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	<title>Portal Cultura PE &#187; arte</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e Cinema São Luiz integram a programação da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:21:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Traçando um elo entre preservação e modernidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e o Cinema São Luiz participam da 4ª edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE, que acontece de 8 a 12 de outubro, no Recife Expo Center. Os equipamentos, geridos pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120603" aria-labelledby="figcaption_attachment_120603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004.png"><img class="size-medium wp-image-120603" alt="Imagem: Mepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Mepe/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Traçando um elo entre preservação e modernidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e o Cinema São Luiz participam da 4ª edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE, que acontece de 8 a 12 de outubro, no Recife Expo Center. Os equipamentos, geridos pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apresentam programações especiais que reafirmam o compromisso do Estado com a valorização da arte e da cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">“A presença do Museu do Estado de Pernambuco e do Cinema São Luiz na ART.PE reforça o papel dos equipamentos culturais do Governo de Pernambuco como espaços de convergência entre a memória e a criação contemporânea. São instituições que dialogam com o passado, mas também olham para o futuro da arte produzida no estado, estimulando novas linguagens, públicos e conexões. Participar da feira é reafirmar o compromisso do Governo com a valorização da arte pernambucana e com o fortalecimento da nossa presença no circuito nacional das artes visuais e audiovisuais”, destaca a gerente de Ações Culturais dos Equipamentos da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.</p>
<p dir="ltr">A ART.PE tem como objetivo refletir o desenvolvimento e a consolidação do mercado das artes visuais no estado, que, nos últimos anos, registrou o crescimento de galerias, circulação de artistas e ampliação das vendas de obras. O evento reúne galerias, artistas e agentes do setor, fortalecendo o intercâmbio entre a produção local e o cenário nacional.</p>
<p dir="ltr">Nesse contexto de diálogo entre tradição e contemporaneidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) marca presença como um dos pilares da preservação e difusão da arte no estado. Com um perfil voltado para a história e a arte, o museu é um dos mais importantes equipamentos públicos do Governo de Pernambuco e desempenha papel essencial na valorização da produção artística local — acolhendo tanto nomes consagrados quanto novas vozes das artes contemporâneas, que trazem novas linguagens e perspectivas para o cenário cultural.</p>
<p dir="ltr">“Ao se integrar à ART.PE, ao lado de instituições de destaque como o MASP, Inhotim, MAMAM, Instituto Francisco Brennand, e importantes galerias do Nordeste, do Rio de Janeiro e de São Paulo, o MEPE reafirma seu compromisso com o fortalecimento da cena artística regional e sua conexão com os grandes circuitos da arte brasileira”, destaca o gestor do Museu, Rinaldo Carvalho.</p>
<p dir="ltr">Durante a feira, o Mepe apresenta ao público uma seleção de livros e catálogos que documentam exposições e ações realizadas no museu, além de vídeos institucionais sobre os equipamentos culturais da Fundarpe. O estande também contará com a venda de objetos com reproduções das coleções do acervo, elaborados pela Sociedade dos Amigos do Museu do Estado de Pernambuco (Sampe).</p>
<p dir="ltr">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira.</p>
<p dir="ltr">Dividida em dois blocos, a mostra reúne obras audiovisuais de artistas pernambucanos de diferentes gerações, sob curadoria de Pedro Severien, com trabalhos de Bárbara Wagner (em parceria com Benjamin de Burca), biarritzzz, Bruno Vilela, Dea Ferraz, Juliana Notari, Júlio Cavani, Kalor Pacheco, Lia Letícia, Priscila Nascimento, Renata Pinheiro, Sergio Oliveira e Telephone Colorido.</p>
<p dir="ltr">O segundo bloco é dedicado à Mostra Paulo Bruscky, com curadoria de Yuri Bruscky, filho do artista, apresentando registros de performances e obras audiovisuais do artista, pioneiro na experimentação entre cinema, vídeo e performance. O material foi recentemente digitalizado a partir de mídias originais como super 8, 16mm e VHS, com imagens captadas entre 1971 e 2015 — exibidas agora em conjunto pela primeira vez.</p>
<div id="attachment_120605" aria-labelledby="figcaption_attachment_120605" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg"><img class="size-full wp-image-120605" alt="A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">“O que está em operação nesta mostra é a forma livre e inventiva que cineastas e artistas visuais construíram em Pernambuco. Os trabalhos fogem das convenções narrativas para experimentar com as imagens, os sons e os próprios corpos no espaço. O programa &#8216;A imagem e os mundos daqui&#8217; privilegia variações dos gêneros da videoarte e do cinema experimental contemporâneo, enquanto &#8216;Entre os corpos da terra&#8217; explora mais a performance e a intervenção. Mas não há linhas divisórias, tudo se mistura e se contagia”, afirma o curador Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">A programação completa e cobertura das ações podem ser conferidas pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a> e no Instagram oficial da feira, <a href="https://www.instagram.com/art__pe">@art__pe</a>. Aos interessados, os ingressos por dia estão disponíveis através da plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>MEPE</strong></p>
<p dir="ltr">Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cinema São Luiz</strong></p>
<p dir="ltr">Inaugurado em 6 de setembro de 1952, às margens do Rio Capibaribe, o Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, o São Luiz representa um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><em>&gt;Serviço: </em></p>
<p dir="ltr"><strong>ART.PE | Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 8 a 12/10</p>
<p dir="ltr">Local: Recife Expo Center (Cais Santa Rita, 156 &#8211; São José, Recife &#8211; PE)</p>
<p dir="ltr">Horários de funcionamento: 8 de outubro &#8211; só para convidados / 9 a 11 de outubro &#8211; 13h às 20h, aberto ao público / 12 de outubro &#8211; 13h às 18h, aberto ao público</p>
<p dir="ltr">Ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe exposição composta por obras de estudantes da Rede Estadual de Ensino</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe-recebe-exposicao-composta-por-obras-de-estudantes-da-rede-estadual-de-ensino/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120374" aria-labelledby="figcaption_attachment_120374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123.png"><img class="size-medium wp-image-120374" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE), com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A mostra integra as homenagens aos 200 anos da Confederação do Equador e estará aberta ao público de forma gratuita até o dia 05 de outubro.</p>
<p>A atividade reúne diversas linguagens artísticas, como artes visuais, pintura, vídeo, dança, teatro e música, e é resultado de um projeto realizado entre julho de 2024 e julho deste ano, envolvendo 12 escolas da Rede Estadual de Ensino. Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p>
<div id="attachment_120375" aria-labelledby="figcaption_attachment_120375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142.png"><img class="size-medium wp-image-120375" alt="Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p></div>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a exposição é resultado da grande parceria e colaboração entre a Fundarpe e a Secretaria de Educação. &#8220;Ela traz uma linda coleção de pinturas de uma nova geração que está se destacando e, ao mesmo tempo, valorizando a nossa história e cultura. Além disso, a Fundarpe tem desenvolvido projetos como o Brincantes nas Escolas e a exposição Patrimônios de Pernambuco, que está sendo apresentada em doze regiões de desenvolvimento do Estado. Esses projetos têm como objetivo levar informações sobre os patrimônios materiais e imateriais, formando professores, gestores públicos e outros interessados em se tornarem novos agentes multiplicadores da preservação cultural em seus próprios territórios&#8221;, destaca.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, os estudantes puderam ver o resultado final das obras que criaram, além de explorar as instalações do Espaço Cícero Dias, uma das principais áreas do Mepe, compartilhando espaço de um acervo que abriga mais de 14 mil peças. Como destaque, a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p>
<div id="attachment_120376" aria-labelledby="figcaption_attachment_120376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201.png"><img class="size-medium wp-image-120376" alt="Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &quot;Chamas da Liberdade&quot;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p></div>
<p>&#8220;O Museu do Estado de Pernambuco tem como missão preservar, pesquisar e difundir a nossa história. Trazer essa exposição para cá, com obras de pintura, artes visuais, além de filmes e apresentações de dança, representa a culminância desse processo tão significativo. A comemoração do Bicentenário da Confederação do Equador deveria, sem dúvidas, encontrar seu ponto final aqui, no museu, onde arte, história e cultura se entrelaçam de forma única&#8221;, ressalta o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
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		<title>Filme “Oroboro” estreia no Recife mostrando a força transformadora da arte na adolescência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-oroboro-estreia-no-recife-mostrando-a-forca-transformadora-da-arte-na-adolescencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h. Nos últimos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119743" alt="Foto: Claroescuro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h.</p>
<p dir="ltr">Nos últimos meses, o longa foi destaque em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis, lotando sessões, e passou também por Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, emocionando centenas de espectadores. Oroboro acompanha dois grupos de alunos que adaptaram para o teatro obras-primas da literatura e da música, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, e A Flauta Mágica, de Mozart. Ao registrar também a rotina escolar, Oroboro revela uma prática formativa em que arte e vida caminham juntas — em contraste com os retratos recorrentes da adolescência marcados por diagnósticos e traumas, o filme mostra o que pode emergir quando a criação se torna eixo de formação.</p>
<p dir="ltr">A partir dos ensaios, apresentações e da rotina escolar, Oroboro acompanha a intimidade das descobertas, dores e alegrias vividas na radicalidade da juventude. As forças paradoxais das personagens encenadas movem uma vasta constelação temática: vida e morte, arte e educação, cinema e teatro, natureza e urbanização. O próprio remete ao símbolo ancestral da serpente que engole a própria cauda, formando um círculo. De origem grega, representa o ciclo da vida, a renovação e a transformação contínua.</p>
<p dir="ltr">“Diante de uma sensível prática formativa, nesta fronteira entre metrópole e interior, entre expansão econômica e conservação ecológica, percebi um espelho da sociedade brasileira contemporânea. Oroboro é fruto destes paradoxos e revela algo que resiste, vindo desse vínculo essencial entre a arte e a formação humana”, explica o diretor Pablo Lobato.</p>
<p dir="ltr">O colégio, locação principal do filme e palco das encenações, está situado em um vale entre Belo Horizonte e Nova Lima. Atravessado por um córrego e cercado por áreas verdes e corredores ecológicos, hoje se vê pressionado por uma das urbanizações mais dinâmicas do país e da especulação imobiliária.</p>
<p dir="ltr">Estudantes e educadores das áreas de pedagogia, cinema, artes, música e demais campos ligados à arte e à formação humana terão acesso gratuito à sessão no Recife, com os ingressos custeados pela Claroescuro. A única contrapartida solicitada é a organização do transporte dos participantes até o local. Caso haja interesse, a produção também poderá emitir certificados de participação para professores e profissionais da educação. Para garantir a presença, é necessário preencher o formulário disponível no link <a href="http://bit.ly/3UO834E" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/3UO834E&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3CD9_1rXuVBxa7X7STtF8U">http://bit.ly/3UO834E</a> até as 23h59 da próxima quinta-feira, 7 de agosto.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Claroescuro Studio, Oroboro conta com o apoio da Lei Paulo Gustavo para sua distribuição e o patrocínio da Saúva Jataí para a finalização.</p>
<p dir="ltr">A confluência entre arte e formação humana no trabalho de Pablo Lobato</p>
<p dir="ltr">O retorno de Pablo Lobato ao cinema com Oroboro reafirma seu modo de criação, que escapa a uma única linguagem e se constrói na relação com diferentes contextos. Seu trabalho acontece no encontro com as forças disponíveis, na colaboração com a matéria e na atenção ao que emerge em cada fazer. Entre o cinema e as artes visuais, seus últimos anos têm sido atravessados pelos diálogos entre arte e formação humana.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Oroboro partiu de um espanto. Em 2018, me deparei com um brilhante grupo de jovens estudantes adaptando Grande Sertão: Veredas para o teatro. Fiquei profundamente tocado ao vê-los criando juntos, encontrando embocadura para esse mito fundador brasileiro. A peça já estava em curso, mas o filme nascia ali, sem um projeto, sem recursos disponíveis, apenas na urgência do que acontecia diante de mim. Senti que precisava atender a esse chamado. No início, precisei seguir sem equipe, movido por esse encontro inesperado. Aos poucos, fui me aproximando mais desse colégio de Minas Gerais, onde uma linhagem pedagógica implementa, no cotidiano, um pensamento indissociável da arte. Entre 2018 e 2020, formei uma pequena equipe e acompanhei com minha câmera os processos imersivos vividos pelos estudantes, gravando também a segunda turma de adolescentes mais jovens, que me encantou ao adaptar A Flauta Mágica, de Mozart&#8221;, relembra Lobato.</p>
<p dir="ltr">Isabella Brisa, aluna e a atriz que interpretou o personagem Hermógenes em Grande Sertão: Veredas, no ano de 2018, comenta sobre a experiência de reviver o processo de criação do espetáculo a partir do filme.  “Oroboro foi um presente maravilhoso. O filme é emocionante; sua sensibilidade me tocou profundamente. Minha sincera gratidão e admiração por esse trabalho magnífico e por todos que o tornaram possível. Foi um privilégio participar deste projeto, que reacendeu em mim o desejo de me expressar através da arte”, ressalta Brisa.</p>
<p><strong>Sobre o diretor</strong></p>
<p dir="ltr">Pablo Lobato (Bom Despacho, 1976) é artista visual e cineasta. Foi um dos criadores da Teia – Centro de Pesquisa e Produção Audiovisual, em Belo Horizonte. Realizou filmes exibidos em festivais como Locarno, Sundance e Guadalajara, onde seu primeiro longa, Acidente, recebeu o prêmio de Melhor Documentário Ibero-Americano.</p>
<p dir="ltr">Em 2009, recebeu a bolsa da Fundação Guggenheim, em reconhecimento à sua pesquisa. Expôs em instituições como o MoMA e o New Museum (Nova York), o Museu Tamayo (Cidade do México), o MACBA (Barcelona) e o MAM (São Paulo), além de bienais no Uruguai, Argentina, Índia, Portugal e Emirados Árabes.</p>
<p dir="ltr">Seu trabalho parte de encontros e escapa a uma única linguagem, orientado por uma ética da escuta. Oroboro, seu filme mais recente, e Bárbara de Cocais – Escultura Comunitária #01 condensam esse percurso, em que atenção e cuidado se entrelaçam à pesquisa, à experimentação e ao convívio — por uma proximidade radical.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviços: Oroboro no Cinema São Luiz</strong><br />
Sábado, 09 de agosto &#8211; 14h<br />
Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia)</p>
<p dir="ltr">Vendas: <a href="http://bit.ly/4llWRaE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/4llWRaE&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3-vtxFbD5ZQJtBtsZ_qXPj">http://bit.ly/4llWRaE</a> <wbr /></p>
<p dir="ltr">Ingressos disponíveis na bio @claroescuro.studio e @<a href="https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/#" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/%23&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw2K6yTLAF1jCumvkhWY0qEr">cinemasaoluizpe</a></p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/claroescuro.studio/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/claroescuro.studio/&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw31b8IYL62ZCcre8BskCHFB">https://www.<wbr />instagram.com/claroescuro.<wbr />studio/</a></p>
<p dir="ltr">A classificação indicativa do filme é 14 anos e a duração de 82 minutos.</p>
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		<title>Performance “Vórtices Errantes” une poesia e experimentações sonoras em gravação pública</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 14:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo sábado, 9 de agosto, a partir das 14h, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) recebe Vórtices Errantes, performance de Ana Gábri, artista-pesquisadore e autore do poema homônimo. Concebida inicialmente como forma alternativa de publicação poética, a obra será registrada ao vivo em uma publicação sonora, convidando o público a acompanhar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo sábado, 9 de agosto, a partir das 14h, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) recebe Vórtices Errantes, performance de Ana Gábri, artista-pesquisadore e autore do poema homônimo. Concebida inicialmente como forma alternativa de publicação poética, a obra será registrada ao vivo em uma publicação sonora, convidando o público a acompanhar a gravação da performance. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da FUNDARPE, através do FUNCULTURA – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura.</p>
<p>Vórtices Errantes é a oralização da palavra a partir da errância sobre o próprio texto, desde diferentes retornos, ênfases, dicções e ritmos. O artista e músico Fernando Remígio é quem tem acompanhado Ana Gábri em performance desde a primeira edição, assinando a sonoplastia entre ruídos, ecos e dissonâncias feitos em uma guitarra tocada de forma não convencional. Fruto da pesquisa de Ana Gábri quanto ao erro e do desejo de experimentar formas não convencionais de publicação, o trabalho tem lançamento previsto para a primeira semana de setembro nas principais plataformas de streaming sob o selo independente Edições Marafas.</p>
<p>“<i>Vórtices Errantes</i> é a celebração do erro a partir da criação de uma imersão forjada pela linguagem em errância, um jogo metalinguístico com a realidadeficção. Primeiro veio o poema que queria ser publicado em algum formato já diferente, mas em papel, depois entendi que poderia publicar com meu corpo, ou seja, publicar como tornar público em performance. A publicação sonora vai vir da 4a edição da performance e isso me anima muito”, explica Ana Gábri.</p>
<p>Proposição estética e política, a ideia de uma publicação sonora passa a se articular à chance de maior acessibilidade do compartilhamento de experiência, paralelamente fazendo repensar os modos de circulação da poesia. Ao adotar o som como suporte, Vórtices Errantes intenciona ampliar seu alcance material ao dialogar com a crescente demanda por conteúdos em formato de áudio, tais como audiobooks e podcasts.</p>
<p>A obra busca conjugar presença e experiência pela potência da poesia vocalizada — processo que será exposto e compartilhado com o público durante a gravação pública no MAMAM, e que ainda contará com tradução simultânea em LIBRAS.</p>
<p>“Uma das coisas que eu mais me encantei dentro desse processo é que a performance começou na própria estrutura de ensaio. Fazer sonoplastia com a guitarra elétrica é utilizar o instrumento no sentido de uma caixa de sons, de uma máquina que produz ecos, sensações, tensões e sons que não seriam esperados. É como entender comigo uma criatura que grunhe e que sente as palavras como se fosse um bicho, eu só sou um condutor de uma criatura perpassada por palavras”, comenta Fernando Remígio.</p>
<p>Vórtices Errantes já teve desdobramentos anteriores em espaços culturais independentes como a Casa Lontra, Ateliê Ex-Libris (Edf. Texas) e a Kaza Ruta, no Recife, reunindo públicos diversos das artes literárias, visuais e experimentais. A gravação pública marca mais um passo na construção de uma peça híbrida, a tomar corpo em um material gravado e disponibilizado de forma gratuita.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><b>Gravação pública — Performance Vórtices Errantes</b></p>
<p>Sábado, 9 de agosto | A partir das 14h<br />
Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A lona virou mundo: País das Brincadeiras e País das Conexões Urbanas encerram programação com arte, diversidade e casa cheia, em Buíque</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 20:16:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119501" aria-labelledby="figcaption_attachment_119501" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-08.10.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119501" alt="Fotos: Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-08.10.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>O último dia do Festival Pernambuco Meu País 2025 em Buíque, neste domingo (3), foi uma verdadeira celebração da diversidade cultural e da potência artística do Nordeste. O encontro dos dois territórios simbólicos do evento &#8211; País das Brincadeiras e País das Conexões Urbanas &#8211; aconteceu dentro de uma lona completamente lotada, onde o riso, a música, a dança e a ancestralidade se fundiram em uma experiência coletiva emocionante, com espetáculos para todas as idades.</p>
<p>“O compartilhamento do mesmo espaço, através do universo da lona, entre os dois países, reforçou a proposta do festival de transbordar fronteiras artísticas e simbólicas, criando conexões entre o imaginário infantil e a pulsação das ruas, entre a brincadeira e a ancestralidade”, destacou o coordenador de Dança da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Paulo Henrique.</p>
<p>Abrindo a programação às 14h, o País das Brincadeiras trouxe o espetáculo “A Vaca Minuciosa”, do artista Pochyua Andrade, que encantou o público com uma proposta sensível que misturou música, ilustração e narrativa poética. Em seguida, às 15h, o palco foi tomado por “Canções, Cançonetas e Caçarolas”, ampliando o universo das histórias cantadas e brincadas.</p>
<p>Às 17h, a irreverência da palhaçaria tomou conta da lona com o espetáculo “Riso Interior”, da companhia Teatro de Retalho, de Arcoverde. Fundado em 2008, o grupo apresentou uma montagem com contação de histórias, banda marcial ao vivo e muita interação com o público, resgatando memórias da infância e promovendo o riso como forma de afeto.</p>
<p>Entre os espetáculos do País das Brincadeiras, o País das Conexões Urbanas também marcou presença na lona. Às 16h, a Companhia Raízes, de Campina Grande (PB), apresentou o espetáculo de dança “Dos Terreiros ao Palco”, trazendo para a cena os gestos, ritmos e simbologias das religiões de matriz africana. Com figurinos tradicionais, os bailarinos traduziram em movimento a força dos terreiros, embalados por ritmos como o ijexá, o coco e o samba.</p>
<p>Encerrando a programação às 18h, a Cia La Casa, de Alagoas, encantou o público com o espetáculo “Pavão Misterioso”, que mesclou mamulengo, música e contação de histórias, tudo ambientado num cenário colorido, representando o Sertão nordestino. A montagem emocionou o público por propor a lembrança da riqueza dos contos populares, que atravessam gerações.</p>
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		<title>Ciclo Junino 2025: Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita no interior do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 18:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em clima de São João, em Pernambuco, é tempo de seguir o passeio por todo o Estado, aproveitando o que há de melhor da arte, cultura e gastronomia local. Aderindo ao período festivo, o Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita para o Ciclo Junino 2025. A ação do Governo de Pernambuco, por meio da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118540" aria-labelledby="figcaption_attachment_118540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-118540" alt="Foto: Divulgação / Silla Cadengue - SecultPE - Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Silla Cadengue/ SecultPE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Em clima de São João, em Pernambuco, é tempo de seguir o passeio por todo o Estado, aproveitando o que há de melhor da arte, cultura e gastronomia local. Aderindo ao período festivo, o Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita para o Ciclo Junino 2025. A ação do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), objetiva levar diversas manifestações culturais pernambucanas para os festejos do Agreste, Sertão e Zona da Mata. A programação começa a partir deste sábado (21) e segue nos dias 22, 23 e 28 deste mês.</p>
<p dir="ltr">Após circular pelo REC&#8217;n'Play, em 2023, no Festival Pernambuco Meu País, em 2024, e nos dois últimos ciclos carnavalescos, &#8211; passando por 9 cidades do Estado -, o projeto volta a ser realizado, chegando pela primeira vez ao período junino. Com previsão de investimento em torno de R$ 400 mil em sua edição de estreia no calendário do ciclo, a atividade traz cerca de 30 atrações culturais, entre bacamarteiros, quadrilhas juninas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois, que irão ganhar as ruas dos municípios de Limoeiro, Arcoverde, Salgueiro e Carpina, com o intuito de viabilizar uma imersão na cultura popular.</p>
<p dir="ltr">O giro pelas comemorações se inicia pelo Agreste pernambucano, começando por Limoeiro, no mesmo dia da abertura do São João da cidade, neste sábado, dia 21 de junho. A partir das 18h30, com concentração na Rua da Alegria, no centro do município, cerca de oito grupos vão espalhar cores e sons típicos da época. Entre as atrações estão o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, o Boi Misterioso e a Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr">A próxima parada será no dia 22 de junho, já no Sertão, com os brincantes puxando a animação junina em Salgueiro. O arrastão de cultura popular, composto por cerca de sete grupos culturais populares, entre eles A Bicharada, Ciço do Pife e o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, irá se concentrar em frente à Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá e ganhará as ruas a partir das 18h. Ainda na região, mas na véspera de São João (23), o cortejo chega a Arcoverde. Cerca de oito grupos vão deixar a cidade ainda mais animada a partir das 19h30. Atrações como o Boi Imperial, o Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima e a Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau sairão do Largo da Matriz do Livramento e seguirão alegrando toda a cidade.</p>
<p dir="ltr">E, como destino final desta edição, será a vez da Zona da Mata Norte. Na véspera de São Pedro, no dia 28 de junho, a programação se estende, chegando à Carpina, que também será tomada pelo arrastão cultural. O Cortejo Brincantes de Pernambuco promete encerrar a edição inédita com chave de ouro, com muita cultura, arte e memória. A programação será divulgada em breve.</p>
<p dir="ltr">A Secretária de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula, ressalta que esta edição do Cortejo Brincantes de Pernambuco reitera o compromisso da gestão Raquel Lyra com a valorização e promoção da cultura popular do Estado. “Viabilizar que os cortejos se integrem aos festejos juninos e ganhem as ruas das diferentes regiões de Pernambuco é uma forma de reverenciar a pluralidade e poder da cultura popular pernambucana, tão especial para nós. Além de promover uma experiência mais próxima das nossas tradições, essa iniciativa consegue atingir diferentes gerações, ajudando a preservar nossas manifestações culturais, algo que sempre defendemos”, destaca.</p>
<p dir="ltr">“Aqui, a cultura popular sempre ocupará um lugar de destaque, valorizando nossa história e nossas raízes. E o Cortejo Brincantes representa isso muito bem! Quando ele ganha as ruas, a conexão com o público é imediata”, comenta a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">Mais informações e acompanhamento da cobertura completa do Cortejo Brincantes de Pernambuco no Ciclo Junino 2025 poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>&gt; Confira a programação completa:</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado &#8211; 21/06 | 18h30</strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Limoeiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Rua da Alegria, Centro &#8211; Limoeiro/PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: Batalhão 19 &#8211; Flor de Lis, Batalhão 74, Boi Cara Preta, Boi Leão, Boi Misterioso, Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, União dos Bacamarteiros de Cupira Batalhão 1 e Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo &#8211; 22/06 | 18h </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Salgueiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá | Rua Valdemar Menezes, Nossa Sra. Aparecida, Salgueiro &#8211; PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: A Bicharada, Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde de Santa Cruz da Baixa Verde, Banda de Pífanos Riacho do Meio, Ciço do Pife, Grupo de Arte de Verdejante com o Espetáculo Tradições e Encantos, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião e Quadrilha Junina Jovens da Roça.</p>
<p dir="ltr"><strong>Segunda-feira (véspera de São João) &#8211; 23/06 | 19h30 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Arcoverde</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Largo da Matriz do Livramento</p>
<p dir="ltr">Atrações: Banda de Pífanos Riacho do Meio, Boi Diamante de Arcoverde, Boi Imperial, Ciço do Pife, Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Quadrilha Junina Levanta Poeira e Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (véspera de São Pedro) &#8211; 28/06 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Carpina</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Programação em breve</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>“Brincantes nas Escolas”: cultura popular, inclusão e festejo chegam às instituições públicas de ensino em PE</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 16:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine ver o maracatu batendo na porta da sala de aula. Ou um cortejo de coco invadindo o pátio. É este o clima do projeto “Brincantes nas Escolas”, uma ação do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118465" aria-labelledby="figcaption_attachment_118465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118465" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Imagine ver o maracatu batendo na porta da sala de aula. Ou um cortejo de coco invadindo o pátio. É este o clima do projeto “Brincantes nas Escolas”, uma ação do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que une educação, arte e memória, levando a magia da cultura popular para o âmbito educacional. Em clima junino, a edição conta com 9 dias de programação e contempla 150 escolas da rede estadual de ensino. A programação acontece entre os dias 10 e 26 de junho.</p>
<p dir="ltr">O projeto, em seu segundo ano de execução, está de volta, espalhando cultura e memória em 82 municípios de todas as regiões do Estado. Ao todo, a atividade conta com 91 atrações culturais típicas do ciclo junino, como bacamarteiros, quadrilhas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois. Entre os grupos participantes deste ano estão nomes como a Quadrilha Junina Raio de Sol, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Balé Popular de Triunfo, Boi Calemba Pernambucano, Cia Soul Dance, Reisado do Inhanhum e mais.</p>
<p dir="ltr">Nesta edição, todas as regiões do Estado serão contempladas, viabilizando a participação no projeto na Região Metropolitana do Recife (RMR), Mata Sul e Norte, Sertão e Agreste. Para evitar grandes deslocamentos, as atrações contratadas se apresentam em escolas localizadas na mesma região em que estão sediadas. A estratégia facilita a logística e reforça a valorização das expressões culturais locais.</p>
<p dir="ltr">Com um investimento total de R$1,5 milhão, esta edição marca também a consolidação do projeto no calendário anual. Em seu segundo ano de execução, o “Brincantes nas Escolas” já teve presença marcante no ciclo carnavalesco, em fevereiro e março deste ano, quando levou mais de 100 apresentações para escolas de todas as regiões do Estado.</p>
<p dir="ltr">A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, ressalta que a iniciativa é uma oportunidade para valorizar a cultura pernambucana, especialmente ligada às grandes festividades, neste caso o São João. “O Brincantes nas Escolas é um projeto que proporciona a transmissão dos saberes dos nossos mestres de cultura popular às novas gerações que estão surgindo. Assim, o Estado cumpre seu papel de preservar, fomentar e difundir a cultura pernambucana através de uma ação linda de educação patrimonial, transmitida de forma leve dentro de nossas escolas, em todas as regiões do Estado”.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira, a ação é motivo de orgulho e se mostra como um pilar para manter a cultura popular viva. “Do sertão ao litoral, os brincantes que se apresentam nesta edição deixam para os alunos o seu legado, despertando ali novas plateias e, até mesmo, novos integrantes. É gratificante ouvir os relatos e ver o brilho no olhar dos alunos e professores que vivenciam essa ação. A gente se emociona e fica feliz ao perceber que vem fazendo a diferença na vida desses jovens. Isso significa que estamos no caminho certo, fazendo política pública com compromisso”, destaca.</p>
<p dir="ltr"><strong>Diversidade e inclusão</strong></p>
<p dir="ltr">Além da valorização dos saberes e fazeres populares, o projeto investe em acessibilidade, inclusão e respeito às diversidades, com ações voltadas para o público com deficiência e para a representatividade LGBTQIAPN+. Um exemplo é a apresentação da Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde, que recebeu adaptação para estudantes sensíveis ao som. A tradicional salva de bacamarte será suprimida na apresentação em Petrolândia. No Recife, a Escola Carmela Dutra, que atende estudantes com Síndrome de Down e TEA, recebe a Cia de Dança Giselly Andrade. Em Olinda, a escola Carlos Gonçalves, no bairro de Salgadinho, recebe o grupo Chão de Estrelas – Trans no Frevo, com um cortejo junino protagonizado por artistas trans.</p>
<p dir="ltr">Já em Caruaru, o projeto contempla a Escola Professor José Bione de Araújo, com a quadrilha junina caruaruense Molecodrilha. A atração surgiu em 2007, dando oportunidade a crianças que não tinham condições de realizar o sonho de dançar.</p>
<p dir="ltr">A programação completa já está disponível através do <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1zfQSJy1NpbGNhY_kLStuiQZK5gCeUSGA">link</a>. Mais informações e acompanhamento da cobertura das atividades poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cinema São Luiz une arte, cultura popular e consciência ambiental na programação deste fim de semana</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2025 19:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118176" aria-labelledby="figcaption_attachment_118176" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Pagode-do-Didi-_-Divulgacao.png"><img class="size-medium wp-image-118176" alt="Foto: Pagode do Didi, nosso ponto de encontro / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Pagode-do-Didi-_-Divulgacao-607x461.png" width="607" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Pagode do Didi, nosso ponto de encontro / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do mês de maio e iniciando as exibições de junho, o Cinema São Luiz abre as cortinas neste fim de semana (31/05 e 01/06) com exibições plurais e educativas, trazendo sessões especiais com debates e apresentação musical ao vivo. Unindo arte, cultura popular e consciência ambiental, a grade de títulos atende a todos os tipos de público e recebe destaque ao se integrar às atividades da Semana Estadual de Meio Ambiente, realizada pelo Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha de Pernambuco (Semas-PE), com apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – FUNDARPE e da Secretaria de Cultura de Pernambuco – SECULT.</p>
<p dir="ltr">Neste sábado, é a vez da memória, música e resistência feminina ganharem as telas. Às 14h30, a programação inicia com mais uma semana de exibição do longa-metragem “Memórias de um esclerosado” &#8211; obra documental vencedora de melhor filme pelo júri oficial e popular do Cine PE 2024 -, que mergulha nas maneiras que o cartunista Rafael Corrêa encontra, materialmente e subjetivamente, para lidar com o impacto de uma doença degenerativa, no caso, a esclerose múltipla. Com classificação indicativa de 12 anos, o filme conta com acessibilidade com legendas descritivas, para pessoas com deficiência auditiva ou com dificuldades em compreender a fala. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p dir="ltr">Às 16h, o público poderá conferir gratuitamente o documentário “Pagode do Didi, nosso ponto de encontro”, dirigido por Maysa Carolino. A obra retrata a história de vida e luta de Vlademir de Souza Ferreira, o Mestre Didi, de sua família e dos músicos que mantêm vivo o reduto do samba pernambucano. Com classificação indicativa livre, a sessão ainda contará com debate com a equipe do filme e apresentação musical ao vivo.</p>
<p dir="ltr">“A sessão será uma celebração e mergulho na trajetória de um dos mais importantes espaços de cultura popular e da negritude aqui em Pernambuco, que é o Pagode do Didi, Patrimônio Vivo do Estado. O filme, que é um trabalho de conclusão de curso, em Cinema e Audiovisual da UFPE, mostra um processo de humanização e organização de luta histórica de um lugar que segue como referência do ritmo aqui no Recife, desde os anos 80”, ressalta o programador e curador do Cinema São Luiz, Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">Encerrando o sábado, às 19h, será exibido o longa-metragem “IMO” (16 anos), da diretora Bruna Schelb. O filme, que aposta em uma narrativa visual e não linear para tratar de experiências femininas, acompanha a vida de três mulheres, que revisitam suas memórias e, em um ambiente regido por suas angústias, podem vislumbrar reações possíveis a situações que já viveram. Com classificação indicativa de 16 anos, a sessão será seguida de debate com a cineasta. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p dir="ltr">No domingo, cinema e conscientização ambiental se unem em duas sessões que integram a abertura da Semana Estadual de Meio Ambiente. Às 11h, a programação inicia com o filme “Placa Mãe” (Livre), exibido em sessão especial para o público infantil, com apresentação da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade. A animação, dirigida por Igor Bastos, conta a história de Nadi, uma andróide com cidadania brasileira, que conquista o direito de adotar duas crianças, David e Lina. No entanto, a adoção gera controvérsia quando o sensacionalista digital influencer, Asafe cria uma série de polêmicas para ganhar popularidade. A sessão é gratuita.</p>
<p dir="ltr">Às 14h, é a vez do filme “Mulheres na Conservação”, obra que lança um olhar delicado e sensível sobre a vida e o trabalho de sete lideranças da luta ambiental no país. Dirigido por Paulina Chamorro e João Marcos Rosa, o documentário faz um recorte do universo feminino que está à frente de ações e estudos sobre conservação e meio ambiente no Brasil. Com classificação indicativa livre e acesso gratuito, a sessão será seguida de um debate com pesquisadores e ativistas sobre os desafios e conquistas das mulheres na proteção ambiental.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, às 16h, será exibido o longa “O Bem Virá” (10 anos), filme dirigido por Uilma Queiroz, que retrata uma busca pelas mulheres que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à  sobrevivência ativando uma rede de solidariedade. A sessão será seguida por mais uma exibição de “Memórias de um esclerosado”, às 18h, novamente com legendas descritivas. Ambas contam com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Confira a programação completa:</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (31/05/25)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>14h30 -  Memórias de um esclerosado (12)</strong> •  R$ 10 e R$ 5 (Acessibilidade com Legendas Descritivas)</p>
<p dir="ltr">Direção: Thais Fernandes e Rafael Corrêa</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na busca por respostas e um pouco de aventura, o cartunista brasileiro Rafael Corrêa decide fazer um filme para organizar suas memórias e descobrir se é a morte de um sapo a origem de sua doença degenerativa.</p>
<p dir="ltr">Duração: 75min</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>16h &#8211; Pagode do Didi, nosso ponto de encontro</strong> (Livre) • Gratuita (Debate com equipe e apresentação musical)</p>
<p dir="ltr">Direção: Maysa Carolino</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário Musical</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Em 1981, Mestre Didi fundou, no coração do Recife, a mais antiga roda de pagode da cidade e há mais de 40 anos faz a terra do frevo sambar. Entretanto, em 2024, a festa foi interrompida e o Pagode do Didi foi interditado. O documentário então mergulha na história de vida e luta de Didi, de sua família e dos músicos que mantêm vivo o reduto do samba pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Duração: 24min</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>19h &#8211; IMO</strong> (16) • R$ 10 e R$ 5 (Debate com a diretora)</p>
<p dir="ltr">Direção: Bruna Schelb</p>
<p dir="ltr">Gênero: Ficção/Experimental</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Três mulheres revisitam suas memórias e, neste ambiente regido por suas angústias, podem vislumbrar reações possíveis a situações que já viveram.</p>
<p dir="ltr">Duração: 70min</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo (01/06/25)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>11h &#8211; Placa Mãe </strong>(Livre) • Gratuita (Apresentação da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade)</p>
<p dir="ltr">Direção: Igor Bastos</p>
<p dir="ltr">Gênero: Animação</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Placa-Mãe se passa em um futuro próximo no interior de Minas Gerais, onde Nadi (Ana Paula Schneider), uma andróide com cidadania brasileira, conquista o direito de adotar duas crianças, David (Vitor Gabriel Pereira) e Lina (Ana Júlia Silva Guimarães). No entanto, a adoção gera controvérsia quando o sensacionalista digital influencer, Asafe (Marcio Simões) cria uma série de polêmicas para ganhar popularidade. Em meio à confusão, um mal-entendido leva David a fugir, temendo a separação de sua irmã Lina. Enquanto David enfrenta os perigos e desafios da cidade, Nadi, determinada a reverter a situação, embarca em uma jornada para encontrá-lo e garantir a segurança e a união da família.</p>
<p dir="ltr">Duração: 105min</p>
<p dir="ltr"><strong>14h &#8211; Mulheres na Conservação </strong>(Livre) • Gratuita (Debate com pesquisadores e ativistas da proteção do meio ambiente)</p>
<p dir="ltr">Direção: Paulina Chamorro, João Marcos Rosa</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Mulheres na Conservação lança um olhar delicado e sensível sobre a vida e o trabalho de sete heroínas da luta ambiental. O documentário faz um recorte desse universo feminino que está à frente de ações e estudos sobre Conservação e Meio Ambiente no Brasil.</p>
<p dir="ltr">Duração: 46min</p>
<p dir="ltr"><strong>16h &#8211; O bem virá</strong> (10) • R$ 10 e R$ 5</p>
<p dir="ltr">Direção: Uilma Queiroz</p>
<p dir="ltr">Gênero:</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Treze mulheres, treze ventres, treze esperanças, uma foto. E uma busca pelas mulheres  que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à  sobrevivência, num contexto em que ser mulher era se limitar à função de administrar a  miséria.</p>
<p dir="ltr">Duração: 80min</p>
<p dir="ltr"><strong>18h &#8211; Memórias de um esclerosado</strong> (12) • R$ 10 e R$ 5 (Acessibilidade com Legendas Descritivas)</p>
<p dir="ltr">Direção: Thais Fernandes e Rafael Corrêa</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na busca por respostas e um pouco de aventura, o cartunista brasileiro Rafael Corrêa decide fazer um filme para organizar suas memórias e descobrir se é a morte de um sapo a origem de sua doença degenerativa.</p>
<p dir="ltr">Duração: 75min</p>
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		<title>No Dia do artesão, onde encontrar o artesanato de Pernambuco?</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/no-dia-do-artesao-onde-encontrar-o-artesanato-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 20:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criada para reverenciar o artesanato e os artesãos, além de marcar o movimento e valorizar o setor, o Dia 19 de março é o Dia do Artesão. É também uma data para reforçar a importância e a representatividade do artesanato dentro da tradição, cultura e identidade social. Em Pernambuco, o artesanato é um objeto carregado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Criada para reverenciar o artesanato e os artesãos, além de marcar o movimento e valorizar o setor, o Dia 19 de março é o Dia do Artesão. É também uma data para reforçar a importância e a representatividade do artesanato dentro da tradição, cultura e identidade social.</p>
<p>Em Pernambuco, o artesanato é um objeto carregado de simbolismo, de identidade, de valores, de histórias e de memórias, é também um objeto que gera renda através de relações comerciais para milhões de pessoas no Brasil. No Estado, dois locais são referências para os artesãos: a Casa de Cultura e o Centro de Artesanato de Pernambuco.</p>
<p>Segundo levantamento da Revista Capital, são mais de 80 mil artesãos em todo o país. Em 2024, o setor chegou a movimentar 40 milhões nos 11 dias da Feira Nacional dos Negócios de Artesanato de Negócios de Artesanato, a FENEARTE.</p>
<p>De acordo com a Agência De Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, são mais de 15.500 artesãos pernambucanos com a Carteira Nacional do(a) Artesão(ã). Eles estão cadastrados no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB) pelo PAPE &#8211; Programa do Artesanato de Pernambuco, que é executado pela Adepe.</p>
<p>A caruaruense Cleonice Otília, 67 anos, conhecida como Mestra Nicinha, é artesã, ceramista e poeta. Há mais de cinco décadas, ela se dedica a essa arte, ela lidera a Associação de Mulheres Artesãs &#8220;Flor do Barro&#8221;. “Eu comecei era muito pequena, vendi meu primeiro boneco eu tinha 7 anos de idade, mas antes eu já fazia os meus brinquedos”, lembra a mestra.</p>
<p>“O artesanato pra mim representa o ar que eu respiro, a natureza que eu cuido, é o coração que bate dentro do meu peito”, disse Nicinha. Toda a riqueza cultural pernambucana está presente nos mais diversos tipos de manifestações artísticas.</p>
<p>Seja no barro, na madeira, nas fibras e palhas ou no couro, o fazer artesanal é um dos grandes patrimônios do povo pernambucano. Inclusive, são 21 mestres e mestras que são reconhecidos Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Na Casa da Cultura, Em alusão à data, haverá nesta quarta (19), das 14h às 17h, uma programação dedicada aos artistas que residem no equipamento cultural. O evento é gratuito e contará com produção artesanal e bate-papo.</p>
<p>Carlos Alberto Alves da Conceição, 44 anos, trabalha a 18 anos na Casa da Cultura e se sente em casa no espaço. “A casa da cultura é um lar um reduto de todas as artes e artistas de Pernambuco e podemos dizer até do Brasil.  É de suma importância em minha vida, dela tiro o sustento de minha família, assim como é um excelente ateliê e espaço para exposição das peças.”, disse</p>
<p>O artesão começou na área em 2010, mas desde muito novo já se interessava por arte. “Desde criança eu gostava de desenhar e pintar, quando adolescente me destacava nas aulas de artes. Já adulto passei a me aprimorar, pegando dicas com amigos artistas, como Izac Vieira(pintor), Severino Borges (xilogravura), Claudionor(entalhador), entre outros. Aplicando esses conhecimentos, passei a fazer bonecas de cabaça e em seguida talhas em madeira de lei, barcas para restaurantes japonês, mesa para jogos de dominó e baralho.”, afirmou.</p>
<p>Para Lila Schnaider, gestora da Casa da Cultura, a efeméride é mais um incentivo para que os pernambucanos e recifenses visitem o equipamento, apreciem as atrações e enxerguem o equipamento como um espaço de referência para a divulgação e perpetuação das habilidades artísticas do Estado.</p>
<p>“O “Dia do Artesão” é uma ótima oportunidade para celebrar a riqueza do artesanato local, além de valorizar os mestres e mestras que preservam tradições, saberes e técnicas manuais. A Casa da Cultura sempre será esse espaço artista possa apresentar ao público a sua história e a sua arte”, destaca Lila.</p>
<p>A Casa da Cultura e o Centro de Artesanato de Pernambuco são equipamentos geridos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe. A programação cultural do espaço pode ser conferida nos perfis do Instagram @casadaculturadepernambuco, @centrodeartesanatodepe e @culturape.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição Estados da Arte está com inscrições abertas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-estados-da-arte-esta-com-inscricoes-abertas/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116358" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas e seguem até o dia 23 de março, exclusivamente pela internet.</p>
<p>Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade é realizada pela Circullus, coordenada por Humberto Botão e produzida por Amanda Nascimento. Tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), além do apoio da Prefeitura de Caruaru, por meio da Fundação de Cultura municipal.</p>
<p>Nesta primeira edição, a exposição Estados da Arte tem como tema Uma Cartografia da Diversidade. Busca chamar a atenção para o fato de que as mudanças entre as três grandes regiões pernambucanas, entre o Sertão e a Zona da Mata, vão muito além das questões geográficas. E refletem a diversidade que compõe o Estado e se espelha nas manifestações artísticas encontradas em cada uma delas.</p>
<p>É o que destaca o coordenador-geral da exposição Humberto Botão. “Diante dessa riqueza de expressões, da pluralidade semiótica que traduz a identidade complexa da produção artística contemporânea do Estado, apresentamos a exposição coletiva de artes visuais Estados da Arte, que procura cartografar e apresentar um mosaico da produção visual do interior de Pernambuco”, explica.</p>
<p>Podem se inscrever artistas que residam em uma das três regiões mencionadas. Os trabalhos também precisam se enquadrar em uma das seguintes categorias: técnicas e suportes tradicionais das artes visuais (desenho, pintura, escultura, talha, gravura, baixo-relevo, alto-relevo e fotografia) e linguagens e correntes da arte contemporânea (ready made, videoarte, instalação, performance, grafite, intervenção urbana, dentre outros).</p>
<p>Cada artista pode inscrever, de forma individual ou coletiva, até três obras. É importante destacar que a exposição abre espaço para diferentes formatos e suportes, desde que eles não gerem nenhum tipo de dano à estrutura do espaço &#8211; que faz parte do patrimônio histórico e passou, recentemente, por um minucioso processo de requalificação -, das pessoas envolvidas ou mesmo à própria exposição Estados da Arte.</p>
<p>Também não são aceitos trabalhos que promovam ou façam apologia, de alguma forma, a: discursos de ódio, qualquer tipo de discriminação, degradação ambiental, sofrimento animal ou mesmo destruição do patrimônio público, e possuem qualificação livre. Outro aspecto importante é que todos os custos de produção, execução e manutenção das obras inscritas e/ou selecionadas para compor a exposição são de responsabilidade do artista/autor.</p>
<p>No entanto, por cada obra selecionada, o artista receberá R$ 400 de subsídio. E, como cada criador pode inscrever até três obras, os selecionados poderão receber até R$ 1.200. O incentivo busca viabilizar a participação de talentos das três grandes regiões pernambucanas contribuindo, por exemplo, com os custos relacionados ao transporte das produções até Caruaru.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES -</strong> As inscrições acontecem exclusivamente pela internet, de 21 de fevereiro e 23 de março de 2025. O artista deve preencher o formulário on-line e anexar três fotografias da obra &#8211; em alta resolução e a partir de ângulos diferentes. O autor também deve encaminhar outras informações sobre a produção, além de cópias digitalizadas e legíveis de RG, CPF e comprovante de residência atualizado.</p>
<p>Sobre o envio das fotografias das obras há algumas exceções. No caso de três suportes artísticos &#8211; grafite, trabalhos de instalação e de performance &#8211; não é obrigatório o envio de imagens. Em linhas gerais é preciso apresentar um projeto/uma proposta que detalhe a intervenção (apontando o espaço a ser utilizado e outras características importantes). Os detalhes constam no Regulamento de Participação, que está disponível no <a title="Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade - Formulário de Inscrição" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5Y2Doh1mPVRVBQi8pv2j6nsqIyf5toNiU-njNMTfgjuFqqw/viewform" target="_blank"><strong>formulário de inscrição</strong></a>. Mais informações pelo e-mail: expo.estadosdaarte@gmail.com.</p>
<p><strong>ESTADOS DA ARTE -</strong> A exposição é pensada a partir de três eixos centrais: produção artística, educativo e acessibilidade. Por isso conta com uma série de ações que buscam não somente dar visibilidade às produções e aos artistas envolvidos, mas também promover ações formativas, a partir das próprias obras envolvidas e inclusão. Esses dois aspectos recebem atenção especial e contam com ações específicas.</p>
<p>“São esses tantos &#8216;Pernambucos&#8217; que carregam consigo histórias singulares, memórias, temáticas e lutas coletivas fazendo da produção artística pernambucana diversa e potente. Os trabalhos artísticos que são desenvolvidos distantes do eixo metropolitano da Capital são impregnados de sentido e transformam realidades por meio das poéticas que, por sua vez, inauguram modalidades singulares de expressão de vida”, complementa Humberto Botão.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116359" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
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