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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ariano Suassuna</title>
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		<title>Secult-PE abre fase de recursos ao resultado preliminar da análise documental do 9° Prêmio Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 16:13:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), iniciou a fase de recursos ao resultado preliminar da análise documental do 9° Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia. Os proponentes que foram inabilitados podem enviar seus recursos até esta quarta-feira (11/06), por meio do Mapa Cultural de Pernambuco. O prêmio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), iniciou a fase de recursos ao resultado preliminar da análise documental do 9° Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia. Os proponentes que foram inabilitados podem enviar seus recursos até esta quarta-feira (11/06), por meio do Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>O prêmio irá reconhecer e valorizar mestres e mestras dos saberes e fazeres, bem como coletivos, grupos ou comunidades atuantes na área de Cultura Popular, além de fomentar a produção da Dramaturgia no Estado.</p>
<p>O concurso tem como objetivo premiar oito representantes dessas tradições, saberes e práticas culturais, assim como premiar seis obras de teatro, contemplando projetos voltados para o público adulto e também infantil, e incentivando a criação de textos inéditos. Serão contempladas propostas das quatro macrorregiões de desenvolvimento do Estado (Zona da Mata, Agreste, Sertão e Região Metropolitana do Recife).</p>
<p>Como parte de suas ações, o edital também prevê a publicação das obras premiadas na categoria de Dramaturgia, reforçando seu compromisso com o incentivo à escrita dramática. Dessa forma, busca fortalecer a identidade cultural pernambucana, assegurar a continuidade das tradições, estimular a criação artística contemporânea e garantir o cumprimento das legislações vigentes.</p>
<p><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2613/#info">Confira o edital aqui.</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/secult-pe-abre-inscricoes-para-o-9-premio-ariano-suassuna-de-cultura-popular-e-dramaturgia/">Leia mais aqui. </a></p>
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		<title>Secult-PE abre inscrições para o 9° Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 14:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As inscrições para o 9° Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia estão abertas a partir desta quinta-feira (24/04) e seguem até as 16h59 do dia 22 de maio de 2025, exclusivamente no Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br). O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), tem o intuito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/premio-cultura25_CARD-DRAMATURGIA2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-117524" alt="premio-cultura25_CARD-DRAMATURGIA" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/premio-cultura25_CARD-DRAMATURGIA2-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">As inscrições para o 9° Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia estão abertas a partir desta quinta-feira (24/04) e seguem até as 16h59 do dia 22 de maio de 2025, exclusivamente no Mapa Cultural de Pernambuco (<a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/">www.mapacultural.pe.gov.br</a>). O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), tem o intuito de reconhecer e valorizar mestres e mestras dos saberes e fazeres, bem como coletivos, grupos ou comunidades atuantes na área de Cultura Popular, além de fomentar a produção da Dramaturgia no Estado.</p>
<p style="text-align: left;">O concurso tem como objetivo premiar oito representantes dessas tradições, saberes e práticas culturais, assim como premiar seis obras de teatro, contemplando projetos voltados para o público adulto e também infantil, e incentivando a criação de textos inéditos. Serão contempladas propostas das quatro macrorregiões de desenvolvimento do Estado (Zona da Mata, Agreste, Sertão e Região Metropolitana do Recife).</p>
<p style="text-align: left;">Como parte de suas ações, o edital também prevê a publicação das obras premiadas na categoria de Dramaturgia, reforçando seu compromisso com o incentivo à escrita dramática. Dessa forma, busca fortalecer a identidade cultural pernambucana, assegurar a continuidade das tradições, estimular a criação artística contemporânea e garantir o cumprimento das legislações vigentes.</p>
<p style="text-align: left;">A premiação tem a honra de levar o nome de Ariano Suassuna, uma das figuras mais emblemáticas da cultura brasileira. Pensador, professor, dramaturgo, romancista, poeta, artista plástico e gestor público, dedicou sua vida à valorização das expressões artísticas nacionais, sendo fundamental para a exaltação da cultura nordestina. Seu trabalho destacou a riqueza das manifestações populares, unindo literatura de cordel, teatro, música e artes plásticas em uma estética singular e autenticamente brasileira. Utilizou humor e crítica social para refletir sobre a identidade e os desafios do País. O edital não apenas homenageia sua memória, mas também incentiva novos artistas a se inspirarem na autenticidade e nas tradições populares.</p>
<p style="text-align: left;">“O edital é mais uma oportunidade que o Governo de Pernambuco, através da Secult-PE, está oferecendo aos fazedores e fazedoras de cultura do nosso Estado. O concurso tem como objetivo reconhecer práticas das culturas populares, assim como promover e valorizar obras dramatúrgicas, fortalecendo as manifestações artísticas e os diálogos culturais entre as gerações”, expressa a secretária de Cultura”, Cacau de Paula.</p>
<p style="text-align: left;">O certame considera áreas da Cultura Popular as práticas individuais ou coletivas de transmissão de saberes e fazeres, preservação da memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios. Essas práticas abrangem manifestações religiosas, rituais e festas populares, mitos, histórias e outras narrativas orais, medicina popular, práticas de sustentabilidade ambiental, alimentação e culinária popular, palha da bananeira, rendas, confecções têxteis de caráter artesanal, pinturas, olarias, gessaria, desenhos, grafismos e outras formas de expressão plástica, artesanato, literatura, danças dramáticas e música. Todas essas práticas e conhecimentos são vivenciados e transmitidos pelos mestres e grupos da Cultura Popular pernambucana. Na área da Dramaturgia, são consideradas as obras literárias inéditas do gênero dramático destinadas ao teatro.</p>
<p style="text-align: left;">O valor total para seleção das propostas é de R$ 151.000,00 (cento e cinquenta e um mil reais). Nas área da Cultura Popular, o recurso será distribuído por até oito prêmios em duas categorias: Mestres e Mestras dos Saberes e Fazeres (quatro propostas, cada uma com R$ R$10.000,00) e Coletivos/Grupos/Comunidades (quatro propostas, cada uma com R$ R$15.000,00). Na área de Dramaturgia serão distribuídos até seis prêmios em duas categorias: Teatro Adulto (três propostas, cada uma com R$ R$ 8.500,00) e Teatro Infantil (três propostas, cada uma com R$ R$ 8.500,00).</p>
<p style="text-align: left;">As propostas serão analisadas por uma Comissão de Seleção nomeada pela Secretária de Cultura em portaria publicada no Diário Oficial do Estado de Pernambuco. A comissão será formada por, no mínimo, três profissionais com experiência e conhecimento nas áreas, sendo coordenada por um(a) técnico(a) da administração pública estadual.</p>
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		<title>7º e 8º Prêmio Ariano Suassuna de Culturas Populares e Dramaturgia tem resultado final divulgado</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 23:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, divulga o resultado final do 7º e 8º Prêmio Ariano Suassuna de Culturas Populares e Dramaturgia. O resultado final pode ser conferido aqui. Lançado em 2015 pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/ARIANO-FINAL.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114901" alt="ARIANO-FINAL" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/ARIANO-FINAL-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, divulga o resultado final do 7º e 8º Prêmio Ariano Suassuna de Culturas Populares e Dramaturgia. O resultado final pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/RESULTADO_FINAL___PRA_u0160MIO_ARIANO_SUASSUNA.pdf">aqui</a>.</p>
<p>Lançado em 2015 pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, através do Decreto Nº 41.954 de 27 de julho de 2015, o prêmio homenageia um importante nome de nossa história cultural: o escritor Ariano Suassuna.</p>
<p>Premia práticas na cultura popular, individuais ou coletivas, de transmissão de saberes e fazeres, preservação da memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios, entre outras práticas e demais conhecimentos.</p>
<p>Em Dramaturgia são premiadas obras inéditas do gênero dramático. Em Cultura Popular são duas Categorias: Mestres e Mestras dos Saberes e Fazeres, e Coletivos / Grupos / Comunidades. Em Dramaturgia são duas Categorias: Teatro Adulto e Teatro para Infância</p>
<p>O concurso conta com um valor total de premiação de R$ 300 mil reais e premiará até 12 propostas de dramaturgia e 16 de Cultura Popular.</p>
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		<title>Wêlson Nunes traz seu solo de stand-up para o Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:34:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna recebe, nesta sexta-feira (21), às 20h, o espetáculo Wêlson Nunes: Patrocinado por Mike, C&#38;Lá e Craro. Trata-se do primeiro show solo de stand-up comedy do artista, que se encontra atualmente em turnê nacional. Graduado em engenharia, o humorista e ator pernambucano Wêlson Nunes traz em seu novo show as experiências [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110242" aria-labelledby="figcaption_attachment_110242" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Wêlson-Nunes.jpg"><img class="size-medium wp-image-110242" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Wêlson-Nunes-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O humorista e ator pernambucano Wêlson Nunes</p></div>
<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna recebe, nesta sexta-feira (21), às 20h, o espetáculo Wêlson Nunes: Patrocinado por Mike, C&amp;Lá e Craro. Trata-se do primeiro show solo de stand-up comedy do artista, que se encontra atualmente em turnê nacional.</p>
<p>Graduado em engenharia, o humorista e ator pernambucano Wêlson Nunes traz em seu novo show as experiências da vida simples que viveu no Nordeste, dos sonhos e das conquistas. Ele fala no palco de uma perspectiva única que sua vivência como nordestino no Rio de Janeiro lhe trouxe e promete arrancar risadas de todo o público.</p>
<p>A ausência paterna, a falta de incentivo à vida artística, as limitações financeiras, a educação cristã e suas fortes relações com programas de políticas públicas são fortemente exploradas no espetáculo oferecido pelo comediante numa disparadora de risadas com cerca de uma hora de duração. O espetáculo possui classificação livre e promete garantir a satisfação de todos os tipos de público.</p>
<p>O show, que passou em maio pelo Rio de Janeiro, volta para o Sudeste desembarcando em São Paulo, em 29 de junho. No mês seguinte retorna aos palcos fluminenses de onde segue para Brasília e Goiânia.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><em><strong>Espetáculo de stand-up comedy </strong></em><strong>Wêlson Nunes: Patrocinado por Mike, C&amp;Lá e Craro</strong><em><strong> -</strong> sexta-feira (21), às 20h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE). Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada). Classificação indicativa: livre</em></p>
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		<title>Espetáculo Ao Paraíso é o cartaz do Teatro Arraial Ariano Suassuna no fim de semana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-ao-paraiso-e-o-cartaz-do-teatro-arraial-ariano-suassuna-no-fim-de-semana/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2024 14:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Coletivo Flutuante retorna aos palcos recifenses com o espetáculo Ao Paraíso em suas primeiras apresentações do ano, que ocorrem nos próximos sábado e domingo, 25 e 26 de maio, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Ao Paraíso narra a história do herdeiro de uma funerária que, junto com sua esposa e o amante dela, administra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109855" aria-labelledby="figcaption_attachment_109855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Ao-Paraíso-Foto-Morgana-Narjara-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109855" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Ao-Paraíso-Foto-Morgana-Narjara-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do espetáculo Ao Paraíso</p></div>
<p>O Coletivo Flutuante retorna aos palcos recifenses com o espetáculo <em>Ao Paraíso</em> em suas primeiras apresentações do ano, que ocorrem nos próximos sábado e domingo, 25 e 26 de maio, no Teatro Arraial Ariano Suassuna.</p>
<p><em>Ao Paraíso</em> narra a história do herdeiro de uma funerária que, junto com sua esposa e o amante dela, administra o negócio fadado à falência. Ele vê seu destino mudar de rota após a chegada de um misterioso andarilho na cidade.</p>
<p>O suspense e a comédia caminham lado a lado no espetáculo que mistura o drama clássico com performance, dança e musical e ainda passeia pelo teatro de sombras e do absurdo.</p>
<p>Com texto e direção de Valécio Bruno, o espetáculo é inspirado em obra de Hermilo Borba Filho e resultado da pesquisa vencedora do edital O Aprendiz em Cena 2020.</p>
<p><em>Ao Paraíso</em> estreou em agosto de 2022. Em 2023, obteve aprovação no edital do Fundo de Incentivo à Cultura da Prefeitura do Recife (FIC) e integrou as programações da 20ª Semana Hermilo e do 22º Festival Recife do Teatro Nacional.</p>
<p>Integram o elenco da peça a atriz Sandra Rino e os atores Samuel Lira, Pascoal Filizola e Inácio Dantas, além de Liverson Paiva, que faz a interpretação de libras de maneira diferenciada. Ele participa da cena conduzindo o olhar de quem precisa da tradução de maneira que não se perca nenhum detalhe.</p>
<p>&#8220;Teatro é movimento, não é só fala. A cena acontece no corpo dos atores e no espaço cênico. Quando desvio esse olhar para um canto do palco estou fazendo com que a pessoa com deficiência auditiva perca a cena em si. Então inserir esse intérprete dentro da cena é uma ideia nova para transformar a experiência dessas pessoas no teatro&#8221;, explica Valécio Bruno.</p>
<p>O espetáculo tem direção de movimentos de Sandra Rino, cenário de Cláudio Lira, iluminação de Natalie Revoredo, figurinos de Paulo Pinheiro e trilha sonora original de Rodrigo Guilherme e Valécio Bruno.</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
Texto e direção: Valécio Bruno<br />
Elenco: Inácio Dantas, Pascoal Filizola, Samuel Lira e Sandra Rino<br />
Coreografia e direção de movimento: Sandra Rino<br />
Cenário: Cláudio Lira<br />
Figurino: Paulo Pinheiro<br />
Visagismo: Inacio Dantas e Rodrigo Guilherme<br />
Iluminação: Natalie Revoredo<br />
Desenho de som e sonoplastia: Rodrigo Guiherme<br />
Trilha sonora original: Rodrigo Guilherme e Valécio Bruno<br />
Programação visual: Felipe Prado<br />
Produção: ErreGê Produções<br />
Realização: Coletivo Flutuante</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Ao Paraíso</em> –</strong> <em>sábado, às 20h, e domingo, às 18h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE. Telefone: 81-31843057). Ingressos: R$ 50 e R$ 25 (meia), à venda no site Sympla. Classificação indicativa: 14 anos</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-grial-tem-sua-historia-armorial-registrada-em-livro-da-cepe/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
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		<title>Mostra Movimento Armorial 50 Anos chega ao Recife neste mês no Mepe</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 19:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de passar por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, atraindo um público de cerca de 250 mil pessoas, e aportar na região Nordeste com um estrondoso sucesso em sua estadia em Campina Grande, na Paraíba, com cerca de 35.000 visitantes, a mostra Movimento Armorial 50 chega ao Recife para cumprir uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105691" aria-labelledby="figcaption_attachment_105691" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/armorial-min-1.png"><img class="size-medium wp-image-105691" alt="A Mostra Armorial 50 anos aportará no Mepe no dia 18 de outubro" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/armorial-min-1-486x486.png" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Mostra Armorial 50 anos aportará no Mepe no dia 18 de outubro</p></div>
<p>Depois de passar por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, atraindo um público de cerca de 250 mil pessoas, e aportar na região Nordeste com um estrondoso sucesso em sua estadia em Campina Grande, na Paraíba, com cerca de 35.000 visitantes, a mostra <i>Movimento Armorial 50</i> chega ao Recife para cumprir uma temporada cheia de simbolismos e significados. O universo mágico que se inspira em elementos da cultura popular para conceber obras eruditas em diversas linguagens artísticas, linha mestra do movimento criado pelo escritor, dramaturgo, professor e artista plástico Ariano Suassuna (1927-2014), poderá ser conferido através de uma exposição com mais de 140 itens, que será aberta no próximo dia 18, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) e seguirá até o dia 7 de janeiro. A mostra conta, ainda, com uma série de encontros musicais e rodas de conversas. O público tem acesso gratuito à programação, através da plataforma Sympla. Os ingressos poderão ser retirados a partir do dia 10.</p>
<p>Idealizada pela produtora Regina Rosa de Godoy, com curadoria de Denise Mattar e consultoria de Manuel Dantas Suassuna, artista plástico e filho de Ariano, e do professor Carlos Newton Júnior, a mostra foi pensada como uma celebração aos 50 anos do Movimento Armorial, fundado no Recife, em 1970. Deveria ter sido realizada em 2020, mas entrou no rol das produções que precisaram ser proteladas por conta da pandemia de Covid-19. A Mostra teve estreia em dezembro de 2021 e seguiu para o  público do Sudeste e Centro-Oeste do Brasil até o início de 2023. A vinda para a região onde tudo começou, o Nordeste, foi viabilizada graças ao patrocínio do Ministério da Cultura e da Petrobras.</p>
<p>“A obra de Ariano Suassuna, de Samico, de Brennand, de Miguel dos Santos e dos muitos artistas que fazem o Movimento Armorial é atemporal e por ser profundamente brasileira, precisa ser cada vez mais difundida em nosso país. Desde o começo, nós queríamos que a mostra acontecesse no Nordeste &#8211; na Paraíba, onde nasceu Ariano, e em Pernambuco, que é o estado onde o movimento foi criado, onde Ariano passou a maior parte da vida. Iniciamos a Mostra em outros estados, mas, a parceria com a Petrobras possibilitou este encontro dos pernambucanos com a Mostra. Estivemos em Pernambuco na concepção e na pré-produção do projeto, conversando com a família, com a maior parte dos colecionadores, viabilizando desde a parte conceitual à cessão das obras que fazem parte do acervo da<i> Armorial 50</i>. Esse retorno, trazendo a mostra completa, é uma alegria e também um agradecimento”, explica a idealizadora e produtora da mostra, Regina Rosa de Godoy, que destaca também a coincidência de datas de celebração dos aniversários do Movimento Armorial, que chega aos 53 anos(18/10), e da Petrobras, que também em outubro comemora 70 anos desde sua criação(03/10). &#8220;Uma união de energia, cores e alegria, em prol da cultura popular brasileira&#8221;.</p>
<p>A chegada a Pernambuco acontece em meio a uma nova onda de buscas pela obra de Ariano Suassuna. Desde o anúncio da produção de<i> O Auto da Compadecida 2</i>, exatamente 23 anos após o lançamento do primeiro longa-metragem, os perfis nas redes sociais que se dedicam a postar trechos das aulas-espetáculos e palestras do escritor passaram a contar com cada vez mais seguidores e “curtidas”. O que sinaliza o surgimento de uma nova geração que está ávida em se aprofundar sobre a obra do paraibano que bebeu do popular para criar peças eruditas e acabou por se transformar em um verdadeiro ícone da cultura pop.</p>
<p>“O MEPE se destaca como o local ideal para abrigar a exposição, sendo um espaço que preserva e promove a história e a cultura da região. A presença da exposição é um evento de grande magnitude para o museu e para o estado, enriquecendo a experiência cultural dos visitantes e reafirmando a importância do Movimento Armorial na narrativa artística e histórica de Pernambuco”, avalia o diretor do Museu do Estado de Pernambuco, Rinaldo Carvalho.</p>
<p>Na esteira desse momento de efervescência em torno da obra de Ariano, a mostra preparou uma série de celebrações que despertarão ainda mais o interesse pelo movimento. O dia de abertura da exposição será especial, já que, 53 anos atrás, em 18 de outubro de 1970, o Quinteto Armorial se apresentava na Catedral de São Pedro dos Clérigos, no Pátio de São Pedro, região central do Recife, no concerto que registra o início do movimento. Para celebrar a data, a igreja volta a abrir suas portas para a música armorial, na primeira apresentação dos Encontros Petrobras de Música Armorial, com o espetáculo <i>Concerto para Ariano &#8211; 53 anos do Armorial</i>. Dessa vez, o grupo Quinteto da Paraíba, que há 32 anos se dedica a manter acesa a chama da música armorial, assume o palco para executar clássicos da música regional nordestina.</p>
<p>“Nós preparamos um repertório essencialmente armorial para essa apresentação que nós estamos encarando como uma coroação e uma responsabilidade muito grande. Do concerto inaugural do Movimento Armorial, vamos executar a <i>Suíte Sem lei nem rei, </i>do mestre Capiba, que é composta por três peças. Também apresentaremos um material do nosso disco Música Armorial, lançado em 1996, pelo selo inglês Nimbus e que traz clássicos de Antônio José Madureira, Antônio Nóbrega e Jarbas Maciel”, comenta o contrabaixista do Quinteto da Paraíba, Xisto Medeiros. Passado e presente da música Armorial se encontram neste concerto, em uma homenagem muito especial.</p>
<p><b>IMERSÃO EM UM UNIVERSO MULTICULTURAL</b></p>
<p>O visitante que for ao MEPE poderá conferir 140 obras de artistas importantes para a arte Armorial, como o próprio Ariano, Miguel dos Santos, Francisco Brennand, Gilvan Samico, Aluísio Braga, Zélia Suassuna e Lourdes Magalhães. A maior parte das obras pertence a colecionadores particulares e a instituições &#8211; como a Universidade Federal de Pernambuco, o Museu da Arte Moderna Aluísio Magalhães e a Oficina Brennand &#8211; e nunca haviam saído do Recife. Ao acervo original do Movimento Armorial se somam obras mais contemporâneas, como as do artista plástico, Manuel Dantas Suassuna, e uma intervenção do xilogravurista Pablo Borges, filho do mestre J. Borges, mostrando que a produção armorial se renova e se mantém mais viva do que nunca.</p>
<p>Na ampla pesquisa e seleção dos elementos que compõem a mostra, capitaneadas com maestria pela premiada curadora Denise Mattar, há espaço para uma multiplicidade de linguagens artísticas. Quem for ao MEPE terá a oportunidade de fazer uma imersão no Movimento Armorial através das artes plásticas, da música, da dança, da xilogravura, da literatura de cordel, do cinema e de recortes das aulas espetáculos do mestre Ariano. Em cada espaço da exposição será possível conferir as muitas vertentes da cultura armorial, desde referências da cultura popular que serviram de inspiração para os artistas, até o produto final de suas criações. Um passeio imperdível pelas marcas de uma corrente que se encarregou de apresentar o Brasil real aos brasileiros, em seus mais profundos saberes, sentidos e costumes.</p>
<p>Os conceitos elaborados por Denise ganham vida através da cenografia multicolorida de Guilherme Isnard, da identidade visual de Ricardo Gouveia de Melo, responsável pela conteúdo visual dos últimos projetos de Ariano, e do design de Ana Lucas responsável pela produção das peças gráficas da mostra. De acordo com a curadora, o projeto é fiel às ideias de Ariano Suassuna, apresentando às novas gerações o trabalho pioneiro e engajado do autor, mostrando como ele propunha uma volta às raízes brasileiras, com profundo respeito à diversidade e às tradições, mas apresentando tudo de forma mágica, lúdica e plena de humor. &#8220;Um humor que faz pensar”, afirma Denise.</p>
<p><b>Espaço Cícero Dias &#8211; Térreo</b></p>
<p>As boas-vindas à Mostra Movimento Armorial 50 será dada pela mítica <i>Onça Caetana</i>,  personagem de mitos sertanejos presente na obra do grande mestre Ariano Suassuna e que se materializa para a exposição através de uma alegoria de quase quatro metros de comprimento. A <i>Onça</i>, que passeou por todas as cidades que sediaram a mostra e também cumpre o papel de espaço instagramável, foi confeccionada em Belo Horizonte, pelo artista bonequeiro Agnaldo Pinho.</p>
<p>Neste pavimento, o visitante ainda poderá começar a mergulhar na vida de Ariano Suassuna, através de uma cronologia ilustrada com fotos raras que apresenta a trajetória pessoal e artística do ilustre paraibano e do próprio Movimento Armorial. Também estarão expostos estandartes de agremiações da representantes da cultura popular e capas dos relanamentos dos livros de Ariano. Ainda no térreo, mais especificamente no salão que dá acesso à galeria, haverá uma obra do xilogravurista Pablo Borges, feita especialmente para esta etapa de Recife, com uma homenagem a Ariano e outros mestres armoriais.</p>
<p><b>Espaço Cícero Dias &#8211; primeiro andar, galerias Ladjane Bandeira, Lula Cardoso Ayres e Vicente do Rêgo Monteiro</b></p>
<p>Além do térreo, a exposição <i>Armorial 50</i> ocupará as três galerias no piso superior. Já na entrada, os visitantes poderão ver expostos os figurinos do artista plástico pernambucano Francisco Brennand (1927-2019), criados para o filme <i>A Compadecida</i>, de 1969, primeiro longa-metragem baseado na premiada peça teatral <i>Auto da Compadecida</i>, com direção de George Jonas e estrelado por Armando Bógus e Antônio Fagundes nos papéis de João Grilo e Chicó. As roupas dos personagens <i>O Palhaço</i>, <i>João Grilo</i> e <i>Emanuel – O Cristo Negro</i>, foram recriados especialmente para a exposição pela figurinista Flávia Rossete, e o personagem <i>O Diabo</i>, pelo artesão pernambucano Rinaldo Alves, de Ouricuri. Há também o figurino original da personagem <i>A Compadecida</i>, estrelada nessa versão pela atriz Regina Duarte. O traço de Brennand poderá ser visto em 12 desenhos em nanquim aquarelado. Trechos do longa-metragem, que foi filmado em Brejo da Madre de Deus, município do Agreste pernambucano, integram este núcleo.</p>
<p>O artista Gilvan Samico (1928-2013), considerado pelo próprio Ariano como o que se manteve mais fiel às diretrizes do Movimento Armorial, ganha destaque com uma sala em sua homenagem, com um conjunto de xilogravuras e pinturas. Também estarão expostas obras de Aluísio Braga, Fernando Lopes da Paz, Miguel dos Santos, Fernando Barbosa e Lourdes Magalhães.</p>
<p>O núcleo familiar de Ariano se faz representado com obras de Manuel Dantas Suassuna, Zélia Suassuna e Romero de Andrade Lima. E um espaço dedicado exclusivamente ao mestre do Movimento Armorial, inclusive em que a pouco conhecida faceta de Ariano como artista plástico pode ser vista em toda a sua plenitude. Seja em três grandes painéis que por muitos anos ficaram à mostra somente para os visitantes de um hotel no bairro de Boa Viagem e que hoje fazem parte do acervo de um colecionador, seja através da série de iluminogravuras que combinam textos e desenhos do mestre.</p>
<p>O andar ainda reserva outros tesouros, como o alfabeto armorial criado por Ariano a partir de estudos com tipografias inspiradas nos ferros de marcar gado. Monitores exibem trechos das famosas aulas espetáculo de Ariano, do filme O Auto da Compadecida, entre outros. Ainda dentro do universo de Ariano, há um ambiente com fotos das ilumiaras, que, segundo o professor e escritor Carlos Newton Júnior, identifica “conjuntos artísticos diversos, surgidos a partir da integração de vários gêneros (pintura, escultura, arquitetura etc.) e que podem ser compreendidos como locais de celebração da cultura brasileira”.</p>
<p>E, caminhando pelos espaços, o visitante poderá apreciar peças que celebram também os 25 anos do Balé Grial, em fotos, vídeos e figurinos. Além da música armorial, com as capas dos discos de vinil do Quinteto Armorial, e um espaço reservado às diversas referências da cultura popular, como o maracatu, o cavalo marinho, o reisado, os cordéis e as xilogravuras.</p>
<p><b>EVENTOS PARALELOS DA MOSTRA</b></p>
<p>O concerto do Quinteto da Paraíba, no dia 18 de outubro, na Catedral de São Pedro dos Clérigos, em celebração aos 53 anos de fundação do Movimento Armorial, é somente a primeira das apresentações que farão parte da programação dos Encontros Petrobras de Música Armorial. Outro evento que acontece paralelamente à exposição são os Diálogos Petrobras sobre Arte Armorial. Uma forma de ampliar a imersão no universo armorial, com artistas e grupos que continuam unindo o popular e o erudito na música e especialistas de diversas linguagens artísticas que compartilham com o público seus conhecimentos e histórias sobre o movimento.</p>
<p><b>ACESSIBILIDADE</b></p>
<p>A exposição <i>Armorial 50</i> segue padrões de acessibilidade e inclusão. A mostra conta com audioguia bilíngue e com recursos do aplicativo <i>Musea</i>, plataforma de conteúdo voltado para exposições que permite uma melhor inserção nos conteúdos, com audioguia, além de curiosidades e tour virtual. Os eventos dos Diálogos Petrobras e no vídeo release da Mostra contam com o recurso de Libras.</p>
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		<title>Comédia O Peru do Cão Coxo, com texto de Ariano Suassuna, encenada em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 18:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariano Suassuna]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Pernalonga de Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Criação Galpão das Artes, de Limoeiro, traz ao Recife a peça teatral O Peru do Cão Coxo, comédia assinada pelo dramaturgo Ariano Suassuna. O espetáculo ganhou o Prêmio Pernalonga pelada Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe em 2022. A apresentação ocorre no Cine Teatro Bianor de Mendonça às 19h30 horas, Av. Dr. Pierre Collier, 440 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/O-PERU-DO-CÃO-COXO-ADERALDO-CATACÃO.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101946" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/O-PERU-DO-CÃO-COXO-ADERALDO-CATACÃO-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a></p>
<p>O Centro de Criação Galpão das Artes, de Limoeiro, traz ao Recife a peça teatral<em> O Peru do Cão Coxo</em>, comédia assinada pelo dramaturgo Ariano Suassuna. O espetáculo ganhou o Prêmio Pernalonga pelada Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe em 2022.</p>
<p>A apresentação ocorre no Cine Teatro Bianor de Mendonça às 19h30 horas, Av. Dr. Pierre Collier, 440 &#8211; Vila da Fábrica, Camaragibe, Região Metropoliana do Recife, com ingressos no valor de R$ 30 e meia-entrada custando R$ 15.</p>
<p>Na trama escrita por Ariano Suassuna, a preguiça é descortinada em um picadeiro de intrigas no Sertão de Taperoá, quando um poeta e sua esposa são alvo de uma dupla de trapaceiros.</p>
<p><em>O Peru do Cão Coxo</em> vinha fazendo uma boa trajetória antes pandemia da Covid-19, por cidades pernambucanas até 2020, Recife, Carpina, Surubim, Serra Talhada, Triunfo, João Alfredo, Sanharó, Buenos Aires, São Benedito do Sul, Gravatá, Poção e Olinda, tendo chegado até Taperoá, na Paraíba, terra natal de </p>
<p>O elenco vai se sentir em casa em Camaragibe.  Osatores<b> </b>Geraldo Cosmo e Patrícia Assunção e o também ator e diretor do espetáculo Charlon Cabral são naturais do município.  O grupo tem ainda Lucas Dias, Gaby Salles, Deyvson Alves e Thiago Freitas.</p>
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		<title>Cavalgada à Pedra do Reino chega à sua 29º edição neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 26 May 2023 22:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ariano Suassuna]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cavalgada à Pedra do Reino de São José do Belmonte é um dos principais eventos culturais do Sertão pernambucano. Em sua 29ª edição, o evento teve início no domingo (21) e prossegue neste fim de semana, com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_101730" aria-labelledby="figcaption_attachment_101730" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/cavalgadapedradoreino.jpg"><img class="size-medium wp-image-101730" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/cavalgadapedradoreino-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">A Cavalgada acontece sempre no último fim de semana de maio, em São José do Belmonte</p></div>
<p>A Cavalgada à Pedra do Reino de São José do Belmonte é um dos principais eventos culturais do Sertão pernambucano. Em sua 29ª edição, o evento teve início no domingo (21) e prossegue neste fim de semana, com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O momento culminante da festa ocorre na manhã deste domingo (28) com o Cortejo Real da Cavalgada da Pedra do Reino.  O destino do cortejo é a Serra do Catolé, onde fica um dos monumentos mais importantes do festival, a Ilumiara Pedra do Reino, erguida em pedras que trazem esculpidas as imagens sagradas de santos, a trindade divina e os personagens imortalizados no romance d&#8217;a Pedra do Reino, do mestre Ariano Suassuna.</p>
<p>O dia começa com uma alvorada de fogos às 5h, quando começa a concentração em frente ao Castelo Armorial, na Avenida Primo Lopes.  Às 6h, o Cortejo Real e demais cavaleiros e amazonas receberão as bênçãos e sairão com destino à Pedra do Reino. O percurso terá duas paradas: a primeira, no Sítio Areinhas, por volta das 8h, para um café da manhã gratuito e forró pé de serra; e a segunda, no Sítio Batingas, onde haverá apresentação de uma dupla de aboiadores.</p>
<p>A chegada no Sítio Histórico da Pedra do Reino está prevista para o meio-dia. O encerramento no local terá shows de Juarez, Fábio Diniz e Forró Mil.</p>
<p>O sábado (27) também será de muita comemoração em São José do Belmonte, no Sertão Central. No Pátio de Eventos, o ocorre a Encontro de Cultura Popular e Feira Cultural, com participação do Trio Pé de Serra Talhada, grupo de dança São Gonçalo do Tamboril, declamador Cícero Moraes, Reisado do Mestre João Cícero e Pastoril Aricuri (Ouricuri-PE). O grupo Bacamarteiros da Pedra do Reino apresenta-se, ao meio-dia, em frente à Igreja Matriz de São José. Em seguida, às 14h, será realizada a Cavalhada Zeca Miron, saindo em direção ao estádio municipal.</p>
<p><strong>SEMANA FESTIVA</strong></p>
<p>A 29ª edição da Cavalgada à Pedra do Reino de São José do Belmonte começou no domingo, com uma missa campal, acompanhada por cânticos do Coral Renascer e um tributo ao compositor, sanfoneiro e cantor Paulo Batula, homenageado dessa edição. Também houve a coroação do Rei Diogo e a Rainha Jadna.</p>
<p>Entre os destaques das atividades que ocorreram durante a semana de festividades estão a exibição do documentário <i>Cavalgada à Pedra do Reino, missão e festa de Ariano Suassuna</i>, de Inez Viana, no Castelo Armorial, o seminário <i>Da Pedra Bonita ao Reino Encantado</i> e a mesa-redonda <i>Apropriações na literatura e da literatura da Pedra do Reino.</i></p>
<p>Na sexta-feira, houve o lançamento do livro Memória da Pedra Bonita do Reino, de Saulo Duarte, que apresenta sua narração do fatídico evento sebastianista ocorrido em 1838 na antiga Pajeú de Flores, hoje São José do Belmonte, recorrendo a informações, notícias, estudos artísticos, sociológicos e literários levantados de quase dois séculos de história sobre o Reino Encantado da Pedra Bonita. O livro tem o prefácio e a colaboração do escritor belmontense Valdir Nogueira.</p>
<p>A programação também chegou às escolas, com realização de palestras, e o público pode participar de uma trilha cultural, além de assistir show de artistas como Fulô de Mandacaru e Alcymar Monteiro.</p>
<p>Promovida pela Organização Associação Cultural Pedra do Reino, a Cavalgada à Pedra do Reino é realizada pela Prefeitura de São José do Belmonte, através das secretarias de Educação, Agricultura, Turismo, da Mulher e de Desenvolvimento Social e Cidadania, com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio, Histórico e Artístico do Estado (Fundarpe).</p>
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		<title>Secult-PE celebra Ariano Suassuna com lançamento de livro digital</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-celebra-ariano-suassuna-com-lancamento-de-livro-digital/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 12:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Movimento Armorial]]></category>
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		<description><![CDATA[O legado do mestre Ariano Suassuna ganha mais uma obra em celebração a sua arte e memória. Apoiado pela Secretaria Estadual de Cultura, o lançamento oficial do livro digital “Museu Armorial dos Sertões &#8211; Caderno 1” acontece na quinta-feira, dia 7 de abril, às 17h, no salão anexo do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55494" aria-labelledby="figcaption_attachment_55494" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/ariano-suassuna-foto-ricardo-moura-secultpe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-55494" alt="Ricardo Moura/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/ariano-suassuna-foto-ricardo-moura-secultpe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Ariano Suassuna. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>O legado do mestre Ariano Suassuna ganha mais uma obra em celebração a sua arte e memória. Apoiado pela Secretaria Estadual de Cultura, o lançamento oficial do livro digital “Museu Armorial dos Sertões &#8211; Caderno 1” acontece na quinta-feira, dia 7 de abril, às 17h, no salão anexo do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro das Graças, no Recife. A obra gratuita estará disponível no link: <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/literatura/museu-armorial-dos-sertoes/">www.cultura.pe.gov.br/pagina/literatura/museu-armorial-dos-sertoes</a></strong>.</p>
<p><em>&#8220;Nesta obra-documento, quem acessar o livro terá disponível preciosidades do universo concebido por um artista de primeira grandeza das artes brasileiras. Ariano se tornou um demiurgo. Verdadeiro criador de um mundo cuja cosmologia é composta com o que há de mais profundo e sensível do Nordeste brasileiro”</em>, exalta Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Entre os seis filhos de Ariano, Manuel Dantas Suassuna é o único que, como o pai, foi escolhido pela arte. Hoje, transformou-se em uma espécie de guardião e defensor de suas ideias e criações. Ele ficou responsável pela curadoria do “Museu Armorial dos Sertões”.</p>
<p><em>“Trazer novas luzes sobre a criação de Ariano Suassuna, com ênfase em sua trajetória biográfica, sua poesia e sua criação plástica é reafirmar a importância de sua produção para Pernambuco e para o Brasil. Unir uma equipe com conhecimento e capacidade para realizar tal propósito é, também, seguir valorizando e fortalecendo a força criadora desse artista fundamental para que se compreenda parte da arte brasileira”</em>, destaca Dantas.</p>
<p><em>&#8220;As pessoas vão ter acesso a uma produção de primeiríssima linha. É importante destacar que esse projeto foi criado para comemorar a efeméride dos 50 anos do Movimento Armorial, em 2020. Mas, como passamos pelo conturbado período de pandemia, acabou ocorrendo o atraso&#8221;</em>, explica Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult/PE.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Biografia e iluminogravuras</strong></span></p>
<p>O livro é dividido em dois eixos principais. No primeiro, a narrativa se detém sobre o início da trajetória do escritor Ariano Suassuna: os primeiros anos de vida, a trágica morte do pai e a mudança para o Recife. A história é alinhavada com a ajuda de alguns poemas criados por ele.</p>
<p>O trecho biográfico vai, cronologicamente, até a publicação do primeiro poema de Ariano, &#8220;Noturno&#8221;, em 7 de outubro de 1945, quando ele tinha 18 anos. A autoria dessa parte inicial é da escritora e jornalista Adriana Victor, amiga de Ariano, com quem conviveu e trabalhou por 20 anos.</p>
<p>No segundo trecho, o poeta, ensaísta e professor Carlos Newton Júnior, principal estudioso e conhecedor da obra de Ariano Suassuna, de quem também era amigo e compadre, traz uma análise sobre as iluminogravuras &#8211; obras que unem a poesia a desenhos, ambos criados por Ariano &#8211; e a sua importância na criação do escritor.</p>
<p>Também fazem parte do projeto o programador visual Ricardo Gouveia de Melo e o artista plástico Manuel Dantas Suassuna. Ricardo é hoje o responsável pela criação dos projetos gráficos de mais de 20 edições de obras do escritor junto à editora Nova Fronteira. A obra conta ainda com as fotografias de Gustavo Moura, Manuel Dantas Vilar, Geyson Magno e Léo Caldas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/MAS-BANNER-formato-200-cm-x-150-cm_2_baixa-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92583" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/MAS-BANNER-formato-200-cm-x-150-cm_2_baixa-1-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ariano Suassuna</strong></span></p>
<p>Romancista, poeta, dramaturgo, dramaturgo e ensaísta, Ariano Suassuna nasceu na capital da Paraíba, em 16 de junho de 1927, e passou a maior parte de sua vida em Pernambuco, no Recife, onde nos deixou em 23 de julho de 2014.</p>
<p>Considerado um dos mais importantes escritores brasileiros, tem obras traduzidas em diversos idiomas e publicadas em vários países.</p>
<p>Membro da Academia Brasileira de Letras e vigoroso defensor da cultura brasileira, foi o idealizador do Movimento Armorial &#8211; que busca a criação de uma arte erudita brasileira a partir das raízes populares da nossa cultura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro “Museu Armorial dos Sertões &#8211; Caderno 1”<br />
Dia 7 de abril, às 17h<br />
Museu do Estado de Pernambuco. Av. Rui Barbosa, 960, Graças.<br />
Acesso gratuito à obra: <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/literatura/museu-armorial-dos-sertoes/">www.cultura.pe.gov.br/pagina/literatura/museu-armorial-dos-sertoes</a></strong></p>
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