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	<title>Portal Cultura PE &#187; aplicativo</title>
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		<title>Aplicativo desbrava conjuntos urbanos de seis cidades pernambucanas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 20:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o aplicativo gratuito &#8220;Conhecer para preservar: Conjuntos Urbanos de Pernambuco&#8221; vai permitir aos seus usuários conhecer, através da tela de seu dispositivo móvel, seis grandes conjuntos urbanos reconhecidos do Estado: Brejo da Madre de Deus, Goiana, Igarassu, Recife, Triunfo e Olinda. O projeto, capitaneado pela historiadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-06-30-at-11.38.52.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86053" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-06-30-at-11.38.52-262x486.jpeg" width="262" height="486" /></a></p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o aplicativo gratuito &#8220;Conhecer para preservar: Conjuntos Urbanos de Pernambuco&#8221; vai permitir aos seus usuários conhecer, através da tela de seu dispositivo móvel, seis grandes conjuntos urbanos reconhecidos do Estado: Brejo da Madre de Deus, Goiana, Igarassu, Recife, Triunfo e Olinda.</p>
<p>O projeto, capitaneado pela historiadora Glena Salgado, foi desenvolvido durante seis meses e envolveu um longo processo de pesquisa, dentre os quais, levantamento fotográfico e histórico, georreferenciamento das poligonais dos conjuntos urbanos e bens tombados, levantamento dos parâmetros de preservação incidente em cada conjunto e levantamento fotográfico.</p>
<p>O aplicativo pretende, além de instruir gestores municipais, orientar e esclarecer o público geral, agentes públicos, estudantes e moradores dos conjuntos, que desejam intervir na edificação protegida. O app encontra-se disponível nas lojas Google Play (Android) e App Store (IOS) e poderá ser baixado gratuitamente, a partir do próximo dia 5 de julho (terça-feira). Saiba mais em: <strong><a href="https://conjuntosurbanospe.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://conjuntosurbanospe.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1625263119037000&amp;usg=AFQjCNFc8aKbqw5YTuBzqfR-mEghvIkM5g">conjuntosurbanospe.<wbr />com.br</a></strong>.</p>
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		<title>Estudantes de Bezerros desenvolvem aplicativo oficial do FIG 2017</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jul 2017 22:29:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo terceiro ano consecutivo, o maior festival de arte e cultura do estado conta com um aplicativo oficial elaborado a partir de uma aproximação entre as políticas públicas de Cultura e Educação. O app FIG 2017 Oficial foi desenvolvido por um grupo de estudantes da Escola Técnica Estadual Maria José Vasconcelos, em Bezerros. O coordenador [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo terceiro ano consecutivo, o maior festival de arte e cultura do estado conta com um aplicativo oficial elaborado a partir de uma aproximação entre as políticas públicas de Cultura e Educação. O app <strong>FIG 2017 Oficial</strong> foi desenvolvido por um grupo de estudantes da Escola Técnica Estadual Maria José Vasconcelos, em Bezerros.</p>
<p>O coordenador do curso, Paulo Henrique Ramos, comemora o resultado da parceria: &#8220;Participar desse projeto do aplicativo é sempre uma grande honra como profissional e principalmente por coordenar os alunos responsáveis pelo desenvolvimento. Essa parceria entre educação e cultura é muito importante para o desenvolvimento dos alunos do curso de Técnico em Manutenção e Suporte em Informática&#8221;.</p>
<div id="attachment_51155" aria-labelledby="figcaption_attachment_51155" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/aplicativo.png"><img class="size-medium wp-image-51155" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/aplicativo-281x486.png" width="281" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Aplicativo está disponível na Play Store e no endereço app.vc/fig2017</p></div>
<p>Para Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe, &#8220;a decisão por renovar esta parceria é um reconhecimento ao esforço de professores e estudantes da rede pública e, ao mesmo tempo, nos motiva a desenvolver ações e políticas públicas cada vez mais articuladas&#8221;.</p>
<p>Maria Wêdja é uma das estudantes envolvidas no projeto. Ela diz que &#8220;é muito gratificante chegarmos a esse momento, pois o esforço e a dedicação da equipe foram totais, o que foi muito válido para nossa aprendizagem&#8221;.</p>
<p>Também integram o time de desenvolvedores os estudantes Júlio César, Gilberto Matheus, Samuel Oliveira, Vanildo Silva, Vinicius Silva e Joana Gabriela.</p>
<p>O aplicativo FIG 2017 Oficial já está disponível na Play Store (Android). Nas demais plataformas, o app pode ser baixado em<strong> <a href="http://app.vc/fig2017" target="_blank">app.vc/fig2017</a></strong></p>
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		<title>Recife ganha aplicativo que traça percurso literário e afetivo da cidade</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 15:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna É extensa a jornada que se pode empreender pelo Recife a partir de suas referências na literatura. Quantas poesias, romances, crônicas e contos foram escritos, ao longo da história, representando e evocando a geografia da cidade? Partindo dessa premissa, o cineasta Eric Laurence (Uma Passagem para Mário), um apaixonado por literatura, desenvolveu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12624" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>É extensa a jornada que se pode empreender pelo Recife a partir de suas referências na literatura. Quantas poesias, romances, crônicas e contos foram escritos, ao longo da história, representando e evocando a geografia da cidade? Partindo dessa premissa, o cineasta Eric Laurence (<em>Uma Passagem para Mário</em>), um apaixonado por literatura, desenvolveu o aplicativo <strong><em>Ruas Literárias do Recife</em></strong>, que tem incentivo do Funcultura.</p>
<p>Por meio do mapeamento das ruas da cidade, a plataforma possibilita um roteiro literário e poético, no qual a população pode descobrir como as ruas e suas edificações foram descritas e representadas por escritores pernambucanos. Foram elencados aproximadamente 150 pontos de localização no Recife, que são os<em> pins</em> do aplicativo. Cada um remete a trechos de escritos feitos por 82 autores, de diferentes épocas e estilos, desde o século 19 até os dias atuais.</p>
<div id="attachment_39922" aria-labelledby="figcaption_attachment_39922" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/pin.jpg"><img class="size-full wp-image-39922  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/pin.jpg" width="289" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Aplicativo visa aproximar o Recife de seus habitantes e visitantes a partir da ótica de diferentes escritores de diferentes épocas</p></div>
<p>A pesquisa, empreendida pela escritora Luzilá Gonçalves, traz referências a escritos de Raimundo Carrero, Ronaldo Correia de Brito, Joaquim Cardozo, Clarice Lispector, João Cabral de Melo Neto, Audálio Alves, Lucila Nogueira, Manuel Bandeira, Carlos Pena Filho, Micheliny Verunschy, Carneiro Vilela, Rubem Rocha Filho, Paulo Mendes Campos, José Teles, Antônio Maria, entre outros.</p>
<p>&#8220;Recife é uma das capitais do Brasil que mais tem poetas falando da cidade. E cada um tem um jeito distinto de abraçar as paisagens.Um dos motivos é o Rio Capibaribe, que é um coração que conduz as paisagens concretas e interiores. O aplicativo proporciona uma interação ente a paisagem concreta, visível, que está resistindo, e a paisagem interior&#8221;, observa a escritora e doutora em Estudos Literários, que possui 44 livros publicados, entre contos, romances, biografias e ensaios.</p>
<p>De acordo com Eric Laurence, um dos nortes da pesquisa foi trazer a multiplicidade de olhares e perspectivas desses autores. &#8220;Sabíamos que havia muitos escritores que naturalmente falaram sobre as ruas e os bairros do Recife. De um lado, há escritores numa perspectiva mais documental, outros mais memorialistas como Manuel Bandeira. Os escritores contemporâneos já tem um olhar mais critico, mais ácido&#8221;, avalia Eric.</p>
<p>Ele também chama atenção para a presença de Cecília Villanova, poetisa que colaborou com a produção dos textos e com a pesquisa. &#8220;Foi importante contar com ela por sua relação com a poesia marginal. Assim, ela trouxe escritores marginais que têm um olhar bastante particular, mais urbano, como Miró e Ericksson Luna&#8221;. A edição geral do projeto foi realizada pela jornalista Olívia Mindêlo.</p>
<div id="attachment_39930" aria-labelledby="figcaption_attachment_39930" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/EricLaurence.jpg"><img class="size-full wp-image-39930" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/EricLaurence.jpg" width="265" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Eric Laurence demonstra o interesse em desenvolver ações com escolas do estado</p></div>
<p>Uma das pretensões do projeto é também desenvolver ações junto com escolas. Para Eric, é uma forma dinâmica de promover o ensino, sobretudo a partir do quiz, que gera uma interação maior. &#8220;Não estamos preocupados com a quantidade de pessoas que vão acessar. Mas, claro que se ele emplacar, o projeto vai ganhar uma outra dimensão. Nosso grande objetivo é que as pessoas usufruam dele e fiquem encantados com a possibilidade de estabelecer uma relação afetiva com a cidade, a partir de um olhar poético da literatura que abordou o espaço urbano ao longo dos anos todos&#8221;.  O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e iOS, nas versões mais modernas de <em>smartphones</em> e tablets.</p>
<div id="attachment_27010" aria-labelledby="figcaption_attachment_27010" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Scult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/luzila-goncalves-foto-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-27010" alt="Costa Neto/Scult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/luzila-goncalves-foto-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Para a produção dos textos que sintetizam as referências literárias das ruas do Recife, o projeto contou com Luzilá Gonçalves, uma das grandes escritoras pernambucanas</p></div>
<p>Confira alguns trechos e respectivas ruas:</p>
<p><strong>AVENIDA GUARARAPES</strong><br />
O poeta Carlos Pena Filho, cuja imagem pode ser encontrada em escultura, na Praça da Independência, bem perto daí, imortalizou esta avenida que é um dos símbolos do processo de modernização no Recife, além de conhecido ponto de encontro de intelectuais e boêmios no século 20. Aqui vão, então, os versos de “Chope”, que pertence ao conjunto de poemas “Guia prático da cidade do Recife”:</p>
<p>“Na Avenida Guararapes,<br />
o Recife vai marchando.<br />
O bairro de Santo Antônio<br />
tanto se foi transformando<br />
que, agora, às cinco da tarde<br />
mais se assemelha a um festim;<br />
nas mesas do Bar Savoy,<br />
o refrão tem sido assim:<br />
São trinta copos de chope,<br />
são trinta homens sentados,<br />
trezentos desejos presos,<br />
trinta mil sonhos frustrados.</p>
<p>(&#8230;)”<br />
FILHO, Carlos Pena. “Livro geral – Poemas”. Recife: Recife, 1999.</p>
<p><b>CAIS DA ALFÂNDEGA</b></p>
<p>À beira do Capibaribe, no Cais da Alfândega, encontramos o poeta Ascenso Ferreira repousando ao lado de seus livros e de “companheiros” de toda idade, que se sentam com sua escultura. O escritor foi imortalizado pelo escultor Demétrio Albuquerque e, entre suas obras, nos deixou estes versos de “Noturno”, que podem ser lidos e imaginados bem defronte ao rio, que, como diz ele, “tem coisas para me contar”:</p>
<p>”Sozinho de noite,<br />
Nas ruas desertas<br />
Do velho Recife<br />
Que atrás do arruado<br />
moderno ficou&#8230;<br />
Criança de novo<br />
Eu sinto que sou:</p>
<p>– Que diabo tu vieste fazer aqui, Ascenso?<br />
(&#8230;)<br />
Das casas fechadas<br />
e malassombradas<br />
Com as caras tisnadas<br />
Que o incêndio queimou&#8230;<br />
Pelas janelas esburacadas<br />
Eu sinto, tremendo,<br />
Que um olho de fogo<br />
Medonho me olhou:</p>
<p>– Olha que o papa-figo te agarra, desgraçado!”</p>
<p>Vários autores. “O Recife pela voz dos poetas”. Organização de Luiz do Nascimento. Recife: Prefeitura Municipal do Recife, 1977. Coleção Recife, vol. 1</p>
<p><b>ESTRADA DOS REMÉDIOS</b></p>
<p>Em “Homens e caranguejos”, o único romance escrito pelo cientista social Josué de Castro, temos a fotografia de um Recife profundo e pulsante que culmina na descrição de um elemento chave em sua narrativa: a popular Feira Livre de Afogados, que acontece na Estrada dos Remédios. Ela está ambientada desde estas palavras abaixo, retiradas da primeira página do livro:</p>
<p>“Recife, a cidade dos rios, das pontes e das antigas residências palacianas é também a cidade dos mocambos: das choças, dos casebres de barro batido a sopapo, cobertos de capim, de palha de coqueiro e de folha-de-flandres.</p>
<p>Na madrugada fria de junho, ainda com a cor da noite, mas já soprando um arzinho de manhã, toda a zona dos mangues dorme quieta, atolada na placidez da lama (&#8230;) Pela estrada de Motocolombó, que nesta hora incerta se perde quase invisível no meio dos mangues, passam os primeiros balaieiros carregados de frutas e verduras, puxando na perna para que antes do dia amanhecer de todos já estejam eles abancados na feira de Afogados para venderem os seus produtos. (&#8230;)”</p>
<p>CASTRO, Josué de. “Homens e caranguejos”. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.</p>
<p><b> </b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estudantes da rede pública desenvolvem aplicativo oficial do FIG 2016</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2016 14:33:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, o maior festival de arte e cultura do estado conta com um aplicativo oficial elaborado a partir de uma aproximação entre as políticas públicas de Cultura e Educação. O app FIG 2016 Oficial foi desenvolvido por um grupo de estudantes da Escola Técnica Estadual Maria José Vasconcelos, em Bezerros. O coordenador [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo, o maior festival de arte e cultura do estado conta com um aplicativo oficial elaborado a partir de uma aproximação entre as políticas públicas de Cultura e Educação. O app<strong> FIG 2016 Oficial</strong> foi desenvolvido por um grupo de estudantes da Escola Técnica Estadual Maria José Vasconcelos, em Bezerros.<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/app-fig.png"><img class="size-medium wp-image-37955 alignright" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/app-fig-284x486.png" width="284" height="486" /></a></p>
<p>O coordenador do curso, Paulo Henrique Ramos, comemora o resultado da parceria: &#8220;Mais de 1.500 pessoas utilizaram o aplicativo no ano passado. Nossa expetativa para esta edição é dobrarmos este alcance, contando com o apoio da comunicação oficial do FIG e dos veículos de comunicação do estado&#8221;.</p>
<p>Para Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe, &#8220;a tomada de decisão por renovar esta parceria reconhece o esforço de professores e estudantes da rede pública e, ao mesmo tempo, inspira novas ações articuladas entre as políticas públicas&#8221;. Ainda de acordo com Antonieta, a ação &#8220;reflete o quanto a tecnologia e o empreendedorismo podem colaborar para o sucesso de iniciativas que valorizem a cultura e o fazer criativos dos pernambucanos&#8221;.</p>
<p>Douglas Caio, com apenas 16 anos, integra novamente a equipe do aplicativo: &#8220;Saber que estamos contribuindo com a divulgação da nossa cultura é muito gratificante, aida mais porque temos a oportunidade de aprimorar nossa formação profissional&#8221;. Também fazem parte do time de desenvolvedores os estudantes Bruno César, Douglas Pontes, Jéssica Alessandra, Rita de Cássia, Kélcio Mykel, Eduarda Torres, João Victor e Juliana Lemos, todos cursando o 3º ano de &#8220;Manutenção e Suporte em Informática&#8221;.</p>
<div id="attachment_37956" aria-labelledby="figcaption_attachment_37956" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/JAN_5935.jpg"><img class="size-medium wp-image-37956" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/JAN_5935-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ao lado de Antonieta Trindade, estudantes e o professor compareceram ao anúncio da programação do festival</p></div>
<p>O aplicativo FIG 2016 Oficial já está disponível na Play Store (Android). Nas demais plataformas, o app pode ser baixado em <strong><a href="http://app.vc/fig2016oficial" target="_blank">app.vc/fig2016oficial</a></strong></p>
<p><strong>CULTURA E EDUCAÇÃO</strong></p>
<p>Além das já tradicionais oficinas culturais gratuitas, a programação do FIG este ano estreita ainda mais a relação entre a Cultura e a Educação. Por meio do projeto Outras Palavras, da Fundarpe e da Secult, kits literários serão distribuídos às bibliotecas escolares da região. Professores e alunos também terão a oportunidade de conversar e apreciar apresentações de artistas e Patrimônios Vivos de Pernambuco durante um encontro especial que acontece de 26 a 28 de julho, na Câmara Municipal. Os escritores Helder Herik, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro &#8216;Rinoceronte Dromedário&#8217;; Mário Rodrigues, vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2016, com o livro &#8216;Receitas para se fazer um monstro&#8217;; e ainda o prof. André Padilha, do IFPE, coordenador do livro &#8216;Crônicas de Possibilidades&#8217;, realizado pelos alunos deste Instituto, também integram a programação.</p>
<p>Em outro momento de destaque do projeto, o escritor Ronaldo Correia de Brito realizará na sexta-feira, 29/7,uma Conferência Ilustrada na Escola Instituto Presbiteriano de Heliópolis. Lá, o pernambucano vai conversar com estudantes sobre a contemporaneidade da obra de Shakespeare, ao lado dos atores Marcondes Lima e Fábio Caio, que farão uma apresentação de títeres.</p>
<p>Mais informações:<strong> <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/fig2016" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br/fig2016</a></strong></p>
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		<title>Estudantes da rede pública desenvolvem aplicativo oficial do FIG 2015</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 18:32:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este ano, o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), maior festival de arte e cultura do estado, conta com um aplicativo oficial que vai auxiliar a diversão do público na cidade de clima agradável do Agreste. O aplicativo é uma produção coletiva de seis estudantes da Escola Técnica Estadual Maria José Vasconcelos, localizada em Bezerros, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano, o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), maior festival de arte e cultura do estado, conta com um aplicativo oficial que vai auxiliar a diversão do público na cidade de clima agradável do Agreste. O aplicativo é uma produção coletiva de seis estudantes da Escola Técnica Estadual Maria José Vasconcelos, localizada em Bezerros, e conta com informações sobre pontos turísticos da cidade, telefones úteis, além da programação completa do Festival, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até 25 de julho.</p>
<div id="attachment_27345" aria-labelledby="figcaption_attachment_27345" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/tela-app-FIG-2015.jpg"><img class="size-medium wp-image-27345 " title="tela aplicativo " alt="tela" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/tela-app-FIG-2015-286x486.jpg" width="286" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes da Escola Técnica Maria José Vasconcelos, em Bezerros, desenvolveram a ferramenta</p></div>
<p>Os estudantes Bruno Cesar Ferreira, Douglas Caio Silva, Erick Adiel Lima, Flávio José da Silva, Maria Eduarda Silva e Rita de Cássia Alves Ferreira estão cursando o 1º e 2º anos do curso de Manutenção e Suporte em Informática e começaram os trabalhos de programação, sob orientação do professor Luís Alexandre, há duas semanas. A produção veio a pedido da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que estão fornecendo as informações necessárias para a construção do aplicativo. Todo o material já está concluído e disponível nos principais sistemas operacionais: Android, IOS, Windows Phone e Mozilla Firefox.</p>
<p>O coordenador do curso de Manutenção e Suporte em Informática, Paulo Henrique Ramos, conta que esta é a segunda vez que os estudantes desenvolvem plataformas voltadas para eventos culturais no Estado. “No carnaval deste ano, criamos um aplicativo para o carnaval de Bezerros e apresentamos para a Secretaria de Cultura do Município, que abraçou a ideia. O projeto foi apresentado durante o Fórum Mundial de Educação, chegando ao conhecimento da Secult-PE e Fundarpe, que nos solicitaram a produção de um aplicativo para o FIG. Os estudantes estão empolgados e encarando o projeto como um desafio, pois, embora sejam alunos de Manutenção e Suporte, também se dedicaram à programação e deram conta do recado”, explicou Paulo Henrique.</p>
<p>Para Márcia Souto, presidente da Fundarpe, &#8220;o diferencial do projeto é, sem dúvida, o esforço desses adolescentes que, apesar da pouca idade, já percebem o quanto a tecnologia e o empreendedorismo podem colaborar para o sucesso das iniciativas culturais&#8221;, comenta. Ainda segundo Márcia, &#8220;tornar o experimento o aplicativo oficial do FIG 2015 não é apenas um reconhecimento ao bom trabalho que vem sendo desenvolvido na Escola, mas também um exemplo concreto da articulação que, como poder público, devemos incentivar entre o ensino, a valorização da nossa cultura e o fazer criativo dos pernambucanos&#8221;.</p>
<p>Segundo Douglas Caio, 15 anos, que está no 2º ano do curso, produzir o aplicativo vem sendo uma ótima experiência. “Sabemos que, pela segunda vez, estamos contribuindo com a cultura no Estado, com a organização de uma grande festa e, ao mesmo tempo, elevando nosso conhecimento profissional. Essa é uma ótima oportunidade para quem, como eu, pretende seguir a carreia no campo da informática,” declarou Douglas, que pretende cursar Web Design na universidade e está responsável pela parte visual da plataforma.</p>
<p>O download do FIG 2015 Oficial já está disponível no endereço <strong><a href="http://app.vc/fig2015oficial" target="_blank">app.vc/fig2015oficial</a>.</strong><br />
Nos próximos dias, os usuários do sistema Android também poderão “baixar” o aplicativo diretamente na Play Store.</p>
<p><strong>FIG 2015</strong><br />
O Festival de Inverno de Garanhuns deste ano está fortalecendo o importante enlace entre as políticas culturais e de educação. Além de contribuir para a visibilidade desta iniciativa, O FIG também vai ofertar oficinas gratuitas, promover visitas de artistas a escolas do município e também realizar um seminário sobre o programa Mais Cultura no cotidiano escolar.<br />
Confira mais informações no site oficial do evento: <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/fig2015" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br/fig2015</a></strong></p>
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		<title>Aplicativo para celular aborda o patrimônio material do Recife e de Olinda</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 14:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/image6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25993" alt="Postal10x15cm_Funcultura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/image6-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>A tecnologia pode ser uma grande aliada da educação e da cultura. Pensando nisto, o Funcultura incluiu no edital 2013/2014 uma nova linha de ação para projetos de desenvolvimento de aplicativos na área de Patrimônio. Nesta quarta-feira (10/06), um projeto aprovado nessa linha é lançado ao público. O aplicativo Patrimônio PE Mobile, idealizado pela Oráculo Consultoria e Produção Cultural, reúne informações sobre doze construções e conjuntos arquitetônicos do Recife e Olinda, considerados importantes bens do patrimônio material pernambucano. O lançamento acontece no Paço do Frevo, localizado na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, a partir das 16h.</p>
<p>No evento, haverá a exibição de vídeo sobre o aplicativo, uma mesa de debates sobre o desenvolvimento da ferramenta, com demonstração do software, e em seguida coquetel com o pocket show instrumental grupo Saracotia. O acesso é gratuito.</p>
<p>O aplicativo poderá ser baixado de forma gratuita e usado em smartphones e tablets, nas plataformas Android ou iOS. Os dados de cada bem arquitetônico abordados no aplicativo foram reunidos pela professora e doutora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco, Julieta Leite. Além dos textos em português, o conteúdo também está disponível em inglês, francês e espanhol, tornando-se acessível para o público estrangeiro interessado, seja turista, estudante ou pesquisador.<br />
No Recife, o aplicativo apresenta a Igreja Madre de Deus, a Casa Museu de Gilberto Freyre, o Mercado de São José, o Teatro de Santa Isabel, a Sinagoga Kadosh Zur Israel e o Pátio de São Pedro. Já em Olinda, são retratados o Museu de Arte Contemporânea, o Convento de São Francisco, o Sobrado Mourisco, a Igreja do Carmo, a Caixa d’Água e a Catedral da Sé. Uma curiosidade é que algumas dessas localidades, a exemplo da Sinagoga Kadosh Zur Israel e do Convento de São Francisco, marcam as primeiras ocupações populacionais tanto no Recife como em Olinda.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
Lançamento do aplicativo Patrimônio PE Mobile</strong><br />
<strong>Quarta-feira (10/06), às 16h</strong><br />
<strong>Local:</strong> Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal, Bairro do Recife.<br />
Acesso gratuito</p>
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