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	<title>Portal Cultura PE &#187; Areia</title>
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		<title>Festival Arte no Parque ocupa o Sítio Trindade com ações culturais gratuitas</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2016 07:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33216" aria-labelledby="figcaption_attachment_33216" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Vladia Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Areia-e-Grupo-de-Musica-Aberta-FOTO-Vladia_Lima_P.jpg"><img class="size-medium wp-image-33216" alt="Vladia Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Areia-e-Grupo-de-Musica-Aberta-FOTO-Vladia_Lima_P-607x395.jpg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O contrabaixista Walter Areia e o grupo de Música Aberta se apresentam no domingo (24)</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Começa nesta terça (19) e segue até domingo (24) a primeira edição do <b>Arte no Parque</b>, que toma o Sítio Trindade, no Recife, com diversas ações de difusão e formação cultural. Idealizado pela fotógrafa e produtora cultural Luciana Ourique, o festival conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. O objetivo é estimular o desenvolvimento da cultura, da inclusão social, da acessibilidade e da troca de conhecimento através das artes integradas. A programação gratuita, e para toda a família, proporcionará atividades nas áreas de fotografia, cinema, música, artes visuais e literatura.</p>
<p>Plural, lúdico e híbrido, o <b>Arte No Parque</b> já chega com uma programação diversificada e com conteúdo relevante em sua primeira edição. “A ideia é passar um dia produtivo no parque, num local aberto e arborizado, com muita arte envolvida. É provocar um clima de exteriorização coletiva da diversão, cultura, música e todos os desdobramentos emocionais e culturais que a arte pode promover”, explica a produtora cultural Luciana Ourique.</p>
<p>O <b>Arte no Parque</b> oferecerá uma série de atividades como oficinas, projeções de fotografias e vídeos, mostra de cinema, exposição, performances artísticas e muita música. A área musical é um dos grandes destaques. O público poderá aproveitar apresentações diversificadas e com foco na música instrumental. O festival terá em sua programação as apresentações de Gilú Amaral, Isaar &amp; Maciel Salú, Lu Rabelo, Batuqueiros do Silêncio, Inconsciente Coletivo e Areia &amp; Grupo de Música Aberta.</p>
<div id="attachment_33217" aria-labelledby="figcaption_attachment_33217" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maciel-Salu-e-Isaar-Fotos-Adolfo-Sonteria-e-Diego-Di-Niglio-P.jpg"><img class="size-medium wp-image-33217" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maciel-Salu-e-Isaar-Fotos-Adolfo-Sonteria-e-Diego-Di-Niglio-P-607x375.jpg" width="607" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Salu e Isaar vão encerrar a programação da noite do sábado (23)</p></div>
<p>Para ensinar, o <b>Arte no Parque</b> conta com um time especial de artistas e outros profissionais conhecidos nacionalmente. As atividades educativas no Sítio Trindade serão ministradas pelo fotógrafo GHustavo Távora,  professor e cineasta Marcelo Paes de Carvalho, designer e grafiteiro Johny C., artista visual Lia Letícia,  VJs Retinantz, fotógrafa Ivana Borges, entre outros nomes.</p>
<p>As ações educativas serão oferecidas durante os dias de semana, tendo a culminância no final de semana. Já a programação com vivências, intervenções urbanas, performances, contação de histórias (com tradutor de Libras), workshops e shows será realizada durante o final de semana (23 e 24 de janeiro).</p>
<p>Para participar das oficinas, o interessado deverá efetuar a sua inscrição antecipadamente no <strong><a href="http://www.festivalartenoparque.com.br/cadastro/" target="_blank">AQUI</a>. </strong>Exclusivamente para estas ações educativas, o <b>Arte no Parque </b>oferece 20 vagas por atividade, que serão preenchidas por ordem de inscrição. As demais atividades são abertas ao público. Então é só chegar no dia e no horário marcados e participar.</p>
<p>Para completar a programação, o festival recebe a “Feira Arte No Parque”, nos dias 23 e 24 de janeiro (sábado e domingo). Com uma agenda recheada de literatura e artes visuais, a iniciativa terá a comercialização de livros, objetos de arte, fotografias, entre outros produtos. A atividade será uma boa oportunidade para incentivar o consumo consciente, além de conhecer o trabalho de produtores locais independentes.</p>
<p>E para garantir ainda mais conforto ao público, o <b>Arte no Parque</b> também terá uma área dedicada à alimentação. Várias food bikes participarão do evento com suas comidinhas. No cardápio, apenas opções saudáveis de alimentos e sucos. E esta será também uma ótima oportunidade de conhecer e adquirir produtos locais.</p>
<p>Confira a <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/programacao-arte-no-parque.pdf" target="_blank"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA </strong></a></p>
<p><b>Meio ambiente</b></p>
<p>Seguindo a proposta de ensinar, o <b>Arte No Parque</b> pretende despertar em crianças e adultos questões relevantes relacionadas ao nosso planeta. Para isto, o festival abraça a luta contra o desmatamento oferecendo atividades relacionadas à natureza. Em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade o festival vai oferecer ao público, no sábado (23), às 16h, vai distribuir e ensinar como plantar mudas de árvores floríferas. Assim, as pessoas que participarem da atividade poderão replicar e compartilhar os conhecimentos adquiridos.</p>
<p>A escolha deste tipo de vegetação foi realizada em conjunto com os gestores do Sítio Trindade, já que as árvores da área, em sua maioria, não são floríferas. Ou seja, além de aproveitar a programação do festival, o público vai contribuir para deixar o local ainda mais agradável e bonito. E como é importante dar o exemplo, esta ação também serve de contrapartida do <b>Arte no Parque</b> para reverter o uso de papéis impressos que serão utilizados durante a realização do evento.</p>
<p><b>Sítio Trindade</b></p>
<p>A escolha do Sítio Trindade para receber a primeira edição do <b>Arte no Parque</b> aconteceu por diversos fatores. Entre os motivos mais relevantes estão o fato do local ser apropriado para o desenvolvimento de ações de formação e artística nas diversas linguagens culturais oferecidas pelo festival e do espaço ser uma área tombada como patrimônio histórico pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), devido ao seu conjunto paisagístico e arquitetônico.</p>
<p>Segundo as informações da Prefeitura do Recife (PCR), o sítio histórico possui 6,5 hectares de área verde, onde está instalado um chalé de 600 m², que hoje é utilizado como espaço para a realização de atividades culturais. Ou seja, o <b>Arte no Parque</b> vai unir a vocação acolhedora do Sítio Trindade a uma programação diversificada, educativa e aberta ao público.</p>
<p><b>Mobilidade</b></p>
<p>Além de arborizado e agradável, o Sítio Trindade ainda tem outros atrativos. O local é de fácil acesso, tanto a pé como de ônibus, com pontos de parada bem na frente. E também é bem acessível para quem curte andar de bicicleta, já que a Estrada do Arraial integra a malha cicloviária do Recife. Por isso, o <b>Arte no Parque </b>incentiva seu público: venha aproveitar a programação gratuita a pé, de ônibus ou bicicleta.</p>
<p><b>Acessibilidade</b></p>
<p>Preocupada com as questões da inclusão e da acessibilidade, a organização do Festival Arte no Parque firmou uma parceria com a Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência (Sead) do Governo do Estado de Pernambuco. Desta forma, pessoas com deficiência motora, e que não têm condições de se deslocar para o Sítio Trindade, local do evento, contarão com o serviço de transfer com van adaptada para buscá-las em suas casas no Recife. O serviço gratuito estará disponível para o dia 23/01 (sábado) e será realizado por cinco veículos do programa PE Conduz.</p>
<p>Cada van poderá levar três cadeirantes e seus respectivos acompanhantes, totalizando seis passageiros por veículo. Desta forma, 30 pessoas poderão utilizar o serviço do PE Conduz para aproveitar as atrações do Arte no Parque no sábado. As vans vão buscar os cadeirantes às 13h em suas residências no Recife e o retorno para o mesmo endereço está marcado para as 19h. Para garantir o funcionamento do serviço, os horários serão cumpridos rigorosamente.</p>
<p>Para utilizar o serviço, basta o usuário efetuar o cadastramento previamente. Basta acessar o<a href="www.festivalartenoparque.com.br/cadastro" target="_blank"> link</a>, preencher o formulário e lembrar de marcar a opção “Sim, necessito do serviço de transfer”. A data limite para a inscrição no serviço é 20/01 (quarta-feira).</p>
<p>Além do serviço de transporte, os surdos contarão com tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante as apresentações de contação de histórias de Adélia Flor e da Turma Mangue e Tal.</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><b>Arte no Parque<br />
</b>Quando: de 19 e 24 de janeiro de 2016 (de terça-feira a domingo)<br />
Onde: Sítio Trindade (Estrada do Arraial, s/n, Casa Amarela – Recife)<br />
Entrada: gratuita<br />
Email: <a href="mailto:festivalartenoparque@gmail.com" target="_blank">festivalartenoparque@<wbr />gmail.com<br />
</a>Programação e inscrições: <a href="http://www.festivalartenoparque.com.br/" target="_blank">http://www.<wbr />festivalartenoparque.com.br<br />
</a>Redes sociais: fb.com/<wbr />festivalartenoparque e <a href="https://www.instagram.com/artenoparque/" target="_blank">instagr<wbr />am.com/artenoparque</a></p>
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		<title>Mônica Feijó leva frevo intimista para a Rouge Creperia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 17:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>A cantora <strong>Mônica Feijó</strong> apresenta, nesta quinta (6), o projeto <em>Frevo para Ouvir Deitado</em>, em que lança luz sobre o ritmo a partir de uma abordagem mais intimista. A apresentação acontece a partir das 21h, na Rouge Creperia. No show, ele sobe ao palco acompanhada do Terno de Areia, formado por Walter Areia (baixo), Hugo Linns (viola de 10) e Maíra Macedo (cavaquinho). A entrada custa R$ 20.</p>
<p><em>Frevo pra Ouvir Deitado</em> estreou na 21ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos, no início deste ano. No projeto, uma nova forma de ver, sentir e interpretar o frevo. O projeto foi idealizado por Mônica e Areia, com a proposta de dar ênfase às nuances rítmicas, harmônicas e poéticas do gênero, que é, comumente, associado ao agito frenético do carnaval pernambucano. A ideia, dessa vez, é fazer sobressair as sutilezas dos arranjos e canções, num espetáculo voltado, especialmente, para os ouvintes, os apreciadores do frevo. No repertório, obras de consagrados autores, como Carlos Fernando, Capiba, Nelson Ferreira, Aldemar Paiva, Getúlio Cavalcanti, J. Michilles e Caetano Veloso, e frevos de gerações mais recentes.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Frevo para Ouvir Deitado</em><br />
<em> com Mônica Feijó e Terno de Areia</em><br />
Quinta (6), às 21h<br />
Rouge Creperia | Praça de Casa Forte, 570, Casa Forte, Recife/PE<br />
R$ 20</p>
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		<title>Mônica Feijó desacelera o frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 15:08:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/frevo-ouvir-deitado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20070" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/frevo-ouvir-deitado.jpg" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Já imaginou um frevo em que toda aquela explosão dá lugar à contemplação e a uma escuta atenciosa e serena? Pois em seu novo projeto, a cantora <strong>Mônica Feijó</strong> desacelera o passo e lança luz sobre as nuances rítmicas, harmônicas e poéticas do ritmo. É o show “Frevo pra se ouvir deitado”, que ela apresenta nesta sexta (23), às 21h, no Teatro Hermilo Borba Filho (Bairro do Recife). A apresentação faz parte da programação do <a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2015" target="_blank"><strong>21º Janeiro de Grandes Espetáculos</strong></a>. E para esta empreitada, ela sobe ao palco acompanha do Terno de Areia, formado por Walter Areia (baixo), Hugo Linns (viola de 10) e Maíra Macedo (cavaquinho). Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada).</p>
<p>A ideia surgiu de conversas entre Mônica e Areia, quando constaram que era importante suprir uma carência de projetos para um público específico: os ouvintes do frevo. Aqueles que não são necessariamente foliões, mas que se debruçam, com prazer, na audição das belas obras do gênero. Para esse público atencioso, o ritmo frenético da lugar à calmaria que sobressai arranjos e minúcias de leveza e brilho.</p>
<p>O repertório do show gira em torno da obra de compositores consagrados do cancioneiro popular, como Carlos Fernando, Capiba, Nelson Ferreira, Aldemar Paiva, Getúlio Cavalcanti, J. Michilles e Caetano Veloso, além de também abrir portas para novas composições, que carregam em seus genes –  mesmo que inconscientemente – a proposta da delicadeza e de fazer do frevo não apenas um ritmo para se pular ou se esbaldar, mas também para se apreciar em todo o seu apuro.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Show “Frevo para se ouvir deitado”, com Mônica Feijó e Terno de Areia</em><br />
Sábado (24), às 21h<br />
Teatro Hermilo Borba Filho | Avenida Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife – Recife/PE<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada)</p>
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		<title>A psicodelia toma conta do Macuca Jazz &amp; Improviso</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 15:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Zona Rural de Correntes viverá momentos de pura psicodelia neste fim de semana. A tradicional Fazenda da Macuca, conhecido reduto campestre que, há décadas, promove a cultura do estado, recebendo jovens de várias gerações, vai abrigar a 10ª edição de uma de suas diversas frentes culturais: o Macuca Jazz &#38; Improviso. O festival, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17245" aria-labelledby="figcaption_attachment_17245" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rapha Oliveira/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-10.jpg"><img class="size-medium wp-image-17245" alt="Rapha Oliveira/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-10-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Lendária banda do udigrudi pernambucano, Ave Sangria se apresenta nesta sexta (21)</p></div>
<p>A Zona Rural de Correntes viverá momentos de pura psicodelia neste fim de semana. A tradicional Fazenda da Macuca, conhecido reduto campestre que, há décadas, promove a cultura do estado, recebendo jovens de várias gerações, vai abrigar a 10ª edição de uma de suas diversas frentes culturais: o <a href="http://www.boidamacuca.com.br/" target="_blank"><strong>Macuca Jazz &amp; Improviso</strong></a>. O festival, que começa nesta sexta (21) e segue até o próximo domingo (23), trará shows, cortejos, recitais de poesia, entre outras atividades culturais. Entre as 16 atrações musicais, estão nomes de peso, como Duofel (SP), Anjo Gabriel (PE), Juliano Holanda (PE), Projeto CComa (RS), Areia (PE) e a lendária banda Ave Sangria (PE), atração mais aguardada nesta edição. Confira <strong><a href="http://www.boidamacuca.com.br/programacao.php" target="_blank">AQUI </a></strong>a programação completa. O 10º Macuca Jazz &amp; Improviso tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>.</p>
<p>As festividades que a Fazenda da Macuca vem promovendo ao longo dos anos, sempre com onipresente e mítica figura do Boi da Macuca, já se tornaram destino certo de centenas de jovens do estado – e de fora dele – atraídos pelo clima rústico do lugar, um verdadeiro “Woodstock pernambucano” que acolhe os visitantes acampados pelos seus gramados. Com o Macuca Jazz &amp; Improviso não poderia ser diferente: a atmosfera do local e do evento, que agrega cultura popular, experimentalismo, jazz e rock, acerta em cheio o público jovem – assim os “de espírito” também. O espaço na Macuca oferecerá acessibilidade para cadeirantes, o espaço para camping, atividades de ecoturismo &#8211; para aqueles que quiserem desfrutar de suas belezas naturais, desbravando o local -, assim como praça de alimentação.</p>
<p>O agito do Macuca Jazz &amp; Improviso contará com as picapes dos DJs Renato da Mata, Soma, Agui Rock e Blind Beer.</p>
<div id="attachment_17254" aria-labelledby="figcaption_attachment_17254" class="wp-caption img-width-580 alignnone" style="width: 580px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/anjogabriel.jpg"><img class="size-full wp-image-17254" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/anjogabriel.jpg" width="580" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Anjo Gabriel (PE) e sua música com ares de psicodelia setentista também marcam presença na sexta (21)</p></div>
<p>Os ingressos custam R$ 90 (para os três dias), R$ 50 (sexta ou sábado)* e R$ 30 (domingo)*. Além disso, há a opção de camping, por R$ 30 (por barraca), ou R$ 100 (camping para os três dias). Os bilhetes estão à venda <a href="http://www.boidamacuca.com.br/ingressos.php" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>*Para estas opções, há também o valor de meia-entrada.</p>
<p><strong>História</strong><br />
O grupo popular Boi da Macuca surgiu em 1989, na fazenda Macuca localizada em Correntes, zona rural do agreste Pernambucano. O projeto nasceu da imaginação do geólogo José Oliveira Rocha, o Zé da Macuca, que abandonou sua carreira em uma grande empresa para ocupar a fazenda herdada de seu pai. Zé da Macuca aprendeu a cuidar da terra e do gado, mas descobriu a existência de um boi mítico, irreverente e brincante presente no imaginário popular da região.</p>
<p>Para uma região carente de serviços básicos como educação e saúde onde investimentos em cultura passam longe, o Boi da Macuca é uma espécie de oásis no meio do agreste. É o Boi que brinca levando alegria, educação, musica e auto-estima as tantas Marias, Zefinhas , Zés e Toninhos e tantos outros que saem para seus terreiros a procura do encantamento do Boi.</p>
<p>A princípio a festa acontecia apenas durante os festejos juninos, mas a partir de 2000, Zé da Macuca resolveu realizar também um festival de música no mês de fevereiro com bandas e camping disponível ao público.</p>
<p>Em 2005, o festival passou a acontecer em novembro e desde então acontecem regularmente quatro festas anuais: Macuca Brinquedos Populares, em fevereiro, o São João da Macuca, em junho, Concerto na Macuca, em setembro, e o Macuca Jazz &amp; Improviso, que acontece de 21 a 23 de novembro.</p>
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		</item>
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		<title>Juliano Holanda: &#8220;Areia é um artista em constante movimento&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/juliano-holanda-areia-e-um-artista-em-constante-movimento/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2014 17:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cultura.PE estreia, nesta quarta (24), a seção &#8220;Eu indico&#8221;, onde um artista recomenda ao portal e aos internautas alguma obra musical (LP, CD, DVD) de outro pernambucano, além de comentá-la. E quem dá o pontapé inicial neste novo espaço é Juliano Holanda, múltiplo artista, que atua como produtor, músico, compositor e, mais recentemente, cantor, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/juliano-holanda.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14285" alt="Daniela Nader/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/juliano-holanda-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Cultura.PE estreia, nesta quarta (24), a seção &#8220;Eu indico&#8221;, onde um artista recomenda ao portal e aos internautas alguma obra musical (LP, CD, DVD) de outro pernambucano, além de comentá-la. E quem dá o pontapé inicial neste novo espaço é <strong><a href="http://julianoholanda.com.br/" target="_blank">Juliano Holanda</a></strong>, múltiplo artista, que atua como produtor, músico, compositor e, mais recentemente, cantor, em seus dois discos solos &#8220;A arte de ser invisível&#8221; e &#8220;Para saber ser nuvem de cimento quando o céu for de concreto&#8221;, ambos de 2013.</p>
<p>Juliano indica o DVD &#8220;<strong>Areia e Grupo de Música Aberta&#8221;</strong>. O trabalho foi lançado em março deste ano e tem incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/areia-e-grupo-de-musica-aberta.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14286" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/areia-e-grupo-de-musica-aberta-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>E comenta:</p>
<p>&#8220;<em>Areia é um artista em constante movimento. Não nesse ritmo distraído de carros e prédios, mas, um fluir sincero de rios e mares. Há em sua música uma compreensão real do valor das pausas, o uso perfeito das dissonâncias e mudanças de compasso. Ouvir o Grupo de Música Aberta é como assistir a uma conversa inteligente, ler um bom livro ou ver um ótimo filme. E a lógica é sempre o sentimento. Diferente do seu trabalho anterior, intitulado Areia Projeto, quando haviam canções instrumentais totalmente escritas e executadas, além do inseparável baixo acústico, por violão, bandolim e cavaquinho, esse Música Aberta possui sanfona (Júlio César), sax (Ivan do Espírito Santo), bateria (Cássio Cunha) e a tônica está no improviso.</em></p>
<p><em>Os temas propostos pelo baixista constroem estradas certeiras onde os demais músicos bem sabem pisar. Eu poderia aqui falar de modalismos, outsides, Coltranes, free jazz, etc e tal, mas, é muito mais justo dizer: o DVD Areia e Grupo de Música Aberta é uma celebração à música e ao ofício de ser músico. Um convite para escutar o tempo, que leva o ouvinte a passar ao largo de máquinas, buzinas, anúncios, semáforos, arranha-céus e adentrar numa jornada rumo a si mesmo. Você é capaz?</em>&#8221;</p>
<p>Confira um pouco do trabalho de Areia e Grupo de Música Aberta:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/iXFZqjUPVbo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/GxriWfaTlRI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>&#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; marca estreia de Cláudia Beija em disco solo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 21:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Após cerca de três décadas emprestando sua voz a trabalhos dos mais diversos artistas &#8211; entre eles, Alceu Valença, Wilson Simonal, Elba Ramalho, Geraldo Maia, Nena Queiroga, Claudionor Germano, China, entre outros &#8211; , eis que a cantora pernambucana Cláudia Beija alça voo solo. Em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, primeiro álbum que traz seu nome estampando a capa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após cerca de três décadas emprestando sua voz a trabalhos dos mais diversos artistas &#8211; entre eles, Alceu Valença, Wilson Simonal, Elba Ramalho, Geraldo Maia, Nena Queiroga, Claudionor Germano, China, entre outros &#8211; , eis que a cantora pernambucana Cláudia Beija alça voo solo. Em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, primeiro álbum que traz seu nome estampando a capa, ela reúne toda a experiência adquirida ao longo dessa trajetória e, o melhor de tudo: grandes amigos de vida e de música. Cláudia lança o CD, nesta quarta (17), com um pocket-show, a partir das 19h, na loja Passa Disco, que fica no Shopping Sítio da Trindade.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14141" alt="Pedro Dzelme/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg" width="470" height="230" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Uma colcha de retalhos</em>&#8220;. É assim que Cláudia Beija define &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. também pudera: ao longo de tantos anos de carreira artística &#8211; iniciada nos anos 1980, quando cantou, pela primeira vez, no lendário bar Som das Águas -, a cantora utilizou da versatilidade para fazer da sua voz canto para os mais diversos estilos, o que a fez desaguar nesse imenso mar chamado MPB, como ela acredita. &#8220;<em>Não quis seguir nenhum movimento ou tendência musical. Minha única vontade era cantar</em>&#8220;, conta ela sobre o repertório do disco. Em A.MA.R.T.E, estão presentes pitadas de samba, bossa, pop, bolero, música rural, reggae, etc.</p>
<p>E para dar corpo a essa pluralidade musical, um hall de compositores também dos mais diversos. Autores consagrados, como Noel Rosa (&#8220;Último desejo&#8221;), João Donato (&#8220;Flor de Maracujá&#8221;, com Lysias Enio) e Lula Queiroga (&#8220;O habitat da felicidade&#8221;), estão presentes no disco. Jovens compositores também foram trazidos para o repertório de Cláudia: China, Jr. Black, Zé Manoel, Yuri Queiroga, Ylana Queiroga, Julio Morais estão entre os nomes que presentearam a cantora. &#8220;<em>Eu não segui um roteiro ou conceito que amarrasse as músicas dos disco. meu critério de escolha foi a emoção que cada uma dessas músicas me causa</em>&#8220;, explica. É o exemplo da faixa que abre o CD, &#8220;Vamos a Marte&#8221;, de Henrique Macêdo e Paulo Marcondes, e que inspirou o título do disco. Foi paixão à &#8220;primeira audição&#8221;. &#8220;<em>Ela foi gravada no disco &#8216;Minha praia&#8217;, de Henrique, em que eu fiz backing vocal. Quando ouvi pela primeira vez, pensei &#8216;um dia, vou gravar essa música!</em>&#8216;&#8221;. Daí, ela já teria a primeira música do disco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13847" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O processo de amadurecimento para resolver protagonizar seu próprio trabalho veio com o tempo. &#8220;<em>Eu já tinha feito tanta coisa, trabalhado com tanta gente. Achei que tinha chegado minha hora</em>&#8220;, conta Cláudia. A feitura do disco levou quatro anos. Com produção do baixista Caca Barreto, que toca com Cláudia, ela conseguiu trazer ao disco um tanto do que aprendeu durante a carreira, seu gosto pessoal e sua afinidade com a música. &#8220;F<em>oi um processo bem artesanal. Caca tinha horas disponíveis no seu estúdio e, fomos aos poucos, gravando</em>&#8220;. Cláudia se cercou de diversos amigos cativos para dar vida ao disco. Nomes como Spok, Juliano Holanda Lucas dos Prazeres, Thiago Hoover (que canta com Cláudia em &#8220;Nossa&#8221;), Publius, Walter Areia, Spok e Elba Ramalho (que divide os vocais em &#8220;Flor de Maracujá&#8221;) reforçam o time que está em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. &#8220;<em>É um trabalho que me deixou muito feliz, pois consegui reunir amigos e música</em>&#8220;, conclui.</p>
<p>No pocket-show que Cláudia Beija apresenta nesta quarta (17), às 19h, participam Thiago Hoover, Publius e Quarteto Encore. &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; já está sendo vendido na loja Passadisco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Lançamento do CD &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, de Cláudia Beija</strong><br />
Quarta (17), às 19h<br />
Loja Passadisco, no Shopping Sítio da Trindade (Estrada do Encanamento, 480, loja 07, Parnamirim &#8211; Recife/PE)<br />
Aberto ao público</p>
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