<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Antônio Marinho</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/antonio-marinho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>A imensa aldeia que repercute prazeres</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-imensa-aldeia-que-repercute-prazeres/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/a-imensa-aldeia-que-repercute-prazeres/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 20:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Alafin Oyó]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Lindu]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[funarte]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Gil]]></category>
		<category><![CDATA[Gilú Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[gravação]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Ben]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas dos Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Orquestra dos Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Martinho da Vila]]></category>
		<category><![CDATA[Morro da Conceição]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Dona Lindu]]></category>
		<category><![CDATA[Repercutir]]></category>
		<category><![CDATA[Sagaranna]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Mendonça]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=16848</guid>
		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova No dia 21 de julho de 2013, o percussionista Lucas dos Prazeres renovava seus votos de comunhão com seus instrumentos, em pleno Festival de Inverno de Garanhuns. Lá estava ele, no Parque Ruber Van Der Linden (Pau Pombo), apresentando ao público o seu espetáculo solo Repercutir, onde ele se mostrava inteiramente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/LucaseaOrquestra6-FotoBetoFigueiroa-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16849" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/LucaseaOrquestra6-FotoBetoFigueiroa-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>No dia 21 de julho de 2013, o percussionista <strong>Lucas dos Prazeres</strong> renovava seus votos de comunhão com seus instrumentos, em pleno Festival de Inverno de Garanhuns. Lá estava ele, no Parque Ruber Van Der Linden (Pau Pombo), apresentando ao público o seu espetáculo solo <em>Repercutir</em>, onde ele se mostrava inteiramente em essência. Era como se estivesse nascendo, em estado bruto <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fig2014/os-afetos-sonoros-e-a-busca-pela-essencia/" target="_blank">(ver matéria)</a>. Um ano, quatro meses e 23 dias depois, ele volta a reverberar seus sons e afetos. Porém, desta vez, ele não está só, e sim envolto por um gigantesco grupo de 30 músicos. Nesta quinta (13), Lucas sobe ao palco do Teatro Luiz Mendonça – no Parque Dona Lindu – rodeado por sua “aldeia”, como costuma dizer, para apresentar e registrar em DVD o <em>Repercutir</em>, com nova concepção e formato. O espetáculo acontece à 20h e a entrada é gratuita, com retirada dos ingressos a partir das 17h, na bilheteria do teatro.</p>
<p>A gravação do DVD <em>Repercutir</em> foi viabilizada através do Prêmio Funarte de Arte Negra. Dos 33 projetos contemplados em todo o país, ele foi o único do Recife a angariar essa conquista. A captação de áudio e vídeo, assim como a edição da mídia, será feita pelo estúdio Fábrica, sob coordenação de Pablo Lopes. A concepção do espetáculo, feita em parceria entre Lucas e sua mãe, Conceição dos Prazeres, dessa vez, traz muitas diferenças do <em>Repercutir</em> que Lucas apresentou em Garanhuns. Antes solo, Lucas agora resolveu unir suas duas famílias: a das pessoas e a dos instrumentos. Ele irá se cercar da sua Orquestra dos Prazeres, ampliando-a, inclusive – um time inicial de 23 músicos chegará a 30 em cena.</p>
<p>Lucas é o responsável por arregimentar esse poderoso grupo de percussão que, dividido em naipes, como nas orquestras convencionais, arrebata a quem assiste, pelo vigor e sintonia em palco. São amigos de infância, aprendizes, parentes sanguíneos e irmãos de afinidade e afeto. Reunir-se com os seus: este é o rito que Lucas concebe para celebrar um “ciclo vivo, ativo e harmonioso” de conquistas que a arte lhe deu ao longo da vida. “<em>Arte, pra mim, é junto com a família. Antes de qualquer ideia musical, se deu ali uma carga emocional muito grande, uma explosão de carinho, respeito e amor muito grande. Quando tudo isso se junta, tem uma química ali, e quem vê isso tudo também se conecta com esse momento</em>”, relata. Além da orquestra percussiva – que tem declarada inspiração na orquestra de sabás do senegalês Doudou N&#8217;Diaye Rose – , reforçam a musicalidade do conjunto, no espetáculo, um baixo elétrico, uma viola e um set de percussão eletrônica.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Orquestra-FotoBetoFigueiroa1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16850" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Orquestra-FotoBetoFigueiroa1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em <em>Repercutir</em>, Lucas também revolve em sua órbita sensível todas as referências artísticas que traz arraigadas em sua alma. A escolha dos convidados dá conta desse diálogo que Lucas estabelece com as mais diversas linguagens, que estarão em palco, junto a ele. A música se fará presente com a percussão de Gilú Amaral, assim como com as toadas rabecadas e também os bailados de cavalo marinho, através do grupo Sagaranna. O corpo em movimento também será marcado pelas participações do Afoxé Alafin Oyó e dos bailarinos Dielson Pessoa, Ana Paula Santos, Jamila Marques e do coreógrafo moçambicano Manuel Castomo. A poesia de Antônio Marinho vai reverberar no Luiz Mendonça, em cadência com o som de Lucas. Textos da tia Lúcia dos Prazeres também irão cerzir trechos do espetáculo. Também da família dos Prazeres, o primo e padrinho Feliciano contribuirá com seus traços em telas pintadas exclusivamente para o “Repercutir”, que serão projetadas por Gabriel Furtado. E um momento especial: após mais de 20 anos, Lucas divide o palco com Conceição dos Prazeres, em um número de dança que alude ao encontro entre Xangô e Iemanjá.</p>
<p><strong>Ritmo da vida</strong><br />
O roteiro de <em>Repercutir</em> foi construído a quatro mãos. Lucas e sua mãe, Conceição, tiveram o desvelo de trazer ao palco todo um universo de referências de toda a vida do percussionista, mas de forma a conectá-las com um conceito bem amarrado, que pudesse abarcar, de forma inteligível e sensível essas conexões. O espetáculo, então, é dividido em quatro atos, baseado no ciclo da vida, fazendo uma analogia com o desenrolar das estações do ano. De cara, abre com o Inverno, que remete a um momento de introspecção, quietude, reorganização e fecundação, em que Lucas canta e reza para seus mestres e orixás, abrindo seus caminhos; depois, o florescimento que vem com a Primavera, “<em>a conscientização do brotar de um jardim novo, com novas flores</em>”; a explosão do Verão, personificada na dança e em ritmos festivos, como o semba e o coco; e o Outono, que culmina com a sabedoria que há no desprendimento e desapego diante das coisas da vida.</p>
<p><strong>Assista ao vídeo promocional, gravado por Lucas e Orquestra dos Prazeres:</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/m5U3XQDKpdg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Negritude, orixás e consciência<br />
</strong>“<em>Filho de Xangô não teme porque é filho de rei</em>”, cantava Noriel Vilela em <em>Saravando Xangô</em>. Filhos de Xangô são aguerridos, enfrentam desafios com gana e obstinação. No caso de Lucas, o DVD <em>Repercutir</em> é mais uma prova dessa imponência diante de um novo desafio. E é bem mais do que isso. É a reafirmação da sua relação com o universo artístico, que rege sua vida desde sempre. Lucas, 30 anos, diz também ter 30 anos de carreira, uma vez que sua mãe, que foi bailarina do Balé Popular do Recife, se apresentou com ele em seu ventre até os 7 meses de gestação. Sua relação com a arte – em especial, a dança e a música –, portanto, é umbilical, sanguínea, essencial. No lugar onde cresceu e se criou – o Morro da Conceição – sua convivência com esse universo artístico tomou forma, e, há 18 anos, ele se apropriou profissionalmente das linguagens que aprendeu ao longo da vida para levá-las aos palcos dos quatro cantos do mundo.</p>
<p>Desde sempre, mesmo que de forma mais lúdica, através das brincadeiras populares e da sua relação tão íntima e simbiótica com a percussão, ele trouxe nas veias, no espírito e nos movimentos a sua herança negra. Porém, em <em>Repercutir</em>, esse lado se mostra ainda mais forte. “<em>Os ensaios e espetáculos da Orquestra sempre tiveram ensinamentos referentes à consciência negra. Traz esse negrume de maneira mais consistente, com fundamentos religiosos, com a filosofia do candomblé, nesse diálogo mais energético com a magia da natureza</em>”, explica Lucas.</p>
<p>O repertório do espetáculo, repleto de referências ao candomblé e a canções que exaltam nossas raízes negras remetem a essa ligação mais clara e forte. <em>Zumbi</em>, de Jorge Ben; <em>Felicidade Guerreira</em>, de Gilberto Gil; <em>Semba dos Ancestrais</em>, de Martinho da Vila, menções ao coco e à capoeira são apenas algumas das referências à negritude, mas não a negritude que lamenta as agruras da escravidão, mas uma negritude afirmativa. Traços bem característicos daqueles que trazem a verve guerreira e destemida de Xangô. Lucas canaliza isso em sua arte, de forma altiva e criadora. “<em>A grande luta do guerreiro, filho de Xangô que sou, é por ter uma vida digna, confortável, harmoniosa, pacífica e feliz sem sair do meu palco&#8230; ser respeitado no meu palco&#8230; ensinar meus filhos e netos no meu palco&#8230; receber meus amigos e amores no meu palco&#8230; conhecer o mundo inteiro sem sair do meu palco</em>”, afirma o artista.</p>
<p><strong>Acessibilidade</strong><br />
O espetáculo <em>Repercutir</em> também dialogará com pessoas com necessidades especiais. Um momento inédito em espetáculos de música no país. O show terá a interpretação simultânea em Libras – Linguagem Brasileira dos Sinais – feita pela tradutora Poliana Alves, que reproduzirá, através da comunicação por gestos não só o som das músicas do espetáculo, como todas as letras – tanto em português quanto em yorubá, idiomas que farão parte do show.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD do show </em>Repercutir<em>, com Lucas e Orquestra dos Prazeres</em><br />
Quinta (13), a partir das 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu) – Avenida Boa Viagem, s/n, Boa Viagem – Recife/PE<br />
Entrada franca (com retirada dos ingressos a partir das 17h, na bilheteria do teatro).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/a-imensa-aldeia-que-repercute-prazeres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Versos e música do Em Canto e Poesia em CD</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/versos-e-musica-do-em-canto-e-poesia-em-cd/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/versos-e-musica-do-em-canto-e-poesia-em-cd/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 02:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Bia Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[cantoria]]></category>
		<category><![CDATA[Em Canto e Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Greg Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Louro do Pajeú]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[repente]]></category>
		<category><![CDATA[São José do Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=13527</guid>
		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova De São José do Egito para o Recife, bons ventos soprarão músicas e rimas, irmanadas através dos versos e melodias do grupo Em Canto e Poesia. Eles aportam na capital pernambucana para o lançamento do seu primeiro CD, com shows nesta quinta (11) e sexta (12), às 20h, no Teatro de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>De São José do Egito para o Recife, bons ventos soprarão músicas e rimas, irmanadas através dos versos e melodias do grupo Em Canto e Poesia. Eles aportam na capital pernambucana para o lançamento do seu primeiro CD, com shows nesta quinta (11) e sexta (12), às 20h, no Teatro de Santa Isabel (Santo Antônio). Na ocasião, eles gravam o primeiro DVD ao vivo, que será lançado em janeiro de 2015. O show contará com várias participações especiais, como Bia Marinho, Lirinha, Tonfil, Anchieta Dali, Vates e Violas, Deco do Trombone, Nuca e Vinícius Sarmento, entre outros.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/encanto-e-poesia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13528" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/encanto-e-poesia-325x486.jpg" width="325" height="486" /></a></p>
<p>Gestado despretensiosamente, o Em Canto e Poesia tem seu embrião fecundado em 2005, a partir da junção das rimas de Antônio Marinho e do violão de Greg Marinho, irmãos de sangue e de arte. Posteriormente, juntou-se a eles o caçula, Miguel, que assumiu o pandeiro e vocais, a partir de 2009, e, de lá pra cá, vêm encantando todos os públicos por onde passam. Crias de uma dinastia de poetas que vêm passando de pai para filho o dom de encantar o mundo pela cadência das palavras, eles têm na árvore genealógica a motivação maior para endossar a máxima: &#8220;Quem sai aos seus não degenera&#8221;. São bisnetos de Antônio Marinho, poeta do século XIX, e netos de Lourival Batista, o Louro do Pajeú, figura mítica que marcou história na região. Os três são filhos da cantora e compositora Bia Marinho. Greg, o mais velho, tem como pai o poeta e compositor Lamartine Passos. Já Antônio e Miguel são filhos de Zeto de Pajeú. Portanto, não há como negar que a poesia corre solta nas veias dos três jovens.</p>
<p>Então, essa generosidade do destino os impulsionou a transformar suas afinidades familiares e artísticas no Em Canto e Poesia. A partir da união dos três irmãos, o grupo foi crescendo e agregando novos componentes. Atualmente, eles contam com o auxílio de Nego Henrique, Juca Junior e Artur Batera nas percussões. A sonoridade, então, começou a ganhar novos contornos musicais, onde eles puderam explorar de forma mais ampla as possibilidades de interação com a poesia que carregam em si. &#8220;<em>Nós não temos um estilo pré-definido, apenas a ligação com a cantoria de viola e com o improviso, que são nossas matrizes. A gente tem no repentista a nossa composição. Os nossos versos carregam muito do martelo alagoano, do galope à beira-mar, das sextilhas. Mas a música pode ser um coco, um reggae, um ijexá, uma balada</em>&#8220;, explica Antônio Marinho.</p>
<p>No CD que eles lançam neste fim de semana, tem um pouco disso tudo, e uma verdadeira reverência às suas origens, em memória a Louro do Pajeú, mas que se estende a tantos outros representantes da poesia da região. &#8220;<em>Este trabalho tenta ser uma grande homenagem ao Pajeú, que é uma terra de muitos poetas. Não apenas de São José do Egito, mas boa parte dos poetas do Sertão do Pajeú estão registrados no disco</em>&#8220;. Nas 14 faixas do CD, além de composições próprias, eles trazem obras de outros poetas, assim como o próprio Zeto do Pajeú e Lamartine Passos. &#8220;<em>É um trabalho de registro e de respeito para quem formou a nossa ancestralidade poética, mas também é um disco do nosso tempo, com uma sonoridade bem atual</em>&#8220;, explica Marinho. No show, eles também terão acompanhamento dos músicos Luizinho (sanfona), Bráulio Araújo (contrabaixo) e Guilherme Eiras (guitarra e viola).</p>
<p>O DVD que será gravado nessas duas noites de show já tem dia de lançamento certo: 6 de janeiro de 2015. A data remete ao centenário de Louro do Pajeú, avô dos jovens. O show para celebrar os 100 anos do poeta e o lançamento do DVD acontecerá em frente à casa onde ele viveu, em São José do Egito.</p>
<p><strong>Ingressos</strong> &#8211; A entrada para o show de lançamento do CD <em>Em Canto e Poesi</em>a será gratuita. Os ingressos começam a ser distribuídos no Teatro de Santa Isabel a partir das 18h, nos dois dias. É importante que o público leve alimentos não-perecíveis ou materiais de higiene pessoal, para a campanha de arrecadação desse material, que será destinado ao Lar da Divina Misericórdia (Lar do Idoso), em São José do Egito.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Lançamento do CD <em>Em Canto e Poesia</em></strong><br />
Quinta (11) e sexta (12), às 20h<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Bairro de Santo Antônio &#8211; Recife/PE)<br />
Entrada gratuita &#8211; com distribuição dos ingressos a partir das 18h, na bilheteria do teatro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/versos-e-musica-do-em-canto-e-poesia-em-cd/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Poesia nas veias de São José do Egito</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/poesia-nas-veias-de-sao-jose-do-egito/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/poesia-nas-veias-de-sao-jose-do-egito/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 02:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aleixo Leite Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cancão]]></category>
		<category><![CDATA[Dimas Batista]]></category>
		<category><![CDATA[Diniz Vitorino]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Pajeú 2012]]></category>
		<category><![CDATA[livro “Cancão o gênio inocente”]]></category>
		<category><![CDATA[Lourival]]></category>
		<category><![CDATA[Louro do Pajeú]]></category>
		<category><![CDATA[Otacílio]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Rogaciano Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Vicente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=5986</guid>
		<description><![CDATA[Começa nesta sexta (27/7), a partir das 15h30, uma programação em homenagem ao centenário do poeta Cancão em São José do Egito. A cidade é famosa pela forte tradição de poesia, e nasceram lá, além de Cancão, outros grandes poetas populares, como Antônio Marinho, Lourival, Otacílio e Dimas Batista, Rogaciano Leite, só para citar alguns. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5987" aria-labelledby="figcaption_attachment_5987" class="wp-caption img-width-592 aligncenter" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Cancão-e-Diniz-Vitorino-e1343325473251.jpg"><img class="size-medium wp-image-5987" alt="Aleixo Leite Filho, o poeta paraibano Diniz Vitorino e Cancão (Foto: Urbano Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Cancão-e-Diniz-Vitorino-e1343325473251-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Aleixo Leite Filho, o poeta paraibano Diniz Vitorino e Cancão (Foto: Urbano Lima)</p></div>
<p>Começa nesta sexta (27/7), a partir das 15h30, uma programação em homenagem ao centenário do poeta Cancão em São José do Egito. A cidade é famosa pela forte tradição de poesia, e nasceram lá, além de Cancão, outros grandes poetas populares, como Antônio Marinho, Lourival, Otacílio e Dimas Batista, Rogaciano Leite, só para citar alguns. “A ideia foi abrir um espaço para a discussão sobre a obra do Pássaro Poeta, culminando as ações em torno do seu centenário, mas sem esquecer a celebração de sua obra e da poesia popular do Sertão do Pajeú, cuja força é reconhecida em toda a região”, destaca Wellington de Melo, escritor e coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Segundo Wellington, diz-se que o rio que dá nome à região tem em suas águas algo de mágico, sendo uma espécie de “rio feiticeiro”, que leva poesia para o sangue do seu povo. Assim, Tabira, Afogados da Ingazeira, Tuparetama, Itapetim, e tantas outras cidades, também fazem brotar poetas a todo instante. “O que chama a atenção é que existe uma nova geração de poetas com nomes como Clécio Rimas, Caio Meneses, Dudu Morais, Alexandre Morais, que fazem juz a essa tradição e levam adiante a poesia do Pajeú, mais viva do que nunca”, diz, animado, sobre a continuidade da tradição da região.</p>
<div id="attachment_5990" aria-labelledby="figcaption_attachment_5990" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Ze-Vicente-e-Louro-e1343325817178.jpg"><img class="size-full wp-image-5990" alt="O poeta cearense Zé Vicente acompanhado do lendário Louro do Pajeú (Foto: Paulo Carvalho)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Ze-Vicente-e-Louro-e1343325817178.jpg" width="600" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta cearense Zé Vicente acompanhado do lendário Louro do Pajeú (Foto: Paulo Carvalho)</p></div>
<p>A programação foi construída em parceria com escritores e professores que tem relação com o a obra de Cancão. Lindoaldo Campos, que organizou a obra reunida de Cancão, “Palavras ao Plenilúnio”, o pesquisador Ésio Rafael e o escritor Marcos Passos, além do professor Josivaldo Custódio, da Universidade de Pernambuco, foram responsáveis, juntamente com a equipe da Coordenadoria de Literatura, pela elaboração da grade de atividades intensa que acontecerá nesta sexta-feira (27/7), a partir das 15h30 e no sábado (28/7), das 10h30 às 22h.</p>
<p>Serão palestras, mesas redondas, shows, mesas de glosa e recital de poesia. Alguns destaques são o lançamento do livro “Cancão, o gênio inocente”, de Paulo Passos e a Mesa de Prosa, na manhã do sábado, que traz amigos e conhecidos de Cancão para falarem sobre o poeta.</p>
<p>Confira abaixo programação completa de literatura em São José do Egito:</p>
<p><strong><br />
Sexta-feira, 27/7</strong></p>
<p>Centro de Inclusão Digital</p>
<p>15h às 16h – Palestra de abertura<br />
Cancão e Augusto dos Anjos: Diálogo entre o popular e o Erudito<br />
Facilitador: Prof. Dr. Josivaldo Custódio</p>
<p>16h15 às 16h45 – Cantoria<br />
Os dois coqueiros – Afonso Pequeno e Lázaro Pessoa<br />
Apresentação: Marcos Passos</p>
<p>17h às 18h – Palestra<br />
O cantador do Pajeú – Tradição e oralidade poética popular<br />
Facilitador: Profª Drª Karlla Christine Souza (UERN)</p>
<p>20h – Laçamento do livro: Cancão, o gênio inocente<br />
Autor: Paulo Passos</p>
<p>20h15 às 21h15 – Mesas de Glosa: Ninho Roubado<br />
Facilitadores: Aldo Neves (Tuparetama), Alexandre Morais (Afogados da Ingazeira), Clécio Rimas e Dudu Morais (Tabira), Caio Meneses, Maciel Correia e João Filho (São José do Egito), Zé Adalberto (Itapetim)</p>
<p>Show Palavras ao Plenilúnio<br />
Chico Pedrosa e Bia Marinho<br />
Local: Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá<br />
Horário: 21h30</p>
<p><strong>Sábado, 28/7</strong></p>
<p>10h30 às 12h30 – Mesa de Prosa: A casa do ébrio<br />
Facilitadores/prosadores: Antônio de Catarina, Zé Silva, Edvaldo da Bodega, Sebastião Siqueira (Beijo), Cícero Formosino, Pedro Tunu, Reginaldo, Ida de Coraci, Joselito Nunes, Donzílio Luiz.<br />
Apresentação: Edinaldo Leite<br />
Local: Sheko´s Bar</p>
<p>15h às 16h – Palestra<br />
O conto popular e a poesia de Cancão – um estudo comparativo<br />
Facilitador: Profª Drª Maria Nazareth Arrais (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>16h às 17h15 – Aula espetáculo: A serra do Teixeira e o nascimento do Poeta Pássaro<br />
Facilitadores: Edison Roberto, Marcos Passos e Greg Marinho.<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>17h30 às 18h30 – Palestra de encerramento<br />
A poesia de Cancão como marco do Pajeú<br />
Facilitador: Prof. Dr. Nélson Barbosa (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>19h às 20h – Recital Poético<br />
Apresentação: Marcos Passos<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>20h30 às 21h45 – Mesa Redonda: Cancão e a tradição poética do Pajeú<br />
Facilitador: Aroldo Ferreira Leão (UNIVASF), Neném Patriota, Colégio Interativo (São José do Egito), Meca Moreno (UNICORDEL).<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>22h – Show Depois da Chuva<br />
Em Canto em Poesia e Tonino Arcoverde<br />
Local: Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/poesia-nas-veias-de-sao-jose-do-egito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

