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	<title>Portal Cultura PE &#187; arquitetura</title>
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		<title>Governo de Pernambuco lança licitação para restauro da antiga sede do Diário de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 19:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122392" aria-labelledby="figcaption_attachment_122392" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ed Machado/Governo de Pernambuco</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122392" alt="Ed Machado/Governo de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.29-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Erguido entre 1901 e 1903 para abrigar o jornal mais antigo em circulação na América Latina, o edifício é tombado em nível estadual</p></div>
<p dir="ltr">Um dos edifícios mais emblemáticos da memória urbana do Recife caminha para um novo capítulo de preservação e uso público. O Governo de Pernambuco publicou, na edição desta quarta-feira (24) do Diário Oficial do Estado, a abertura da licitação para a execução das obras de requalificação e restauro da antiga sede do Diário de Pernambuco, localizada na Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio. A intervenção será conduzida pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e integra o conjunto de ações do Estado voltadas à recuperação e salvaguarda do patrimônio histórico.</p>
<p dir="ltr">Erguido entre 1901 e 1903 para abrigar o jornal mais antigo em circulação na América Latina, o edifício é tombado em nível estadual. Sua presença marcou profundamente a paisagem e a vida cultural da cidade, a ponto de a Praça da Independência passar a ser conhecida popularmente como “Praça do Diário”, consolidando-se como espaço cívico e simbólico dos recifenses ao longo do século 20.</p>
<div id="attachment_122387" aria-labelledby="figcaption_attachment_122387" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ed Machado/Governo de Pernambuco</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.30.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122387" alt="Ed Machado/Governo de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.30-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra contempla a requalificação e o restauro do conjunto edificado da antiga sede do Diário de Pernambuco</p></div>
<p dir="ltr">A obra contempla a requalificação e o restauro do conjunto edificado da antiga sede do Diário de Pernambuco, incluindo suas fachadas e elementos compositivos, além da construção de anexos e da implantação de um projeto completo de modernização, adaptação e compatibilização para novos usos.</p>
<p dir="ltr">Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a licitação representa mais um passo decisivo na política de preservação patrimonial adotada pelo Governo de Pernambuco. “O antigo prédio do Diário de Pernambuco é um marco da história da imprensa, da cultura e da vida urbana do Recife. Ao restaurar esse imóvel e destiná-lo a um novo uso público, a gestão Raquel Lyra reafirma seu compromisso com a preservação do patrimônio e com a construção de políticas culturais conectadas com a identidade pernambucana”, destacou.</p>
<div id="attachment_122389" aria-labelledby="figcaption_attachment_122389" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ed Machado/Governo de Pernambuco</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.29-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122389" alt="Ed Machado/Governo de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.29-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa integra um esforço mais amplo de recuperação de patrimônios históricos do Centro do Recife, como a Igreja Matriz de Santo Antônio, o Cinema São Luiz, o Liceu de Artes e Ofícios, o Ginásio Pernambucano e a Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem</p></div>
<p dir="ltr">Estão previstos serviços de infraestrutura elétrica, hidrossanitária, lógica, telefonia, climatização, sonorização, luminotécnica, prevenção e combate a incêndio, paisagismo e acessibilidade, com implantação de banheiros e torres de elevadores que irão interligar o prédio principal aos anexos. O valor total do contrato é de R$32 milhões, com prazo de execução de 24 meses.</p>
<p dir="ltr">Novo uso para o espaço &#8211; Após a conclusão das obras, o edifício passará a abrigar a Secretaria de Cultura de Pernambuco, reforçando o compromisso do Governo do Estado de reocupar imóveis históricos com funções públicas e culturais, contribuindo para a revitalização do centro da capital. O prédio, sob responsabilidade do Estado desde 2004, encontrava-se em estado de abandono quando foi vistoriado em 2023, após a atual gestão assumir.</p>
<div id="attachment_122391" aria-labelledby="figcaption_attachment_122391" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ed Machado/Governo de Pernambuco</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.29-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122391" alt="Ed Machado/Governo de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-17.20.29-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Localizado na Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, o prédio da antiga sede do Diário de Pernambuco foi construído em 1903 pelo conselheiro Rosa e Silva para abrigar o decano da imprensa brasileira</p></div>
<p dir="ltr">Para a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, a obra simboliza a convergência entre preservação e política cultural. “Instalar a Secretaria de Cultura em um edifício histórico como a antiga sede do Diário de Pernambuco é um gesto simbólico. Estamos colocando a cultura no centro da cidade e da memória do Recife. A requalificação desse patrimônio fortalece a relação entre passado, presente e futuro”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">O projeto de restauro da antiga sede do Diário de Pernambuco foi elaborado e atualizado pelo arquiteto Jorge Passos, especialista em restauração de edificações históricas, enquanto os projetos de arquitetura dos anexos e os complementares foram desenvolvidos pela equipe da Secretaria de Administração do Governo do Estado. A iniciativa integra um esforço mais amplo de recuperação de patrimônios históricos do Centro do Recife, como a Igreja Matriz de Santo Antônio, o Cinema São Luiz, o Liceu de Artes e Ofícios, o Ginásio Pernambucano e a Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o edifício -</strong> Localizado na Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, o prédio da antiga sede do Diário de Pernambuco foi construído em 1903 pelo conselheiro Rosa e Silva para abrigar o decano da imprensa brasileira. Ao longo do século 20, o edifício foi palco de acontecimentos marcantes da história política e cultural do país, recebendo presidentes da República, autoridades nacionais e internacionais, além de figuras centrais da intelectualidade brasileira. A redação do jornal funcionou no local até 2004, quando o imóvel foi adquirido pelo Governo de Pernambuco e incorporado ao patrimônio público estadual.</p>
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		<title>Hotel Central do Recife passará por requalificação em sua cobertura</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 17:43:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114512" aria-labelledby="figcaption_attachment_114512" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bersato Produções Culturais/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Hotel-Central-Bersato-Produções-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-114512" alt="Bersato Produções Culturais/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Hotel-Central-Bersato-Produções-3-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Hotel Central</p></div>
<p>Perto de seu centenário, o Hotel Central, o mais antigo hotel em funcionamento do Recife e um ícone da arquitetura histórica da cidade e o primeiro arranha-céu da capital pernambucana, está prestes a passar por uma requalificação em sua cobertura, marquise de apoio e casa de máquinas do elevador. Situado no coração do bairro da Boa Vista, na Avenida Manoel Borba, nº 209, o prédio será submetido a uma série de intervenções que buscam estancar o desgaste de sua estrutura e recuperar características originais que remontam aos anos 1920, década de sua construção. Durante quase um século de existência, o edifício recebeu hóspedes ilustres como Getúlio Vargas, João Dantas, Carmem Miranda, Luz Del Fuego, Luiz Gonzaga e os passageiros e tripulantes do Zeppelin, em 1930, quando o dirigível alemão aportou na capital pernambucana. Atualmente o hotel vem agregando artistas, fortalecendo a cultura e o turismo sob a batuta da proprietária Rosa Maria onde também dirige o Tempero da Rosa no local.</p>
<p>De acordo o proponente do projeto, Saturnino de Araújo, da Bersato Produções Culturais (produtora executiva do projeto cultural), em parceria com a Construtora Menelau de Almeida, a restauração é o primeiro passo para garantir a longevidade do edifício, que já possui o título de Imóvel Especial de Preservação (IEP), foi tombado pela Fundarpe em dezembro de 2018, conforme publicação no Diário Oficial, assegurando suas prerrogativas de proteção conforme a Lei nº 7970/79. Antes disso, o edifício havia recebido status de semitombamento em 2010, o que conferiu ao Hotel Central um grau de preservação excepcional, com levantamento técnico em 2012 e reforçado pelo incentivo do Funcultura em 2016-2017, quando a fachada do prédio foi restaurada com sucesso. A execução da requalificação também conta com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Atualmente em fase de pré-produção, o projeto prevê início no primeiro semestre de 2025, após a obtenção das licenças da Prefeitura do Recife, e será liderado pela arquiteta Marina Russel, coordenadora técnica e arquiteta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Pernambuco (Iphan-PE), Mestra em Preservação do Patrimônio Cultural e Especialista em Restauração do Patrimônio Cultural Edificado. A obra, estimada para durar entre três e quatro meses, foi elaborada segundo a metodologia do mapa de danos e projeto de intervenção no patrimônio edificado, seguindo à risca as recomendações do Manual de Elaboração de Projetos de Preservação do Patrimônio Cultural — Caderno Técnico e do Caderno de Encargos — Caderno Técnico 2, do Ministério da Cultura, Instituto do Programa Monumenta.</p>
<p>A intervenção será concentrada na recuperação estrutural da cobertura principal do corpo principal do edifício, localizado no 8º andar, incluindo a marquise de apoio dos reservatórios e a casa de máquinas do elevador. Entre os serviços planejados estão o reparo de lajes e paredes danificadas por infiltrações de águas pluviais, lavagem e higienização das telhas francesas antigas, com substituições das que se encontram deterioradas, além da higienização, desinfestação e imunização do madeiramento do telhado e impermeabilização da laje do elevador, danificado por óleo proveniente de casas de máquinas. “Essas medidas são essenciais para preservar o prédio, que continua recebendo olhares de turistas e recifenses, sempre admirados por sua arquitetura única e história vibrante”, destaca Russel.</p>
<p><strong>SOCIAL -</strong> Como contrapartida social do projeto, será realizada a Oficina de Preservação Patrimonial Cultural, voltada ao treinamento e à sensibilização de técnicos, estudantes e moradores da região sobre práticas de preservação de bens culturais. Essa ação, que faz parte das exigências para aprovação do projeto cultural, promoverá aulas aos sábados a partir de novembro, abordando a preservação material e imaterial do patrimônio cultural. A oficina será gratuita e possui vagas limitadas, com inscrições abertas para a comunidade e profissionais da área.</p>
<p>Para os organizadores do projeto de reestruturação, preservar o Hotel Central é uma maneira de garantir que a história cultural e arquitetônica do Recife seja apreciada por gerações futuras. “Nossa missão é manter viva a essência e a estrutura do edifício para que continue a ser um ponto de referência histórica e turística, além de um elemento ativo na identidade de Pernambuco e do Brasil”, conclui Saturnino de Araujo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Oficina de Preservação Patrimonial Cultural: Material e Imaterial</strong><br />
Data: sábados — 23 e 30 de novembro; 7, 14 e 21 de dezembro de 2024<br />
Local: bairro da Boa Vista, Recife<br />
Inscrições: gratuitas, limitadas a 25 vagas<br />
Contato: (81) 99872-1978 (horário comercial)<br />
E-mail para informações e inscrições: oficinapreservacaopatrimonial@gmail.com</p>
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		<title>Na Semana do Patrimônio, Fundarpe abre as portas do São Luiz para estudantes de arquitetura</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 16:14:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, estudantes universitários de arquitetura, de quatro instituições do Recife, tiveram a oportunidade, nesta quinta-feira, de conferir de perto a obra de restauro do forro decorado do Cinema São Luiz, no Centro da Cidade. A ação, promovida pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, estudantes universitários de arquitetura, de quatro instituições do Recife, tiveram a oportunidade, nesta quinta-feira, de conferir de perto a obra de restauro do forro decorado do Cinema São Luiz, no Centro da Cidade. A ação, promovida pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), buscou aproximar alunas e alunos da prática do restauro.</p>
<p>As visitas mediadas foram conduzidas por Matheus Almeida, gestor de Patrimônio da obra de restauro do São Luiz, junto com a equipe da Fundarpe formada pelas arquitetas e assessoras administrativas Eva Passavante, Carolina Moura e Lucyana Pio, da Diretoria de Patrimônio. Participaram turmas dos cursos de arquitetura da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Faculdade Esuda e Uninassau, cada uma com 30 alunos em média, além de professores e funcionários da obra.</p>
<p>Antes de conhecerem presencialmente o canteiro de restauro do São Luiz, os estudantes assistiram, no mezanino, a uma apresentação em que Matheus explicou em detalhes cada etapa do processo da obra. Em seguida foram para a sala do cinema, no térreo, onde puderam conferir boa parte do forro decorado já restaurado e demonstrações de como o gesso é montado.</p>
<p>A primeira turma, com 27 alunas e um aluno da disciplina de sistemas estruturais do 3º período do curso de arquitetura da Unicap, estava monitorada pela professora Kyria Tsutsumi. A maioria das estudantes sequer havia entrado no São Luiz antes dessa visita e ficou impressionada, tanto com o restauro quanto com a suntuosidade da sala. Também estiveram presentes os professores Eudes Rocha e Pedro Valadares, da Universidade de Pernambuco (UPE).</p>
<p>&#8220;É muito importante trazermos alunos de arquitetura e engenharia, porque temos um pouco de ausência desse conhecimento de técnicas construtivas&#8221;, considera Matheus Almeida. &#8220;Na universidade até aprendemos na teoria, mas na prática há certos cuidados, o restauro é tratado como uma obra de arte. Temos que passar esse amor, porque quem trabalha com resturo trabalha com amor para que tudo saia perfeito e nenhuma área seja puladas. E passar a forma como fazemos isso para esses alunos, que são o futuro das obras, é muito importante que eles tenham esse conhecimento e consciência da importância e grandeza que temos aqui em Pernambuco&#8221;, afirmou.</p>
<p>Eva Passavante lembrou que essas visitas com estudantes já são comuns durante a Semana do Patrimônio Cultural há oito anos. &#8220;Procuramos sempre aproximar os alunos de obras que estejam acontecendo no Estado e que sejam acompanhadas pela Fundarpe. Na tentativa de trazer esse público, que aprende na academia, para a prática da arquitetura, na especificidade do restauro&#8221;, explicou. &#8220;Temos aqui uma obra espetacular, por ser um forro em gesso decorado. Não é comum na prática do dia a dia. Trazer esses alunos para ver de perto o que está acontecendo é algo que valorizamos na Semana do Patrimônio.&#8221;</p>
<p>Para a professora Kyria Tsutsumi, foi uma oportunidade incrível e única, para ela e as alunas. &#8220;No terceiro período de formação tiveram a possibilidade de entrar em uma obra preparada para recebê-las, podendo demonstrar o passo a passo dos elementos de adorno, do restauro, da cauterla como a empresa está executando essa formação&#8221;, observou. &#8220;É sempre uma estratégia interessante trazer os alunos para a obra, mas é muito difícil pausar uma obra para que receba uma turma. Estou boquiaberta. Está de parabéns as pessoas que estão na organização e promoveu essa experiência única para os estudantes&#8221;, elogiou.</p>
<p>A docente ainda ressaltou que o nicho de patrimônio tem muito potencial no Recife, porém, é pouco trabalhado. &#8220;Para mim foi surpreendente como o processo é artesanal, uma obra de arte escultórica, em cada fragmento. Desde a limpeza das peças até a formação, os moldes em gesso e em silicone. Artesanal e prototipado de uma maneira tão pessoal&#8221;, observou. &#8220;Fiquei feliz em perceber como a obra conecta o profissional à prática, deixando uma margem para a criatividade e invenção. E é isso o que precisamos na academia.&#8221;</p>
<p>Um de suas alunas, Maria Antônio Campos, 23 anos, nunca havia entrado no Cinema São Luiz. &#8220;Fiquei surpresa, porque é uma estrutura grandiosa, a nível mundial. É incrível, um trabalho impecável. Espero que fique pronto logo para que minha geração comece a frequentar esse cinema, que é belíssimo e tem uma programação incrível&#8221;, almejou.</p>
<p><strong>A SALA –</strong> Inaugurado no dia 6 de setembro de 1952 e situado às margens do Rio Capibaribe, na cabeceira da mais moderna ponte da cidade à época, a Ponte Duarte Coelho, o cinema São Luiz tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas do Recife, prezando por essa arte em sua concepção clássica, com exibição em cineteatro. Atualmente, é o de mais rica concepção artística e arquitetônica do Recife e um dos últimos cinemas de rua do Brasil.</p>
<p>Em 2008, o prédio foi tombado como monumento histórico pelo Governo do Estado que, por meio da Fundarpe, trouxe de volta ao público o tradicional cinema São Luiz revitalizado e sem os vícios da mídia cinematográfica, preservando e difundindo a arte do cinema e contribuindo para o resgate da história da cidade e a manutenção de um verdadeiro templo de sua cultura.</p>
<p>Em 5 de novembro de 2015 o cinema pernambucano inaugurou seu novo projetor digital Barco 23B 4K, com capacidade de projetar filmes em 3D, além de um servidor digital e novos processadores e amplificadores de som para o formato Dolby 7.1. Em julho de 2022, o São Luiz foi fechado para a implantação de um novo sistema de refrigeração, correção de problemas de vazamento de cobertura e redimensionamento das suas instalações elétricas. Após chuvas torrenciais ocorridas no Recife em fevereiro de 2023, o equipamento precisou ser totalmente interditado por medida de segurança.</p>
<p>A primeira etapa das ações para reabertura do cinema, tratado com prioridade e responsabilidade pelo Governo do Estado, por meio da Fundarpe, contemplou a execução de serviços emergenciais no sistema de esgotamento de águas pluviais do equipamento cultural.</p>
<p><strong>A SEMANA –</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
<p>Com uma extensa programação, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue com ações o dia 28 de agosto. Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
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		<title>Seminário durante a Semana do Patrimônio celebra 60 anos da Carta de Veneza</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 18:37:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Carrossel-Programacao-Seminario1-2-819x1024.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111401" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Carrossel-Programacao-Seminario1-2-819x1024-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nos próximos dias 13 e 14 de agosto acontece o seminário Legados e Lições: Um Olhar sobre os 60 Anos da Carta de Veneza. No evento, que integra a Semana do Patrimônio de Pernambuco (em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, 17 de agosto), especialistas convidados, nacionais e internacionais, debatem o legado e a atualidade da Carta de Veneza na preservação do patrimônio cultural. As inscrições são gratuitas.</p>
<p>Parceria da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU-PE), Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Minas Gerais (CAU-MG), Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ) e Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR), por meio da Câmara Temática de Patrimônio da Comissão Especial de Política Urbana e Ambiental (CPUA), o seminário é realizado no Teatro Fernando Santa Cruz do Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda (PE).</p>
<p>Confira <a title="Programação Seminário" href="https://drive.google.com/file/d/1rRaUMqnhE72_34Gg9eZaF8gQ9e68PjRP/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa do seminário.</p>
<p>Clique <a title="Seminário &quot;LEGADOS E LIÇÕES: UM OLHAR SOBRE 60 ANOS DA CARTA DE VENEZA&quot;" href="https://doity.com.br/seminario-legados-e-lies-um-olhar-sobre-60-anos-da-carta-de-veneza" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> para fazer a inscrição.</p>
<p>Elaborada em 1964, na cidade de Veneza, na Itália, durante o 2º Congresso Internacional de Arquitetos e Técnicos de Monumentos Históricos, a Carta de Veneza enfatizou a necessidade de um cuidado especial na preservação dos valores históricos e artísticos do patrimônio mundial. Concebida como uma referência para guiar questões operacionais no campo da preservação, constitui-se numa espécie de base deontológica para apoiar na tomada de decisões no exercício da preservação.</p>
<p>O aniversário de 60 anos da Carta de Veneza é um marco visto como uma oportunidade para reavaliar e reafirmar os princípios do documento à luz dos desafios contemporâneos enfrentados na conservação cultural, como as mudanças climáticas, o turismo massivo, os conflitos urbanos e o avanço tecnológico.</p>
<p>Do encontro resultará uma publicação comemorativa contendo as mensagens e os artigos de modo a compartilhar de maneira a mais ampla as ideias e reflexões sobre a evolução das práticas de conservação e do restauro do patrimônio cultural construído nessas seis décadas.</p>
<p>A parceria entre todas as instituições envolvidas busca somar esforços e recursos disponíveis, além de interesses específicos de cada parte envolvida. A chave é celebrar a Carta de Veneza de uma maneira que possa contribuir para formação e inspiração das próximas gerações de conservacionistas e entusiastas da cultura no País.</p>
<p>Durante o seminário ainda é lançado o Edital Tripartite do Concurso de Ideias Intervenções Contemporâneas em Bens Protegidos, promovidos pelos CAUs pernambucano, mineiro e fluminense com o apoio do CAU nacional. O evento é transmitido pelo canal do YouTube do CAU-PE.</p>
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		<title>Live &#8211; Conexão Patrimônio: Arquitetura</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 17:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade às ações da 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, o canal oficial da Secult-PE/Fundarpe no YouTube (www.youtube.com/SecultPE) exibe ao vivo, nesta segunda-feira (16), a partir das 18h, a live &#8220;Conexão Patrimônio: Arquitetura&#8221;, que contará com a participação do arquiteto Bruno Ferraz, responsável pelo projeto arquitetônico do Moinho Recife. No bate-papo, mediado por Renata Echeverria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade às ações da 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, o canal oficial da Secult-PE/Fundarpe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE/" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) exibe ao vivo, nesta segunda-feira (16), a partir das 18h, a <em>live</em> &#8220;Conexão Patrimônio: Arquitetura&#8221;, que contará com a participação do arquiteto Bruno Ferraz, responsável pelo projeto arquitetônico do Moinho Recife.</p>
<p>No bate-papo, mediado por Renata Echeverria Martins (GGPPC/Fundarpe), ele vai falar sobre o novo empreendimento que será implantado no antigo Moinho Recife, desativado desde 2009. A intenção é recuperar e preservar as características originais do prédio para unir, num mesmo espaço, trabalho, moradia, serviços, hospedagem e entretenimento. Para saber mais, aperte o <em>play</em> e confira.</p>
<p>&#8212;</p>
<p><strong>EVENTO -</strong> Mais uma vez, por conta da pandemia, a 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco será totalmente realizada em plataformas digitais, por meio das redes sociais <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a>, no canal oficial do Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCT5PSuU04OEECWc7vwcbnCA" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>) e no Portal Cultura.PE.</p>
<p>Com a missão de sensibilizar, provocar e convocar a sociedade para participar da preservação dos bens culturais pernambucanos, em toda a sua diversidade e repletos de articulações simbólicas, o evento conta neste ano com as ações espalhadas em 21 municípios pernambucanos: Afrânio, Água Preta, Arcoverde, Belém de São Francisco, Belo Jardim, Brejo da Madre de Deus, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Carpina, Condado, Floresta, Ilha de Itamaracá Jaboatão, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca, Limoeiro, Olinda, Nazaré da Mata, Paudalho, Recife, Santa Maria da Boa Vista e São Joaquim do Monte. Confira a programação completa: <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Portal-Programac%CC%A7a%CC%83o-14%C2%AA-Semana-do-Patrimo%CC%82nio.pdf" target="_blank"><strong>www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Portal-Programac%CC%A7a%CC%83o-14%C2%AA-Semana-do-Patrimo%CC%82nio.pdf</strong></a>.</p>
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		<title>Livro desvenda história dos teatros e casas de espetáculos do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 19:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Teatro em cena – edifícios e casas de espetáculos do Recife&#8221; é o título do livro que a arquiteta pernambucana Luiza Andrada lançara, no próximo dia 12 de agosto (segunda-feira), no Museu Cais do Sertão, às 14h30, durante a abertura da 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. A publicação, que conta com incentivo do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70247" aria-labelledby="figcaption_attachment_70247" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Adriano Sobral/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/T.-Arraial_2018_Fotografia©Adriano-Sobral-9135.jpg"><img class="size-medium wp-image-70247" alt="Adriano Sobral/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/T.-Arraial_2018_Fotografia©Adriano-Sobral-9135-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, é um dos espaços descritos na publicação</p></div>
<p>&#8220;Teatro em cena – edifícios e casas de espetáculos do Recife&#8221; é o título do livro que a arquiteta pernambucana Luiza Andrada lançara, no próximo dia 12 de agosto (segunda-feira), no Museu Cais do Sertão, às 14h30, durante a abertura da<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/joaquim-falcao-sera-o-conferencista-da-abertura-da-12a-semana-do-patrimonio-cultural/" target="_blank"><strong> 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></a>. A publicação, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, traz um levantamento tipológico dos edifícios e salas de espetáculos do Recife, a partir do século XIX, apresentando as variações das edificações, hierarquias e sua relação com o contexto urbano, o período histórico e a sociedade que produziu esse rico patrimônio material da capital pernambucana.</p>
<p>A obra foi escrita com base no trabalho de pesquisa desenvolvido na graduação em Arquitetura e Urbanismo, na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), em 2012, sob a orientação da professora e Arquiteta Amélia Reynaldo.</p>
<p>De acordo com a autora, a escolha do tema deu-se devido à importância dos edifícios e salas de teatro, e à singularidade destes exemplares enquanto tipologia. Além disso, ela destaca a carência de estudos mais aprofundados e específicos sobre as edificações, mesmo sendo algumas delas protegidas por uma legislação que, na teoria, garante a preservação.<em> “É notória a necessidade de difusão desse conhecimento dos prédios culturais da cidade. E o livro é uma forma de ampliar esse conhecimento e contribuir para a sua preservação e valorização”</em>, considera Andrada.</p>
<p>Na pesquisa elaborada pela autora, ficou demonstrado que o teatro sempre teve uma grande aceitação por parte do público recifense, desde as primeiras encenações ao ar livre, até os dias de hoje. Uma citação da atriz Geninha da Rosa Borges atesta:<em> “O século passado tinha um interesse muito vivo pelos espetáculos cênicos, a ponto até de alguns particulares, inclusive escritores, manterem palcos próprios em suas residências, encenando peças em família”. Em Pernambuco, as primeiras manifestações teatrais eram apresentadas ao ar livre, pelas ruas antigas de Olinda e Recife. Apenas em 1722, o Recife passa a contar com um teatro permanente, com a construção da “Casa da Ópera”</em>, denominada depois de Teatro São Francisco, demolido em 1850.</p>
<p>Depois, com a chegada dos cinemas no Recife, em 1895, várias casas de espetáculo foram utilizadas nos primeiros anos para exibição cinematográfica. O Teatro de Santa Isabel foi um dos que funcionou como cinema. Depois, houve a proliferação de cineteatros como o Pathé e o Royal, na Rua Nova, e o Polytheama, na Barão de São Borja. Em meados do século XX, após muitas casas de espetáculos serem transformadas em cinemas e igrejas de cultos evangélicos, houve um crescente esvaziamento das edificações. Edifícios próprios para teatros implantados em lotes urbanos não foram mais construídos. E o que se predomina, atualmente, são as salas construídas como um espaço dentro de outros edifícios, como por exemplo, o Centro de Convenções de Pernambuco.</p>
<p>Em “Teatro em cena &#8211; edifícios e casas de espetáculos do Recife”, o leitor depara- se com um verdadeiro apanhado histórico, onde é possível identificar os edifícios e casas de espetáculos existentes e demolidos, ao longo dos séculos XIX e XXI, num total de 44 teatros, sendo 29 construídos de fato para exibição de espetáculos e 12 como um espaço de apresentações artísticas dentro de outros edifícios. A relação contempla desde o mais antigo, o Teatro Apolo (1840), até a última edificação neste período, o Luiz Mendonça (2011). Outros 3 teatros que são: Ideal Cinema, Dramático e Faz que Olha foram listados, porém não foi possível identificar as datas de construção, por falta de registros que comprovem.</p>
<p>A ideia da autora foi fazer uma relação do contexto urbano no qual a sociedade recifense estava inserida no final do século XIX e início do XX, quando a cidade vivia um crescimento, uma efervescência social, política e intelectual, onde se buscavam novas formas e espaços de convivência que sofriam influência de aspectos culturais de países europeus, especialmente a França. E a construção de teatros traria a modernidade desejada à época.<em> “Ir a uma casa de espetáculos era um novo acontecimento social, um evento importante onde as pessoas podiam ver e ser vistas”</em>, destaca Luiza Andrada.</p>
<p>Na publicação, a autora identifica as duas categorias de teatros existentes que são os que foram construídos para a finalidade e as salas de espetáculos localizadas dentro de outro edifício, como parte do programa arquitetônico. No entanto, do total de teatros listados no livro, o foco foi dado à categoria dos que possuem edificação própria, contemplando 17, sendo que 13 ainda existem e 4 foram demolidas. São 15 edifícios construídos e 2 localizados ao ar livre, são eles: Apolo, Santa Isabel, Valdemar de Oliveira, Parque, Hermilo Borba Filho, Sítio da Trindade, Joaquim Cardozo, Maurício de Nassau, Luiz Mendonça, Barreto Júnior, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Concha Acústica da UFPE e Arraial Ariano Suassuna, e os demolidos Cineteatro Pathé, Cineteatro Royal, Teatro Polytheama e Cineteatro Moderno.</p>
<p>A obra também mostra que a maior parte das casas de espetáculo do Recife localiza-se relativamente próxima e em locais com grande fluxo de pessoas. As construções estão em áreas privilegiadas, perto de largos, praças e ruas movimentadas. E que a maior concentração de edifícios e salas de teatro está no centro da cidade, enquanto as casas de espetáculos mais recentes estão mais distantes do centro.</p>
<p>O projeto do livro, um rico documento de preservação e identidade cultural do Recife, é direcionado a arquitetos, historiadores, engenheiros, gestores e produtores culturais, estudantes, professores, profissionais das artes cênicas e ao público em geral interessado na arquitetura e história dessas edificações. <em>“Pelo levantamento de dados que contém é uma importante fonte para projetos de restauro e conservação dos equipamentos culturais da cidade. Além de ser uma guarda da memória dos edifícios que já foram demolidos, valorizando o patrimônio material do Estado”</em>, aponta a produtora, Clarisse Fraga. Cada exemplar é acompanhado de um QR code com a versão em pdf acessível do livro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Teatro em Cena (Luiza Andrada)<br />
Dia: 12/08 (quinta-feira)<br />
Hora: 14h30 às 17h<br />
Local: Museu Cais do Sertão, Bairro do Recife XII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco<br />
Valor: R$ 30,00</p>
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		<title>Aplicativo para celular aborda o patrimônio material do Recife e de Olinda</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 14:32:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tecnologia pode ser uma grande aliada da educação e da cultura. Pensando nisto, o Funcultura incluiu no edital 2013/2014 uma nova linha de ação para projetos de desenvolvimento de aplicativos na área de Patrimônio. Nesta quarta-feira (10/06), um projeto aprovado nessa linha é lançado ao público. O aplicativo Patrimônio PE Mobile, idealizado pela Oráculo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/image6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25993" alt="Postal10x15cm_Funcultura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/image6-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>A tecnologia pode ser uma grande aliada da educação e da cultura. Pensando nisto, o Funcultura incluiu no edital 2013/2014 uma nova linha de ação para projetos de desenvolvimento de aplicativos na área de Patrimônio. Nesta quarta-feira (10/06), um projeto aprovado nessa linha é lançado ao público. O aplicativo Patrimônio PE Mobile, idealizado pela Oráculo Consultoria e Produção Cultural, reúne informações sobre doze construções e conjuntos arquitetônicos do Recife e Olinda, considerados importantes bens do patrimônio material pernambucano. O lançamento acontece no Paço do Frevo, localizado na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, a partir das 16h.</p>
<p>No evento, haverá a exibição de vídeo sobre o aplicativo, uma mesa de debates sobre o desenvolvimento da ferramenta, com demonstração do software, e em seguida coquetel com o pocket show instrumental grupo Saracotia. O acesso é gratuito.</p>
<p>O aplicativo poderá ser baixado de forma gratuita e usado em smartphones e tablets, nas plataformas Android ou iOS. Os dados de cada bem arquitetônico abordados no aplicativo foram reunidos pela professora e doutora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco, Julieta Leite. Além dos textos em português, o conteúdo também está disponível em inglês, francês e espanhol, tornando-se acessível para o público estrangeiro interessado, seja turista, estudante ou pesquisador.<br />
No Recife, o aplicativo apresenta a Igreja Madre de Deus, a Casa Museu de Gilberto Freyre, o Mercado de São José, o Teatro de Santa Isabel, a Sinagoga Kadosh Zur Israel e o Pátio de São Pedro. Já em Olinda, são retratados o Museu de Arte Contemporânea, o Convento de São Francisco, o Sobrado Mourisco, a Igreja do Carmo, a Caixa d’Água e a Catedral da Sé. Uma curiosidade é que algumas dessas localidades, a exemplo da Sinagoga Kadosh Zur Israel e do Convento de São Francisco, marcam as primeiras ocupações populacionais tanto no Recife como em Olinda.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
Lançamento do aplicativo Patrimônio PE Mobile</strong><br />
<strong>Quarta-feira (10/06), às 16h</strong><br />
<strong>Local:</strong> Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal, Bairro do Recife.<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Acervo do arquiteto Armando Holanda é disponibilizado na internet</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/acervo-do-arquiteto-armando-holanda-e-disponibilizado-na-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 21:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Milhares de desenhos, croquis, projetos de arquitetura,urbanismo e paisagismo do escritório do arquiteto pernambucano Armando de Holanda Cavalcanti passam a se tornar disponíveis para consulta nesta quarta-feira (25/03) com o lançamento do site www.armandoholanda.com. Armando Holanda (1940-1979) foi um importante arquiteto modernista, bastante conhecido pelo seu livro “Roteiro para Construir no Nordeste” e por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/site_armando_holanda.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-22775" alt="site_armando_holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/site_armando_holanda-607x307.png" width="607" height="307" /></a></p>
<p>Milhares de desenhos, croquis, projetos de arquitetura,urbanismo e paisagismo do escritório do arquiteto pernambucano Armando de Holanda Cavalcanti passam a se tornar disponíveis para consulta nesta quarta-feira (25/03) com o lançamento do site <strong><a href="http://www.armandoholanda.com" target="_blank">www.armandoholanda.com</a></strong>. Armando Holanda (1940-1979) foi um importante arquiteto modernista, bastante conhecido pelo seu livro “Roteiro para Construir no Nordeste” e por ser idealizador do Parque Nacional Histórico dos Guararapes. A página na internet é resultado do inventário do acervo proposto por projeto cultural incentivo pelo Funcultura, do Governo de Pernambuco.</p>
<p>O lançamento do site será realizado nesta quarta-feira (25/03), às 17h, no Museu da Cidade do Recife, instalado no Forte das Cinco Pontas, Bairro de São José, centro do Recife. Durante o lançamento, haverá apresentação do inventário pelos pesquisadores, sessão de depoimentos de arquitetos e urbanistas e mesa redonda para debate com o público. O acesso é livre, aberto aos interessados gratuitamente. <strong>Veja a programação do evento <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Cartaz_Inventario-Armando-Holanda.pdf" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p>A iniciativa do inventário é da doutora em arquiteta Guilah Naslasvsky, coordenadora do Laboratório da Imagem de Arquitetura e Urbanismo (LIAU), vinculado a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto foi coordenado por Adriana Freire e contou com parceria da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e apoio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CnPq).</p>
<p>A criação do site <strong><a href="http://www.armandoholanda.com " target="_blank">www.armandoholanda.com </a></strong>é a última etapa de um longo trabalho de catalogação, higienização, realização de pequenos reparos, digitalização e armazenamento das pranchas originais em tubos de PVC e mapoteca. “A importância dessa iniciativa não é só a conservação do material, mas também a sua divulgação com o site, incentivando novas pesquisas e o reconhecimento do valor patrimonial da arquitetura moderna em Pernambuco”, declara Guilah Naslasvsky.</p>
<p>O acervo, atualmente preservado, foi doado pela família do arquiteto a UFPE em 1999, mas não tinha manutenção adequada. “Em 2013, com a aprovação do projeto cultural pelo Funcultura, demos início ao nosso trabalho de conservação dos documentos. Foi constituída uma equipe multidisciplinar, que trabalhou durante um ano no LIAU. Dessa maneira, foi criada uma parceria com o Liber (Laboratório de Tecnologia do Conhecimento). Assim, a nossa base de dados está disponível para consulta através do sistema de gerenciamento de acervos digitais – Clio”, explica a coordenadora do projeto, Adriana Freire, arquitetura com mestrado em Projetos Arquitetônicos pela Universidade Politécnica da Catalunha e atualmente doutoranda na Université Paris 1/Panthéon-Sorbonne.</p>
<p><strong>ARQUITETURA E URBANISMO</strong> – O Funcultura já incentivou outros projetos dedicados a preservação e manutenção de acervos de arquitetura e urbanismo, como o inventário dos trabalhos da arquiteta Janete Costa (<strong><a href="http://www.janetecosta.arq.br" target="_blank">www.janetecosta.arq.br</a></strong>) e a catalogação do da Biblioteca Pavilhão Luiz Nunes, instalada na sede do Instituto de Arquitetos do Brasil &#8211; Departamento de Pernambuco (IAB/PE), situada na Rua Jenner de Souza, n° 130, no bairro do Derby, no Recife.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Lançamento do site do Inventário do Acervo do Arquiteto Armando Holanda &#8211; www.armandoholanda.com</strong><br />
<strong>Data:</strong> 25 de março (Quarta-feira)<br />
<strong>Horário:</strong> 17h<br />
<strong>Local:</strong> Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas), Bairro de São José, Recife.<br />
<strong>Acesso gratuito.</strong></p>
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		<title>Livro revela imagens históricas das ruas do Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 14:35:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Imagens das ruas do Recife, datadas do século 20, ilustram o novo livro da série &#8220;Imagens do Recife&#8221;, organizado pelo fotógrafo Josivan Rodrigues a partir do acervo iconográfico do Museu da Cidade do Recife &#8211; MCR. As fotografias mostram a evolução dos bairros da cidade, ressaltando aspectos históricos e urbanísticos. Ruas que deram lugar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19494" aria-labelledby="figcaption_attachment_19494" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Rua-Nova_Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-19494" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Rua-Nova_Recife-607x421.jpg" width="607" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Rua Nova</p></div>
<p>Imagens das ruas do Recife, datadas do século 20, ilustram o novo livro da série &#8220;Imagens do Recife&#8221;, organizado pelo fotógrafo Josivan Rodrigues a partir do acervo iconográfico do Museu da Cidade do Recife &#8211; MCR. As fotografias mostram a evolução dos bairros da cidade, ressaltando aspectos históricos e urbanísticos. Ruas que deram lugar a largas avenidas e que não existem mais estão presentes na seleção. A publicação tem o incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O lançamento será nesta quinta-feira (15), às 19h, no auditório do Museu da Cidade do Recife.</p>
<p>O livro, composto por 30 cartões-postais em preto &amp; branco, se propõe a catalogar e a divulgar o acervo do MCR ao grande público. Além das imagens, conta com texto da professora e Dra. Lúcia Leitão, do Programa de Pós Graduação de Arquitetura e Urbanismo da UFPE, que propõe uma reflexão sobre a relação dos indivíduos com o espaço urbano que os cerca. O tema  será explorado na palestra de lançamento &#8220;A Rua em Mim&#8221;, seguida de bate papo com o autor Josivan Rodrigues, a diretora do MCR, Betânia Corrêa de Araújo, e o pesquisador e historiador Sandro Vasconcelos, responsável pela iconografia do MCR. A entrada é gratuita. O livro pode ser adquirido no próprio museu por R$ 40,00. No dia do lançamento, a publicação será vendida poR preço promocional &#8211; R$ 30. Os recursos das vendas serão direcionados para ações de conservação do acervo.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro &#8220;Imagens do Recife – RUAS&#8221;</strong><br />
Palestra &#8220;A Rua em Mim&#8221; com a professora Lúcia Leitão<br />
Bate-papo com Josivan Rodrigues, Betânia Corrêa e Sandro Vasconcelos<br />
Dia 15 de janeiro, às 19h<br />
Auditório do Museu da Cidade do Recife – Forte das Cinco Pontas, Bairro de São José, Recife.<br />
Entrada gratuita<br />
Preço do livro: R$ 40,00 &#8211; a venda na loja do Museu da Cidade do Recife.<br />
Preço promocional do dia do lançamento: R$ 30,00<br />
Contato: josivan.foto@gmail.com</p>
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		<title>Livro revela a história das Pontes do Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 18:07:23 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12562" aria-labelledby="figcaption_attachment_12562" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/ponte-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-12562" alt="Livro Pontes do Recife" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/ponte-11-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Ponte da Boa Vista</p></div>
<p>Construídas com materiais e estilos arquitetônicos diferentes, as pontes do Recife atraem olhares de turistas, estudantes, pesquisadores, arquitetos e da comunidade em geral. Além de cartões postais, essas construções constituem um rico acervo do patrimônio material de Pernambuco. No entanto, a literatura existente, retrata as pontes de maneira simplória e superficial, necessitando de uma pesquisa mais consistente e rica em informações e detalhes. É com base nessa carência, que o pesquisador e arquiteto José Luiz Mota Menezes, que preside o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), lança nesta quarta-feira (20), às 17h, o livro &#8216;Pontes do Recife: a construção da mobilidade&#8217;. O evento acontece no auditório do IAHGP, no bairro da Boa Vista. O projeto do livro foi produzido pela Bureau de Cultura e Turismo e contou com o incentivo do Funcutura, do Governo de Pernambuco.</p>
<p>Com 73 páginas e um rico conteúdo, a publicação retrata a história das pontes da cidade, ressaltando os traços arquitetônicos, detalhes da construção, informações históricas, curiosidades e a importância para o crescimento econômico e cultural do Recife. O livro é ilustrado com imagens, mapas e desenhos antigos, além de fotografias atuais de diversas pontes do Recife, hoje consideradas patrimônio material do estado de Pernambuco.</p>
<p>O livro acompanha um CD com áudio-descrição, importante ferramenta de acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência visual. O lançamento do livro acessível no IAHGP integra-se às ações de promoção de acessibilidade cultural da instituição, visto que, seu museu já dispõe de plataforma elevatória, piso podotátil, guia balizadora, auditório e banheiros acessíveis e está finalizando a instalação da sinalização em braile de todo o acervo da exposição.</p>
<div id="attachment_12579" aria-labelledby="figcaption_attachment_12579" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Livro Pontes do Recife</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Arco-da-Conceição-03a.jpg"><img class="size-medium wp-image-12579" alt="Livro Pontes do Recife" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Arco-da-Conceição-03a-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Arco da Conceição</p></div>
<p>Para o autor, as pontes do Recife sempre representaram um papel essencial ao crescimento da cidade, desde sua parte mais antiga até a arquitetura moderna. Erguidas em estilos e épocas diferentes, as construções representam símbolos marcantes da história, tendo uma profunda identificação com o cotidiano da cidade.</p>
<p>O livro tem tiragem de mil exemplares, sendo 450 destinados à distribuição gratuita em escolas e bibliotecas públicas, universidades, Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência (SEAD) e associações de pessoas com deficiência visual. O livro também será vendido por R$ 25,00 no próprio lançamento e em livrarias.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong><br />
Pesquisador e arquiteto por formação, José Luiz Mota Menezes é professor do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia e Conservação do Patrimônio da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); é presidente do IAHGP e membro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Tem vários livros e artigos publicados no Brasil e no exterior, como o Atlas Histórico e Cartográfico do Recife.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong>Lançamento do livro &#8220;Pontes do Recife: a construção da mobilidade&#8221;, de José Luiz Mota Menezes</strong><br />
<strong>Data:</strong> 20/08, às 17h<br />
<strong>Local:</strong> auditório do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) - Rua do Hospício, 130, Boa Vista.<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3222.4952<br />
<strong>Preço do livro:</strong> R$ 25</p>
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