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	<title>Portal Cultura PE &#187; APL</title>
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		<title>Revista Pernambuco de dezembro tem lançamento especial na APL</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 20:42:32 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114825" aria-labelledby="figcaption_attachment_114825" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114825" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da revista literária Pernambuco de dezembro de 2024</p></div>
<p>A revista literária Pernambuco, publicada pela Cepe Editora, traz nos destaques da edição de dezembro dois grandes nomes. O dossiê conta com 30 páginas sobre a obra e a vida do pernambucano Mauro Mota, poeta, geógrafo e jornalista que nos deixou há 40 anos. A capa do periódico é dedicada aos 80 anos do escritor cearense Cláudio Aguiar, morador de Olinda desde 1962.</p>
<p>Em homenagem a essas duas figuras, a revista tem lançamento especial na Academia Pernambucana de Letras (APL), nesta segunda-feira (2), às 15h, durante sessão ordinária da casa. A reunião é aberta ao público e conta com a presença de Cláudio Aguiar e da família do poeta Mauro Mota.</p>
<p>“A ideia desta edição é valorizar a vida, a memória e a permanência das coisas. Homenagear Mauro Mota, que é um clássico, é importante para que as pessoas percebam a beleza do que ele escreveu. Durante décadas foi o nome mais relevante no Diario de Pernambuco no âmbito da cultura. Não tenho dúvida nenhuma de dizer que é um dos nossos grandes esquecidos. Celebramos também os 80 anos de Cláudio Aguiar, escritor lúcido e ativo. Entre seus grandes trabalhos está a biografia definitiva de Francisco Julião, o líder das Ligas Camponesas, com a qual ganhou um Jabuti em 2015”, diz Mário Hélio, superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe.</p>
<p>Para o presidente da APL, Lourival Holanda, os nomes dos homenageados mostram continuidade e renovação. “São duas referências na cultura literária em Pernambuco. As elegias de Mauro Mota foram ponte para a visibilidade nacional com o Prêmio Olavo Bilac, depois o Jabuti, outra sagração. Já Cláudio Aguiar faz joviais 80 anos. É um homem com vasta produção: <em>Caldeirão</em> ficou sendo um marco na nossa literatura, Jorge Amado o reconheceu e amou. Estudioso de Ortega e Gasset, pensador espanhol que marcou gerações, Cláudio Aguiar foi sagrado pelo título de honor, Cidadão de Salamanca (Huéspede Distinguido), para orgulho nosso. Em 2009, com <em>El Rey de los Bandidos</em>, o autor ganhava audiência mais larga, mundo afora, com o Prêmio Ibero-Americano”, salienta Lourival Holanda.</p>
<p>Na reportagem do dossiê Pernambuco, Mauro Mota é lembrado como memorialista, geógrafo, historiador, cronista e observador dos costumes das províncias e das pequenas e grandes coisas do cotidiano. Foi um dos primeiros presidentes da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), quando a fundação ainda era um instituto. O poeta também fez parte da Academia Brasileira de Letras (ABL) e presidiu a Academia Pernambucana de Letras (APL).</p>
<p>Na capa da revista de dezembro, Cláudio Aguiar, outro grande nome das letras, é celebrado pelos 80 anos de nascimento. Romancista, ensaísta, dramaturgo, biógrafo, compositor, poeta e crítico literário, sua obra conta com mais de 40 livros, muitos dos quais premiados e traduzidos para o russo, espanhol e francês.</p>
<p>Agora o autor dedica-se a escrever um novo livro de poemas, com uma abordagem reflexiva sobre a existência, o que inclui elucubrações sobre o universo quântico e questionamentos a respeito da inteligência artificial.</p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, Registro do Carrego da Lenha como Patrimônio Imaterial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:56:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cortejo, poemas feitos na hora e canção. A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) que votou, por unanimidade, a favor do Registro da Procissão do Carrego da Lenha, da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo, no município de Goiana, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado foi marcada pela emoção. O evento ocorreu, nesta quinta-feira (8), na Academia Pernambucana de Letras, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, o requerimento de registro foi formulado pelo Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO), em 2022.</p>
<p>A reunião foi conduzida pela presidente do CEPPC-PE, Cláudia Regina de Farias Rodrigues, vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de PE (Fundarpe) e representante titular do poder público. O primeiro ato foi a leitura do parecer conclusivo pelos conselheiros relatores, Roberto Pereira (representante de Notório Saber) e Mônica Siqueira (representante da sociedade civil na área de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial).</p>
<p>Após a leitura, alguns conselheiros pronunciaram suas considerações. &#8220;Uma peça literária&#8221;, elogiou Margarida Cantarelli, também representante de Notório Saber. História viva de Pernambvuco. Justo e meritório reconhecimento&#8221;, completou.</p>
<p>&#8220;Quando vejo as crianças aqui isso é a garantia da continuidade da procissão&#8221;, observou Harlan Gadêlha Filho&#8221;, suplente da sociedade civil de Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus.</p>
<p>Em sequência às considerações, o Registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco foi votado e aprovado por unanimidade. A partir daí, a Resolução nº 08/2024 será encaminhada para a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e, em seguida, para hologação da governado Raquel Lyra a fim de ser publicada em forma de decreto no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Coube ao gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, apresentação a equipe técnica, formada por André Cardoso e Fernando Montenegro, assessores técnicos da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e Aline Bonfim e Júlia Bernardes, assessoras técnicas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI), que conduziram a pesquisa em parceria com a comunidade da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo.</p>
<p>Marcelo Renan destacou a ênfase na condução por parte da equipe de Educação Patrimonial. Ainda explicou como se deu o processo de pesquisa, no modo de invetário participativo, em que pessoas da comunidade trabalharam em parceria com a equipe técnica da Fundarpe. O processo de salvaguarda, como lembrou o gerente, tem como objetivo garantir a manutenção da procissão. Para isso será elaborado um plano de salvaguarda que assegure a participação do Estado sempre que houver demandas da comunidade, sendo o CEPPC-PE o agente de fiscalização nessa cadeia.</p>
<p>&#8220;Essa pesquisa em parceria com a comunidade é uma experiência nova para nós, de Educação Patrimonial&#8221;, complementou Fernando Montenegro. &#8220;Pretendemos incorporar aos próximos processos de registro&#8221;, revelou.</p>
<p>A sessão, que já estava emocionante, transbordou de sentimentos com o pronunciamento de alguns dos membros da própria comunidade. Ceça do PT interpretou uma canção. A poeta goianense Miriam Dourado e a antropóloga e liderança comunitária Crislaine Venceslau recitaram, poemas feitos na hora. &#8220;É necessário ter a valorização do trabalho da mulher no quilombo&#8221;, defendeu Crislaine.</p>
<p>&#8220;Enquando liderança, não poderia faltar ao compromisso com minha comunidade&#8221;, disse Dadá Quilombola. &#8220;O registro vai dar mais visibilidade a nosso quilombo. Estamos em festa&#8221;, comemorou. E contextualizou: &#8220;O Carrego da Lenha é católico. Hoje ele se torna de Pernambuco. Viva São Lourenço Mártir!&#8221;, vibrou.</p>
<p>O professor Bartolomeu Júnior lembrou que o Carrego da Lenha não é só de São Lourenço de Tejucupapo: &#8220;É de toda uma região, vários distritos e municípios, inclusive da Paraíba&#8221;. Já a estudante Janiele Schimdt, filha de caranguejeiro, defendeu que &#8220;a juventude precisa de mais protagonismo&#8221;, referindo-se aos jovens da comunidade que se envolveram na pesquisa.</p>
<p>Representante da paróquia local, Marcos Augusto de Souza afirmou que quando se preserva a cultura, preserva-se a história. &#8220;E quando preservamos a história não cuidamos do que passou, mas do que vem adiante&#8221;, filosofou.</p>
<p>Ainda em tom filosófico, João Francisco, Zinho, lembrou da história da árvore do esquecimento em que toda vez que os africanos iam embarcar no navio negreiro, para serem escravizados no Brasil, eram obrigados a dar voltas em torno de uma árvore e forçados a deixar a terra natal e toda sua história. &#8220;Aqui estamos uma volta ao contrário, da lembrança&#8221;, antagonizou. &#8220;Aqui está plantada uma árvore da lembrança.&#8221;</p>
<p><strong>A PROCISSÃO –</strong> A Procissão do Carrego da Lenha é uma tradição na Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço, distrito de Tejucupapo-Goiana, com mais de 130 anos de existência, realizada nas festividades do padroeiro daquela comunidade, no dia 10 de agosto, cortejo que valoriza um trabalho manual, o carrego da lenha, tarefa que na época colonial/imperial era menosprezada sendo um trabalho das gentes simples que no passado ainda no presente compõe aquela realidade.</p>
<p>A celebração incorpora a forte devoção e homenagens que são realizadas ao santo padroeiro da localidade, São Lourenço, inscrita no Livro de Registro das Celebrações, e se soma à Festa de Agosto de São Lourenço da Mata, registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado em 2022.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha possui, além dos elementos religiosos católicos, sentidos simbólicos que atravessam as relações da comunidade. A data do dia 10 de agosto de 258, na tradição cristã, é marcada pelo falecimento do primeiro diácono da Igreja Católica, Lourenço, nascido na cidade de Huesta, Espanha.</p>
<p>Lourenço, foi designado pelo Papa Sisto II para ser o responsável pelos bens da Igreja e pelos cuidados com os pobres, doentes e viúvas. Durante o governo de Valeriano I, os cristãos e suas práticas foram fortemente combatidas; o Papa Sisto II, foi condenado e decapitado, tendo como consequência a perseguição a Lourenço. Após a insubordinação contra as autoridades romanas, Lourenço foi condenado à morte, sendo torturado e posto numa grelha em brasas.</p>
<p>O Carrego, como também é conhecida a procissão, é organizada por membros da comunidade local. No dia 10, pela manhã, a lenha utilizada está organizada na entrada dos dois acessos ao povoado para que as pessoas possam carregá-la durante a procissão. Normalmente uma banda filarmônica de Goiana, Curica ou Saboeira (Patrimônios Vivos de Pernambuco), acompanha os louvores e cânticos entoados pela multidão. No fim a lenha é depositada em frente à Igreja Matriz de São Lourenço formando a grande fogueira que é queimada em homenagem ao padroeiro.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha é uma referência identitária e de pertencimento que atravessa gerações há mais de um século na comunidade. Possui características de cunho sagrado e profano remetendo às disputas por território, poder e religiosidade na história do povoamento local. Atualmente reúne pessoas de diversos lugares, idades e gêneros, além de moradores locais.</p>
<p><strong>O PROCESSO –</strong> O Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO) submeteu, em 5 de setembro de 2022, o requerimento de registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem.</p>
<p>Após a abertura do Processo de Registro coube à Fundarpe dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro conforme previsto na Lei nº 16.426 de 27 de setembro de 2018.</p>
<p><strong>INVENTÁRIO PARTICIPATIVO –</strong> A instrução técnica de registro contou com a elaboração de um Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço realizado pela Fundarpe em conjunto com o IHAGGO e com a Associação Quilombola de Povoação de São Lourenço (AQPSL) e detentores e detentoras. Foram inventariadas referências culturais da comunidade que passam pelos lugares, saberes e fazeres, bens da culinária e gastronomia local, das festas, ritos e celebrações, entre elas a Procissão do Carrego da Lenha.</p>
<p>A elaboração do inventário participativo contou com a participação do Núcleo de Educação Patrimonial da Fundarpe e teve início em dezembro de 2023. Ao longo do processo a Fundarpe contou com a colaboração e parceria do IHAGGO e da AQPSL, além de detentores e detentoras que contribuíram tanto na pesquisa bibliográfica e no mapeamento de lideranças e referências da comunidade. Os resultados preliminares do inventário participativo embasaram o parecer técnico encaminhado ao CEPPC-PE para deliberação pelo registro do bem no Livro de Registro das Celebrações.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA –</strong> Após a publicação do Decreto de Registro do bem pela Governadora do Estado, Raquel Lyra, a Fundarpe dará início à elaboração do Plano de Salvaguarda do Bem Cultural, em parceria com o IHAGGO e com a AQPSL e detentores e detentoras.</p>
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		<title>Conheça os 10 novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 20:59:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou nesta quinta-feira (1º) o resultado da seleção do concurso público anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (RPV-PE). Com a escolha de mais dez mestres, mestras e grupos, o Estado passa a ter 105 Patrimônios Vivos registrados, de diferentes regiões. A eleição ocorreu, nesta manhã, em reunião presencial do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE), na Academia Pernambucana de Letras (APL). Os dez novos eleitos participaram do certame que contou com 103 candidaturas inscritas, das quais 98 foram habilitadas.</p>
<p>Confira <a title="Resolução nº 07/2024" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/SEI_53965557_GOVPE___Resolucao.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a resolução.</p>
<p>Confira <a title="19º Concurso de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/19o-concurso-de-registro-do-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todo o histórico do edital.</p>
<p>Os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco são: Benedito Belo da Silva &#8211; Benedito da Macuca (forró, Olinda); Caboclos Cahetes de Goiana (caboclinho, Goiana); Clube Carnavalesco e Cultural Caiporas de Pesqueira &#8211; Caiporas de Pesqueira (clube carnavalesco, Pesqueira); Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas de Olinda &#8211; Clube Vassourinhas de Olinda (clube carnavalesco, Olinda); Francisco Vicente Nogueira &#8211; Chico Santeiro (artesanato, Triunfo); Índios Tabajaras (tribo de índio, Goiana); João Antônio da Silva &#8211; João Limoeiro (ciranda, Carpina); João Luiz de Santana &#8211; João de Cordeira (mestre em caboclinho, João Alfredo); Quadrilha Raio de Sol (quadrilha junina, Olinda); e Sociedade Musical Pedra Preta (banda filarmônica, Itambé).</p>
<p><em id="__mceDel"><br />
Na reunião, na qual foram eleitos os dez novos Patrimônios Vivos, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural fez a leitura dos critérios e diretrizes que foram norteadores para a difícil missão da avaliação das candidaturas e escolha dos contemplados.</em></p>
<p>O encontro contou com a participação de membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, titulares e suplentes, e pessoas interessadas no tema. Coube à presidente do CPPC-PE, Claudia Rodrigues, vice-presidente da Fundarpe, a apresentação que deu início à reunião; e à vice-presidente do Conselho, Ana Barbosa, representante da sociedade civil no segmento Urbanismo &amp; Meio Ambiente, conduzir a mesa-diretora. Também esteve presente a gestora dos Conselhos Políticos, Amanda Carneiro.</p>
<p>Entre os pontos construídos pelo próprio CEPPC-PE, foi orientado que se percebesse: o risco de desaparecimento de determinadas linguagens; os segmentos que não tenham sido contemplados; a priorização das interseccionalidades (gênero, risco social, etnia/raça); os que têm pouca visibilidade e acessam menos os editais; a vulnerabilidade social; a relevância do grupo ou pessoa; a regionalização por meio da representatividade dos municípios; a oportunidade para que pessoas e grupos que não acessam editais de fomento e têm dificuldade na manutenção de suas prática; a relevância do trabalho em prol da cultura, a idade do candidato ou antiguidade do grupo, a avaliação da situação de carência social do candidato, entre outras.</p>
<p>&#8220;A avaliação da etapa final do concurso é superpositiva&#8221;, comemorou Ana Barbosa. &#8220;A reunião transcorreu de maneira produtiva, cumprindo as formalidades do procedimento eleitoral da conferência do quórum necessário, da apresentação das regras do posicionamento da sequência das etapas do processo, o chamamento nominal, a entrega das cédulas, a conferência do preenchimento, a apuração nominando conselheiros e candidatos com total transparência, com a projeção em tela para que todos os participante presentes, inclusive observadores, pois a sessão foi aberta, pudessem vislumbrar todo o fluxo de atividades até o resultado final&#8221;, detalhou.</p>
<p>&#8220;Aqui também foi feita a leitura em tela do ofício que formaliza o resultado, que vai ser publicado, dando publicidade à resolução final do certame, que culmina com o decreto da governadora nominando os dez Patrimônios Vivos&#8221;, antecipou Claudia Rodrigues.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> Pernambuco foi o primeiro Estado a implantar efetivamente uma política de registro das tradições culturais populares e de valorização dos detentores desses conhecimentos tradicionais. A Lei Estadual nº 12.196, de 2 de maio de 2002, instituiu a concessão do título de Patrimônio Vivo do Estado Pernambuco (RPV-PE), que prevê o pagamento de uma pensão vitalícia para os mestres e/ou grupos culturais, selecionados por meio de edital público, lançado anualmente.</p>
<p>Como contrapartida, constitui dever do Patrimônio Vivo participar de programas de ensino e de aprendizagem de seus conhecimentos e técnicas organizados pela Secretaria Estadual de Cultura. Desta forma tem-se a garantia de que os saberes de um povo não se extingam, com a morte de um mestre ou grupo da arte de fazer, mas que se perpetue, com seus alunos e aprendizes.</p>
<p>Quando passou a vigorar ficou estabelecido que a cada ano deveriam ser registrados três novos nomes. Em 2016, em virtude do aumento significativo de inscrições para concorrer ao RPV-PE, houve a necessidade de ampliar o número de bolsas concedidas. Assim a Lei nº 15.944, de dezembro de 2016, aumentou de três para seis o número de bolsas anuais outorgadas aos mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana.</p>
<p>É indiscutível que a Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas. A Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE.</p>
<p>Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.263,26 e, para pessoa jurídica, de R$ 4.526,55. A Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas de grupos com CNPJ que atendam aos critérios do edital para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
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		<title>CEPPC-PE indica tombamento de murais, painéis e pinturas de Lula Cardoso Ayres</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 20:05:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107903" aria-labelledby="figcaption_attachment_107903" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Coleção Luiz Cardoso Ayres Filho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/LulaCardosoAyres01_ColecaoLuizCardosoAyresFilho.jpg"><img class="size-medium wp-image-107903" alt="Coleção Luiz Cardoso Ayres Filho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/LulaCardosoAyres01_ColecaoLuizCardosoAyresFilho-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Lula Cardoso Ayres</p></div>
<p>Na última quinta-feira (18), o Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) decidiu pelo tombamento de obras do artista visual, cenógrafo, desenhista, designer, fotógrafo, Ilustrador, pintor, muralista e professor de artes plásticas Lula Cardoso Ayres (1910-1987). Na reunião, que aconteceu na Academia Pernambucana de Letras (APL), na Zona Norte do Recife, foi apresentado o relatório conclusivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) indicando como objeto do tombamento um conjunto de 17 painéis e pinturas murais com recorte cronológico das obras de 1947 a 1985.</p>
<p>O documento reforça a importância simbólica do tombamento mais que a própria materialidade em si. Destaca que, mais do que os painéis artísticos, foi considerada a capacidade memorialística, representacional e simbólica das obras a partir de suas narrativas, além de suas relações com os espaços e cotidianos da cidade do Recife.</p>
<p>Foram identificados elementos semelhantes entre essas obras como as temáticas do cotidiano do trabalho, de manifestações da cultura popular e das paisagens urbanas e rurais em Pernambuco. Uma arte de grandes proporções feita para ser inserida em espaços públicos ou de grande circulação, integradas ao espaço arquitetônico, diferente da lógica de exibição dos museus e galerias.</p>
<p>“Quero parabenizar toda a equipe da Fundarpe, na pessoa de Célia Campos, pela iniciativa do processo de tombamento, seguida de um trabalho técnico primoroso, e aos conselheiros responsáveis pela relatoria do Processo de Tombamento no CEPPC, Augusto Ferrer e Diomedes Oliveira”, comentou Cláudia Rodrigues, vice-presidente da Fundarpe e presidente do CEPPC-PE.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">A lista das obras:</span></strong></p>
<p>• <em>Cena rural</em> – 1947 – Fachesf<br />
• <em>Colheita, pesca e artesãos</em> (3 painéis) – 1950 – acervo da Caixa Cultural (Bairro do Recife)<br />
• <em>Cenas ligadas à agricultura e pecuária</em> – 1950 – Salão Nobre da UFRPE<br />
• <em>Cena urbana</em> – 1953 – Hall do Cinema São Luiz<br />
• <em>Ciclos econômicos</em> (2 murais) e <em>Folclore</em> (1 mural) – 1957/58 – prédio do antigo terminal do Aeroporto Internacional dos Guararapes<br />
• <em>Indústria</em> – 1960 – Edifício JK (Avenida Dantas Barreto)<br />
• <em>Paisagem urbana azul</em> – 1960 – antigo prédio do Citibank (Bairro do Recife)<br />
• <em>Cena rural</em> – década de 1960 – Edifício Al Mare (Avenida Guararapes)<br />
• <em>Casario às margens do Rio Capibaribe</em> – 1967 – Restaurante Varanda – sede do Sport Club do Recife<br />
• <em>Painéis representando as quatro macrorregiões de Pernambuco</em> – 1985 – sede do Metrorec.</p>
<p>O exame técnico, assim como todo o processo de tombamento, encontra-se disponível para consulta na sede da Fundarpe.</p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, o registro Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 14:30:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no Estado com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito estadual.</p>
<p>Com a deliberação do CEPPC-PE, após a assinatura oficial do decreto pela governadora Raquel Lyra e sua publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), o bem cultural é inscrito no Livro de Registro dos Saberes do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.<br />
O Bolo de Noiva Pernambucano, parte obrigatória nos rituais de casamentos e em diversos outros eventos sociais, ostenta uma receita de origem inglesa brilhantemente adaptada pelas mãos pernambucanas. A iguaria se diferencia dos bolos de casamento dos outros Estados pelos ingredientes e sabores característicos.</p>
<p>Amplamente difundido, encontrado em todas as microrregiões, o Bolo de Noiva está presente no cotidiano do povo pernambucano sendo comercializado em vários formatos e tamanhos. Sua produção e consumo fazem parte da nossa cultura culinária atingindo todas as classes sociais tornando-se símbolo da gastronomia pernambucana e um importante instrumento de geração de renda — movimentando o mercado gastronômico, gerando empregos, convertendo-se em pilar econômico para inúmeras famílias que há gerações perpetuam essa tradição —, além de promover a socialização da cultura local.</p>
<p>Segundo Cris Barros, chef, pesquisadora e professora de gastronomia da Faculdade Senac, que também foi uma colaboradora da pesquisa do bem que culminou com o registro, “reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no País valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no Estado e que repassam seus conhecimentos às novas geraçõe perpetuando a preservação dos saberes tradicionais”.</p>
<p><strong>PROCESSO -</strong> A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) submeteu, em 1º de julho de 2021, o requerimento de registro do Bolo de Noiva Pernambucano como Patrimônio Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, em conjunto com a Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem, cujo processo contou com anuência de boleiros e boleiras pernambucanos.</p>
<p>A partir de então foi sugerida a alteração da nomenclatura do processo de registro (e consequentemente do bem a ser registrado) de Bolo de Noiva de Pernambuco para Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco, já que o reconhecimento é do conjunto de saberes associados a sua produção e não apenas o produto em si.</p>
<p>Após acatamento da Secult-PE pelo registro do bem no Livro de Registro dos Saberes, conforme o inciso III, do Art. 4º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, como consta no art. 7º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, coube à Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro. A partir daí é encaminhado ao CEPPC para deliberação final da decisão culminando, ou não, no registro do bem nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.</p>
<p>Ao longo o processo a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe contou com a colaboração e parceria de instituições e de detentores e detentoras que enriqueceram tanto a pesquisa bibliográfica e o mapeamento da comunidade detentora do bem, como o documento do parecer técnico conclusivo do Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco.</p>
<p>Em 10 de maio de 2022 a Secult-PE e a Fundarpe realizaram no YouTube a live Bolo de Noiva, Patrimônio Gastronômico de Pernambuco com o objetivo de divulgar e fortalecer a articulação entre boleiras e boleiros, as instituições e a sociedade civil. Participaram do debate a chef, pesquisadora e professora do Senac Cris Barros; Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe; e a gastróloga, professora, pesquisadora e então assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão. Na ocasião foi discutida a importância do registro e do reconhecimento de um patrimônio alimentar como o Bolo de Noiva pernambucano.</p>
<p>Durante a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em agosto de 2022, ocorreu a Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da Contribuição do Patrimônio Alimentar para o Desenvolvimento Local: Turismo, Empreendedorismo e Preservação com o objetivo de divulgar as iguarias reconhecidas como patrimônio imaterial alimentar em Pernambuco, bem como as que estão em processo de registro.</p>
<p>Promovido pela Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Uninassau e a Faculdade Senac, um dos encontros contou com a presença da professora Cris Barros por meio de uma aula-demonstração em que se discutiu acerca da história do bolo, da parte prática de como se dá seu preparo, quais são os ingredientes, entre outras demonstrações.</p>
<p>Marcelo Renan e Ana Frazão também reforçaram para o público presente a importância da salvaguarda de bens alimentares focando no Bolo de Noiva pernambucano como uma grande referência identitária que vai desde o ambiente da cozinha à comensalidade nas mais diversas celebrações.</p>
<p>Entre março e abril de 2023 técnicas da Fundarpe realizaram entrevistas com Cássia Pereira, Eliane Asfora e Cris Barros, boleiras da Região Metropolitana do Recife (RMR), que afirmam trabalhar com a receita dita tradicional do bolo. Além disso, a Fundarpe contribuiu com debates realizados na Faculdade Senac sobre o processo de registo e os aspectos socioculturais ligados ao bolo.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA -</strong> Após a votação do CEPPC-PE a favor do registro, e da publicação da resolução informando da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir daí se dará o início da elaboração do plano de salvaguarda com a participação da comunidade.</p>
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		<title>CEPPC-PE apresenta parecer técnico sobre registro do bolo de noiva como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 22:05:40 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div id="attachment_106944" aria-labelledby="figcaption_attachment_106944" class="wp-caption img-width-400 alignnone" style="width: 400px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/52305316506_ccab2eba7d_w.jpg"><img class="size-full wp-image-106944" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/52305316506_ccab2eba7d_w.jpg" width="400" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">Bolo de noiva</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) apresenta na próxima quinta-feira (14), às 10h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), o parecer técnico conclusivo do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.<br />
Após a deliberação, o CEPPC-PE irá elaborar a resolução que deverá ser remetida à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), à qual o Conselho está vinculado, para conhecimento e demais procedimentos listados nos artigos 9º e 10º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial no âmbito do Estado de Pernambuco.<br />
O CEPPC-PE comunica à toda a comunidade detentora do bem cultural e demais entes da sociedade que no dia 14 de Dezembro de 2023 o Conselho de Preservação irá deliberar sobre a pertinência da inscrição do bem no respectivo Livro de Registro em âmbito Estadual.</p></blockquote>
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		<title>Everardo Norões lança o novo livro &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221; na APL</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 15:59:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Considerado pelos críticos um dos principais contistas e poetas do Brasil, o cearense radicado no Recife Everardo Norões, 78 anos, terá seu novo livro publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe): &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221;, publicação com 19 contos inéditos e 144 páginas. O lançamento acontece na próxima segunda-feira (21), às 19h, na Academia Pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Garrafas-que-sonham-macacos-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97291" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Garrafas-que-sonham-macacos-1-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>Considerado pelos críticos um dos principais contistas e poetas do Brasil, o cearense radicado no Recife Everardo Norões, 78 anos, terá seu novo livro publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe): &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221;, publicação com 19 contos inéditos e 144 páginas. O lançamento acontece na próxima segunda-feira (21), às 19h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), nas Graças.</p>
<p>Everardo, que é colaborador fixo do jornal literário Pernambuco (Cepe) há cinco anos, não publicava um livro de contos há mais de dez anos.<em> “Sou um escritor sucinto, tanto na poesia como nos contos”</em>, afirma, acrescentando que ambos os gêneros literários se assemelham justamente por possuírem linguagem enxuta. <em>“Você trabalha com poucas letras. Gosto de escrever pouco, retirando tudo de dispensável”</em>, revela o escritor, que foi vencedor do então Prêmio Portugal Telecom da Língua Portuguesa &#8211; atual Prêmio Oceanos -, em 2014, com o livro de contos &#8220;Entre Moscas&#8221; (Confraria do Vento, 2013).</p>
<p>Os 19 contos reunidos no livro foram escritos ao longo de três anos e, segundo o autor, têm em comum situações do cotidiano feitas para reflexão do leitor, uma característica da crônica. <em>“Estamos tão acostumados com o trivial que acabamos por achar ‘normal’ o que de fato não é”</em>, declara o escritor, que escreve também sobre a maneira como enxerga a arte, a política e a literatura e sua influência na vida. <em>“Às vezes as pessoas não se chocam com o próprio comportamento em determinadas situações”</em>, avalia Norões, chamando atenção também para a incompatibilidade entre pensamento e ações, o que é inerente aos seres humanos. <em>&#8220;Talvez seja essa a origem do bolsonarismo”</em>, arrisca Norões, que atualmente reside em Portugal.</p>
<p>No último conto, Garrafas que sonham macacos, há referência a Colinas como elefantes brancos, do escritor americano Ernest Hemingway. <em>“É sobre o encontro entre duas pessoas em que parece que algo acontece ou que nada acontece”</em>, explica Norões.</p>
<p>Um certo asco acomete o leitor no conto &#8220;O grande cuspe&#8221;. Na narração em primeira pessoa, um passageiro de um carro avista um cuspe escorrendo pela lataria de um ônibus parado no trânsito. A cusparada é um pretexto micro asqueroso para falar do macro: a cidade. <em>“O sol cospe chumbo enquanto a ‘coisa’ desloca-se de forma estranha, entre lesma e lagarto. É a metáfora de minha cidade, lugar sujo e cheio de pequenos indivíduos desgovernados, micróbios afogando-se num imenso rio cor de pus. Fosse um filme, teria como trilha sonora buzinas, motores a explosão, gritos de vendedores ambulantes e tiros”</em>.</p>
<p>Já em o &#8220;Alemão comido por urubus&#8221;, o título é literalmente sobre o que conta a narrativa. Tal como a dualidade <em>“paradoxal e emblemática” do idioma alemão, o autor reflete sobre a contradição de percepções do silêncio no barulho. “Súbito, descobri que havia uma espécie de silêncio feito pelo barulho de animais invisíveis. Um silêncio cheio de sons, semelhante ao que acontece na esfera da ótica quando a soma de todas as cores inventa o território do branco”</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> Everardo Norões nasceu no Crato, Ceará, em 1944. Exilado político, viveu na França, Argélia e Moçambique. Vive atualmente em Recife. É autor de vários livros de poesia, entre os quais &#8220;A rua do padre inglês&#8221;, &#8220;Retábulo de Jerônimo Bosch&#8221;, &#8220;Poeiras na réstia&#8221;. Colabora em várias revistas literárias do Brasil. Seus poemas foram traduzidos para o francês, espanhol, catalão e quíchua. Também tradutor, é conhecido na França sobretudo por seus poemas para o francês publicados nas revistas<em> Gare maritime</em> (Maison de la Poésie de Nantes) e <em>Bacchanales</em> (Maison de la Poésie de Grenoble).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221; &#8211; Everardo Norões<br />
Quando: 21 de novembro de 2022 (segunda-feira), das 19h às 22h<br />
Onde: Academia Pernambucana de Letras (Avenida Rui Barbosa, 1593, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço: R$ 30 (impresso); R$ 12 (e-book)</p>
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		<title>Cepe anuncia programação da Flitin, com atividades em parceria com a Secult-PE/Fundarpe</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 17:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) anunciou, nesta quarta-feira (20), a programação da 2ª Feira da Literatura Infantil (Flitin). O evento, que acontece de 28 de novembro a 1º de dezembro, na Academia Pernambucana de Letras (APL), é o único com perfil literário voltado ao segmento infantil, mas também com atividades que integram toda a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73170" aria-labelledby="figcaption_attachment_73170" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20191120190714705099a.jpg"><img class="size-medium wp-image-73170" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20191120190714705099a-607x391.jpg" width="607" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">Feira conta com curadoria da Fundação Gilberto Freyre, por meio de Jamille Barbosa</p></div>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) anunciou, nesta quarta-feira (20), a programação da 2ª Feira da Literatura Infantil (Flitin). O evento, que acontece de 28 de novembro a 1º de dezembro, na Academia Pernambucana de Letras (APL), é o único com perfil literário voltado ao segmento infantil, mas também com atividades que integram toda a família.</p>
<p>A programação conta com vários espaços para realização de atividades como oficinas, bate-papos, contação de história, shows e cineminha, numa área de três mil metros quadrados. Ao todo, dez expositores e editoras estarão participando do evento.</p>
<p>“A Cepe se reafirma como fomentadora da literatura para o público infanto-juvenil, buscando formar o novo leitor. Tanto é que já existe um prêmio literário nacional voltado exclusivamente para esse segmento. Mais de 10% do nosso catálogo é composto por livros infanto-juvenis”, explica o presidente da Cepe, Ricardo Leitão.</p>
<div id="attachment_35282" aria-labelledby="figcaption_attachment_35282" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/livros-livres-moreno-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-35282" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/livros-livres-moreno-2-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Livros Livres vai contar com várias publicações infantis produzidas pela Cepe</p></div>
<p>Duas atividades contam com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Fundarpe). A primeira delas será realizada no próximo sábado (23), numa programação que antecede a feira, que é a iniciativa Livros Livres.</p>
<p>De acordo com Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE, “essa edição do Livros Livres vai contar com várias publicações infantis produzidas pela Cepe, numa interação mais próxima com a feira”. A atividade será realizada durante a manhã do sábado (23), no Parque da Jaqueira e Jardim do Baobá.</p>
<p>A outra ação é a contação de história do livro <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/brincante-de-cavalo-marinho-escreve-livro-infantil-sobre-aventuras-de-mateus-e-bastiao/" target="_blank">“Mateu e Bastião em cana boa pra chupar”</a></strong>, com a autora Andala Quituche, no dia 30 de novembro, às 16h30, no auditório da APL. “A ideia é colaborar com a difusão da literatura e de novos autores pernambucanos”, explica Roberto Azoubel.</p>
<div id="attachment_73169" aria-labelledby="figcaption_attachment_73169" class="wp-caption img-width-536 aligncenter" style="width: 536px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Andala.jpg"><img class="size-medium wp-image-73169" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Andala-536x486.jpg" width="536" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Andala também é conselheira titular do Conselho Estadual de Política Cultura pelo biênio de 2018 a 2019</p></div>
<p>“Mateu e Bastião em cana boa pra chupar” foi um dos projetos aprovados no edital do Funcultura Geral 2017/2018. Em 2017, a autora da obra, Andala Quituche, recebeu o segundo lugar no Prêmio Ariano Suassuna de Dramaturgia com o texto SINA, e, em 2019, montou o espetáculo sob sua direção com o Coletivo Labuta de Teatro. Ela também é conselheira titular do Conselho Estadual de Política Cultura pelo biênio de 2018 a 2019.</p>
<p>“Mateus e Sebastião são dois personagens da cultura popular nordestina, que carregam em suas bagagens as artimanhas de sobrevivência numa vida resumida ao trabalho rural. Podemos encontrar várias vertentes desses personagens, mas aqui os retiro delicadamente da tradição do Cavalo Marinho”, explica Andala Quituxe.</p>
<p><strong>Flitin -</strong> Com curadoria da Fundação Gilberto Freyre, a programação da Flitin é gratuita e segue das 9h às 20h. “Buscamos trazer para a feira elementos do imaginário infantil que tenham relação com a literatura e o meio ambiente, que é tema do evento”, revela Jamille Barbosa, que responde pela curadoria da Fundação Gilberto Freyre.</p>
<p>A Flitin faz parte do Circuito Cultural de Pernambuco, uma parceria entre a Secult-PE, Fundarpe e Cepe, que realizará 18 feiras em todas as regiões do Estado entre 2019 e 2020.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>2ª Feira da Literatura Infantil (Flitin)</em><br />
28 de novembro a 1º de dezembro de 2019, das 9h às 20h<br />
Academia Pernambucana de Letras (APL) &#8211; Av. Rui Barbosa, 1596, Graças, Recife<br />
Gratuito</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Confira a programação – 2019</span></strong></p>
<p><strong>Programação pré-Flitin</strong></p>
<p><strong>Sábado (23/11)</strong><br />
Praça da Jaqueira e Jardim do Baobá<br />
Projeto “Livros livres”, da Secult-PE/Fundarpe, com convite e programação da FLITIN</p>
<p><strong>Quinta-feira (28/11)</strong><br />
9h – ABERTURA<br />
9h – Oficina (Atelier)<br />
Metade-Metade (ou meio de um, meio de outro!), com Emerson Pontes<br />
9h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima.<br />
9h – Cineminha FLITIN (auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
9h30 – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda<br />
10h – Bate-papo (Auditório)<br />
Os bastidores da série Além da Lenda, com a participação de Erickson Marinho e Bruno Antonio<br />
10h30 – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
10h30 – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
11h – Cineminha FLITIN (auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
14h – Oficina (Atelier)<br />
Metade-Metade (ou meio de um, meio de outro!), com Emerson Pontes<br />
14h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima.<br />
14h – Cineminha FLITIN (Auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
14h30 – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda<br />
15h – PALESTRA (Auditório)<br />
Lula Gonzaga e o cinema de animação em Pernambuco<br />
15h30 – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
15h30 – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
16h – AULA ESPETÁCULO (Auditório)<br />
Com Carol Levy<br />
17h – APRESENTAÇÃO (Palco)<br />
Coral do Conservatório Pernambucano de Música<br />
18h – SHOW (Palco)<br />
Bandalelê</p>
<p><strong>Sexta-feira (29/11)</strong><br />
9h – ABERTURA<br />
9h – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
9h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima.<br />
9h – Cineminha FLITIN (auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
9h30 – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda<br />
10h – Bate-papo (Auditório)<br />
Os bastidores da série “Pedrinho e a chuteira da sorte”, com a participação de Marcelo Cavalcante<br />
10h30 – Oficina (Atelier)<br />
Metade-Metade (ou meio de um, meio de outro!), com Emerson Pontes<br />
10h30 – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
11h – Cineminha FLITIN (auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
14h – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
14h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima.<br />
14h – Cineminha FLITIN (Auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
14h30 – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda<br />
15h30 – Oficina (Atelier)<br />
Metade-Metade (ou meio de um, meio de outro!), com Emerson Pontes<br />
15h30 – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
16h – Contação de história (Palco)<br />
“Atchim!”, de Miró da Muribeca<br />
16h – AULA ESPETÁCULO (Auditório)<br />
Com Carol Levy<br />
17h – APRESENTAÇÃO (Palco)<br />
Coral do Espaço Ária<br />
18h – SHOW (Palco)<br />
Cia Fiandeiros</p>
<p><strong>Sábado (30/11)</strong><br />
9h – ABERTURA<br />
10h – Oficina (Atelier)<br />
Pintura gigante (olha, é a Baleia de Brendan!), com Emerson Pontes<br />
10h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima.<br />
10h – Cineminha FLITIN (auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
10h – Contação de história (Palco)<br />
“O menino mais estranho do mundo”, de Helder Herik<br />
11h – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
11h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
11h – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda e a presença do personagem da série<br />
11h – Bate-papo (Auditório)<br />
Os bastidores do filme Guerreiros da Rua, com a participação de Erickson Marinho</p>
<p>14h – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda e a presença do personagem da série<br />
14h – Cineminha FLITIN (Auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
14h30 – Oficina (Atelier)<br />
Pintura gigante (olha, é a Baleia de Brendan!), com Emerson Pontes<br />
14h30 – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima.<br />
15h – Roda de conversa (Auditório)<br />
Com livros e com afeto: experiências de leitura em família<br />
15h30 – SHOW (Palco)<br />
Com Rodrigo Lima<br />
16h – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
16h30 – Contação de história (Auditório)<br />
Mateu e Bastião em cana boa pra chupar, com a autora Andala Quituche<br />
17h – SHOW (Palco)<br />
Auto de Natal com Doutores da Alegria<br />
18h – SHOW (Palco)<br />
Carol Levy</p>
<p><strong>Domingo (1/12)</strong><br />
9h – ABERTURA<br />
9h – Passeio ciclístico (Praça da Jaqueira)<br />
Bobociclismo, com o grupo Doutores da Alegria<br />
9h30 – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda e a presença do personagem da série<br />
10h – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
10h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima.<br />
10h – Cineminha FLITIN (auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
11h – Bate-papo (Palco)<br />
As aventuras literárias de crianças escritoras, com mediação de Érica Montenegro<br />
11h – Oficina (Atelier)<br />
Pintura gigante (olha, é a Baleia de Brendan!), com Emerson Pontes<br />
11h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
11h – Cineminha FLITIN (auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
14h – Contação de história (Palco)<br />
Com o grupo Além da Lenda e a presença do personagem da série<br />
14h – Cineminha FLITIN (Auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
15h – Contação de história (Palco)<br />
“O pedido de Clarice”, de Antônio Fernando Tadeu<br />
15h – Oficina (Atelier)<br />
Livro de Artista, com Mariama Lopes e Joyce Firmiano (Educativo do MAMAM)<br />
15h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
15h30 – Cineminha FLITIN (Auditório)<br />
Uma hora de programação voltada para o público infanto-juvenil.<br />
16h – SHOW (Palco)<br />
Com Rodrigo Lima<br />
16h – Oficina (Atelier)<br />
Pintura gigante (olha, é a Baleia de Brendan!), com Emerson Pontes<br />
16h – Oficina (Quintal)<br />
Mãos à horta, com Hawilka Lima<br />
17h &#8211; Oficina (Atelier)<br />
Xilogravura para crianças, com Mariane Bigio<br />
18h – SHOW (Palco)<br />
Tio Bruninho</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Academia Pernambucana de Letras com inscrições abertas para concurso literário</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/academia-pernambucana-de-letra-com-inscricoes-abertas-para-concurso-literario/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 18:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[academia pernambucana de letras]]></category>
		<category><![CDATA[APL]]></category>
		<category><![CDATA[concurso literário]]></category>
		<category><![CDATA[ficação]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição 2015 do concurso literário da Academia Pernambucana de Letras (APL) está com inscrições abertas. Serão sete categorias, de escritos inéditos – poesia, História de Pernambuco, ensaio, literatura infantil, ficção e soneto. As inscrições vão até o dia 31 de outubro. Para se inscrever, o candidato deverá encaminhar três cópias da obra (encadernadas com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10623305_1690813604477378_875250576853871716_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19623" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10623305_1690813604477378_875250576853871716_o-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a></p>
<p>A edição 2015 do concurso literário da Academia Pernambucana de Letras (APL) está com inscrições abertas. Serão sete categorias, de escritos inéditos – poesia, História de Pernambuco, ensaio, literatura infantil, ficção e soneto. As inscrições vão até o dia 31 de outubro.</p>
<p>Para se inscrever, o candidato deverá encaminhar três cópias da obra (encadernadas com espiral), assinada sob pseudônimo, ficha de inscrição (nome completo, endereço, telefone, nome do prêmio, título do trabalho), ofício encaminhado à presidente da APL, Fátima Quintas, solicitando inscrição, e o valor da taxa de inscrição (R$ 50 – profissionais / R$ 30 – estudantes). Todo material de inscrição e a taxa devem ser pagas na Secretaria da APL.</p>
<p>Aos que residem fora do Recife ou do estado de Pernambuco, também podem se inscrever, encaminhando a obra, pelos Correios, para a APL (Av. Rui Barbosa, 1596 &#8211; Graças Recife &#8211; Pernambuco &#8211; CEP: 52050-000), e depositando a taxa de inscrição no banco Itaú, Agência 1247, Conta Corrente 07321-4.</p>
<p>O resultado do concurso será divulgado em janeiro de 2016.</p>
<p>Mais informações, no telefone: <strong>(81) 3268-2211</strong>.</p>
<p><strong>Confira as categorias do Concurso Literário 2015 da APL</strong></p>
<p><strong>1. Prêmio ANTÔNIO DE BRITO ALVES – Ensaio</strong><br />
(O número mínimo de páginas do ESCRITO INÉDITO é de 50 páginas)<br />
Patrocinado pela Sra. Lia de Brito Alves.</p>
<p><strong>2. Prêmio EDMIR DOMINGUES – Poesia</strong><br />
(O número mínimo de páginas do ESCRITO INÉDITO é de 30 páginas)<br />
Patrocinado pelos filhos do Escritor Edmir Domingues.</p>
<p><strong>3. Prêmio ELITA FERREIRA – Literatura Infantil</strong><br />
(ESCRITO INÉDITO – livre quanto ao número de páginas)<br />
Patrocinado pela Editora Bagaço.</p>
<p><strong>4. Prêmio VÂNIA SOUTO CARVALHO – Ficção</strong><br />
(O número mínimo de páginas do ESCRITO INÉDITO é de 50 páginas)<br />
Patrocinado pela família Souto Carvalho.</p>
<p><strong>5. Prêmio LEONOR CAROLINA CORRÊA DE OLIVEIRA – Municípios Pernambucanos</strong><br />
(O número mínimo de páginas do ESCRITO INÉDITO é de 50 páginas)<br />
Patrocinado pelo Acadêmico Antônio Corrêa de Oliveira.</p>
<p><strong>6. Prêmio WALDEMAR LOPES – Soneto</strong><br />
(A avaliação será feita pelo conjunto de 10 sonetos)<br />
Patrocinado pelo Acadêmico Amaury de Medeiros.</p>
<p><strong>7. Prêmio AMARO SOARES QUINTAS &#8211; História do Estado de Pernambuco</strong><br />
(O número mínimo de páginas do ESCRITO INÉDITO é de 50 páginas)<br />
Patrocinado pela Acadêmica Fátima Quintas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Academia Pernambucana de Letras divulga resultado de Prêmios Literários</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/academia-pernambucana-de-letras-divulga-resultado-de-premios-literarios/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 15:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[academia pernambucana de letras]]></category>
		<category><![CDATA[APL]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios literários]]></category>

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		<description><![CDATA[A Academia Pernambucana de Letras (APL) divulgou, nesta quarta (14), os nomes dos vencedores do Concurso Literário – 2014. Os prêmios foram divididos em oito categorias: ensaio, poesia, literatura infanto-juvenil, ficção, soneto, escritora nordestina, História de Pernambuco e História dos municípios pernambucanos. Os vencedores receberão o prêmios na cerimônia comemorativa aos 114 anos da APL, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10623305_1690813604477378_875250576853871716_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19623" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10623305_1690813604477378_875250576853871716_o-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a></p>
<p>A <strong>Academia Pernambucana de Letras (APL)</strong> divulgou, nesta quarta (14), os nomes dos vencedores do Concurso Literário – 2014. Os prêmios foram divididos em oito categorias: ensaio, poesia, literatura infanto-juvenil, ficção, soneto, escritora nordestina, História de Pernambuco e História dos municípios pernambucanos.</p>
<p>Os vencedores receberão o prêmios na cerimônia comemorativa aos 114 anos da APL, no próximo dia 26 de janeiro.</p>
<p>Confira os nomes dos premiados</p>
<p><strong>PRÊMIO ANTÔNIO DE BRITO ALVES – Ensaio</strong><br />
Josias Teófilo &#8211; “O Cinema Sonhado”<br />
<strong>Menção Honrosa:</strong> Ariadne Quintella &#8211; “Acertos e Desacertos de Joaquim Nabuco”</p>
<p><strong>PRÊMIO EDMIR DOMINGUES – Poesia</strong><br />
Djanira Silva Rego Barros &#8211; “Saudade Presa”</p>
<p><strong>PRÊMIO ELITA FERREIRA – Literatura Infanto-juvenil</strong><br />
Marcio Renné Moreira Leal &#8211; “Carvão, Um Gato Diferente”<br />
<strong>Menção Honrosa:</strong> Maria Lucia de Moura da Veiga Pessoa &#8211; “Cinco Dúzias ou sessenta Tons de Lápis de Cor”</p>
<p><strong>PRÊMIO VÂNIA SOUTO CARVALHO – Ficção</strong><br />
Paulo Santos de Oliveira – “O General das Massas”</p>
<p><strong>PRÊMIO WALDEMAR LOPES – Soneto</strong><br />
Samuel de Souza Neto &#8211; “Sonetos Inéditos”<br />
<strong>Menção Honrosa:</strong> Carlos Alberto de Assis Cavalcante &#8211; “Três Sonetos”</p>
<p><strong>PRÊMIO DULCE CHACON – Escritora Nordestina</strong><br />
Selma Vasconcelos – “No Curso da História – Crônicas”<br />
<strong>Menção Honrosa:</strong> Andrea Fernandes Nunes Padilha &#8211; “A Corte Infiltrada”</p>
<p><strong>PRÊMIO AMARO QUINTAS – História de Pernambuco</strong><br />
Jacques Alberto Ribemboim e Wilton de Souza &#8211; “Boa Vista – Berço das Artes Plásticas de Pernambuco”</p>
<p><strong>PRÊMIO LEONOR CORREA – Historia dos Municípios Pernambucanos</strong><br />
Arnaud Mattoso – “Ipojuca. Passado, presente e futuro do município que mais cresce em Pernambuco”</p>
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