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	<title>Portal Cultura PE &#187; Antônio Torres</title>
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		<title>Antônio Torres fala sobre sua participação no Clisertão</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 04:06:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O escritor baiano Antônio Torres fala sobre as emoções da mesa “Sertão: espelho, miragens”, da qual participou ao lado de Raimundo Carrero.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor baiano Antônio Torres fala sobre as emoções da mesa “Sertão: espelho, miragens”, da qual participou ao lado de Raimundo Carrero.</p>
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		<title>Carrero, Torres e o sertão dos afetos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tema da mesa era o sertão visto em dupla face: mítica e contemporânea. Sentados no palco, dois sertanejos: Antonio Torres, natural do Junco (hoje Sátiro Dias), na Bahia. Raimundo nascido em Salgueiro, em Pernambuco. Ambos escritores, romancistas reconhecidos dentro e fora do Brasil, admiradores mútuos de suas respectivas obras. O sertão passa pelas falas, mas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4568" aria-labelledby="figcaption_attachment_4568" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/carrero-e-torres.jpg"><img class="size-medium wp-image-4568" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/carrero-e-torres-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elisabet Moreira, Antonio Torres e Raimundo Carrero</p></div>
<p>O tema da mesa era o sertão visto em dupla face: mítica e contemporânea. Sentados no palco, dois sertanejos: Antonio Torres, natural do Junco (hoje Sátiro Dias), na Bahia. Raimundo nascido em Salgueiro, em Pernambuco. Ambos escritores, romancistas reconhecidos dentro e fora do Brasil, admiradores mútuos de suas respectivas obras.</p>
<p>O sertão passa pelas falas, mas mais que discussão central acaba por tangenciar com uma improvável suavidade um outro centro que se impõe na memorável mesa de debates que aconteceu ontem (15/05) à noite, no auditório da UPE, durante o I Clisertão. Na mesa redonda<strong> </strong><strong>“Sertão: espelho, miragens – O Nordeste Mítico e o Nordeste Contemporâneo na Literatura</strong>”, o centro acabou por ser o afeto, a emoção, a admiração entre os escritores, a imponderabilidade da vida, e a literatura alinhavando a tudo junto com o inevitável sertão das vidas dos debatedores.</p>
<p>Torres fala da infância e diz: “eu sou um sertanejo que viveu o sertão mítico”, e relembra como foi ser alfabetizado pela mãe que só aprendeu a ler por um ato de rebeldia, e como a cultura mítica do nordeste influencia a sua obra. Já Carrero diz que não viu esse sertão, não experimentou a seca, a dureza: “em Salgueiro chovia sempre”, e conta do medo da chuva que tinha, quando anoitecia. As memórias e a criação vão encontrando correspondências ao longo das falas, que seguem um percurso espontâneo.</p>
<p>O rigor da obra de Carrero é citado pelo escritor baiano,  que ressalta o “trabalho de carpintaria severo” ao qual o escritor se dedica. Carrero explica que a música é algo basilar na sua obra, e que esse rigor nasce daí: “Eu escrevo como quem toca música. O som, o ritmo, a harmonia. Eu acho que a música teve uma influencia muito grande na minha obra. Sem a música, talvez eu não tivesse tanto rigor”.</p>
<p>Ariano Suassuna, que estava na plateia, é diversas vezes citado por Carrero como um grande influenciador e incentivador da sua trajetória. Ao final do debate, Suassuna faz uma fala informal sobre o sertão, contando uma história tocante sobre a seca e emocionando a todos os presentes.</p>
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		<title>Entrevista com Antônio Torres</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 22:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antônio Torres nasceu no pequeno povoado do Junco (hoje a cidade de Sátiro Dias), no interior da Bahia, no dia 13 de setembro de 1940. Aos 32 anos lançou seu primeiro romance, Um cão uivando para a Lua, que causou grande impacto, sendo considerado pela crítica “a revelação do ano”. O segundo Os Homens dos Pés Redondos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Antônio Torres nasceu no pequeno povoado do Junco (hoje a cidade de Sátiro Dias), no interior da Bahia, no dia 13 de setembro de 1940.</p>
<p>Aos 32 anos lançou seu primeiro romance, <em>Um cão uivando para a Lua</em>, que causou grande impacto, sendo considerado pela crítica “a revelação do ano”. O segundo <em>Os Homens dos Pés Redondos</em>, confirmou as qualidades do primeiro livro. O grande sucesso, porém, veio em 1976, quando publicou <em>Essa terra</em>, narrativa de fortes pinceladas autobiográficas que aborda a questão do êxodo rural de nordestinos em busca de uma vida melhor nas grandes metrópoles do Sul, principalmente São Paulo.<br />
Hoje considerada uma obra-prima, <em>Essa terra</em> ganhou uma edição francesa em 1984, abrindo o caminho para a carreira internacional do escritor baiano, que hoje tem seus livros publicados em Cuba, na Argentina, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Estados Unidos, Israel, Holanda, Espanha e Portugal.</p>
<p>Em resumo: autor premiado, com várias edições no Brasil e traduções em muitos países, Antônio Torres é um dos nomes mais importantes da sua geração, com um obra expressiva que abrange 11 romances, 1 livro de contos, 1 livro para crianças, 1 livro de crônicas, perfis e memórias. além de dois projetos especiais (O centro das nossas desatenções, sobre o centro do Rio de Janeiro – e que rendeu um documentário para a TV Cultura, São Paulo -, e O circo no Brasil, da série História Visual, da Funarte, Fundação Nacional de Arte).</p>
<p>*Texto adaptado do <a href="http://www.antoniotorres.com.br/">site oficial</a> do autor.</p>
<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Antonio_Torres_1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4641" alt="Antonio_Torres_1" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Antonio_Torres_1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>A seguir, uma pequena entrevista concedida por Antônio Torres ao nosso blog:</p>
<p><strong>CLISERTÃO</strong> <strong>- Você estará na mesa “Sertão: espelho, miragens – O Nordeste Mítico e o Nordeste Contemporâneo na Literatura”. O que você pode adiantar da discussão que será trazida para a mesa?</strong><br />
<strong>Antônio Torres</strong> – O que posso adiantar é que será um prazer participar do Clisertão, em Petrolina – ou seja, à beira do São Francisco e de cara para a Bahia, o meu estado natal. Alegria maior é estar à mesa com o meu querido amigo Raimundo Carrero, escritor que muito admiro e parceiro de tantas jornadas. Quanto ao tema – O Nordeste mítico e o Nordeste contemporâneo na literatura, é uma oportunidade para refletirmos sobre as permanências do legado literário nordestino e suas transformações, em função das mudanças de paradigmas no nosso tempo.</p>
<p><strong>CLISERTÃO</strong> – <strong>Você tem uma trilogia célebre, iniciada por “Essa terra”, de 1976, seguida por “O cachorro e o lobo”, de 1997, e finalizada com “Pelo fundo da agulha”, de 2006. Todos os livros são ambientados no sertão da Bahia, mas um sertão que muda ao longo dos romances, se moderniza, conhece o progresso. Como o senhor vê e trabalha o sertão?</strong><br />
<strong>Antônio Torres</strong> – Frequentemente recebo notícias do sertão em que nasci, dando conta da realidade de violência que o assalta, deixando-o em pânico. O que me leva a pensar que o sertão que migrou acaba retornando carregado dos estereótipos (urbanos) da modernidade, sendo o mais notório deles o do tráfico de drogas. No quadro atual, o sertão mítico, ao que me parece, cede o seu lugar de referência a uma cultura de massa imposta pela lógica do consumo – o que afinal está por trás dos índices de violência que conhecemos. A minha sensação é que o mundo está todo igual – no que tem de pior.</p>
<p><strong>CLISERTÃO</strong> -<strong> No último livro da trilogia a questão da identidade perdida é muito explorada. O personagem sertanejo já não se encaixa nas suas memórias. Fale um pouco do “Pelo fundo da agulha”.</strong><br />
<strong>Antônio Torres</strong> – Esta é a história: um homem na cama, na primeira noite de sua aposentadoria. Só que era São Paulo esta noite, a cidade onde você é capaz de suportar tudo, quase tudo, menos a falta do que fazer. Eis o conflito básico do personagem cujas marcas (sertanejas) de origem afloram em sua memória. E toda a história passa a girar em torno de uma imagem: a da mãe dele, já velhinha, enfiando uma linha pelo fundo de uma agulha – sem óculos. E tudo o que ele deseja naquele momento é ir ao seu encontro, para saber como ela via o mundo através daquele ínfimo buraco. “Pelo fundo da agulha” é também um balanço da vida de um nordestino em São Paulo, com um certo olhar amoroso para a cidade que lhe acolheu, lhe deu espaço de sobrevivência e experimentações, mas também com a sensação de não-pertencimento.</p>
<p><strong>CLISERTÃO – O fato de você ser nascido no sertão, no povoado de Junco, terra natal também do personagem principal da trilogia, influencia a literatura que você produz?</strong><br />
<strong>Antônio Torres</strong> – Um ponto de partida: um caso real que me contam, uma lembrança de um rosto, de uma voz, de uma situação que me marcou. Mas o começo depende da primeira frase. Ela é que vai dar o tom do texto, e puxar a fabulação. Muita gente pensa que tudo, ou quase tudo, que escrevo é autobiográfico. Bom, não acho que tenha uma vida capaz de caber em 11 romances, um livro de contos etc. Mas que minhas vivências têm me dando um adjutório considerável, isso tem.</p>
<p><strong>CLISERTÃO – Por que, em sua opinião, o sertão é matéria-prima tão recorrente na literatura brasileira?</strong><br />
<strong>Antônio Torres</strong> – Imagino que é porque o sertão gerou muitos escritores. Mas não foi um sertanejo que disse: “Escreva sobre tua aldeia que escreverás sobre o mundo” – bem, estou citando isso de memória.</p>
<p><strong>CLISERTÃO – “Sobre Pessoas”, seu último livro, é de crônicas, perfis e memórias. Como foi trabalhar com esse novo formato?</strong><br />
<strong>Antônio Torres</strong> – Foram uns exercícios efêmeros, como um descanso entre um romance e outro. Mas gostei de publicar um livro com textos, digamos, mais leves, enquanto ganho fôlego para um voo mais largo. O que já venho ensaiando há tempos.</p>
<p>No CLISERTÃO, Antônio Torres estará na<strong> </strong>mesa redonda<strong> “</strong><strong><strong>Sertão: espelho, miragens – O Nordeste Mítico e o Nordeste Contemporâneo na Literatura”,</strong> </strong>no dia 15/05,<strong> </strong>juntamente com o escritor<strong> Raimundo Carrero (PE)</strong>. A mediação será da <strong> Profª Elisabet Moreira (UPE/IFE).</strong></p>
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		<title>Convidado: Antônio Torres</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 09:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escritor e jornalista brasileiro, nascido em Sátiro Dias, Sertão da Bahia, radicado no Rio de Janeiro. Descobriu a vocação literária na escola rural de sua terra, incentivado pela professora. Logo começou a escrever as cartas dos moradores da cidade, a recitar poemas de Castro Alves na pracinha da cidade, a ajudar o padre a rezar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/antônio-pinheiro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4769" alt="antônio pinheiro" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/antônio-pinheiro.jpg" width="600" height="399" /></a></p>
<p>Escritor e jornalista brasileiro, nascido em Sátiro Dias, Sertão da Bahia, radicado no Rio de Janeiro. Descobriu a vocação literária na escola rural de sua terra, incentivado pela professora. Logo começou a escrever as cartas dos moradores da cidade, a recitar poemas de Castro Alves na pracinha da cidade, a ajudar o padre a rezar missa em Latim. Estudou em Alagoinhas e Salvador, onde se tornou repórter do Jornal da Bahia. Foi jornalista e publicitário em São Paulo e em Portugal.</p>
<p>Tem livros traduzidos em mais de 11 países, havendo sido condecorado com o título de “Chevalier des Arts et des Lettres” pelo governo de França.</p>
<p>Torres situa sua literatura no regionalismo voltado à temática sertaneja (donde se diz ser uma <em>literatura sertanista</em> ou <em>sertaneja</em>); sua releitura procura, a despeito daquilo que já foi publicado em outros autores desta seara, demonstrar os estereótipos da paisagem e personagens – que traz todos, até de forma irônica, noutras passagens séria, como em <em>Essa Terra</em>, de 1976.</p>
<p>Torres, em <em>Meu Querido Canibal</em> (de 2000) figura o indígena brasileiro como nos relatos de viagem, com uma narrativa pós-moderna, revisitando o estilo tão comum nos tempos coloniais. Ao retratar o personagem histórico Cunhambebe, o autor procura inverter os valores cristãos que o qualificavam na historiografia como “selvagem”, para fazê-lo um “herói” e desconstruir a dicotomia colonial.</p>
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