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	<title>Portal Cultura PE &#187; arte urbana</title>
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		<title>Festival Urbe-se leva arte em video mapping para espaços públicos do Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 15:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114318" aria-labelledby="figcaption_attachment_114318" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ingrid Abreu/ DIvulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Urbe-se-edicação-2019-Monumento-Tortura-Nunca-Mais-Crédito-Ingrid-Abreu-2-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114318" alt="Foto: Ingrid Abreu/ DIvulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Urbe-se-edicação-2019-Monumento-Tortura-Nunca-Mais-Crédito-Ingrid-Abreu-2-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Urbe-se, edicação 2019, Monumento Tortura Nunca Mais</p></div>
<p dir="ltr">Uma cidade não é apenas m agrupamento de pessoas ou um conjunto de edificações, mas, antes de tudo, é território (entendido aqui para além de uma delimitação geográfica, e sim como espaço resultante da junção entre o humano, os objetos, a natureza e a cultura) e identidade. Com essa perspectiva, o Urbe-se chega à segunda edição dialogando, mais uma vez, com locais simbólicos para a memória das lutas por liberdade e democracia no Recife. De 12 a 15 de novembro, o festival de video mapping promoverá, exposição, oficinas e bate-papo, um circuito artístico que retorna à Casa da Cultura e ao Monumento Tortura Nunca Mais, ambos no Centro do Recife, e, pela primeira vez, chega ao Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade,  com projeções de obras de artistas de diferentes gerações, entre eles Francisco Brennand (in memoriam), homenageado desta edição. Toda a programação é gratuita e conta com incentivo do Funcultura.</p>
<p>Pernambuco é palco de revoluções e lutas contra os mais diversos tipos de opressão desde sua origem, o que fez um autor desconhecido, no século XIX, afirmar que existia um “maligno vapor pernambucano”, vapor este sinônimo de democracia, e o padre Dias Martins, em contraponto, atestar que havia uma “ardência natural dos pernambucanos”. Ligado a esta memória, que não está só no passado, mas se concretiza com as batalhas diárias da população, especialmente dos grupos minorizados, o Urbe-se, cuja primeira edição aconteceu em 2019, trabalha o espaço urbano através de intervenções artísticas com o video mapping, reforçando seus três principais eixos: arte e política, arte e tecnologia e arte urbana.</p>
<p>“Destacamos a importância do papel político da arte, a associação da arte com os novos suportes contemporâneos e também a escolha dos lugares para unir os eixos. São locais que guardam memórias da cidade do Recife. A Casa da Cultura, antes, foi a Casa de Detenção, e por ela passaram muitos presos políticos da ditadura militar, como Gregório Bezerra. O Monumento Tortura Nunca Mais foi o primeiro do país a denunciar a tortura do período da ditadura. O Brasil foi o único país do mundo a não punir os torturadores e a única forma que temos de não repetir essa história é lembrar dela. E o Memorial da Democracia, além de ter sido sede do Movimento de Cultura Popular, está localizado no Sítio Trindade, um território histórico de resistência que abrigou, em 1630, o Forte do Arraial do Bom Jesus,  criado para lutar contra a invasão holandesa, e onde, por cinco anos, 500 pessoas ficaram abrigadas, resistindo”, explica Lucia Padilha, coordenadora do Urbe-se.</p>
<p>Para isso, o Urbe-se convidou artistas pernambucanos de diferentes gerações, cujos trabalhos se manifestam em diferentes linguagens artísticas, para criar obras inéditas e dialogar com as memórias desses lugares através das projeções de vídeo mapping, técnica audiovisual que projeta imagens em espaços e edificações, dialogando com a arquitetura e a forma da superfície. Integram a programação Maurício Castro, Juliana Notari, Clara Nogueira, Coletivo IAE (Inconsistência, Acaso e Erro) e o Coletivo Mutirão.</p>
<p dir="ltr">O festival conta ainda com a participação do coletivo VJs Retinantz, composto por Gabriel Furtado e Cauê Nascimento, que fará as projeções de video mapping e foi responsável pelo suporte técnico para a criação das obras em vídeo dos artistas convidados; e o músico Alex Mono, que contribuiu com a criação de trilhas sonoras para os vídeos criados. Durante as projeções, haverá também performances sonoras ao vivo do Coletivo IEA, composto por João Lin e Hassan Santos.</p>
<p>Além deles, o Urbe-se exibe uma animação inédita do mural “Batalha dos Guararapes”, de Francisco Brennand (in memoriam), que tem 2,20 metros de altura por 32,11 de comprimento, e retrata os esforços dos pernambucanos para expulsar os holandeses, após a invasão no século XVII. O evento é considerado um dos fundadores do entendimento da pátria brasileira, com a união de representantes brancos, indígenas e negros. O artista foi convidado pelo projeto no início de 2019 e autorizou a intervenção na sua obra, que originalmente ficava na rua das Flores, mas hoje está na rua Antônio Falcão, em Boa Viagem. Brennand faleceu em dezembro daquele ano e, por isso, esta edição presta uma homenagem ao icônico artista visual pernambucano que guarda ainda outra ligação com a proposta do festival.</p>
<p>Brennand foi um dos grandes articuladores do projeto que fez com que a antiga Casa de Detenção fosse transformada na Casa da Cultura. Ele também foi um dos colaboradores do Movimento de Cultura Popular (MCP), que buscava ampliar o acesso à educação e à cultura para a classe trabalhadora, de uma forma libertadora e democrática, do qual participaram também pensadores e artistas como Paulo Freire, Abelardo da Hora, Germano Coelho, Anita Paes Barreto, Luiz Mendonça, entre outros. Brennand também ilustrou a cartilha para alfabetização de adultos criada por Paulo Freire. O casarão onde está o Memorial da Democracia em Pernambuco também foi sede do MCP, sendo desativado de forma abrupta pela ditadura militar, em 1964.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr">De 12 a 14 de novembro, o festival apresenta a exposição coletiva “Arte, Cidade e Democracia”, com visitação das 11h às 17h, no Memorial da Democracia de Pernambuco. A mostra reúne recortes das pesquisas de quatro projetos que abordam a relação entre arte e cidade: o Circuito da Poesia, o Guia Comum do Centro do Recife, o mapeamento Trilhas do Graffiti e o projeto Recife Arte Pública. Estarão em exibição trabalhos em fotografia, mapas, esboços e livros que revelam esculturas, murais, grafites, lugares e situações poéticas presentes em espaços públicos do Recife.</p>
<p><strong>OFICINAS</strong></p>
<p dir="ltr">O eixo formativo do Urbe-se conta com duas oficinas que focam na relação entre arte urbana e tecnologia, ambas com realização no Memorial da Democracia, onde também serão apresentados os trabalhos de finalização das atividades. No dia 13/11, das 14h às 17h, o artista multimídia Gools VJ ministra “VJing e Video Mapping”. De caráter teórico e prático, a oficina oferece uma introdução ao universo do VJ (video jocking, quando há manipulação em tempo real de imagens, em diálogo com a música) e às projeções mapeadas. Ao final, será criada uma obra coletiva em vídeo que será projetada no festival.</p>
<p>No dia 14 de novembro, Nathê Ferreira, grafiteira, educadora social e ativista, conduz a Oficina de Grafite, com abordagem teórica e prática sobre a linguagem do grafite, com foco em questões sociais e na presença de mulheres na arte urbana. Os participantes serão convidados para uma ação coletiva de grafite em um mural nos jardins do Memorial da Democracia.</p>
<p>As inscrições para ambas são gratuitas e devem ser feitas de 04 a 10 de novembro, através <a href="https://forms.gle/FEW8EJ3KHsCfB17y8" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/FEW8EJ3KHsCfB17y8&amp;source=gmail&amp;ust=1730991657651000&amp;usg=AOvVaw2bBHnuh0C2me4g6RR2lDGP">deste formulário</a>. Cada oficina oferecerá 30 vagas, das quais 50% serão destinadas a pessoas negras, indígenas, PcD, moradores da periferia e LGBTQIAPN+. O resultado será divulgado no dia 11 de novembro.</p>
<p>O Urbe-se tem incentivo do Funcultura, através da Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco e Governo de Pernambuco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação completa do Urbe-se:</strong></p>
<p><strong>Dia 12/11 (terça-feira):</strong></p>
<p dir="ltr">Exposição “Arte, Cidade e Democracia”<br />
Horário: 11h às 17h (até o dia 14/11)<br />
Local: Memorial da Democracia de Pernambuco</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 13/11 (quarta-feira):</strong></p>
<p dir="ltr">Oficina VJing e Video Mapping, com Gools VJ<br />
Horário: 14h às 17h<br />
Local: Memorial da Democracia de Pernambuco</p>
<p dir="ltr">Roda de Conversa com os artistas<br />
Horário: 18h<br />
Local: Casa da Cultura</p>
<p dir="ltr">Projeções de video mapping<br />
Horário: 19h às 22h<br />
Local: Casa da Cultura</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 14/11 (quinta-feira):</strong></p>
<p dir="ltr">Oficina de Grafite, com Nathê Pereira<br />
Horário: 10h às 17h<br />
Local: Memorial da Democracia (Estrada do Arraial, s/n, Casa Amarela)</p>
<p dir="ltr">Projeções de Video Mapping<br />
Horário: 19h às 21h<br />
Local: Memorial da Democracia (Estrada do Arraial, s/n, Casa Amarela)</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 15/11 (sexta-feira):</strong></p>
<p dir="ltr">Projeções de Video Mapping<br />
Horário: 19h às 21h<br />
Local: Monumento Tortura Nunca Mais (Rua da Aurora, s/n, Santo Amaro)</p>
<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #888888;"> </span></span></p>
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		<title>Arte urbana brasileira em exposição na CAIXA Cultural Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/arte-urbana-brasileira-em-exposicao-na-caixa-cultural-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2016 14:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte urbana]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[grafitti]]></category>
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		<description><![CDATA[com informações da Assessoria A CAIXA Cultural Recife apresenta a exposição Ozi &#8211; 30 anos de Arte Urbana no Brasil em temporada de 16 de setembro a 20 de novembro de 2016. Ozi é o nome artístico do paulistano Ozéas Duarte, um dos ícones da primeira geração da arte urbana brasileira, que celebra três décadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>com informações da Assessoria</em></p>
<p style="text-align: right;">
<div id="attachment_40219" aria-labelledby="figcaption_attachment_40219" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/OZI</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/arte-ordinaria-freudmickey.jpg"><img class="size-medium wp-image-40219" alt="Divulgação/OZI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/arte-ordinaria-freudmickey-297x486.jpg" width="297" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra fica em cartaz até 20 de novembro</p></div>
<p style="text-align: left;"><em></em>A CAIXA Cultural Recife apresenta a exposição <strong>Ozi &#8211; 30 anos de Arte Urbana no Brasil</strong> em temporada de 16 de setembro a 20 de novembro de 2016. Ozi é o nome artístico do paulistano Ozéas Duarte, um dos ícones da primeira geração da arte urbana brasileira, que celebra três décadas de trabalho com esta mostra, com curadoria de Marco Antonio Teobaldo. Ozi se destaca no Brasil e no exterior pela pesquisa sobre a técnica de estêncil com estética Pop e reúne na CAIXA um raro material sobre o grafitti nacional. A exposição será aberta no dia 15 de setembro, às 18h30, com bate-papo com o artista Ozi e o curador Marco Antonio Teobaldo. A visitação é gratuita e começa dia 16 de setembro, de terça a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 10h às 17h.</p>
<p>São 100 peças de tamanhos variados que representam um inventário desta importante parte da Street Art brasileira: documentos, registros fotográficos, depoimentos e obras do artista em diferentes tipos de suportes, que datam desde 1984 até o período atual. Para o curador Marco Antonio Teobaldo, é um material raro sobre a história do grafitti no Brasil. “Durante a pesquisa para realização da mostra, foram entrevistados artistas que fizeram parte daquela cena urbana inicial e novos artistas, que traçaram um panorama sobre a Arte Urbana no Brasil e a importância da obra de Ozi neste contexto”, explica.</p>
<p>A exposição está dividida em quatro segmentos: Rua, Arte fina, Matrizes e Bio. No segmento Rua são expostas obras em grandes dimensões, trazendo a linguagem utilizada por Ozi nos espaços públicos dos centros urbanos. As paredes da galeria recebem intervenções com os grafites do artista formando um imenso mural multicolorido.</p>
<p>Em Arte Fina estão obras criadas em suportes variados, normalmente expostas em galerias e adquiridas por colecionadores durante a trajetória do artista. São telas emolduradas, madeiras, metais, objetos de uso doméstico, latas de spray e outros itens, que formam uma coleção de pinturas, esculturas e assemblages. Entre as obras, há uma série de estêncil sobre bolsas falsificadas com marcas de luxo, compradas no mercado popular da Rua 25 de Março, em São Paulo.</p>
<p>Em Matrizes será exibido pela primeira vez um conjunto de máscaras de estêncil dos trabalhos mais emblemáticos da sua carreira, criados durante o período de 1984 até 2015. São verdadeiras raridades que estarão disponíveis para a observação dos visitantes, como as obras da série Museu de Rua, com referências a artistas como Anita Malfati, Van Gogh, Di Cavalcanti, Roy Lichtenstein e Picasso. Em Bio, dois vídeos reúnem depoimentos do artista e de parceiros de profissão, que remontam a história da Arte Urbana no Brasil. Do acervo pessoal do artista, são exibidas imagens históricas dos primeiros grupos de grafiteiros e suas intervenções na cidade de São Paulo, materiais gráficos de época e recortes de jornal.</p>
<p><strong>ORIGEM DA CENA URBANA</strong><br />
A Street Art no Brasil surgiu em 1978, em São Paulo, durante o período de ditadura militar, com Alex Vallauri, que reuniu outros artistas como Waldemar Zaidler e Carlos Matuck, e posteriormente Hudnilson Jr., John Howard, Julio Barreto, Ozi e Maurício Villaça. Este último abriu as portas de sua casa e transformou-a na galeria Art Brut, que se constituiu em um espaço da cena underground daquela época e acolheu artistas visuais e performáticos, poetas e toda sorte de visitantes atraídos por aquela nova forma de pensamento artístico. Foi a partir do encontro destes artistas, que se iniciou uma série de intervenções e ações públicas na capital paulistana, que fariam história na constituição do grafitti brasileiro.</p>
<div id="attachment_40220" aria-labelledby="figcaption_attachment_40220" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/OZI</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ea-tio.jpg"><img class="size-medium wp-image-40220" alt="Divulgação/OZI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ea-tio-315x486.jpg" width="315" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cena urbana e crítica social marcam a trajetória de Ozi</p></div>
<p><strong>ARTISTA</strong><br />
Ozi é paulistano e faz parte da primeira geração do grafitti brasileiro, quando em 1985 iniciou suas primeiras intervenções urbanas, junto com Alex Vallauri e Maurício Villaça. Desde então, desenvolve pesquisa sobre a técnica de estêncil, criando suas obras a partir de uma estética Pop. Durante sua trajetória profissional, participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e exterior. Atualmente é representado pelas galerias Espace-L, em Genebra (Suíça), e A7MA, em São Paulo. Seus trabalhos figuram em publicações nacionais e estrangeiras. Ozi viveu uma época em que a repressão sufocava, segundo ele mesmo, fugir da polícia e das bombas de gás era costumeiro. &#8220;Lembro que o Alex Vallauri escrevia &#8216;Diretas já&#8217; e o Maurício Villaça chegou a pintar uma Salomé dançando com a cabeça do Sarney em suas mãos. O pensamento geral era que qualquer pessoa ligada à arte era subversiva ou comunista&#8221;, recorda. Ozi aprendeu a fazer estêncil com Villaça, que o instruiu tecnicamente como recortar as máscaras. Em 1985, registrou na rua a sua primeira arte com estêncil, técnica que acabou se tornando a sua marca registrada durante toda carreira artística.</p>
<p><strong>CURADOR</strong><br />
Marco Antonio Teobaldo é jornalista, curador e pesquisador. Mestre em Curadoria em Novas Tecnologias pela Universidad Ramón Llull, de Barcelona, Espanha. Desde 2007, vem trabalhando como pesquisador e curador de Artes Visuais, com especial atenção à Arte Urbana. Atualmente, Teobaldo dirige a Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea (Região Portuária do Rio de Janeiro), situada em um dos mais importantes sítios arqueológicos da Rota do Escravos (Unesco), onde realiza propostas curatoriais com artistas brasileiros e estrangeiros, reunindo mídias tradicionais (pintura, desenho e escultura), fotografia, novas tecnologias (vídeo, arte sonora e arte digital), arte urbana e performance. É curador residente da Casa da Tia Ciata, com exposição permanente sobre a memória de uma das maiores referências da história do samba. Junto com o artista visual Eduardo Denne, idealizou o Parede &#8211; Festival Internacional de Pôster Arte, em 2008 e 2010, no Rio de Janeiro, que reuniu em sua última edição 175 artistas de diferentes partes do mundo.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Ozi &#8211; 30 anos de Arte Urbana no Brasil</strong><br />
Local: CAIXA Cultural Recife &#8211; Av. Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero – Bairro do Recife Antigo.<br />
Abertura da exposição: 15 de setembro de 2016 | 18h30 com bate-papo com o artista Ozi e o curador Marco Teobaldo.<br />
Visitação: de 16 de setembro a 20 de novembro de 2016 | terça-feira a sábado: 10h às 20h. Domingo: 10h às 17h.<br />
Informações: (81) 3425-1915<br />
Entrada Franca<br />
Classificação Livre</p>
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		<title>7º Recifusion abre inscrições para workshops</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 16:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[O Recifusion, evento dedicado à arte urbana, está com inscrições abertas para o Laboratório de Aquarela, com Simone Mendes; e os workshops de Iniciação Gráfica, com Gi Vatroi, Mapeamentos Afetivos, com Dani Guerra e Juliane Xavier e &#8220;Como promover sua arte nas Mídias Sociais&#8221;, com Myrian Isis. As inscrições podem ser feitas gratuitamente até segunda-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Recifusion, evento dedicado à arte urbana, está com inscrições abertas para o Laboratório de Aquarela, com Simone Mendes; e os workshops de Iniciação Gráfica, com Gi Vatroi, Mapeamentos Afetivos, com Dani Guerra e Juliane Xavier e &#8220;Como promover sua arte nas Mídias Sociais&#8221;, com Myrian Isis. As inscrições podem ser feitas gratuitamente até segunda-feira (16/01) através do preenchimento de formulário disponível <strong><a href="http://bit.ly/inscriçãorf7 " target="_blank">AQUI</a></strong>. O resultado da seleção será divulgado até 20 de março no site oficial <strong><a href="http://www.recifusion.com" target="_blank">http://www.recifusion.com</a></strong></p>
<p>A 7ª edição do Recifusion acontece entre os dias 23 e 29 de março, no Recife, e conta com o incentivo do Funcultura / Governo de Pernambuco. Os workshops serão realizados entre os dias 23 a 27 de março. Na programação do dia 27 de março, haverá  uma roda de diálogo com o tema &#8220;Conquistando Espaços &#8211; A participação e produção feminina na arte urbana&#8221;, com a presença das graffiteiras Priscila Lima (Witch &#8211; PB), Andreza Cintra (Deza &#8211; AL), Lídia Soares (Viber &#8211; MG), integrantes do Cores Femininas (PE) e Lara Buitron (PE), militante do movimento feminista. A roda é aberta a participação de todos.</p>
<div id="attachment_22054" aria-labelledby="figcaption_attachment_22054" class="wp-caption img-width-552 alignnone" style="width: 552px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Danielly-e-Juliane.jpg"><img class="size-full wp-image-22054" alt="Recifusion / Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Danielly-e-Juliane.jpg" width="552" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">As artistas visuais Dani Guerra e Juliane Xavier irão falcilitar oficina de Mapeamentos Afetivos.</p></div>
<p>De acordo com a organização do evento, o Recifusion pretende contribuir para o reconhecimento da importância artística e social do graffiti. Neste ano, o foco é promover a visibilidade e incentivar o protagonismo feminino dentro da arte urbana. Para isso, o festival realizará os workshops, a roda de diálogo a produção de um painel artístico principal para destacar as mulheres artistas do graffiti.</p>
<p>Os workshops buscam oferecer aos participantes conteúdos úteis para o desenvolvimento do artistas. No &#8220;Laboratório de Aquarela&#8221;, a ilustradora Simone Mendes irá incentivar a criatividade ea  habilidade de cada aluno, tratando a pintura como veículo de comunicação, mesmo aqueles que não estão acostumados com a técnica. Na oficina de &#8220;Iniciação gráfica&#8221;, a deisgner Gi Vatroi irá estimular o desenvolvimento de identidades visuais e diagramação.</p>
<p>A relação com a cidade e como isso se expressa artisticamente é o foco da oficina &#8220;Mapeamentos Afetivos&#8221;, ministrada pelas artistas visuais Dani Guerra e Juliane Xavier, que irão exibir o resultado do trabalho numa exposição de pequeno porte. No workshop &#8220;Como promover sua arte nas Mídias Sociais&#8221;, cada participante irá descobrir como expandir a presença online do seu trabalho a partir das ferramentas de marketing apresentadas por Myrian Isis.<br />
<strong>WORKSHOPS</strong></p>
<p><strong>Laboratório de Aquarela</strong><br />
<strong>Facilitadora:</strong> Simone Mendes (PE) &#8211; Ilustradora freelancer desde 2007, conta com duas exposições individuais e cinco livros ilustrados. Traços leves, muito colorido e temas alegres fazem parte do trabalho da artista.<br />
<strong>Objetivo:</strong> O principal objetivo é despertar a criatividade e habilidade de cada participante, tendo a pintura com aquarela como veículo de comunicação de ideias.Os exercícios iniciais são importantes para quem não é acostumado com a técnica. A partir daí se pode levar o estudo de aquarela adiante, tendo sempre em vista que a prática constante leva ao aprimoramento.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 10<br />
<strong>Data:</strong> 23/03 (segunda-feira)<br />
<strong>Horário:</strong> Das 09h às 12h e das 14h às 17h</p>
<div id="attachment_22053" aria-labelledby="figcaption_attachment_22053" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Gi-Vatroi.jpg"><img class="size-medium wp-image-22053" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Gi-Vatroi-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gi Vatroi irá estimular a criatividade a partir do design gráfico.</p></div>
<p><strong>Iniciação gráfica e suas possibilidades</strong><br />
<strong>Facilitadora:</strong> Gi Vatroi (PE) - Formada em Design Gráfico pelo IFPE, mediou uma palestra de Ronaldo Fraga no 6º FestiPoa Literária, participou da exposição LI.TER.ATO &#8211; Provocação Cultural dentro do festival No Ar Coquetel Molotov. Além disso, também desenvolveu ilustração e projeto gráficos para projetos de Luna Vitrolira e projeto Clarear (Celpe).<br />
<strong>Objetivo:</strong> Esta oficina pretende estimular a capacidade criativa dos artistas direcionando suas habilidades para o design gráfico no desenvolvimento de identidades visuais e/ou diagramação. OBS: Para esta atividade é imprescindível que o/a participante leve notebook.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 10<br />
<strong>Data:</strong> 24/03 (Terça-feira)<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 12h</p>
<p><strong>Mapeamentos Afetivos</strong><br />
<strong>Facilitadoras:</strong> Daniele Guerra (PE) e Juliane Xavier (PE)<br />
Daniele Guerra é graduada em Artes Visuais pela UFPE, tem experiência como professora, mediadora e arte educadora. Atualmente, faz parte do coletivo &#8220;Será o Benedito?&#8221;.<br />
Juliane Xavier é formada em Artes Visuais pela UFPE, cursa Letras na Unicap. Possui experiência com mediação cultural, arte educação e em projetos junto ao coletivo &#8220;Será o Benedito?&#8221;.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Despertar novos e plurais olhares dos participantes do Recifusion 7 para a nossa cidade de forma subjetiva. A partir daí apresentar projetos de exposições que vão transformar o conhecimento da cidade em experiências artísticas e estéticas, na construção de mapas.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 15 vagas<br />
<strong>Data:</strong>25/03 (Quarta- Feira)<br />
<strong>Horário: </strong>das 09h às 12h</p>
<p><strong>Como promover sua arte nas Mídias Sociais</strong><br />
<strong>Facilitadora:</strong> Myrian Isis (PE) &#8211; Formada em Design de Moda pela FBV, trabalha desde 2011 com Social Media, participando de diversas oficinas e cursos. Já foi coordenadora de Mídia no Fora do Eixo Pernambuco e hoje atua na Frevo Comunicação.<br />
<strong>Objetivo:</strong> O workshop visa capacitar os participantes para expandir a presença online de seu projeto pessoal. Através de teoria e cases, os participantes poderão aprender sobre estas poderosas ferramentas de marketing aplicadas a sua arte. É recomendado que o/a participante leve seu próprio notebook.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 10 vagas<br />
<strong>Data: </strong>26/03 (Quinta-Feira)<br />
<strong>Horário:</strong> das 09h às 12h</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Workshops do 7º Recifusion</strong><br />
<strong>Inscrições:</strong> de 09 a 16 de março através do link <strong><a href="http://bit.ly/inscriçãorf7" target="_blank">http://bit.ly/inscriçãorf7</a></strong><br />
<strong>Resultado da seleção para participar da oficina:</strong> 20 de março<br />
<strong>Local:</strong> Caramiolas Lab (Avenida Dantas Barreto, 324, Santo Antônio -Edf. Pernambuco, 7º andar)<br />
<strong>Acesso gratuito</strong></p>
<p><strong>Roda de Diálogo: &#8220;Conquistando Espaços &#8211; A participação e produção feminina na arte urbana&#8221;</strong><br />
<strong>Quando:</strong> 27 de março, das 14h às 17h<br />
Com Priscila Lima (Witch &#8211; PB), Andreza Cintra (Deza &#8211; AL), Lídia Soares(Viber &#8211; MG), integrantes do Cores Femininas (PE) e Lara Buitron (PE).<br />
<strong>Local:</strong> Caramiolas Lab (Avenida Dantas Barreto, 324, Santo Antônio &#8211; Edf. Pernambuco, 7º andar)<br />
<strong>Acesso gratuito</strong></p>
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