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	<title>Portal Cultura PE &#187; Arquivo Público Estadual</title>
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		<title>Cepe e Arquivo Público assinam termo de cooperação para digitalização de acervo histórico</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 19:02:49 +0000</pubDate>
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<p>O presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), João Baltar Freire, e o diretor do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (Apeje), Sidney Rocha, assinaram na manhã desta sexta-feira (25) termo de cooperação para a digitalização de documentos raros e de valor histórico sob a guarda do Arquivo Estadual. Com a oficialização, as instituições definirão todo o planejamento para a retirada, transporte e guarda do acervo pela Cepe, que preparou uma sala para receber a documentação com segurança. Em uma segunda etapa, o material digitalizado ficará disponível para consulta pública no Acervo Cepe (<a href="http://www.acervocepe.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.acervocepe.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1693421708238000&amp;usg=AOvVaw14x0U3YAUrX-_s3nCZ0CDW">www.acervocepe.com.br</a>).</p>
<p>O primeiro lote a ser digitalizado é o acervo de Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923), numa homenagem ao centenário de morte do historiador, jornalista, escritor e político, que ocorre este ano. Serão escaneados, entre outros, os originais da principal obra de Pereira da Costa, os <i>Anais Pernambucanos</i>. O título, publicado a partir de 1951, narra a história tanto oficial quanto social de Pernambuco, do período de 1493 a 1850, nos aspectos econômicos, religiosos e políticos.</p>
<p>Autor de livros, artigos e pesquisas consideradas referência para a história e a cultura do Estado, Pereira da Costa era membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras. De acordo com o escritor e diretor do Arquivo Público, Sidney Rocha, o critério de prioridade do acervo a ser digitalizado levou em consideração, além da raridade, os documentos mais procurados e manuseados por pesquisadores.</p>
<p>Também na lista de bens selecionados pelo Apeje nesta primeira etapa está a conclusão da digitalização do acervo iconográfico (cerca de 700 imagens), folhetos de cordéis de autoria do escritor e poeta paraibano João Martins de Athayde (1880-1959) – um dos principais nomes para a divulgação da literatura de cordel no país – e do poeta pernambucano Homero do Rego Barros (1919-2013), conhecido como “trovador de Olinda e Recife”, além da coleção de folhetos de cordel raros (1.800 exemplares) e de folhinhas de algibeira do século 19 (100). “Estamos falando de mais uma década de abandono do nosso acervo e que agora, no Governo de Raquel Lyra, há um grande esforço e compromisso em salvaguardar a memória. Esses são documentos que precisam receber cuidados especiais, por isso o trabalho com a Cepe é muito importante”, afirmou Sidney Rocha.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Assinatura-do-Acordo-de-Cooperacao-CEPE-e-Arquivo-Publico1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-104816" alt="Assinatura do Acordo de Cooperacao CEPE e Arquivo Publico" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Assinatura-do-Acordo-de-Cooperacao-CEPE-e-Arquivo-Publico1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Para o presidente da Cepe, João Baltar Freire, as duas instituições deram um importante passo nesta sexta-feira no sentido de reverter a situação do Arquivo Público Estadual. “Na próxima semana estarei em Brasília em busca do apoio da nossa bancada parlamentar. Não tenho dúvidas que nossos deputados e senadores serão sensíveis à causa tão importante para Pernambuco”, destacou.</p>
<p>O Arquivo Público Estadual foi criado em 4 de dezembro de 1945 e preserva a história de Pernambuco em manuscritos, mapas, jornais, livros e leis. A sede fica na Rua do Imperador Pedro II, no bairro de Santo Antônio, Centro do Recife.</p>
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		<title>Conselho de Preservação do Patrimônio tomba a antiga Casa de Câmara e Cadeia do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 12:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
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		<category><![CDATA[Unidade de Preservação da Fundarpe]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) deferiu o tombamento estadual da antiga Casa de Câmara e Cadeia do Recife. Após a votação pelos conselheiros, por unanimidade, houve ainda a autorização do envio do Parecer nº 0021/2014 ao Iphan, para pedido de abertura do processo de tombamento federal do antigo prédio, onde atualmente funciona a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43312" aria-labelledby="figcaption_attachment_43312" class="wp-caption img-width-553 alignnone" style="width: 553px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Arquivo-publico-divulgacao.jpg"><img class="size-full wp-image-43312" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Arquivo-publico-divulgacao.jpg" width="553" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Prédio abriga atualmente a sede do Arquivo Público Estadual.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) deferiu o tombamento estadual da antiga Casa de Câmara e Cadeia do Recife. Após a votação pelos conselheiros, por unanimidade, houve ainda a autorização do envio do Parecer nº 0021/2014 ao Iphan, para pedido de abertura do processo de tombamento federal do antigo prédio, onde atualmente funciona a sede do Arquivo Público Estadual, localizada na Rua do Imperador Pedro Segundo, no bairro de Santo Antônio.</p>
<p style="text-align: justify;">“O prédio já se encontra com o seu exame técnico realizado pela Unidade de Preservação da Fundarpe. Agora, estamos encaminhando ao Iphan o pedido de tombamento federal, para que os próximos passos envolvendo a preservação do imóvel sejam dados, como a abertura do processo de tombamento do acervo que compõe o Arquivo Público Estadual”, explicou Rodrigo Cantarelli, conselheiro relator do processo de tombamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>HISTÓRIA</b> &#8211; Segundo o parecer, o edifício histórico foi inaugurado em 1732, mas teve sua pedra fundamental assentada em 31 de outubro de 1729, na antiga Rua da Cadeia Nova, hoje denominada de Rua do Imperador. “Em 1824, com a mudança da Câmara Municipal para um prédio nas proximidades da atual Praça Dezessete, o edifício passou a ser inteiramente ocupado pela Cadeia, função que abrigou até 1855, quando seus presos foram transferidos para a Casa de Detenção”, aponta a pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">“No ano seguinte, o prédio foi ocupado pelo Tribunal da Relação, órgão do poder judiciário, instalado em Pernambuco a partir de 1822, que foi substituído, em 1892, pelo Superior Tribunal de Justiça do Estado. Com a construção de um novo prédio para abrigar o poder judiciário, o Palácio da Justiça, inaugurado em 7 de setembro de 1930, o antigo prédio da Casa de Câmara e Cadeia do Recife foi desocupado e destinado a receber a Biblioteca Pública do Estado”, informa o parecer.</p>
<p style="text-align: justify;">“Enquanto internamente o edifício foi remodelado para receber o novo uso, o seu exterior recebeu elementos decorativos de gosto Neocolonial, no entanto, mantendo-se o partido arquitetônico anterior. A Biblioteca Pública Estadual aí permaneceu até 1975, quando foi inaugurada a sua atual sede, no Parque Treze de Maio. O prédio da antiga Casa de Câmara e Cadeia do Recife passou então a ser ocupado pelo Arquivo Público Estadual, que permanece aí até os dias de hoje”, conclui o parecer.<em id="__mceDel"> </em></p>
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