" alt="Mesa Redonda &quot;Cancão e a tradição poética do Pajeú&quot; (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665968516_57ab01a805_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa Redonda &#8220;Cancão e a tradição poética do Pajeú&#8221; (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Hoje, mais uma vez, o lendário poeta Cancão foi reverenciado na cidade de São José do Egito. Palestras, uma mesa de prosa com pessoas que conheceram pessoalmente o poeta e uma memorável mesa redonda, com três falas preciosas sobre a poesia do Vale do Pajeú fizeram do dia de hoje um dia especial para a memória egipciense.</p>
<p>A participação de Neném Patriota na mesa redonda “ Cancão e a tradição poética do Pajeú” foi um dos pontos altos do dia. A fala de Neném foi para além da poesia. Ele defendeu a emergência de um Pajeú que se una em torno de sua força poética, política e humana. “Que a tradição a gente a cultue sem bairrismos e proselitismo barato!”, reflete o poeta, que termina sua fala com um longo poema, que exalta diversos nomes da poesia do Pajeú. O poeta é aplaudido de pé.</p>
<p>Na mesma mesa, estava Meca Moreno, da Unicordel, que fez um surpreendente resgate histórico a partir da questão que parece estar na ponta da língua de qualquer um que se depare com a efervescência poética da região: “por que o Pajeú produz tanta poesia?”. A fala de Meca Moreno foi buscar explicações na tradição poética árabe. Segundo o pesquisador e poeta, essa cultura é responsável pela gosto pela rima, e por determinados instrumentos. A nossa viola nordestina, assim como a rabeca, são baseadas nos modos gregos e árabes, mouriscos”.</p>
<p><strong>Proseando sobre o pássaro</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665176736_226c4a55b2_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5775" alt="7665176736_226c4a55b2_z" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665176736_226c4a55b2_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Donzilio Luís, Ida de Coraci, Antônio de Catarina e Ednaldo Leite compuseram a “Mesa de Prosa: A casa do ébrio”, que foi algo como uma mesa de causos e memórias sobre Cancão. Todos convidados conheceram o poeta pessoalmente, e brindaram o público com depoimentos sobre a simplicidade, a veia cômica e as histórias por detrás dos poemas do grande poeta do Pajeú. Donzilio Luís apresentou ao público uma raridade. Uma edição de 1974 do Correio da Paraiba, com uma grande matéria sobre Cancão.</p>
<p><strong>Pensando Cancão</strong><br />
Mais cedo, dois palestrantes refeltiram sobre a obra do pássaro poeta. O Prof. Dr. Nelson Barbosa e a Prof.Dra. Maria Nazareth Arrais, ambos da UFPB apresentaram, respectivamente, as palestras “O conto popular e a poesia de Cacão – um estudo comparativo” e “A poesia de Cancão como marco do Pajeú”.</p>
<p>“Cancão é o poeta da natureza, do inexorável e do eu total”, define a professora paraibana, durante a sua apresentação. Comparando o conto popular e a poesia de Cancão, a pesquisadora desenvolveu sua apresentação a partir de uma base psicanalítica, suscitando especial interesse da plateia. Nelson Barbosa fez um histórico poético e social da região do Pajeú. Ressaltou também características fortes da escrita do poeta, como o uso de paradoxos e oposições, e a relação com a natureza.</p>
<p>A programação foi fechada com o Show <em>Depois da Chuva</em>, que contou com o grupo Em Canto em Poesia e Tonino Arcoverde.</p>
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		<title>Um dia para debater Cancão</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 12:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5887" aria-labelledby="figcaption_attachment_5887" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659840994_ec36203cd5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5887" alt="Pesquisadora fala sobre oralidade, escrita e memória (Foto: Ricardo Moura) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659840994_ec36203cd5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadora fala sobre oralidade, escrita e memória (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Quando chegava em algum lugar em que estavam recitando suas poesias, Cancão escutava atento cada palavra declamada. No final, vibrava, aplaudia, disparando um clássico “muito bem, muito bem!”, e perguntava, para a surpresa de todos: “de quem é essa poesia?”.</p>
<p>A pesquisadora Karlla Christine Souza, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, conta essa história durante a palestra “O Cantar do Pajeú – Tradição e oralidade na poética popular”, apresentada hoje às 15h30, em São José do Egito. Quando Cancão pergunta de quem é a poesia, isso simboliza, segundo a pesquisadora, um gesto de doação, de despreendimento em relação a sua própria produção. “Cancão sabia que a poesia que fazia não era dele, mas um bem coletivo, cultural”, explica, completando que existe uma espécie de acervo coletivo, sem dono, de palavras ditas e reditas, ao qual os poetas recorrem.</p>
<p>A palestra da professora problematizou sobretudo o caráter fugidio da oralidade, e a importância dos ritos, como as cantorias, os desafios e as mesas de glosa, que acabam por ter a função de manter viva a tradição. A memória, o imaginário do sertão, e a coexistência do popular e do erudito na poesia de Cancão foram temas tocados na exposição da pesquisadora.</p>
<div id="attachment_5888" aria-labelledby="figcaption_attachment_5888" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659860580_c443369dd8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5888" alt="Josivaldo Custódio fala sobre as proximidades das obras de Augusto dos Anjos e Cancão (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659860580_c443369dd8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Josivaldo Custódio fala sobre as proximidades das obras de Augusto dos Anjos e Cancão (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Popular e erudito também permearam a fala do segundo palestrante do dia, o Prof. Dr. Josivaldo Custódio. Um estudo comparativo das obras de Cancão e Augusto dos Anjos foi apresentado, ressaltando aspectos interessantes da obra do poeta egipciense que dialogam com a do inclassificável Augusto dos Anjos. A melancolia e o pessimismo dos poemas de Cancão foram debatidos. “Ele monta um eu-lírico que se indigna com a mãe-natureza, que cria os seus filhos e os come”, diz o pesquisador sobre um dos poemas de Cancão que analisa durante a apresentação.</p>
<p>No mesmo dia houve o lançamento do livro “Cancão, o gênio inocente”, de Paulo Passos, que reúne poemas de vários escritores do Sertão do Pajeú em homenagem ao grande poeta de São José do Egito. “Cancão não era um poeta só sertanejo, era um poeta parnasiano, modernista, realista. Ele é um dos grandes poetas da literatura brasileira”, diz o o autor e poeta.</p>
<div id="attachment_5889" aria-labelledby="figcaption_attachment_5889" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659894276_b22d0a6ab4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5889" alt="Caio Menezes, de S. J. do Egito, arranca aplausos na Mesa de Glosa (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659894276_b22d0a6ab4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caio Menezes, de S. J. do Egito, arranca aplausos na Mesa de Glosa (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Fechando o dia intenso, uma mesa de glosas com poetas de Tuperatama, Afogados da Ingazeira, Tabira, Itapetim e São José do Egito prendeu a atenção de uma platéia composta por estudantes, crianças, e sobretudo poetas. As melhores rimas arrancaram aplausos entusiasmados do público. Por fim, Chico Pedrosa e Bia Marinho animaram o público com o “Show de Palavras ao Plenilúnio”, no Centro Cultural Professor Bernardo Jucá.</p>
<p>Neste sábado a programação continua intensa na cidade de São José do Egito:</p>
<p>10h30 às 12h30 – Mesa de Prosa: A casa do ébrio<br />
Facilitadores/prosadores: Antônio de Catarina, Zé Silva, Edvaldo da Bodega, Sebastião Siqueira (Beijo), Cícero Formosino, Pedro Tunu, Reginaldo, Ida de Coraci, Joselito Nunes, Donzílio Luiz.<br />
Apresentação: Edinaldo Leite<br />
Local: Sheko´s Bar</p>
<p>15h às 16h – Palestra<br />
O conto popular e a poesia de Cancão – um estudo comparativo<br />
Facilitador: Profª Drª Maria Nazareth Arrais (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>16h às 17h15 – Aula espetáculo: A serra do Teixeira e o nascimento do Poeta Pássaro<br />
Facilitadores: Edison Roberto, Marcos Passos e Greg Marinho.<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>17h30 às 18h30 – Palestra de encerramento<br />
A poesia de Cancão como marco do Pajeú<br />
Facilitador: Prof. Dr. Nélson Barbosa (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>19h às 20h – Recital Poético<br />
Apresentação: Marcos Passos<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>20h30 às 21h45 – Mesa Redonda: Cancão e a tradição poética do Pajeú<br />
Facilitador: Aroldo Ferreira Leão (UNIVASF), Neném Patriota, Colégio Interativo (São José do Egito), Meca Moreno (UNICORDEL).<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>22h – Show Depois da Chuva<br />
Em Canto em Poesia e Tonino Arcoverde<br />
Local: Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá</p>
<p>&nbsp;</p>
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